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    Fed desiste de altas de juros em 2019 e planeja frear redução de seu balanço

    Por Howard Schneider e Trevor Hunnicutt

    WASHINGTON (Reuters) - O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) adotou uma postura menos agressiva nesta quarta-feira, sinalizando que não aumentará as taxas de juros neste ano, em meio a uma economia em desaceleração, e anunciando um plano para encerrar seu programa de redução de balanço até setembro.

    O Fed reiterou sua promessa de ser 'paciente' com a política monetária e disse que começará a desacelerar a redução de sua carteira de títulos do Tesouro em maio. A liquidação mensal cairá para 15 bilhões de dólares, ante 30 bilhões de dólares.

    No todo, as informações significam que, depois de apertar a política monetária em duas frentes de uma vez no ano passado, o Fed agora está fazendo uma pausa para se ajustar ao crescimento global mais fraco e a uma perspectiva um pouco mais fraca para a economia americana.

    'Pode levar algum tempo até que as perspectivas de emprego e inflação exijam claramente uma mudança na política (monetária)', disse o presidente do Fed, Jerome Powell, em entrevista coletiva após o final de uma reunião de política de dois dias.

    '(Ser) 'Paciente' significa que não vemos necessidade de apressar o julgamento.'

    A atualização das previsões econômicas, divulgada no final da reunião, também mostrou que os formuladores de política monetária abandonaram estimativas de qualquer aumento de taxa de juros em 2019, passando a ver apenas uma em 2020.

    Os contratos futuros de Fed Funds passaram a indicar probabilidade máxima até aqui de queda de juros em 2020.

    Mas, para Powell, a economia dos EUA está em um 'bom' estado e que a perspectiva é 'positiva'.

    Ainda assim, ponderou Powell, há riscos contínuos, incluindo aqueles relacionados à saída do Reino Unido da União Europeia (UE), a negociações comerciais dos EUA com a China e até mesmo às perspectivas para a economia norte-americana. O Fed está observando esses riscos de perto, segundo Powell.

    'Os dados não estão enviando um sinal de que precisamos nos mover em uma direção ou outra, na minha opinião', disse Powell. 'É um ótimo momento para sermos pacientes.'

    O dólar passou a mostrar firme queda no mundo após a sinalização do Fed.

    'O Fed superou as expectativas 'dovish' dos mercados, o que prejudicou o dólar', disse Joe Manimbo, analista sênior de mercado da Western Union Business Solutions. 'O Fed fez uma grande reviravolta na política. O fato de o Fed ter jogado a toalha em uma subida de taxa de 2019 foi particularmente dovish.'

    As novas projeções econômicas divulgadas mostraram enfraquecimento em todas as frentes em comparação com as previsões de dezembro, com o desemprego sendo um pouco maior neste ano, a inflação caindo e o crescimento econômico também menor.

    'O crescimento da atividade econômica desacelerou em relação à sua sólida taxa no quarto trimestre', disse o Fed em comunicado no qual manteve a taxa básica de juros no intervalo entre 2,25 por cento ao ano e 2,50 por cento.

    'Os indicadores recentes apontam um crescimento mais lento dos gastos das famílias e do investimento fixo das empresas no primeiro trimestre... a inflação global caiu.'

    No entanto, o Fomc ('Copom' dos EUA) disse que considera o crescimento 'sustentado' como o resultado mais provável.

    O Fed informou que encerrará o processo de redução de seu balanço em setembro, antes do que muitos analistas esperavam, desde que a economia e as condições do mercado monetário evoluam como esperado.

    PROJEÇÕES EM BAIXA

    Os formuladores de política monetária do Fed projetam o crescimento do Produto Interno Bruto desacelere para 2,1 por cento neste ano, ante previsão anterior de 2,3 por cento. A taxa de desemprego deve ficar em 3,7 por cento, ligeiramente acima da projeção de dezembro.

    A inflação para este ano deve ser de 1,8 por cento, contra 1,9 por cento estimada em dezembro passado.

    As novas projeções revelaram, de forma geral, um rebaixamento do cenário do Fed para a economia. Pelo menos nove dos 17 formuladores de política reduziram a trajetória esperada para os juros e coletivamente cortaram em 0,5 ponto percentual o juro esperado para o fim deste ano.

    O Fed elevou a taxa de juros sete vezes no período 2017-18 e agora está se aproximando de uma pausa com o juro a 2,6 por cento. Isso deixaria a taxa básica de juros bem abaixo do padrão histórico. As projeções mostram que o Fed não espera mais precisar deixar a política restritiva para combater a inflação.

    A decisão do Fomc nesta quarta-feira foi unânime.

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    Polícia holandesa prende turco suspeito de matar três em ataque em bonde

    Por Bart H. Meijer

    UTRECHT, Holanda (Reuters) - A polícia da Holanda prendeu um turco suspeito de matar três pessoas a tiros e ferir outras cinco em um bonde na cidade holandesa de Utrecht, nesta segunda-feira.

    A polícia disse que o suspeito, Gokmen Tanis, de 37 anos, foi preso após horas de perseguição.

    A cidade foi isolada após o ataque a tiros, ocorrido pouco depois da hora do rush matinal e que as autoridades disseram inicialmente se tratar de um aparente ataque terrorista. A polícia conduziu diligências em diversos locais depois de divulgar a imagem de Tanis e alertar o público a não se aproximar dele.

    Horas depois do ataque, entretanto, a motivação do atirador ainda não foi esclarecida. Um promotor disse que pode ter sido por “razões familiares”, e segundo parentes do suspeito citados pela Anadolu, agência de notícias estatal turca, ele primeiro atirou numa parente que estava no bonde e em seguida abriu fogo contra quem tentou ajudá-la.

    A agência de inteligência turca disse que está investigando se o ataque foi motivado por questões pessoais ou um ato de terrorismo, disse o presidente Tayyip Erdogan.

    As autoridades elevaram ao máximo o nível de ameaça terrorista na província de Utrecht. Escolas foram fechadas e a polícia paramilitar aumentou a segurança em aeroportos, mesquitas e outras infraestruturas vitais.

    Após a prisão do suspeito, o nível de ameaça foi reduzido em um patamar. A Agência Nacional de Contraterrorismo “reduziu o nível de ameaça para a província de Utrecht para o nível 4; o motivo é a prisão do principal suspeito pelo ataque a tiros”.

