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    Parlamentares britânicos pedem que May considere planos alternativos para o Brexit

    Por William Schomberg e David Milliken

    LONDRES (Reuters) - Parlamentares britânicos pediram à primeira-ministra Theresa May, nesta terça-feira, que considere quaisquer estratégias alternativas para o Brexit que eles possam acordar, após tentarem resolver o impasse ao assumir o controle do processo de saída da União Europeia no Parlamento.

    O governo insistiu que o acordo deliberado entre May e a União Europeia em novembro, após mais de dois anos de negociação, permanece sendo o único caminho de prosseguir com a saída do Reino Unido do bloco. O acordo, no entanto, foi rejeitado duas vezes no Parlamento.

    May espera que os parlamentares que desejam um Brexit abrupto sem acordo se alinhem a ela agora ou arrisquem um longo adiamento, que pode resultar em uma maior proximidade entre o Reino Unido e a UE ou até mesmo na permanência no bloco.

    Na última reviravolta no drama do Brexit, os parlamentares tomaram o controle da tramitação parlamentar para colocarem em votação diversas opções para o Brexit nesta quarta-feira. Três autoridades renunciaram para desafiar o posicionamento do governo.

    May respondeu dizendo que seu governo não estaria vinculado aos resultados dos chamados votos indicativos.

    Entretanto, os parlamentares afirmaram que o governo deveria ouvir.

    'Se o Parlamento é capaz de pensar em um caminho para avançar, a questão é se o governo está preparado para se comprometer', disse Hilary Benn, um parlamentar da oposição que preside um comitê sobre o Brexit.

    Benn admitiu que o governo pode ignorar os voto indicativos e seguir os planos de May.

    'Isso, de fato, é possível, mas não é justificativa para tentar, porque estamos em uma bagunça. O governo está um caos', disse.

    Possibilidades a serem consideradas incluem o acordo de May, um Brexit sem acordo, outro referendo, revogar o processo de separação do Artigo 50, um tratado de livre comércio com uma união aduaneira e permanecer no mercado da UE.

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    Parlamentares britânicos votam para assumir controle do Brexit por um dia

    Por Elizabeth Piper e Kylie MacLellan e Andrew MacAskill

    LONDRES (Reuters) - Parlamentares britânicos votaram nesta segunda-feira para tomar o controle do Brexit das mãos da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, por um dia, em uma tentativa de encontrar um caminho para o impasse envolvendo a separação da União Europeia que uma maioria parlamentar possa apoiar.

    Agora, parlamentares devem votar em uma série de opções para o Brexit na quarta-feira, dando ao Parlamento a chance de indicar se pode concordar com um tratado que preveja laços mais próximos com Bruxelas, e então tentar levar o governo a essa direção.

    A medida chama atenção para a extensão com a qual May perdeu sua autoridade, embora ela tenha dito que o governo não será obrigado a cumprir os resultados das chamadas votações indicativas a serem realizadas na quarta-feira.

    A votação desta segunda-feira foi apresentada por Oliver Letwin, um parlamentar do Partido Conservador de May, depois que a premiê admitiu que o acordo que ela firmou com a União Europeia após dois anos de negociações ainda não tinha apoio suficiente para ser aprovado.

    Parlamentares aprovaram a proposta de Letwin por 329 votos a 302 votos, e muito provavelmente irão confirmar sua decisão na votação final da noite sobre a “moção como emendada” geral.

    Mais cedo, May disse que a proposta estabeleceria um precedente indesejado e que poderia levar ao apoio de um plano com o qual a própria União Europeia não concordaria.

    “Nenhum governo poderia dar um cheque em branco para se comprometer com um resultado sem saber qual é”, disse May antes da votação. “Então, eu não posso prometer que o governo irá entregar o resultado de quaisquer votações realizadas por essa Câmara”.

