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    Palestino tenta esfaquear colonos na Cisjordânia e é morto a tiros, diz Israel

    NABLUS, Cisjordânia (Reuters) - Um palestino tentou esfaquear israelenses na região ocupada da Cisjordânia nesta quarta-feira e foi baleado por um deles, disseram as forças militares de Israel e uma testemunha.

    Uma autoridade palestina, entretanto, questionou o motivo do incidente no cruzamento de Hawara, perto de Nablus.

    A Cisjordânia, que faz parte dos territórios onde os palestinos buscam a formação de um Estado, tem presenciado ataques de rua contra colonos e soldados israelenses desde que as negociações de paz apoiadas pelos Estados Unidos estagnaram em 2014. Palestinos afirmam que a resposta armada de Israel tem sido excessiva.

    Yehoshua Sherman, um colono da Cisjordânia, disse à Rádio Israel que estava dirigindo lentamente pelo cruzamento com sua filha quando um palestino atacou o carro em que estavam.

    'Ele pulou em cima de mim com uma faca, tentando abrir as portas', disse Sherman. 'Eu puxei minha arma... abaixei a janela e atirei nele de dentro do carro.'

    Um segundo motorista também disparou no palestino, acertando-o, afirmou Sherman.

    As forças militares de Israel disseram em um comunicado: 'Um terrorista foi baleado por um civil e neutralizado após tentar realizar um ataque à faca'.

    O hospital Beilinson, de Israel, informou que um homem admitido com ferimentos por arma de fogo em decorrência do ataque morreu.

    Uma fonte da segurança palestina disse que recebeu uma informação inicial de que o homem morto estava tentando atravessar a rua.

    O Ministério da Saúde palestino disse que um segundo palestino foi ferido no episódio, mas não tinha detalhes de imediato.

    Questionado se sabia de outra vítima no ataque, o Exército israelense afirmou que não tinha nada a acrescentar ao comunicado.

    Ghassan Daghlas, uma autoridade palestina na província de Nablus, exigiu uma investigação do tiroteio.

    'O lugar inteiro e a rua toda stão cheios de câmeras de segurança. As câmeras devem ter filmado tudo', disse ele.

    Os palestinos esperam formar um Estado independente, incluindo a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Gaza, mas um processo de paz mediado internacionalmente entrou em colapso e Israel expandiu sua construção de assentamentos na região.

    (Por Dan Williams e Ali Sawafta)

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    Multidão silenciosa presta homenagem a vítimas de ataque na Nova Zelândia

    Por Charlotte Greenfield

    CHRISTCHURCH, Nova Zelândia (Reuters) - Milhares de pessoas ficaram em silêncio em um parque de Christchurch, nesta sexta-feira, enquanto os nomes das 50 vítimas fatais do ataque a duas mesquitas eram lidos em uma homenagem, com oradores pedindo que o legado da tragédia seja uma Nova Zelândia mais gentil e tolerante.

    Dezenas de representantes de governos ao redor do mundo se juntaram à primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, para a homenagem no Hagley Park, próximo à mesquita Al Noor, onde mais de 40 das vítimas foram mortas por um suposto supremacista branco durante orações em 15 de março.

    'Nosso desafio agora é fazer com que o melhor em nós seja uma realidade diária, porque não somos imunes aos vírus do ódio, do medo, do outro. Nunca estivemos', disse Ardern, cujo modo de lidar com a tragédia ganhou reconhecimento global.

    'Mas podemos ser a nação que descobre a cura. Então, a partir daqui, cada um de nós tem trabalho a fazer', acrescentou.

    Ardern afirmou que o mundo precisa dar um fim ao círculo vicioso do extremismo e que isso precisa ser um esforço global.

    'A resposta está em um simples conceito que não é limitado pro fronteiras domésticas, que não é baseado em etnicidade, base poder ou até mesmo em modos de governança. A resposta está na nossa humanidade', disse ela.

    A segurança foi reforçada ao redor do memorial e a Nova Zelândia permanece sob alerta máximo de segurança. O comissário de polícia, Mike Bush, afirmou que foi uma das maiores mobilizações policiais já realizadas na Nova Zelândia.

    Farid Ahmed, cuja mulher, Husna, foi uma das 50 pessoas mortas, disse à multidão que, como homem de fé, ele havia perdoado o assassino de sua esposa porque não queria ter 'um coração que está fervendo como um vulcão'.

    'Eu quero um coração que seja cheio de amor e cuidado e cheio de misericórdia e que perdoe facilmente, porque este coração não quer mais que nenhuma vida se perca', disse ele sob aplausos.

