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    Trump e Kim preveem sucesso em encontro sobre programa nuclear norte-coreano

    Por Jeff Mason e Soyoung Kim

    HANÓI (Reuters) - O líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontraram em Hanói nesta quarta-feira para uma segunda cúpula que, os EUA esperam, vai persuadir a Coreia do Norte a abrir mão de suas armas nucleares em troca de promessas de paz e desenvolvimento.

    Trump publicou no Twitter após jantar com Kim no hotel Metropole de Hanói que os dois tiveram 'ótimas reuniões' e um 'diálogo muito bom', enquanto a Casa Branca disse que os líderes planejam assinar um 'acordo conjunto' após conversas adicionais na quinta-feira.

    Kim e Trump trocaram um aperto de mãos e sorriram brevemente diante de uma fileira de bandeiras dos dois países no hotel.

    Trump disse aos repórteres que acredita que as conversas serão muito bem-sucedidas e, ao ser indagado se está 'recuando' na desnuclearização, respondeu 'não'.

    Em sua histórica primeira cúpula em Cingapura, ocorrida em junho, Trump e Kim prometeram trabalhar para a desnuclearização completa e pela paz permanente da península coreana, mas pouco progresso foi alcançado desde então.

    Kim disse que os dois superaram obstáculos para realizar a segunda cúpula e elogiou Trump por sua 'decisão corajosa' de iniciar o diálogo.

    'Agora que estamos nos encontrando aqui novamente desta forma, tenho confiança de que haverá um desfecho excelente que todos saudarão, e farei meu melhor para que isso aconteça', afirmou.

    Trump e Kim tiveram uma conversa sozinhos de 20 minutos, antes de sentarem para jantar com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, com o chefe de gabinete em exercício de Trump, Mick Mulvaney, com o principal embaixador de Kim, Kim Yong Chol, e com o ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho.

    Na quinta-feira, os dois líderes participarão de uma série de reuniões no Metropole, começando com uma segunda sessão individual de 45 minutos, disse a Casa Branca.

    Os dois ainda realizarão uma 'cerimônia de assinatura de um acordo conjunto' ao final das reuniões, seguida por uma coletiva de imprensa de Trump às 15h50 (horário local), acrescentou.

    A Casa Branca não deu nenhuma indicação do que pode ser abordado na cerimônia de assinatura, embora os dois lados tenham discutido a possibilidade de emitir um comunicado político declarando o fim da Guerra da Coreia, de 1950-1953. As Coreias do Norte e do Sul estão tecnicamente em guerra desde o conflito, no qual os EUA apoiaram Seul e que terminou em uma trégua, não um tratado de paz.

    Questionado se declarará o fim formal da Guerra da Coreia, o que Pyongyang pede há tempos, mas que alguns analistas têm dito que seria prematuro, Trump disse: 'Veremos.'

    'Nós teremos um dia muito ocupado amanhã', disse um sorridente e aparentemente relaxado Trump, antes do jantar, sentado ao lado de Kim em uma mesa redonda com as outras quatro autoridades e dois intérpretes.

    'Nosso relacionamento é um relacionamento muito especial.'

    Especialistas disseram que a dupla está ansiosa para demonstrar que seu relacionamento melhorou desde a primeira cúpula, com suas linguagens corporais estreitamente refletindo um ao outro.

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    Trump diz que se encontrará com líder da Coreia do Norte no Vietnã no fim de fevereiro

    Por Patricia Zengerle e David Brunnstrom

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira que fará sua segunda reunião de cúpula com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, no Vietnã, entre os dias 27 e 28 de fevereiro, atribuindo-se o mérito de evitar uma grande guerra na península coreana.

    Em seu discurso anual do Estado da União ao Congresso, Trump disse que ainda há muito trabalho a ser feito na busca pela paz com Pyongyang, mas citou a suspensão dos testes nucleares e lançamentos de mísseis da Coreia do Norte durante 15 meses como prova de um avanço.

    'Se eu não tivesse sido eleito presidente dos Estados Unidos, estaríamos neste momento, em minha opinião, em uma grande guerra com a Coreia do Norte', afirmou.