    O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, realizou reuniões de crise imediatamente após o incidente, que ocorreu três dias depois de um atirador ter assassinado 50 pessoas em duas mesquitas na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia.

    “O nosso país está hoje chocado pelo ataque em Utrecht... Uma motivação terrorista não pode ser descartada”, disse Rutte.

    “Os primeiros relatos levaram à descrença e à repulsa. Pessoas inocentes foram atingidas pela violência.”

    O prefeito de Utrecht, Jan van Zanen, disse que três pessoas foram mortas e cinco ficaram feridas, três das quais em estado grave.

    O suspeito tinha passagens pela polícia, afirmou o promotor regional nesta segunda-feira. O promotor Rutger Jeuken disse a jornalistas que o homem já havia sido preso, sem dar mais detalhes.

    O ataque ocorreu em Kanaleneiland, um distrito residencial tranquilo nos subúrbios de Utrecht com uma grande população de imigrantes.

    'É assustador que algo assim possa acontecer tão perto de casa', lamentou Omar Rahhou, que disse que seus pais mora em uma rua cercada pela polícia. 'Essas coisas normalmente acontecem longe.'

    (Reportagem adicional de Toby Sterling e Anthony Deutsch)

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    Dezenas são mortos em ataques contra mesquitas na Nova Zelândia

    Por Praveen Menon e Charlotte Greenfield

    WELLINGTON/CHRISTCHURCH (Reuters) - Um atirador deixou 49 mortos e mais de 40 feridos em duas mesquitas na Nova Zelândia nesta sexta-feira, alguns deles enquanto estavam ajoelhados orando, e transmitiu alguns dos assassinatos ao vivo, no que a primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, descreveu como um ataque aos valores do país.

    O atirador transmitiu no Facebook imagens ao vivo do ataque a uma mesquita na cidade de Christchurch, refletindo carnificinas que acontecem em videogames, depois de publicar um 'manifesto' no qual criticava imigrantes, chamando-os de 'invasores'.

    O vídeo dos assassinatos circulou amplamente nas redes sociais, aparentemente feito pelo atirador e transmitido ao vivo online enquanto o ataque acontecia, mostrando o caminho até uma das mesquitas, a chegada e os tiros que atingiram pessoas aleatoriamente.

    O vídeo mostrou fiéis, possivelmente mortos ou feridos, amontoados no chão. A Reuters não pôde confirmar a autenticidade das imagens.

    Esse foi o pior ataque a tiros da história da Nova Zelândia e o país elevou sua ameaça de segurança ao maior nível, disse Ardern, acrescentando, “isso agora só pode ser descrito como um ataque terrorista”.

    A polícia disse que três pessoas estão sob custódia, incluindo um homem com 20 e tantos anos que foi acusado de homicídio. Ele comparecerá a um tribunal no sábado. A polícia não identificou nenhum outro suspeito.

    “Nós não fomos escolhidos para esse ato de violência porque nós toleramos o racismo, porque nós somos um enclave de extremismo”, disse Ardern em um pronunciamento à nação.

    “Nós fomos escolhidos pelo fato de que não somos nenhuma dessas coisas. Foi porque nós representamos diversidade, bondade, compaixão, uma casa para aqueles que compartilham nossos valores”, acrescentou. “Vocês nos escolheram, mas nós rejeitamos e condenamos vocês totalmente.”

    O comissário de polícia Mike Bush disse que 49 pessoas foram mortas. Autoridades de saúde disseram que 48 pessoas estavam sendo tratadas devido a ferimentos por balas, incluindo crianças pequenas.

    Líderes de todo o mundo expressaram repúdio e tristeza pelos os ataques, com alguns lamentando a demonização dos muçulmanos.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o “horrível massacre”, que a Casa Branca descreveu como um “cruel ato de ódio”.

    O manifesto publicado pelo atirador elogiava Trump como 'um símbolo de identidade branca renovada e propósito comum'. A Casa Branca não respondeu imediatamente a pedido de comentário sobre o manifesto.

    “ATIRAR EM TODOS NA MESQUITA”

    Um homem que disse estar na mesquita Al Noor afirmou à mídia que o atirador era branco, loiro e usava um capacete e um colete à prova de balas. O homem invadiu a mesquita enquanto os fiéis estavam ajoelhados para orar.

    'Ele tinha uma arma grande... ele chegou e começou a atirar em todos na mesquita, em todos os lugares', disse um dos fiéis, Ahmad Al-Mahmoud, que, junto a outras pessoas, escapou por uma porta de vidro.

    Quarenta e uma pessoas foram mortas na mesquita Al Noor, sete na mesquita do bairro de Linwood e uma morreu no hospital, disse a polícia. Hospitais disseram que crianças estão entre as vítimas.

    A seleção de críquete de Bangladesh estava chegando para orações em uma das mesquitas quando os tiros começaram, mas todos os membros do time ficaram em segurança, disse o treinador à Reuters.

    Pouco antes de o ataque começar, uma publicação anônima no fórum 8chan, conhecido por ampla disseminação de conteúdo com discursos de ódio, disse que o autor 'iniciaria um ataque contra invasores' e incluía links para uma transmissão ao vivo no Facebook, nos quais o tiroteio era exibido, e um manifesto.

    O manifesto citava 'genocídio branco', um termo geralmente utilizado por grupos racistas para se referir à imigração e ao crescimento de minorias, como sua motivação.

    O link do Facebook direcionava os usuários para a página de um usuário chamado brenton.tarrant.9.

    Uma conta do Twitter com o nome @brentontarrant publicou na quarta-feira imagens de um fuzil e de outros equipamentos militares decorados com nomes e mensagens relacionados ao nacionalismo branco. Armas aparentemente iguais apareceram na transmissão ao vivo feita na mesquita nesta sexta-feira.

    O Facebook disse ter deletado as contas do atirador “pouco após o início da transmissão ao vivo”, após ser alertado pela polícia. Facebook, Twitter e YouTube disseram ter tomado medidas para excluir cópias dos vídeos de suas redes.

    (Reportagem adicional de Tom Westbrook, nJoh Miar e Swati Pane, em Sydney; Ruma Paula, em Da; e Michael Holden, em Londres)

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    Guaidó diz que voltará à Venezuela até 2ª, não descarta oferecer garantias para Maduro deixar poder

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, disse nesta quinta-feira, em Brasília, que apesar das ameaças planeja voltar para a Venezuela até a próxima segunda-feira e que não tem medo de manter a resistência em seu país, mas deixou aberta em sua fala a possibilidade de uma saída para que Nicolás Maduro deixe o poder, como tem defendido o governo brasileiro.

