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    Mercado vê inflação maior em 2018, mas não muda visão sobre Selic estável

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado passou a ver mais inflação neste ano, mas manteve a visão de que o Banco Central não vai mexer na Selic tão cedo, em meio ao cenário de fraca atividade econômica.

    Pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira mostrou que as projeções de alta do IPCA neste ano passaram a 4,15 por cento, frente a 4,11 por cento antes, mas ainda abaixo do centro da meta oficial de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para 2019, as estimativas foram mantidas em avanço de 4,10 por cento.

    Em julho, o IPCA desacelerou sua alta mensal a 0,33 por cento, após salto de 1,26 por cento no mês anterior devido aos impactos da greve dos caminhoneiros. O movimento de desaceleração já era esperado, mas foi menos intenso do que as projeções de analistas ouvidos pela Reuters, de alta mensal de 0,27 por cento.

    Apesar de ver um pouco mais de inflação neste ano, os analistas consultados na pesquisa Focus continuaram projetando que o BC manterá a taxa básica de juros na sua mínima histórica de 6,50 por cento até o final deste ano, mesmo cenário do Top 5, grupo que mais acerta as previsões no levantamento. Para o final de 2019, também foi mantida a estimativa de que a Selic estará em 8 por cento.

    Na semana passada, o BC reforçou que o cenário de inflação continuará favorável se não houver choques adicionais. No início deste mês, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros.

    Sobre a paralisação, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    O levantamento mostrou ainda que as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 foram reduzidas ligeiramente a 1,49 por cento, ante 1,50 antes, com as contas de expansão de 2,50 por cento para 2019 mantidas. Também não mudaram as visões sobre o dólar, a 3,70 reais tanto no fim deste ano quanto no ano que vem.

    Na semana passada, o dólar saltou 4,23 por cento e foi acima do patamar de 3,85 reais, interrompendo cinco semanas seguidas de perdas, com maior aversão ao risco na cena externa e maior cautela dos investidores com a proximidade das eleições presidenciais de outubro no Brasil.

    (Por Patrícia Duarte)

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    Inflação fica 'confortável' sem choque adicional, diz BC, mas prefere não dar sinal explícito sobre juros

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central reforçou nesta terça-feira que o cenário de inflação continuará favorável se não houver choques adicionais, mas apontou que o quadro é de incerteza e que, portanto, o melhor é não dar sinalizações explícitas sobre seus próximos passos sobre a trajetória dos juros básicos.

    'Todos (os membros) avaliaram que, na ausência de choques adicionais, o cenário inflacionário deve revelar-se confortável', trouxe a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. 'Entretanto, o maior nível de incerteza da atual conjuntura gera necessidade de maior flexibilidade para condução da política monetária, o que recomenda abster-se de fornecer indicações sobre os próximos passos', acrescentou.

    Na semana passada, o BC manteve a Selic em 6,50 por cento ao ano, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, e que o aumento da inflação decorrente da paralisação vinha se mostrando temporário.

    Especialistas leram a mensagem como um sinal de que o BC não deve mexer nos juros tão cedo, em meio à alta ociosidade da economia e expectativas de inflação ancoradas. Na pesquisa Focus mais recente feita pelo BC junto a uma centena de economistas, foram mantidas as previsões de que a Selic permanecerá em seu menor nível histórico neste ano, subindo a 8 por cento em 2019.

    'A perspectiva de que não haverá deterioração das expectativas de inflação para 2019 nos próximos meses e que, dissipados os efeitos da paralisação no setor de transportes, a atividade econômica continuará se recuperando de forma bastante gradual', trouxe o banco Bradesco em relatório, para quem a Selic seguirá em 6,50 por cento até o final de 2018.

    Na ata, o BC destacou novamente que a atuação da política monetária se dará exclusivamente com foco na evolução das projeções e expectativas de inflação, do seu balanço de riscos e da atividade econômica.

