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    Tripulação de avião da Ethiopian seguiu procedimentos, diz primeiro relatório de acidente

    Por Jason Neely

    ADDIS ABABA (Reuters) - Os pilotos da Ethiopian Airlines seguiram os devidos procedimentos quando o avião Boeing MAX 8 que comandavam mergulhou diversas vezes antes de cair em 10 de março, matando 157 pessoas, disse nesta quinta-feira a ministra dos Transportes da Etiópia, ao apresentar o primeiro relatório oficial sobre o desastre.

    'A tripulação realizou repetidamente todos os procedimentos orientados pelo fabricante, mas não conseguiu controlar a aeronave', disse a ministra Dagmawit Moges em uma coletiva de imprensa na capital Adis Abeba.

    Alinhado às regras internacionais para acidentes aéreos, o relatório preliminar não apontou culpados, nem forneceu uma análise detalhada do voo, o que deve exigir vários meses até a emissão de um relatório final -- que por sua vez deve levar um ano.

    Como sinal claro de onde os investigadores etíopes estão concentrando a atenção, o relatório absolveu os pilotos da aplicação de procedimentos incorretos e emitiu duas recomendações dirigidas à fabricante Boeing e às agências reguladoras.

    Eles sugeriram que a Boeing revise o sistema de controle da aeronave e que as autoridades aeroviárias confirmem se o problema foi resolvido antes de permitir que o modelo de avião volte a ser usado. Sua operação foi suspensa em todo o mundo após a queda, o segundo acidente fatal do novo modelo em seis meses na esteira de um acidente da Lion Air na Indonésia em outubro que matou 189 pessoas.

    'Como foram observadas condições de mergulho de nariz involuntárias e repetitivas... recomenda-se que o sistema de controle da aeronave seja revisado pelo fabricante', disse Dagmawit.

    A Ethiopian Airlines disse que sua tripulação seguiu todas as diretrizes corretas para lidar com uma emergência difícil.

    Mas o relatório pode provocar um debate com Boeing sobre como a tripulação reagiu a problemas desencadeados por dados imprecisos de um sensor de caudal de ar, particularmente se estabilizaram o avião antes de desligar programas essenciais.

    A Boeing disse que estudará o relatório.

    Familiares das vítimas, agências reguladoras e viajantes de todo o globo estão esperando pistas do acidente, ocorrido seis minutos após a decolagem.

    O relatório preliminar sobre o desastre da Lion Air disse que os pilotos perderam o controle depois de se atrapalharem com o programa Sistema de Aumento das Características de Manobras (MCAS), novo mecanismo antiestol automatizado que baixou o nariz do avião várias vezes com base em dados imprecisos de um sensor.

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    Boeing convida pilotos e reguladores para sessão informativa sobre planos para 737 MAX

    A fabricante norte-americana de aeronaves Boeing informou que convidou mais de 200 pilotos, além de técnicos e reguladores para uma sessão de informações na quarta-feira, como parte dos esforços para compartilhar detalhes sobre seus planos para apoiar o retorno do modelo 737 MAX para voos comerciais.

    A reunião é um sinal de que a atualização de software planejada pela Boeing está perto de ser concluída, embora ainda precise de aprovação regulatória.

    A sessão de informações ocorrerá em Renton, Washington, na quarta-feira e faz parte de um plano para alcançar operadores atuais e futuros do 737 MAX, além de reguladores, informou a Boeing em comunicado.

    'Continuamos trabalhando de perto com nossos clientes e reguladores em atualização de software e treinamento para o 737 MAX', disse a fabricante em comunicado. 'A Boeing está pagando pelo desenvolvimento dessas atualizações'.

    Equipes de três companhias aéreas norte-americanas que possuem jatos 737 MAX participaram no sábado de reunião em Renton para revisar a atualização de software planejada. Reguladores dos EUA se preparam para receber e revisar as atualizações nas próximas semanas, após acidentes fatais na Indonésia e na Etiópia.

    No Brasil, a Boeing veiculou anúncios em jornais brasileiros de circulação nacional sobre os compromissos da companhia em garantir a segurança do 737 MAX, reforçando que lançará em breve atualização de software e treinamento correlato para pilotos do modelo.

