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    Inscrições de voluntários para teste de vacina contra o novo coronavírus já estão abertas em SP

    Apenas profissionais da saúde envolvidos no atendimento a pacientes com Covid-19 poderão se candidatar

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    Photoshoot/Divulgação

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    O governo de São Paulo lançou ontem (13) uma plataforma para inscrição de voluntários que queiram fazer parte dos testes da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O estudo busca apenas profissionais da saúde que estejam envolvidos diretamente no atendimento a pacientes com Covid-19.

    Veja mais: Transmissão da Covid-19 pode acontecer pelo ar, reforçam cientistas em carta aberta à OMS 

    Interessados já podem se inscrever por meio do site do governo do estado, onde serão direcionados a um questionário que vai ajudar na triagem inicial do público. Além de informações básicas – como idade e localização –, os candidatos deverão provar que se encaixam nos critérios da pesquisa, que também só vai aceitar pessoas maiores de 18 anos sem histórico de contaminação pela doença ou patologias que precisem de medicações e alterem a resposta imune à vacina. Mulheres grávidas ou que planejam engravidar nos próximos três meses também não poderão participar.

    Em coletiva à imprensa, o governador João Dória (PSDB) afirmou que, após o recrutamento, os ensaios clínicos da vacina devem começar no dia 20 de julho. Candidatos aprovados para participar do estudo receberão os endereços dos centros de pesquisa que deverão ser procurados para confirmar a colaboração.

    CoronaVac

    A CoronaVac já foi aprovada para ensaios clínicos na China, onde foi testada em cerca de mil voluntários. No Brasil, será testada em um público de 9 mil pessoas, espalhadas entre os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Distrito Fedral. Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou que as fases I e II da vacina – realizadas em animais e humanos chineses saudáveis – demonstraram segurança e respostas imunes promissoras.

    Assim como o princípio de imunização contra a hepatite e a influenza (gripe), por exemplo, a vacina usa uma versão inativada do vírus – neste caso, o Sars-Cov-2 sem vida –, o que reduz os riscos deste tipo de defesa imunológica. O objetivo do processo é estimular a produção de anticorpos pelo organismo humano, o que pode prevenir os sintomas graves da doença e aumentar a eficência no combate do corpo contra o vírus.

    Segundo o governo estadual, a capacidade de produção do Instituto Butantan é de até 100 milhões de doses. Se a vacina comprovar capacidade de criar imunidade contra a Covid-19, o acordo com o laboratório chinês prevê que o Brasil ficará com 60 milhões de doses para distribuição. 

    No dia 2 de junho, a Anvisa também autorizou os ensaios clínicos no país da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

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