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    Poluição do ar pode aumentar o número de doenças

    A mudança climática é consequência da emissão de gases do efeito estufa, causando problemas na saúde

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    Gases do efeito estufa causam a mudança climática. Crédito da imagem: iStock

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    Daqui a 10 anos, doenças relacionadas à mudança climática podem aumentar. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS) que divulgou um levantamento referente às emissões de gases do efeito estufa.

    De acordo com a OMS, as substâncias gasosas, que absorvem parte da radiação infravermelha emitida pela Terra, são as maiores responsáveis pela morte de 7 milhões de pessoas, por ano.

    A poluição está relacionada ao aumento de casos de enfermidades, como: infartos, câncer de pulmão e, até mesmo, problemas cardíacos e pulmonares.

    Para combater as emissões de gases, a Organização possui alguns desafios globais na área da saúde, como: o aumento do saneamento básico e do acesso a medicamentos; investir em profissionais da saúde; ampliar a saúde básica; e preparar as nações contra epidemias.

    Segundo dados da OMS, casos de dengue, malária, zika, chikungunya e febre amarela também devem aumentar nos próximos anos. Isso pode acontecer devido à migração dos vetores das doenças, por causa, das mudanças climáticas.

    No final de 2019, os líderes da União Europeia firmaram um acordo para atingir a neutralidade nas emissões de carbono, até 2050. Os países se comprometeram a não emitir gases do efeito estufa, sem ter a capacidade de absorvê-los.

    O acordo faz parte do “eixo do Pacto Verde”, que tem como objetivo transformar a Europa no primeiro continente com neutralidade no clima até 2050.

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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