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    Livro americano conta a história dos tratamentos para o câncer

    A obra, de Charles Graeber, dá esperança a quem sofre com a doença

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    O novo livro do escritor norte-americano Charles Graeber, “The Breakthrough: Immunotherapy and the Race to Cure Cancer,” – em tradução livre, “O avanço: a imunoterapia e a corrida para curar o câncer" – traça engenhosamente a história de desenvolvimentos antigos e novos tratamentos que oferecem uma cura real para uma das doenças mais temidas. Se você ou um ente querido recentemente recebeu um diagnóstico de câncer, ou viveu com ele como uma condição crônica, este livro e os avanços que ele descreve oferecem muito mais do que o brilho habitual de esperança.

    A história do tratamento

     

    A imunoterapia envolve essencialmente o treinamento do sistema imunológico do corpo para combater a doença. É uma ideia que os cientistas vêm explorando desde o final do século 19, quando um cirurgião treinado em Harvard chamado William Coley conheceu uma jovem que não resistiu ao tumor. Perturbado por sua morte e determinado a encontrar outra maneira de tratar o câncer, Coley começou a se debruçar e estudar os registros médicos de seu hospital. Ele logo chegou ao caso de um imigrante alemão chamado Fred Stein. Como muitos pacientes que sofriam frequentes hospitalizações, Stein também contraiu Streptococcus pyogenes, que causou febre alta, calafrios, inflamação e, com demasiada frequência, morte. Stein parecia ser outro paciente condenado, mas seus médicos notaram uma coincidência interessante: cada vez que ele desenvolvia uma febre alta, seus tumores começaram a diminuir. "Quatro meses e meio depois, tanto a infecção quanto o câncer desapareceram e Stein saiu do hospital", escreve Graeber. Coley tinha, então, uma pergunta: por que Stein viveu enquanto seu paciente morreu, quando ambos tinham, em sua mente, experimentado a mesma doença e o mesmo tratamento? O pesquisador concluiu que a diferença era que a febre de Stein, de alguma forma, alistou seu sistema imunológico como uma cura. Esse momento poderia ter assinalado o início do campo da imunoterapia e, talvez, o começo de uma nova maneira de combater o câncer - mas ninguém mais no campo da medicina o comprou. Em vez disso, como Graeber aponta, Coley foi relegado e os tratamentos convencionais e respeitáveis para o câncer permaneceram os da cirurgia, quimioterapia e radiação. Atualmente, pesquisadores têm estado perto de vencer a doença - até criando curas milagrosas em ratos e humanos ocasionais. E todos os passos dessa batalhas são descritos no livro.

     

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