    Ele pediu que as pessoas trabalhassem juntas pela paz e mudassem as atitudes para ver todos como parte de uma única família, usando o apelido de Christchurch, 'Cidade-Jardim', para reforçar sua ideia.

    'Eu posso ser de uma cultura, você pode vir de outra cultura, eu posso ter uma fé, você pode ter uma fé, mas juntos somos um belo jardim', disse Ahmed.

    A homenagem foi transmitida em todo o país. Voluntários muçulmanos, alguns dos quais vieram da Austrália e da Ásia, distribuíram panfletos com informações sobre o Islã enquanto multidões deixavam o parque após o culto.

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    'Somos um só', diz premiê da Nova Zelândia em dia de orações e silêncio

    Por Tom Westbrook

    CHRISTCHURCH (Reuters) - A convocação dos muçulmanos para orações ecoou por toda a cidade de Christchurch e pela Nova Zelândia nesta sexta-feira, quando milhares se reuniram para lembrar as 50 pessoas mortas por um atirador em duas mesquitas do país uma semana atrás.

    A primeira-ministra, Jacinda Ardern, se uniu a cerca de 20 mil pessoas reunidas sem alarde no Parque Hagley, que fica diante da mesquita Al Noor, onde a maioria das vítimas foi morta durante as orações de sexta-feira na semana passada.

    'A Nova Zelândia chora com vocês. 'Somos um só', disse ela, em um discurso curto seguido por dois minutos de silêncio.

    Jacinda, que denunciou o ataque a tiros como um ato de terrorismo, anunciou uma proibição de todos os fuzis de assalto armas semiautomáticas na Nova Zelândia.

    O país está em estado de alerta elevado desde o ataque, e nesta sexta-feira a polícia disse que está investigando uma ameaça feita a Jacinda no Twitter.

    O New Zealand Herald noticiou que uma postagem de Twitter com uma foto de uma arma e a legenda 'Você é a próxima' foi enviada à premiê. A Reuters não conseguiu verificar a informação de maneira independente. A reportagem disse que a conta foi suspensa.

    O australiano Brenton Tarrant, de 28 anos, suposto supremacista branco autor do ataque, recebeu uma acusação de assassinato após o ataque em Christchurch e foi mantido sob custódia sem se pronunciar.

    Ele deve voltar ao tribunal em 5 de abril, quando deve receber outras acusações, segundo a polícia.

    A maioria das vítimas do pior ataque a tiros da história da Nova Zelândia era de imigrantes ou refugiados de países como Paquistão, Índia, Malásia, Indonésia, Turquia, Somália, Afeganistão e Bangladesh.

    'Estamos com o coração partido, mas não acabados. Estamos vivos, estamos juntos, estamos determinados a não deixar ninguém nos dividir', disse o imã Gamal Fouda às pessoas reunidas na mesquita Al Noor, muitas usando lenços de cabeça em apoio à comunidade muçulmana enlutada.

    'Às famílias das vítimas: seus entes queridos não morreram em vão. Seu sangue regou as sementes da esperança', disse ele nas orações transmitidas nacionalmente.

    Dezenas de milhares de pessoas prestaram suas homenagens em todo o país, algumas formando cordões humanos diante de mesquitas. Outras rezaram em silêncio em escolas, cafés e até escritórios.

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    Polícia da Holanda procura suspeito turco após ataque a tiros em bonde

    Por Bart H. Meijer

    UTRECHT, Holanda (Reuters) - As forças de segurança holandesas estavam à procura de um cidadão turco de 37 anos suspeito de ter disparado contra várias pessoas, possivelmente matando uma delas, dentro de um bonde na cidade de Utrecht, nesta segunda-feira, em um ataque que autoridades disseram ser um ato de terrorismo.

    As autoridades elevaram a ameaça de terrorismo para o nível máximo na província de Utrecht, escolas foram instruídas a fechar as portas e policiais intensificaram a segurança em aeroportos e outros pontos vitais da infraestrutura. A segurança também foi reforçada nas mesquitas.

    O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, convocou reuniões emergenciais e disse estar 'profundamente preocupado' com o incidente, que aconteceu três dias depois que um atirador solitário matou 50 pessoas em um massacre a tiros em duas mesquitas da cidade de Christchurch, na Nova Zelândia.

    'Vários tiros foram disparados em um bonde e várias pessoas ficaram feridas. Helicópteros estão no local, e ninguém foi preso', disse o porta-voz da polícia, Joost Lanshage, mas sem poder fornecer maiores detalhes de imediato.

    'A polícia pede que você tome cuidado com Gokman Tanis, de 37 anos (nascido na Turquia) em conexão com o incidente desta manhã', acrescentou a polícia holandesa em um comunicado.

