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    Trump critica Cohen e elogia Manafort após derrotas judiciais

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma série de publicações no Twitter sobre impressionantes reveses legais enfrentados por dois de seus ex-aliados, atacou nesta quarta-feira aquele que se voltou contra ele e defendeu o que permaneceu leal.

    Trump criticou seu ex-advogado Michael Cohen dizendo que as violações de financiamento de campanha pelas quais Cohen se declarou culpado na terça-feira 'não são crimes', embora procuradores e o próprio Cohen tenham concordado que são. Trump fez a alegação sem fornecer qualquer evidência.

    Em outro tuíte, Trump disse: 'Se alguém estiver procurando um bom advogado, sugiro enfaticamente que não contrate os serviços de Michael Cohen'.

    Cohen se declarou culpado de oito acusações de sonegação fiscal, fraude bancária e violações de financiamento de campanha, dizendo que agiu sob orientação de Trump.

    Em entrevistas televisionadas, o advogado de Cohen, Lanny Davis, disse que Cohen não aceitaria um perdão presidencial se Trump oferecesse, porque não quer ter nenhuma ligação com o que vê como um abuso presidencial do poder de clemência por Trump.

    'Ele não quer nada de Donald Trump', disse Davis à rede MSNBC.

    Davis também disse que Cohen tem informações que interessariam ao procurador especial Robert Mueller, que está investigando a campanha presidencial norte-americana de 2016, e informou que um site foi criado para coletar doações para cobrir os gastos legais de Cohen.

    Cohen, que uma vez afirmou que era tão leal que 'levaria um tiro' por Trump, disse a um tribunal federal de Manhattan que Trump o instruiu a planejar pagamentos antes da eleição presidencial de 2016 para silenciar duas mulheres que disseram ter tido um caso com Trump.

    Sua confissão coincidiu com a condenação de Paul Manafort, ex-gerente de campanha de Trump, por oito acusações em um julgamento sobre fraude financeira derivado de uma investigação federal sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016 e uma possível coordenação com a campanha de Trump.

    A investigação de Mueller tem conturbado o mandato de Trump por mais de um ano.

    Em publicação no Twitter, Trump disse: 'Me sinto muito mal por Paul Manafort e sua maravilhosa família. A 'Justiça' pegou um caso fiscal de 12 anos, entre outras coisas, colocou tremenda pressão sobre ele e, diferente de Michael Cohen, ele se recusou a 'falar' --inventar histórias para conseguir um 'acordo'. Muito respeito por um homem corajoso.'

    Os julgamentos de Cohen e Manafort aumentaram a pressão política contra Trump e seus aliados republicanos antes das eleições de novembro, na qual democratas querem recuperar o controle do Congresso.

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    Ex-advogado de Trump não quer perdão presidencial, diz representante

    WASHINGTON (Reuters) - Michael Cohen, ex-advogado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não aceitaria um perdão presidencial, disse o advogado dele nesta quarta-feira, um dia depois de Cohen se declarar culpado de oito acusações criminais e dizer ter agido sob orientação de Trump.

    Em uma série de entrevistas na televisão, o advogado de Cohen, Lanny Davis, disse que o ex-advogado de longa data de Trump não quer ter nenhuma ligação com o que vê como um abuso presidencial do poder de clemência por Trump.

    Cohen também questionou a lealdade de Trump aos EUA e o considera inepto para o cargo, acrescentou Davis.

    'Ele não quer nem irá querer nada de Donald Trump', afirmou Davis à rede MSNBC.

    No depoimento dramático que deu na terça-feira, Cohen disse a um tribunal federal de Manhattan que Trump o instruiu a planejar pagamentos antes da eleição presidencial de 2016 para silenciar duas mulheres que disseram ter tido um caso com o então candidato. Ele admitiu sua culpa em acusações de sonegação fiscal, fraude bancária e violações de finanças de campanha.

    Sua confissão coincidiu com a ocasião em que Paul Manafort, ex-gerente de campanha de Trump, foi condenado por oito acusações em um julgamento de fraude tributária derivado de uma investigação federal sobre interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016 e uma possível coordenação com a campanha de Trump.

    As duas condenações aumentam a pressão política sobre o presidente e seus colegas republicanos antes das eleições parlamentares de novembro, nas quais os democratas almejam retomar o controle do Congresso, e sobre Trump pessoalmente.

    Representantes da Casa Branca não responderam de imediato a pedidos de comentário indagando se Trump cogitaria perdoar Cohen, mas o próprio Trump rejeitou seu ex-advogado em uma postagem no Twitter nesta quarta-feira.

    'Se alguém estiver procurando um bom advogado, sugiro enfaticamente que não contrate os serviços de Michael Cohen!', disse.

    Rudy Giuliani, atual consultor de Trump, disse não haver alegação de irregularidade nas acusações contra Cohen.

    Embora Cohen não tenha mencionado Trump no tribunal na terça-feira, Davis voltou a acusar o presidente nesta quarta-feira de estar diretamente envolvido.

    Davis disse acreditar que Cohen tem informações que seriam de interesse do procurador especial Robert Mueller, e na entrevista que concedeu à MSNBC nesta quarta-feira insinuou estarem diretamente ligadas às tentativas russas de interferir na votação de 2016.