    'O objetivo central de qualquer transição é a governabilidade que permita atender o cidadão. Temos plena consciência de que para gerar governabilidade, gerar garantias para alguns setores é parte do processo', disse Guaidó em entrevista no Palácio do Planalto.

    'A perseguição deixa cicatrizes. Mas o que não podemos fazer nesse momento é nós venezuelanos vivermos com ressentimento, porque isso nos mataria.'

    Ainda assim, ressaltou, qualquer diálogo com o governo de Maduro só pode existir se for para incluir um caminho para eleições transparentes e livres na Venezuela.

    O autodenominado presidente encarregado da Venezuela chegou a Brasília na madrugada desta quinta-feira, vindo da Colômbia, em busca de apoio mais explícito dos países da região, depois do fracasso da operação de ajuda humanitária.

    Foi recebido no Palácio do Planalto com a pompa reservada a presidentes eleitos ou autoridades como vice-presidentes: tapete vermelho e guarda presidencial, mas sem a cerimônia de uma visita oficial. Ainda assim, além do que desejavam setores do governo.

    Na noite anterior, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rego Barros, anunciara o encontro como uma visita 'pessoal' e que Guaidó seria recebido oficialmente no Itamaraty, onde daria entrevista.

    A versão atendia os receios dos militares do governo, que preferem não correr o risco de um rompimento definitivo com a governo de Nicolás Maduro e as implicações que isso possa ter para o Brasil, como o fim da venda de energia da Venezuela para o Estado de Roraima.

    Na manhã desta quinta, no entanto, Bolsonaro decidiu atender os apelos dos venezuelanos, que esperavam uma demonstração mais forte de apoio por parte do Brasil, como receberam na Colômbia.

    Em uma declaração à imprensa ao lado de Guaidó, um momento normalmente reservado a visitas de chefe de Estado ou presidentes eleitos, Bolsonaro afirmou que interessa ao Brasil uma Venezuela 'próspera e democrática' e que era necessário fazer um 'mea-culpa' pelo papel de ex-presidentes brasileiros na situação atual daquele país, em aparente referência aos petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

    'O Brasil estava em um caminho semelhante. Aqui o povo resolveu dar um ponto final ao populismo, à demagogia barata', disse Bolsonaro, acrescentando que os governos de esquerda 'gostavam tanto de pobres que os multiplicaram'.

    Em um movimento raro, o governo brasileiro ainda abriu espaço para que Guaidó desse uma entrevista no Palácio do Planalto, no salão reservado a pronunciamentos presidenciais e entrevistas oficiais.

    Guaidó agradeceu a recepção que teve no Brasil e afirmou que o encontro 'é um marco para resgatar um relacionamento positivo que beneficie nossa gente não a um grupo político'.

    Perguntado se voltaria a Venezuela, já que foi ameaçado pelo governo de Nicolás Maduro, Guaidó afirmou que irá na sexta-feira a Assunção e retornará a Caracas até segunda-feira.

    'Como sabem, recebi ameaças pessoais e familiares e também de prisão por parte do regime. Mas isso não vai evitar nosso retorno a Venezuela. Esse final de semana no mais tardar segunda-feira. A resposta do regime não pode continuar sendo perseguição, repressão. Nos próximos dias voltarei a Caracas, apesar das ameaças', declarou.

    Insistentemente questionado se a possibilidade de uma intervenção militar ainda estava sendo considerada, apesar de o Grupo de Lima ter afastado essa opção, o autodeclarado presidente interino venezuelano desconversou.

    'Todos os mecanismos que nos levem a eleições livres podem ser implementados', disse, acrescentando que todos os cenários de ajuda internacional são possíveis se levarem a eleições livres.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Governo reforça posição de que reforma da Previdência precisa garantir economia de R$1 tri

    Governo reforça posição de que reforma da Previdência precisa garantir economia de R$1 tri

    Por Lisandra Paraguassu e Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Apesar do discurso de que o Congresso poderá deixar suas digitais na reforma da Previdência, o governo ainda não está preparado para admitir mudanças que possam impactar a meta de economizar 1 trilhão de reais nos próximos 10 anos, o que foi chamado de 'cláusula pétrea' da proposta pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

    'O que é inegociável é a gente conseguir chegar no 1 trilhão de economia em 10 anos. Isso é inegociável. Como esta fórmula vai ser trabalhada, isso é um espaço para que se possa conversar”, disse o ministro em um evento em São Paulo. “A cláusula pétrea é ter a economia de 1 trilhão, no mínimo, porque isso nos dá a condição do equilíbrio fiscal.”

    Da mesma forma, depois de um almoço entre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) também afirmou que a equipe econômica não abre mão da economia de 1 trilhão.

    “O ponto inegociável é o tamanho da economia, na casa do trilhão. Não podemos desvirtuar a reforma a ponto que a economia seja menor que a prevista”, disse Joice.

    O encontro foi o primeiro para levar as primeiras impressões do Congresso ao ministro da Economia. De acordo com uma fonte, Guedes ainda não se convenceu da necessidade de ceder para conseguir aprovar a reforma, especialmente quando se trata dos valores.

    No entanto, líderes partidários já levaram ao governo que pontos como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a aposentadoria rural não serão aprovados como estão.

    Depois da reunião com o presidente Jair Bolsonaro, na noite de terça-feira, alguns dos parlamentares presentes chegaram a dizer que esperavam que o governo oferecesse logo uma alternativa a esses dois pontos para que se pudesse encaminhar logo o restante da reforma. Aparentemente, não é essa a intenção da equipe econômica.

    Fontes da equipe econômica lembram que, ao apresentar o texto, Guedes afirmou que poderiam perder “alguns bilhões”, mas a economia precisa se manter na casa do trilhão. Isso significa que não há muita margem para negociação.

    No entanto, a equipe econômica avalia, ao contrário dos parlamentares, que entregar agora a possibilidade de mudar questões centrais da reforma abre espaço para ter que ceder demais ao final.

    A líder do governo, no entanto, admitiu que o governo pode discutir questões como o BPC.

    À noite, o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), divulgou nota informando que a bancada fechou questão contra as mudanças no BPC.

