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    Países do leste europeu exigem fundos e energia nuclear para apoiar pacto da UE para o clima

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    Protesto do Greenpeace do lado de fora do edifício-sede do Conselho Europeu em Bruxelas 12/12/2019 REUTERS/Yves Herman

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    Por Michel Rose e Marton Dunai

    BRUXELAS/BUDAPESTE (Reuters) - Polônia, Hungria e República Tcheca fizeram exigências, nesta quinta-feira, que podem travar um acordo da nova iniciativa da União Europeia pela neutralidade climática até 2050, que foi lançada pela nova executiva-chefe do bloco como o 'momento homem na lua' da Europa.

    As conversas prometem ser tensas durante uma cúpula dos 27 líderes da UE em Bruxelas, na qual a maioria oferecerá incentivos financeiros a países-membros do leste para angariar seu apoio à meta de zerar as emissões da gases de efeito estufa até meados do século.

    A cúpula é a primeira desde que a alemã Ursula von der Leyen assumiu o comando da Comissão Europeia, e o fracasso da aprovação do Acordo Verde, sua primeira grande iniciativa, seria um revés para a nova liderança do bloco.

    Diante dos incêndios, inundações e secas que estão arruinando milhões de vidas em todo o mundo, ativistas do Greenpeace escalaram o edifício Europa de fachada de vidro onde os líderes se reuniriam, estendendo faixas que diziam 'Emergência Climática', acendendo sinalizadores vermelhos e acionando alarmes de incêndio. Alguns ativistas foram detidos pela polícia.

    As nações do leste querem mais dinheiro para financiarem uma transição para emissões menores, o que inclui a energia nuclear, que não emite carbono, mas que Alemanha e outros pretendem eliminar gradualmente.

    'É importante ter a certeza de que ninguém nos deterá na construção de unidades de energia nuclear', disse o primeiro-ministro tcheco, Andrej Babis, a repórteres antes de partir para Bruxelas. 'Temos que ter eletricidade para as pessoas, para as firmas, e aquecimento'.

    A Hungria disse que quer garantias da UE de que um acordo climático não levará ao aumento de preços nos setores de energia e alimentos, e que os custos serão arcados pelos grandes poluidores.

    'A Hungria concorda com os objetivos ambiciosos estabelecidos pela UE, mas não podemos assinar um cheque em branco', disse Gergely Gulyas, chefe de gabinete do premiê, Viktor Orbán, em uma coletiva de imprensa em Budapeste.

    Von der Leyen propôs um Acordo Verde nesta semana para mobilizar 100 bilhões de euros em investimentos para ajudar as economias a abandonarem os combustíveis fósseis.

    Escrito por Reuters

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