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    Chefe do Pentágono apoia papel do Afeganistão em conversas de paz durante visita

    Por Idrees Ali

    CABUL (Reuters) - O secretário de Defesa interino dos Estados Unidos, Patrick Shanahan, chegou ao Afeganistão nesta segunda-feira e disse ser importante o governo local se envolver nas conversas que visam o fim da guerra de 17 anos, das quais esteve excluído até agora.

    Shanahan, que se encontrará com soldados dos EUA e com o presidente afegão, Ashraf Ghani, em sua primeira viagem no novo cargo, disse que por ora não recebeu nenhuma orientação para reduzir as quase 14 mil tropas de sua nação no Afeganistão.

    Ele ainda disse que os EUA têm interesses de segurança importantes na região.

    O governo Ghani não tem participado das conversas de paz em progresso entre negociadores do Taliban e enviados norte-americanos, e o movimento islâmico radical rotula seu governo como um fantoche de Washington. Cabul também receia que uma retirada acentuada de forças dos EUA desencadeie o caos na região.

    'É importante que o governo afegão esteja envolvido nos debates a respeito do Afeganistão', disse Shanahan a um grupo pequeno de repórteres que o acompanhava na viagem sem anúncio prévio.

    'Os afegãos têm que decidir como o Afeganistão será no futuro. Não se trata dos EUA, trata-se do Afeganistão.'

    Shanahan substituiu Jim Mattis, que renunciou em dezembro por divergir das diretrizes do presidente dos EUA, Donald Trump.

    Ele disse não poder dar nenhuma garantia porque o enviado de paz dos EUA, Zalmay Khalilzad, está conduzindo as conversas.

    'Os militares dos EUA têm fortes interesses de segurança na região. (A presença) evoluirá a partir destes debates', afirmou.

    Shanahan também disse que seu objetivo na viagem é ser inteirado pelos comandantes da situação no local e depois informar Trump sobre suas conclusões.

    Autoridades norte-americanas realizaram várias rodadas de conversas com o Taliban no Catar desde o ano passado, o que se considera a iniciativa de paz mais séria para o Afeganistão desde que o Taliban foi expulso por forças afegãs apoiadas pelos EUA no final de 2001.

    Os dois lados louvaram o avanço na última rodada, no mês passado, mas obstáculos significativos permanecem, entre eles o envolvimento do governo afegão.

    A próxima rodada de conversas deve ocorrer no Catar em 25 de fevereiro. Michael Kugelman, especialista do Centro Woodrow Wilson para o sul da Ásia, disse que a maior prioridade de Shanahan na visita deveria ser ouvir as preocupações de Cabul.

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    Taliban rejeita trégua no Afeganistão e sequestra 200 pessoas em ônibus

    Por Abdul Qadir Sediqi e Rupam Jain

    CABUL (Reuters) - O Taliban rejeitou nesta segunda-feira uma oferta de cessar-fogo do governo do Afeganistão e continuará com seus ataques, disseram dois comandantes militantes do grupo, e insurgentes emboscaram três ônibus e sequestraram quase 200 pessoas que viajavam de férias.

    Os dois comandantes do Taliban disseram que seu líder supremo recusou a oferta de três meses de trégua feita pelo presidente afegão, Ashraf Ghani, no domingo, que começaria nesta semana no feriado muçulmano de Eid al-Adha.

    Em junho o Taliban respeitou um cessar-fogo do governo durante os três dias do festival Eid al-Fitr, o que levou a cenas inéditas de soldados e militantes se abraçando nas linhas de frente e aumentou a esperança de negociações.

    Mas um dos comandantes do Taliban disse que a pausa de junho só ajudou as forças dos Estados Unidos, que o Taliban está tentando expulsar do país, e o líder do grupo, o xeique Haibatullah Akhunzada, rejeitou a nova oferta alegando que só ajudaria a missão liderada pelos norte-americanos.

    'Nossa liderança sente que eles prolongarão sua estadia no Afeganistão se anunciarmos um cessar-fogo agora', disse um comandante do alto escalão do Taliban, que não quis ser identificado, por telefone.

    Uma autoridade do gabinete de Ghani disse que a trégua de três meses declarada por Cabul era condicional e que, se o Taliban não a cumprisse, o governo manteria suas operações militares.

    O Taliban lançou uma onda de ataques em várias partes do país nas últimas semanas, inclusive na cidade de Ghazni, ao sudoeste de Cabul. Centenas de pessoas morreram nos combates.

    A rejeição do cessar-fogo de Ghani veio no momento em que autoridades do governo tentam obter a libertação de ao menos 170 civis e 20 membros das forças de segurança que foram raptados pelo Taliban em três ônibus em Kunduz, província do norte do país.

    Esmatullah Muradi, porta-voz do governador de Kunduz, disse que o sequestro ocorreu quando os veículos atravessavam Kunduz depois de partirem da província de Takhar rumo à capital Cabul.

    'Os ônibus foram parados pelos combatentes do Taliban, os passageiros foram forçados a descer e foram levados a um local desconhecido', disse Muradi.

    O Taliban confirmou ter capturado 'três ônibus cheios de passageiros'.

    'Decidimos tomar os ônibus depois que nossas informações de inteligência revelaram que muitos homens que trabalham com forças de segurança afegãs estavam viajando a Cabul', disse Zabihullah Mujahid, porta-voz do Taliban, por telefone.

    (Reportagem adicional de Jibran Ahmad, em Peshawar)

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    Ataque do Taliban contra posto militar afegão mata dezenas de membros das forças de segurança

    Por Abdul Qadir Sediqi

    CABUL (Reuters) - Um ataque do Taliban a um posto militar na província de Baghlan, no norte do Afeganistão, matou nesta quarta-feira 44 policiais e soldados afegãos, informaram autoridades provinciais, à medida que os insurgentes mantêm a pressão sobre as forças do governo.

    O ataque, que ocorreu enquanto a cidade central de Ghazni se esforça para se recuperar de cinco dias de intensos combates, ressaltou o quanto os insurgentes têm pressionado as forças de segurança locais.

    O Ministério da Defesa confirmou o incidente na manhã desta quarta-feira, mas não deu detalhes. Autoridades da região disseram que 9 policiais e 35 soldados foram mortos no mais recente ataque de uma série que matou dezenas de membros das forças de segurança em todo o país.

    O porta-voz da Taliban, Zabiullah Mujahid, disse que o grupo atacou uma base militar e dois postos de controle em Baghlan, matando 70 membros das forças de segurança afegãs e tomando veículos blindados e munição.

    A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão pediu que os combates parem, dizendo que cerca de 150 civis foram mortos em Ghazni, onde o hospital público está superlotado e o fornecimento de água e eletricidade foi cortado.

    'O extremo sofrimento humano causado pelos combates em Ghazni destaca a necessidade urgente de que a guerra no Afeganistão termine', disse o principal funcionário da ONU no Afeganistão, Tadamichi Yamamoto, em um comunicado.

    O Taliban, que lançou seu ataque Ghazni na sexta-feira e lutou contra forças afegãs apoiadas por ataques aéreos dos EUA no meio da cidade por dias, disse que seus combatentes se retiraram para evitar mais destruição.

    'Eles estavam enfrentando uma grave escassez de alimentos e água potável, uma vez que o fornecimento de energia também foi suspenso há dois dias', disse por telefone um comandante do Taliban, que não quis se identificar.

    (Reportagem adicional de Jibran Ahmad em Peshawar)

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