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    'Nação sábia olha para os políticos com o pé atrás', diz Ciro

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, aconselhou nesta quinta-feira os eleitores a não decidirem sobre o voto agora e disse que 'uma nação sábia olha para os políticos com o pé atrás'.

    'Vamos dar um tempo, vamos olhar quem é, de onde vem, o que que andou fazendo, a aderência entre o que fala e o que fez', pediu o candidato pedetista em um evento promovido pelo grupo Mulheres do Brasil em São Paulo.

    O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, também presente no evento, comentou o clima amigável entre os sete candidatos ao Planalto presentes no encontro desta quinta, que foi primeiro dia oficial de campanha.

    'Só as mulheres para conseguirem esta urbanidade tão boa entre nós, isso não é comum', brincou o ex-governador de São Paulo.

    Antes do início do evento, a empresária Luiza Helena Trajano, na condição de presidente do grupo, reiterou que o evento não era um debate, mas sim um diálogo, e por isso não cabiam ali réplicas ou ofensas.

    Em sua fala de encerramento, Alckmin elogiou a candidata a vice-presidente de sua chapa, a senadora Ana Amélia (PP-RS).

    'Eu fui buscar uma mulher guerreira, como todas as mulheres, senadora pelo Rio Grande do Sul, uma das mais brilhantes parlamentares brasileiras para ser nossa candidata a vice-presidente, estará lá conosco a quatro mãos trabalhando juntos pelo nosso país', disse Alckmin.

    Também participaram do evento outros cinco candidatos ao Planalto: Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo), Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU).

    (Reportagem de Laís Martins e Eduardo Simões)

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    Ciro diz que pode afrouxar compulsório se bancos privados ajudarem a refinanciar dívidas

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse em vídeo divulgado em uma rede social nesta segunda-feira que poderá afrouxar as exigências de depósito compulsório caso os bancos privados decidam ajudar no refinanciamento a juros mais baixos da dívida de brasileiros atualmente inadimplentes, depois da concessão de um desconto no montante do débito.

    O pedetista, que transformou a promessa de tirar 63 milhões de brasileiros inadimplentes do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em um dos motes de sua campanha, voltou a afirmar que o governo atuará diretamente para renegociar e obter descontos das dívidas da população caso ele seja eleito presidente em outubro deste ano.

    'Quando você chega no Feirão do Serasa --os ricos não sabem nem do que eu estou falando-- você chega no Feirão do Serasa, como eles chamam, o Serasa diz assim 'venha limpar o seu nome que nós lhe damos desconto de 50, 60, 70 por cento'. No cartão de crédito, meu irmão, tem desconto de 95 por cento. Por quê? Cobra do consumidor brasileiro 486 por cento de juro ao ano', afirma Ciro no vídeo.

    'Então, o primeiro movimento: pegar essa dívida toda, que eu já sei quanto é, e botar o governo para proteger os endividados. 'Agora é comigo que você vai negociar, meu patrão. Senta aqui e traz o desconto para mim. O povo agora não está mais desprotegido, agora tem um governo comprometido com o povo'', explicou.

    Após isso, disse o presidenciável do PDT, os bancos públicos ajudarão no refinanciamento do que restar da dívida, que ele calculou ser, em média, de 1.400 reais por família, após a renegociação. Caso os bancos privados aceitem participar com juros menores, poderá haver uma redução do compulsório, percentual dos depósitos existentes nos bancos que o Banco Central obriga as instituições financeiras a depositar na autoridade monetária.

    'Aí eu pego o Banco do Brasil e a Caixa Econômica e vou ganhar dinheiro --porque vou tirar o juro de 486 e vou cobrar 10, 12, 11. Se os bancos privados se interessarem, eu dou uma afrouxadinha no compulsório', afirmou Ciro, ressaltando, entretanto, que a sua proposta não depende da participação dos bancos privados.

    'Se eu der uma afrouxadinha, o banco se interessar, porque vai ganhar dinheiro --não os 486, mas 12-- ele pode vir me ajudar. Mas eu não vou precisar dele não. Estou preparando um projetinho só com a Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Basa, Banrisul. Vai dar certo', garantiu.

