alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE cintra

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Cintra diz que desoneração da folha de pagamento é um dos primeiros itens na pauta do governo

    Cintra diz que desoneração da folha de pagamento é um dos primeiros itens na pauta do governo

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, afirmou nesta quinta-feira que a desoneração da folha de pagamento é um dos primeiros itens na pauta do governo e descartou o aumento de impostos.

    'A incidência de forma muito pesada de tributos sobre a folha de salários é uma preocupação que se coloca como um dos primeiros itens na nossa pauta. Estamos trabalhando muito nisso, como desonerar a folha de salários, como diminuir os encargos trabalhistas e fazer com que a economia brasileira gere empregos', afirmou Cintra ao chegar ao Tribunal de Contas da União (TCU) para reunião com o ministro Augusto Nardes.

    Questionado sobre a reformulação do Imposto de Renda, Cintra explicou que ela está na pauta do governo, mas que a prioridade imediata é trabalhar na reforma previdenciária, o que lhe dá tempo para desenvolver um projeto tributário 'como um todo'.

    'A desoneração da folha de salários aconteceu... muito em cima de demandas específicas, de negociações muito setoriais. O que nós estamos trabalhando é na desoneração da folha de maneira universal, sistêmica', completou ele, explicando que estão sendo feitas simulações sobre os impactos disso na economia.

    'Acho que temos que desonerar a folha de salários como um todo. E isso implica que não só contribuições previdenciárias, mas até mesmo questões de Imposto de Renda incidente sobre folha de salários, incidente sobre rendimentos do trabalho, poderão ser objetos desses estudos', explicou.

    Cintra enfatizou ainda que a orientação do presidente Jair Bolsonaro é no sentido de uma racionalização e redução da carga tributária, afirmando que um tributo nos moldes da CPMF vai contra isso e que não seria usado como uma forma de compensar a arrecadação com a desoneração.

    'CPMF é um tributo que tem uma característica que nós evitamos. CPMF é a antítese de tudo aquilo que nós desejamos', disse. 'Há uma gama de alternativas que precisam ser comparadas, o que você perde reduzindo uma incidência direta sobre folha e que tipo de tributo outro poderá substituir essa mesma arrecadação', explicou

    (Reportagem de Mateus Maia)

    0

    0

    11

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Marcos Cintra, da Receita, nega aumento do IOF após se reunir com Bolsonaro

    Marcos Cintra, da Receita, nega aumento do IOF após se reunir com Bolsonaro

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, afirmou nesta sexta-feira, após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto, que não haverá aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), ao contrário do que disse o presidente mais cedo em entrevista.

    Segundo Bolsonaro, a medida seria necessária para compensar a prorrogação de benefícios fiscais às regiões Norte e Nordeste, após ter sancionado lei que prorroga incentivos fiscais para empresas instaladas nas áreas de atuação das superintendências do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene).

    Por determinação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), esses casos exigem que haja compensação do ponto de vista fiscal, o que pode acontecer via aumento de impostos ou redução de benefícios tributários.

    No entanto, Cintra afirmou que, na prática, essa compensação não precisará ser feita já que Bolsonaro limitou o uso dos benefícios à disponibilidade de recursos orçamentários previstos na lei orçamentária de 2019. O secretário afirmou ter se reunido pessoalmente com Bolsonaro no Palácio do Planalto, em agenda que não foi divulgada publicamente.

    'O impacto em 2019 facticamente e juridicamente não existirá. Juridicamente porque não há necessidade de compensação, não vai se utilizar recursos além do que está previsto no Orçamento de 19', disse Cintra a jornalistas, no Palácio do Planalto.

    Questionado sobre as declarações de Bolsonaro, ele afirmou que deve ter ocorrido 'alguma confusão'.

    'Ele não assinou nada. Ele sancionou o benefício e assinou um decreto limitando o usufruto desse benefício à existência de recursos orçamentários', disse.