    A emissora local RTV Utrecht citou uma testemunha que disse ter visto uma mulher caída no chão em meio a algum tipo de confronto e vários homens fugindo do local.

    Um repórter da NOS disse que um lençol branco foi estendido sobre um corpo perto do bonde onde os disparos ocorreram.

    A NOS citou Pieter-Jaap Aalbersberg, chefe da agência de contraterrorismo da Holanda que disse que a ação 'parece ter sido um ataque terrorista', ecoando um comentário anterior da polícia.

    Utrecht, a quarta maior cidade da Holanda, é conhecida por seus canais pitorescos e sua grande população de estudantes. Ataques a tiros são raros ali, como no restante do país.

    A polícia de Utrecht disse que uma estação de bonde nos arredores do centro da cidade foi isolada. Serviços de emergência estão no local.

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    Terceiro suspeito de participação em massacre em Suzano é liberado após prestar depoimento

    Por Laís Martins

    SÃO PAULO (Reuters) - Um jovem suspeito de ser um terceiro envolvido no massacre em Suzano que deixou 10 mortos na quarta-feira foi liberado pela Justiça após prestar depoimento nesta sexta-feira, numa decisão que acatou parecer do Ministério Público, mas contrariou a posição da Polícia Civil, que queria que o menor fosse apreendido por afirmar ter provas de seu envolvimento no caso.

    Em nota, o Ministério Público de São Paulo informou que colheu depoimento do jovem nesta sexta e pediu novas diligências à polícia e que, se for o caso, pedirá sua internação. A Polícia Civil, no entanto, disse que a apuração já conta com indícios sólidos contra o adolescente e que ele solto é um perigo para a sociedade.

    'O MPSP informa ter ouvido, nesta sexta-feira, o terceiro jovem supostamente envolvido nos fatos que resultaram na morte de dez pessoas em Suzano. Informa ainda ter requisitado a realização de diligências complementares por parte das autoridades policiais para, posteriormente, se for o caso, pedir a sua internação, como determina o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)', informou o MP paulista em nota.

    O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, no entanto, disse que a polícia pediu a internação do menor por entender que ele pode representar perigo à sociedade caso continue solto.

    O adolescente é suspeito de ter participado do planejamento do massacre de quarta-feira junto com os dois atiradores, um de 17 anos e outro de 25, que cometeram suicídio na escola após matarem oito pessoas.

    'Ele tinha ligação direta com todo o planejamento, ajudou a iniciar a execução e não participou da ação. É muito perigoso, do nosso ponto de vista, deixá-lo neste momento em liberdade. Ele pode, e já disse em depoimento que queria ter participado e queria fazer isso', disse o delegado-geral, acrescentando que o suspeito também era estudante da escola Raul Brasil.

    Uma fonte a par das investigações, que pediu para não ser identificada, disse à Reuters sob condição de anonimato que a Polícia Civil queria a internação do menor por 45 dias e que existem 'provas robustas' do envolvimento dele no massacre. Essa fonte disse ainda que o jovem tinha proximidade com o atirador mais jovem, que, na investigação, é tido como “mentor intelectual dos ataques”.

    O massacre ocorreu na manhã de quarta-feira, quando os assassinos entraram na escola estadual Raul Brasil e atacaram alunos que estavam no pátio durante o horário do lanche. Duas funcionárias também estão entre as vítimas fatais. Antes disso, eles mataram o dono de uma locadora de veículos, que era tio de um deles.

    Os dois assassinos eram ex-alunos da instituição, e uma fonte policial afirmou que eles planejavam o ataque há um ano e meio, sob a intenção de atrair popularidade e chamar mais atenção do que o massacre de Columbine, nos Estados Unidos, no qual 15 pessoas morreram em 1999, incluindo os dois executores do crime.

    Na quinta-feira, a polícia realizou diligências nas residências dos autores e em uma lan house onde os jovens costumavam se encontrar, e apreenderam diversos objetos entre computadores, tablets e anotações, que auxiliarão nas buscas pela motivação do crime, segundo a Secretaria da Segurança Pública de SP.

    Os corpos da maioria das vítimas do ataque em Suzano foram sepultados na quinta-feira no Cemitério Municipal de São Sebastião. O corpo do dono da locadora de carros foi enterrado no Cemitério Colina dos Ipês. A família de um dos estudantes mortos optou por uma cerimônia reservada.

    A coordenadora pedagógica da escola foi a última a ser sepultada. O enterro ocorreu na manhã desta sexta-feira, quando um dos filhos da vítima, que mora na China, chegou ao país.

