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    China recebe bem convite dos EUA para negociações comerciais

    Por Steve Holland e Michael Martina

    WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - A China afirmou nesta quinta-feira que recebeu bem o convite dos Estados Unidos para realizar uma nova rodada de discussões comerciais, no momento em que Washington se prepara para intensificar a guerra comercial entre os dois países com tarifas sobre 200 bilhões de dólares em bens chineses.

    O governo norte-americano convidou autoridades chinesas a retomar as negociações comerciais, afirmou na quarta-feira o principal assessor econômico da Casa Branca.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, afirmou a repórteres que a China recebeu bem o convite, e que os dois países estão discutindo os detalhes.

    'A China sempre manteve que uma intensificação do conflito comercial não é do interesse de ninguém. De fato, a partir das negociações preliminares do mês passado em Washington, as equipes comerciais dos dois lados mantiveram várias formas de contato, e tiveram discussões sobre as preocupações de cada lado', disse ele.

    Larry Kudlow, que chefia o Conselho Econômico da Casa Branca, disse à Fox Business Network que o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, enviou um convite a autoridades chinesas, mas recusou-se a dar mais detalhes.

    'Existem algumas discussões e informação que recebemos de que o governo chinês --o nível mais alto do governo chinês deseja realizar conversas', disse Kudlow. 'Assim, o secretário Mnuchin, que é o líder da equipe com a China, aparentemente enviou um convite.'

    Duas pessoas familiarizadas com os esforços disseram que o convite de Mnuchin foi enviado a seus equivalentes chineses, incluindo o vice-premiê, Liu He, e o principal assessor econômico do presidente chinês, para negociações nas próximas semanas. O local e o dia ainda precisam ser definidos.

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    Conversas comerciais entre EUA e China terminam sem avanços e tarifas entram em vigor

    Por David Lawder e Michael Martina

    WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - Autoridades dos Estados Unidos e da China encerraram dois dias de conversas nesta quinta-feira sem avanços significativos, conforme a guerra comercial entre os país aumentou após ativação de outra rodada de tarifas sobre o equivalente a 16 bilhões de dólares em bens de cada país.

    “Nós concluímos dois dias de discussões com contrapartes da China e trocamos opiniões sobre como alcançar equidade, equilíbrio e reciprocidade na relação econômica”, disse a porta-voz da Casa Branca Lindsay Walters em breve comunicado enviado por e-mail.

    As discussões incluíram “respostas às questões estruturais na China”, incluindo suas políticas de propriedade intelectual e transferência tecnológica, disse Walters.

    Autoridades de nível intermediário do governo Trump que participaram das conversas irão informar os chefes de suas agências sobre as discussões, disse Walters.

    Implementação das mais recentes tarifas de 25 por cento nesta quinta-feira não descarrilou as conversas, lideradas pelo subsecretário do Tesouro dos EUA, David Malpass, e pelo vice-ministro do Comércio da China, Wang Shouwen. As conversas foram as primeiras cara a cara entre China e EUA desde o início de junho para tentar encontrar uma solução para um intenso conflito comercial e tarifas crescentes.

    Mais cedo, uma autoridade sênior do governo Trump minimizou chances de sucesso, dizendo que a China ainda precisava responder queixas norte-americanas sobre suposta apropriação indevida de propriedade intelectual dos EUA e subsídios industriais.

    “Para que tenhamos um resultado positivo destes compromissos, é realmente crítico que eles (a China) respondam a preocupações fundamentais que nós levantamos”, disse a autoridade em teleconferência sobre a nova lei de revisão de segurança dos EUA para aquisições estrangeiras. “Nós ainda não vimos isto, mas nós vamos continuar encorajando-os a responder problemas que nós levantamos”.

    Uma porta-voz da embaixada da China em Washington não pôde ser imediatamente contatada para comentários.

    O Ministério do Comércio da China informou em Pequim que apresentou uma queixa na Organização Mundial do Comércio sobre a rodada mais recente de tarifas norte-americanas. Os dois países agora miram 50 bilhões de dólares em bens um do outro e ameaçaram taxas sobre a maior parte do restante de seu comércio bilateral, levantando preocupações de que o conflito pode pressionar o crescimento econômico global.