    Trump despertou o temor de uma guerra em 2017, quando ameaçou fazer chover 'fogo e fúria como o mundo nunca viu' sobre a Coreia do Norte por causa do risco que as armas e mísseis nucleares do regime representavam aos EUA.

    Trump se encontrou com Kim em Cingapura em 12 de junho, a primeira cúpula entre um presidente norte-americano no exercício do cargo e um líder norte-coreano. Ele se mostrou disposto a realizar uma segunda reunião apesar da falta de progresso concreto em persuadir a Coreia do Norte a abdicar de seu programa de armas nucleares.

    Ele disse que seu relacionamento com Kim 'é bom'.

    A Casa Azul presidencial da Coreia do Sul, que facilita as relações entre Washington e Pyongyang, saudou o anúncio de Trump e expressou a esperança de um avanço na melhoria das relações.

    'Os dois líderes já deram um primeiro passo em Cingapura para se desvencilharem de seu histórico de 70 anos de hostilidades. Agora esperamos que deem um passo adiante para um progresso concreto e substantivo', disse o porta-voz da Casa Azul, Kim Eui-kyeom, em um boletim à imprensa em Seul.

    O Vietnã será o melhor anfitrião para o evento, disse Kim Eui-kyeom, citando sua história de altos e baixos com os EUA, durante a qual costumavam 'apontar uma arma e uma faca um ao outro'.

    O Vietnã, que tem um governo comunista, mas boas relações com EUA e Coreia do Norte, vinha sendo considerado por muitos como o cenário mais provável para o encontro.

    Ele também é apontado como um modelo de reforma política e econômica para a empobrecida e isolada Coreia do Norte seguir – o que exigiria grandes mudanças no culto à personalidade e na ideologia 'juche' de autossuficiência da nação.

    (Reportagem adicional de Makini Brice e David Brunnstrom, em Washington; James Pearson e Kham Nguyen, em Hanói; e Hyonhee Shin, em Seul)

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    Coreia do Norte está protegendo mísseis nucleares, dizem monitores da ONU

    Por Michelle Nichols e David Brunnstrom

    NAÇÕES UNIDAS/WASHINGTON (Reuters) - A Coreia do Norte está tomando providências para que os mísseis nucleares e balísticos do país não possam ser destruídos por ataques militares, disseram monitores da ONU antes de uma reunião entre autoridades dos Estados Unidos e do regime norte-coreanos para preparar uma segunda cúpula de desnuclearização.

    O enviado especial dos Estados Unidos para a Coreia do Norte, Stephen Biegun, se encontrará com seu equivalente norte-coreano na quarta-feira em Pyongyang para organizar uma cúpula no final deste mês entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, informou o Departamento de Estado dos EUA na segunda-feira.

    Biegun disse esperar que o encontro com sua nova contraparte norte-coreana, Kim Hyok Chol, sirva para delinear 'um conjunto de ações concretas' para a cúpula Trump-Kim.

    O enviado dos EUA, que conversou com autoridades da Coreia do Sul em Seul no domingo e na segunda-feira, disse que buscará 'um itinerário de negociações e declarações para seguir adiante, e um entendimento mútuo dos resultados desejados de nossos esforços conjuntos'.

    Autoridades sul-coreanas disseram que elas e Washington podem cogitar um meio-termo que aceleraria a desnuclearização da Coreia do Norte -- o desmantelamento do importante complexo nuclear de Yongbyon, o que pode ser respondido com medidas dos EUA que incluiriam o encerramento formal da Guerra da Coreia de 1950-53 e a criação de um escritório de ligação.

    Mas monitores de sanções da ONU disseram em um relatório confidencial, entregue a um comitê de sanções de 15 membros do Conselho de Segurança da entidade e visto pela Reuters na segunda-feira, que 'encontraram indícios de uma tendência contínua por parte da RPDC de dispersar suas localidades de montagem, armazenamento e teste', usando a abreviação do nome oficial do país, República Popular Democrática da Coreia.

    A missão norte-coreana na ONU não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre o relatório, que foi encaminhado a membros do Conselho de Segurança na sexta-feira.

    A primeira cúpula entre Trump e Kim Jong Un, ocorrida em junho em Cingapura, rendeu um compromisso vago de Kim para trabalhar para a desnuclearização da península coreana, onde tropas dos EUA estão presentes desde a Guerra da Coreia.

