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    Ciro diz que será oposição a qualquer que seja vencedor da disputa presidencial

    (Reuters) - Terceiro colocado no primeiro turno da eleição para a Presidência, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse neste domingo que fará oposição a qualquer que seja o vencedor da disputa entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), acrescentando que o eleito não terá condições de desarmar uma 'bomba de ódio' que vem destruindo a economia brasileira.

    Ciro votou em Fortaleza um dia após ter anunciado em vídeo, divulgado nas redes sociais, que não tomaria posição pública no segundo turno da corrida pelo Palácio do Planalto. Ele alegou que sua consciência lhe impunha a preservação de um 'caminho' para servir de referência aos brasileiros no enfrentamento do que chamou de 'dias terríveis' pela frente.

    'Existem dois projetos em votação pelo Brasil que não respondem à necessidade de desarmar essa bomba de ódio, de confrontação miúda, que vem destruindo a economia brasileira e agravando dramaticamente a condição social do povo mais pobre do país', disse Ciro a repórteres.

    'O Brasil precisa, desesperadamente, desarmar essa bomba. Eu espero muito que eu esteja errado e que aquele amanhã vitorioso possa desarmar essa bomba por si só e possa restaurar a paz política no Brasil para que a gente possa resolver a equação social e econômica do Brasil. Entretanto, eu não acredito e, por não acreditar, eu estou anunciando claramente que a minha posição será de oposição a quem quer que vença as eleições de hoje.'

    Ciro viajou para a França logo após a votação do primeiro turno, em 7 de outubro, e retornou ao Brasil apenas na sexta-feira. Ele frustrou as expectativas do PT ao não manifestar apoio a Haddad, que esperava um gesto explícito do pedetista e chegou a estimar que isso lhe daria de 3 a 4 pontos percentuais na eleição.

    O PDT, como partido, anunciou 'apoio crítico' a Haddad, e o próprio Ciro, após a derrota no primeiro turno, havia dito 'ele não, com certeza', numa referência ao slogan que tem sido usado contra Bolsonaro, mas em nenhum momento declarou voto em Haddad.

    O presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou após o primeiro turno que o partido já prepara a candidatura de Ciro para a eleição presidencial de 2022.

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    Ciro não toma posição e fala em preservar 'caminho' de referência para enfrentar 'dias terríveis'

    (Reuters) - O candidato do PDT derrotado no primeiro turno da eleição presidencial deste ano, Ciro Gomes, anunciou em vídeo divulgado nas redes sociais neste sábado que não terá posição pública no segundo turno da eleição que acontece no domingo e afirmou que sua consciência lhe impõe a preservação de um 'caminho' para servir de referência aos brasileiros no enfrentamento do que chamou de 'dias terríveis' que virão pela frente.

    Ciro, que viajou para a França logo após o primeiro turno da eleição e retornou ao Brasil na sexta-feira, disse estar com 'muito grave preocupação com o nosso país, com o nosso futuro', mas não manifestou apoio ao petista Fernando Haddad contra Jair Bolsonaro, do PSL, que lidera as pesquisas de intenção de voto. Haddad esperava um apoio explícito de Ciro e chegou a estimar que isso lhe daria de 3 a 4 pontos percentuais na eleição.

    'Claro que todo mundo preferia que eu, ao meu estilo, tomasse um lado e participasse da campanha. Mas eu não quero fazer isso por uma razão muito prática que eu não quero dizer agora, porque se eu não posso ajudar, atrapalhar é que eu não quero', disse Ciro no vídeo.

    'Minha consciência me aponta a necessidade de preservar um caminho em que a população brasileira amanhã possa ter uma referência para enfrentar os dias terríveis que, imagino, estão se aproximando. Nada de medo. Não será com medo que nós vamos enfrentar o que quer que venha por aí e vocês sabem que eu estarei na linha de frente com todos vocês', acrescentou.