    'Choques que produzam ajustes de preços relativos devem ser combatidos apenas no impacto secundário que poderão ter na inflação prospectiva. É por meio desses efeitos secundários que esses choques podem afetar as projeções e expectativas de inflação e alterar o balanço de riscos', informou o BC.

    'Esses efeitos podem ser mitigados pelo grau de ociosidade na economia e pelas expectativas de inflação ancoradas nas metas. Portanto, não há relação mecânica entre choques recentes e a política monetária', acrescentou.

    Sobre a inflação, o BC afirmou que as projeções para julho e agosto corroboram a visão de que os efeitos dos choques advindos da greve dos caminhoneiros devem ser passageiros.

    Por outro lado, ressaltou que o risco de continuidade do processo de ajustes e reformas na economia brasileira e o risco associado a deterioração do cenário para economias emergentes 'permanecem em níveis mais elevados'.

    A próxima reunião do Copom acontece em 18 e 19 de setembro, antes do primeiro turno das eleições presidenciais, em 7 de outubro. O pleito, que promete ser o mais acirrado em décadas, ganha cada vez mais espaço no radar dos investidores diante sobretudo do desequilíbrio fiscal do país.

    Na ata, o BC voltou a dizer que a aprovação de reformas na economia é fundamental 'para a sustentabilidade do ambiente com inflação baixa e estável, para o funcionamento pleno da política monetária e para a redução da taxa de juros estrutural da economia'. E que a percepção de continuidade ou não dessa agenda afeta as expectativas e projeções macroeconômicas.

    'O que é muito binário aqui é o resultado da eleição (de outubro). A gente pode ir para um cenário tranquilo ou muito complicado, que exigiria alta de juros até o final do ano. Esse é o grande evento determinador no futuro dos juros', avaliou a sócia responsável pela área de Macroeconomia da Tendências Consultoria, Alessandra Ribeiro, acrescentando que, mesmo assim, o quadro inflacionário é confortável e segue prevendo a Selic em 6,5 por cento até o segundo semestre de 2019.

    Sobre o cenário externo, o BC apontou que 'houve certa acomodação das condições financeiras nos mercados internacionais, mas o cenário se mantém mais desafiador'.

    Após o câmbio mostrar trégua em julho, depois de forte alta do dólar sobre o real nos meses anteriores, o BC também ponderou que o grau de repasse cambial depende de vários fatores, como o nível de ociosidade na economia e a ancoragem das expectativas de inflação. E que seguirá acompanhando essas medidas.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    Economistas mantêm projeção de Selic estável em 6,50% até fim de 2018 em pesquisa Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado manteve sua projeção de que a Selic não será mexida tão cedo pelo Banco Central, em meio ao cenário de inflação e atividade econômica fracas, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Segundo o levantamento semanal, os economistas consultados mantiveram as previsões de que a taxa básica de juros será mantida na mínima histórica de 6,50 por cento até o final deste ano, subindo a 8 por cento em 2019.

    O BC manteve a Selic em 6,50 por cento ao ano na semana passada, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente. [nL1N1US26X]

    Sobre a paralisação dos caminhoneiros, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    O Focus mostrou ainda que o mercado manteve sua estimativa de alta do IPCA em 4,11 e 4,10 por cento em 2018 e 2019, respectivamente, ambas abaixo do centro da meta, de 4,25 por cento. Para 2020, as contas também continuaram em 4 por cento mas, para 2021, houve uma diminuição das projeções a 3,93 por cento, ante 4 por cento na semana anterior.

    Para 2020 e 2021, a meta de inflação do governo é de 4,0 e 3,75 por cento pelo IPCA. Em todas elas, a margem de tolerância é de 1,5 ponto percentual.

    O cenário de inflação baixa vem junto com o de economia com menos ímpeto. Segundo o Focus, as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano continuaram em 1,50 por cento, depois de terem chegado a 3 por cento alguns meses atrás. Para 2019, a estimativa é de expansão de 2,50 por cento, também inalterada.