    “As modificações propostas no BPC são socialmente injustas e não contarão com o nosso apoio”, disse o líder, em nota.

    Joice relatou que Guedes 'disse que não está fechado para conversar, mas que precisa de uma reforma de uma economia de trilhão”.

    “A reforma vai ter a digital do Congresso, mas não pode desfigurar a reforma”, disse a líder do governo.

    (Reportagem adicional de Luciano Costa, em São Paulo)

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    CONSOLIDA-Governo reforça posição de que reforma da Previdência precisa garantir economia de R$1 tri

    Por Lisandra Paraguassu e Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Apesar do discurso de que o Congresso poderá deixar suas digitais na reforma da Previdência, o governo ainda não está preparado para admitir mudanças que possam impactar a meta de economizar 1 trilhão de reais nos próximos 10 anos, o que foi chamado de 'cláusula pétrea' da proposta pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

    'O que é inegociável é a gente conseguir chegar no 1 trilhão de economia em 10 anos. Isso é inegociável. Como esta fórmula vai ser trabalhada, isso é um espaço para que se possa conversar”, disse o ministro em um evento em São Paulo. “A cláusula pétrea é ter a economia de 1 trilhão, no mínimo, porque isso nos dá a condição do equilíbrio fiscal.”

    Da mesma forma, depois de um almoço entre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) também afirmou que a equipe econômica não abre mão da economia de 1 trilhão.

    “O ponto inegociável é o tamanho da economia, na casa do trilhão. Não podemos desvirtuar a reforma a ponto que a economia seja menor que a prevista”, disse Joice.

    O encontro foi o primeiro para levar as primeiras impressões do Congresso ao ministro da Economia. De acordo com uma fonte, Guedes ainda não se convenceu da necessidade de ceder para conseguir aprovar a reforma, especialmente quando se trata dos valores.

    No entanto, líderes partidários já levaram ao governo que pontos como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a aposentadoria rural não serão aprovados como estão.

    Depois da reunião com o presidente Jair Bolsonaro, na noite de terça-feira, alguns dos parlamentares presentes chegaram a dizer que esperavam que o governo oferecesse logo uma alternativa a esses dois pontos para que se pudesse encaminhar logo o restante da reforma. Aparentemente, não é essa a intenção da equipe econômica.

    Fontes da equipe econômica lembram que, ao apresentar o texto, Guedes afirmou que poderiam perder “alguns bilhões”, mas a economia precisa se manter na casa do trilhão. Isso significa que não há muita margem para negociação.

    No entanto, a equipe econômica avalia, ao contrário dos parlamentares, que entregar agora a possibilidade de mudar questões centrais da reforma abre espaço para ter que ceder demais ao final.

    A líder do governo, no entanto, admitiu que o governo pode discutir questões como o BPC.

    À noite, o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), divulgou nota informando que a bancada fechou questão contra as mudanças no BPC.

    “As modificações propostas no BPC são socialmente injustas e não contarão com o nosso apoio”, disse o líder, em nota.

    Joice relatou que Guedes 'disse que não está fechado para conversar, mas que precisa de uma reforma de uma economia de trilhão”.

    “A reforma vai ter a digital do Congresso, mas não pode desfigurar a reforma”, disse a líder do governo.

    (Reportagem adicional de Luciano Costa, em São Paulo)

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    Venezuela é alvo de novas sanções dos EUA após confrontos por auxílio humanitário na fronteira

    Por Roberta Rampton e Luis Jaime Acosta

    BOGOTÁ (Reuters) - Os Estados Unidos impuseram novas sanções contra o governo da Venezuela nesta segunda-feira e pediram que aliados bloqueiem os bens da petroleira estatal venezuelana PDVSA, depois que violência letal impediu a entrada de auxílio humanitário no país durante o final de semana.

    Ao mesmo tempo em que o chanceler da Colômbia advertiu sobre “ameaças críveis à vida” do líder da oposição venezuelana Juan Guaidó, o governo norte-americano também levou sua campanha de pressão ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pedindo que o grupo discuta a situação da Venezuela, segundo diplomatas.

    As sanções do Departamento de Tesouro dos EUA foram impostas contra quatro governadores venezuelanos alinhados com o governo do presidente Nicolás Maduro, bloqueando quaisquer bens que controlem nos EUA.

    As novas sanções foram anunciadas em Bogotá, enquanto o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, e Guaidó se reuniam com membros do Grupo de Lima, um grupo de nações que vai da Argentina ao Canadá e se dedica a encontrar uma resolução pacífica para a crise venezuelana.

    Pence disse que os Estados Unidos permanecerão ao lado de Guaidó até que a liberdade seja restaurada no país. Ele pediu que todas as nações do Grupo de Lima bloqueiem imediatamente os bens da PDVSA e transfiram a propriedade dos ativos venezuelanos em seus países dos “capangas” de Maduro ao governo Guaidó.

    Ele também disse que medidas mais rígidas serão tomadas contra o país membro da Opep.

    'Nos próximos dias... os Estados Unidos anunciarão sanções ainda mais fortes contra as corruptas redes financeiras do regime', disse Pence. 'Vamos trabalhar com todos vocês para encontrar o último dólar que eles roubaram e trabalhar para devolvê-lo à Venezuela.'

    Embora o dia tenha apresentado uma frente regional unida contra Maduro, que é amplamente acusado de permanecer no poder por meio de eleições fraudulentas, não há nenhum sinal claro de que as medidas mais recentes serão capazes de removê-lo do cargo.

    “AMEAÇAS CRÍVEIS”

    Em um dia que começou com Guaidó pedindo que “todas as opções” sejam consideradas para depor Maduro, a ameaça de uma intervenção militar parece, na verdade, mais fraca após a reunião.

    Guaidó, sentado ao lado de Pence durante o evento, pediu um momento de silêncio em homenagens às vítimas do que chamou de um “massacre” durante o final de semana.

    O próprio Guaidó pode estar em perigo, disse o ministro de Relações Exteriores da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, falando em nome do Grupo de Lima.

    “Há informações sobre ameaças sérias e críveis contra a vida e integridade de Juan Guaidó e sua família, assim como contra a família de sua mulher. De Bogotá, nós queremos responsabilizar o usurpador Maduro por qualquer ação violenta contra Guaidó, contra sua mulher e contra seus parentes.”

    Ao menos três pessoas foram mortas e quase 300 ficaram feridas durante protestos e confrontos no sábado, quando comboios de ajuda humanitária tentaram ingressar na Venezuela para entregar alimentos e remédios.

