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    BC mantém juros em 6,5% e abandona sugestão de alta à frente

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central manteve nesta quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico de 6,5 por cento, conforme amplamente esperado pelo mercado, e indicou que vê um quadro mais benigno para a inflação, que deve jogar para frente o início de um aperto monetário.

    Ao falar sobre os riscos que enxerga para o avanço de preços na economia, o BC disse no comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) que houve, de um lado, elevação no risco do nível de ociosidade elevado produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado.

    Quanto ao risco associado à frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia, que poderia afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação, o BC destacou que houve 'arrefecimento'.

    O BC também melhorou a projeção para o IPCA em 2018 pelo cenário de mercado a 3,7 por cento, sobre 4,4 por cento antes. Para 2019 e 2020, a estimativa foi a 3,9 e 3,6 por cento, ante 4,2 por cento e 3,7 por cento anteriormente.

    Com isso, os cálculos -- que levaram em conta a Selic fechando 2019 em 7,5 por cento e 2020 em 8 por cento -- ficaram ainda mais longe do centro da meta de inflação, que é de 4,5 por cento em 2018, 4,25 por cento em 2019 e 4,0 por cento em 2020, sempre com banda de 1,5 ponto para mais ou para menos.

    'O Copom está vendo cenário muito tranquilo para inflação no ano que vem, não há muito desconforto em deixar (a Selic em) 6,5 por cento por tempo indeterminado e seguir acompanhando evolução do mercado', avaliou o economista do Santander Luciano Sobral, que prevê uma taxa básica de juros estável ao longo do ano que vem.

    Em pesquisa Reuters, todos os 35 economistas consultados pela Reuters já esperavam a manutenção da Selic neste patamar, o que ocorreu pela sexta reunião consecutiva do Copom.

    A decisão ressalta a persistente ociosidade que assola a maior economia da América Latina, com o desemprego de dois dígitos limitando a alta dos salários, enquanto o crescimento econômico segue vagaroso.

    O quadro tem contido pressões inflacionárias e feito economistas apostarem que a Selic seguirá neste nível por ainda mais tempo. Apenas quatro de 33 economistas que responderam a uma questão adicional em pesquisa Reuters esperam que o BC eleve os juros antes do segundo semestre de 2019, e seis projetaram o primeiro aumento em 2020.

    Em sua última reunião do ano, o BC apontou novamente que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural.

    Ao mesmo tempo, excluiu trecho que vinha utilizando logo na sequência de que 'esse estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora'.

    (Por Marcela Ayres)

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    Economistas passam a ver Selic mais baixa em 2019 com cenário de inflação cada vez mais fraca, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - Com o cenário de inflação cada vez mais fraca, os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central ratificaram a expectativa de manutenção da taxa básica de juros nesta semana e ainda reduziram a projeção para 2019.

    O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a perspectiva é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC mantenha a Selic em 6,5 por cento na quarta-feira.

    Além, disso, os especialistas consultados passaram a ver que a taxa encerrará o próximo ano a 7,5 por cento, contra 7,75 por cento estimados anteriormente.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a Selic a 6,5 por cento neste ano e elevou a estimativa para 2019 a 7,25 por cento, de 7,00 por cento na semana anterior.

    O resultado fica em linha com pesquisa da Reuters divulgada na semana passada, segundo a qual todos os 35 economistas consultados veem manutenção da taxa esta semana e apenas quatro de 33 economistas que responderam a uma questão adicional esperam que o BC eleve os juros antes do segundo semestre de 2019.

    As pressões inflacionárias no país seguem fracas e permitem esse movimento pelo BC. No Focus, a projeção para a alta do IPCA em 2018 foi reduzida pela sétima semana seguida, a 3,71 por cento, de 3,89 antes. Em novembro, o índice que baliza a meta do governo recuou 0,21 por cento, maior deflação para o mês em 24 anos, levando o acumulado em 12 meses a 4,05 por cento.

    Para 2019, a conta na pesquisa do BC caiu a 4,07 por cento, de 4,11 por cento no levantamento anterior. O centro da meta oficial de 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa agora é de um crescimento de 1,30 por cento este ano, 0,02 ponto percentual a menos, e de 2,53 por cento no próximo, sem alteração.