    Na semana passada, a UE concordou em adiar a data de saída original de 29 de março por causa do impasse em Londres. Agora, o país deixará o bloco em 22 de maio se o acordo da premiê for aprovado pelo Parlamento nesta semana. Caso isso não ocorra, o Reino Unido tem até 12 de abril para delinear seus planos. A votação desta segunda-feira foi uma tentativa de encontrar uma maneira de elaborar tal plano.

    O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse na semana passada que todas as opções do Brexit permanecem em aberto para o Reino Unido até o dia 12 de abril, incluindo um acordo, uma saída sem acordo, uma prorrogação mais longa --ou até a revogação do Artigo 50, com a permanência de Londres na União Europeia.

    Mas, quase três anos após o referendo de 2016 sobre a filiação ao bloco e quatro dias antes da data em que o Reino Unido deveria deixar a UE, ainda é incerto como, quando ou até se o Brexit irá acontecer, com o Parlamento e a nação ainda profundamente divididos.

    (Reportagem Adicional de Kate Holton, William Schomberg, David Milliken, Kylie MacLellan e Andrew MacAskill)

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    May luta para manter controle do Brexit

    Por Guy Faulconbridge e Elizabeth Piper

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, admitiu nesta segunda-feira que não tem apoio para aprovar seu acordo de desfiliação do Reino Unido da União Europeia, enquanto alguns de seus correligionários pediam sua renúncia e o Parlamento tramava para tirar o processo do Brexit das mãos do governo.

    A política britânica está em polvorosa em uma das conjunturas mais importantes do país em ao menos uma geração, e quase três anos após o referendo sobre a filiação à UE ainda não está claro quando ou se o Brexit realmente ocorrerá.

    Vendo May humilhada e enfraquecida, ministros se uniram para insistir que ela continua no comando e negar qualquer participação ou conhecimento de um suposto complô para exigir que ela anuncie uma data para deixar o cargo.

    Em meio a tamanho caos, tampouco está claro se ou quando May reencaminhará o acordo de separação que acertou com a UE ao Parlamento. O pacto foi rejeitado pelo Parlamento por 230 votos em 15 de janeiro e por 149 votos em 12 de março.

    'É com grande pesar que tenho que concluir que, tal como as coisas estão, ainda não há apoio suficiente na Câmara (dos Comuns) para trazer o acordo de volta para uma terceira votação', disse May aos parlamentares.

    Na semana passada, a UE concordou em adiar a data de saída original de 29 de março por causa do impasse em Londres. Agora, o país deixará o bloco em 22 de maio se o acordo da premiê for aprovado pelo Parlamento nesta semana. Caso isso não ocorra, o Reino Unido tem até 12 de abril para delinear seus planos.

    May se recusou a desistir da aprovação de seu acordo em algum momento, observando que as alternativas são intragáveis para ela e que não existe indício de uma maioria parlamentar para nada além do princípio de se evitar uma saída abrupta sem acordo.

    'A menos que esta Casa o aceite, o 'sem acordo' acontecerá. 'Sem Brexit' não pode acontecer', disse May.

    Segundo ela, outro referendo, um novo acordo ou a permanência no bloco são algumas das alternativas que não têm maioria.

    O xis da questão ainda é que, caso se seu acordo ou o 'não acordo' forem rejeitados, o Reino Unido teria que pedir um adiamento maior do Brexit.

    'E um 'Brexit lento', que prorrogue o Artigo 50 para além de 22 de maio, força o povo britânico a participar de eleições europeias e cede o controle de qualquer uma de nossas fronteiras, leis, dinheiro ou comércio, não é um Brexit que unirá o povo britânico.'

    Diante da grande especulação sobre o futuro da líder, o Parlamento se preparou para tentar assumir o comando do processo do Brexit do governo em um série de votações que devem começar às 22h (horário local).

    May disse que tal medida criaria um precedente indesejado e que o governo se oporia a ela.

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    May é pressionada a agendar renúncia para conseguir aprovar acordo do Brexit

    Por Guy Faulconbridge e Elizabeth Piper

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, foi pressionada nesta segunda-feira a anunciar uma data para sua saída do cargo como preço para que parlamentares rebeldes de seu partido que são favoráveis à desfiliação britânica da União Europeia apoiem o acordo de separação apresentado pelo governo.

