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    Maioria dos alemães crê que a Europa consegue se defender sem os EUA, diz pesquisa

    BERLIM (Reuters) - Mais da metade dos alemães acredita que a Europa consegue se defender sem o auxílio militar dos Estados Unidos, mostrou uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira, menos de uma quinzena depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, dizer que pode retirar o apoio ao país.

    Só 37 por cento dos entrevistados disseram crer que a Europa depende do auxílio militar dos EUA, apontou a sondagem Forsa.

    A pesquisa não encontrou diferenças significativas entre regiões orientais da Alemanha e áreas ocidentais, que têm laços históricos mais fortes com os EUA. No lado oriental, 60 por cento acreditam que o continente não precisa de Washington, e no lado ocidental, 55 por cento.

    Trump deu um ultimato aos aliados europeus em 12 de julho, alertando em uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que os EUA podem retirar seu apoio se a Europa não arcar com mais do que ele chamou de fardo injusto sobre os contribuintes norte-americanos no financiamento da aliança.

    Refutando a chanceler alemã, Angela Merkel, ele também descreveu a Alemanha como 'refém' de Moscou porque, disse ele, Berlim apoia a construção de um gasoduto russo no Mar Báltico.

    Cerca de 84 por cento dos entrevistados disseram que os comentários de Trump sobre um controle da Rússia sobre seu país foram 'completamente absurdos', de acordo com a enquete, que entrevistou 1.004 alemães.

    Ainda mais – 92 por cento – disseram suspeitar que a motivação das colocações de Trump é principalmente promover a venda de gás liquefeito dos EUA à Europa e à Alemanha.

    Dois terços disseram apoiar a construção do gasoduto Nord Stream 2 porque ele ajudará a criar uma fonte de gás natural mais confiável para a Alemanha.

    (Reportagem de Riham Alkousaa)

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    Merkel promete continuar no cargo e trabalhar em relação 'sob pressão' com EUA

    BERLIM (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, que prometeu continuar no cargo apesar dos desafios dentro e fora de casa, disse que trabalhará na relação 'sob pressão' da Alemanha com os Estados Unidos, mas que não é mais possível esperar que Washington se encarregue da ordem mundial.

    Em uma coletiva de imprensa abrangente, Merkel descreveu o relacionamento alemão com os EUA como 'crucial', mesmo depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter acusado Berlim na semana passada de ser 'refém' da Rússia devido à sua dependência energética.

    Merkel, de 64 anos, está sendo alvo de críticas em casa e no exterior enquanto tenta manter uma coalizão fragmentada, assolada por disputas internas derivadas da política imigratória, e ao mesmo tempo lidar com Trump e uma série de desafios de política externa, incluindo a desfiliação britânica da União Europeia, conhecida como Brexit.

    Na semana passada Trump disse que a Alemanha erra ao apoiar um gasoduto de 11 bilhões de dólares no Mar Báltico para importar ainda mais gás russo enquanto mostra lentidão em cumprir a meta de gastos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) – uma decisão que descreveu como 'uma coisa horrível'.

    Indagada sobre seu relacionamento de trabalho com Trump, Merkel respondeu: 'Pode-se dizer que os valores, ou nossa estrutura normal, estão sob forte pressão no momento'.

    'Entretanto, o relacionamento de trabalho transatlântico, inclusive com o presidente dos EUA, é crucial para nós, e continuarei cultivando-o', acrescentou.

    Merkel, conservadora que cresceu na Alemanha Oriental comunista, elogiou o fato de Trump ter convidado o presidente da Rússia, Vladimir Putin, para visitá-lo em Washington no outono local e disse que deveria voltar a ser normal os dois líderes se reunirem.

    Mas ela acrescentou que teve razão ao dizer, um ano atrás, que a Europa não pode mais esperar que os EUA imponham ordem no mundo e que o continente precisa se encarregar das questões que o tocam diretamente.

    'Não podemos contar com o superpoder dos Estados Unidos', afirmou a chanceler, descrevendo as possíveis tarifas norte-americanas a carros importados como 'uma verdadeira ameaça à prosperidade de muitos no mundo'.

    (Reportagem de Riham Alkousaa, Michelle Martin, Thomas Escritt e Paul Carrel)

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    Ex-líder catalão pode ser extraditado por uso indevido de recursos públicos, decide tribunal alemão

    BERLIM (Reuters) - Um tribunal alemão decidiu nesta quinta-feira que o ex-líder catalão Carles Puigdemont pode ser extraditado para a Espanha pela acusação de uso indevido de recursos públicos, mas rejeitou um pedido para enviá-lo de volta por rebelião contra o governo da Espanha.

    Uma fonte próxima da equipe legal de Puigdemont disse que o ex-líder da Catalunha irá recorrer da decisão de extraditá-lo da Alemanha.

    Puigdemont fugiu para Bruxelas e posteriormente para a Alemanha depois que o governo espanhol emitiu um mandado de prisão contra ele devido ao papel que desempenhou na declaração de independência da Catalunha em outubro do ano passado. O governo de Madri considerou a declaração ilegal sob a Constituição espanhola.