    O PDT anunciou 'apoio crítico' a Haddad e o próprio Ciro, após a derrota no primeiro turno, disse que 'ele não, com certeza', numa referência ao slogan que tem sido usado contra Bolsonaro.

    Neste sábado, Ciro, que já se referiu ao candidato do PSL como 'projetinho de Hitlerzinho tropical', defendeu um voto a favor da democracia, mas não manifestou apoio explícito a Haddad.

    'Eu quero que Deus, como eu disse lá no primeiro dia, abençoe essa grande nação, para que todo mundo possa caminhar amanhã para votar. Votar compreendendo a necessidade de votar com a democracia, votar contra intolerância, pelo pluralismo, mas também ninguém está obrigado a votar contra convicções e ideologias', disse.

    'O que precisa o Brasil a partir de segunda-feira é que a gente construa um grande movimento que, de um lado, proteja a democracia brasileira, de outro lado, proteja a nossa sociedade mais pobre dos avanços contra os direitos, que se proteja os interesses nacionais contra a entrega e a cobiça estrangeira', defendeu Ciro, que durante a disputa do primeiro turno chegou a dizer que essa seria sua última campanha eleitoral.

    Após a derrota no primeiro turno, no entanto, o presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou que o partido já prepara a candidatura de Ciro para a eleição presidencial de 2022.

    (Por Eduardo Simões)

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    Haddad aguarda gesto de Ciro e diz que eventual apoio pode trazer '3 ou 4 pontos'

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira que acredita que um eventual apoio do pedetista Ciro Gomes lhe trará '3, 4' pontos na disputa.

    Ao ser questionado por jornalistas em Salvador se acredita que Ciro fará um gesto mais enfático de apoio, Haddad respondeu positivamente.

    'Conversei com o Carlos Lupi (presidente do PDT). Pelo que ouvi dele, sim, mas ainda não falei com ele (Ciro)', disse Haddad.

    Ao longo desta sexta-feira, Haddad falou diversas vezes que confia em um 'gesto importante' do pedetista, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno da eleição presidencial.

    'Acredito que, chegando no Ceará, ele (Ciro) vai fazer um gesto importante pelo Brasil. Não é por mim, é pelo Brasil... Ele sabe o que está em jogo, ele sabe o que está em risco', disse Haddad mais cedo, em João Pessoa.

    Ciro desembarcaria da Europa nesta sexta-feira. Lupi disse à Reuters na véspera que conversará com o ex-presidenciável para ver 'o que mais é possível fazer' em defesa da candidatura de Haddad. O petista já havia conversado com Lupi na quarta-feira e pediu uma ação mais incisiva de Ciro antes da votação do segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, no domingo.

    PESQUISAS INTERNAS

    O ex-prefeito de São Paulo falou ao longo do dia que pesquisas internas do PT mostram uma desvantagem de cinco pontos de sua candidatura para a de Jair Bolsonaro (PSL).

    Pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira mostrou Bolsonaro na liderança do segundo turno da disputa presidencial com 56 por cento das intenções de voto, nos votos válidos, contra 44 por cento de Haddad, uma diferença de 12 pontos, uma reduação de 6 pontos em relação ao levantamento.

    MEIO AMBIENTE

    Em entrevista mais cedo a uma rádio, o candidato do PT classificou de 'suicida' a proposta de Bolsonaro de unir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, apesar de o candidato do PSL ter dito que está aberto a rever essa medida.

    Segundo Haddad, o Brasil perderá mercado no exterior se descuidar das questões ambientais.

    'A proposta do meu adversário de fundir os ministérios do Meio Ambiente e Agricultura vai acabar com o agronegócio no país, porque Europa e Estados Unidos não vão comprar nossos produtos se não houver um acordo com meio ambiente', disse Haddad em entrevista à rádio Globo do Mato Grosso do Sul.