    Em comunicado conjunto ao fim da reunião, o Grupo de Lima disse que Maduro é uma ameaça à paz e segurança da região e pediu sua saída imediata, uma transição democrática e eleições livres.

    Guaidó, reconhecido pela maioria das nações do Ocidente como o líder legítimo da Venezuela, tem pedido que o bloco considere “todas as opções” para depor Maduro.

    Mas, o Grupo de Lima disse em comunicado que “reitera a convicção de que a transição para a democracia precisa ser conduzida pacificamente pelos próprios venezuelanos e dentro do âmbito da Constituição e da lei internacional”.

    O vice-presidente Hamilton Mourão reforçou a posição brasileira contra uma intervenção militar.

    'O Brasil acredita firmemente que é possível devolver a Venezuela ao convívio democrático das Américas sem qualquer medida extrema', disse Mourão em seu discurso, no qual também defendeu a realização de eleições livres no país vizinho.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Tragédia de Brumadinho tem dezenas de mortos e centenas de desaparecidos

    Tragédia de Brumadinho tem dezenas de mortos e centenas de desaparecidos

    Por Gram Slattery e Marta Nogueira

    BRUMADINHO, Minhas Gerais/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O colapso de barragem de mineração da Vale em Brumadinho (MG) deixou dezenas de mortos e centenas de desaparecidos, em meio a poucas esperanças de encontrar muitos sobreviventes, enquanto a mineradora já começa a sentir os efeitos legais do desastre.

    Até o fim da tarde de sábado, o Corpo de Bombeiros havia registrado 34 mortos, 81 desabrigados e 23 hospitalizados, depois que uma avalanche de lama atingiu comunidades e uma área administrativa da própria Vale, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte.

    No início da noite, a Vale publicou uma lista de 253 funcionários, dentre próprios e terceirizados, que constavam como desaparecidos.

    'Infelizmente, neste momento, as chances de encontrar sobreviventes são mínimas. Provavelmente estaremos apenas resgatando corpos', disse a jornalistas Romeu Zema, governador do Estado de Minas Gerais.

    O número de mortos deve subir drasticamente, segundo Avimar de Melo Barcelos, prefeito da cidade de Brumadinho. A causa da ruptura não é conhecida.

    Renato Simão de Oliveiras, de 32 anos, procurava em hospitais e com a polícia por seu irmão, que trabalhava para a Vale há seis anos, e estava desesperado com a falta de informação.

    'Eu ouvi sobre isso quando estava no trabalho. Liguei para ele várias vezes, mas não consegui encontrá-lo', afirmou. 'Estamos perdidos, não sabemos de nada.'

    O Estado ainda está se recuperando do colapso de novembro de 2015, de uma barragem maior, da mineradora Samarco --uma joint venture da Vale com a anglo-australiana BHP,--, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e atingiu o rio Doce, causando o maior desastre ambiental do país.

    À Reuters, o procurador da República José Adércio Sampaio afirmou que o novo colapso pode mudar completamente o rumo das negociações no entorno de uma ação de 155 bilhões de reais movida contra a Samarco e suas donas (Vale e BHP), no âmbito de tragédia ocorrida há três anos.

    Coordenador da força-tarefa do Rio Doce, criada pelo Ministério Público Federal para investigar o caso Samarco, Sampaio ponderou no entanto que ainda é preciso investigar as causas do novo desastre.

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que é necessário mudar o protocolo de segurança de barragens no país e que o Ministério Público terá ação mais severa e firme na tragédia em Brumadinho após os aprendizados com o desastre em Mariana.

    O presidente Jair Bolsonaro, que esteve em Brumadinho na manhã deste sábado, afirmou que o governo federal fará o que puder para ajudar e impedir que isso ocorra de novo. E disse que o governo pode liberar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajuda na tragédia.

    'Difícil ficar diante de todo esse cenário e não se emocionar. Faremos o que estiver ao nosso alcance para atender as vítimas, minimizar danos, apurar os fatos, cobrar justiça e prevenir novas tragédias como a de Mariana e Brumadinho, para o bem dos brasileiros e do meio ambiente', tuitou.

    Também na rede social, o presidente afirmou que o governo de Israel ajudará o país na busca por desaparecidos.

    MEDIDAS JUDICIAIS E MULTAS

    A Vale sofreu bloqueios judiciais somando 6 bilhões de reais, teve parte de suas atividades suspensas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e recebeu multas ambientais de mais de 300 milhões de reais, devido ao rompimento.

    A agência reguladora em Minas Gerais decidiu interditar e suspender de imediato as atividades do Complexo Córrego do Feijão, até que haja o restabelecimento de todas as condições técnicas de segurança da operação, devidamente comprovadas junto à agência, segundo documento visto pela Reuters.

    Dos recursos bloqueados da empresa, 5 bilhões de reais foram devido a uma ação movida pelo Ministério Público do Estado, com o objetivo garantir a adoção de medidas emergenciais e a reparação de danos ambientais decorrentes do rompimento da barragem.

    Além disso, a Justiça estadual acatou pedido do Estado, com bloqueio de outro 1 bilhão de reais.

    No caso das multas ambientais, o Ibama multou a empresa em 250 milhões de reais, enquanto a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), responsável pelo licenciamento ambiental da barragem, anunciou uma multa de 99 milhões de reais.

    Em uma entrevista na noite de sexta-feira, o diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, afirmou que a barragem 1, que se rompeu, estava paralisada há três anos e estava sendo descomissionada. A estimativa é que havia cerca de 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro.

    Schvartsman ressaltou que em 10 de janeiro havia sido feita a última leitura dos monitores e estava 'tudo normal', além disso, disse que a estrutura tinha um atestado de estabilidade da empresa de auditoria externa alemã TUV SUD. O executivo frisou o tempo todo que a prioridade da empresa era o resgate das vítimas.

    Procurada pela Reuters, a alemã confirmou ter inspecionado a barragem de rejeitos em setembro e ter concluído que ela estava operando bem.

    A mina de Feijão é uma das quatro no complexo da Vale em Paraopeba, que inclui duas plantas de processamento e produziu 26 milhões de toneladas de minério de ferro em 2017, ou cerca de 7 por cento da produção total da Vale naquele ano, segundo informações no site da empresa.