    (Por Eduardo Simões)

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    Ciro diz que usará 'mediação poderosa' do governo para descontar juros e multas da dívida de brasileiros

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse nesta sexta-feira que, se eleito, usará a 'mediação poderosa' do governo para descontar 'desaforos', como juros e multas, da dívida dos brasileiros e que atuará para refinanciar o restante dos débitos.

    Em entrevista a jornalistas após participar de evento da entidade Todos pela Educação, em São Paulo, o pedetista voltou a tratar de sua proposta, apresentada no debate da TV Band na véspera, de ajudar a tirar o nome de 63 milhões de brasileiros do Sistema de Proteção ao Crédito (SPC).

    'Essa é a questão no Brasil. Quando é para rico é muito rápido, é muito simples. Quando é para pobre, todo mundo quer botar defeito', criticou.

    'Trata-se de entender o volume da dívida, que humilha 63 milhões de pessoas, trata-se de descontar do volume dessa dívida, com uma mediação poderosa de um governo que sabe o que está fazendo, de descontar todos os desaforos --juros sobre juros, correção monetária, multas, etc, etc-- e refinanciar o que sobrar', explicou.

    Indagado se a fórmula para limpar os nomes dos brasileiros com dívidas e nome sujo na praça seria detalhada no site de sua campanha ao Palácio do Planalto, Ciro rejeitou a ideia, e afirmou que quer transformar a proposta, que foi muito citada em redes sociais após o debate de quinta, em 'um hit'.

    'Não, eu quero que esculhambe mais, quero que bote mais dúvida. Eu quero transformar isso num hit. E já estou conseguindo', comentou.

    O presidenciável também voltou a rebater visões negativas sobre seu temperamento e disse ser 'um doce de coco'.

    'Esse monstro que criaram ao meu redor, da minha imagem, não guarda a menor coerência com a minha vida. Eu sou um doce de coco, pode acreditar nisso', garantiu.

    'A questão básica é o seguinte: é que eu não estou na luta política para alisar. Eu não faço parte da máfia.'

    (Por Eduardo Simões)

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    Chapa tripla do PT 'engana flagrantemente' o eleitor, diz Ciro

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse nesta quarta-feira que a chapa presidencial anunciada pelo PT, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cabeça e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice e a deputada estadual gaúcha Manuela D'Ávila, do PCdoB, como futura vice, 'engana flagrantemente' o eleitor.

    Após palestra para investidores em São Paulo, Ciro afirmou a jornalistas que representa um projeto diferente do defendido pelo PT e, durante sua fala aos investidores, disse que jamais esperou ter o apoio dos partidos do chamado blocão, embora tenha admitido que negociou com o grupo.

    'Independente das pessoas, especialmente o Haddad e a Manuela que são queridos amigos, eu estou preocupado porque isso é um convite para o país dançar a beira do abismo', disse Ciro quando indagado sobre a chapa presidencial anunciada pelo PT nesta semana.

    'Há uma imensa gratidão justa, merecida, de fração importante do povo brasileiro com o Lula. Mas isso daí é suficiente para deixar todas as regras de lado e colocar uma dinâmica que hoje é vice, mas não vai ser vice, depois não vai ser vice, não vai mais ser vice, como é que vai ser isso? Isso gera uma confusão', afirmou.

    Para Ciro, se o senso comum estiver certo, Lula não poderá ser candidato por conta da Lei da Ficha Limpa e, assim, a chapa anunciada pelo PT seria uma forma de enganar o eleitorado.

    'Está sendo enganado flagrantemente. Porque até as pedras no caminho, se o senso comum estiver correto, o Lula não vai ser candidato', disse aos jornalistas.

    Sobre as conversas que teve com o blocão --grupo formado por PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade-- Ciro afirmou aos investidores que procurou adiantar negociações sobre agenda legislativa caso fosse eleito. Mas que jamais esperou conseguir o apoio eleitoral dessas siglas, que acabaram decidindo apoiar o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

    'Eles fizeram (negociação com Ciro) para agravar o preço deles para o Alckmin', avaliou o presidenciável do PDT.

