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    NOTÍCIAS SOBRE agosto

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    Varejo e serviços sustentam atividade e economia brasileira cresce 0,47% em agosto, diz BC

    SÃO PAULO (Reuters) - Os setores de varejo e serviços sustentaram a economia brasileira em agosto e ajudaram a atividade a crescer acima do esperado no período, porém a retomada segue em ritmo lento em meio à instabilidade provocada pelas incertezas com as eleições presidenciais.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado nesta segunda-feira, registrou alta de 0,47 por cento em agosto na comparação com julho, segundo dado dessazonalizado divulgado nesta quarta-feira.

    O desempenho ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,25 por cento e marca o terceiro mês seguido de avanço.

    'Esse resultado e outros indicadores de atividade divulgados anteriormente sugerem um crescimento do PIB do terceiro trimestre superior ao esperado anteriormente. Assim, revisamos a nossa estimativa para o PIB do período, de 0,3 por cento na margem para 0,5 por cento', disse o Bradesco em nota.

    Entretanto, o IBC-Br de agosto também destaca a morosidade da economia, uma vez que o índice desacelerou após avanços de 3,45 por cento em junho --resultado provocado pela retomada após forte queda no mês anterior devido à greve dos caminhoneiros-- e de 0,65 por cento em julho.

    'Apesar da moderada recuperação da atividade em julho e agosto, nesse estágio do ciclo a dinâmica ainda é fraca e a economia opera com alto grau de ociosidade em termos de utilização dos recursos', apontou em relatório o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs, Alberto Ramos.

    Na comparação com agosto de 2017, o IBC-Br registrou crescimento de 2,50 por cento e no acumulado em 12 meses teve alta de 1,50 por cento, segundo o BC.

    Em agosto, tanto as vendas varejistas quanto o volume de serviços aumentaram acima do esperado e tiveram os melhores resultados para o mês em vários anos, com altas de 1,3 por cento e 1,2 por cento, respectivamente, de acordo com dados do IBGE.

    Os números, entretanto, não indicam uma aceleração desses setores, em meio a um ambiente no país marcado por fortes incertezas com as eleições presidenciais e o desemprego elevado, o que vem prejudicando tanto o consumo quanto o ímpeto de investimento dos empresários.

    Esses fatores, inclusive, pressionaram a produção industrial a uma contração inesperada de 0,3 por cento em agosto na comparação com o mês anterior.

    Recentemente o BC piorou sua projeção de crescimento da economia brasileira para 1,4 por cento neste ano, e previu aceleração para 2,4 por cento no ano que vem.

    Os ministérios da Fazenda e do Planejamento preveem uma elevação de 1,6 por cento do PIB neste ano e de 2,5 por cento no ano que vem. Enquanto isso, a projeção mais recente de economistas ouvidos pela pesquisa Focus, feita semanalmente pelo BC, é de que o PIB crescerá 1,34 por cento em 2018 e 2,5 por cento em 2019.

    (Por Camila Moreira)

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    Varejo do Brasil tem melhor agosto em 4 anos mas resultado não indica aceleração, diz IBGE

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas varejistas subiram em agosto bem acima do esperado e registraram o melhor resultado para o mês em quatro anos, porém em um desempenho que ainda não indica aceleração do setor devido ao ambiente de atividade econômica lenta e desemprego elevado no país.

    Em agosto, as vendas no varejo subiram 1,3 por cento na comparação com o mês anterior e interromperam sequência de três meses de perdas, de acordo com os dados informados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas de alta de 0,3 por cento e representou a melhor leitura para o mês de agosto desde 2014 (1,7 por cento), além de ser a melhor taxa do ano.

    Na comparação com agosto de 2017, houve aumento de 4,1 por cento, contra expectativa de avanço de 1,5 por cento, no resultado mais forte para agosto desde 2013 (6,2 por cento).

    Apesar do resultado elevado, a atividade econômica no Brasil continua encontrando dificuldades em imprimir um ritmo mais forte, em um ambiente de incertezas com as eleições presidenciais que vem mantendo o desemprego alto e contendo o ímpeto de compras.

    'O resultado não é reversão de tendência ou virada. O que houve em agosto foi uma recuperação de perdas para o comércio depois de desempenhos afetados pela greve dos caminheiros', explicou a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    'Foi um resultado importante, mas não quer dizer que o comércio vai deslanchar', completou.