    (Reportagem adicional de Marcela Ayres, em Brasília, Ernest Scheyder, em Houston, e Christoph Steitz em Frankfurt)

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    Bolsonaro assume, reforça compromissos de campanha e evita detalhar medidas na economia

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Jair Bolsonaro assumiu nesta terça-feira a Presidência da República com dois discursos bastante focados em promessas de campanha, como o direito do 'cidadão de bem de se defender' ou combate à corrupção e ao socialismo, com muitas menções a Deus e citações mais genéricas sobre economia e o que pretende fazer para enfrentar os desafios nesta área.

    No discurso no parlatório do Palácio do Planalto, mais informal, o novo presidente disse que com sua posse o povo brasileiro começa a se 'libertar do socialismo' e do 'politicamente correto' e voltou a um dos bordões de campanha de que 'nossa bandeira jamais será vermelha'.

    'Só será vermelha se for preciso o nosso sangue para mantê-la verde e amarela', disse Bolsonaro, segurando uma bandeira brasileira, enquanto a multidão em frente ao parlatório gritava 'mito'.

    Em discurso bem mais inflamado do que o feito na cerimônia de posse no Congresso Nacional, Bolsonaro disse ainda que tem o desafio de enfrentar a crise econômica e o desemprego recorde, ao mesmo tempo que afirmou que terá preocupação com o cidadão de bem e tirará o 'viés ideológico' da política externa brasileira.

    Durante o discurso, as cerca de 115 mil pessoas que estavam na Esplanada dos Ministérios, de acordo com estimativas do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, gritaram também 'o capitão chegou' e ovacionaram o novo presidente.

    'É urgente acabar com a ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais, que levou o Brasil a viver o aumento dos índices de violência e do poder do crime organizado, que tira vidas de inocentes, destrói famílias e leva a insegurança a todos os lugares', discursou Bolsonaro.

    'Nossa preocupação será com a segurança das pessoas de bem e a garantia do direito de propriedade e da legítima defesa, e o nosso compromisso é valorizar e dar respaldo ao trabalho de todas as forças de segurança.'

    O discurso de Bolsonaro no parlatório foi precedido por uma quebra de protocolo da primeira-dama, Michelle, que se dirigiu ao público usando a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) acompanhado em voz alta por uma intérprete. Ela agradeceu o apoio da população no período em que o agora presidente ficou hospitalizado por causa da facada de que foi alvo durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG), em setembro.

    UMA SOCIEDADE SEM DIVISÃO

    No Congresso, ao discursar logo após ser empossado, Bolsonaro fez alguns acenos à unificação do país, depois de ter sido eleito na campanha mais polarizada desde a redemocratização. Como no parlatório, falou de reformas e economia, mas sem mencionar especificamente a Previdência, ponto-chave entre as medidas esperadas.

    'Reafirmo meu compromisso de construir uma sociedade sem divisão', disse Bolsonaro no discurso logo depois de fazer o juramento e ser empossado pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), ao lado do general da reserva Hamilton Mourão, que tomou posse como vice-presidente.

    'Realizaremos reformas estruturantes, que serão essenciais para a saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas, transformando o cenário econômico e abrindo novas oportunidades', disse Bolsonaro, que não citou nominalmente a reforma da Previdência.

    'Precisamos criar um círculo virtuoso para a economia que traga a confiança necessária para permitir abrir nossos mercados para o comércio internacional, estimulando a competição, a produtividade e a eficácia, sem o viés ideológico', completou, na sua fala de 10 minutos no plenário da Câmara.

    Já nesse primeiro discurso fez questão de mencionar seu compromisso com o armamento da população, tema que voltou a tratar nos últimos dias prometendo editar um decreto para garantir a posse de armas de fogo.

    'O cidadão de bem merece dispor de meios para se defender. Contamos com o apoio do Congresso Nacional para os policiais fazerem seu trabalho', acrescentou, ao retomar dois temas caros que defendeu na campanha que o elegeu no final de outubro.

    O novo presidente reforçou ainda o discurso com a desburocratização e o fortalecimento da democracia.

    'Esses desafios só serão resolvidos mediante um verdadeiro pacto nacional entre a sociedade e os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na busca de novos caminhos para um novo Brasil', conclamou.

    Durante os vários compromissos em torno da posse, Bolsonaro também respondeu um tuíte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que foi representado nas cerimônias pelo secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.

    'Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro que acaba de fazer um ótimo discurso de posse. Os EUA estão com você!', escreveu Trump em sua conta no Twitter.

    Bolsonaro retuitou a mensagem do presidente dos EUA e agradeceu. 'Senhor Presidente Trump, agradeço suas palavras de apoio. Juntos, sob a proteção de Deus, traremos mais prosperidade e progresso para nossos povos!'

    Antes do último evento do dia, um coquetel no Palácio do Itamaraty para as diversas autoridades estrangeiras presentes, Bolsonaro deu posse aos novos 22 ministros.

    (Reportagem adicional de Mateus Maia, em Brasília, e Eduardo Simões, em Brasília)

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    Eletrobras vende distribuidora a consórcio local; assumirá R$13 bi em dívidas

    Por Luciano Costa

    SÃO PAULO (Reuters) - A Eletrobras vendeu nesta segunda-feira sua unidade de distribuição de energia no Amazonas às empresas Oliveira Energia e Atem, da região Norte, que apresentaram a única oferta pela empresa em leilão de privatização na bolsa paulista B3, embora uma decisão judicial após o certame tenha levantado algumas dúvidas sobre a concretização imediata da transação.

    Pelas regras da licitação, a Eletrobras assumirá 13 bilhões de reais em dívidas da empresa amazonense, conforme previsto no edital como forma de viabilizar a venda da fortemente endividada companhia, enquanto os compradores ficarão com 2,2 bilhões de reais em débitos.

    A maior parte das dívidas da unidade é com a Petrobras, devido ao fornecimento de combustíveis para térmicas da empresa. A petroleira e a elétrica, inclusive, fecharam recentemente acordo que previa assunção de dívida no valor de 3,069 bilhões de reais pela Eletrobras em caso de sucesso no leilão de desestatização da distribuidora.

    Os novos donos da Eletrobras Distribuição Amazonas também se comprometeram a realizar um aporte de 491 milhões de reais na empresa após a assinatura do contrato de concessão.

