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    Arábia Saudita 'não tem intenção' de repetir embargo de petróleo de 1973, diz ministro

    Por Dmitry Zhdannikov

    LONDRES (Reuters) - A Arábia Saudita não tem intenção de repetir um embargo de petróleo nos moldes daquele realizado em 1973 aos consumidores ocidentais, e isolará a commodity de questões políticas, disse nesta segunda-feira o ministro da Energia saudita, em meio ao agravamento da crise devido ao assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.

    'Não há intenção', disse Khalid al-Falih à agência russa de notícias Tass, quando perguntado se poderia haver uma repetição do embargo de petróleo.

    Importantes parlamentares norte-americanos voltaram sua indignação para o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, no domingo, e disseram acreditar que ele ordenou a morte de Khashoggi, embora o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha mantido uma postura mais cautelosa.

    Vários parlamentares norte-americanos sugeriram sanções pesadas sobre a Arábia Saudita nos últimos dias, enquanto o reino, maior exportador de petróleo do mundo, prometeu retaliar contra qualquer sanção com 'medidas maiores'.

    'Esse incidente vai passar. Mas a Arábia Saudita é um país muito responsável, por décadas nós usamos nossa política de petróleo como uma ferramenta econômica responsável e a isolamos da política', disse Falih.

    'Meu papel como ministro da Energia é implementar o papel construtivo e responsável do meu governo e estabilizar os mercados de energia do mundo de acordo com isso, contribuindo para o desenvolvimento econômico global', disse Falih.

    Ele disse que, se os preços do petróleo subirem, isso desacelerará a economia global e desencadeará uma recessão.

    A crise do petróleo de 1973 começou quando produtores árabes liderados pela Arábia Saudita colocaram um embargo de petróleo aos aliados ocidentais de Israel em sua guerra com o Egito, visando Canadá, Japão, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos.

    (Por Dmitry Zhdannikov e Vladimir Soldatkin)

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    Trump reluta em abandonar Arábia Saudita após desaparecimento de jornalista e quer provas

    Por Leah Millis e Tulay Karadeniz e Steve Holland

    ANCARA/WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que não quer abandonar a Arábia Saudita, uma aliada próxima, depois do desaparecimento de um jornalista saudita e crítico do governo do país, afirmando precisar de evidências que provem as acusações dos turcos de que ele teria sido morto por agentes sauditas.

    Trump afirmou que esperava um relatório completo sobre o que aconteceu a Jamal Khashoggi do secretário de Estado Mike Pompeo, que foi enviado por ele à Arábia Saudita e à Turquia para se reunir com autoridades e discutir o incidente.

    Autoridades turcas disseram acreditar que Khashoggi, um colunista do jornal Washington Post e um importante crítico do autoritário reino do príncipe Mohammed bin Salman, foi morto no consulado saudita em Istambul no dia 2 de outubro, e que seu corpo teria sido removido de lá. Os sauditas negam as acusações.

    Fontes turcas disseram à Reuters que as autoridades possuem uma gravação sonora que indica que Khashoggi tenha sido morto dentro do consulado. Ele não é visto desde que entrou no prédio do consulado.

    Trump, que estreitou as alianças com a Arábia Saudita e seu príncipe de 33 anos, disse que os Estados Unidos pediram à Turquia qualquer evidência em áudio ou vídeo que possa estar relacionada com o que aconteceu com Khashoggi.

    Perguntado em uma entrevista à Fox Business Network se Washington abandonaria Riad, Trump disse: 'Eu não quero fazer isso'.

    O presidente norte-americano reiterou suas esperanças de que os líderes sauditas não estejam envolvidos no desaparecimento de Khashoggi, que estava morando nos Estados Unidos.

    'Nós já pedimos, se isso existe... Eu ainda não tenho certeza se existe, provavelmente sim, possivelmente sim', disse Trump a jornalistas sobre evidências em áudio ou vídeo.

    Veículos de imprensa dos Estados Unidos já reportaram que Riad, apesar das negativas iniciais sobre seu envolvimento, irá reconhecer que o jornalista foi morto em um interrogatório frustrado. Trump já especulou, sem providenciar evidências, que 'assassinos independentes' poderiam estar envolvidos.

    O jornal governista turco Yeni Safak publicou na quarta-feira o que disse serem detalhes das gravações em áudio que supostamente documentam o interrogatório e tortura de Khashoggi.

    Khashoggi foi morto em questão de minutos, e seus torturadores removeram seus dedos durante o interrogatório, segundo o jornal. Seus assassinos ainda o decapitaram e o desmembraram, segundo o jornal.

    O The New York Times citou uma autoridade turca que confirmava os detalhes publicados no jornal Yeni Safak. Dois oficiais turcos contatados pela Reuters se negaram a confirmar o relato.

    Como o príncipe saudita se sairá desta crise é um teste para como o Ocidente irá lidar com a Arábia Saudita no futuro.

    Trump pareceu indisposto a se distanciar demais dos sauditas, citando o papel de Riad em contrapor a influência iraniana na região - e as dezenas de bilhões de dólares em acordos comerciais relacionados a armamentos.

    Outros países ocidentais, embora expressem preocupação diante do incidente, enfrentam uma situação delicada e similar em sua relação com o maior exportador de petróleo do mundo.

    Pompeo, enquanto isso, disse que Riad deveria ter mais alguns dias para completar sua própria investigação sobre o desaparecimento de Khashoggi. Ele encontrou o presidente turco e o ministro das Relações Exteriores para discutir o assunto, um dia após Trump ter dado à Arábia Saudita o benefício da dúvida.

    'Eles irão fazer uma investigação, e quando a investigação sair, vamos avaliá-la', disse Pompeo a jornalistas que viajavam com ele.

    Uma porta-voz do Departamento de Estado disse que Pompeo não tinha ouvido nenhuma gravação de áudio que indicaria que Khashoggi teria sido assassinado.

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