    'Nossos produtos hoje são certificados, por isso eles têm mercado no mundo desenvolvido. Vamos parar de produzir simplesmente porque não vamos ter para quem exportar. O meu adversário está fazendo uma proposta suicida.'

    A fusão dos dois ministérios foi uma das primeiras propostas de Bolsonaro. Aliados do candidato do PSL, no entanto, afirmaram esta semana que a ideia pode ser revista, depois que integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária e outros produtores rurais levaram ao capitão da reserva a preocupação com a ideia justamente pelas razões levantadas por Haddad.

    O candidato do PT ressaltou o fato do Brasil ser um grande exportador, mas lembrou que o mundo hoje exige práticas de acordo com regras internacionais de proteção ao meio ambiente, e chamou Bolsonaro de 'despreparado' para lidar com essas questões.

    A proposta petista para a área, disse Haddad, prevê desmatamento líquido zero, com a exploração de áreas já desmatadas e pouco produtivas e o desmatamento de outras, quando necessário, dentro das regras atuais, além de reflorestamento.

    'Não precisamos derrubar mata para ampliar produção. Basta deixar áreas que hoje não produzem mais produtivas', disse.

    (Por Lisandra Paraguassu; Edição de Pedro Fonseca)

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    Haddad diz que não interessa a ninguém eleição fraudada por informações falsas

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad voltou a criticar a campanha do adversário Jair Bolsonaro (PSL) pelo volume de notícias falsas distribuídas pelas redes sociais contra sua candidatura e disse que não interessa a ninguém uma eleição fraudada dessa forma.

    Para o petista, a Justiça precisa ser mais ágil para retirar material falso do ar.

    'Nós não estamos atuando nas redes sociais como eles. Nós temos origens muito diferentes, a minha é na tradição democrática, não na autoritária', disse Haddad em entrevista coletiva em São Paulo. 'Não vou mudar por causa dele, não vou atuar no ambiente que ele está acostumado.'

    Para ele, o grau de distribuição dessas notícias falsas chega a criar uma fraude eleitoral no país.

    'Não interessa a ninguém uma eleição fraudada por informações falsas. A Justiça precisa ser mais rápida. Quando a Justiça retira, milhões de pessoas já viram', disse o candidato, referindo-se a vitórias recentes que o PT teve na Justiça Eleitoral e retiraram páginas e links de notícias falsas contra a coligação.

    PROPOSTAS

    Depois de se reunir com os governadores da coligação eleitos no primeiro turno --Wellington Dias (PT), do Piauí, Rui Costa (PT), da Bahia, Camilo Santana (PT), do Ceará, e Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão--, Haddad apresentou algumas propostas que foram acertadas com eles para serem implementadas imediatamente caso seja eleito, na área de segurança e saúde.

    Em segurança, Haddad reforçou a ideia de colocar a Polícia Federal para investigar o crime organizado em todo país. A proposta, que está no plano de governo do PT, foi fechada com os governadores.

    'É uma reivindicação antiga de todos os 27 governadores', disse Rui Costa.

    O reforço nas propostas de segurança é uma das questões que Flávio Dino defendeu que Haddad reforce nesse segundo turno.

    'Segurança e economia tem que ser os dois pontos. Tem que deslocar o eixo do debate. Quem está impondo o debate até agora é Bolsonaro, tem que mudar a agenda e mostrar quem vai melhorar a vida das pessoas', defendeu Dino mais cedo, em conversa com jornalistas.

    Haddad também destacou uma proposta que está no plano de governo, a de criar policlínicas em que as pessoas possam ir para fazer consultas de diferentes especialidades e também exames, sem ter que recorrer a hospitais.

    O candidato afirmou que o Ceará e a Bahia já tem modelos desse tipo que funcionam bem e isso deve ser expandido para o resto do país.

