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    Fiscalizador suíço aponta falhas do Credit Suisse no combate à corrupção envolvendo Fifa e Petrobras

    Por John Miller

    ZURIQUE (Reuters) - O Credit Suisse falhou em combater adequadamente a lavagem de dinheiro em casos suspeitos de corrupção ligados à Fifa e às petroleiras estatais da Venezuela e do Brasil, disse nesta segunda-feira o órgão de fiscalização suíço Finma, abalando a reputação do banco.

    O Finma vai indicar um auditor independente para supervisionar os processos contra a lavagem de dinheiro do banco, mas não chegou a forçar a instituição a devolver qualquer lucro que possa ter obtido ilegalmente. O Finma não tem autoridade para multar os bancos que supervisiona.

    O segundo maior banco da Suíça, atrás do UBS, também falhou em suas obrigações de combater a corrupção enquanto administrava 'uma relação empresarial significativa' com uma pessoa exposta politicamente, disse a autoridade nesta segunda-feira.

    O Credit Suisse disse em um comunicado que o órgão fiscalizador suíço havia descoberto 'fraquezas do legado', acrescentando que agiu para melhorar a conformidade desde que o presidente-executivo, Tidjane Thiam, assumiu no lugar de seu antecessor Brady Dougan, em março de 2015.

    Em vez disciplinar um executivo que não cumpriu a regulação de conformidade por anos, o Finma disse que o Credit Suisse impulsionou a remuneração do executivo.

    Uma fonte bancária identificou o gerente como Patrice Lescaudron, sentenciado a cinco anos de prisão em fevereiro.

    'As falhas identificadas aconteceram repetidamente ao longo de diversos anos, principalmente antes de 2014', disse o Finma, acrescentando que muitos dos problemas surgiram da subsidiária do grupo Clariden Leu AG, que foi totalmente absorvida pelo Credit Suisse em 2012.

    'O Finma identificou deficiências no processo contra a lavagem de dinheiro, assim como falhas nos mecanismos de controle do banco e de gestão de risco', disse a autoridade.

    O auditor independente vai monitorar o Credit Suisse para garantir que o banco avance em melhorias.

    A ação contra o Credit Suisse surgiu a partir da investigação pelo Finma de diversas instituições financeiras suíças a partir de 2015, relacionadas com suspeitas de corrupção envolvendo a FIFA, a Petrobras e a petroleira venezuelana PDVSA.

    Analistas disseram que o tom duro do órgão regulador e a instalação de um monitor poderiam afetar a confiança nos esforços do Credit Suisse para corrigir problemas do passado.

    'As declarações do Finma dificilmente vão acalmar as coisas, uma vez que mostrou claramente o que pensa sobre a qualidade dos esforços do banco para combater lavagem de dinheiro', disse o analista do Zuercher Kantonalbank Javier Lodeiro.

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    ENTREVISTA-Caixa Econômica usará recursos de acordo com CNP Assurances para reforçar capital e crédito

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal usará recursos de um acordo feito com a seguradora francesa CNP Assurances para fortalecer sua estrutura de capital e aumentar sua capacidade de oferta de crédito, disse o presidente do banco estatal, Nelson Antonio de Souza.

    'Poderemos ampliar o crédito, ainda que de forma prudente, nas linhas que exijam menos alocação de capital', disse Souza em entrevista à Reuters na sede do banco em São Paulo nesta sexta-feira.

    A CNP Assurances pagará 4,65 bilhões de reais para poder vender produtos das áreas de vida, prestamista e previdência até 2041 nas agências da Caixa Econômica Federal, anunciou na quarta-feira sua unidade Caixa Seguridade.

    O banco também deve captar mais recursos ainda em 2018 com outras parceiras que envolvem o uso de suas agências para venda de seguros habitacional, automotivo, de riscos patrimoniais e consórcios, disse Souza.

    Além dos recursos mais imediatos, a renovação do acordo em novas bases com a CNP Assurances abre caminho para a Caixa Econômica retomar os planos de abrir o capital da Caixa Seguridade, que haviam sido interrompidos desde 2016 devido ao impasse nas negociações com os franceses sobre extensão da parceria que vence em 2021.

    Como parte das conversas, a Caixa Seguridade estendeu um acordo de exclusividade com a corretora Wiz até 2021. A Caixa Seguridade criou uma corretora própria para operar com a Wiz a partir de então, disse Souza.