    O mês teve um perfil disseminado de alta entre as atividades pesquisadas, com sete das oito categorias apresentando avanços. Os destaques ficaram para Tecidos, vestuário e calçados (5,6 por cento), Combustíveis e lubrificantes (3,0 por cento), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,5 por cento) e Móveis e eletrodomésticos (2,0 por cento).

    'Vestuários e calçados e artigos domésticos são atividades ligadas ao dia dos pais, e também houve baixa temperatura em agosto, em que normalmente o comércio faz promoções. Isso estimulou as vendas', completou Isabella.

    A única atividade a apresentar contração nas vendas foi Livros, jornais, revistas e papelaria, com queda de 2,5 por cento.

    As vendas no varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, tiveram expansão de 4,2 por cento sobre julho, com alta de 5,4 por cento em Veículos, motos, partes e peças e de 4,6 por cento em Material de construção.

    (Edição de Marcela Ayres)

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    Governo central tem déficit primário de R$19,733 bi em agosto, pior que o esperado

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo central, formado por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, teve déficit primário de 19,733 bilhões de reais em agosto, segundo pior para o mês na série histórica iniciada em 1997, afetado pela elevação de despesas e queda das receitas.

    O dado veio pior que o rombo de 11,306 bilhões de reais projetado para o mês por analistas, segundo pesquisa Reuters. E veio a despeito do recebimento em agosto de 7,2 bilhões de reais em concessões, devido à antecipação de pagamentos associados à 15ª rodada de concessão de petróleo e gás.

    De um lado, as despesas tiveram alta de 5,9 por cento, em termos reais, a 112,193 bilhões de reais. Segundo o Tesouro, o avanço foi puxado principalmente pela execução de 1,7 bilhão de reais das despesas de financiamento da campanha eleitoral deste ano, fato que não ocorreu em agosto de 2017.

    Mas os gastos com pessoal e encargos pessoais também pesaram, com expansão de 4,4 por cento, já descontada a inflação, num acréscimo de 990,1 milhões de reais sobre agosto do ano passado.

    Ao mesmo tempo, a receita líquida teve uma queda real de 3,1 por cento, a 92,459 bilhões de reais, afetada por maior transferência de recursos a Estados e municípios, linha que cresceu 18,9 por cento no período.

    'A elevação nas transferências por repartição de receita em comparação a agosto de 2017 é explicada, em grande medida, pela melhora na arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, cuja transferência em agosto refere-se à arrecadação, em julho, da 1ª cota ou cota única relativa à apuração trimestral, e da participação especial pela exploração de petróleo e gás natural, cujo repasse sazonal aos Estados e municípios ocorre em agosto', disse o Tesouro, em apresentação.

    No mês, o rombo da Previdência foi de 18,017 bilhões de reais, ao passo que Tesouro e BC apresentaram um resultado negativo de 1,716 bilhão de reais.

    Nos oito primeiros meses do ano, o déficit do governo central somou 58,557 bilhões de reais, queda de 35,2 por cento sobre igual etapa do ano passado.

    Em 12 meses, o saldo negativo foi a 97,6 bilhões de reais, ante meta de déficit primário de 159 bilhões de reais para este ano.

    Este será o quinto resultado seguido no vermelho do Brasil, numa mostra do desequilíbrio entre receitas e despesas, quadro agravado pelo crescimento dos gastos obrigatórios, como os previdenciários e os ligados à folha de pagamento do funcionalismo.

    Mesmo assim, o governo tem batido na tecla que cumprirá o objetivo com folga. Na semana passada, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, destacou que o governo agora vê um aumento de 4 bilhões de reais nas receitas esperadas no ano, montante que irá 'praticamente para excesso de primário, melhora em relação à meta'.

    O secretário também lembrou que o governo central deve se beneficiar ainda de uma economia de 15 bilhões de reais com recursos empoçados até o final do ano. Esse dinheiro já foi liberado para pagamento, mas não foi executado pelas pastas por uma série de amarras e vinculações, mensagem que foi repetida no relatório do Tesouro desta quarta-feira.

    'Deve-se ressaltar que o possível excesso de resultado primário em relação à meta não diminui o desafio fiscal brasileiro cuja superação passa, necessariamente, por reformas que estabilizem a dinâmica das despesas obrigatórias e pela geração de um resultado primário positivo que coloque a dívida pública bruta do governo geral em trajetória cadente', trouxe o texto.