    Oliveira Energia e Atem já haviam vencido no final de agosto o leilão da unidade da Eletrobras em Roraima, a Boa Vista Energia. Nesta segunda-feira, as empresas apresentaram um lance sem deságio pela companhia do Amazonas, o que significa que não haverá redução nas tarifas dos clientes da distribuidora quando assumirem o ativo.

    Logo após a batida do martelo do leilão, no entanto, um representante do escritório Advocacia Garcez presente na sede da B3 apresentou uma liminar de um desembargador que segundo ele condiciona a eficácia do leilão de privatização à apreciação do colegiado de um órgão especial da Justiça do Trabalho. A decisão atendeu ação movida em nome de sindicatos de trabalhadores.

    De acordo com a decisão do desembargador Marcos de Oliveira Cavalcante, vista pela Reuters, a liminar desta segunda-feira irá 'subordinar a eficácia da concretização dos leilões remanescentes à apreciação a ser feita pelo colegiado do Órgão Especial'.

    O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., disse a jornalistas ainda não ter conhecimento da liminar, mas ressaltou que há 'um vai e vem' de decisões judiciais sobre as vendas de ativos da companhia, que eventualmente poderá recorrer para manter os resultados da licitação desta segunda-feira.

    O consultor jurídico da estatal, Ricardo Brandão, disse que a empresa encara a liminar com 'tranquilidade' e não acredita que ela possa atrapalhar a privatização.

    'Já houve outras decisões ao longo desse processo e que sempre foram suspensas... vamos aguardar para ver o teor (da liminar), mas o enfrentamento será como foi em todas 51 ações judiciais que a gente tem até o momento (nos processos de desestatização)', afirmou.

    O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, disse a jornalistas que o resultado do leilão foi 'excelente' e 'uma vitória' para o governo e a Eletrobras, principalmente porque a empresa vendida nesta segunda-feira é a mais deficitária das distribuidoras do grupo estatal.

    'É a (subsidiária) que mais dá problema, é a que presta o serviço de pior qualidade, e é um retrato de tudo aquilo que não queremos no Brasil', afirmou ele, que falou antes da divulgação de informações sobre a liminar.

    O ministro lembrou ainda que a Eletrobras já conseguiu negociar cinco de suas seis empresas de distribuição --falta apenas a Ceal (de Alagoas), cujo leilão está agendado para 19 de dezembro.

    NOVOS SÓCIOS

    A consultora Thais Prandini, da Thymos Energia, que assessorou o consórcio vencedor, disse que há ainda outras três empresas em conversas para se juntar à Oliveira Energia e à Atem no grupo que ficará responsável pela Eletrobras Amazonas.

    A Reuters publicou recentemente que a Oliveira Energia estava em conversas com empresas para montar um consórcio com vistas ao leilão desta segunda-feira, incluindo a Atem e mais empresas.

    Ela disse também que os vencedores têm negociado com instituições internacionais como a francesa Proparco e a alemã DEG, subsidiária do KfW, para obter recursos necessários aos investimentos na distribuidora do Amazonas.

    (Por Luciano Costa)

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    Onyx indica como será articulação e que governo Bolsonaro não fará reforma da Previdência no 'afogadilho'

    Por Maria Carolina Marcello e Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - Em coletiva sobre a estrutura do governo de Jair Bolsonaro, o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deu sinais de como deve se dar a relação com o Congresso: pelo menos no discurso, a ideia é evitar açodamentos em matérias polêmicas como a reforma da Previdência, e apostar na experiência de ex-parlamentares.

    Segundo o ministro, a articulação do governo com o Congresso Nacional ficará a cargo da Casa Civil, onde duas secretarias --uma por conta da Câmara, outra do Senado-- reforçadas por ex-parlamentares cuidarão da relação com o Legislativo para a aprovação de matérias de interesse do Executivo. A Secretaria de Governo, por sua vez, ficará com a função de tratar dos temas federativos com Estados e municípios.

    “Nós não vamos trabalhar da forma como se viu antigamente: fecha questão, obriga parlamentar, expulsar, não. Nada disso”, disse o ministro.

    “Por isso que a gente tem, primeiro, essa decisão de buscar ex-parlamentares para fazer essa interlocução. Segundo, nós vamos ter uma atenção muito grande com a base de cada parlamentar e nós não vamos usar o fechamento de questão para trazer deputados para a base.'

    O futuro ministro disse que todos os que tentaram empurrar a reforma da Previdência “goela abaixo, no afogadilho, se deram mal”. Nessa toada, disse que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tem utilizado toda sua equipe técnica para preparar essa reforma.

    “Por isso que a gente não fala do modelo específico, não fala de prazo. Porque tem que ser uma coisa bem construída, nós temos quatro anos para garantir o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos”, disse o ministro, acrescentando posteriormente que seu desejo é conseguir aprovar a proposta no primeiro ano de governo.

    “Metade da nova Câmara e metade do novo Senado são novos, eles precisam de um tempo para se adaptar, para conhecer a mecânica de funcionamento', argumentou.

    'Então, o governo não tem açodamento até porque no caso de reformas mais profundas, e falando da reforma da Previdência, nós sempre dissemos que queremos apresentar um modelo, que vem sendo estudado pelas nossas equipes técnicas, para durar 30 anos. Então quem pretende que o modelo dure 30 anos e que o modelo seja implantado gradualmente, como é o desejo do presidente, não pode ter açodamento.”

    Desde a campanha eleitoral, Bolsonaro e aliados vinham sustentando que construiriam uma nova forma de negociação política, levando em conta muito mais as frentes parlamentares e bancadas estaduais do que os partidos propriamente ditos.

    Na entrevista coletiva, Onyx detalhou a ideia e disse que também levará em conta as bancadas partidárias em sua articulação, por meio das lideranças.

    Chegou, inclusive, a estimar que o próximo governo poderá ter, levando em conta as bancadas de partidos, até 350 deputados e pouco acima de 40 senadores.

    Onyx deve se reunir com bancadas na Câmara na terça-feira para apresentar a forma como pretende lidar com o Congresso.

    “O governo vai compreender, sim, aquilo que muitas vezes permeia a vida de um parlamentar, que é seu foro íntimo, seu compromisso com determinado segmento. Então na verdade não haverá aquela forçação de barra que sempre houve de que tem que entregar 30 votos, 40 votos, não”, afirmou, acrescentando que será considerado da base aquele parlamentar que ao longo das votações se posicionar majoritariamente a favor dos interesses do governo.