    O movimento é o primeiro de uma série de iniciativas lançadas pela Caixa Econômica nos últimos anos para levantar recursos com vários de seus ativos e fortalecer os níveis de capital, que ficaram bastante debilitados na esteira da fracassada campanha do governo federal de usar os bancos públicos para tentar reanimar uma economia na trilha da recessão.

    Após o acordo com a CNP Assurances, o banco estatal vai retomar o processo de venda de seu braço de loterias instantâneas Lotex, que fracassou em julho por falta de interessados. Pelo negócio, o governo esperava um lance mínimo de 1 bilhão de reais.

    'Estamos reformulando o modelo de negócios da Lotex para dar maior atratividade a investidores e vamos voltar ainda em 2018', disse Souza. 'Interessados tem.'

    Em outra frente, a Caixa Econômica se prepara para voltar a repassar parte de suas carteiras de crédito, instrumento muito usado pelos demais bancos, mas que o banco estatal foi proibido de fazer pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2016.

    'Já obtivemos aval da área técnica do TCU para a venda de 'carteiras performadas'', disse Souza, em referência a créditos adimplentes. 'Vamos voltar ao mercado nos próximos meses', acrescentou ele.

    O banco também vai retomar a venda de um lote de imóveis recebidos por inadimplência, que também fracassou este mês devido à percepção de risco dos potenciais investidores. A expectativa com esse negócio é também de levantar 1 bilhão de reais.

    As iniciativas devem dar ao banco maior capacidade de cumprir níveis mais rígidos de alocação de capital previstas em Basileia III e que entram em vigor no começo de 2019, ao mesmo tempo em que tenta voltar a ampliar crédito, após dois anos de estagnação.

    CONSIGNADO/FGTS

    Uma das linhas que o banco pretende ampliar sua participação é no crédito consignado, por se encaixar no foco da Caixa Econômica de priorizar linhas de menor risco e que, por isso, exigem menor alocação de capital.

    'Temos espaço para crescer muito no consignado', disse o presidente da Caixa.

    O banco aposta que mudanças operacionais façam deslanchar o consignado para trabalhadores do setor privado, com garantia do FGTS. Embora exista desde 2016, a modalidade não teve adesão dos bancos, que dizem ver muitos riscos no modelo.

    Com os ajustes feitos pela Caixa, os bancos terão mais visibilidade sobre o saldo de FGTS dos tomadores, o que permitirá a oferta de crédito a preços mais parecidos com os praticados para funcionários públicos.

    'Nossa expectativa é de que isso aconteça já em setembro', disse Souza. 'Já conversamos com alguns bancos'.

    CRÉDITO DIGITAL

    Dentre as iniciativas para tentar reduzir a desvantagem em relação aos principais rivais em alguns segmentos, a Caixa está criando um braço para reunir seus negócios de cartões, disse Souza.

    'Vamos ter uma empresa própria que vai nos ajudar a ter no setor uma presença equivalente ao nosso tamanho no mercado.'

    Em outra frente, o banco lançou neste mês projeto piloto de agências digitais para atender a crescente demanda por serviços fora das agências físicas. Até o final do ano, a Caixa deve inaugurar 100 unidades dessas agências, enquanto conclui um sistema que permita ao banco abrir contas correntes totalmente digitais ainda em 2018, disse o executivo.

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    Caixa Econômica acelera reforço de capital para crédito voltar a crescer em 2019

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal preencheu uma lacuna de capital sem ter precisado recorrer à venda de ativos e à ajuda do governo federal, mas negocia receber de volta parte dos dividendos de 2017 e emitir bônus no exterior como parte de seu plano para voltar a crescer em 2019, após dois anos de estagnação.

    'Precisar de injeção de capital do Tesouro é um assunto que ficou no passado', disse a jornalistas o presidente-executivo da Caixa, Nelson Antônio da Silva.

    O banco estatal afirmou mais cedo que seu índice de capital de nível 1, uma medida-chave de como um banco está protegido contra efeitos de uma eventual crise, atingiu 12,5 por cento em junho, 3,5 pontos percentuais superior a junho de 2017. O piso regulatório para esse indicador a partir de 2019 será de 9,5 por cento.

    Esse avanço foi obtido sobretudo com uma forte campanha de redução de despesas, que incluiu dois programas de demissão voluntária, fechamento de agências e agressiva contração nos empréstimos não ligados ao setor imobiliário.

