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Promotor da Coreia do Sul pede pena de 10 anos de prisão para ex-presidente Yoon

Promotor da Coreia do Sul pede pena de 10 anos de prisão para ex-presidente Yoon

Reuters

26/12/2025

Placeholder - loading - Ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, chega a tribunal em Seul 09/07/2025 REUTERS/Kim Hong-Ji/Pool
Ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, chega a tribunal em Seul 09/07/2025 REUTERS/Kim Hong-Ji/Pool

Por Heejin Kim e Joyce ⁠Lee e Jack Kim

SEUL, 26 Dez (Reuters) - O promotor especial da Coreia do Sul solicitou, nesta sexta-feira, uma sentença de 10 anos de prisão para o ex-presidente Yoon Suk Yeol por acusações que incluem tentativa de obstrução de sua prisão após sua tentativa fracassada de impor a lei marcial.

Os promotores acusaram o presidente deposto de tentar bloquear os investigadores que tentavam prendê-lo ​em janeiro, barricando-se dentro do ⁠complexo presidencial.

A ⁠sentença de 10 anos solicitada foi a primeira pena de prisão pedida pelos promotores especiais pelas múltiplas acusações que Yoon enfrenta.

'O réu, que deveria proteger a Constituição e defender o Estado de Direito, abusou de ‌seu poder e feriu o público', disse um promotor ​em um vídeo gravado do julgamento ‌antes de fazer ​o ​pedido de sentença.

'Ele não pediu desculpas nem demonstrou remorso ao público, mas, em vez disso, tentou transferir a culpa para ​seus assessores', acrescentou o promotor.

Além da acusação de obstrução, os promotores disseram que Yoon não tomou as medidas adequadas para reunir todos os membros de seu gabinete antes de anunciar a lei marcial ao público e espalhou informações falsas para correspondentes da mídia estrangeira.

O Tribunal Distrital Central de Seul tomará uma decisão sobre o caso em 16 de janeiro, segundo a mídia.

Yoon, 65 anos, está sendo processado em um julgamento separado por acusações de insurreição e pode ⁠pegar até prisão perpétua ou possivelmente a pena de morte ‌se for condenado.

Enquanto isso, um ⁠promotor especial que investiga sua esposa, Kim Keon Hee, por suposto suborno e manipulação de ações, indiciou Yoon ‍na sexta-feira por suposta violação da Lei Eleitoral de Funcionários Públicos.

Yoon negou todas as ​acusações ‌contra ele.

(Reportagem de Heejin Kim, Joyce Lee e Jack Kim)

Reuters

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