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    Inadimplência cai em agosto a menor nível histórico, aponta BC

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - A inadimplência no Brasil caiu a 4,2 por cento em agosto, menor patamar da série iniciada pelo Banco Central em março de 2011, refletindo a desalavancagem de empresas e famílias apesar de a economia não estar avançando em 2018 com o fôlego inicialmente esperado pelo governo.

    Divulgado pelo BC nesta quarta-feira, o dado é referente ao segmento de recursos livres, em que as taxas de juros são livremente definidas pelos bancos. Em julho, o percentual de não pagamento havia sido de 4,3 por cento e, em agosto do ano passado, de 5,6 por cento.

    'Essa redução continua uma trajetória que a gente vem observando desde 2017. Essa recuperação se deve a, por um lado, retomada da atividade, ainda que gradual, e por outro lado ao desempenho do próprio setor bancário no gerenciamento das suas operações de crédito', afirmou o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha.

    O movimento se deu em meio ao leve barateamento das condições de crédito. Em agosto, os juros médios foram a 38,0 por cento ao ano no mesmo segmento, sobre 38,1 por cento em julho.

    Mesmo assim, o custo médio dos financiamentos continua bastante distante da Selic, que segue em seu menor nível histórico, de 6,5 por cento ao ano, nível que foi mantido pelo Banco Central em sua última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana passada.

    Em agosto, o spread bancário no segmento de recursos livres caiu a 28,9 pontos percentuais, recuo de 0,5 ponto sobre o mês anterior.

    Em coletiva de imprensa, Rocha reconheceu que 'as taxas (de juros) em geral são mais altas do que nós desejaríamos', mas destacou que o BC segue engajado em sua agenda institucional de estimular transparência e competição no mercado de crédito, para além de algumas medidas já implementadas, como por exemplo para redução dos juros no cartão de crédito.

    Ele também reforçou que cabe ao consumidor priorizar instituições e modalidades que lhe são mais favoráveis, buscando sempre condições mais baratas.

    'Há o que se esperar em redução dessas taxas, mas como em qualquer mercado da economia, o preço do produto que você está adquirindo tem que ser capaz de guiar as decisões de consumo', pontuou.

    ESTOQUE

    O estoque geral de crédito no país, que também inclui os recursos direcionados, teve alta de 1,0 por cento em agosto sobre julho, a 3,155 trilhões de reais, alcançando 46,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).

    Segundo o BC, a desvalorização cambial respondeu por 0,3 ponto percentual deste avanço, já que a forte alta do dólar sobre o real no mês, que foi alavancada por incertezas políticas ligadas às eleições presidenciais, elevou o saldo total em algumas modalidades de crédito, como por exemplo os repasses externos e o financiamento às exportações.

    A jornalistas, Rocha destacou que o movimento respondeu por uma elevação de 10 bilhões de reais do estoque de crédito no mês, o que representa, na prática, uma atualização de quanto os devedores têm que pagar a mais em seus financiamentos unicamente pela exposição que têm ao dólar.

    Questionado se a cifra não representava um risco, o chefe do Departamento de Estatísticas do BC avaliou que 'as modalidades que são de alguma forma indexadas à variação cambial são muito poucas e esses montantes são pequenos em relação ao total de crédito'.

    No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a expansão do estoque de crédito no país foi de 2,1 por cento, alcançando 3,4 por cento em 12 meses.

    No fim de junho, o BC piorou sua estimativa para o mercado de crédito no país a um crescimento de 3 por cento em 2018, ante expectativa anterior de 3,5 por cento. A próxima projeção da autoridade monetária sobre o tema sairá no Relatório Trimestral de Inflação, que será publicado nesta quinta-feira.

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    Arrecadação desacelera o ritmo e sobe 1,08% em agosto, menor alta mensal em 2018

    BRASÍLIA (Reuters) - A arrecadação do governo federal registrou alta real de 1,08 por cento em agosto sobre igual mês do ano passado, a 109,751 bilhões de reais, ainda ajudada pelas receitas com royalties do petróleo, mas no pior ritmo deste ano, divulgou a Receita Federal nesta sexta-feira.

    Esta foi a menor alta mensal registrada em 2018 e veio após expansão de 12,83 por cento em julho. Mesmo assim, representou o melhor desempenho para um mês de agosto desde 2014, quando a arrecadação foi de 120,249 bilhões de reais, em dado corrigido pela inflação.