    A cidade turística vietnamita de Danang é vista como o cenário mais provável da próxima cúpula.

    (Reportagem adicional de Hyonhee Shin em Seul)

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    Sanções ameaçam projeto de reconexão ferroviária e rodoviária das Coreias

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Sul e a Coreia do Norte lançaram nesta quarta-feira um projeto para ligar conexões ferroviárias e rodoviárias rompidas desde a Guerra da Coreia de 1950-53, mas a construção em si não pode começar enquanto estiverem em vigor sanções contra a Coreia do Norte, disseram autoridades.

    Em outubro, os dois países concordaram em reconectar ferrovias e estradas como parte de uma reaproximação que os Estados Unidos temem poder comprometer os esforços para pressionar Pyongyang a abrir mão de suas armas nucleares.

    'Há muitas coisas a fazer antes de realmente começarmos a construção', disse o ministro dos Transportes sul-coreano, Kim Hyun-mee, antes da cerimônia na cidade de Kaesong, do lado norte-coreano da fronteira.

    Os materiais e o investimento necessários para iniciar as obras estão banidos por sanções dos EUA e da Organização das Nações Unidas (ONU), impostas em reação aos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte. Washington insiste que as sanções permanecerão até o regime abrir mão de suas armas nucleares.

    Autoridades, políticos e membros de famílias sul-coreanas deslocadas pela guerra embarcaram em um trem especial para a cerimônia.

    Shin Jang-chul, que conduziu o último trem de carga entre as Coreias, que operavam um parque industrial conjunto há uma década, disse que nunca pensou que voltaria à região.

    'Estou profundamente comovido', disse. 'Faz 10 anos, e eu me perguntava se conseguiria voltar um dia depois de me aposentar'.

    Eles foram acompanhados por uma delegação norte-coreana, além de autoridades da ONU, China, Rússia e Mongólia, segundo o Ministério da Reunificação sul-coreano.

    Durante discurso no evento, o vice-ministro de Ferrovias norte-coreano, Kim Yun Hyok, pediu uma 'determinação inflexível para enfrentar ventos adversos' que poderiam ameaçar o projeto.

    'Os resultados do projeto de ferrovias e estradas depende do espírito e da vontade de nosso povo', disse Kim.

    Os dois lados realizarão avaliações conjuntas adicionais e elaborarão obras que podem demorar de um a dois anos, disse o sul-coreano Kim Hyun-mee.

    A cerimônia desta quarta-feira foi mais um exemplo da reaproximação entre as Coreias --tecnicamente ainda em guerra, depois que seu conflito terminou com uma trégua, não um tratado de paz.

    Entretanto grandes iniciativas econômicas ainda não decolaram devido à falta de progresso na desnuclearização da Coreia do Norte.

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    Coreia do Norte diz que desnuclearização inclui 'eliminar ameaça nuclear dos EUA'

    Por Jeongmin Kim e Josh Smith

    SEUL (Reuters) - O comprometimento da Coreia do Norte com a 'desnuclearização da península coreana' também inclui 'eliminar completamente a ameaça nuclear dos EUA à Coreia', disse a mídia estatal norte-coreana nesta quinta-feira.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, emitiram um comunicado conjunto depois de um encontro histórico em Cingapura, em junho, reafirmando o compromisso de Pyongyang de 'trabalhar pela desnuclearização completa da península coreana' e com garantias de segurança dos Estados Unidos à Coreia do Norte.

    Mas visões conflitantes ou vagas do que 'desnuclearização' significa exatamente vêm complicando negociações que agora parecem travadas.

    O comentário desta quinta-feira, divulgado pela agência de notícias estatal norte-coreana KCNA, é uma das explicações mais claras de como o regime vê a desnuclearização desde a cúpula de junho.

    'Quando nos referimos à península coreana, o termo envolve a área da RPDC mais o território sul-coreano em que armas nucleares e outras formas de forças agressivas dos EUA estão instaladas', disse o editorial usando a sigla do nome oficial do país, República Popular Democrática da Coreia.

    'Quando também nos referimos à 'desnuclearização da península coreana', isso deveria ser entendido corretamente como a remoção de todos os fatores de ameaça nuclear não somente do norte e do sul, mas de todas as áreas vizinhas'.

