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Príncipe Harry é processado por antiga instituição de caridade Sentebale, mostra registro judicial

Príncipe Harry é processado por antiga instituição de caridade Sentebale, mostra registro judicial

Reuters

10/04/2026

Placeholder - loading - O príncipe Harry, no Tribunal Superior em Londres, Reino Unido 22 de janeiro de 2026 REUTERS/Jack Taylor
O príncipe Harry, no Tribunal Superior em Londres, Reino Unido 22 de janeiro de 2026 REUTERS/Jack Taylor

LONDRES, 10 Abr (Reuters) - Uma instituição ​de caridade cofundada pelo príncipe Harry em homenagem à sua falecida mãe, a princesa Diana, da qual ele saiu após uma disputa de grande repercussão, está processando o membro da realeza britânica por difamação no Tribunal Superior de Londres, mostrou um registro do tribunal nesta sexta-feira.

Filho mais novo do rei Charles, Harry cofundou a Sentebale em 2006 para ⁠ajudar ⁠jovens com HIV e AIDS ​em Lesoto ‌e Botsuana, mas renunciou ao cargo de patrono em março de 2025 após um desentendimento público com a presidente do conselho, Sophie Chandauka.

De acordo com ⁠um registro tornado público nesta sexta-feira, a Sentebale entrou ​com uma ação por difamação no mês passado no ​Tribunal Superior contra Harry e ‌um de seus ​amigos íntimos, ⁠Mark Dyer, que também era curador da instituição de caridade.

Não havia detalhes sobre o processo. Nem o porta-voz de Harry ​nem a instituição de caridade responderam imediatamente a um pedido de comentário.

O cofundador da instituição de caridade, príncipe Seeiso de Lesoto, e o conselho de administração uniram-se ​a Harry para deixar a Sentebale ('não-me-esqueça' no idioma local de Lesoto, no sul da África), que ele ajudou a criar nove anos após a morte de Diana em um acidente de carro em Paris.

O príncipe de 41 anos classificou o rompimento do relacionamento com Chandauka como devastador. A presidente ​formalizou uma denúncia ao órgão regulador de caridade do Reino ‌Unido contra ele e os ⁠curadores por suposta intimidação e assédio.

Após uma análise, a Comissão de Caridade informou que não encontrou evidência de intimidação, ⁠mas disse que houve uma governança ⁠fraca e criticou todas ⁠as partes por ⁠permitirem ​que uma disputa interna se tornasse pública.

(Reportagem de Michael Holden)

Reuters

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