    Assim, a carteira de 695,3 bilhões de reais em empréstimos do banco no fim do primeiro semestre era 3 por cento menor do que um ano antes. O crédito para empresas caiu em 25,7 por cento no período, enquanto o para consumo se contraiu em 13 por cento.

    Em compensação, a despesa da Caixa com provisão para perdas com calotes diminuiu 34 por cento sobre um ano antes, para 3,34 bilhões de reais. Além disso, a despesa com pessoal caiu 2 por cento, enquanto a administrativa subiu só 1 por cento.

    Ícone da campanha do governo iniciada em 2008, de tentar estimular a economia por meio da oferta de crédito barato, a Caixa acelerou fortemente suas concessões nos anos seguintes, na contramão dos bancos privados.

    À medida que uma sucessão de fatores levou o país a uma forte recessão e deixou o governo sem condições de seguir injetando dezenas de bilhões de reais no capital do banco, a Caixa enfrentou um mix de erosão dos níveis de capital e maiores despesas com calotes, que pressionou fortemente o lucro.

    Agências de classificação de risco chegaram a calcular que a Caixa precisaria de um aporte de cerca de 15 bilhões de reais para se enquadrar às regras mais rígidas de capital a partir de 2019.

    Para evitar esse quadro, a Caixa planejava captar recursos com a venda de ativos, mas todas as tentativas falharam. O leilão do braço de loterias Lotex, em julho, não teve interessados. A venda de parte do ramo segurador, reunido na Caixa Seguros, por meio de uma listagem em bolsa, foi abortado no ano passado. E a venda de carteiras de crédito vencidas foi barrada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

    Um plano de receber cerca de 15 bilhões de reais em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fortalecer o capital também foi barrado pelo TCU.

    Até uma captação com bônus no exterior, como fizeram outros bancos brasileiros neste ano, foi inviabilizada, uma vez que os balanços da Caixa nos últimos trimestres têm sido publicados com ressalvas da auditoria independente PricewaterhouseCoopers, em meio a dúvidas sobre a extensão de perdas com casos de irregularidades nos últimos anos.

    'Estamos resolvendo isso e acho que nosso balanço já virá sem ressalva a partir do terceiro trimestre, o que nos abrirá caminho para fazer uma captação com bônus no exterior', disse o vice-presidente de finanças da Caixa, Arno Meyer.

    Simultaneamente, a administração do banco negocia para receber de volta quase 800 milhões de reais dos cerca de 3 bilhões de reais pagos ao governo federal referentes ao lucro de 2017.

    'Se pudermos ter esses recursos, isso nos ajuda', disse à Reuters o vice-presidente de riscos da Caixa, Paulo Henrique Ângelo, explicando que, uma vez devolvidos, os recursos na prática seriam usados para capitalizar o banco, o que elevaria o nível de capital principal em menos de 1 ponto percentual.

    A Caixa teve lucro de 3,46 bilhões de reais no trimestre, salto de 33,9 por cento ante mesmo período de 2017. O resultado superou os 3,24 bilhões de reais do Banco do Brasil, também controlado pelo governo federal no período.

    (Por Aluísio Alves)

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    Lucro da Caixa Econômica Federal salta 34% no 2º trimestre

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira que teve lucro líquido de 3,464 bilhões de reais, um salto de 33,9 por cento ante mesma etapa de 2017, apesar da queda da carteira de crédito.

    O banco estatal fechou junho com uma carteira de crédito de 695,3 bilhões de reais, recuo de 2,9 por cento em 12 meses, influenciada pela redução de 25,7 por cento na carteira de pessoa jurídica, compensada pelo aumento de 3,6 por cento na carteira habitacional.

    'Mesmo diante do recuo do crédito, a Caixa manteve sua participação no mercado superior a 20 por cento, em linha com o planejado pela empresa e melhorou a qualidade da carteira', disse o banco estatal nesta segunda-feira.

    As provisões para as perdas com inadimplência somaram 3,340 bilhões de reais, queda de 34,2 por cento em relação ao segundo trimestre de 2017.

    O índice de inadimplência acima de 90 dias da Caixa recuou 0,4 ponto percentual ante o primeiro trimestre e ficou estável em relação ao mesmo período do ano anterior, em 2,5 por cento.