    Durante a palestra, promovida pelo banco BTG Pactual também com outros candidatos ao Palácio do Planalto, Ciro disse à plateia que não se reconhece no 'monstro' que pintam dele, numa referência a comentários recorrentes sobre seu temperamento.

    O pedetista também negou ser 'um aloprado' e disse que esta será a última vez que disputará a Presidência da República. Ao mesmo tempo, garantiu que, se eleito, restaurará a democracia constitucional e a ordem.

    'É a última vez que eu vou disputar e eu vou dar tudo o que eu puder para ajudar o Brasil a achar um caminho', prometeu.

    (Por Eduardo Simões e Laís Martins)

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    Meta é criar 2 milhões de empregos no primeiro ano de governo, diz Ciro

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, afirmou nesta segunda-feira que pretende criar 2 milhões de empregos no seu primeiro ano de governo, especialmente na área de construção civil que, afirma, é a que costuma reagir mais rápido e empregar mais pessoas ainda com baixa qualificação.

    'O Brasil precisa se reindustrializar', disse Ciro em evento para os candidatos organizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). 'A construção é de fato o único setor com capacidade imediata de produzir emprego em uma situação debilitada como o Brasil está. Não importa insumo e emprega gente com dificuldades de qualificação. É um setor que responde imediatamente.'

    Ciro Gomes afirmou ainda que existe uma 'montanha de dinheiro estocado na especulação financeira' e recursos para investimentos em obras que não são usados por falta de qualificação dos municípios para fazer projetos e também por questões burocráticas que impedem os entes federados de pegar recursos para investimentos.

    'Vou limpar tudo isso e começar imediatamente todos os projetos que houver', afirmou.

    O candidato voltou a falar em outros quatro setores - Defesa, Agronegócio, Saúde e Petróleo, Gás e Bioenergia - que, segundo ele, podem reagir mais rapidamente para a criação de empregos.

    Ciro chamou de 'ridículo' o crescimento do Brasil desde a década de 1980, que, segundo ele, foi em média de 2 por cento e basicamente empataria com o crescimento da população. Afirmou, ainda, que o Brasil passa por um momento de colapso do consumo, endividamento do setor produtivo, colapso fiscal e desequilíbrio na balança comercial que levaram à maior crise da história do país.

    O candidato avalia que o país vive em processo de 'cresce e quebra', baseado apenas no consumo das famílias, e que não se sustenta. 'Temos que desarmar essa bomba. Não se pode acreditar que consumo é o que vai fazer o país crescer. O que faz país crescer é investimento', defendeu.

    Ciro prometeu mexer em questões de legislação que, diz, levam à insegurança para investimentos no país. Afirmou, por exemplo, que irá mexer na lei das licitações, a 8666, a legislação de licenciamento ambiental e na estrutura dos órgãos de controle.

    'O problema é que a corrupção se adapta às leis e as leis não podem ser rígidas', criticou, afirmando ainda que, por exemplo, o Tribunal de Contas da União (TCU) tem mais engenheiros 'só para botar defeito no trabalho dos outros' do que os ministérios-fim. 'Hoje um órgão auxiliar tem poder de suspender uma obra. Não pode. Vai recomendar ao Senado e o Senado vai decidir se suspende ou não'.

    BANCOS

    Ciro voltou a atacar o que chama de cartel dos bancos brasileiros e afirmou que é preciso tirar os bancos públicos desse grupo para aliviar a restrição de crédito no país.

    'Não podemos aceitar passivamente que nos últimos 15 anos, 80 por cento das operações financeiras do país estão concentradas em cinco bancos. Nos Estados Unidos são 5 mil', disse. 'É uma aberração, é um cartel. A Selic mais baixa nominal dos últimos meses e o juro mensal na ponta crescendo'.

    Ciro defende que é necessário tirar os bancos públicos - Banco do Brasil e Caixa - do cartel para que eles forcem os juros para baixo. 'O BB pode ganhar dinheiro e aumentar sua share no mercado e ganhar em escala', defendeu.

    MEDO

    Questionado sobre o motivo da ação do PT que ajudou a isolá-lo na disputa eleitoral, Ciro afirmou que existe um 'medo' da sua candidatura.