    CIRO E PDT

    Haddad ainda espera uma sinalização mais objetiva do PDT, que só reúne a Executiva na quarta-feira para decidir sobre o convite de apoio, mas o PT tem cultivado e pressionado os pedetistas para que Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno da disputa presidencial, se incorpore à campanha.

    Até agora, o PDT prometeu um apoio 'crítico', sem participar efetivamente do comando da campanha, segundo o presidente do PDT, Carlos Lupi.

    Nesta terça, Haddad disse que Ciro é uma voz respeitado e que quer tê-lo ao seu lado no segundo turno da corrida presidencial contra o postulante do PSL, Jair Bolsonaro.

    'Ciro é uma voz muito respeitada no país e queremos tê-lo ao lado', disse o petista, acrescentando que conversou com Manganeira Unger na noite anterior. Mangabeira foi um dos formuladores da campanha de Ciro.

    'Eu disse que estaria aberto a incorporar propostas no nosso programa de governo. Não há incompatibilidade de princípios, os programas são muito afinados', afirmou.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Em 3º nas pesquisas, Ciro pede chance para unir Brasil no 2º turno

    (Reuters) - Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) pediu neste domingo uma chance para unir o Brasil, dizendo acreditar em um embate contra Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno.

    'Acho que vai dar', respondeu ele a jornalistas em Fortaleza, no Ceará, ao chegar em sua zona eleitoral.

    Nos últimos dias, Ciro vem tentando apresentar seu nome como terceira via em uma disputa polarizada entre Bolsonaro, que lidera a corrida presidencial, e o petista Fernando Haddad, que aparece em segundo lugar.

    'Eu vou unir o povo brasileiro se eu passar ao segundo turno, como estou pedindo a chance ao brasileiro. Eu estou pedindo a bola, eu estou me deslocando, eu estou na área, o Haddad está no impedimento, se passar para mim eu faço o gol', afirmou.

    Ciro prometeu uma campanha no segundo turno 'diferente de todas as que o Brasil já assistiu', e pontuou que sua presença na próxima fase do pleito representará um pedido de revolução, pela derrota 'de todas as estruturas poderosas do baronato financeiro, dos banqueiros, dos partidos políticos tradicionais, da roubalheira, da concentração de mídia'.

    Questionado sobre o fato de Bolsonaro ter declarado mais cedo sua crença numa vitória ainda no primeiro turno das eleições, Ciro criticou o oponente.

    'Os arrogantes e despreparados sempre se revelam nas horas de maior emoção. E quando uma pessoa no dia da eleição já se afirma vitorioso é porque dispensa o voto das pessoas', disse.

    'Eu quero o voto e peço com humildade de cada brasileiro, de cada brasileira, pra ter uma chance de representar os brasileiros decentes, equilibrados, os brasileiros que detestam a intolerância, que detestam a falta de respeito às mulheres, aos negros, aos quilombolas, aos indígenas, ao meio ambiente', completou.

    Ciro também disse que um eventual apoio a Haddad no segundo turno, dentro de uma coalizão progressista, é uma hipótese que não está em suas considerações.

    (Por Marcela Ayres, em Brasília)

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    Ciro diz que Bolsonaro usa raiva contra PT para alimentar ódio e se apresenta como caminho novo

    (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse neste sábado em vídeo publicado em uma rede social que o adversário do PSL, Jair Bolsonaro, usa a raiva existente contra o PT para alimentar o ódio e disse ser um novo caminho diante da polarização existente na atual corrida presidencial.

    Em mensagem aos eleitores, na véspera do primeiro turno que acontecerá no domingo, Ciro também disse ter a firmeza que o eleitor de Bolsonaro pensa que o ex-capitão do Exército tem, ao mesmo tempo que diz ter a humanidade que diz que o rival não possui.

    'A raiva contra o PT está sendo usada pelo Bolsonaro para alimentar o ódio. Em uma nação movida pela raiva e alimentada pelo ódio, não se construirá o pacto social que o Brasil tanto merece e precisa', disse Ciro no vídeo divulgado em sua conta no Twitter.