    (Reportagem adicional de Débora Moreira, no Rio de Janeiro, e Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Ataque a mesquitas desgasta reputação de segurança e tolerância da Nova Zelândia

    (Reuters) - Um massacre a tiros em duas mesquitas da Nova Zelândia durante as orações desta sexta-feira horrorizou os moradores da nação do sul do Pacífico, conhecida por seus níveis baixos de violência armada e por sua reputação de segurança e tolerância.

    Foram mortas 49 pessoas e mais de 20 ficaram gravemente feridas nos ataques em Christchurch, disse o comissário da polícia neozelandesa, Mike Bush.

    Imagens de vídeo amplamente divulgadas em redes sociais, aparentemente gravadas por um atirador e publicadas ao vivo na internet durante o ataque, mostraram o agressor dirigindo até uma mesquita, entrando e atirando aleatoriamente nas pessoas em seu interior.

    'Está claro que isso agora só pode ser descrito como um ataque terrorista', disse a primeira-ministra, Jacinda Ardern, acrescentando ser um dos dias mais sombrios da Nova Zelândia.

    'Muitos daqueles que teriam sido afetados por este ataque a tiros podem ser imigrantes para a Nova Zelândia. Eles podem até ser refugiados aqui. Eles decidiram fazer da Nova Zelândia seu lar, e ela é o seu lar'.

    O site de debates 8chan, conhecido por uma gama ampla de conteúdos, inclusive discursos de ódio, publicou uma postagem anônima que a conectava à transmissão ao vivo do atirador em uma das duas mesquitas e a um 'manifesto' criticando a imigração.

    O manifesto disse que inicialmente a Nova Zelândia não havia sido escolhida para o ataque, mas que foi identificada como um 'alvo rico de um ambiente como qualquer outro no Ocidente'.

    Um ataque na Nova Zelândia mostraria 'que nenhum lugar do mundo é seguro, que os invasores estão em todas as nossas terras, nas áreas mais remotas do mundo e que não há mais para onde ir que seja seguro e livre da imigração em massa', disse o manifesto.

    A Reuters não conseguiu confirmar a autenticidade do manifesto.

    Paul Buchanan, ex-analista de inteligência e de políticas de defesa hoje na consultoria 36th Parallel Assessments, disse que a ameaça de grupos neonazistas da Nova Zelândia é bem conhecida.

    'Christchurch tem uma comunidade de supremacistas brancos muito ativa, uma comunidade que atacou refugiados e pessoas de cor em diversas ocasiões ao longo dos últimos 20 anos', disse ele à Rádio Nova Zelândia.

    (Reportagem de Lincoln Feast em Sydney)

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    Líderes mundiais repudiam ataques a mesquitas da Nova Zelândia

    JACARTA (Reuters) - Líderes políticos e religiosos de todo o mundo expressaram repúdio e tristeza perante os ataques a tiros em duas mesquitas da Nova Zelândia nesta sexta-feira, e alguns culparam políticos e a mídia por terem incitado o ódio aos muçulmanos que levou ao massacre.

    Enquanto governos da Ásia e do Oriente Médio se mobilizavam para descobrir quantos de seus cidadãos foram vitimados pelo massacre em Christchurch, houve quem demonstrasse revolta pelo fato de os agressores terem atacado fiéis durante as orações de sexta-feira.

    'Atribuo estes ataques terroristas crescentes à atual islamofobia pós-11 de Setembro, (por causa da qual) 1,3 bilhão de muçulmanos têm sido culpados coletivamente por qualquer ato de terrorismo', publicou o primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, em redes sociais.

    O ministro das Relações Exteriores turco, Mevlut Cavusoglu, disse que o ataque é resultado da demonização dos muçulmanos. 'Não somente os perpetradores, mas também políticos e a mídia que alimentam a islamofobia já exacerbada e o ódio no Ocidente são igualmente responsáveis por este ataque hediondo', escreveu ele no Twitter.

    O ministro de Estado das Relações Exteriores de Bangladesh, Shahriar Alam, disse ter sido uma 'sorte extrema' que o time de críquete do país, que estava em Christchurch para uma partida contra a Nova Zelândia, não tenha sofrido baixas. Os jogadores chegavam para as orações de sexta-feira quando os disparos começaram.

    'Nem consigo imaginar o que teria acontecido se eles tivessem chegado cinco minutos mais tarde', disse ele em redes sociais.

    Centenas de manifestantes revoltados em Daca, capital de Bangladesh, bradaram 'allahu akbar' (Deus é o maior) depois das orações desta sexta-feira.

    'Não permitiremos que o sangue de muçulmanos escorra em vão', disse um deles.

