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Lavrov se reunirá com Lula às 15h após declaração à imprensa com chanceler brasileiro

Lavrov se reunirá com Lula às 15h após declaração à imprensa com chanceler brasileiro

Reuters

17/04/2023

Placeholder - loading - Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante entrevista coletiva em Moscou 30/03/2023 Maxim Shipenkov/Pool via REUTERS
Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante entrevista coletiva em Moscou 30/03/2023 Maxim Shipenkov/Pool via REUTERS

Atualizada em  17/04/2023

SÃO PAULO (Reuters) - O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, se reunirá às 15h desta segunda-feira em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de ser recebido no Itamaraty pelo chanceler Mauro Vieira, mostrou a agenda do ministro brasileiro.

A visita de Lavrov ao país, quando a guerra da Rússia contra a Ucrânia se aproxima de completar 14 meses sem sinais de arrefecimento, levou manifestantes a marcarem protestos contra a presença do chefe da diplomacia russa no Brasil em São Paulo e em Brasília, onde o ato deve ocorrer em frente ao Itamaraty.

Segundo a agenda pública de Vieira, Lavrov terá uma reunião restrita com o chanceler brasileiro às 10h30, seguida de um encontro ampliado às 11h e de uma declaração à imprensa às 13h.

Depois, Vieira oferecerá um almoço ao chanceler russo e, às 15h, Lavrov se reunirá com Lula.

O presidente brasileiro tem defendido que um grupo de países que não estão envolvidos na guerra da Ucrânia, entre elas a China, mediem negociações visando o fim do conflito.

No domingo, ao encerrar visita oficial aos Emirados Árabes Unidos, Lula disse a jornalistas que a guerra foi 'uma decisão de dois países', voltando a responsabilizar também a Ucrânia pelo conflito, e reiterou que os Estados Unidos e a União Europeia colaboram para o prolongamento da guerra ao fornecerem armas para a Ucrânia.

O presidente propôs ainda a criação de um 'G20 da paz' para promover negociações entre Ucrânia, Rússia, EUA e Europa para acabar com a guerra.

(Por Eduardo Simões)

Reuters

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