    'Eu sou um caminho novo. Tenho a sensibilidade social para cuidar de todos, pois sou uma pessoa que cultiva os valores da democracia e da sociedade igual, pratiquei a minha vida inteira esses valores humanos. Eu tenho a firmeza que você pensa que o Bolsonaro tem, mas eu tenho a humanidade que ele não tem', afirmou o pedetista.

    Ciro encerra a campanha eleitoral no Ceará, Estado que é seu reduto político. Ele fez pela manhã uma carreata na capital Fortaleza e, à tarde, fará uma caminhada em Sobral, no interior, cidade onde iniciou a carreira política.

    O pedetista aparece na terceira posição nas pesquisas de intenção de voto, numericamente à frente mas em empate técnico com Geraldo Alckmin (PSDB), mas está distante de Bolsonaro, que lidera a corrida presidencial, e do petista Fernando Haddad, atual vice-líder da disputa.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Ciro diz que virada na reta final para levá-lo ao 2º turno é 'completamente provável'

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A dois dias do primeiro turno da eleição, o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, afirmou nesta sexta-feira que uma virada na reta final para levá-lo ao segundo turno ainda é 'completamente provável', e disse que é o único presidenciável capaz de derrotar o que descreveu como uma 'onda fascista' liderada por Jair Bolsonaro, do PSL.

    Em visita à favela da Rocinha, uma das maiores do Brasil e com grande concentração de moradores nordestinos, Ciro mostrou confiança de chegar ao segundo turno, apesar de aparecer numericamente em terceiro lugar nas últimas pesquisas, atrás de Bolsonaro e de Fernando Haddad (PT).

    'É completamente provável (uma virada). Basta ver o quê aconteceu nas eleições passadas... o Ibope vende até a mãe, quanto mais pesquisas', afirmou Ciro a jornalistas.

    Ciro afirmou que pesquisas internas realizadas pelo PDT já apontam para essa virada na reta final da eleição. 'As coisas estão acontecendo e os números estão virando como uma lindeza', disse o candidato do PDT.

    Ciro mirou seus ataques a Haddad, atual segundo colocado nas pesquisas, a quem chamou de inexperiente. Ciro lembrou que o petista perdeu a reeleição para prefeitura de São Paulo para o ' farsante' João Doria, candidato ao governo do Estado.

    'O Haddad tem uma personalidade que não tem 'punch', energia, autoridade e a marra para enfrentar essa onda fascista que está querendo tomar conta do Brasil', avaliou.

    Sobre o chamado movimento 'Alcirina', que nasceu nas redes sociais para tentar unir as candidaturas de Ciro, Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) para evitar um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, o pedetista frisou que agora parece tarde para cogitar tal união.

    'Não é razoável pedir que alguém desista da candidatura, o que é razoável é pedir ao eleitorado e dizer que sou o único capaz de derrotar o Bolsonaro. Eu tenho o melhor projeto, experiência, e na luta até o dia 7 para proteger o Brasil do fascismo'.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    Ciro diz que Bolsonaro é cédula de 3 reais e desafia candidato a ir a último debate

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, chamou seu adversário Jair Bolsonaro, do PSL, de cédula de 3 reais, desafiando o deputado a comparecer ao último debate entre presidenciáveis, que será promovido pela TV Globo, na quinta-feira.

    'Se quiser votar nele eu respeito, como sempre respeitei, sempre cumprimentei meus adversários, não tenho inimigo na política, mas o Bolsonaro é uma cédula de '3 real' (sic)', disse Ciro a jornalistas antes de encontro com sua militância na sede do PDT em São Paulo.

    Ciro atacou Bolsonaro após ser perguntado sobre se acreditava nos resultados das urnas eletrônicas. 'É claro, senão eu não era candidato.'