    (Por Patrícia Duarte)

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    BC mantém Selic em 6,5% e indica não mexer tão cedo nos juros com impacto da greve sobre a economia

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central manteve nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente.

    Sobre a paralisação, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    E que 'as medidas de inflação subjacente ainda seguem em níveis baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária', segundo comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

    Todos os 40 economistas consultados pela Reuters esperavam manutenção dos juros básicos. Esta foi a terceira decisão igual do Copom, após ter cortado a Selic em 7,75 pontos percentuais desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro de 2016.

    'Nossa leitura é que continua com 6,5 por cento até o fim do ano e acho que ainda vira o ano. Não porque vai ter reformas, mas porque economia está de quatro', avaliou o economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima.

    O BC voltou a dizer que seus próximos passos vão continuar dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

    Nesse sentido, afirmou que apesar de o Copom considerar que os efeitos dos choques recentes sobre a inflação estão se revelando temporários, 'é importante acompanhar ao longo do tempo o cenário básico e seus riscos e avaliar o possível impacto mais perene de choques sobre a inflação'.

    Nos 12 meses até julho, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, acumulou alta de 4,53 por cento, voltando a ficar acima do centro da meta, de 4,5 por cento pelo IPCA com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, pela primeira vez desde março de 2017.

    Mas mesmo após o choque temporário derivado da greve dos caminhoneiros e de tarifas de energia elétrica mais salgadas devido à bandeira vermelha 2 que vem impactando as contas de energia desde junho, o BC seguiu calculando alta do IPCA em 4,2 por cento em 2018 pelo cenário de mercado.

    Para 2019, a conta subiu ligeiramente a 3,8 por cento, contra 3,7 por cento antes.

    Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a estimativa para a inflação é de alta de 4,11 por cento este ano e 4,10 por cento em 2019, para o qual a meta é de 4,25 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

    Diante do quadro, a maioria dos economistas em pesquisa da Reuters espera que o BC só irá subir os juros só em 2019.

    A manutenção da Selic também teve como pano de fundo a queda de 3,16 por cento do dólar frente ao real em julho, movimento que barateia as importações e diminui a pressão sobre a inflação.

    Nos meses anteriores, o dólar vinha se valorizando de maneira expressiva, embalado por movimento global de aversão a risco por conta das perspectivas de normalização monetária nos Estados Unidos e que foi mais intenso no Brasil pelas preocupações domésticas com o desfecho das eleições presidenciais.

    No comunicado, o BC avaliou que o cenário externo apresentou 'certa acomodação no período recente, mas segue desafiador'.

    'Os principais riscos estão associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas e a incertezas referentes ao comércio global. O apetite ao risco em relação a economias emergentes manteve-se relativamente estável, em nível aquém do observado no início do ano', disse.

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    BC mantém Selic em 6,5% e indica não mexer tão cedo nos juros com impacto da greve sobre a economia

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central manteve nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente.

    Sobre a paralisação, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    E que 'as medidas de inflação subjacente ainda seguem em níveis baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária', segundo comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

    Todos os 40 economistas consultados pela Reuters esperavam manutenção dos juros básicos. Esta foi a terceira decisão igual do Copom, após ter cortado a Selic em 7,75 pontos percentuais desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro de 2016.

    'Nossa leitura é que continua com 6,5 por cento até o fim do ano e acho que ainda vira o ano. Não porque vai ter reformas, mas porque economia está de quatro', avaliou o economista-chefe do banco Fator, José Francisco de Lima.

    O BC voltou a dizer que seus próximos passos vão continuar dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

    Nesse sentido, afirmou que apesar de o Copom considerar que os efeitos dos choques recentes sobre a inflação estão se revelando temporários, 'é importante acompanhar ao longo do tempo o cenário básico e seus riscos e avaliar o possível impacto mais perene de choques sobre a inflação'.

    Nos 12 meses até julho, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, acumulou alta de 4,53 por cento, voltando a ficar acima do centro da meta, de 4,5 por cento pelo IPCA com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, pela primeira vez desde março de 2017.