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    Ilan prevê ficar no BC até março, e não vê mudanças em relação à política cambial e de reservas

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, previu nesta quarta-feira que deve permanecer no comando da autoridade monetária até março do ano que vem e ressaltou que, mesmo com sua saída, as atuais políticas cambial e de gestão de reservas devem seguir adiante.

    Em coletiva de imprensa, ele estimou que a sabatina no Senado de Roberto Campos Neto, indicado ao cargo pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL), deverá ocorrer ao longo de fevereiro.

    Ilan, que se reuniu com Campos Neto há poucos dias, explicou que as conversas que tem travado com seu substituto ainda são iniciais e preliminares.

    A jornalistas, ele disse ainda não ter aceitado permanecer na presidência do BC por motivos pessoais e não quis dar mais detalhes a respeito. Ressaltou, contudo, ver com 'bons olhos' o novo governo e as medidas que estão sendo pensadas.

    Questionado sobre a permanência de outros diretores do BC na futura administração, ele afirmou que 'a ideia é a transição ocorrer, a diretoria permanecer, acho que não temos muita insegurança em relação a isso'.

    Segundo Ilan, a política cambial do BC é da instituição e vai continuar sendo.

    'Não prevejo nenhuma mudança em nada, acho que o BC vai continuar tendo o papel que teve', afirmou.

    Sobre as reservas internacionais, Ilan avaliou que ainda não é o momento de discutir o nível ótimo do estoque, com a prioridade sendo avançar com as reformas na economia.

    'Eu sempre disse lá atrás que em algum momento iríamos discutir (reservas internacionais), acho que a gente tem que pensar nas reformas -- reforma fiscal, de produtividade --, acho que essas questões são questões que têm quer ser discutidas antes de a gente começar outro tipo de discussão mais perene', afirmou ele.

    Após o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, ter afirmado mais cedo neste ano que poderia vender parte das reservas em caso de ataque especulativo, com o dólar se aproximando de 5 reais, Ilan afirmou que não lhe cabia comentar a situação hipotética.

    'O que posso dizer é que a política continua a mesma, o BC continua o mesmo, não vejo grandes mudanças nessa área', destacou.

    AGENDA BC+

    Durante a coletiva, Ilan fez uma avaliação da agenda institucional da autarquia, batizada de BC+, apontando que 19 ações foram concluídas entre 2016 e 2017, outras 22 foram finalizadas este ano e mais 27 seguem em andamento.

    No grupo das medidas que o BC espera ver avançando no ano que vem estão, por exemplo, a coordenação de dados para regulação do 'open banking', que passa para os correntistas o poder de decidir quem pode ter acesso a seus dados bancários, dando abertura para que outras instituições lhes ofereçam serviços como seguros, cartões de crédito e empréstimos.

    Entre as ações futuras, Ilan também citou o incentivo a pagamentos instantâneos e uma Lei de Coordenação da Estabilidade Financeira, que instituirá um comitê para momentos de crise que exijam resposta conjunta de BC, Ministério da Fazenda e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), atendendo a uma demanda que o resto do mundo tem feito ao Brasil.

    'Cada instituição vai continuar fazendo o seu, não mudam suas tarefas ... Única coisa é que vai ter um polo onde cada um vai discutir o que está fazendo no meio de momentos em que precisa a conversa. Só isso', explicou.

    Ilan também disse esperar para o início de 2019 uma oferta voluntária pela indústria de cartão de crédito de um produto com prazos menores de pagamento para o lojista.

    'Isso tudo a gente tem avaliado para que seja adotado de forma voluntária pelo sistema e tudo indica que está em fase final ... e será oferecido no começo do ano um novo produto que não vai proibir nada', disse.

    Ele pontuou que o BC não está satisfeito ainda com os juros cobrados no cartão de crédito, embora já tenha ocorrido queda relevante na modalidade.

    Olhando em retrospecto, Ilan disse ter orgulho de todas as medidas adotadas na sua gestão que foram além da política monetária, incluindo aquelas para competição bancária cujos maiores efeitos, na sua opinião, só serão percebidos pela sociedade à frente. Nesse sentido, citou medidas para fomento às fintechs, portabilidade bancária e maior digitalização.

    Segundo o presidente do BC, ainda há espaço para a autoridade monetária seguir simplificando compulsórios e reduzindo alíquotas, processo que seguirá em curso.

    Em outra frente, Ilan disse que o BC acredita no projeto de autonomia da instituição que está tramitando no Congresso e que trabalhará para ajudar na sua aprovação, mas que o debate agora cabe aos parlamentares.