    A política britânica está em meio a um turbilhão, em uma das conjunturas mais importantes do país em ao menos uma geração, e ainda não está claro quando ou se Brexit realmente acontecerá, quase três anos após o referendo sobre a filiação à UE.

    Vendo May enfraquecida, ministros se uniram para assegurar que ela continua no comando e para negar relatos de um complô para exigir que ela indique uma data para deixar o posto em uma reunião de gabinete marcada para esta segunda-feira.

    'Chegou a hora, Theresa', disse o jornal Sun, de Rupert Murdoch, em um editorial na primeira página, argumentando que sua única chance de obter uma aprovação do Parlamento ao acordo, após duas derrotas, é marcar a data de sua partida.

    'Espero que o gabinete diga à primeira-ministra que o jogo acabou', disse Andrew Bridgen, parlamentar conservador que apoia o Brexit, à Sky News.

    'A primeira-ministra não conta com a confiança do partido parlamentar. Está claro que ela não conta com a confiança do gabinete e ela certamente não conta com a confiança de nossos membros pelo país afora'.

    O Reino Unido, que decidiu sair da UE por 52 a 48 por cento dos votos no referendo, continua profundamente divido sobre o Brexit.

    No domingo, meras 24 horas depois que centenas de milhares de pessoas marcharam por Londres para exigir outro referendo, May convocou parlamentares rebeldes à sua residência de Chequers pare tentar encontrar uma maneira de romper o impasse.

    'Na reunião se debateu uma variedade de temas, incluindo se existe apoio suficiente nos (Câmara dos) Comuns para remarcar uma votação significativa (de seu acordo) nesta semana', disse o porta-voz do escritório de Downing Street de May.

    Boris Johnson, Jacob Rees-Mogg e Steve Baker compareceram, assim como os ministros David Lidington e Michael Gove, que foram apontados como possíveis premiês interinos e obrigados a negar que desejam o cargo.

    (Reportagem adicional de Kate Holton, William Schomberg, David Milliken e Andrew MacAskill)

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    De volta a Londres, May enfrenta árdua tarefa de mudar opinião de Parlamento sobre Brexit

    Por Alastair Macdonald e Elizabeth Piper

    BRUXELAS (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, deu início nesta sexta-feira à árdua tarefa de convencer um Parlamento bastante dividido a apoiar seu acordo para o Brexit, após uma cúpula da União Europeia conceder uma prorrogação, mas pouca ajuda para mudar opiniões no Reino Unido.

    Após um dia conturbado em Bruxelas, May obteve uma extensão de duas semanas para conseguir que o acordo que ela negociou em novembro seja aprovado pelo Parlamento na terceira tentativa, ou enfrentar uma saída potencialmente caótica da União Europeia, que pode acontecer já em 12 de abril.

    Líderes da UE foram claros ao dizer que agora cabe ao Parlamento britânico decidir o futuro do Brexit --deixar o bloco com um acordo em alguns meses, deixar sem um acordo, elaborar um novo plano ou possivelmente permanecer na União Europeia.

    Embora o prazo do Brexit não seja mais o dia 29 de março, o Parlamento não parece disposto a ceder.

    Na verdade, irritados por comentários de May na noite de quarta-feira que colocaram a culpa do caos do Brexit neles, muitos parlamentares intensificaram a resistência ao acordo que a premiê deve apresentar novamente na próxima semana.

    Num apelo a parlamentares, May disse em Bruxelas: 'Na noite passada eu expressei minha frustração. Eu sei que os membros do Parlamento também estão frustrados. Eles têm trabalhos difíceis a fazer. Espero que todos possamos concordar que estamos agora no momento da decisão'.

    May precisa mudar a opinião de mais 75 parlamentares para conseguir a aprovação de seu acordo, depois que os termos foram esmagadoramente rejeitados em duas votações anteriores.

    Em carta a parlamentares nesta sexta, May sugeriu que pode não realizar uma terceira votação sobre o acordo se estiver claro que ele não será aprovado.