    Mas mesmo após o choque temporário derivado da greve dos caminhoneiros e de tarifas de energia elétrica mais salgadas devido à bandeira vermelha 2 que vem impactando as contas de energia desde junho, o BC seguiu calculando alta do IPCA em 4,2 por cento em 2018 pelo cenário de mercado.

    Para 2019, a conta subiu ligeiramente a 3,8 por cento, contra 3,7 por cento antes.

    Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a estimativa para a inflação é de alta de 4,11 por cento este ano e 4,10 por cento em 2019, para o qual a meta é de 4,25 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

    Diante do quadro, a maioria dos economistas em pesquisa da Reuters espera que o BC só irá subir os juros só em 2019.

    A manutenção da Selic também teve como pano de fundo a queda de 3,16 por cento do dólar frente ao real em julho, movimento que barateia as importações e diminui a pressão sobre a inflação.

    Nos meses anteriores, o dólar vinha se valorizando de maneira expressiva, embalado por movimento global de aversão a risco por conta das perspectivas de normalização monetária nos Estados Unidos e que foi mais intenso no Brasil pelas preocupações domésticas com o desfecho das eleições presidenciais.

    No comunicado, o BC avaliou que o cenário externo apresentou 'certa acomodação no período recente, mas segue desafiador'.

    'Os principais riscos estão associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas e a incertezas referentes ao comércio global. O apetite ao risco em relação a economias emergentes manteve-se relativamente estável, em nível aquém do observado no início do ano', disse.

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    FOCUS-Mercado confirma expectativa que BC manterá Selic em 6,50% nesta semana

    SÃO PAULO (Reuters) - Economistas consultados semanalmente pelo Banco Central corroboraram suas projeções de manutenção da taxa básica de juros e para o comportamento anual da inflação até 2021, segundo relatório Focus divulgado nesta segunda-feira, dois dias antes da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).

    A taxa Selic deve continuar inalterada em sua mínima recorde de 6,50 por cento ao ano após os dois dias de reunião do Copom, prevê a pesquisa, preservando a mesma projeção da semana anterior.

    Pesquisa da Reuters com analistas também mostrou a mesma direção, com previsões consensuais de que o BC provavelmente vai manter os juros básicos após a greve dos caminhoneiros alavancar a inflação acima do centro da meta.

    O Focus mostrou ainda que a inflação medida pelo IPCA deve encerrar 2018 a 4,11 por cento, mesmo número do levantamento anterior, antes de avançar 4,10 por cento em 2019, 4 por cento em 2020 e 4 por cento em 2021, último ano do horizonte relevante usado pelo BC para avaliar a trajetória dos juros.

    Ao mesmo tempo, os economistas consultados pelo BC reduziram sua estimativa para a inflação do IPCA nos próximos 12 meses de 3,70 por cento para 3,67 por cento.

    A meta de inflação é de 4,5 por cento neste ano, caindo 0,25 ponto percentual por ano até 3,75 por cento em 2021, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    Os preços administrados pelo governo, como tarifas de energia, por exemplo, devem subir 6,81 por cento neste ano, sobre previsão anterior de 6,71 por cento uma semana antes, de acordo com o Focus.

    (Por Iuri Dantas)

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    Brasil tem déficit primário de R$13,5 bi em junho e fecha semestre com folga sobre meta

    BRASÍLIA (Reuters) - O setor público consolidado brasileiro teve déficit primário de 13,491 bilhões de reais em junho, um pouco acima do esperado pelo mercado, acumulando em 12 meses rombo distante do estabelecido como meta fiscal, num indicativo de que o objetivo do governo deverá ser cumprido com algum conforto. Em pesquisa Reuters, a expectativa era de déficit primário de 13,15 bilhões de reais para o mês.

    Em junho, o governo central (governo federal, BC e Previdência) teve um rombo de 14,951 bilhões de reais, divulgou o Banco Central nesta segunda-feira.