    'Agora, um camarada que é 28 anos deputado federal do Rio de Janeiro, epicentro da ladroeira, onde o governador tá preso, presidente da Assembleia preso, do tribunal de contas preso, e ele é aliado a essa gente fazendo discurso de decência... vem fazer papo furado, de que a urna eletrônica não tem decência? Que é isso? Mais respeito, Bolsonaro', criticou Ciro.

    'Isso aqui é uma democracia que vai sobreviver a você e eu vou tirar sua máscara, você não pode deixar de ir ao debate, você está mentindo, e atestado médico falso é crime, vá ao debate da Globo que eu vou mostrar que você é uma cédula de '3 real'', desafiou.

    Nesta manhã, no entanto, uma junta médica do hospital Albert Einstein avaliou que Bolsonaro não tem condições de participar do debate. [nL2N1WJ0UG]

    Ao comentar as recentes manifestações contra Bolsonaro e a alta que seu adversário apresentou nas últimas pesquisas de intenções de votos, o pedetista avaliou que a eleição ainda está 'completamente aberta'.

    'ESTUÁRIO DE TODOS'

    Ciro fez um apelo para que os eleitores deixem de lado a simples rejeição ao candidato do PSL para abraçar uma candidatura na qual realmente acreditem.'É preciso que o povo brasileiro tenha pelo menos o direito de votar com esperança, afirmar, chega de não, é preciso dizer sim agora a quem você quer, isso é o que eu quero pedir às mulheres brasileiras que fizeram a manifestação mais linda do país nessa campanha', disse.

    'Eu mesmo estava junto, mas depois eu percebi, e isso é da política. Quando nós demos a ideia de que o 'ele não' fosse nossa guia, nós acabamos trazendo uma polarização que não ajudou a nossa causa', avaliou. 'Não tem 'ele não' na urna, se não for pra mim, assumam o sim para o seu candidato, vão para a rua, peguem a bandeira, vistam a camiseta.'

    Perguntado sobre a possibilidade de estar no segundo turno, Ciro se disse honrado com a ideia de que possa ser 'o estuário de todos' e pediu a atenção dos eleitores indecisos, ou que tenham escolhido seu voto apenas por rejeição aos outros candidatos.

    'Estou tentando criar um campo novo, na medida em que eu acho que o PT criou o Bolsonaro, e o Bolsonaro criou o PT', disse. 'Vamos supor que os dois vão ao 2º turno, aquele que ganhar racha o país e pega metade do país em rejeição.'

    'Vamos aos mesmos números: eu sou a menor rejeição entre os candidatos competitivos. Isso na prática quer dizer aquilo que é real, eu posso conversar com todos', argumentou.

    Ciro fez questão de dizer que foi colega dos candidatos Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede) e Bolsonaro, e foi contemporâneo de outros dois presidenciáveis, Geraldo Alckmin (PSDB) e Alvaro Dias (Podemos), além de ter conhecido agora o Cabo Daciolo (Patriota) e Guilherme Boulos (PSOL)'.

    Mas não mencionou Haddad, que foi ministro da Educação durante parte do tempo que Ciro foi ministro da Integração Nacional, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    (Reportagem de Pedro Belo)

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    Ciro diz que PT não pode contar com ele e que essa será sua última eleição

    (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, atacou mais uma vez o PT nesta sexta-feira e afirmou que não seria ministro em um eventual governo de Fernando Haddad, além de garantir que disputa sua última eleição.

    Em entrevista à rádio Guaíba de Porto Alegre, Ciro afirmou que o PT 'definitivamente não pode contar com ele', em resposta a falas de Haddad, que tem dito ter certeza que ele e Ciro estarão juntos em um segundo turno, seja qual dos dois vá disputar a segunda fase da eleição.

    'Não pode contar. O PT contou comigo ao longo desses 16 anos, até impeachment da Dilma. A medida que depois se junta com Renan Calheiros, estão junto com Eunício Oliveira, não é mais possível andar com eles. Definitivamente não é possível não', disse Ciro.