    'Se parecer que não há apoio suficiente para apresentar o acordo novamente na próxima semana, ou se a Câmara rejeitá-lo novamente, nós podemos pedir outra extensão antes de 12 de abril', escreveu a premiê na carta.

    Caso o Parlamento apoie o acordo de retirada, a data de saída de 22 de maio entrará em vigor. Caso contrário, o Reino Unido terá até o dia 12 de abril para apresentar um novo plano, ou decidir deixar a União Europeia sem um acordo.

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    Líderes da UE dão 'última chance' ao Reino Unido para Brexit organizado

    Por Alastair Macdonald e Thomas Escritt

    BRUXELAS (Reuters) - Líderes da União Europeia disseram nesta sexta-feira que o Reino Unido tem uma última chance de deixar o bloco de modo organizado, após darem ao Parlamento britânico prazo até 12 de abril para aprovarem um plano ou escolherem a separação sem um acordo.

    Ao chegar para o segundo dia de uma cúpula dominada por conversas sobre a saída do Reino Unido, o primeiro-ministro belga, Charles Michel, disse que espera por uma decisão racional dos parlamentares britânicos em apoio ao acordo que May deliberou com Bruxelas.

    As preparações para uma retirada sem acordo, na qual o Reino Unido enfrentaria súbitas barreiras comerciais e restrições aos negócios, entretanto, ainda estavam em andamento, disse Michel a repórteres.

    'Essa provavelmente é a última chance para o Reino Unido informar o que quer para o futuro,' disse Michel. 'Mais do que nunca, isso está nas mãos do Parlamento britânico,' afirmou, acrescentando que os 27 líderes da UE não estavam cegos para os riscos de não haver acordo.

    O primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel, disse que acredita que May, que não compareceu ao segundo dia da cúpula, tem 50 por cento de chance de conseguir aprovar o acordo na Câmara dos Comuns.

    'Para mim, a esperança é a última que morre', disse Bettel.

    Na quinta-feira, sete horas de debate na cúpula mantiveram uma série de opções em aberto para os líderes, que dizem lamentar a decisão do Reino Unido de deixar o bloco, mas estar ansiosos para prosseguir em relação ao que consideram uma distração.

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    UE dá até 12 de abril se Reino Unido não aprovar acordo do Brexit

    Por Gabriela Baczynska e William James

    BRUXELAS (Reuters) - O Reino Unido pode deixar a União Europeia sem um acordo no dia 12 de abril se os parlamentares não apoiarem um acordo da primeira-ministra britânica, Theresa May, com Bruxelas, disseram líderes da UE após uma cúpula de crise em Bruxelas nesta quinta-feira.

    Com apenas uma semana até o prazo final atual para saída do bloco, e o Reino Unido correndo o risco de entrar em um limbo legal à meia-noite (horário local) da sexta-feira da próxima semana, líderes da UE deram a May mais dois meses, até 22 de maio, para deixar o bloco se conseguir aprovar seu acordo no Parlamento na semana que vem.

    Mas ela fracassou em convencer os outros 27 líderes do bloco de que terá sucesso, o que levou a sete horas de conversas frenéticas para encontrar uma forma de o Reino Unido sair sem que parecesse que estava sendo forçado.

    A conclusão foi um acordo que sugere que o Reino Unido pode, se May fracassar, retornar e pedir um adiamento muito maior. Mas isso sob a condição --provavelmente um grande obstáculo-- de que o país participe das eleições para o Parlamento da UE no dia 23 de maio. Para tanto, a legislação eleitoral britânica afirma que deverá haver um anúncio seis semanas antes, no dia 12 de abril.

    Se o Reino Unido não convocar a eleição para o Parlamento da UE, estará fora do bloco.

    May saudou a decisão da União Europeia de adiar o Brexit, afirmando que os parlamentares têm agora escolhas claras sobre o próximo passo a dar.

    'Espero que possamos todos concordar, estamos agora no momento da decisão', disse May a jornalistas após a reunião com os líderes da UE.