    Ao mesmo tempo, os governos regionais (Estados e municípios) tiveram superávit de 353 milhões de reais e as empresas estatais ficaram no azul em 1,107 bilhão de reais.Na sexta-feira, o Tesouro já havia informado que o déficit do governo central de junho havia sido afetado pelo aumento das transferências da União a Estados e municípios devido à 'reclassificação, pela Receita Federal em maio, de resíduo do estoque de parcelamentos especiais não reclassificados em novembro de 2017'. Com a ação, a parte devida aos entes regionais foi então revisada para cima. No acumulado do primeiro semestre, o setor público consolidado registrou déficit de 14,424 bilhões de reais, bem menor que o de 35,183 bilhões de reais em igual etapa de 2017. Em 12 meses, o déficit foi a 89,823 bilhões de reais, equivalente a 1,34 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), com bastante folga em relação ao alvo estabelecido para o ano.

    A meta para o setor público em 2018 é de rombo de 161,3 bilhões de reais, que deverá marcar o quinto ano seguido que o país não conseguiu economizar para pagar juros da dívida pública.

    Em recente coletiva de imprensa, a secretária-executiva da Fazenda, Ana Paula Vescovi, afirmou que esse resultado deverá vir melhor que o estipulado pela meta em cerca de 14 bilhões de reais. Isso porque o governo calcula que Estados e municípios terão superávit primário de 10 bilhões de reais, contra meta positiva em 1,2 bilhão de reais. Também vê que as estatais fecharão o ano com déficit de 164 milhões de reais, ante meta de um saldo negativo em 3,5 bilhões de reais.

    Ainda segundo o BC, a dívida bruta encerrou o semestre a 77,2 por cento do PIB, contra 77,1 por cento em maio e expectativa de analistas de 77,1 por cento, segundo pesquisa Reuters. Já a dívida líquida subiu a 51,4 por cento do PIB em junho, ante patamar de 51,3 por cento no mês anterior e projeção do mercado de 51,2 por cento.

    (Por Marcela Ayres)

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    Estoque de crédito no Brasil sobre 0,7% em junho, empresas puxam expansão

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O estoque geral de crédito no país cresceu 0,7 por cento em junho sobre maio, a 3,130 trilhões de reais, com destaque para o aumento do apetite das empresas por financiamentos, movimento que teimava acontecer em meio à ainda lenta retomada da economia.

    Mesmo num mês marcado pelos reflexos da greve dos caminhoneiros, o avanço no estoque de crédito das pessoas jurídicas foi de 1,2 por cento sobre maio, três vezes superior à expansão vista no crédito às famílias, divulgou o Banco Central nesta sexta-feira.

    'É uma tendência que as pessoas jurídicas passem a crescer sempre o triplo das famílias? Eu diria que não', afirmou o chefe do departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha. 'O que eu diria que parece uma tendência é o crescimento nos saldos tanto das pessoas jurídicas, quanto das pessoas físicas', completou.

    Segundo Rocha, o crédito para empresas continua sendo puxado pelas modalidades mais ligadas à necessidade de recursos em prazo mais curto, como desconto de duplicata e antecipação de faturas. Em junho, o financiamento às exportações também se destacou.

    Segundo ele, o desempenho mais modesto do crédito às famílias foi impactado em junho pela redução do saldo no cartão de cartão de crédito à vista, afetado pela base de comparação, já que maio é marcado pelo Dia das Mães.

    No acumulado do ano, o estoque total de crédito subiu 1,2 por cento, guiado pelos financiamentos às pessoas físicas, que cresceram 2,7 por cento. Entre as empresas, o estoque caiu 0,4 por cento.

    Em 12 meses, o saldo de financiamentos no Brasil teve alta de 1,7 por cento, com elevação de 6,2 por cento para as famílias e recuo de 3,1 por cento para as companhias, divulgou o BC.