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    Ilan anuncia medida que trava câmbio de compra em moeda estrangeira no cartão de crédito ao dia do gasto

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, anunciou nesta quarta-feira nova norma para que os gastos em moeda estrangeira nos cartões de crédito internacionais tenham seu valor fixado em reais pela taxa de câmbio vigente no dia do gasto.

    A medida, contudo, só entrará em vigor em 1º de março de 2020.

    Em coletiva a jornalistas, Ilan ressaltou que a ideia é aumentar a previsibilidade para o consumidor, que assim saberá o valor em reais que deverá desembolsar pela compra, já que a norma elimina a necessidade de ajuste na fatura subsequente.

    'Acreditamos que o consumidor vai se sentir mais confortável sabendo quanto está gastando', disse Ilan. 'É uma medida que facilita a vida do cidadão', completou.

    Em nota, o BC destacou ainda que a investida 'aumenta a transparência e a comparabilidade na prestação do serviço, padronizando as informações sobre o histórico das taxas de conversão nas faturas e terão que ser divulgadas em formato de dados abertos, de forma que rankings de taxas possam ser estruturados e divulgados'.

    Para a fixação do valor em reais na data do gasto, a fatura terá que apresentar a identificação da moeda, a discriminação de cada gasto na moeda em que foi realizado e o seu valor equivalente em reais. A fatura também precisará incluir data, valor equivalente em dólares e a taxa de conversão do dólar para o real.

    Na circular sobre o assunto publicada nesta quarta-feira, o BC ressalta que o emissor do cartão de crédito deverá obrigatoriamente oferecer ao cliente a sistemática do pagamento da fatura pelo valor equivalente em reais na data de cada gasto.

    Contudo, poderá também ofertar a alternativa de pagamento pelo valor equivalente em reais no dia do pagamento da fatura, 'observado que a adoção dessa sistemática está condicionada ao cliente expressamente optar por aceitá-la'.

    (Por Marcela Ayres)

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    BC faz nova simplificação em regras dos compulsórios e prevê liberação de R$2,7 bi

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central divulgou nesta quinta-feira uma série de ajustes nas regras sobre recolhimento compulsório de recursos à vista e a prazo, projetando que 2,7 bilhões de reais serão liberados no sistema, com efeitos sendo produzidos já no final do ano.

    Em nota, o BC afirmou que as mudanças 'fazem parte do trabalho de simplificação das regras do recolhimento compulsório, permitindo uma redução dos custos para o sistema financeiro'. Por meio de duas circulares, o BC consolidou regras que estavam antes dispersas em 17 circulares.

    Com isso, a autoridade monetária antecipou para dezembro de 2018 o fim de deduções que acabariam no final de 2019.

    'Para compensar as alterações nas deduções, a alíquota sobre recursos a prazo foi reduzida de 34 por cento para 33 por cento e a sobre recursos à vista de 25 por cento para 21 por cento, gerando uma liberação residual da ordem de 0,6 por cento do recolhimento total', disse o BC.

    A diminuição de alíquotas dá amparo para que os bancos possam emprestar maior parcela das suas reservas.

    'Além disso foram atualizados os valores de algumas deduções como as baseadas no nível I do Patrimônio de Referência nos recolhimentos sobre recursos a prazo e como as que incidem sobre os valores médios do recolhimento compulsório sobre recursos à vista (sobe de 200 milhões para 500 milhões de reais)', acrescentou.

    Na prática, as alterações abrirão o caminho para que oito instituições financeiras de menor porte passem a não ter mais obrigatoriedade desses recolhimentos.

    Segundo o BC, o ajuste no arcabouço regulatório também compreendeu a diminuição da exigência mínima diária de cumprimento da exigibilidade de 80 por cento para 65 por cento sobre os montantes de exigibilidade sobre recursos à vista, 'permitindo aos bancos maior flexibilidade e garantindo melhores condições de funcionamento do mercado monetário'.

    A simplificação dos compulsórios faz parte da agenda institucional BC+, para adequar valores recolhidos ao BC à conjuntura econômica e aos objetivos das políticas econômica e monetária.

    Em março deste ano, o BC também mudou regras no recolhimento compulsório sobre recursos à vista e sobre encaixe da poupança, numa investida mais drástica que a de agora e que representou uma devolução de 25,7 bilhões de reais ao sistema financeiro.

