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    Mercosul busca aproximação com outros blocos, preocupado por demora em acordo com UE

    ASSUNÇÃO (Reuters) - Líderes do Mercosul se reuniram nesta segunda-feira no Paraguai para uma reunião de cúpula com as atenções voltadas para a aproximação com outros blocos comerciais, preocupados pela demora da conclusão de um longamente negociado acordo comercial com a União Europeia.

    O relacionamento externo do Mercosul foi um dos principais tópicos das discussões prévias ao encontro entre os líderes ou representantes de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A Venezuela também faz parte do Mercosul, mas está atualmente suspenso.

    O Uruguai assumirá a presidência para o próximo semestre com a intenção de promover um acordo com a China, que é responsável por 11 por cento do comércio mundial e que está atualmente em uma disputa comercial com os Estados Unidos.

    Pedimos proceder, e se por alguma razão algum de nós... não puder avançar nesse aspecto, que também dialoguemos e encontremos fórmulas que, sem lesionar o Mercosul, contemplem seus próprios Estados , disse o presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, durante seu discurso.

    A China é um mercado-chave para as exportações de commodities do bloco, mas também vende produtos que competem com a produção nacional dos países sul-americanos. Na América do Sul, Chile e Peru são os únicos países que têm acordos comerciais com a China.

    Pouco antes, o presidente uruguaio havia criticado a demora nas negociações comerciais do Mercosul com a União Europeia, cuja última rodada de conversações terminou com um progresso limitado e acusações mútuas sobre quem estaria travando o acordo.

    Não estamos dispostos a perder tempo em negociações eternas... também não estamos dispostos a assinar um 'acordinho' , disse Vázquez.

    As dificuldades para o acordo avançar persistem na questão dos produtos industrializados e agrícolas, como a carne bovina, da América do Sul, e os laticínios europeus, de acordo com autoridades.

    Em sua fala no encontro de cúpula, o presidente Michel Temer defendeu a continuidade das negociações.

    Nós não devemos abandonar a ideia desta aliança... porque, na premissa que levantei, segundo a qual o nosso trabalho há de ser um trabalho cada vez mais de abertura para o mundo, fechar essa porta agora significa impedir o caminho das negociações que nestes últimos tempos, com todos os naturais embaraços, têm tido razoável sucesso”, afirmou.

    Temer também se disse favorável a uma aproximação do Mercosul com os países da Aliança do Pacífico, formada por Chile, Colômbia, México e Peru. Os dois blocos realização uma reunião no final de julho.

    Os presidentes comemoraram, ainda, o início dos últimos meses de negociações para acordos de comércio com Canadá e Coreia do Sul, e o lançamento próximo de conversações com Cingapura.

    Os países aprovaram uma declaração sobre a crise humanitária e imigratória na Venezuela, e outra sobre a Nicarágua, onde uma onda de protestos contra o governo do presidente Daniel Ortega deixou mais de 170 mortos nos últimos meses.

    (Reportagem de Daniela Desantis e Mariel Cristaldo)

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    Cúpula histórica entre Trump e Kim termina com promessa, mas pouco conteúdo

    Por Steve Holland e Soyoung Kim e Jack Kim

    CINGAPURA (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o líder norte-coreano, Kim Jong Un, se comprometeu, durante uma cúpula histórica nesta terça-feira, a trabalhar pela completa desnuclearização da península coreana, enquanto Washington prometeu garantias de segurança a seu antigo inimigo.

    O início das negociações que visam acabar com o que Trump descreveu como o muito substancial arsenal nuclear da Coreia do Norte pode ter ramificações abrangentes para a região e, em uma das maiores surpresas do dia, Trump disse que irá interromper exercícios militares com a aliada Coreia do Sul.

    Mas, Trump e Kim deram poucos detalhes em um comunicado conjunto assinado no fim de sua cúpula em Cingapura, e diversos analistas colocaram em dúvida o quão efetivo o acordo será a longo prazo em conseguir que a Coreia do Norte abra mão de suas armas nucleares.

    O presidente Trump se comprometeu a fornecer garantias de segurança à RPDC e o presidente Kim Jong Un reafirmou seu firme e inabalável compromisso com a completa desnuclearização da península coreana , disse o comunicado, fazendo referência ao nome formal da Coreia do Norte --República Popular Democrática da Coreia.

    Os dois líderes pareciam cautelosos e sérios quando chegaram para a cúpula no hotel Capella, em Sentosa, uma ilha turística com hotéis luxuosos, um cassino e um parque de diversões dos estúdios Universal, em Cingapura.

    Especialistas em linguagem corporal disseram que ambos tentaram projetar postura de domínio quando se encontraram, mas também exibiram sinais de nervosismo.

    Após um aperto de mão, os dois líderes estavam logo sorrindo, antes de Trump guiar Kim até uma biblioteca onde se reuniram apenas com seus tradutores. Trump havia dito no sábado que saberia um minuto após encontrar com Kim se chegaria a um acordo.

    Mais tarde, Trump disse em coletiva de imprensa que espera que o processo de desnuclearização comece muito, muito rapidamente e que as ações serão verificadas tendo muitas pessoas na Coreia do Norte .

    O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e autoridades norte-coreanas irão continuar as negociações o mais cedo possível , disse o comunicado.

    Apesar de Kim ter anunciado que a Coreia do Norte estava destruindo uma importante unidade de testes de motores para mísseis, Trump disse que as sanções contra Pyongyang continuarão em vigor por enquanto.