    No fim de junho, o BC piorou sua estimativa para o mercado de crédito no país, com crescimento de 3 por cento em 2018, ante expectativa de 3,5 por cento. Neste cenário, estimou que o saldo das operações às famílias avançará 7,5 por cento, beneficiado pelo custo mais barato dos financiamentos e redução do nível de endividamento dos consumidores.

    Mas, para as pessoas jurídicas, projetou recuo de 2 por cento no ano, 'em contexto de desalavancagem das empresas e maior dinamismo nos mercados de capitais e externo'.

    Olhando apenas para o segmento de recursos livres, em que as taxas de juros são livremente definidas pelos bancos, os juros médios caíram a 38,5 por cento ao ano em junho, sobre 39,2 por cento em maio, acumulando no ano queda de 1,8 ponto percentual.

    O movimento se deu em meio ao ciclo de afrouxamento monetário promovido pelo BC, que levou a Selic ao seu menor patamar histórico, de 6,5 por cento ao ano.

    Ao mesmo tempo, o spread bancário, que mede a diferença entre o custo de captação e a taxa cobrada pelos bancos ao consumidor final, passou em junho a 29,4 pontos percentuais no segmento de recursos livres, ante 31 pontos em maio. No semestre, a queda foi de 2,4 pontos.

    Já a inadimplência no mesmo segmento foi a 4,4 por cento em junho, sobre 4,6 por cento em maio, acumulando nos seis primeiros meses de 2018 um recuo de 0,5 ponto.

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    Estoque de crédito no Brasil sobre 0,7% em junho, empresas puxam expansão

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O estoque geral de crédito no país cresceu 0,7 por cento em junho sobre maio, a 3,130 trilhões de reais, com destaque para o aumento do apetite das empresas por financiamentos, movimento que teimava acontecer em meio à ainda lenta retomada da economia.

    Mesmo num mês marcado pelos reflexos da greve dos caminhoneiros, o avanço no estoque de crédito das pessoas jurídicas foi de 1,2 por cento sobre maio, três vezes superior à expansão vista no crédito às famílias, divulgou o Banco Central nesta sexta-feira.

    'É uma tendência que as pessoas jurídicas passem a crescer sempre o triplo das famílias? Eu diria que não', afirmou o chefe do departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha. 'O que eu diria que parece uma tendência é o crescimento nos saldos tanto das pessoas jurídicas, quanto das pessoas físicas', completou.

    Segundo Rocha, o crédito para empresas continua sendo puxado pelas modalidades mais ligadas à necessidade de recursos em prazo mais curto, como desconto de duplicata e antecipação de faturas. Em junho, o financiamento às exportações também se destacou.

    Segundo ele, o desempenho mais modesto do crédito às famílias foi impactado em junho pela redução do saldo no cartão de cartão de crédito à vista, afetado pela base de comparação, já que maio é marcado pelo Dia das Mães.

    No acumulado do ano, o estoque total de crédito subiu 1,2 por cento, guiado pelos financiamentos às pessoas físicas, que cresceram 2,7 por cento. Entre as empresas, o estoque caiu 0,4 por cento.

    Em 12 meses, o saldo de financiamentos no Brasil teve alta de 1,7 por cento, com elevação de 6,2 por cento para as famílias e recuo de 3,1 por cento para as companhias, divulgou o BC.

    No fim de junho, o BC piorou sua estimativa para o mercado de crédito no país, com crescimento de 3 por cento em 2018, ante expectativa de 3,5 por cento. Neste cenário, estimou que o saldo das operações às famílias avançará 7,5 por cento, beneficiado pelo custo mais barato dos financiamentos e redução do nível de endividamento dos consumidores.

    Mas, para as pessoas jurídicas, projetou recuo de 2 por cento no ano, 'em contexto de desalavancagem das empresas e maior dinamismo nos mercados de capitais e externo'.

    Olhando apenas para o segmento de recursos livres, em que as taxas de juros são livremente definidas pelos bancos, os juros médios caíram a 38,5 por cento ao ano em junho, sobre 39,2 por cento em maio, acumulando no ano queda de 1,8 ponto percentual.