    A Coreia do Norte rejeita os pedidos norte-americanos para que se desnuclearize unilateralmente, e Washington deveria abandonar a 'ilusão' de forçar Pyongyang a abdicar de suas armas nucleares 'via pressão e opressão', disse o artigo.

    Os EUA disseram que não suspenderão suas sanções contra Pyongyang até verem mais progresso para a desnuclearização verificável da Coreia do Norte.

    Washington também refutou qualquer insinuação de que reduziria sua presença militar na região como parte de um acordo com a Coreia do Norte, mas após a cúpula Trump surpreendeu ao anunciar que o Pentágono cancelaria a maior parte de seus exercícios militares de vulto com os sul-coreanos.

    A definição exata de desnuclearização deve ser abordada novamente, já que Trump disse estar trabalhando para um novo encontro com Kim em algum momento do início do próximo ano.

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    Papa recebe convite para visitar Coreia do Norte e indica cogitar viagem

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco recebeu, nesta quinta-feira, convite para visitar a Coreia do Norte e indicou que consideraria fazer o que seria uma viagem inédita ao país, afirmaram autoridades sul-coreanas.

    O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, transmitiu verbalmente o convite do líder norte-coreano, Kim Jong Un, ao pontífice durante encontro de 35 minutos no Vaticano.

    A visita seria a primeira de qualquer papa à Coreia do Norte, que não permite que padres se instalem de maneira permanente em seu território. Há pouca informação sobre quantos cidadãos norte-coreanos são católicos e como praticam sua fé.

    Durante reunião no último mês, Kim compartilhou com Moon, que é católico, seu desejo de conhecer o papa e, antes de sua viagem, o líder sul-coreano anunciou que transmitiria a mensagem.

    De acordo com o gabinete presidencial de Moon, Francisco expressou grande apoio aos esforços para levar a paz à península coreana. Segundo o gabinete, o papa disse a Moon: 'Não pare, vá em frente. Não tenha medo'.

    Questionado se Kim deveria enviar um convite formal, o gabinete disse que o papa respondeu: 'Sua mensagem já é suficiente, mas seria bom que ele enviasse um convite formal'.

    'Certamente responderei se receber um convite formal, e posso ir', disse o pontífice, de acordo com o gabinete de Moon.

    O papa deve estar na Ásia no próximo ano, quando visitará o Japão.

    Um comunicado do Vaticano não mencionou o convite de Kim, falando somente na 'promoção do diálogo e da reconciliação entre coreanos' e 'do compromisso comum em fomentar todas as iniciativas úteis para superar as tensões que ainda existem na península coreana, de forma a abrir caminho para uma nova temporada de paz e desenvolvimento'.

    Seul e Pyongyang realizaram três cúpulas neste ano. Kim também participou de uma reunião inédita com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Cingapura em junho, e prometeu trabalhar pela desnuclearização da península coreana.

    (Reportagem adicional de Josh Smith em Seul)

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    Coreia do Norte convida papa Francisco a visitar o país, diz Seul

    Por Hyonhee Shin e Ju-min Park

    SEUL (Reuters) - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, convidou o papa Francisco para visitar Pyongyang, um gesto concebido para enfatizar os esforços de paz na península coreana, disse o gabinete presidencial da Coreia do Sul nesta terça-feira.

    A Coreia do Norte e o Vaticano não têm relações diplomáticas formais. O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, entregará o convite de Kim quando se encontrar com Francisco na semana que vem, durante uma viagem à Europa, disse o porta-voz da Casa Azul sul-coreana, Kim Eui-kyeom.

    'O presidente Moon visitará o Vaticano nos dias 17 e 18 de outubro para reafirmar a bênção e o apoio deste à paz e à estabilidade na península coreana', disse o porta-voz em um boletim à imprensa.

    'Especialmente quando ele se reunir com o papa Francisco, ele transmitirá a mensagem do presidente Kim de que o acolherá ardentemente se ele visitar Pyongyang'.

    Kim falou a Moon sobre seu desejo de conhecer o papa durante a cúpula do mês passado entre os dois líderes, acrescentou o porta-voz, sem detalhar o cronograma. O pontífice disse que quer visitar o Japão no ano que vem.