    O projeto de monitoramento da Universidade John Hopkins sobre a Coreia do Norte, 38 North, informou na semana passada que Pyongyang havia destruído uma instalação para testes de mísseis balísticos.

    Trump disse também que os frequentes exercícios militares que os Estados Unidos realizam com a Coreia do Norte são caros e provocativos, mas, a interrupção das simulações pode irritar a Coreia do Sul e o Japão, que dependem do guarda-chuva de segurança de Washington.

    Trump disse que os exercícios não serão retomados a menos que e até que nós vejamos que a negociação futura não está indo como deveria .

    Antes, Kim disse que ele e Trump decidiram deixar o passado para trás. O mundo verá uma grande mudança .

    Entretanto, diversos especialistas disseram que a cúpula não conseguiu garantir nenhum compromisso concreto de que Pyongyang irá acabar com seu arsenal nuclear. Analistas também observaram que o comunicado não fez nenhuma referência a direitos humanos em uma das nações mais repressoras do mundo.

    ACORDO DESIGUAL

    Anthony Ruggiero, membro sênior do grupo de pesquisa Fundação para Defesa das Democracias, de Washington, disse não ter ficado claro se as negociações irão levar a desnuclearização, ou se terminarão com promessas quebradas como aconteceu no passado.

    Isso parece como uma reafirmação de onde nós deixamos as negociações há mais de 10 anos e não como um grande passo para frente , disse.

    Daniel Russel, que ocupou o cargo de principal diplomata para a Ásia do Departamento de Estado norte-americano, disse que a falta de qualquer referência aos mísseis balísticos da Coreia do Norte no documento é gritante .

    Trocar nossa defesa da Coreia do Sul por uma promessa é um acordo desigual que ex-presidentes poderiam ter feito mas se recusaram , disse.

    A Coreia do Norte tem há muito tempo rejeitado o desarmamento nuclear unilateral, ao invés disso se referindo à desnuclearização da península coreana. Isso sempre foi interpretado como um pedido para os Estados Unidos removerem seu guarda-chuva nuclear que protege a Coreia do Sul e o Japão.

    O documento também não mencionou as sanções contra a Coreia do Norte ou fez qualquer referência a um tratado de paz para encerrar formalmente a Guerra da Coreia, que acabou em uma trégua depois de deixar milhões de mortos entre 1950 e 1953.

    (Reportagem de Dewey Sim, Aradhana Aravindan, Himani Sarkar, Miral Fahmy, John Geddie, Joyce Lee, Grace Lee, Matt Spetalnick e David Brunnstrom, em Cingapura, e Christine Kim, em Seul)

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    Trump e Kim se comprometem com desnuclearização, mas acordo é visto como simbólico

    Por Steve Holland e Jack Kim e Soyoung Kim

    CINGAPURA (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, concordaram nesta terça-feira em trabalhar para a completa desnuclearização da península coreana, e Washington anunciou que irá fornecer garantias de segurança a seu antigo inimigo.

    O presidente Trump se comprometeu a fornecer garantias de segurança à RPDC e o presidente Kim Jong Un reafirmou seu firme e inabalável compromisso com a completa desnuclearização da península coreana , disse o comunicado conjunto assinado ao final da cúpula em Cingapura, fazendo referência ao nome formal da Coreia do Norte, a República Popular Democrática da Coreia.

    O comunicado deu poucos detalhes sobre como ambos os objetivos serão alcançados, mas Trump comentou alguns detalhes em coletiva de imprensa.

    O presidente dos EUA disse esperar que o processo de desnuclearização comece muito, muito rapidamente . O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e autoridades norte-coreanas irão continuar as negociações o mais cedo possível , segundo o comunicado.

    Trump disse durante coletiva de imprensa que o processo será verificado, e que a verificação irá envolver ter muitas pessoas na Coreia do Norte .

    Trump também disse que Kim o informou que estava destruindo uma importante instalação de teste de motores usados para mísseis, mas afirmou que sanções internacionais contra Pyongyang continuarão em vigor por enquanto.

    O presidente dos EUA disse ainda que exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul serão interrompidos, o que, segundo ele, fará com que Washington economize uma enorme quantidade de dinheiro e que as simulações não serão retomadas a menos que e até que nós vejamos que a negociação futura não está indo como deveria .

    Algumas coisas foram concordadas e não foram refletidas no acordo , disse Trump.

    Antes, Kim Jong Un disse que os dois líderes tiveram uma reunião histórica e que decidiram deixar o passado para trás. O mundo verá uma grande mudança .

    Entretanto, diversos analistas políticos disseram que a cúpula produziu resultados simbólicos e não tangíveis.

    É incerto se as negociações adicionais levarão ao objetivo final da desnuclearização , disse Anthony Ruggiero, membro sênior do grupo de pesquisa Foundation for Defense of Democracies, de Washington. Isso parece como uma reafirmação de onde nós deixamos as negociações há mais de 10 anos e não como um grande passo para frente .

    O documento não fez qualquer referência à assinatura de um tratado de paz. Os Estados Unidos e a Coreia do Norte lutaram em lados opostos na Guerra da Coreia, de 1950 a 1953, e tecnicamente ainda estão em combate, uma vez que o conflito foi concluído apenas com uma trégua.

    (Reportagem adicional de Dewey Sim, Aradhana Aravindan, Himani Sarkar, Miral Fahmy, John Geddie, Joyce Lee, Grace Lee, Matt Spetalnick e David Brunnstrom em Cingapura e Christine Kim em Seul)

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