    O movimento se deu em meio ao ciclo de afrouxamento monetário promovido pelo BC, que levou a Selic ao seu menor patamar histórico, de 6,5 por cento ao ano.

    Ao mesmo tempo, o spread bancário, que mede a diferença entre o custo de captação e a taxa cobrada pelos bancos ao consumidor final, passou em junho a 29,4 pontos percentuais no segmento de recursos livres, ante 31 pontos em maio. No semestre, a queda foi de 2,4 pontos.

    Já a inadimplência no mesmo segmento foi a 4,4 por cento em junho, sobre 4,6 por cento em maio, acumulando nos seis primeiros meses de 2018 um recuo de 0,5 ponto.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    Mercado reduz estimativa de inflação neste ano e vê câmbio pressionado até 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - Os economistas de instituições financeiras reduziram a estimativa para a inflação deste ano, ao mesmo tempo em que elevaram a projeção para a taxa de câmbio no fim do ano que vem, mostra pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    A projeção de alta do IPCA chegou agora a 4,11 por cento em 2018, ante 4,15 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 sendo mantida em 4,10 por cento.

    Nos cinco dias anteriores ao fechamento da pesquisa, os economistas de mercado passaram a esperar um pouco mais de inflação para 2021, fim do horizonte relevante da política do Banco Central, a 3,98 por cento, ante 3,75 por cento anteriormente, segundo mediana de 74 respostas.

    A atualização contraria expectativa do BC, que na semana passada chamou atenção para a convergência das expectativas do mercado para o centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional para 2021, em 3,75 por cento, após resposta de 33 analistas.

    A taxa de câmbio, estimada em 3,68 para 2019 reais na pesquisa da semana anterior, passou a ser projetada em 3,70 reais, mostra a pesquisa, mesmo patamar que o dólar terminará este ano de acordo com os analistas consultados pelo BC.

    O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, ambos com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Sobre a atividade econômica, o cenário de retomada foi mantido pelos economistas até o ano de 2021, com uma expansão de 1,5 por cento do PIB neste ano, subindo para 2,50 por cento nos anos de 2019, 2020 e 2021.

    MENOS INFLAÇÃO

    Ultrapassados os principais impactos na economia da greve dos caminhoneiros no fim de maio e com o IPCA-15 de julho mais fraco que o esperado, o mercado passou a ser mais otimista sobre o comportamento dos preços no curto e médio prazo, com atualizações de última hora elevando as projeções para 2021.

    Segundo o chamado Top-5, grupo que reúne os que mais acertam as previsões, o IPCA de julho deve terminar em 0,29 por cento, ante previsão anterior de 0,39 por cento, levando o índice de referência de preços da meta de inflação a terminar o ano em 3,94 por cento e não superar os 4 por cento até 2021.

    As expectativas para a taxa básica de juros, por sua vez, não sofreram alterações. A visão dos economistas é de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

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    Pagamento no débito aumenta no Brasil, mas liderança ainda é de dinheiro em espécie, aponta BC

    BRASÍLIA (Reuters) - O uso do cartão de débito no Brasil aumentou sua representatividade para 20 por cento do faturamento do comércio, sobre 14 por cento em 2013, mas os pagamentos em dinheiro seguiram na liderança disparada, apontou o Banco Central nesta quinta-feira.

    O uso do dinheiro em espécie, entretanto, caiu a 50 por cento, sobre 55 por cento cinco anos antes, de acordo com a pesquisa 'O brasileiro e sua relação com o dinheiro', feita em abril.

    O BC informou ainda que as vendas com cartão de crédito ficaram estáveis, respondendo por 25 por cento do total, ao passo que o uso de cheques passou a apenas 1 por cento, queda de 2 pontos percentuais.