    'E é um medo justificado, porque eu vou interpretar uma profunda reflexão do que é ser progressista, porque não é uma política social compensatória que faz a gente ser progressista', disse.

    Na semana passada, o PT fez acordos estaduais com o PSB, que levaram os socialistas à neutralidade na eleição presidencial, em vez de um possível apoio a Ciro.

    Apesar de criticar novamente as manobras petistas, que classificou de um erro grave que 'pegou muito mal', Ciro disse estar aberto a alianças no segundo turno, desde que sejam de apoio a ele porque será quem estará no segundo turno'.

    Ciro defendeu ainda sua companheira de chapa, a senadora Kátia Abreu (TO), apontada neste domingo.

    'A minha aliança sempre foi anunciada, meu projeto é de centro-esquerda e quero reunir os interesses práticos de quem produz com os interesses práticos de quem trabalha', acrescentando que Kátia tem mais decência que qualquer pessoa que conheça. 'Ela foi expulsa pelos quadrilheiros golpistas do seu partido (anterior, o MDB) porque foi fiel à presidente Dilma Rousseff', defendeu.

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    'Em nenhuma hipótese é o PT o nosso inimigo!', diz Ciro em carta aberta

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, defendeu, em carta aberta divulgada nesta sexta-feira, a união de partidos do que ele intitula campo progressista nas eleições de outubro e criticou a articulação da cúpula do PT para isolar sua candidatura.

    'A violência e o grosseiro equívoco desta atitude da cúpula do PT não devem nos retirar a atenção do que realmente interessa: estas eleições são a última chance, como país, de salvarmos o Brasil da legitimação, pelo voto, desta agenda antipobre, antinacional e antidecência que nos governa desde que o golpe usurpou o poder através de Michel Temer e sua gangue', afirmou.

    Ciro disse que não se pode aceitar a 'armadilha' de empurrar o projeto que defende para o conservadorismo ou para a violação de 'nossos valores, muito menos por alguns --ainda que preciosos-- segundos de propaganda na TV.

    'Em nenhuma hipótese é o PT o nosso inimigo!', conclamou.

    Para o pedetista, a cúpula do PT terá de se haver perante a história com as consequências dos atos. Ele lamenta que as baterias deveriam permanecer apontadas 'contra a reação nazi-fascista ou o neoliberalismo entreguista da turma Temer, PSDB, PMDB'.

    'Estes são os inimigos da pátria, estes os traidores da nação, estes os comandantes da roubalheira de alto coturno que parte deslumbrada da cúpula petista quis imitar para dar no que deu. É contra estes que devemos manter nossa luta, nossas energias e nossos entusiasmo! É a favor de uma corrente encantadora de mudanças, que devolva a esperança perdida por nosso povo, que devemos nos emocionar!', cobrou.

    Ciro disse que a 'viagem lisérgica da burocracia do PT tem data para acabar', uma vez que, acredita, Lula não vai conseguir disputar novamente o Palácio do Planalto. O petista está preso desde abril e deve ser barrado pela Lei da Ficha Limpa em razão da condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região no processo do tríplex do Guarujá (SP).

    Ainda assim, o PT vai confirmar neste sábado a candidatura de Lula ao Planalto.

    'Não deixarão Lula ser candidato! Até as pedras do caminho sabem disso! Pior, a burocracia do PT também sabe muito bem disso. Ou seja, é para bailar à beira do abismo que os burocratas do PT convidam a nação brasileira', disse, ao concluir a mensagem.

    'Então fiquemos assim. Se for verdade que Lula será candidato, conversemos; se não for, por favor, Brasil: muita calma nessa hora! Nosso país não aguentará outra aposta no escuro.'

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Ciro ataca aliança entre PT e PSB e anuncia carta ao povo para pedir tranquilidade

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, classificou nesta sexta-feira a aliança do PSB com o PT que deixou os socialistas em posição de neutralidade nas eleições presidenciais como um ato desleal e traiçoeiro, mas disse que é preciso manter a cabeça fria para dar continuidade a seu projeto eleitoral.

