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    Mark Zuckerberg tentou comprar o TikTok e agora critica plataforma

    Segundo publicação, discurso do líder da empresa é mentiroso

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    Mark Zuckerberg discursou recentemente em Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Crédito: iStock

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    De acordo com reportagem publicada pelo portal do exterior, Buzzfeed news, de autoria de Ryan Mac, três anos atrás, Mark Zuckerberg considerou a compra de uma empresa chinesa, que se tornou a base para o TikTok. E, agora, o CEO da rede social segue falando mal da plataforma associando-a à política dura da China.

    No verão de 2016, o chefe da mídia social foi à Ásia e trabalhou para adquirir uma startup de Xangai, como foi feito com o Instagram e o WhatsApp, ele queria o Musical.ly, famoso entre os adolescentes americanos. Aliás, segundo três pessoas ambientadas com a tentativa de acordo, Zuckerberg passou metade de 2016 tentando fazer negócio com a China.

    Em agosto daquele ano, Zuckerberg convidou o cofundador do Musical.ly, Alex Zhu, para a sede do Facebook, na Califórnia, nos Estados Unidos. Participaram das negociações o seu time, CEO do Instagram, Kevin Systrom e Javier Olivan, vice-presidente de crescimento do Facebook. No mês seguinte uma equipe dos Estados Unidos viajou para Xangai para continuar as conversas.

    Fontes contaram que as tratativas foram bem sérias, mas nunca se materializaram. Depois de 14 meses, o conglomerado chinês, ByteDance, comprou o Musical.ly por cerca de 800 milhões de reais. Depois, se fundiu ao TiKTok, ferramenta ‘demonizada’ por Zuckerberg recentemente em discurso em Universidade em Washigton, nos Estados Unidos.

    “Até recentemente, a internet em quase toda parte da China tinha sido definida por plataformas americanas com fortes valores de liberdade’’, disse Zuckerberg nesta semana na instituição de ensino, ‘’Georgetown University’’.

     Zuckerberger está usando a política empregada na China contra o TikTok. Sendo que antes ele queria que o app integrasse a ‘hegemonia’ Facebook. Porém, o que aconteceu foi que pretendeu entrar no mercado chinês com tudo, e não deu certo, então, está maquiando o discurso.

    De acordo com um ex-líder de comunicação, não é que a empresa vai deixar de negociar com a China por conta de princípios ideológicos, voltados à censura e direitos humanos. “Isso acontece porque não descobriram um modelo de negócio que os chineses e o Facebook concordasse’’, completou.

    Aliás, a organização norte-americana copiou a ideia dos asiáticos e desenvolveu o aplicativo, Lasso, lançado no final de 2018, que só funciona nos Estados Unidos.

    E os projetos de réplica não param, Zuckerberg, na última terça, 12 de novembro, anunciou um clone do TikTok no Brasil, sua primeira tentativa de introduzir ‘meme de vídeo’ no app.

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