    O pedetista disse ainda que o PT 'se tornou uma organização odienta de poder' e que não pretende aceitar um eventual convite para ser ministro.

    'Eu não serei ministro. Disputarei minha última eleição. Vou dar todo meu amor, toda minha energia, acredito que tenha uma chance grande. Evidente vou ter que lutar como um obstinado até às 17h do dia 7', disse Ciro.

    Mais tarde, em um encontro em que compareceu para falar de políticas para mulheres, o pedetista voltou à carga contra o parido. Questionado se não temia queimar pontes com o PT, depois de todos os ataques ao partido e a Fernando Haddad, Ciro negou.

    'Não quero nenhuma ponte com ninguém a não ser com o povo brasileiro. Eu não pretendo ser presidente da República fazendo qualquer tipo de concessão a quem quer que seja. Jamais eu teria a condição de ter o apoio do PT, porque o PT tem a natureza do escorpião, o PT só sabe apoiar a si próprio', disse.

    'O PT, quando a gente o ajuda, a gente é o melhor herói do mundo. Quando a gente faz qualquer crítica, por mais fraterna ou respeitosa, o PT sobe nas tamancas e se considera dono do abacateirol.'

    Ciro está numericamente em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, enquanto Haddad ocupa a vice-liderança da corrida presidencial.

    BOLSONARO

    O pedetista atacou também o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), e afirmou que seria importante 'banir' o deputado da disputa já no primeiro turno.

    'Seria muito importante que o brasileiro banisse essa proposta radical, extremista, que é contra os trabalhadores, que é entreguista da riqueza nacional, já no primeiro turno, menos por mim e mais pelo país', defendeu.

    Ciro diz acreditar que tem condições de tirar parte dos votos de Bolsonaro, que hoje tem cerca de 28 por cento das intenções de votos, nas últimas pesquisas.

    'Existe um núcleo duro do eleitor do Bolsonaro que é fascista, 14, 16 por cento que vai ficar com Bolsonaro nem que ele corra nu na rua, que espanque a imagem de Nossa Senhora. Esse eleitor não está preocupado com nada. Costuma ser um garoto branco, rico com muito ódio no coração', disse. 'Mas essa diferença vem para mim, porque eu sou o único quadro no campo centro-esquerda que pode derrotar o PT sem ódio e com capacidade de dialogar com a esquerda, a direita e o centro.'

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu, em Brasília, e Laís Martins, em São Paulo)

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    Ciro critica fala de Mourão contra o 13º e diz que vice é mais um motivo para não se votar em Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, atacou a declaração do candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro, general da reserva do Exército Hamilton Mourão, que criticou o décimo terceiro salário e o adicional de férias.

    'O general Mourão é contra o décimo terceiro e adicional de férias. Imagine que esse homem pode virar presidente da República como acabou acontecendo com três vices na história do Brasil, entre eles Sarney e Temer. Se você ainda não tinha um motivo para não votar no Bolsonaro, agora tem', disse Ciro em um vídeo distribuído das redes sociais e que deve ser usado como inserção na campanha eleitoral gratuita.

    Em seguida, o vídeo mostra a fala de Mourão afirmando que o décimo terceiro salário é uma 'jabuticaba' e que no Brasil as pessoas ganham mais de férias do que quando estão trabalhando --referindo-se ao adicional de férias. O vídeo de Ciro termina com a hashtag #EleNão, que os opositores ao capitão têm usado nas redes sociais.

    O presidenciável do PDT passou por uma cauterização em veias na região da próstata na terça-feira, depois de ter sentido um 'incômodo' na região da bexiga. O candidato ficou internado até a tarde de quarta, de onde saiu, contrariando ordens médicas, para o debate no SBT, no final da tarde.

    Nesta quinta, mais cedo, Ciro gravou um primeiro vídeo em que falou de propostas para a infância e reafirmou que não poderia visitar Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, como estava programado, porque precisa de 48 horas de repouso.