    'O trabalho está progredindo de forma minuciosa e rápida para sabermos mais detalhes sobre o acidente da Ethiopian Airlines e compreender as informações provenientes dos gravadores de dados de voo e voz da cabine do avião. Nossa equipe está no local com investigadores para apoiar a investigação e fornecer conhecimentos técnicos', informou a fabricante no anúncio.

    (Por Shubham Kalia em Bengaluru e Jamie Freed em Cingapura, com reportagem adicional de Gabriela Mello em São Paulo)

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    Boeing nomeia executivos para liderar joint venture com Embraer em aviação comercial

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A Boeing nomeou nesta quarta-feira dois executivos para liderar a nova companhia que será criada após a conclusão do acordo de 4,2 bilhões de dólares por uma participação de 80 por cento no negócio de aviação comercial da Embraer .

    Marc Allen, um executivo da Boeing, será presidente do conselho de administração da joint venture com a Embraer, enquanto John Slattery, que atualmente chefia a divisão de aviação comercial da fabricante brasileira, será CEO da empresa resultante do acordo, informou o grupo norte-americano em comunicado.

    Separadamente, a Embraer informou em comunicado que divulgará internamente nesta quarta-feira qual será sua estrutura organizacional após o fechamento da parceria estratégica com a Boeing, que deve ser concluída até o fim do ano.

    O controle da unidade de aviação comercial da Embraer será transferido para Boeing como parte da transação proposta, que ainda precisa ser aprovada por autoridades concorrenciais ao redor do mundo.

    Em dezembro, as duas companhias acertaram os termos da venda do controle dos negócios de aviação comercial da Embraer para a Boeing, após terem assinado memorando de entendimento em julho.

    O acordo, que avalia a divisão em cerca de 5,3 bilhões de dólares, prevê que a fabricante brasileira deverá transferir 80 por cento da unidade para Boeing e manterá participação de 20 por cento, tendo poder de decisão sobre alguns temas estratégicos.

    Em 2019, a ação da Embraer acumula queda de pouco mais de 10 por cento, após ter se valorizado aproximadamente 9 por cento no ano passado. Por volta das 11:39, os papéis da companhia cediam 0,72 por cento na bolsa paulista, cotados a 19,32 reais.

    (Por Gabriela Mello)

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    Mais países suspendem operações com de Boeing 737 MAX após acidente na Etiópia

    Por Duncan Miriri e Jamie Freed

    ADDIS ABABA/CINGAPURA/DUBLIN (Reuters) - Grã-Bretanha, Cingapura, Austrália, Malásia, Omã e Irlanda se juntaram nesta terça-feira a um grupo de nações que suspenderam o uso da aeronave 737 MAX da Boeing, e a identificação das 157 vítimas de um acidente na Etiópia se arrasta enquanto se espera que as caixas pretas revelem sua causa.

    O desastre de domingo –ocorrido após outra queda fatal de um jato 737 MAX na Indonésia cinco meses atrás – causou alarme na indústria global da aviação e reduziu em bilhões de dólares o valor de mercado da maior fabricante de aviões do mundo.

    Especialistas dizem ser cedo para especular sobre o motivo da queda e se os dois estão ligados. A maioria dos acidentes é causada por uma cadeia de fatores humanos e técnicos.

    Dados os problemas de identificação no local carbonizado da queda, a Ethiopian Airlines disse que levará ao menos cinco dias para começar a entregar os restos mortais às famílias.

    As vítimas são de mais de 30 países, incluindo quase duas dúzias de funcionários da Organização das Nações Unidas (ONU).

    'Somos muçulmanos e temos que enterrar nossos mortos imediatamente', disse à Reuters Noordin Mohamed, empresário queniano de 27 anos que perdeu o irmão e a mãe.

    'Perder um irmão e a mãe no mesmo dia e não ter seus corpos para enterrar é muito doloroso', disse ele na capital do Quênia, Nairóbi, o destino do voo.

    O voo ET 302 caiu pouco depois de decolar de Adis Abeba no domingo, criando um bola de fogo em uma cratera. Pode levar semanas ou meses para se identificar todas as vítimas, que incluem um autor premiado, um dirigente de futebol e uma equipe de agentes humanitários.