    Veja abaixo a íntegra das conclusões finais da cúpula da UE.

    1. A União Europeia toma conhecimento da carta da primeira-ministra britânica, Theresa May, do dia 20 de março de 2019.

    2. Em resposta, o Conselho Europeu aprova o documento relacionado ao Acordo de Retirada e à Declaração Conjunta que complementa a Declaração Política acordada entre a Comissão Europeia e o governo do Reino Unido em Estrasburgo no dia 11 de março de 2019.

    3. O Conselho Europeu concorda com uma extensão até 22 de maio de 2019, desde que o Acordo de Retirada seja aprovado pela Câmara dos Comuns na próxima semana. Se o Acordo de Retirada não for aprovado pela Câmara dos Comuns na próxima semana, o Conselho Europeu concorda com uma extensão até 12 de abril de 2019 e espera que o Reino Unido indique um caminho adiante antes desta data para consideração do Conselho Europeu.

    4. O Conselho Europeu reitera que não pode haver nenhuma abertura do Acordo de Retirada que foi acertado entre a União Europeia e o Reino Unido em novembro de 2018. Qualquer compromisso, declaração ou outro ato unilateral precisa ser compatível com a carta e o espírito do Acordo de Retirada.

    5. O Conselho Europeu pede que se dê continuidade a trabalhos de preparação e contingência em todos os níveis para as consequências da saída do Reino Unido, levando em consideração todos os resultados possíveis.

    6. O Conselho Europeu continuará acompanhando a questão.

    (Reportagem adicional de Jan Strupczewski)

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    Cúpula da UE discute adiamento do Brexit para maio ou separação na próxima semana

    Por Gabriela Baczynska e Francesco Guarascio

    BRUXELAS (Reuters) - Líderes da União Europeia dirão à primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, que ela pode ter dois meses para organizar a desfiliação britânica do bloco, mas que Londres pode enfrentar uma separação imensamente problemática na próxima sexta-feira se a premiê não obtiver a concordância do Parlamento britânico para seu acordo com a UE.

    A libra esterlina está pressionada, uma vez que os investidores viram o risco de um Brexit sem acordo crescer devido aos sinais de impaciência entre os líderes da UE que se encontrarão com May para uma cúpula de 24 horas em Bruxelas.

    Diplomatas da UE disseram que o pedido da premiê por um adiamento até 30 de junho provavelmente terá como resposta uma preferência do bloco para que o Reino Unido finalize as formalidades e inicie um período de transição para sua saída antes de os europeus elegerem um novo Parlamento a partir de 23 de maio.

    O fato de a chanceler alemã, Angela Merkel, ter repetido em Berlim, antes de partir para Bruxelas, que 'lutará até o último minuto' para evitar um Brexit sem acordo aumentou a sensação de perigo. May pode conseguir uma prorrogação, idealmente até maio, ao invés de junho, disse ela. No entanto, se não tiver o apoio de Londres para um pacto, os europeus estão preparados para o pior.

    O que decidirá o destino de uma das maiores potências econômicas da Europa é se os próprios parlamentares britânicos reverterão na semana que vem as duas derrotas que impuseram ao tratado de retirada que May acertou com a UE em novembro. Como o Parlamento e os partidos políticos estão divididos, o impasse pode levar o Reino Unido a mergulhar em um limbo legal fora do bloco no dia 29 de março.

    Se o acordo for preservado, os líderes da UE provavelmente aprovarão uma prorrogação do prazo final até meados de maio, ou talvez até o final de junho, antes de o novo Parlamento do bloco se reunir.

    'Poderíamos estudar uma prorrogação curta condicionada por uma votação positiva do Acordo de Retirada na Câmara dos Comuns', disse o anfitrião da cúpula da UE, Donald Tusk, aos líderes na quarta-feira.

    Diplomatas dizem que uma reunião de enviados nacionais indicou que a maioria dos governos preferiria que o Reino Unido saísse até meados de maio ou obrigá-lo a realizar sua própria eleição parlamentar em 23 de maio.