    O pedetista afirmou que enxerga a aproximação do PT ao PSB como uma tentativa de enfraquecer sua candidatura, e anunciou que vai publicar ainda nesta sexta-feira nas redes sociais uma carta ao povo pedindo por tranquilidade em um momento de aparente turbulência.

    'É preciso muito calma nessa hora... Evidente que nossa gente e nossa militância ficaram muito frustradas e irritadas com a forma desleal e traiçoeira com a qual aparentemente fomos tratados', disse Ciro a jornalistas após participar da convenção estadual do PDT no Rio de Janeiro, no centro da cidade.

    'Mas eu que tenho a cabeça fora da linha d'água, estou ponderando e pedindo muita calma nessa hora', acrescentou.

    A escolha do PSB pela neutralidade na eleição presidencial em acordo firmado com o PT deixou o pedetista isolado e sem um partido importante que poderia ser um forte aliado na corrida presidencial de outubro.

    Ciro chegou a dizer logo após a decisão do PSB que a neutralidade não era uma surpresa, e que sabia que estava 'marcado para morrer' por PT, PSDB e MDB.

    O pedetista disse entender a aproximação entre PT e PSB como uma manobra dos petistas contra a sua candidatura. Com a inviabilidade da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde abril, o PT ficou enfraquecido na disputa e decidiu minar a sua candidatura, segundo Ciro.

    'Todos sabem que não deixarão o Lula ser candidato, as estruturas não permitirão, e o que está em jogo na burocracia do PT é uma grande enganação', disse.

    'Querem criar uma comoção nacional para que o dia que ele for declarado inelegível para escolher outro poste. A questão é: o Brasil aguenta outro poste?', disse ele, ao se referir implicitamente à ex-presidente Dilma Rousseff. 'A única coisa que justifica esse gesto é eles acharem que eu sou uma grande ameaça de afirmar uma alternativa de renovação do campo progressista brasileiro', acrescentou.

    Apesar da decisão do PSB, Ciro afirmou que pretende manter o apoio ao candidato socialista Márcio França, que é candidato à reeleição ao governo de São Paulo.

    'Se depender de mim manteremos (o apoio), porque considero Márcio França o melhor para São Paulo', afirmou.

    Durante seu discurso na sede do PDT do Rio de Janeiro, Ciro atacou ainda o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de opinião de voto nos cenários sem a presença de Lula.

    'O problema do Bolsonaro, com todo carinho, é que ele é um boçal e inexperiente', disse.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Grupo de petistas ainda quer tentar aliança com Ciro, apesar de clima pesado com pedetista

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Apesar do clima ruim depois da negociação que retirou o PSB do caminho de uma possível aliança com Ciro Gomes (PDT), um grupo de petistas ainda não desistiu de uma aliança com o pedetista para compor uma chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que poderia até mesmo levá-lo a assumir a candidatura com a provável impugnação do ex-presidente, disse à Reuters uma fonte com conhecimento do assunto.

    A ideia de Ciro ser vice de Lula foi tratada pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), com o presidente do PDT, Carlos Lupi, em uma reunião que participavam também PSB e PCdoB na tarde de terça-feira, em Brasília, mas não da maneira com que esse grupo de petistas planejava.

    A proposta pegou Lupi de surpresa, a ponto do pedetista achar que era uma brincadeira, disse à Reuters uma outra fonte. Ao entender que Gleisi falava sério, Lupi afirmou que essa proposta deveria ter sido feita há duas semanas, antes da convenção do PDT que oficializou a candidatura de Ciro.

    'Foi uma proposta feita para se abrir uma negociação. Mas o PT não fala em substitutos para o presidente Lula. Isso não foi posto', disse essa segunda fonte.

    Dividido, o PT ainda não conseguiu chegar a um caminho sobre como tratar o fato de que Lula, apesar da insistência do partido, não deverá conseguir ser candidato porque deverá ser enquadrado na Lei de Ficha Limpa por ser condenado em segunda instância.

    Um grupo de petistas que tem proximidade com o ex-presidente, preso há mais de 100 dias em Curitiba, ainda tenta negociar com Ciro a ideia de que ele aceite ser vice de Lula e, enquanto a candidatura não for impugnada, seja a cara da campanha no país, com apoio do PT. Com a impugnação, a candidatura de Ciro seria mantida e o PT indicaria um vice-presidente.