    O índice de capital principal ficou em 12,5 por cento e a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio subiu para 15,36 por cento no segundo trimestre.

    'A melhoria nos resultados do banco foi causada por uma queda significativa de provisões e alguma melhoria nas taxas de serviço', disseram analistas do Itaú BBA sobre o resultado do terceiro trimestre da Caixa.

    (Por Aluísio Alves, reportagem adicional de Paula Arend Laier)

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    Moscou diz aos EUA que restrições a bancos russos seriam ato de 'guerra econômica'

    Por Andrew Osborn e Andrey Ostroukh

    MOSCOU (Reuters) - A Rússia alertou os Estados Unidos nesta sexta-feira que encararia qualquer medida norte-americana para restringir as atividades de bancos russos como uma 'declaração de guerra econômica' e que retaliaria, já que as novas sanções afetaram o rublo e parlamentares dos EUA ameaçaram impor mais.

    O alerta do primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, reflete os temores russos de um impacto de novas restrições sobre a economia e os ativos do país, incluindo o rublo, que perdeu quase 6 por cento de seu valor nesta semana devido ao nervosismo causado pelas sanções.Falando durante uma viagem ao extremo leste da Rússia, Medvedev disse: 'Posso dizer uma coisa: se surgir uma proibição a operações de bancos ou ao uso que fazem desta ou daquela moeda, seria possível chamá-la claramente de uma declaração de guerra econômica'.

    'E seria necessário, seria preciso reagir a esta guerra economicamente, politicamente ou, se preciso, por outros meios. E nossos amigos norte-americanos precisam entender isso'.

    Economistas acreditam que a economia russa crescerá 1,8 por cento neste ano. Mas se as novas sanções propostas pelo Congresso e pelo Departamento de Estado dos EUA forem adotadas integralmente, o que continua incerto, alguns economistas temem que o crescimento seja quase zero.

    O presidente russo, Vladimir Putin, falou sobre o que o Kremlin qualificou como 'possíveis novas medidas inamistosas de Washington' com seu Conselho de Segurança nesta sexta-feira.

    A estratégia moscovita de tentar melhorar os desgastados laços EUA-Rússia por meio de uma aproximação com o presidente Donald Trump está fracassando -- parlamentares pediram uma nova leva de sanções na semana passada por temerem que Trump seja muito suave com a Rússia.

    Isso, por sua vez, pressionou Trump a mostrar que é duro com Moscou antes das eleições de meio de mandato. Na quarta-feira o Departamento de Estado anunciou novas sanções ligadas ao envenenamento de um ex-espião duplo russo no Reino Unido em março.

    Nesta sexta-feira a Casa Branca criticou duramente o incidente do envenenamento, que um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional de Trump classificou como 'uma demonstração irresponsável de desprezo pela norma universalmente respeitada contra armas químicas'.As novas sanções fizeram o rublo sofrer sua pior queda em dois anos e desencadearam uma liquidação ainda maior de ativos devido aos temores de que Moscou esteja presa em uma espiral de punições ocidentais sem fim.O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, se queixou das punições recentes em um telefonema ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira.

    (Reportagem adicional de Tom Balmforth, em Moscou, e Patricia Zengerle, em Washington)

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    BC autoriza aquisição de fatia da XP Investimentos por Itaú, mas restringe compra de controle

    Por Carolina Mandl e Flavia Bohone

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco Central aprovou a compra pelo Itaú Unibanco de uma participação na XP Investimentos, mas impediu o banco de ficar com o controle da empresa de serviços financeiros até pelo menos 2026.

    A autorização com restrições acontece mediante a assinatura de Acordo em Controle de Concentração (ACC), por meio do qual certos compromissos foram assumidos pelo Itaú e pela XP perante a autoridade monetária.

    O BC autorizou a aquisição pelo Itaú de 30,1 por cento do capital votante da XP, que somadas com as ações preferenciais, dão ao banco uma participação de 49 por cento do capital da XP, mediante a injeção de 600 milhões de reais e com a transferência de ações dos atuais acionistas para o banco.

    O BC, contudo, excluiu a possibilidade de compra de 12,5 por cento do capital total da XP em 2020 e as opções de venda do controle acionário da XP ao Itaú, a partir de 2024, ou de compra do controle (pelo Itaú), a partir de 2034, previstas no negócio inicial.