    'Em agosto de 2017, nós tivemos 3,5 bilhões de reais de arrecadação da entrada do parcelamento (dentro do programa de renegociação tributária Refis), que elevaram a base de comparação', justificou o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias.

    No mês, a receita administrada pela Receita, linha que abarca o recolhimento de impostos, subiu 0,63 por cento, em termos reais, sobre agosto do ano passado, a 107,182 bilhões de reais.

    Já a receita administrada por outros órgãos, que é fortemente sensibilizada pelos royalties do petróleo, teve alta de 24,63 por cento na mesma base de comparação, a 2,569 bilhões de reais.

    No acumulado de 2018, houve crescimento real de 6,94 por cento na arrecadação, a 953,621 bilhões de reais, em meio ao impulso dado pelos royalties do petróleo, embalados pelo avanço do dólar e do preço da commodity no mercado externo.

    Segundo a Receita, a recuperação econômica também tem contribuído para o desempenho da arrecadação, ainda que o fôlego exibido pela atividade esteja abaixo do inicialmente esperado.

    O governo iniciou 2018 prevendo uma alta de 3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Hoje, a estimativa é de um avanço de 1,6 por cento, sendo que o mercado vê uma expansão ainda mais tímida, de 1,36 por cento, conforme boletim Focus mais recente.

    Para o resultado consolidado do ano, a expectativa da Receita é que haja uma elevação real de 3 a 3,4 por cento na arrecadação, destacou Malaquias.

    DADO MENSAL

    Olhando apenas para os impostos, o resultado de agosto foi puxado principalmente pela alta de 10,53 por cento com o recolhimento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), num acréscimo de 1,395 bilhão de reais sobre agosto de 2017.

    Em apresentação, a Receita avaliou que o avanço se deve à melhora do resultado das empresas, além da redução nos valores compensados contra a estimativa real.

    Outro destaque foi a elevação de 28,78 por cento no Imposto de Importação e IPI-Vinculado em agosto sobre um ano antes, num ganho de 1,289 bilhão de reais. Nesse caso, a valorização do dólar tem beneficiado a arrecadação, ao aumentar a base sobre a qual incidem os tributos. O valor em dólar das importações cresceu 32,40 por cento em agosto sobre um ano antes, disse a Receita.

    A moeda norte-americana tem reagido aos desdobramentos da cena externa, com a normalização monetária nos Estados Unidos, e à cena doméstica, em meio às incertezas ligadas às eleições presidenciais de outubro e à capacidade do novo ocupante do Palácio do Planalto de tocar as reformas econômicas.

    Contando com a alta real da arrecadação neste ano, o governo tem reiterado que cumprirá a meta fiscal, de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência).

    (Por Marcela Ayres; Edição de Iuri Dantas)

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    Vendas do varejo no Brasil crescem 4,7% em agosto, mostra índice da Cielo

    SÃO PAULO (Reuters) - As vendas do varejo no Brasil avançaram 4,7 por cento em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, descontada a inflação, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado nesta segunda-feira pela companhia de meios de pagamento Cielo.

    O número indica um avanço após dois meses seguidos de desaceleração na comparação anual, com o desempenho favorecido pelo efeito calendário. Neste ano, agosto teve uma sexta-feira a mais, dia da semana geralmente mais forte para o varejo, e uma terça-feira a menos, que, segundo a Cielo, tem como característica ser mais um dia fraco em faturamento para o setor varejista.

    Em termos nominais, a alta foi de 7,8 por cento em relação a agosto do ano passado.

    Ajustados aos impactos do calendário, o índice deflacionado mostraria alta de 4,1 por cento, uma aceleração em relação ao avanço de 1,4 por cento verificado em julho. Já o ICVA nominal com ajuste calendário subiu 7,2 por cento na comparação com o mesmo período de 2017.

    'O desempenho de agosto surpreende positivamente, mesmo descontando o efeito de calendário. O grande destaque foi o setor de Vestuário, que puxou a alta. Além disso, tivemos neste mês o início do período de saque do PIS, o que aumenta o poder de compra do consumidor e ajuda a explicar este resultado', disse Gabriel Mariotto, diretor de inteligência da Cielo, em comunicado.

    No mês passado, a maior aceleração foi verificada em bens duráveis e semiduráveis, sendo que o destaque neste segmento foi vestuário. O setor de alimentação também se sobressaiu positivamente, puxando o grupo de serviços. O grupo de supermercados/hipermercados e drogarias/farmácias também colaborou para o crescimento no mês de agosto.