    (Por Marcela Ayres)

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    Economistas veem inflação mais baixa neste ano, mantêm estimativa para juros

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a reduzir as perspectivas para a inflação neste ano na pesquisa Focus do Banco Central, pela quarta semana seguida, em levantamento que ainda não deve ter refletido o anúncio do novo presidente da autoridade monetária.

    A expectativa agora segundo o levantamento divulgado nesta segunda-feira é de uma inflação de 4,13 por cento em 2018, conta 4,23 por cento estimados há uma semana. Para 2019, a projeção foi ajustada em 0,01 ponto percentual para baixo, a 4,20 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    O governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou na quinta-feira passada, feriado de Proclamação da República, que o economista Roberto Campos Neto assumirá a presidência do BC no lugar de Ilan Goldfajn, e que Mansueto Almeida permanecerá no cargo de secretário do Tesouro Nacional. O Focus é fechado na sexta-feira.

    A perspectiva para o dólar no levantamento permaneceu em 3,70 reais para este ano e em 3,76 reais para 2019. Já em relação à economia, não houve alterações nas contas de que o Produto Interno Bruto (PIB) deve apresentar crescimento respectivamente de 1,36 por cento e de 2,50 por cento.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019, a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, vê a taxa básica de juros a 6,5 por cento e a 7,5 por cento ao final de cada um desses anos.

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    Atividade econômica cai 0,09% em setembro mas termina 3º tri no azul, indica BC

    SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira registrou recuo em setembro mas ainda assim terminou o terceiro trimestre com expansão, voltando a mostrar crescimento trimestral após duas quedas seguidas, em uma recuperação principalmente após a greve dos caminhoneiros ter deprimido a atividade no período entre abril e junho.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou contração de 0,09 por cento em setembro na comparação com o mês anterior, de acordo com dado dessazonalizado divulgado nesta sexta-feira pelo BC.

    O resultado foi melhor que a expectativa em pesquisa da Reuters, de queda de 0,4 por cento, no primeiro desempenho negativo após três altas seguidas.

    Com isso, o indicador fechou o terceiro trimestre com expansão de 1,74 por cento sobre os três meses anteriores, também em dado dessazonalizado, após contração de 0,15 por cento no primeiro trimestre e de 0,79 por cento no segundo, sendo que no período entre abril e junho houve forte pressão da greve dos caminhoneiros.

    'Vemos os resultados dos distintos indicadores da atividade (no terceiro trimestre) tendendo claramente a positivos, em parte em resposta à base fraca do segundo trimestre', explicou o economista-chefe da Tullett Prebon Brasil, Fernando Miguel Monteiro, em nota.

    'A favor deste último trimestre jogam as maiores confianças e distensão do pós-eleições', completou.

    Na comparação com setembro de 2017, o IBC-Br registrou crescimento de 0,72 por cento e no acumulado em 12 meses teve alta de 1,45 por cento, segundo dados observados do BC.

    Os indicadores de atividade em setembro mostraram que a economia apresentou desempenho fraco no fim do terceiro trimestre, em um período marcado por fortes incertezas antes da eleição presidencial de outubro.

    A produção industrial registrou queda de 1,8 por cento sobre agosto, acima do esperado, enquanto as vendas no varejo sofreram contração de 1,3 por cento, no pior desempenho para o mês em 18 anos.

    Já o setor de serviços teve recuo inesperado na comparação com agosto, de 0,3 por cento, na performance mais fraca para setembro em três anos.

    A mais recente pesquisa Focus realizada pelo BC junto a economistas mostra que a expectativa é de um crescimento do PIB este ano de 1,36 por cento, acelerando a 2,5 por cento em 2019.

    O IBGE divulga os dados do PIB do segundo trimestre no dia 30 de novembro.

    (Por Camila Moreira; Edição de Marcela Ayres)

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    Mercado reduz expectativa para inflação este ano; mantém projeção para PIB e dólar, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a reduzir a perspectiva para a inflação neste ano na pesquisa Focus do Banco Central, depois de a autoridade monetária afirmar que a inflação deve ter seu pico no segundo trimestre de 2019.

    A pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de uma inflação de 4,23 por cento neste ano, contra 4,40 por cento previstos anteriormente, com as contas para a alta dos preços administrados caindo a 7,48 por cento, de 7,55 por cento.