    A corte decidiu nesta manhã que uma extradição devido à acusação de uso indevido de recursos públicos é admissível , disse uma porta-voz da corte superior do Estado alemão de Schleswig Holstein.

    Respondendo à decisão judicial, procuradores disseram que irão decidir em breve se autorizarão a extradição de Puigdemont, que foi preso em março quando entrava na Alemanha.

    A decisão da corte alemã acontece depois que o novo primeiro-ministro socialista da Espanha, Pedro Sánchez, se encontrou com o novo líder pró-independência da Catalunha, Quim Torra, na terça-feira, em uma tentativa de atenuar as tensões em Madri e Barcelona.

    (Reportagem de Holger Hansen e Belen Carreño)

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    Em reunião da Otan, Trump acusa Alemanha de estar 'refém' da Rússia

    Por Jeff Mason

    BRUXELAS (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou nesta quarta-feira a Alemanha de estar refém da Rússia, no dia em que líderes ocidentais se reúnem em Bruxelas para uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na qual Trump quer que os países europeus paguem mais por sua própria defesa.

    Em uma explosão pública surpreendente, Trump disse ao secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, que a Alemanha está errada em apoiar um novo gasoduto de 11 bilhões de dólares no Mar Báltico para importar gás da Rússia ao mesmo tempo em que demora para cumprir metas de gastos de defesa da Otan, que tem como objetivo proteger a Europa da própria Rússia.

    Nós deveríamos estar nos protegendo contra a Rússia e a Alemanha vai e paga bilhões e bilhões de dólares por ano à Rússia , disse Trump na presença de repórteres durante reunião pré-cúpula na residência do embaixador norte-americano na Bélgica.

    Trump acrescentou: Se você olhar, a Alemanha é uma refém da Rússia. Eles se livraram de suas usinas de carvão, eles se livraram de seu programa nuclear, eles estão recebendo boa parte do seu petróleo e gás da Rússia. Eu acho que é algo que a Otan tem que olhar .

    Com tensões na Otan já altas devido às demandas de Trump por mais contribuições dos europeus para reduzir o custo para os contribuintes norte-americanos, uma posição nacionalista que tem provocado disputas comerciais e ameaçado o crescimento na Europa, os comentários de Trump podem alimentar preocupações entre aliados sobre o papel dos Estados Unidos na manutenção da paz que tem reinado desde a Segunda Guerra Mundial.

    (Reportagem de Alastair Macdonald)

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    Partido alemão SPD diz que precisa estudar acordo migratório fechado por Merkel com aliados da Baviera

    BERLIM (Reuters) - O Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), legenda integrante da coalizão da chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta terça-feira que ainda precisa avaliar um acordo sobre políticas migratórias que a líder fechou com seus aliados da Baviera para salvar seu governo de apenas três meses.

    O acordo entre a União Democrata-Cristã (CDU), de Merkel, e seus aliados bávaros da União Social-Cristã (CSU) prevê zonas de trânsito especial na fronteira da Alemanha com a Áustria onde imigrantes já registrados em outros países da União Europeia serão mantidos.

    Eles então seriam enviados de volta, embora a Áustria ainda não tenha concordado com isso e tenha sinalizado possíveis objeções dizendo que precisaria proteger suas fronteiras com a Itália e a Eslovênia se o acordo alemão entrar em vigor.

    A nova política que aumenta as restrições para imigrantes é um meio-termo que permitiu que Merkel e o líder da CSU, Horst Seehofer, pusessem fim a uma disputa sobre imigração que tem ameaçado sua coalizão governista.

    Merkel disse que o acordo mostra que a Alemanha não está simplesmente tomando ações unilaterais, mas trabalhando com seus parceiros da Europa.

    Seehofer, que também é ministro do Interior e que defende controles mais rígidos nas fronteiras do país, provocou incerteza nos últimos dias ao ameaçar renunciar ao cargo, mas depois voltou atrás. Agora, ele disse que continuará como chefe da pasta.

    A disputa destacou as profundas divergências dentro da Europa sobre como lidar com os imigrantes que têm chegado ao continente nos últimos três anos.

    Seehofer disse que irá a Viena em breve e que já conversou com o chanceler da Áustria, Sebastian Kurz, por telefone. Tenho a impressão de que ele está interessado em uma solução sensata , disse antes de um evento do partido.

    (Reportagem de Madeline Chambers)

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    Conservadores de Merkel chegam a acordo sobre imigração

    Por Thomas Escritt e Madeline Chambers

    BERLIM (Reuters) - Os conservadores da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, chegaram a um acordo nesta segunda-feira em uma disputa sobre imigração que ameaçava derrubar sua frágil coalizão governista, após conversas com seu rebelde ministro do Interior o levarem a desistir de sua ameaça de renunciar.

    Após cinco horas de conversas, Horst Seehofer, líder da União Social-Cristã da Baviera (CSU), disse a repórteres que irá permanecer em seu cargo após um acordo com a União Democrata-Cristã (CDU), de Merkel, que ele disse que irá conter a imigração ilegal.

