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Segundo ano da pandemia “pode ser ainda mais difícil”, afirma OMS

Segundo ano da pandemia “pode ser ainda mais difícil”, afirma OMS

Reuters

13/01/2021

Placeholder - loading - Mike Ryan, da OMS 03/05/2019 REUTERS/Denis Balibouse
Mike Ryan, da OMS 03/05/2019 REUTERS/Denis Balibouse

GENEBRA (Reuters) - O segundo ano da pandemia de Covid-19 pode ser mais difícil do que o primeiro, devido à forma como o novo coronavírus está se espalhando, especialmente no hemisfério norte, à medida que mais variantes infecciosas circulam pelo mundo, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quarta-feira.

'Estamos entrando em um segundo ano disso, pode ser ainda mais difícil devido à dinâmica de transmissão e alguns dos problemas que estamos vendo', declarou Mike Ryan, principal autoridade de emergências da OMS, durante evento nas redes sociais.

O número de mortos em todo o mundo está se aproximando de 2 milhões desde o início da pandemia, com 91,5 milhões de pessoas infectadas.

A OMS, em atualização epidemiológica publicada durante a noite, informou que depois de duas semanas de menos casos registrados, cerca de cinco milhões de novos casos foram relatados na semana passada, resultado provável de uma queda na proteção durante a temporada de festas.

'Certamente no hemisfério norte, particularmente na Europa e na América do Norte, vimos esse tipo de tempestade perfeita -- frio, pessoas em locais fechados, aumento da interação social e uma combinação de fatores que aumentaram a transmissão em muitos, muitos países', disse Ryan.

Maria Van Kerkhove, chefe técnica da OMS para Covid-19, alertou: 'Depois das festas, em alguns países a situação vai piorar muito antes de melhorar.'

Para ela, é importante que as pessoas mantenham o distanciamento social. “Quanto mais longe, melhor”, disse.

Em meio a temores crescentes sobre a variante mais contagiosa do coronavírus detectada pela primeira vez no Reino Unido, mas agora circulando em todo o mundo, governos de toda a Europa anunciaram nesta quarta-feira restrições mais rígidas e mais longas à circulação de pessoas.

(Reportagem de Stephanie Nebehay, em Genebra, e John Miller, em Zurique)

Reuters

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