    'Para compras de até 10 reais, 87,9 por cento preferem utilizar dinheiro. Esse índice diminui com pagamentos de maior valor. Para desembolsos de mais de 500 reais, a maior parte (42,6 por cento) prefere cartão de crédito', disse o BC.

    O BC tem adotado medidas para reduzir o custo do cartão de débito para o comércio, como a limitação a partir de 1º de outubro para a tarifa paga pelas empresas credenciadoras aos emissores do cartão.

    Ao mexer na chamada tarifa de intercâmbio, o BC buscou estimular a maior competição entre as credenciadoras --empresas como Cielo, Rede (unidade de processamento de cartão do Itaú Unibanco) e GetNet, do Santander Brasil. Na prática, haverá barateamento para as companhias e a expectativa do BC é que isso seja repassado aos lojistas e, na sequência, aos consumidores.

    O BC quer que o cartão de débito seja visto --e utilizado-- para pagamentos e o cartão de crédito como instrumento de financiamento, com os custos envolvidos em ambas as modalidades mais explícitos aos consumidores, reduzindo assim os subsídios cruzados.

    Em outra investida nessa frente, o governo também passou a permitir a diferenciação de preços entre compras feitas no débito e no crédito.

    (Por Marcela Ayres)

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    Mercado vê PIB crescendo menos neste ano, a 1,5%

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Os economistas diminuíram mais uma vez a expectativa para o crescimento econômico este ano, reduzindo também a projeção para a inflação em 2018, segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Agora, a previsão é que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 será de 1,50 por cento, sobre 1,53 por cento na leitura anterior e o patamar de 3 por cento que já chegou a ser indicado poucos meses antes, após a greve dos caminhoneiros e queda na confiança dos agentes econômicos. Para o ano que vem, a conta segue de crescimento de 2,50 por cento do PIB.

    A economia brasileira teve contração de 3,34 por cento em maio sobre o mês anterior, conforme Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do PIB, divulgado também nesta manhã.

    Diretamente afetado pela greve dos caminhoneiros que paralisou o país no mês, o desempenho corrobora a leitura de grande parte dos agentes de uma atividade bem mais fraca que a esperada este ano. O próprio Ministério da Fazenda, que também chegou a falar em crescimento de 3 por cento neste ano, agora calcula expansão de 1,6 por cento, mesmo cenário do Banco Central.

    Já para a alta do IPCA, a estimativa segundo o Focus caiu a 4,15 por cento este ano, sobre 4,17 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento e para 2019 é de 4,25 por cento, ambos com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal continuaram vendo a moeda a 3,70 reais neste ano. Para o ano que vem, contudo, a expectativa subiu a 3,68 reais, sobre 3,60 reais anteriormente.

    As expectativas para a taxa básica de juros não sofreram alterações. A visão dos economistas é de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

    O Top-5, o grupo que reúne os que mais acertam as previsões, também manteve as contas de taxa básica de juros a 6,50 por cento ao fim de 2018 e 7,75 por cento ao fim de 2019, pela mediana de médio prazo.

    Veja abaixo as principais projeções do mercado para a economia brasileira, de acordo com a pesquisa semanal do Banco Central com cerca de 100 instituições financeiras.

    Expectativas de mercado 2018 2018 2019 2019

    Mediana Há 1 Hoje Há 1 Hoje

    semana semana

    IPCA (%) 4,17 4,15 4,10 4,10

    PIB (%) 1,53 1,50 2,50 2,50

    Dólar (fim de período-R$) 3,70 3,70 3,60 3,68

    Selic (fim de período-% a.a.) 6,50 6,50 8,00 8,00

    Preços administrados (%) 6,40 6,45 4,44 4,40

    Produção industrial (%) 2,65 2,96 3,05 3,00

    Conta corrente (US$ bi) -20,00 -20,00 -35,90 -34,10

    Balança comercial (US$ bi) 57,81 57,81 49,50 49,30

    IDP (US$ bi) 70,00 70,00 75,30 74,65

    Dívida líquida pública (%/PIB) 54,95 54,93 58,00 58,00

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