    'O acordo viabiliza o investimento na XP, mas preserva sua independência', disse o Banco Central em comunicado nesta sexta-feira.

    O BC também proibiu a XP de comprar competidores. O presidente-executivo da companhia, Guilherme Benchimol, disse à Reuters que as restrições não vão restringir os planos de expansão da empresa.

    Em entrevista, Benchimol afirmou que a XP pretende atrair gerentes de agências de bancos para trabalharem como agentes autônomos para a XP, trazendo a clientela deles. A XP quer atingir 850 mil clientes até o fim do ano ante atuais 700 mil, e 225 bilhões de reais em ativos sob custódia, ante 170 bilhões atualmente administrados.

    Benchimol também afirmou que a XP pode retomar planos para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), após as restrições impostas pelo BC. Dois de seus acionistas, General Atlantic e Dynamo Administração de Recursos, podem optar por vender suas participações na operação.

    O acordo da XP com o Itaú prevê possibilidade de aquisição de fatia adicional, pelo Itaú a partir de 2022, de 12,5 por cento do capital da XP, sujeita a aprovação futura do BC. No entanto, mesmo que isso aconteça, o Itaú passaria a deter 40 por cento do capital votante da XP, ainda abaixo do necessário para ter o controle.

    Segundo o BC, o acordo valerá por 15 anos para as medidas destinadas a preservar a independência da XP e impedir o acesso à base de seus clientes e por 8 anos para as demais restrições.

    Desta forma, para adquirir o controle da XP, as empresas poderão negociar e apresentar novo pedido, que seria novamente analisado pelo BC, somente após o prazo de vigência de oito anos a partir da assinatura do ACC.

    O BC também determinou que o Itaú não poderá indicar diretor para as áreas financeira e de operações da XP, nem ter acesso à base de dados de clientes e de prestadores de serviços relacionados com as operações da XP.

    O banco não poderá ainda adquirir o controle ou participação em outras plataformas abertas de investimento.

    E a XP não poderá privilegiar o Itaú na contratação de operações e de serviços bancários relacionados à movimentação de recursos de seus clientes e deverá divulgar regras para inclusão e para exclusão de participantes na plataforma.

    A XP também não poderá comprar controle ou participação em plataformas abertas e está proibida de estabelecer exclusividade contratual ou sob qualquer outra forma em relação aos agentes de distribuição de investimentos e aos correspondentes bancários que contratar, assim como de realizar discriminação de produtos de terceiros distribuídos por meio de sua plataforma.

    Duas fontes a par do assunto disseram que o acordo veta ainda qualquer mudança no controle do XP até 2026. Após essa data, o Itaú tem o direito de preferência caso os controladores da XP recebam uma oferta de terceiros, disseram as fontes.

    Em comunicado separado, a XP disse que a independência e autonomia da empresa permanecerão inalteradas e que a divulgação e o cumprimento das regras e políticas da plataforma aberta serão mantidos, assim como a política de taxa zero.

    O acordo entre a Itaú e a XP, anunciado em maio do ano passado, foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) mediante a condições que buscavam garantir a concorrência no setor financeiro, mas não impediam a tomada de controle pelo Itaú.

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    BNDES espera vender R$10 bi em participações este ano e estuda retomada de operações estruturadas

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Os desinvestimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em participações em empresas já somam cerca de 6 bilhões de reais neste ano e a expectativa é que possam chegar a 10 bilhões de reais até o fim do ano, disse a diretora de investimentos do banco de fomento, Eliane Lustosa, nesta quinta-feira.

    Essas operações de venda foram feitas em negociações diretas de mercado, mas o banco estuda resgatar uma prática utilizada no passado de fazer operações estruturadas de venda de participações, disse a executiva.

    Sem revelar detalhes das vendas, ela destacou que o banco tem mais 8,5 bilhões de reais a receber da operação de união entre a Suzano Papel e Celulose e Fibria Celulose, que ainda está em análise por autoridades reguladoras.

    Como não há prazo para a aprovação da fusão por autoridades no Brasil e no exterior, a estimativa inicial do banco era de que poderia levar até um ano e meio para receber os 8,5 bilhões de reais referente a operação anunciada em março, ou seja, somente no ano que vem.

    'Vai superar 2017 e sim (vamos superar 10 bilhões esse ano), mas isso depende do comportamento de mercado', disse a executiva a jornalistas, em evento da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. No ano passado, as vendas de participações somaram cerca de 7 bilhões de reais no ano.