    A polícia neozelandesa disse que 49 pessoas foram mortas. Três homens e uma mulher estão sob custódia, e um homem foi acusado de assassinato. A premiê, Jacinda Ardern, disse que algumas das vítimas podem ser novos imigrantes e refugiados.

    'Eles são nós', afirmou. 'A pessoa que perpetuou esta violência contra nós não é. Eles não têm lugar na Nova Zelândia'.

    Seu colega australiano, Scott Morrison, disse que um cidadão de seu país preso após o ataque é um 'terrorista extremista e violento de direita'.

    Cidade de cerca de 400 mil pessoas, Christchurch tem uma comunidade islâmica pequena, que inclui estudantes estrangeiros.

    Sadiq Khan, o primeiro prefeito muçulmano de Londres, disse que os londrinos estão ao lado do povo de Christchurch.

    'Quando as chamas do ódio são atiçadas, quando as pessoas são demonizadas por causa de sua fé, quando os medos das pessoas são explorados, ao invés de tratados, as consequências são fatais, como vimos hoje com tanta tristeza', disse.

    A rainha Elizabeth, do Reino Unido, disse que está profundamente entristecida com o massacre.

    'Estou profundamente entristecida com os terríveis acontecimentos em Christchurch hoje. O príncipe Philip e eu enviamos nossas condolências às famílias e amigos daqueles que perderam suas vidas', disse a rainha em um comunicado.

    'Também presto homenagem aos serviços de emergência e voluntários que prestam apoio àqueles que foram feridos. Neste momento trágico, meus pensamentos e orações estão com todos os neozelandeses'.

    (Reportagem de Agustinus Beo Da Costa e Gayatri Suroyo, em Jacarta; Nadine Awadall, no Cairo; Ruma Paul, em Daca; Joseph Sipilan, em Kuala Lumpur; Krishna N. Das, em Nova Délhi; Mike Holden, em Londres; Gwladys Fouche, em Oslo; Jan Strupczewski, em Bruxelas; e Micelle Martin, em Berlim)

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    Paquistão diz que abateu dois jatos indianos e realizou ataques aéreos em Caxemira

    Por James Mackenzie e Alasdair Pal

    ISLAMABAD/NOVA DÉLHI (Reuters) - O Paquistão realizou ataques aéreos e abateu dois jatos indianos nesta quarta-feira, disseram autoridades paquistanesas, um dia após aviões de guerra indianos atacarem o Paquistão pela primeira vez desde 1971, levando várias potências mundiais a fazerem apelos para que os dois lados mostrem moderação.

    Ambos países ordenaram ataques aéreos nos últimos dois dias, a primeira vez na história que duas potências nucleares fizeram isso, enquanto forças terrestres dos dois países trocaram fogo em mais de uma dúzia de locais.

    A tensão aumentou desde que um carro-bomba com militantes suicidas, na área de Caxemira controlada pela Índia, matou pelo menos 40 policiais paramilitares indianos em 14 de fevereiro, mas o risco de conflito aumentou drasticamente na terça-feira, quando a Índia realizou um ataque aéreo contra o que disse ser uma base de treinamento de militantes.

    O primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, pediu nesta quarta-feira negociações com a Índia e disse esperar que o 'bom senso' prevaleça para que os dois países possam diminuir as tensões.

    'A história nos mostra que as guerras estão cheias de erros de cálculo. Minha pergunta é: dadas as armas que temos, podemos permitir ter um erro de cálculo?', disse Khan durante uma breve transmissão televisiva à nação. 'Devemos nos sentar e dialogar.'

    O ataque da Índia na terça-feira teve como alvo o Jaish-e-Mohammed (JeM), grupo que reivindicou o ataque suicida. A Índia disse que um grande número de combatentes do JeM foi morto, mas autoridades paquistanesas afirmaram que a investida foi um fracasso e não deixou vítimas.

    Paquistão e Índia lutaram três guerras desde sua independência do Reino Unido em 1947 e estiveram prestes a ir a combate uma quarta vez, em 2002, após um ataque de militantes paquistaneses ao Parlamento indiano.

    A escalada mais recente marca uma reviravolta repentina nas relações entre os dois países, que reivindicam a região montanhosa no Himalaia da Caxemira, mas governam parcialmente. Recentemente, Khan mencionou 'consertar os laços' com a Índia.

    O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, falou separadamente com os ministros das Relações Exteriores da Índia e do Paquistão e pediu que evitassem 'outras atividades militares' após o ataque aéreo de terça-feira.

    'Expressei para ambos ministros que encorajamos cautela entre os países e que evitem outras atividades militares', disse ele.

    A China e a UE também pediram cautela.

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