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    May deve oferecer cargo por acordo do Brexit; Parlamento busca alternativas próprias

    Por Guy Faulconbridge e Andrew MacAskill

    LONDRES (Reuters) - A premiê britânica, Theresa May, pode indicar nesta quarta-feira uma data para entregar o cargo como preço a pagar pela ratificação de seu acordo do Brexit após duas derrotas, ao passo que o Parlamento busca alternativas próprias a partir de uma lista de opções.

    Enquanto a crise em torno do Brexit se encaminha para um desfecho após três anos, ainda é incerto como, quando e até mesmo se o Reino Unido deixará a União Europeia, embora May espere levar seu acordo de volta ao Parlamento nesta semana.

    Com a política britânica fervendo, os parlamentares ampliaram seu poder, nesta quarta-feira, para terem direito aos chamados votos indicativos sobre o Brexit, com uma gama de opções mais próximas a um alinhamento favorável à UE após a separação do que à saída sem acordo ou à revogação das regulamentações.

    A apenas dois dias da data original em que o Reino Unido deveria se separar do bloco, em 29 de março, alguns dos defensores mais influentes do Brexit, como Jacob Rees-Mogg, têm, agora, relutantemente, apoiador o acordo de May.

    O preço para May pode ser seu cargo.

    Espera-se que ela indique uma data para sua partida em uma reunião com parlamentares do Partido Conservador em Westminster por volta das 14h (horário de Brasília).

    Antes disso, os parlamentares iniciaram um debate sobre qual tipo de separação a quinta maior economia do mundo deve seguir. Eles irão votar, às 16h, no máximo possível de propostas. Os resultados serão anunciados após às 18h.

    'A primeira-ministra pode, afinal, conseguir um acordo nesta quinta ou sexta-feira', disse Oliver Letwin, um ex-ministro do gabinete conservador que liderou a extensão dos direitos do Parlamento. 'Se ela conseguir, ninguém ficará mais feliz do que eu.'

    'Se, por outro lado, isso não acontecer e for necessário avançarmos na segunda-feira, e caso uma ou mais propostas atinjam a maioria do apoio da Casa dos Comuns na segunda-feira, então precisaremos trabalhar com o governo para que ele as implemente.'

    A incerteza em torno do Brexit, o movimento político e econômico mais significativo do Reino Unido desde a Segunda Guerra Mundial, deixou aliados e investidores apavorados.

    Adversários temem que o Brexit irá dividir o Ocidente ao lidar tanto com o governo pouco convencional de Donald Trump e as crescentes políticas assertivas da Rússia e da China.

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro, +5521 2223 7141))

    REUTERS DM PF

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    Afastamento de diretoria da Vale está em estudo em grupo de crise do governo, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira que o afastamento da diretoria da Vale está em estudo pelo grupo de crise do governo formado após o rompimento de barragem em Brumadinho (MG) na sexta-feira.

    'Essa questão da diretoria da Vale está sendo estudada pelo grupo de crise. Vamos aguardar quais são as linhas de ação que eles estão levantando', disse Mourão a jornalistas ao ser questionado se essa seria uma possibilidade.

    A questão foi levantada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) em sua conta no Twitter, no último domingo.

    'Não podemos prejulgar. Mas é urgente, em respeito às vítimas de Brumadinho, o afastamento cautelar da diretoria da Vale, assim como a nomeação de diretoria interventora, para impedir a destruição de provas e apurar com isenção os fatos', escreveu o senador.

    Mourão ressaltou não ter certeza se o governo pode pedir o afastamento. 'Tem que estudar isso. Não tenho certeza que o grupo (de crise) pode fazer essa recomendação', alegou.

    Tecnicamente, acionistas podem entrar na Justiça com um pedido de ação cautelar para destituição da direção --e o governo é um dos acionistas--, assim como a Advocacia Geral da União, o Ministério Público e mesmo a população em geral, através de uma ação popular.

    Mourão acrescentou que o momento é de rescaldo, de tentar encontrar sobreviventes e a segunda fase será de 'apurar e punir'.

    'Punição tem que doer no bolso, que já está sendo aplicada. E, segundo, se houve imperícia ou imprudência ou negligência por parte de alguém dentro da empresa essa pessoa tem que responder criminalmente. Porque afinal das contas quantas vidas foram perdidas nisso aí?', argumentou o vice-presidente.

    O rompimento da barragem em Brumadinho já contabiliza 60 mortos e ainda há ainda quase 300 desaparecidos.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu e Maria Carolina Marcello)

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