    SEM ALTERAÇÃO DE IR

    Em entrevista posterior à Globonews, Cintra afirmou que não vai haver nada de alteração do Imposto de Renda -- reportagens publicadas na sexta-feira pela imprensa apontariam para mudança de alíquotas. O próprio presidente Bolsonaro disse, nesta sexta-feira, que a alíquota mais alta do Imposto de Rende, hoje em 27,5 por cento, passaria para 25 por cento.

    'Imposto de Renda é um capítulo da reforma tributária que vai ser analisada posteriormente, no tempo correto, no tempo devido', disse Cintra. Mais cedo nesta semana, Cintra defendeu a redução das alíquotas do IR para empresas e pessoas físicas, mas também a criação de alíquotas adicionais para detentores de rendas maiores.

    O secretário também reafirmou que não haverá 'nenhum incremento' de IOF para dar respaldo e oferecer compensação aos benefícios fiscais que estão sendo concedidos agora para Sudam e Sudene.

    Questionado pela Globonews se a fala do presidente deve ser relativizada, Cintra disse que Bolsonaro deveria estar 'provavelmente' se referindo a 'algum outro fato ou alguma outra época ou algum outro debate não a este que está especificamente relacionado à questão deste benefício fiscal'.

    À TV, o secretário disse que a conversa com Bolsonaro foi 'excelente'. 'Ele está animado com as perspectivas de desenvolvimento do país, trabalhando com muito afinco e sobretudo transmitindo um otimismo a todos nós que é contagiante', disse.

    (Com reportagem adicional de Marcela Ayres)

    0

    0

    18

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Redução de contribuição para Sistema S é parte de política para desonerar folha, diz Marcos Cintra

    Redução de contribuição para Sistema S é parte de política para desonerar folha, diz Marcos Cintra

    BRASÍLIA (Reuters) - A redução na contribuição das empresas para o Sistema S seria parte de uma política de desoneração geral da folha de pagamentos visando a criação de empregos, disse nesta terça-feira o economista Marcos Cintra, que comandará, no futuro governo, a Secretaria Especial da Receita Federal.

    'O custo da folha de salários hoje é onerado em 20 por cento, contribuição patronal ao INSS, mais 6,5 por cento, aproximadamente, do Sistema S. E é esse estudo que está sendo objeto de uma avaliação muito precisa, porque o principal objetivo é gerar emprego. Fazer com que a folha de salários seja menos onerada', defendeu Cintra a jornalistas.

    Na segunda-feira, em uma palestra na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu um corte de até 50 por cento nos valores repassados ao Sistema S.

    'Como você pode falar em cortar isso e aquilo e não cortar o Sistema S? Tem que meter a faca no Sistema S também. Vocês estão achando que a CUT perde o sindicato e aqui fica tudo igual… Acho que tem que cortar pouco para não doer muito', disse o ministro, causando espanto na platéia.

    Cintra explicou que a mudança defendida pelo ministro estaria dentro de mudanças tributárias para baratear o custo da folha de pagamentos e incluiria não apenas os repasses ao sistema, mas também os 20 por cento da contribuição patronal ao INSS --que financia a Previdência, quem em 2017 teve um déficit de 182 bilhões de reais.

    Cintra admitiu que o governo não pode perder arrecadação, então os recursos teriam que ser substituídos.

    'O que nós estamos fazendo é uma substituição de fontes. Não podemos perder a arrecadação, evidentemente, mas vamos criar uma fonte adicional', afirmou.

    Cintra defendeu ainda que as atividades do Sistema S podem ser feitas diretamente pelas empresas ou por outras entidades e que se as empresas acreditam que o sistema presta um bom serviço poderiam pagar diretamente, sem a intermediação do governo, a um custo menor.

    'O Sistema S é um sistema que hoje absorve cerca de 20 bilhões de reais anualmente. Esses recursos são recolhidos das próprias empresas, repassados ao sistema, que tem uma administração própria, logicamente, acompanhada pelo governo, mas que acaba gerando quase que uma duplicação em termos de atividades', afirmou.

    Cintra negou ainda que exista a intenção de tirar esses recursos do Sistema S e usá-los para outras atividades. Segundo ele, é permitir que o setor privado use os recursos voluntariamente, sem a intermediação do governo.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    0

    0

    9

    3 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. cintra

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.