    Ela ressaltou que a carteira do banco ainda está muito concentrada em participações em grandes empresas, mas a ideia é diversificá-la cada vez mais.

    As participações do banco em Eletrobras, Petrobras, JBS, Vale, Suzano e Fibria concentram grande parte da carteira de ações avaliada em cerca de 85 bilhões de reais. Ao ser questionada se o desinvestimento do BNDES poderia englobar uma das grandes participações, Lustosa disse: 'Havia no passado uma filosofia de que o banco tinha uma carteira estratégica e hoje não existe mais. Qualquer ativo com liquidez e maduro é passível de venda'.

    As participações do BNDES em empresas são administradas pelo BNDESPar.

    'Estamos num processo de venda aos poucos por que ninguém vai rasgar dinheiro, mas temos 1,8 bilhão (de reais) em 37 fundos de investimento e num total de 300 empresas ao todo... o volume ainda é pequeno, mas a ideia é avançar cada vez mais em fundos com conteúdo em inovação', disse.

    ESTRUTURADAS

    A executiva disse que o BNDES já começou a conversar com bancos para a realização futura de operações estruturadas de venda de participações que podem ser mais rentáveis e vantajosas para o banco.

    'Estamos trabalhando intensamente no refinamento desse processo e a ideia é que em breve a gente possa contratar bancos para vendas que entendemos que estruturadas gerem condições melhores do que as vendas no mercado que estamos fazendo', frisou.

    Lustosa disse que para cada potencial venda de ativos pode haver um assessor diferente. 'Já estamos conversando com bancos para definir o processo de escolha. Pode ser um banco para cada ativo, um consórcio. O banco faria a modelagem e a gente analisa se o papel do BNDES já foi cumprido, análise de preço justo e outros', declarou.

    O BNDES também está aperfeiçoando processos internos para justificar aos órgãos de controle do país --Tribunal de Contas das União TCU, Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União, entre outros -- a escolha desses bancos para as operações estruturadas e explicar também os critérios de venda desses papéis e os parâmetros de mercado.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    Menores despesas com calotes fazem lucro ajustado do BB crescer 22,3% no 2º tri

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil teve alta robusta do lucro no segundo trimestre, apoiado em menores despesas com provisões para calotes, maiores receitas com tarifas e na expansão das receitas com crédito para pessoas físicas.

    O banco controlado pelo governo federal anunciou nesta quinta-feira que seu lucro ajustado somou 3,24 bilhões de reais no período, alta de 22,3 por cento ante mesma etapa de 2017. O lucro líquido cresceu 19,7 por cento, a 3,135 bilhões de reais.

    O BB seguiu se beneficiando da melhora da qualidade da sua carteira de empréstimos, com o índice de inadimplência acima de 90 dias caindo a 3,34 por cento, ante 3,65 por cento no fim de março e 4,11 por cento um ano antes.

    Assim, a provisão do banco para perda esperada com inadimplência, líquida de recuperação, caiu 31,9 por cento no comparativo anual, para 3,58 bilhões de reais. Adicionalmente, o BB reduziu a previsão de perda esperada para o ano nesta linha, do intervalo de 16 bilhões a 19 bilhões para a faixa de 14 bilhões a 16 bilhões de reais.

    Em outra frente, o BB viu sua margem financeira líquida crescer 13,4 por cento ano a ano. Embora o preço médio cobrado no crédito oferecido a clientes tenha diminuído na esteira do recuo da Selic, isso foi mais do que compensado por menores custos de captação.

    No fim de junho, o estoque de empréstimos do BB no conceito ampliado somava 685,5 bilhões de reais, um aumento de 1,5 por cento em 3 meses, mas queda também de 1,5 por cento ano a ano. Após uma longa sequência de quedas, a carteira de pessoa jurídica teve alta residual, enquanto a do lucrativo segmento de varejo avançou 2,2 por cento em termos sequenciais.

    Ao mesmo tempo, as receitas do banco com tarifas subiram 5,7 por cento ano a ano, para 6,8 bilhões de reais. Enquanto isso, as despesas administrativas do trimestre somaram de 8,07 bilhões de reais, alta de 2,6 por cento.

    Assim, a instituição teve rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido de 13,8 por cento de abril a junho, alta de 1 ponto percentual sobre um ano antes e de 0,6 ponto na medição sequencial.