    A ideia uniria os principais partidos de esquerda e poderia levar para o grupo também o PSB que, depois de um acordo com o PT pretende adotar a neutralidade nesta eleição. Além disso, poderia transferir a Ciro parte do eleitorado de Lula, que ainda aparece com cerca de 30 por cento das intenções de voto nas pesquisas, mesmo preso.

    'Ainda não se desistiu dessa possibilidade. Se tem aí até o final de semana para conversar, mas é preciso encontrar espaço no PDT para escutarem', disse a primeira fonte.

    A maneira com que Gleisi apresentou a ideia incomodou o PDT e seria necessário ainda abrir um novo canal de diálogo. Em um evento nesta quinta em São Paulo, Ciro afirmou que a ideia de ser vice de Lula seria uma 'aberração'. Na noite de quarta, em entrevista à Globo News, o candidato disse se sentir frustrado com o tratamento que recebe do PT, que classificou de 'miudeza'.

    A ideia também enfrenta resistência dentro do próprio PT. Parte do partido ainda defende que deve liderar a esquerda no país e encabeçar qualquer acordo para uma aliança de esquerda, apesar das dificuldades e denúncias que enfrentou nos últimos anos e da prisão de seu maior líder.

    A Reuters procurou diversas vezes, por telefone e mensagem, o presidente do PDT e o coordenador de campanha de Ciro Gomes, seu irmão Cid Gomes, mas não teve resposta.

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    Ciro defende tributação sobre lucros e implantação de IVA em reforma tributária

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, afirmou na noite de quarta-feira, em entrevista à Globonews, que terá como foco na sua reforma tributária a tributação de lucros e dividendos e a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), além de uma revisão de todos os benefícios fiscais concedidos a empresas nos últimos anos.

    'O mundo inteiro cobra tributo sobre lucros e dividendos empresariais, só Estônia e Brasil que não. Eu vou propor cobrar', afirmou.

    Segundo o pedetista, existe uma distorção no Brasil em que toda a estrutura econômica está montada para transferir renda de quem produz e trabalha para o sistema financeiro.

    'Quem está ganhando mesmo no Brasil são os banqueiros e quem perde no Brasil são os trabalhadores e a produção', disse.

    Ciro disse ainda que pretende rever 'com lupa' os incentivos fiscais dados a empresas desde 2013, no governo de Dilma Rousseff, e que só ficarão aqueles que provarem que realmente trazer resultados para a produção e criação de emprego.

    O candidato afirmou ainda que é preciso uma repactuação fiscal com Estados e municípios, que hoje estão sem condições de fazer investimentos e mas têm cada vez mais encargos. 'Hoje a federação é uma ficção', afirmou.

    Para além de tributar lucros e dividendos e retirar impostos de empresas que reinvestem o lucro, Ciro afirma que o país precisa passar a adotar o IVA, o que não foi feito até hoje porque alguns estados mais industrializados --São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul-- perderiam recursos em um primeiro momento. 'Mas é um sacrifício inicial que precisa ser feito', disse.

    Ciro voltou a criticar a reforma trabalhista, as vendas de ativos da Petrobras e a tentativa de um acordo entre Embraer e Boeing.

    'Vai ser desfeito (o acordo entre Embraer e Boeing). A Boeing está fazendo o serviço sujo do senhor Trump (Donald Trump, presidente dos Estados Unidos) que perdeu a concorrência para o vender caças ao Brasil. Por isso essa gente está comprando, para destruir a Embraer. Estão comprando para fechar a Embraer', afirmou.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Ciro diz que revés com neutralidade do PSB não surpreende, mas critica hostilidade do PT

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - No dia em que o PSB fechou acordo com o PT para se manter neutro nas eleições presidenciais e praticamente enterrou a possibilidade de apoiar o PDT, o candidato pedetista à Presidência, Ciro Gomes, admitiu em entrevista à Globonews que a decisão é um revés, mas que não o surpreendeu e que sabia ser o 'cabra marcado para morrer' por PT, PSDB e MDB.

