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Italiana ITA Airways estuda ação judicial sobre falhas no motor Pratt & Whitney

Italiana ITA Airways estuda ação judicial sobre falhas no motor Pratt & Whitney

Reuters

07/06/2026

Placeholder - loading - Joerg Eberhart, CEO da ITA Airways, posa durante a Reunião Geral Anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) no Rio de Janeiro, Brasil, em 7 de junho de 2026. REUTERS/Tita Barros
Joerg Eberhart, CEO da ITA Airways, posa durante a Reunião Geral Anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) no Rio de Janeiro, Brasil, em 7 de junho de 2026. REUTERS/Tita Barros

Por Allison Lampert

RIO DE ​JANEIRO, 7 Jun (Reuters) - A ITA Airways, companhia aérea da Itália, decidirá nas próximas oito semanas se processará a Pratt & Whitney, fornecedora aeroespacial da RTX, devido a problemas em motores que paralisaram quase 20% de sua frota de 80 aeronaves, disse o presidente-executivo da companhia aérea à Reuters neste domingo.

Centenas ⁠de ⁠aviões A320neo, a versão mais ​recente ‌dos jatos de corredor único da Airbus, foram paralisados em todo o mundo.

Isso se deve, em parte, ao longo tempo de ⁠espera para inspeções e reparos nos motores, após ​a identificação de um problema de fabricação ​na Pratt & Whitney, que pressionou ‌a produção dos ​motores ⁠GTF de baixo consumo de combustível dos aviões Airbus.

'É iminente', disse Joerg Eberhart, presidente-executivo da ITA Airways, ​ao participar de uma reunião global dos principais executivos de companhias aéreas, no Rio de Janeiro. 'Teremos que decidir dentro das próximas seis ​a oito semanas.'

A RTX não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A gigante industrial sediada nos EUA disse anteriormente que a Pratt está tomando várias medidas para melhorar os reparos depois de divulgar em 2023 um novo problema de GTF envolvendo pó ​metálico contaminado.

'Até o momento, estamos quantificando o dano ‌que estamos enfrentando, que ⁠é de cerca de 150 milhões de euros', disse Eberhart. 'Estamos em negociações com a Pratt, ⁠e o que eles propuseram ⁠até agora não é ⁠suficiente para ⁠cobrir ​nossos danos.'

(Reportagem de Allison Lampert no Rio de Janeiro)

Reuters

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