    Segundo sua campanha, Ciro só volta a eventos externos a partir de segunda-feira. Antes disso, no entanto, deve participar do debate dos presidenciáveis na TV Record na noite de domingo.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Ciro recebe alta de hospital e vai direto para debate

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, recebeu alta na tarde desta quarta-feira e seguiu direto do hospital para um debate entre presidenciáveis, após ter sido submetido a uma pequena intervenção cirúrgica na próstata no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, na véspera.

    'Oi pessoal, saindo do hospital, com a lataria consertada, indo lá para o debate do SBT', disse Ciro em vídeo postado em seu Twitter.

    'A eleição está aberta e vai depender de quem tiver a militância mais aguerrida, mais firme e eu tenho a melhor militância de todos', acrescentou.

    Boletim médico nesta manhã confirmou informações dadas pela equipe do candidato na véspera com mais detalhes, explicando que o presidenciável 'foi submetido a uma intervenção cirúrgica de menor porte, com cauterização das áreas hemorrágicas'.

    'Ciro Gomes deu entrada na tarde de ontem... com quadro de sangramento urinário espontâneo, relacionado com crescimento benigno da próstata', disse o hospital, acrescentando que o candidato estava bem.

    Ciro seguiu direto para o debate entre presidenciáveis promovido por SBT, Folha de S.Paulo e UOL, marcado paras 17h45.

    Sua equipe de campanha informou que o presidenciável só vai retomar as atividades de rua na segunda-feira. Até lá, além do debate desta quarta, deve participar do debate na TV Record no domingo.

    Segundo o hospital Sírio-Libanês, o procedimento realizado em Ciro durou 30 minutos e foi feito por via endoscópica, com uma leve sedação. O candidato seguiu para o quarto após o procedimento e está tranquilo e sem dor, de acordo com a assessoria de imprensa do hospital.

    Ciro ocupa a terceira posição nas pesquisas de intenção de voto para a eleição, em empate técnico com Geraldo Alckmin (PSDB), atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que lidera, e de Fernando Haddad (PT).

    Bolsonaro está internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, se recuperando de duas cirurgias de urgência após sofrer uma facada durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG).

    (Reportagem de Leonardo Benessato e Tatiana Ramil)

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    Ciro é internado, passa por cauterização de vasos da próstata e deve receber alta na manhã de 4ª

    Por Eduardo Simões e Leonardo Benassatto

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, passou nesta terça-feira por um procedimento de cauterização de vasos sanguíneos da próstata no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sentir 'um leve desconforto', e deve receber alta na manhã de quarta-feira, disse a assessoria de imprensa do candidato.

    'Ciro Gomes deu entrada no fim da tarde desta terça-feira no hospital Sírio-Libanês. Após exames passou por um procedimento de cauterização de vasos da próstata', afirma nota divulgada pela campanha do pedetista.

    'Por ser um procedimento simples, Ciro Gomes poderá retornar às suas atividades o mais breve possível.'

    A assessoria de imprensa de Ciro afirmou que a agenda de quarta-feira do candidato está mantida e que, desta forma, ele deve participar do debate entre presidenciáveis na tarde de quarta promovida pelo portal UOL, pelo jornal Folha de S.Paulo e pelo SBT.

    Ciro ocupa a terceira posição nas pesquisas de intenção de voto para a eleição, em empate técnico com Geraldo Alckmin (PSDB), atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que lidera, e de Fernando Haddad (PT).

    Bolsonaro está internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, se recuperando de duas cirurgias de urgência após sofrer uma facada durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG).

    Mais cedo, em evento de campanha em Duque de Caxias (RJ), Ciro disse acreditar que as eleições no Brasil estão abertas e indefinidas e argumentou que os institutos de pesquisa não podem escolher candidatos para os eleitores.

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