    Executivos do BB comentam os resultados do trimestre em reunião com jornalistas no final da manhã desta quinta-feira.

    (Por Aluísio Alves)

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    BB Seguridade tem queda no lucro líquido ajustado a R$910 mi no 2º tri e corta previsão para o ano

    SÃO PAULO (Reuters) - A BB Seguridade registrou lucro líquido ajustado de 909,966 milhões de reais no segundo trimestre, queda de 4,8 por cento em relação ao mesmo período do de 2017, e revisou nesta segunda-feira para baixo as previsões para o lucro no ano.

    A queda do lucro ajustado, segundo a empresa, pode ser explicado 'totalmente pela contração de 34,1 por cento do resultado financeiro combinado das coligadas e controladas da BB Seguridade, impactado pela queda na taxa média Selic ...e pela abertura da curva de juros futuros'.

    O resultado financeiro combinado de suas coligadas e controladas encolheu a 163,5 milhões de reais, ante 248 milhões de reais no mesmo trimestre do ano passado.

    O lucro líquido contábil, que inclui os efeitos extraordinários da reestruturação de parceria com a Mapfre, foi de 1,062 bilhão de reais no segundo trimestre, alta de 11,1 por cento ante 2017.

    Por outro lado, destacou a empresa, o resultado operacional não decorrente de juros aumentou 5,4 por cento na comparação anual, decorrente em grande parte do aumento das receitas com taxa de gestão e melhora do índice de eficiência na Brasilprev, associado à menor sinistralidade no IRB.

    No trimestre, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio atingiu 39,7 por cento, queda de 4,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2017.

    O braço de seguros do Banco do Brasil reduziu a previsão para o crescimento do lucro líquido ajustado neste ano para queda de 6 a 4 por cento, ante previsão anterior de queda de 2 por cento a crescimento de 2 por cento. No primeiro semestre, o lucro líquido ajustado caiu 6,8 por cento ante o mesmo período de 2017.

    A BB Seguridade também anunciou a distribuição 1,559 bilhão de reais em dividendos, montante equivalente a 80 por cento do lucro no semestre, acrescido de saldo de dividendos prescritos de exercícios passados. O pagamento será realizado no dia 21 de agosto, com base na posição acionária de 9 de agosto.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Santander Brasil entra na linha de financiamento imobiliário Pró-Cotista; Bradesco começa em 2019

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - O Santander Brasil começou discretamente a oferecer empréstimos para compra da casa própria por meio da linha Pró-Cotista, que usa recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), segundo documentos obtidos pela Reuters.

    Atualmente, a Pró-Cotista, financiamento imobiliário mais barato do mercado, é operada apenas por Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

    O Bradesco informou que começará a operar a linha Pró-Cotista a partir de janeiro de 2019.

    Na prática, todos podem operar com essa linha, mas os bancos privados nunca se interessaram por ela.

    Mesmo sendo o primeiro banco privado a entrar no setor, o Santander Brasil não considera fazer divulgação ampla do produto. Além de os recursos do FGTS serem mais escassos do que os da caderneta de poupança, o próprio banco captou menos de 60 milhões de reais, o que lhe permite uma atuação bastante limitada. Por isso, neste primeiro momento só serão elegíveis para financiamento pela Pró-Cotista imóveis de empreendimentos que já são financiados pelo próprio Santander Brasil.

    Em material enviado aos agentes, o Santander Brasil define como pré-condições para concessão de recursos o prazo máximo de 30 anos para o financiamento. A linha não financia despesas com cartório e com o ITBI, taxa da prefeitura. O produto tem taxa de 8,4 por cento ao ano, mais atualização pela TR.

    A linha Pró-Cotista do Santander Brasil também será restrita a empreendimentos cujas matrículas dos imóveis sejam individualizadas. Segundo o informe, o prazo máximo de aprovação da proposta de financiamento é de 30 dias.

    Na véspera, o Conselho Monetário Nacional (CMN) adotou uma série de medidas para flexibilizar a atuação dos bancos no financiamento imobiliário, inclusive elevando o teto do valor de imóveis financiáveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de 900 mil para 1,5 milhão de reais.

    Consultado pela Reuters, o Santander Brasil não respondeu a um pedido de comentário sobre a entrada na operação da linha Pró-Cotista.