    Para 2019, a projeção de alta do IPCA sofreu apenas ajuste para baixo de 0,01 ponto percentual, a 4,21 por cento, com a expectativa para os administrados permanecendo de avanço de 4,80 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Na semana passada, o BC apontou na ata de sua última reunião que a inflação acumulada em 12 meses deve se elevar até atingir um pico por volta do segundo trimestre de 2019, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano.

    Em outubro, o IPCA subiu 0,45 por cento, a maior taxa para o período em três anos, e foi a 4,56 por cento no acumulado em 12 meses.

    A perspectiva para o dólar no Focus permaneceu em 3,70 reais em 2018, mas para o ano que vem caiu a 3,76 reais, de 3,80 reais.

    Já em relação à economia, o levantamento aponta que as contas para Produto Interno Bruto (PIB) continuam sendo de uma expansão de 1,36 por cento e 2,50 por cento respectivamente em 2018 e 2019.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, consideram que a taxa básica de juros ficará respectivamente em 6,5 e 7,5 por cento.

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    Ilan faz apelo a líderes para aprovação da independência do BC ainda neste ano

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, participou de reunião com lideranças partidárias na presidência da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira em que foi discutida a aceleração do projeto que concede independência para a autoridade monetária e temas de prevenção à lavagem de dinheiro.

    Uma das ideias abordadas no encontro foi como fechar um acordo com lideranças partidárias para votar um regime de urgência para o projeto que concede independência ao BC, permitindo que o texto siga diretamente para o Plenário da Câmara na próxima semana, disse uma fonte à Reuters.

    'O apelo do presidente (Ilan) foi para que pudesse avançar esse ano', disse o líder do governo, deputado Aguinaldo Ribeiro, a jornalistas depois da reunião.

    As perspectivas estavam mistas, uma vez que o quórum no Congresso diminui em semanas de feriado, como o da proclamação da República no dia 15, ao mesmo tempo em que o clima entre parlamentares ficou mais positivo depois da eleição de Jair Bolsonaro (PSL), que defende a independência do BC, disse a fonte.

    O líder do governo na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que a votação da proposta de autonomia do BC dependerá de todos os líderes e que caberá às lideranças decidirem se esta é uma matéria prioritária para a Câmara, afirmando que não há uma data para a proposta sobre o tema ser votada.

    Na véspera, o futuro ministro da economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, defendeu que a aprovação não apenas da independência do BC como também da reforma da Previdência neste ano representariam avanços importantes para a economia e um 'belo encerramento' do governo Michel Temer.

    MAIORIA FAVORÁVEL

    A maioria dos partidos presentes à reunião foi 'favorável' a acelerar a tramitação do projeto de independência do BC, segundo Ribeiro, destacando posição contrária do PT, PSOL e PCdoB -partidos que fazem oposição a Temer e tendem a permanecer no bloco antagônico a Bolsonaro na próxima legislatura.

    Ilan fez um relato sobre os 50 países mais ricos cujos bancos centrais atuam descolados da política, defendendo que o Brasil seguisse a mesma linha. Um dos pontos do projeto é a adoção de mandatos para diretores e presidente do BC.

    'Hoje a gente iniciou esse processo de discussão desse tema, que seria relevante para dar estabilidade à política monetária do país', disse Ribeiro.

    'É um tema que vem sendo discutido na Casa há algum tempo e que foi colocado para os líderes a possibilidade de avançar nessa discussão.'

    A eventual permanência de Ilan à frente do BC não foi discutida na reunião que ocorreu entre ele e os líderes mais cedo, de acordo com Ribeiro.

    (Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello)

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    Inflação em 12 meses deve ter pico no 2º tri de 2019, mas depois convergir à meta, diz BC

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central afirmou que a inflação acumulada em 12 meses deve se elevar até atingir um pico por volta do segundo trimestre de 2019, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano, conforme ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira.

    O BC, contudo, não demonstrou preocupação com o esperado avanço de preços na economia, numa indicação de que o movimento não deve levá-lo a subir os juros tão cedo após a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial ter reduzido temores de uma alta do dólar sobre o real.

    'Ajustes de preços relativos parecem ter contribuído para elevar a inflação para níveis compatíveis com as metas em contexto com expectativas ancoradas, o que não deveria constituir risco para a manutenção da inflação nesses níveis após concluídos os referidos ajustes', disse o BC no documento, assinalando que seguirá acompanhando essa trajetória.