    Autoridades do governo Trump têm expressado divergências sobre a quantidade de força que devem usar para pressionar Pequim, mas a Casa Branca aparenta acreditar estar vencendo a guerra comercial, conforme a economia da China desacelera e seu mercado de ações tropeça.

    Economistas calculam que cada 100 bilhões de dólares de importações atingidos por tarifas irão reduzir o comércio global em torno de 0,5 por cento.

    Eles assumiram um impacto direto sobre o crescimento econômico da China em 2018 de 0,1 para 0,3 ponto percentual, e um pouco menos para os Estados Unidos, mas o impacto será maior no ano que vem, junto a danos colaterais para outros países e companhias ligadas às cadeias de abastecimento global da China.

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    Hamas dispara foguetes e Israel bombardeia Gaza apesar de conversas de trégua

    Por Nidal al-Mughrabi e Dan Williams

    GAZA/JERUSALÉM (Reuters) - Militantes de Gaza dispararam foguetes contra Israel e o Exército israelense respondeu com ataques aéreos nesta quarta-feira, apesar de afirmações de ambas as partes sobre progresso em direção a uma possível trégua para evitar uma quarta guerra em uma década.

    Um membro sênior do Hamas, o grupo islâmico palestino que controla Gaza, disse que conversas mediadas pela Organização das Nações Unidas e pelo Egito sobre um acordo para aliviar tensões estão em “estágios avançados”. Os comentários foram ecoados por um parlamentar sênior israelense, sugerindo um possível avanço após quatro meses de confrontos e disputas que provocaram ameaças mútuas de guerra.

    O Exército israelense informou que a violência desta quarta-feira começou com militantes usando armas contra um veículo militar israelense, e tropas israelenses responderam atirando com tanques. Mais tarde, palestinos dispararam cerca de 70 foguetes pela fronteira e aeronaves israelenses atingiram ao menos uma dúzia de alvos militantes.

    Um israelense foi ferido pelos foguetes, informaram serviços de resgate. Um militante do Hamas foi morto e dois outros ficaram feridos no ataque aéreo israelense, disseram autoridades palestinas. Cinco civis também ficaram feridos.

    “Estou profundamente alarmado pelo aumento recente de violência entre Gaza e Israel, e particularmente pelos múltiplos foguetes disparados hoje contra comunidades no sul de Israel”, disse o enviado da ONU para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov.

    A ONU, disse Mladenov, se juntou ao Egito em um “esforço sem precedentes” para evitar um sério conflito, mas alertou que “a situação pode rapidamente deteriorar com consequências devastadoras para todos”.

    Gaza é controlada pelo Hamas há mais de uma década e durante este tempo o grupo lutou três guerras contra Israel, a mais recente delas em 2014. Junto ao Egito, Israel mantém um bloqueio que levou a economia do território a um estado de colapso.

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    Hamas diz que conversas indiretas com Israel sobre trégua em Gaza estão 'avançadas'

    Por Nidal al-Mughrabi e Dan Williams

    GAZA/JERUSALÉM (Reuters) - Conversas mediadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo Egito a respeito de um acordo para reduzir as tensões entre Israel e a Faixa de Gaza estão em 'estágios avançados', disse nesta quarta-feira um membro de alto escalão do grupo militante islâmico Hamas, que é dominante no enclave palestino.

    Os comentários foram ecoados por um importante parlamentar israelense, o que sugere um possível progresso depois de quatro meses de confrontos e choques que provocaram ameaças de guerra mútuas.

    Em 30 de março os moradores de Gaza iniciaram protestos semanais, às vezes violentos, na fronteira com Israel, e sua revolta foi exacerbada por um bloqueio israelo-egípcio e cortes de financiamento para o presidente palestino, Mahmoud Abbas, que é rival do Hamas e tem o apoio do Ocidente.

    O Exército de Israel matou ao menos 158 palestinos, e um franco-atirador de Gaza matou um soldado israelense. Israel perdeu trechos de floresta e de terras de cultivo devido a incêndios ateados por pipas incendiárias e balões de gás hélio lançados por sobre sua fronteira. Também houve várias trocas de tiros de artilharia, a maioria sem vítimas.