    O Vaticano disse em um comunicado que o papa receberá Moon ao meio-dia do dia 17 de outubro.

    Um dia antes, na Basílica de São Pedro, o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano e segundo em comando de Francisco, rezará uma 'Missa pela Paz' na península coreana. Moon assistirá à missa, informou o Vaticano.

    A Constituição norte-coreana garante a liberdade religiosa, contanto que ela não mine o Estado, mas além de alguns poucos locais de culto sob controle estatal não se permite nenhuma atividade religiosa explícita.

    O convite ao papa é o primeiro de um líder da Coreia do Norte desde 2000. Embora o encontro anterior, proposto pelo pai de Kim, Kim Jong Il, jamais tenha se materializado, o plano para uma visita de Francisco é a iniciativa diplomática mais recente de Pyongyang neste ano.

    Kim realizou uma cúpula inédita com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Cingapura em junho e prometeu trabalhar para a desnuclearização da península coreana.

    Embora as ações de Kim desde então tenham ficado aquém das exigências de Washington, o governo Trump está se preparando para uma segunda cúpula.

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    EUA e Coreia do Norte concordam em realizar 2ª cúpula 'o mais rápido possível', diz Seul

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, e o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, concordaram em marcar uma segunda cúpula 'o mais rápido possível' e discutir possíveis inspeções dos EUA em instalações nucleares norte-coreanas, informou o gabinete presidencial da Coreia do Sul neste domingo.

    O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, conversou com Pompeo em Seul depois do diplomata norte-americano ter se encontrado com Kim por mais de três horas durante curta viagem a Pyongyang, com o objetivo de pôr fim a um impasse em suas negociações nucleares.

    Pompeo disse a Moon que ele e Kim discutiram medidas de desnuclearização a serem tomadas pela Coreia do Norte e a inspeção dessas ações por parte do governo dos EUA, algo que Washington tem pedido, bem como as medidas que os Estados Unidos ofereceriam em troca, segundo Yoon Young-chan, o porta-voz de Moon.

    Pompeo e Kim também concordaram em formar um grupo de trabalho em breve para discutir o processo de desnuclearização e a segunda cúpula, que Kim propôs ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma carta no mês passado, disse Yoon.

    'O secretário Pompeo disse que ele e o presidente Kim concordaram que realizarão a segunda cúpula entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte o mais breve possível', disse Yoon, em comunicado.

    'Os dois lados também concordaram em continuar as discussões para decidir detalhadamente o momento e a localização da segunda cúpula'.

    Enquanto Seul pareceu otimista, Pompeo apresentou um tom mais cauteloso.

    O secretário de Estado norte-americano disse que sua última viagem à Coreia do Norte foi 'mais um passo adiante' para a desnuclearização e que ele teve uma 'conversa boa e produtiva' com Kim, mas que mais trabalho ainda precisa ser feito.

    'Como o presidente Trump disse, há muitos passos ao longo do caminho e nós demos um deles hoje', disse Pompeo a Moon. 'Foi mais um passo adiante. Então, este é, penso eu, um bom resultado para todos nós.'

    Moon expressou a esperança de que a viagem de Pompeo e o proposto segundo encontro entre Kim e Trump trariam 'progressos irreversíveis e decisivos em termos de desnuclearização, bem como do processo de paz'.

    Moon manteve sua terceira cúpula com Kim no mês passado em Pyongyang, que foi parcialmente planejada para ajudar a salvar as negociações entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, depois que Trump cancelou a planejada visita de Pompeo à Coreia do Norte no final de agosto, alegando falta de progresso nas conversas.

    Kim prometeu trabalhar para a desnuclearização na cúpula de Cingapura, mas as ações de Pyongyang, desde então, ficaram aquém das exigências de Washington por medidas irreversíveis para abandonar seu arsenal, incluindo a declaração de todas as instalações nucleares e de mísseis.

    No encontro do mês passado com Moon, Kim prometeu autorizar inspeções externas de importantes instalações de mísseis e expressou, pela primeira vez, a disposição de desmontar 'permanentemente' Yongbyon, o principal complexo nuclear da Coreia do Norte.

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