    (Por Flavia Bohone)

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    IPCA tem deflação de 0,09% em agosto por alimentos e transportes

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil voltou a registrar deflação pela primeira vez em pouco mais de ano diante da queda de preços em alimentos e transportes em agosto, resultado mais fraco que esperado em meio à lentidão da atividade econômica, ajudando o Banco Central a continuar sem pressa para subir os juros básicos.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou 0,09 por cento em agosto, depois de subir 0,33 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira .

    Esse foi o resultado mais fraco para o índice desde a queda de 0,23 por cento vista em junho de 2017 e ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters com analistas de estabilidade no mês. Também é a menor taxa para agosto desde 1998, quando a queda foi de 0,51 por cento. [nL2N1VP0GG]

    Com isso, o acumulado em 12 meses enfraqueceu ainda mais, indo a 4,19 por cento até agosto, sobre 4,48 por cento em julho e projeção de 4,30 por cento. Ao chegar ao patamar mais baixo desde maio (2,86 por cento), o IPCA voltou a se afastar do centro da meta de inflação, de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    'Há um problema de demanda no mercado interno e as famílias ainda estão endividadas, o desemprego se mantém alto, há um grande número de desalentados. Então, há receio e cautela em gastar', explicou o gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gonçalves.

    Os dados do IBGE mostraram que o principal impacto no mês veio da queda de 1,22 por cento do grupo Transportes, pressionado principalmente pelo recuo de 26,12 por cento nos preços das passagens aéreas. Os combustíveis também caíram, 1,86 por cento, com destaque para o etanol (-4,69 por cento) e a gasolina (-1,45 por cento).

    Os preços de Alimentação recuaram 0,34 por cento, sendo que os alimentos para consumo no domicílio ampliaram a deflação para 0,72 por cento em agosto, de 0,59 por cento em julho.

    A alta nos preços das tarifas elétricas perdeu bastante força no mês passado, a 0,96 por cento, contra avanço de 5,33 por cento em julho, depois que a ausência de chuvas levou reguladores a manter elevada a tarifa de energia elétrica. Mesmo assim, segundo o IBGE, a energia elétrica foi o maior impacto individual positivo no IPCA (0,04 ponto percentual).

    Com isso a alta do grupo Habitação diminuiu a 0,44 por cento em agosto, de 1,54 por cento no mês anterior.

    Diante das expectativas sob controle, o BC vem sugerindo que não deve elevar a taxa básica de juros por enquanto, em um momento de atividade econômica fraca e desemprego alto.

    A Selic está na mínima histórica de 6,50 por cento, e a expectativa é de que termine o ano neste patamar mesmo diante da recente valorização do dólar para acima de 4 reais.

    Veja detalhes na variação mensal (%):

    Grupo Julho Agosto

    Índice Geral +0,33 -0,09

    Alimentação e Bebidas -0,12 -0,34

    Habitação +1,54 +0,44

    Artigos de Residência +0,47 +0,56

    Vestuário -0,60 +0,19

    Transportes +0,49 -1,22

    Saúde e Cuidados Pessoais +0,07 +0,53

    Despesas Pessoais +0,31 +0,36

    Educação -0,08 +0,25

    Comunicação +0,08 +0,03

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    Brasil tem superávit de US$3,775 bi em agosto, abaixo do esperado

    BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil registrou superávit comercial de 3,775 bilhões de dólares em agosto, divulgou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta segunda-feira, pior resultado para o mês desde 2015 (+2,685 bilhões de dólares), afetado pelo aumento das importações em ritmo mais forte que das exportações. O resultado veio abaixo do superávit de 4 bilhões de dólares esperado por analistas em pesquisa da Reuters.

    Em agosto, as importações subiram 35,3 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, pela média diária, a 18,777 bilhões de dólares. E isso ocorreu apesar do salto de 8,46 por cento do dólar frente ao real no período, marcado por volatilidade no cenário externo e apreensão com o rumo das eleições presidenciais brasileiras.

    As exportações também cresceram, mas em ritmo mais fraco. O aumento foi de 15,8 por cento sobre agosto de 2017, a 22,552 bilhões de dólares. Nos primeiros oito meses de 2018, o saldo positivo das trocas comerciais somou 37,811 bilhões de dólares, queda de 21,4 por cento sobre igual intervalo do ano passado. Para o ano, o ministério ainda prevê que superávit da balança comercial brasileira ficará no patamar de 50 bilhões de dólares, ante 67 bilhões de dólares de 2017.