    Os Estados Unidos disseram que é sendo seguro usar os aviões e a Boeing disse que não há necessidade de novas diretrizes para os operadores com base nas informações que colheu até agora.

    A Ethiopian Airlines parou de operar seus quatro outros 737 MAX 8 por precaução, e autoridades aeroviárias de Cingapura, Austrália, Malásia e Omã seguiram o exemplo de China, Indonésia e outros países suspendendo temporariamente o uso do Boeing 737 MAX em chegadas e partidas de seus aeroportos.

    Os gravadores das caixas pretas foram encontrados no local da queda na segunda-feira, mas não ficou claro onde serão analisados. O motivo do acidente será identificando rapidamente se as gravações estiverem intactas, mas uma investigação completa costuma demorar um ano.

    A autoridade de aviação irlandesa suspendeu temporariamente a operação de todas as variantes das aeronaves MAX 737 do Boeing no espaço aéreo irlandês com efeito imediato após um acidente mortal na Etiópia, disse nesta terça-feira.

    'A decisão da IAA foi tomada levando-se em conta a perda sem precedentes de dois Boeing 737 MAX nos últimos meses', afirmou o grupo em comunicado.

    'Como atualmente não temos informações suficientes do gravador de dados do voo, temos como medida de precaução instruções para impedir qualquer voo comercial de passageiros no Boeing 737 MAX de qualquer operador que esteja chegando, partindo ou sobrevoando o espaço aéreo irlandês'.

    (Reportagem adicional de Aradhana Aravindan; Katharine Houreld; Eric Johnson; James Pearson; Alexander Cornwell; Heekyong Yang; Tracy Rucinski; Tim Hepher; Graham Fahy)

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    Bolsonaro mostra preocupação sobre futuro da Embraer, ações despencam

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que é favorável à aliança da Embraer com a norte-americana Boeing , mas que tem preocupações sobre o futuro da companhia brasileira nos próximos anos, o que levou a um forte movimento de realização de lucro nas ações ações da fabricante nacional.

    Em evento junto a representantes da Aeronáutica, na Base Aérea de Brasília, Bolsonaro disse que 'seria muito boa essa fusão... mas é uma preocupação nossa daqui cinco anos tudo ser repassado para o outro lado. É um patrimônio nosso'.

    'Sabemos da necessidade dessa fusão, até para que ela (Embraer) consiga competitividade... não venha a se perder com o tempo', acrescentou Bolsonaro, sem informar quando e se usará o poder de veto da União sobre o negócio anunciado no ano passado.

    Pelo estatuto da Embraer, após o acordo anunciado em 17 de dezembro, a União teria 30 dias para se manifestar sobre o acordo com a Boeing. Após esse prazo, o conselho de administração da empresa se reúne para ratificar o acordo e convoca uma assembleia de acionistas em que a União poderá ter mais uma chance de vetar a operação.

    As ações da Embraer que tinham perda ao redor de 1 por cento mais cedo, acentuavam queda após os comentários do presidente, recuando 5,25 por cento às 16h46, maior baixa do Ibovespa

    Para o economista-chefe da gestora Infinity, Jason Vieira, as declarações de Bolsonaro sobre preocupação com o futuro da Embraer abriram espaço para alguns agentes do mercado embolsarem lucros em meio à falta de notícias concretas sobre a fusão com a Boeing. 'Ele (Bolsonaro) só está contradizendo o que já tinha dito antes e falta notícia mais concreta em relação ao futuro da empresa, por isso a realização de lucros', disse Vieira.

    A Embraer aceitou vender 80 por cento de sua divisão de aviação comercial, a principal da empresa, para a Boeing . Um dispositivo do acordo permite que a Embraer possa mais adiante vender os 20 por cento restantes da parceria à Boeing.

    O acordo, que aguarda há meses aprovação do governo e já elevou o valor da divisão comercial da Embraer de 4,75 bilhões para 5,26 bilhões de dólares, não envolve os negócios da empresa brasileira nas áreas de aviação executiva ou de defesa.

