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    Julgamento de separatistas catalães expõe divisões na Espanha

    Por Jose Elías Rodríguez

    MADRI (Reuters) - Doze líderes separatistas catalães foram a julgamento em Madri nesta terça-feira por causa de uma tentativa fracassada de independência da região que explicitou divisões históricas e desencadeou a maior crise política em décadas na Espanha.

    Flanqueados por centenas de policiais, manifestantes pró e anti-separatistas se reuniram diante da Suprema Corte, onde os réus enfrentam acusações de rebelião, sedição e mau uso de fundos públicos.

    Seus apoiadores portavam cartazes dizendo 'Liberdade para prisioneiros políticos', enquanto um pequeno grupo rival gritava 'Golpistas', retratando a declaração de independência de outubro de 2017 como uma tentativa de desmantelar o Estado espanhol.

    Em suas declarações iniciais no julgamento, que está sendo transmitido ao vivo na televisão, um advogado de dois dos acusados disse que eles têm direito de pedir a independência de sua região. 'Sua (autodeterminação) é sinônimo de paz, não de guerra', afirmou Andreu Van den Eyndehe à corte.

    O julgamento de conotação política, que deve durar ao menos três meses, ocorre em um momento crucial para o governo espanhol.

    Uma eleição nacional antecipada é provável a menos que parlamentares nacionalistas catalães mudem de posição deixando de se opor ao Orçamento de 2019 em uma votação na quarta-feira.

    DEMOCRACIA SOB OS HOLOFOTES

    O caso também expõe as engrenagens da democracia espanhola --relativamente jovem pelos padrões da Europa Ocidental-- ao maior escrutínio desde o golpe fracassado de 1981.

    A tentativa, encerrada por uma intervenção do rei Juan Carlos, ocorreu três anos após a atual Constituição ser aprovada para finalizar a transição democrática que se seguiu à morte do ditador Francisco Franco em 1975.

    A Constituição proíbe a secessão de qualquer região do país.

    Apoiadores dos réus, que podem passar 25 anos na prisão se condenados, dizem que eles são prisioneiros políticos. O governo diz que eles estão sendo julgados estritamente de acordo com o Estado de Direito.

    Nenhum dos 12 deve falar no primeiro dia do julgamento.

    Enquanto isso, sete outros políticos envolvidos com a declaração de independência --incluindo o ex-líder Carles Puigdemont-- estão em exílio voluntário no exterior.

    Nesta terça-feira, em Berlim, Puigdemont disse que o julgamento representa um teste de estresse para a democracia espanhola e reiterou um apelo por outro referendo de independência.

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    Polícia espanhola prende manifestantes catalães durante visita de premiê

    Por Sam Edwards

    BARCELONA (Reuters) - A polícia espanhola retirou à força separatistas catalães que bloqueavam estradas e prendeu 11 manifestantes durante protestos nesta sexta-feira, quando o governo da Espanha levou uma reunião de gabinete à capital da região, Barcelona, tanto em uma demonstração de poder central como em uma tentativa de negociação.

    Defensores da secessão usaram pneus e entulhos para formar barricadas em estradas antes do amanhecer e encheram as ruas de Barcelona com milhares de manifestantes balançando bandeiras da Catalunha.

    Alguns acenderam chamas e queimaram uma imagem do rei espanhol Felipe 6º, enquanto a polícia se chocava com jovens mascarados em cenas caóticas que, segundo serviços de emergência, deixaram 32 pessoas levemente feridas.

    O manifestante Joan Toll lamentou a falta de progresso após um referendo ilegal e a autodeclaração de independência da Catalunha em 2017.

    'Se você pensa sobre o que aconteceu no ano passado, nós não alcançamos nada. Nós só estamos sendo mais reprimidos', disse Toll, um químico de 44 anos.

    'Ninguém quer ver violência, mas as pessoas estão ficando cansadas.'

    A decisão do primeiro-ministro Pedro Sánchez de reunir seu gabinete em Barcelona pela primeira vez desde o início da crise enfatizou a oposição de Madri à independência completa da próspera região de 7,5 milhões de habitantes.

    Mas também pode ajudá-lo a garantir a sobrevivência de seu governo minoritário com o apoio de partidos pró-independência em troca de mais autonomia.

    Seu partido socialista controla apenas um quarto dos assentos do Parlamento e precisará de todo apoio que conseguir para aprovar o orçamento do próximo ano, que será apresentado em janeiro.

    Na quinta-feira, Sánchez se reuniu com o líder regional do governo pró-independência da Catalunha, Quim Torra. Os dois concordaram em manter um diálogo mais profundo apesar de suas 'notáveis diferenças'.

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