    Procurado, o Itaú Unibanco afirmou que não atua na linha Pró-Cotista e não tem previsão de atuar.

    Para especialistas, a movimentação dos bancos pode ajudar a aquecer o mercado de financiamento imobiliário. Após ter batido o pico de 113 bilhões de reais em 2014, o volume de empréstimo imobiliário com recursos da poupança caiu, até atingir 43 bilhões no ano passado, menor nível em uma década.

    Mas os desembolsos no primeiro semestre deste ano cresceram 23 por cento ante mesma etapa de 2017. A Abecip, entidade que representa as financiadoras de imóveis, elevou a previsão de alta deste ano de 10 para 16 por cento.

    'De imediato, a maior competição na linha Pró-Cotista não deve ter grande impacto na taxa de juros, mas em conjunto com as outras medidas do CMN, isso pode incentivar as construtoras a voltarem a lançar empreendimentos', disse a consultora Daniele Akamine, da Akamines Negócios Imobiliários.

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    Itaú Unibanco amplia crédito, eleva receita com tarifas e vendas de carteiras no 2º tri

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - O Itaú Unibanco teve leve variação no lucro do segundo trimestre, uma vez que maiores receitas com tarifas, com crédito e com vendas de carteiras compensaram os efeitos de maiores despesas com provisões para perdas com inadimplência.

    O maior banco privado do país informou nesta segunda-feira que teve lucro líquido recorrente de 6,38 bilhões de reais no período, alta de 3,5 por cento ante igual período de 2017, mas recuo de 0,6 por cento na medição sequencial. As projeções para o ano foram mantidas.

    Numa mão, a carteira de crédito evoluiu 3,7 por cento em três meses e 6,1 por cento contra um ano antes, para 623,3 bilhões de reais. A expansão, pontuada pelo foco nas operações que rendem maiores spreads, como no varejo, fizeram a margem financeira com clientes crescer 4,5 por cento na base sequencial, para 15,95 bilhões de reais. A margem com clientes ajustada ao risco subiu de 7,4 para 7,6 por cento no período.

    Além disso, os 8,73 bilhões de reais da receita com tarifas e serviços representaram um aumento de 2,3 por cento contra o primeiro trimestre e de 8,6 por cento ano a ano.

    O Itaú Unibanco ainda teve no período receita com a venda de carteiras ativas sem retenção de riscos, com valor de face de 608 milhões de reais. O banco também vendeu carteira que já tinha sido baixada a prejuízo com valor de face de 7,4 bilhões de reais (segundo o banco, de um grande cliente), com impacto de 101 milhões no lucro líquido.

    Isso compensou o aumento de 3,9 por cento das provisões para perdas esperadas com calotes, também sequencial, para 4,27 bilhões de reais. O banco atribuiu esse aumento à expansão maior da carteira de varejo, que incorre em maior risco.

    Assim, o custo do crédito -- o resultado das provisões para inadimplência menos os valores recuperados -- caiu 4,9 por cento ante o trimestre anterior e 19,5 por cento ano a ano, para 3,6 bilhões de reais.

    Essa evolução se deu num ambiente de prolongada melhora do perfil de risco da carteira. O índice de inadimplência acima de 90 dias caiu a 2,8 por cento, o menor nível em 13 trimestres, com apoio das operações no Brasil, onde o índice foi de 3,4 por cento, também o menor desde o primeiro trimestre de 2015.

    Entre os pontos de menor brilho no balanço, as despesas não decorrentes de juros, de 12,26 bilhões de reais, representam aumento sequencial de 5 por cento e subiram 6,1 por cento ano a ano, refletindo em parte maiores gastos com marketing durante o Copa do Mundo.

    O Itaú Unibanco também teve uma importante queda de 22,8 por cento na margem financeira com o mercado (tesouraria) em relação ao trimestre anterior, para 1,34 bilhão de reais.

    Por último, o banco teve redução sequencial de 89 milhões de reais nas receitas de serviços com cartões de crédito, devido às maiores despesas com programas de recompensas e menores receitas com aluguel de máquinas e com taxa de desconto (MDRs).

    No conjunto, o retorno recorrente sobre o patrimônio líquido, que mede como um banco remunera o capital do acionista, foi de 21,6 por cento no trimestre, queda de 0,6 ponto contra o trimestre anterior, e aumento ano a ano de 0,1 ponto.

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