    'No momento em que eu lhes falo, eu não recebei nenhuma carta, nenhum sinal de fumaça, nenhuma mensagem. E eu me comporto mais ou menos assim: eu costumo ligar para as pessoas, dar satisfação das minhas coisas, então, estou aguardando que se confirme isso', disse Ciro na entrevista na noite de quarta-feira.

    'E se isso se confirmar, é um revés, mas não me abate nem me surpreende. Quando entrei nessa luta, sabia bastante bem que eu era o cabra marcado para morrer. Trabalharam para me isolar o MDB de Temer, o PSDB e o PT de Lula. Eu devo ter alguma coisa de muito interessante'.

    Apesar de afirmar que politicamente não se abala com as negociações encabeçadas pelo PT para lhe enfraquecer na disputa, Ciro admite que pessoalmente se sente frustrado e não entende o 'desapreço e hostilidade' do partido em relação a ele. Afirmou ainda que se surpreendeu com o 'nível de radicalismo e miudice' com que foi tratado pelo PT, e acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de 'operar freneticamente' para isolá-lo.

    'No pessoal claro que eu tenho sentimentos de frustração, porque eu não sei o que eu fiz para merecer esse tipo de tratamento. Mas nosso ramo não aceita esse tipo de coisa, a vida é assim. O trabalho do cidadão é viabilizar-se e inviabilizar os adversários', disse. 'Eu nunca rompi minha palavra, fui extremamente leal ao Lula porque achei que estava melhor servindo ao Brasil'.

    Ciro acusou o PT de 'ensaiar uma valsa na beira do abismo' ao apostar na candidatura do ex-presidente quando, segundo ele, o 'senso comum' no país sabe que Lula não poderá ser candidato, já que é condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o que o enquadra na Lei da Ficha Limpa.

    'E aí a disputa é comigo. Eles não estão pensando no país, essa burocracia do PT. Eles simplesmente não querem que eu seja o candidato que vai representar uma renovação do pensamento progressista brasileiro', disse.

    Ciro negou na entrevista que tenha cogitado uma aliança com o PT, apesar de o candidato ter conversado com o partido, antes mesmo de Lula ser preso, por iniciativa do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, com autorização do ex-presidente.

    O pedetista chegou a dizer que uma chapa com Haddad seria um 'dream team'. No entanto, as conversas não foram adiante e, depois de preso, Lula vetou qualquer aproximação com Ciro para uma frente unida de esquerda.

    TEMPERAMENTO EXPLOSIVO

    Enfrentando uma bancada de oito jornalistas, Ciro passou boa parte do programa respondendo sobre seu temperamento, conhecido por ser explosivo e por não medir palavras. O candidato admitiu que sua postura pode prejudicá-lo, mas reafirmou que é 'um indignado' e 'não cultiva a hipocrisia', mas nunca abusou de poder quando estava em um cargo público.

    Ciro ainda foi questionado sobre a aproximação com o blocão --DEM, PP, PR, PRB e SD--, em outra negociação de aliança que não deu certo, e contou que não foi ele que procurou o grupo.

    'Quando eles me procuraram para conversar não estava na minha cogitação nem a mais remota chance que haveria essa possibilidade. Mas eu cheguei à conclusão que eu preciso ter um olho na eleição e outro no dia seguinte, porque eu pretendo ser presidente do Brasil', respondeu. 'Tenho um conjunto de reformas que vai exigir um quorum altamente sofisticado. Portanto, eu tenho que bailar com essa gente. Veja, eu não sou candidato a madre superiora do convento, sou candidato a presidente do Brasil'.

    O candidato foi novamente questionado sobre suas declarações de que, se fosse presidente, o Ministério Público e Judiciário voltariam para 'suas caixinhas'.

    'Voltar à caixinha é uma metáfora para cada um voltar às suas atribuições constitucionais', defendeu, ressaltando que hoje prefeitos e governadores são denunciados por improbidade administrativa por qualquer coisa que o Ministério Público avalie que está inadequado.

    Segundo o pedetista, sua intenção é discutir com o Ministério Público uma nova lei de abuso de autoridade, mas não a que está hoje no Congresso e que é bastante criticada pelos procuradores.