    A diminuição se dará justamente por conta do maior fôlego exibido na ponta das importações, reagindo à recuperação da atividade econômica e uma demanda maior por bens importados. DESTAQUES Em agosto, as importações foram puxadas pelos bens de capital, que subiram 158,2 por cento sobre um ano antes, principalmente pela compra de plataforma para extração de petróleo.

    Também cresceram as importações de combustíveis e lubrificantes (+55,4 por cento), bens intermediários (+16,2 por cento) e bens de consumo (+13,7 por cento).

    Já as exportações sofreram com a queda de 24,2 por cento nas vendas de semimanufaturados, especialmente pela retração de 48,3 por cento em açúcar em bruto, a 412 milhões de dólares.

    Ao mesmo tempo, as exportações de manufaturados subiram 35,1 por cento sobre agosto de 2017 e de básicos avançaram 16,4 por cento.

    (Por Marcela Ayres e Mateus Maia)

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    Bolsonaro lidera com 22% contra 16% de Marina em cenário sem Lula, diz Datafolha

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, lidera a corrida presidencial com 22 por cento das intenções de voto quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aparece na disputa, seguido por Marina Silva (Rede), com 16 por cento, mostrou pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira.

    Na sequência aparecem os candidatos Ciro Gomes (PDT), com 10 por cento, Geraldo Alckmin (PSDB), com 9 por cento, Alvaro Dias (Podemos), com 4 por cento, e Fernando Haddad (PT), também com 4 por cento, apontou o levantamento divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo.

    A pesquisa, que tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, mostrou ainda que, no cenário sem Lula entre os candidatos, 22 por cento pretendem anular seu voto ou votar em branco, e 6 por cento estão indecisos

    No cenário em que Lula aparece como candidato, o ex-presidente lidera com 39 por cento de apoio, seguido por Bolsonaro (19 por cento), Marina (8 por cento), Alckmin (6 por cento), Ciro (5 por cento) e Dias (3 por cento). Nesse quadro, os votos nulos e brancos somam 11 por cento e os indecisos são 3 por cento.

    Lula está preso desde o início de abril cumprindo pena pela condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP) no âmbito da operação Lava Jato, e deve ser impedido de disputar a eleição devido à Lei da Ficha Lima. O ex-presidente alega inocência.

    O Datafolha também apontou que 48 por cento dos entrevistados não votariam em um candidato apoiado por Lula, enquanto 31 por cento disseram que votariam com certeza e 18 por cento disseram que talvez votassem em um nome indicado pelo ex-presidente.

    No levantamento anterior do Datafolha feito em junho, quando o quadro de candidatos ainda não estava definido, Lula tinha 30 por cento de apoio no cenário em que era incluído, seguido por Bolsonaro (17 por cento), Marina (10 por cento), Ciro (6 por cento), Alckmin (6 por cento) e Dias (4 por cento).

    No quadro sem Lula e com Haddad como candidato do PT, o presidenciável do PSL liderava em junho com 19 por cento, tendo na sequência Marina (15 por cento), Ciro (10 por cento), Alckmin (7 por cento) e Dias (4 por cento).

    O levantamento deste mês também apontou que Bolsonaro é o candidato com maior rejeição. Segundo o Datafolha, 39 por cento dos entrevistados disseram que não votariam no presidenciável do PSL de jeito nenhum. Lula vem a seguir, com 34 por cento de rejeição, contra 26 por cento de Alckmin, 25 por cento de Marina e 23 por cento de Ciro.

    Em simulações de 2º turno, o Datafolha apontou que Lula venceria todos os adversários nos cenários pesquisados, levando a melhor contra Alckmin (53 a 29), Marina (51 a 29) e Bolsonaro (52 a 32).

    Sem o ex-presidente, Marina venceria Bolsonaro (45 a 34) e Alckmin (41 a 33), enquanto Bolsonaro venceria apenas Haddad (38 a 29). Alckmin, por sua vez, venceria Ciro (37 a 31), Bolsonaro (38 a 33) e Haddad (43 a 20).

    O Datafolha ouviu 8.433 eleitores, entre os dias 20 e 21 de agosto, em 313 municípios do país. O levantamento é o primeiro do instituto após os registros das candidaturas ao Palácio do Planalto.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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