    PRIORIDADES

    O próximo chefe da Casa Civil disse que a partir desta semana devem começar os encontros dos grupos temáticos, assim como devem ser definidos os nomes dos últimos ministérios --Meio Ambiente e Direitos Humanos.

    Apenas após isso, a equipe e o presidente eleito devem se debruçar sobre quais serão as prioridades de cada pasta. Segundo ele, deve haver um anúncio pouco antes do Natal sobre as medidas a serem tomadas em janeiro.

    Ainda de acordo com o futuro ministro da Casa Civil, a indicação formal, sabatina e posse do novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, só devem ocorrer no próximo ano, assim com a tentativa de votação no Congresso de projeto que trata da autonomia da instituição.

    Assim que assumir o comando do país, em janeiro de 2019, a próxima gestão irá encaminhar questões como a indicação do presidente do Banco Central. Enquanto isso, garantiu Onyx, o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, permanece no comando da instituição.

    Sobre o projeto que trata da independência do BC, disse que o “entendimento” é “não sobrecarregar o Congresso nesse momento com nenhuma demanda”.

    “Entendemos que não há tempo hábil para esse processo sem riscos.”

    Segundo Onyx, o titular do BC perderá o status de ministro quando for aprovada a independência do banco, e a Advocacia-Geral da União (AGU) também perderá status de ministério, quando for feito um ajuste constitucional.

    Desse modo, quando isso ocorrer, o número final de ministérios do governo Bolsonaro, que ficou em 22, cairá para 20.

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    Onyx indica como será articulação e que governo Bolsonaro não fará reforma da Previdência no 'afogadilho'

    Por Maria Carolina Marcello e Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - Em coletiva sobre a estrutura do governo de Jair Bolsonaro, o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deu sinais de como deve se dar a relação com o Congresso: pelo menos no discurso, a ideia é evitar açodamentos em matérias polêmicas como a reforma da Previdência, e apostar na experiência de ex-parlamentares.

    Segundo o ministro, a articulação do governo com o Congresso Nacional ficará a cargo da Casa Civil, onde duas secretarias --uma por conta da Câmara, outra do Senado-- reforçadas por ex-parlamentares cuidarão da relação com o Legislativo para a aprovação de matérias de interesse do Executivo. A Secretaria de Governo, por sua vez, ficará com a função de tratar dos temas federativos com Estados e municípios.

    “Nós não vamos trabalhar da forma como se viu antigamente: fecha questão, obriga parlamentar, expulsar, não. Nada disso”, disse o ministro.

    “Por isso que a gente tem, primeiro, essa decisão de buscar ex-parlamentares para fazer essa interlocução. Segundo, nós vamos ter uma atenção muito grande com a base de cada parlamentar e nós não vamos usar o fechamento de questão para trazer deputados para a base.'

    O futuro ministro disse que todos os que tentaram empurrar a reforma da Previdência “goela abaixo, no afogadilho, se deram mal”. Nessa toada, disse que o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tem utilizado toda sua equipe técnica para preparar essa reforma.

    “Por isso que a gente não fala do modelo específico, não fala de prazo. Porque tem que ser uma coisa bem construída, nós temos quatro anos para garantir o futuro dos nossos filhos e dos nossos netos”, disse o ministro, acrescentando posteriormente que seu desejo é conseguir aprovar a proposta no primeiro ano de governo.

    “Metade da nova Câmara e metade do novo Senado são novos, eles precisam de um tempo para se adaptar, para conhecer a mecânica de funcionamento', argumentou.

    'Então, o governo não tem açodamento até porque no caso de reformas mais profundas, e falando da reforma da Previdência, nós sempre dissemos que queremos apresentar um modelo, que vem sendo estudado pelas nossas equipes técnicas, para durar 30 anos. Então quem pretende que o modelo dure 30 anos e que o modelo seja implantado gradualmente, como é o desejo do presidente, não pode ter açodamento.”

    Desde a campanha eleitoral, Bolsonaro e aliados vinham sustentando que construiriam uma nova forma de negociação política, levando em conta muito mais as frentes parlamentares e bancadas estaduais do que os partidos propriamente ditos.

    Na entrevista coletiva, Onyx detalhou a ideia e disse que também levará em conta as bancadas partidárias em sua articulação, por meio das lideranças.

    Chegou, inclusive, a estimar que o próximo governo poderá ter, levando em conta as bancadas de partidos, até 350 deputados e pouco acima de 40 senadores.

    Onyx deve se reunir com bancadas na Câmara na terça-feira para apresentar a forma como pretende lidar com o Congresso.

    “O governo vai compreender, sim, aquilo que muitas vezes permeia a vida de um parlamentar, que é seu foro íntimo, seu compromisso com determinado segmento. Então na verdade não haverá aquela forçação de barra que sempre houve de que tem que entregar 30 votos, 40 votos, não”, afirmou, acrescentando que será considerado da base aquele parlamentar que ao longo das votações se posicionar majoritariamente a favor dos interesses do governo.

    PRIORIDADES

    O próximo chefe da Casa Civil disse que a partir desta semana devem começar os encontros dos grupos temáticos, assim como devem ser definidos os nomes dos últimos ministérios --Meio Ambiente e Direitos Humanos.

    Apenas após isso, a equipe e o presidente eleito devem se debruçar sobre quais serão as prioridades de cada pasta. Segundo ele, deve haver um anúncio pouco antes do Natal sobre as medidas a serem tomadas em janeiro.

    Ainda de acordo com o futuro ministro da Casa Civil, a indicação formal, sabatina e posse do novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, só devem ocorrer no próximo ano, assim com a tentativa de votação no Congresso de projeto que trata da autonomia da instituição.

    Assim que assumir o comando do país, em janeiro de 2019, a próxima gestão irá encaminhar questões como a indicação do presidente do Banco Central. Enquanto isso, garantiu Onyx, o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, permanece no comando da instituição.

    Sobre o projeto que trata da independência do BC, disse que o “entendimento” é “não sobrecarregar o Congresso nesse momento com nenhuma demanda”.

    “Entendemos que não há tempo hábil para esse processo sem riscos.”

    Segundo Onyx, o titular do BC perderá o status de ministro quando for aprovada a independência do banco, e a Advocacia-Geral da União (AGU) também perderá status de ministério, quando for feito um ajuste constitucional.

    Desse modo, quando isso ocorrer, o número final de ministérios do governo Bolsonaro, que ficou em 22, cairá para 20.

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