    Nem o Hamas nem Israel, que se enfrentaram pela última vez em 2014, parecem dispostos a outro conflito aberto. Mas as exigências públicas das duas partes pela libertação de um detido nas mãos do lado oposto parecem ser um obstáculo na obtenção de uma trégua de longo prazo.

    'Podemos dizer que as ações lideradas pela ONU e pelo Egito estão em estágios avançados, e esperamos que rendam algo bom', disse Khalil Al-Hayya, vice-chefe do Hamas em Gaza, à televisão Al Jazeera.

    'O que é necessário é que a calma seja restaurada ao longo da fronteira entre nós e o inimigo sionista (Israel)'.

    Israel minimizou as perspectivas de um cessar-fogo abrangente, falando em uma compensação mais limitada.

    Em troca de um apaziguamento em Gaza, autoridades israelenses disseram no domingo que reabrirão um terminal comercial de fronteira que foi fechado em resposta aos danos dos incêndios e expandirão uma zona de pesca palestina.

    Avi Dichter, presidente do comitê parlamentar de assuntos externos e de defesa de Israel, adotou um tom otimista, mas cauteloso, nesta quarta-feira. 'Realmente espero que estejamos às vésperas de um novo dia na questão de Gaza', disse ele aos repórteres.

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    Irã rejeita oferta de Trump para conversas por serem 'humilhação' e não terem serventia

    Por Bozorgmehr Sharafedin

    LONDRES (Reuters) - Autoridades de alto escalão do Irã rejeitaram nesta terça-feira a oferta de conversas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sem precondições, classificando-a como uma 'humilhação' e sem utilidade depois que o norte-americano reativou sanções contra Teerã na esteira da retirada de seu país de um acordo nuclear histórico.

    Separadamente, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que a rejeição de Trump ao acordo firmado em 2015 foi 'ilegal' e que agora depende da Europa preservar o tratado. Ele disse também que o Irã não cederá facilmente à campanha renovada de Washington para estrangular as exportações de petróleo essenciais para seu país.

    'Após a retirada ilegal dos Estados Unidos do acordo nuclear, a bola está com a Europa agora', disse Rouhani durante reunião com o embaixador do Reino Unido em Teerã, Rob Macaire, de acordo com seu site.

    Em maio, Trump retirou os EUA do pacto multilateral, acertado antes de sua posse, por considerá-lo benéfico somente ao Irã, mas na segunda-feira declarou que estaria disposto a se encontrar com Rouhani sem precondições para debater como melhorar as relações.

    O chefe do Conselho Estratégico de Relações Exteriores iraniano disse nesta terça-feira que Teerã não vê utilidade na oferta de Trump, feita somente uma semana depois de ele alertar o Irã que o país corre o risco de sofrer consequências duras que poucos na história enfrentaram se fizer ameaças a Washington.

    'Com base em nossas experiências ruins em negociações com a América e com base na violação de autoridades dos EUA a seus compromissos, é natural que não vejamos serventia em sua proposta', disse Kamal Kharrazi, segundo a agência de notícias semioficial Fars.

    'Trump deveria primeiro compensar sua retirada do acordo nuclear e mostrar que respeita os compromissos de seu antecessor e a lei internacional', acrescentou Kharrazi, um ex-ministro de Relações Exteriores.

    O conselho foi criado pelo líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, para ajudar a formular políticas de longo prazo para a República Islâmica.

    Por ora a manobra de Trump para forçar o Irã a voltar às negociações serviu para unir os iranianos linha-dura que se opõem ao acordo nuclear e moderados, como Rouhani, que o defendem para acabar com o impasse economicamente debilitante com potências ocidentais.

    Ali Motahari, vice-presidente do Parlamento iraniano que é visto como parte do campo moderado, disse que negociar com Trump agora 'seria uma humilhação'.

    O ministro do Interior, Abdolreza Rahmani Fazli, ecoou a posição dizendo que Teerã não confia em Washington como parceiro de negociação, segundo a agência estatal de notícias Irna. E um dos principais assessores de Rouhani, Hamid Aboutalebi, disse que a única maneira de se voltar às conversas é Washington voltar ao acordo nuclear.

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