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    Programa de governo de Ciro propõe 'manual de decência' para ministros e foca em geração de empregos

    Por Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes exigirá de seus futuros ministros e colaboradores, se eleito, que assinem um 'manual de decência e contabilidade com o dinheiro público' e, em caso de acusações, se afastem do cargo até que a situação esteja esclarecida.

    'Em caso de qualquer acusação ou denúncia, o ministro ou ocupante de cargo de confiança se afastará voluntariamente da posição e pedirá uma apuração independente, sem prejuízo das investigações dos órgãos competentes', diz o documento '12 Passos para Mudar o Brasil', preliminar do programa de governo distribuído pelo PDT durante a convenção nesta sexta que oficializou a candidatura de Ciro.

    O presidenciável defende fortalecer os órgãos que fiscalizam o poder público e os acordos de leniência com as empresas envolvidas em casos de corrupção, punindo dirigentes mas 'preservando empresas e os empregos'.

    Os 12 passos passam por temas como educação, saúde, segurança, tecnologia, diversidade, meio ambiente, relações exteriores, programas sociais, cultura e infraestrutura, mas tem como ponto central a geração de empregos.

    O programa propõe a redução das despesas do governo e mudanças na composição da carga tributária do país.

    'Essa mudança na carta tributária deve reduzir seu peso sobre a produção e onerar o segmento mais rico da sociedade, de forma a reduzir a tributação sobre os mais pobres e a classe média', diz o documento.

    Em entrevistas, Ciro tem falado em levar adiante a criação de um tributo sobre grandes fortunas, discutido desde o governo de Fernando Henrique Cardoso e nunca implementado.

    O documento também levanta a necessidade de uma reforma da Previdência 'que não afete direitos adquiridos'. O candidato defende a criação de um fundo previdenciário para onde iria a contribuição do trabalhador e financiasse a aposentadoria, mas apenas para quem ainda não está no sistema, e a equiparação dos sistemas público e privado.

    O documento apresentado na convenção do partido tem apenas linhas gerais do plano de governo de Ciro. De acordo com o coordenador da campanha, Cid Gomes, são diretrizes para que o detalhamento possa ser discutido com possíveis aliados e se tenha definido um programa até o final da campanha 'para que todos saibam o que vai ser se Ciro for eleito'.

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    Ciro critica situação fiscal 'deplorável' e promete que não haverá ruptura de contratos

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, criticou o quadro fiscal 'deplorável' do país, disse que é preciso debater com a população de onde sairá o dinheiro para realizar as ações necessárias para 'virar o jogo' da situação que o país se encontra e prometeu que não haverá quebra de contratos.

    'É preciso colocar também em debate uma outra agenda, muitas vezes omitida da consciência e do debate popular, mas que é indispensável, à medida que nós precisamos responder, com seriedade, de onde virá o dinheiro para fazer o Brasil virar esse jogo', disse Ciro em discurso, após ser aclamado candidato em convenção nacional do PDT.

    'O Brasil está em uma situação de contas públicas, uma situação fiscal absolutamente deplorável. Essa gente quebrou nosso país a pretexto de austeridade. Nunca o Brasil esteve tão fragilizado nas suas contas públicas”, afirmou.

    Mencionando um rombo de 150 bilhões de reais neste ano nas contas públicas --a meta oficial do déficit primário para o governo central é 159 bilhões de reais--, Ciro reclamou do grande volume de dinheiro usado para pagar os juros da dívida pública.

    'Somente com juros para a agiotagem oficialmente protegida pelo governo... se gastaram, nos últimos 12 meses, 380 bilhões de reais, 380 bilhões de reais entregues a meia dúzia de plutocratas do baronato financeiro', disse.

    Ciro criticou ainda a alta dívida do setor público, que chega, segundo último dado disponível, a 77 por cento do Produto Interno Bruto. Mas garantiu que a solução para o alto endividamento público não virá por meio de 'aventura' ou 'desrespeito' aos contratos.

    'Aqui, naturalmente, haveremos de ser severos, mas temos que ter clareza, não cabe aventura, nem ruptura, nem desrespeito aos contratos. Isso nunca resolveu problema de nação nenhuma.”

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito)

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