    'Os comentários de Bolsonaro pesam um pouco... Qualquer ruído ou preocupação com a última proposta de fusão mexem na ação, embora não atrapalhem (o acordo)', disse o analista da Guide Investimentos Rafael Passos. 'Não vejo nenhum motivo para ele barrar a operação, mas é um ruído que mexe no papel.'

    No final do ano passado, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) derrubou uma segunda liminar que suspendia a negociação entre a Embraer e a Boeing.

    (Por Lisandra Paraguassu e Anthony Boadle em Brasília, com reportagem adicional Gabriela Mello em São Paulo)

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    Embraer e Boeing aprovam aliança de US$5,3 bi em aviação comercial, aval do governo deve vir em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - Embraer e Boeing acertaram os termos da venda do controle de divisão de aviação comercial da empresa brasileira para o grupo norte-americano, em um acordo avaliado em 5,3 bilhões de dólares, mas um aval final do governo deve acontecer no mandato de Jair Bolsonaro.

    O acordo foi acertado após um memorando de entendimento assinado em julho, que definiu que a Boeing terá 80 por cento da companhia a ser criada com a divisão de aviação comercial da Embraer. A empresa brasileira ficará com o restante e terá poder de decisão sobre 'alguns' temas estratégicos, afirmou a Embraer em comunicado nesta segunda-feira.

    As empresas informaram que aguardam aprovação do governo brasileiro para dar andamento ao negócio. O acordo foi divulgado uma semana depois de o Tribunal Regional Federal da 3ª região (TRF3) ter revogado liminar que impedia as empresas de seguirem com as negociações.

    As ações da Embraer exibiam alta de 3,8 por cento por volta das 12h, enquanto o Ibovespa

    'Nossa visão é que o valor final a ser recebido pela Embraer, líquido de impostos, tem chances de ser mais alto', disseram analistas do BTG Pactual em relatório. 'O anúncio é um marco positivo e melhora os riscos quanto ao preço (valuation) líquido da (divisão de) aviação comercial, tanto em termos dos resultados finais que a Embraer deve receber quanto de uma opção de venda mais valiosa', afirmaram Renato Mimica e Samuel Alves.

    Em teleconferência com analistas, executivos da Embraer afirmaram que a companhia terá 2,6 bilhões de dólares em caixa após a conclusão do acordo com a parceira norte-americana. Disseram ainda que seus atuais títulos de dívida serão movidos para a joint venture.

    Entre os temas estratégicos em que a Embraer poderia ter poder decisório estaria uma eventual transferência das operações da joint-venture do Brasil.

    Pelos termos do acordo, Boeing e Embraer também acertaram criar uma segunda joint-venture para promover a venda do cargueiro KC-390, a maior aeronave já desenvolvida no Brasil. Nesta joint-venture, a Embraer terá 51 por cento de participação e a Boeing o restante.

    O acordo na divisão comercial dá à Embraer opção de vender sua participação a qualquer momento. Mas foi definido um período de 'lock up' de 10 anos e, caso a Embraer exerça a opção antes disso, o preço por ação a ser pago será igual ao da data de fechamento do negócio ajustado pela inflação nos EUA. Depois disso, o preço será o do valor justo no momento do exercício.

    As empresas mantiveram acerto anterior que previa que a joint-venture na aviação comercial será sediada no Brasil e reportará diretamente ao presidente-executivo da Boeing, hoje sob comando de Dennis Muilenburg.

    As empresas estimam que as sinergias anuais com a joint-venture de aviação comercial devem chegar a cerca de 150 milhões de dólares por ano, excluídos impostos, até o terceiro ano de operação. A nova empresa somente deverá contribuir para os resultados da Boeing a partir de 2021.

    Na semana passada, deputados petistas que moveram a ação que resultou na liminar, posteriormente cassada, disseram que o negócio 'significa o fim da Embraer no Brasil'. Para o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), 'a tendência é a empresa deixar de funcionar no Brasil, talvez se transformar em um mero departamento de manutenção aqui'. Ele avaliou ainda que o negócio 'implica prejuízo ao sistema de defesa brasileiro'.