    (Por Susan Heavey e Lisa Lambert)

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    Ex-advogado de Trump diz em depoimento que Trump o orientou a cometer crime

    Por Brendan Pierson

    NOVA YORK (Reuters) - Michael Cohen, ex-advogado pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em depoimento no tribunal nesta terça-feira que Trump o orientou a cometer um crime, organizando pagamentos antes da eleição presidencial de 2016 para silenciar duas mulheres que alegavam ter tido casos com Trump.

    Cohen, de 51 anos, fez as revelações ao se declarar culpado de oito acusações criminais em um tribunal federal em Manhattan, incluindo evasão de impostos, fraudes bancárias e violações de financiamento de campanha.

    Cohen não citou Trump no tribunal, mas seu advogado, Lanny Davis, disse depois que seu cliente se referia ao presidente.

    'Hoje ele se levantou e testemunhou sob juramento que Donald Trump determinou a ele que cometesse crime ao fazer pagamentos para duas mulheres com o propósito principal de influenciar uma eleição', disse o advogado Lanny Davis em comunicado.

    'Se esses pagamentos foram um crime para Michael Cohen, então por que não seriam um crime para Donald Trump?', afirmou Davis.

    Os dois pagamentos foram destinados a silenciar duas mulheres que alegaram ter tido casos com Trump e foram feitos antes da eleição presidencial de 2016. Um foi de 130.000 dólares para a estrela de filmes pornô Stormy Daniels. O outro, de 150 mil dólares, estava relacionado à ex-modelo da Playboy Karen McDougal.

    Trump negou ter tido casos com as mulheres. Seu advogado, Rudy Giuliani, disse que os pagamentos foram feitos para poupar o constrangimento de Trump e sua família e não estavam relacionados à campanha.

    As declarações de culpa de Cohen aconteceram na mesma hora em que um júri federal em Alexandria, na Virgínia, condenou Paul Manafort, ex-gerente de campanha de Trump, por oito acusações de fraude fiscal e bancária e por não divulgar contas bancárias no exterior.

    Cohen, um dos associados mais próximos de Trump há mais de uma década, disse ter esquematizado pagamentos “com o propósito principal de influenciar a eleição” a mando de um candidato a cargo federal. Ele não revelou o nome do candidato.

    A atriz pornô Daniels disse ter recebido 130 mil dólares de Cohen pouco antes da eleição de novembro de 2016 para ficar em silêncio sobre um encontro sexual com Trump em 2006.

    Além disso, Cohen gravou uma conversa com Trump dois meses antes da eleição na qual discutiam a compra dos direitos de uma história da ex-modelo da Playboy McDougal, que alega ter tido um caso com Trump, disse o advogado Giuliani no mês passado.

    Sob lei eleitoral norte-americana, contribuições de campanha, definidas como coisas de valor dadas a uma campanha para influenciar uma eleição, devem ser divulgadas. Um pagamento com objetivo de silenciar acusações de um caso pouco antes de uma eleição podem constituir uma contribuição de campanha, disseram alguns especialistas.

    Cohen, que uma vez disse que “levaria um tiro” por Trump, aceitou acordo de delação com procuradores federais nesta terça-feira. Ele também se declarou culpado de cinco acusações de fraude fiscal e outra por ter feito afirmações falsas para uma instituição financeira.

    O acordo inclui uma possível sentença de até cinco anos e três meses de prisão, disse o juiz William Pauley II durante audiência. Pauley marcou sentença para 12 de dezembro e estabeleceu 500 mil dólares de fiança.

    A condenação de Manafort resultou da investigação do procurador especial Robert Mueller sobre envolvimento russo na eleição de 2016 e possível coordenação com a campanha republicana de Trump.

    A investigação também levou a um encaminhamento de Mueller sobre Cohen para procuradores federais em Nova York, que iniciaram sua própria investigação sobre o advogado.

    Trump tem repetidamente negado qualquer conluio com a Rússia e chamou a investigação de Mueller de “caça às bruxas”. A Rússia negou envolvimento na eleição. Agências da inteligência dos EUA concluíram que Moscou interferiu na eleição.

    Cohen, que trabalhou como advogado pessoal de Trump na Trump Organization, continuou assessorando o presidente após a eleição, mas a relação entre os dois se desgastou nos meses recentes.

    Em tribunal nesta terça-feira, a voz de Cohen falhava conforme respondia perguntas de Pauley.

    Perguntado uma questão padrão sobre se havia consumido qualquer tipo de álcool ou droga antes de fazer acordo de delação, Cohen disse que havia tomado apenas um copo de uísque 12 anos Glenlivet no jantar na noite anterior.

    Cohen aceitou o acordo para salvar milhões de dólares, proteger sua família e limitar sua exposição, relatou o jornal Politico, citando uma fonte não identificada.

    A investigação de Cohen incluiu uma operação em abril feita por agentes do FBI, que apreenderam documentos e arquivos de seu escritório, sua casa e quarto de hotel.

    (Reportagem de Brendan Pierson e Jonathan Stempel)

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