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    Assessor de Bolsonaro recomenda deputado Jerônimo Goergen para ministro da Agricultura

    Por Ana Mano e Jake Spring

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - O principal assessor do presidente eleito Jair Bolsonaro para o setor de agricultura disse nesta quinta-feira que recomendou o nome do deputado federal reeleito Jerônimo Goergen (PP-RS) para assumir o Ministério da Agricultura do país, maior exportador global de soja.

    Em entrevista por telefone, Nabhan Garcia disse que se encontrou com Bolsonaro na quarta-feira e indicou Goergen, que teve uma breve passagem pela pasta no governo de Fernando Henrique Cardoso, como assessor do ex-ministro Marcus Vinícius Pratini de Moraes entre 2001 e 2002, segundo informações do site do deputado.

    Goergen, um advogado de 42 anos, foi reeleito para seu terceiro mandato no Congresso pelo Rio Grande do Sul. Ele disse que não recebeu nenhum convite formal de Bolsonaro, mas ressaltou que se sentiria 'honrado' em fazer parta da equipe do novo governo.

    Caso de fato vá para o Ministério da Agricultura, ele terá de lidar com uma possível fusão da pasta com a de Meio Ambiente, algo que vem gerando críticas.

    Garcia afirmou não poder indicar seu próprio nome, pois isso 'seria incoerente e constrangedor para ambas as partes'.

    'Porém, após ouvir muito a base produtora primária de todo o Brasil, surgiu um nome de consenso e que goza de empatia e credibilidade de nosso setor produtivo', acrescentou o assessor, que qualificou Goergen como 'amigo e guerreiro'.

    O Rio Grande do Sul é um importante produtor de soja, carne e outros produtos agrícolas.

    ((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7519)) REUTERS LC JRG

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    Ainda não está decidida fusão de Ministérios da Agricultura e Meio Ambiente, diz Nabhan Garcia

    (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro ainda não decidiu se vai juntar os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, disse seu aliado Luiz Antônio Nabhan Garcia nesta quarta-feira, um dia após o futuro chefe da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmar que as pastas seriam unificadas.

    'Existe a possibilidade de seguirem separados e existe a possibilidade de seguirem com uma fusão. Não tem nada decidido ainda, pelo menos foi o que o presidente me disse', declarou Nabhan Garcia a jornalistas no Rio de Janeiro, após se reunir com Bolsonaro.

    Nabhan Garcia é líder da União Democrática Ruralista (UDR), entidade que se notabiliza pela defesa da propriedade rural e combate a movimentos de sem-terra, como o MST.

    Na terça-feira, Onyx anunciou que as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente seriam unificadas sob um único ministério, depois de Bolsonaro ter afirmado que estaria aberto à sugestão de setores do agronegócio que defendiam a manutenção da separação das duas pastas.

    O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, posicionou-se de maneira frontalmente contrária à proposta de fusão das pastas, afirmando que a decisão 'trará prejuízos incalculáveis ao agronegócio brasileiro'.

    O atual ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, também criticou a medida. Em nota, disse que o superministério teria 'dificuldades operacionais' que poderiam prejudicar as duas agendas e resultar em retaliação comercial por parte de países importadores de produtos agropecuários.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

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    Ministro da Agricultura diz que fundir pasta com Meio Ambiente trará prejuízo ao Brasil

    Por Jake Spring

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Agricultura do Brasil, Blairo Maggi, posicionou-se de maneira frontalmente contrária à proposta de fusão da pasta com o Ministério do Meio Ambiente, anunciada na véspera pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

    Em comentários no Twitter, Maggi, conhecido também por sua atuação como investidor no setor de soja, afirmou entender que a decisão de unir os ministérios 'trará prejuízos incalculáveis ao agronegócio brasileiro'.

    'Lamento a decisão do presidente eleito', escreveu ele.

    Em comentários em separado, enviados por meio da assessoria de imprensa, ele afirmou que o Brasil é 'muito cobrado pelos países da Europa pela preservação do meio ambiente'.

    O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, sendo líder na exportação de commodities como soja, açúcar, café e suco de laranja.