    O presidente-executivo da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva, disse nesta segunda-feira que a operação será de grande valor para o Brasil e para a indústria aeroespacial. 'A aliança fortalecerá ambas as empresas no mercado global e está alinhada à nossa estratégia de crescimento sustentável de longo prazo'.

    O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, afirmou que a análise pelo governo do negócio poderá terminar no início do mandato do presidente eleito Jair Bolsonaro, pois o processo pode se estender para além de duas semanas.

    (Por Alberto Alerigi Jr., com reportagem adicional de Marcela Ayres em Brasília)

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    Justiça derruba liminar que impedia venda de divisão comercial da Embraer para Boeing

    SÃO PAULO (Reuters) - O Tribunal Regional Federal da 3ª região (TRF3) revogou nesta segunda-feira liminar que impedia a Embraer de vender o controle de sua divisão de aviação comercial para a norte-americana Boeing, acolhendo recurso da Advocacia-Geral da União (AGU).

    A liminar havia sido concedida na última quinta-feira pela Justiça Federal de São Paulo, que acolheu parcialmente ação de quatro deputados federais petistas que pediam suspensão imediata das tratativas entre Embraer e Boeing.

    O pedido da AGU requereu suspensão da liminar até o julgamento definitivo da ação movida pelos deputados Paulo Pimenta (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA) e Vicente Cândido (SP). Segundo a AGU, a liminar 'afrontava a separação dos poderes e a ordem política-administrativa, uma vez que impedia a União de decidir' se dará aval ao negócio.

    'O momento para qualquer manifestação da União somente ocorrerá quando for efetivamente submetida a proposta de eventual fusão, e segundo os termos do que vier estipulado na dita proposta, ao conselho de administração da Embraer', ressaltou a AGU no pedido de suspensão.

    Boeing e Embraer anunciaram em julho assinatura de memorando de entendimento para uma transação em que a companhia norte-americana assumirá controle sobre 80 por cento de uma joint venture a ser criada por meio da separação da divisão de jatos comerciais da Embraer, a principal da companhia brasileira.

    O acordo precisa de aprovação do governo brasileiro, que tem direito de veto em assuntos estratégicos da Embraer, mecanismo chamado de golden share.

    O memorando de entendimentos entre as empresas avaliou as operações de aviação comercial da Embraer em 4,75 bilhões de dólares. A fatia da Boeing no negócio é avaliada em 3,8 bilhões de dólares. A Embraer, terceira maior exportadora do Brasil, ficaria com os 20 por cento restantes.

    A ação da Embraer às 15h16 exibia alta de 0,5 por cento, em sessão negativa para a maior parte dos ativos da bolsa paulista. No mesmo horário, o Ibovespa cedia 2,1 por cento.

    Procurado, o deputado federal Carlos Zaratini afirmou que o grupo vai recorrer da decisão do TRF3, por não concordar com a venda da divisão comercial da fabricante brasileira.

    'No nosso modo de ver, a venda significa o fim da Embraer no Brasil. Se toda a parte de aviação comercial for encaminhada para a Boeing, a tendência é a empresa deixar de funcionar no Brasil, talvez se transformar em um mero departamento de manutenção aqui', disse Zarattini

    'O que vinha sendo discutido anteriormente, desde o primeiro governo da presidente Dilma (Rousseff) era uma parceria comercial entre as empresas, para elas atuassem juntas na venda de aeronaves. Isso era uma coisa positiva porque garantiria a ampliação do mercado para a Embraer', disse o deputado, afirmando que a transação como esta proposta agora 'implica prejuízo ao sistema de defesa brasileiro'.

    (Por Aluisio Alves)

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    AGU pede derrubada de liminar que impede negociação entre Embraer e Boeing

    BRASÍLIA (Reuters) - A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) para tentar derrubar a liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo que impede o Conselho de Administração da Embraer de tomar qualquer decisão que permita a separação da área comercial da empresa para formar uma joint venture com a Boeing, informou a assessoria de imprensa da AGU na noite desta sexta-feira.

    Na véspera, o juiz federal paulista Victorio Giuzio Neto atendeu a pedido em ação popular movida por quatro deputados federais petistas que defendiam a suspensão imediata das tratativas entre Embraer e Boeing para criar a nova companhia.