    No documento, o BC também afirmou que já deveria estar claro que não há relação mecânica entre choques que produzem ajustes de preços relativos e a política monetária, razão pela qual irá excluir esta mensagem a partir da próxima reunião do Copom, 'com o entendimento que isso não deveria ser interpretado como mudança de sua forma de condução da política monetária'.

    Na semana passada, o BC manteve a taxa básica de juros em seu piso histórico de 6,50 por cento ao ano e ponderou que houve alguma melhora em seu balanço de riscos, corroborando apostas no mercado de que não subirá a Selic num horizonte próximo, embora tenha mantido a porta aberta para fazê-lo se houver piora no quadro inflacionário. A mensagem foi repetida na ata nesta terça-feira.

    Em pesquisa Reuters, 40 de 42 economistas já esperavam que o BC deixasse os juros inalterados, o que ocorreu pela quinta reunião consecutiva do Copom, a primeira após a realização das eleições presidenciais.

    'Reforçamos nossa projeção de manutenção da atual taxa até ao menos o primeiro trimestre de 2019, quando finalmente serão conhecidos em sua compleição a nova equipe econômica e os planos de governo que podem estimular a economia ao ponto de se necessitar a retirada dos estímulos', avaliou o economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, em nota.

    Na ata, o BC foi um pouco mais direto sobre o quadro que passou a ver ao assinalar que, em relação ao cenário doméstico, houve diminuição de incertezas, que produziu redução dos prêmios de risco embutidos nos preços de ativos brasileiros.

    '(Isso) contribuiu para redução do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom concluíram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço', afirmou o BC, em referência ao risco de frustração das expectativas sobre a continuidade de reformas na economia e de deterioração do cenário externo para economias emergentes.

    Em setembro, o BC havia dito pela primeira vez que poderia subir a Selic à frente caso houvesse piora do cenário inflacionário, conforme incertezas ligadas às eleições e um movimento global de aversão a risco pressionavam o câmbio aos valores mais altos desde a criação do real.

    Agora, a possibilidade de eventual aumento de juros seguiu na mesa, mas parece mais distante com o reconhecimento que o balanço de riscos mudou para melhor.

    Ao longo das últimas semanas, os mercados demonstraram forte alívio com o favoritismo e posterior vitória de Bolsonaro à Presidência do país, pelo fato de o capitão da reserva ter sido abraçado como o candidato reformista no embate com o petista Fernando Haddad.

    Em outubro, a moeda norte-americana teve a maior queda percentual ante o real desde junho de 2016, para o patamar de 3,70 reais. O recuo do dólar frente ao real pode baratear importados e insumos da indústria e agricultura, reforçando a perspectiva de inflação lenta nos próximos meses.

    Apesar de o IPCA em 12 meses ter subido para acima do centro da meta deste ano, de 4,5 por cento, o chamado núcleo da inflação, que não leva em conta componentes voláteis, tem ficado contido, em meio à lenta recuperação econômica e desemprego elevado.

    'No que tange à inflação subjacente, nos últimos meses suas diversas medidas se elevaram a partir de níveis considerados baixos, atingindo níveis que o Comitê julga apropriados – ou seja, de modo geral consistentes com as metas para a inflação', avaliou o BC na ata.

    Na mais recente pesquisa Focus, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, as perspectivas para inflação neste ano voltaram a cair, a 4,40 por cento, ao mesmo tempo em que os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais baixa em 2019, a 7,5 por cento, ante 7,88 por cento anteriormente.

    Para o ano que vem, a projeção geral dos economistas é de um IPCA em 4,22 por cento, praticamente no centro da meta, que é de 4,25 por cento em 2019.

    Considerando a manutenção da Selic em 6,5 por cento e o dólar constante a 3,70 reais, o BC calcula um cenário parecido, com inflação de 4,4 por cento para 2018, 4,2 por cento para 2019 e 4,1 por cento para 2020, sendo que para o último ano o centro da meta de inflação é de 4,0 por cento.

    Em todos os anos, a margem para a meta é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    'As projeções de inflação divulgadas no documento estão muito próximas das metas no médio prazo, sugerindo um quadro relativamente benigno para a variação de preços', afirmou o Bradesco, em nota a clientes, prevendo estabilidade da Selic até o fim deste ano e elevação a 8 por cento ao fim de 2019.

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