    O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro chefe da Casa Civil de Bolsonaro, disse na terça-feira que a 'Agricultura e o Meio Ambiente andarão de mãos dadas'. Unificar as duas pastas foi uma promessa de campanha do capitão reformado, que depois se disse aberto a sugestões de setores do agronegócio que defendiam a manutenção da separação das duas pastas.

    Com dados da Embrapa Territorial, o Ministério da Agricultura disse em nota que 66 por cento do território brasileiro se mantém preservado graças à ação dos produtores, um discurso que 'pode ser prejudicado com a fusão das duas pastas'.

    Ainda conforme o Ministério, Maggi avalia que as pastas são convergentes em alguns pontos, mas no geral possuem temas próprios que necessitam de atenção.

    'Existem muitos fóruns importantes nos quais o Brasil deve marcar sua posição, mas não será possível para um ministro participar de todos sozinho', afirmou ele, destacando que o trabalho do Meio Ambiente não se dá apenas sobre assuntos do agronegócio, abrangendo também áreas como infraestrutura, mineração e energia.

    'Como um ministro da Agricultura vai opinar sobre um campo de petróleo ou exploração de minérios?', questionou.

    As declarações de Maggi ocorrem no mesmo dia em que o Ministério do Meio Ambiente também criticou a proposta de Bolsonaro, dizendo que fragilizar a autoridade da pasta seria 'temerário'.

    (Por Jake Spring)

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    WIDER IMAGE-Portugal atrai investidores que fogem de seca e incêndios nos EUA e norte europeu

    (Veja ensaio fotográfico em https://reut.rs/2LE8mtb)

    Por Andrei Khalip

    ALQUEVA, Portugal (Reuters) - Enquanto incêndios florestais voltavam a consumir a Califórnia neste verão, Jose Dariush Leal da Costa, nativo do Estado norte-americano com raízes portuguesas, colhia suas primeiras amêndoas em um oásis ensolarado e úmido no sul de Portugal.

    Maior lago artificial da União Europeia com seus 250 quilômetros quadrados, o Alqueva irriga uma área do tamanho de Los Angeles, atraindo investidores estrangeiros em um momento no qual a mudança climática está provocando secas em locais como a Califórnia e o norte da Europa.

    Plantadores de frutas europeus, fabricantes de azeite espanhóis, produtores de amêndoas e bagas da Califórnia e do Chile e muitos outros estão chegando para competir com agricultores locais nestas terras irrigadas, cujos preços aumentaram 50 por cento nos últimos cinco anos.

    O projeto de irrigação de 5,8 bilhões de dólares no Rio Guadiana, iniciado duas décadas atrás para recuperar uma região ameaçada de desertificação, só agora está alcançando a capacidade concebida originalmente, e há planos para ampliá-lo.

    Também fez crescerem a renda e os empregos na região mais desamparada do país mais pobre do oeste europeu.

    'Temos água suficiente, a ponto de estarmos há cinco anos com seca e despreocupados com a água', disse Leal da Costa, observando que a escassez de água sempre foi uma preocupação na Califórnia, o maior produtor mundial de amêndoas, onde as fazendas disputam recursos hídricos com cidades e indústrias.

    NOVA CALIFÓRNIA?

    Durante uma viagem aos Estados Unidos em junho, o primeiro-ministro português, António Costa, convidou investidores da Califórnia, que tem um clima semelhante ao de Portugal, a se estabelecerem nos arredores de Alqueva, procurando capitalizar os temores do aquecimento global.

    'Foi muito eficiente. Na Califórnia a terra é muito cara e a água é muito escassa. Se você tem terra por preço bom e água sustentável e por preço bom, estes são os incentivos de que as pessoas precisam', disse Rusty Areias, ex-vereador da Califórnia e hoje investidor que se encontrou com Costa durante sua visita.

    Areias visitou Alqueva e está conversando com o governo sobre direitos sobre o uso da água para um investimento norte-americano em potencial, inclusive o seu, e ao mesmo tempo incentivando agricultores do ressecado condado californiano de Fresno a diversificar seus negócios em Portugal, que é 'descongestionado e muito parecido com a Califórnia nos anos 1950'.

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