    No recurso ao tribunal, informou a assessoria, a AGU alerta que a decisão do juiz federal afronta a separação dos poderes e a ordem política-administrativa, uma vez que impede a União de decidir no momento oportuno, ou seja, se e quando as tratativas entre as duas companhias estiverem concluídas, se dá o aval para o negócio.

    O recurso cita ainda que o poder de veto se deve à chamada 'golden share' – ação preferencial que o ente público manteve na Embraer durante o processo de privatização da empresa.

    “O momento para qualquer manifestação da acionista União somente ocorrerá quando for efetivamente submetida a proposta de eventual fusão, e segundo os termos do que vier estipulado na dita proposta, ao Conselho de Administração da Embraer”, ressalta a AGU, em trecho do pedido de suspensão.

    O órgão quer suspender os efeitos da liminar até o julgamento definitivo da ação popular proposta para questionar a negociação entre as empresas áreas.

    Ainda segundo a Advocacia-Geral, o Conselho de Administração da Embraer “jamais poderia concretizar sozinho a transferência do negócio de aviação comercial” da empresa para a Boeing.

    “A deliberação do Conselho é apenas a primeira etapa decisória no processo de aprovação da operação, que necessariamente ainda passará pelo crivo (e poder de veto!) da União, da Assembleia Geral da Embraer e das autoridades regulatórias nacionais e internacionais competentes. Esse processo decisório levará meses para ser concluído”, acrescenta a AGU.

    Por fim, a Advocacia-Geral alerta que a liminar também afronta o princípio constitucional da livre iniciativa (ao interferir na negociação entre duas empresas privadas) e coloca em risco a ordem econômica, como demonstra a queda verificada no valor das ações da Embraer após a decisão.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    AGU diz que deve recorrer nesta 6ª-feira contra liminar que proíbe processo de fusão de Embraer e Boeing

    BRASÍLIA (Reuters) - A Advocacia-Geral da União (AGU) deve recorrer nesta sexta-feira junto ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) para tentar derrubar a liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo que impede o conselho de administração da Embraer de tomar qualquer decisão que permita a separação da área comercial da empresa para formar uma joint venture com a Boeing, informou a assessoria de imprensa da AGU.

    A decisão da véspera do juiz Victorio Giuzio Neto, obtida na íntegra pela Reuters, foi tomada em ação movida por quatro deputados federais petistas que defendiam a suspensão imediata das tratativas entre Embraer e Boeing para a criar a nova companhia.

    Os deputados petistas autores da ação, que pede a suspensão das negociações das empresas, são Paulo Pimenta (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA) e Vicente Cândido (SP). Em julho, a Embraer havia informado que tinha sido intimada a se manifestar sobre a ação popular.

    Na decisão, o juiz federal argumenta que o caso não se trata de uma operação comercial típica da Embraer, mas de uma potencial operação em que a União --com a criação da nova empresa-- não conservará a “golden share”.

    Giuzio Neto destacou que, antes da decisão de se criar a parceria, é necessário que se tenha uma manifestação do Conselho de Defesa Nacional (CDN), órgão consultivo do presidente da República, uma vez que a operação envolve interesses militares. Esse conselho é formado por ministros de Estado e comandantes das Forças Armadas.

    (Por Ricardo Brito)

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    Justiça de SP impede venda de área comercial da Embraer para Boeing

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A Justiça Federal de São Paulo concedeu liminar impedindo o conselho de administração da Embraer de tomar qualquer decisão que permita a separação da área comercial da empresa para formar uma joint venture com a Boeing.

    A decisão do juiz Victorio Giuzio Neto, obtida na íntegra pela Reuters, foi tomada em ação movida por quatro deputados federais petistas que defendiam a suspensão imediata das tratativas entre Embraer e Boeing para a criar a nova companhia.

    Os deputados petistas autores da ação, que pede a suspensão das negociações das empresas, são Paulo Pimenta (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA) e Vicente Cândido (SP). Em julho, a Embraer havia informado que tinha sido intimada a se manifestar sobre a ação popular.

    Procurada nesta quinta-feira, a Embraer não pode comentar o assunto de imediato.