    Mas se May fracassar na próxima semana, os líderes esperam se reencontrar para um conselho de emergência no qual Londres poderia receber um ano adicional ou mais para resolver sua crise – se puder convencê-los de que tem um plano para isso – ou ser informado de que sairá na sexta-feira.

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    Premiê May pede adiamento de 3 meses para o Brexit; UE resiste

    Por Elizabeth Piper e Kylie MacLellan e William James

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, pediu nesta quarta-feira três meses de adiamento para a desfiliação britânica da União Europeia para ter tempo de conseguir a aprovação de seu acordo de separação no Parlamento após duas derrotas, mas o pedido enfrentou resistência imediata da Comissão Europeia.

    May disse que o Reino Unido continua comprometido a deixar a UE 'de forma ordeira' e que deseja adiar o Brexit para 30 de junho, ante prazo original de 29 de março.

    Mas um documento da Comissão Europeia visto pela Reuters disse que o adiamento deveria ou ser várias semanas mais curto, para não coincidir com as eleições europeias de maio, ou se estender ao menos até o final do ano, o que obrigaria o Reino Unido a participar das eleições.

    A libra esterlina sofreu uma queda acentuada depois que May pediu a prorrogação.

    Quase três anos depois de o Reino Unido votar a favor da separação da UE e nove dias antes do prazo formal de saída, os políticos britânicos ainda estão discutindo como, quando e até mesmo se a quinta maior economia do mundo deveria se separar do bloco ao qual se uniu em 1973.

    Quando May estabeleceu 29 de março como data de saída dois anos atrás, ao acionar formalmente o Artigo 50 do tratado da UE, declarou que 'não haveria recuo', mas a recusa do Parlamento a ratificar o acordo de desfiliação que ela acertou com a UE mergulhou seu governo em uma crise.

    Agora a premiê escreveu ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, pedindo um adiamento.

    'Como primeira-ministra, não estou preparada para adiar o Brexit para depois de 30 de junho', disse May durante uma sessão tumultuada no Legislativo.

    'Assim sendo, na manhã de hoje escrevi ao presidente Tusk, o presidente do Conselho Europeu, informando-o de que o Reino Unido busca uma prorrogação do período do Artigo 50 até 30 de junho'.

    Ela disse que pretende pedir ao Parlamento que vote uma terceira vez seu acordo de saída.

    May não informou quando a votação acontecerá, mas disse que adiar o Brexit não descarta a possibilidade de Londres sair sem um acordo.

    O opositor Partido Trabalhista disse que, ao optar por um adiamento curto, May está forçando os parlamentares britânicos a decidirem entre aceitar um pacto que já rejeitaram ou sair sem nenhum.

    Membros pró-Brexit do Partido Conservador, de May, se opõem a um atraso maior porque temem que isso possa significar que o Brexit nunca acontecerá.

    A UE disse que qualquer prorrogação deveria ser até 23 de maio, data das eleições para o Parlamento Europeu, ou então pelo menos até o final do ano, o que exigiria que o Reino Unido participasse das eleições. May disse que não é do interesse do Reino Unido participar das eleições europeias.

    'Qualquer extensão oferecida ao Reino Unido deve durar até 23 de maio de 2019 ou ser significativamente mais longa e demandar eleições europeias', disse o documento da UE.

    'Essa é a única forma de proteger o funcionamento das instituições da UE e a sua capacidade de tomar decisões.'

    (Reportagem adicional de Kate Holton e Alistair Smout, em Londres, e Alastair MacDonald, em Bruxelas)

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    Primeira-ministra britânica pedirá curta prorrogação para o Brexit

    Por Elizabeth Piper e Guy Faulconbridge

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, pedirá nesta quarta-feira uma curta prorrogação para o Brexit, depois que tentativas frustradas de ratificar o acordo de separação no Parlamento deixarem em turbilhão o divórcio do Reino Unido do restante da União Europeia.