        “Após intensas discussões entre a CDU e a CSU, nós chegamos a um acordo sobre como podemos impedir no futuro imigração ilegal na fronteira entre Alemanha e Áustria”, disse Seehofer a repórteres após deixar a sede da CDU em Berlim.

    O acordo, que tirou o governo da beira do colapso apenas três meses após sua formação, mantém Merkel no cargo. Mas o tamanho da mulher que dominou a política européia por 12 anos e meio parece muito diminuído, levantando questões sobre se ela chegará ao fim de seu mandato.

        Sob o acordo, anunciado pela secretária-geral da CDU, Annegret Kramp-Karrenbauer, imigrantes que já solicitaram asilo em outros países da União Europeia serão mantidos em centros de trânsito na fronteira enquanto a Alemanha negocia acordos bilaterais para seus retornos.

        A disputa havia elevado a tensão na aliança entre os dois partidos, que já dura de 70 anos, perto do ponto de ruptura. Sob a aliança, a CDU deixa a CSU agitar a bandeira conservadora no rico Estado da Baviera.

        O acordo significa que Seehofer foi capaz de atrair controles imigratórios mais duros, enquanto Merkel foi capaz de dizer que a Alemanha aderiu às regras da EU e está comprometida com os princípios de liberdade de movimentação dentro do bloco.

        “O espírito da parceira na União Europeia está preservado e ao mesmo tempo um importante passo para a ordem (foi tomado)”, disse Merkel a repórteres.

        Mas a crise, a mais recente em uma série de disputas sobre imigração entre os dois partidos, é outro sinal da ampla divisão na UE daqueles que querem manter fronteiras abertas e aqueles que querem restringir o número de imigrantes que entram no bloco.

        A CDU, de Merkel, depende da CSU para manter o poder por meio de uma coalizão, que também inclui o Partido Social-Democrata, de centro-esquerda.

        A CSU enfrenta um grande desafio da Alternativa para a Alemanha, da extrema-direita, na eleição regional de outubro.

        Mesmo que a disputa de imigração agora tenha sido resolvida, isto deixa Seehofer, que voltou atrás em uma ameaça de renunciar, rebaixado, disseram especialistas. A disputa, e o compromisso desta segunda-feira, também é um sinal de que a autoridade de Merkel, em dado momento a líder mais poderosa da Europa, está perdendo força após 12 anos e meio no cargo.

    (Reportagem adicional de Joseph Nasr) 

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    Merkel diz antes de cúpula da UE que solução para imigração na Europa é 'tudo ou nada'

    Por Gabriela Baczynska e Noah Barkin

    BRUXELAS (Reuters) - Sob intensa pressão de aliados conservadores na Alemanha, a chanceler alemã, Angela Merkel, conclamou os líderes europeus nesta quinta-feira a buscarem uma abordagem comum para a imigração, classificando-a como uma questão de tudo ou nada para a Europa.

    Merkel falou ao Parlamento alemão antes de uma cúpula da União Europeia que começa mais tarde nesta quinta-feira e deve ser dominada pela imigração, em um momento no qual partidos de direita ganham força em todo o bloco.

    A Europa enfrenta muitos desafios, mas o da imigração pode se tornar o 'tudo ou nada' para a UE , disse Merkel, cujo futuro político está ameaçado por uma reação negativa de aliados conservadores da Baviera às suas políticas imigratórias.

    Na cúpula de dois dias, os líderes da UE combinarão medidas para restringir a chegada de imigrantes pelo Mediterrâneo, gastos maiores para combater a imigração ilegal e mais cooperação para evitar que refugiados e imigrantes se movimentem dentro do bloco, segundo o esboço de um comunicado.

    Mas três anos depois de mais de um milhão de pessoas entrarem na Europa --muitas delas refugiadas fugindo de conflitos no Oriente Médio-- os líderes continuam divididos sobre como lidar com os postulantes a asilo.

    Merkel está sendo pressionada pela União Social-Cristã da Baviera (CSU) a conter a imigração rumo à Alemanha com mais rigor, embora o número de chegadas tenha diminuído acentuadamente desde o pico de 2015.

    Como a Baviera é o principal ponto de entrada de imigrantes no país, a CSU disse que começará a rejeitar em sua fronteira aqueles que se registraram em outros países europeus, a menos que a chanceler firme um acordo em Bruxelas.

    Isso parece improvável, dadas as divisões entre os 28 países-membros da UE. Merkel, no entanto, indicou ao Parlamento que buscará uma coalizão dos dispostos para tentar fazer acordos bilaterais com nações como a Grécia e a Itália.

    O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, disse ao jornal Financial Times que está aberto a um pacto com Berlim para reduzir a imigração secundária de refugiados que ingressam pela fronteira sul da UE e depois seguem para o norte.

    A Itália pode causar mais dificuldades, já que seu novo governo rejeitou qualquer medida que obrigue o país a receber mais pessoas.

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