    Boeing e Embraer anunciaram em julho assinatura de memorando de entendimento para um acordo pelo qual a companhia norte-americana assumirá controle sobre 80 por cento de uma joint venture a ser criada por meio da separação da divisão de jatos comerciais da Embraer, a principal da companhia brasileira.

    O acordo precisa de aprovação do governo brasileiro, que detém direito de veto sobre decisões estratégicas da Embraer, um mecanismo chamado de 'golden share'.

    Na decisão, o juiz federal argumenta que o caso não se trata de uma operação comercial típica da Embraer, mas de uma potencial operação em que a União -- com a criação da nova empresa -- não conservará a 'golden share'.

    Giuzio Neto destacou que, antes da decisão de se criar a parceria, é necessário que se tenha uma manifestação do Conselho de Defesa Nacional (CDN), órgão consultivo do presidente da República porque a operação também envolve interesses militares. Esse conselho é formado por ministros de Estado e comandantes das Forças Armadas.

    'Há, no caso, evidente necessidade de salvaguardas visando a proteção de segredos militares (que não são só da Aeronáutica, mas também do Exército e da Marinha) e sobre as quais o CDN encontra-se, nos termos constitucionais, obrigado a manifestar-se', disse o juiz.

    O magistrado observou na decisão que o fato de se estar próximo ao início do recesso do poder Judiciário e da posse de um novo presidente da República, ao mesmo tempo com 'ampla renovação' do poder Legislativo, torna 'igualmente recomendável' evitar se tomar qualquer ato concreto que seja difícil de reverter depois no caso da criação da nova empresa.

    Os defensores da operação, incluindo o atual presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, e o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, afirmam que o negócio é necessário para dar fôlego para a Embraer continuar investindo em um mercado global em que sua rival direta, a Bombardier, acertou no ano passado uma parceria com a principal concorrente da Boeing, o grupo europeu Airbus.

    O memorando de entendimentos entre as duas empresas avaliou as operações de aviação comercial da Embraer em 4,75 bilhões de dólares. A fatia da Boeing no negócio é avaliada em 3,8 bilhões de dólares. A Embraer, terceira maior exportadora do Brasil, ficará com os 20 por cento restantes da nova empresa.

    As ações da Embraer fecharam em queda de 2,33 por cento nesta quinta-feira, enquanto o Ibovespa recuou 0,22 por cento.

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    Justiça de SP impede venda de área comercial da Embraer para Boeing

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A Justiça Federal de São Paulo concedeu liminar impedindo o conselho de administração da Embraer de tomar qualquer decisão que permita a separação da área comercial da empresa para formar uma joint venture com a Boeing.

    A decisão do juiz Victorio Giuzio Neto, obtida na íntegra pela Reuters, foi tomada em ação movida por quatro deputados federais petistas que defendiam a suspensão imediata das tratativas entre Embraer e Boeing para a criar a nova companhia.

    Os deputados petistas autores da ação, que pede a suspensão das negociações das empresas, são Paulo Pimenta (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA) e Vicente Cândido (SP). Em julho, a Embraer havia informado que tinha sido intimada a se manifestar sobre a ação popular.

    Procurada nesta quinta-feira, a Embraer não pode comentar o assunto de imediato.

    Boeing e Embraer anunciaram em julho assinatura de memorando de entendimento para um acordo pelo qual a companhia norte-americana assumirá controle sobre 80 por cento de uma joint venture a ser criada por meio da separação da divisão de jatos comerciais da Embraer, a principal da companhia brasileira.

    O acordo precisa de aprovação do governo brasileiro, que detém direito veto sobre decisões estratégicas da Embraer.

    O memorando de entendimentos avaliou as operações de aviação comercial da Embraer em 4,75 bilhões de dólares. A fatia da Boeing no negócio é avaliada em 3,8 bilhões de dólares. A Embraer, terceira maior exportadora do Brasil, ficará com os 20 por cento restantes da nova empresa.

    As ações da Embraer renovaram mínima perto do fim do pregão. Às 17h52, tinham queda de 2,4 por cento. No mesmo instante, o Ibovespa recuava 0,4 por cento.

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    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

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