    Quase três anos depois de o Reino Unido votar pela separação da UE, os políticos britânicos ainda questionam como, onde e se a quinta maior economia deve, de fato, deixar o bloco ao qual se uniu em 1973.

    Quando May marcou a data de 29 de março, há dois anos, ao evocar o Artigo 50 da UE, ela declarou que 'não haveria volta', mas o Parlamento se recusou a ratificar o acordo acertado entre May e a UE, o que levou o governo a uma crise.

    Agora, a apenas 9 dias do prazo estipulado, May está prestes a escrever para o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, pedindo um breve adiamento.

    May 'não pedirá por uma longa prorrogação', disse uma fonte de seu gabinete, que falou sob condição de anonimato. May alertou parlamentares de que poderia buscar um adiamento para além de 30 de junho caso rejeitassem seu acordo pela terceira vez.

    Enquanto o Reino Unido permanece dividido sobre o Brexit, a maioria concorda que a separação irá definir a prosperidade das próximas gerações e, caso dê errado, poderá prejudicar o Ocidente e ameaçar a posição de Londres como capital financeira global dominante.

    Para a UE, a saída do Reino Unido é o maior fracasso em mais de 60 anos de esforços para unificar a União Europeia após duas guerras mundiais, embora os outros 27 membros do bloco tenham demonstrado uma surpreendente convergência durante as tortuosas negociações.

    A crise britânica de quase três anos sobre o Brexit deixou aliados e investidores intrigados com um país que, durante décadas, pareceu um pilar confiável da estabilidade econômica e política do Ocidente.

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    May busca forma de salvar acordo do Brexit antes de cúpula da UE

    Por Guy Faulconbridge e Kate Holton

    LONDRES (Reuters) - Os planos da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, para a desfiliação britânica da União Europeia enfrentavam uma crise nesta terça-feira, à medida que seu governo buscava formas de driblar uma determinação do presidente do Parlamento para que ela mude o acordo do Brexit rejeitado duas vezes para submetê-lo a uma terceira votação.

    Depois de dois anos e meio de negociações, o Brexit continua incerto. As opções incluem um longo atraso, sair com o acordo de May, uma saída caótica sem um acordo ou até outro referendo.

    Em uma manobra que aumentou a sensação de crise em Londres e de preocupação nas demais capitais europeias a dez dias da saída marcada para 29 de março, o presidente do Parlamento, John Bercow, chocou o governo May ao decidir que este não pode submeter o mesmo acordo do Brexit a outra votação a menos que seja substancialmente diferente.

    Segundo o secretário do Brexit, Steve Barclay, isso significa que uma votação do pacto da premiê nesta semana é mais improvável, mas que ministros estão estudando maneiras de romper o impasse, e sinalizou que Londres ainda planeja uma terceira votação do plano de May.

    'Este é um momento de crise para nosso país', disse Barclay. 'A decisão do presidente complicou o quadro, e acho que ela torna mais improvável a votação acontecer nesta semana'.

    Na quinta-feira May deve comparecer a uma cúpula da UE em Bruxelas, na qual pedirá um adiamento do Brexit enquanto o governo britânico tenta conceber uma maneira de romper com o bloco depois de 46 anos de filiação.

    Os dois membros mais poderosos da UE, Alemanha e França, expressaram uma frustração intensa com o caos em Londres.

    'Caros amigos de Londres, por favor cumpram o combinado. O tempo está passando', disse o ministro alemão para a Europa, Michael Roth, aos repórteres em Bruxelas.

    A França foi mais incisiva e alertou que uma saída sem acordo é possível.

    'Conceder uma prorrogação – para quê? O tempo não é uma solução, é um método', disse a ministra francesa de Assuntos Europeus, Nathalie Loiseau. 'Se houve um objetivo e uma estratégia, têm que vir de Londres'.

    O referendo de 2016, no qual 17,4 milhões de eleitores apoiaram a saída e 16,1 milhões a permanência no bloco, mostrou um país profundamente dividido e provocou questionamentos sobre tudo – da secessão e da imigração ao capitalismo e ao que é ser britânico na atualidade.

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