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    Cruz Vermelha alerta sobre risco de crise alimentar na Coreia do Norte devido a onda de calor

    Por Stephanie Nebehay

    GENEBRA (Reuters) - Uma onda de calor na Coreia do Norte fez com que plantações de arroz, milho e outras culturas secassem nos campos, 'com efeitos potencialmente catastróficos' para os norte-coreanos, disse a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) nesta sexta-feira.

    A maior rede de auxílio para desastres no mundo advertiu sobre o risco de uma 'crise de segurança alimentar completa' no país, afirmando que a situação preocupante foi exacerbada pelas sanções internacionais impostas devido aos programas nuclear e de mísseis da Coreia do Norte.

    Em comunicado divulgado em Genebra, a IFRC disse que não chove na Coreia do Norte desde o início de julho e que temperaturas chegaram a uma média de 39 graus Celsius por todo o país, cujo nome oficial é República Popular Democrática da Coreia (RPDC). A próxima chuva é prevista para o meio de agosto, acrescentou.

    A população de 25 milhões de pessoas já está estressada e vulnerável com taxas de desnutrição infantil que podem piorar, disse.

    'Isso ainda não é classificado como uma seca, mas arroz, milho e outras plantações já estão murchando nos campos, com efeitos potencialmente catastróficos para a população da RPDC', disse Joseph Muyamboit, gerente de programa da organização em Pyongyang.

    'Nós não podemos deixar essa situação se tornar uma crise de segurança alimentar completa. Nós sabemos que períodos anteriores de seca interromperam o fornecimento de alimento até o ponto em que causou sérios problemas de saúde e de desnutrição pelo país', disse.

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    EUA não são confiáveis, diz líder do Irã à Coreia do Norte

    SEUL/BEIRUTE (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse ao ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte que os Estados Unidos não são confiáveis, noticiou a mídia estatal de Teerã, no momento em que os EUA buscam um acordo para deter os programas nuclear e de mísseis norte-coreanos.

    O Irã rejeitou uma oferta de última hora de Washington para conversar nesta semana, dizendo que não pode negociar mais uma vez que o governo do presidente Donald Trump renegou um acordo de 2015 mediante o qual sanções foram suspensas em troca de limites ao programa nuclear iraniano.

    A visita de Ri Yong Ho, o diplomata mais graduado da Coreia do Norte, ao Irã coincidiu com a retomada das sanções norte-americanas contra a República Islâmica.

    'A atuação do governo dos EUA nestes anos levou o país a ser considerado indigno de confiança e de credibilidade em todo o mundo, o que não cumpre nenhuma de suas obrigações', disse Rouhani a Ri na quarta-feira, segundo a Agência de Notícias da República Islâmica (Irna).

    'Na situação atual, países amistosos deveriam desenvolver suas relações e cooperação na comunidade internacional', disse ele, acrescentando que o Irã e a Coreia do Norte 'sempre tiveram opiniões semelhantes' em muitas questões.

    Ri viajou a Teerã depois de participar de um fórum de segurança em Cingapura, onde ele e o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, discutiram duramente a respeito de um acordo firmado durante a cúpula história de junho entre Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong Un.

    Na ocasião os dois lados se comprometeram a trabalhar pela desnuclearização da Coreia do Norte, mas desde então mostram dificuldades de chegar a um acordo para atingir este objetivo. Pyongyang vem desenvolvendo seus programas de armas em desafio a resoluções e sanções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Ri disse a Rouhani que a desfiliação de Washington do pacto de 2015 e a restauração de sanções são 'uma ação contra as regras e normas internacionais', relatou a Irna.

    'A política estratégica da Coreia do Norte é aprofundar as relações com a República Islâmica do Irã e confrontar o unilateralismo'.

    Trump decidiu restaurar as sanções contra Teerã apesar dos pedidos de outras potências mundiais que também patrocinaram o acordo, entre eles os principais aliados de Washington na Europa, Reino Unido, França e Alemanha, além da Rússia e da China.

    As sanções já levaram bancos e muitas empresas de todo o mundo a reduzirem suas transações com o Irã. Na terça-feira Trump disse que empresas que fizerem negócios com o Irã serão barradas nos EUA.

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    Coreia do Norte e Estados Unidos discutem sobre acordo nuclear em fórum de Cingapura

    CINGAPURA (Reuters) - A Coreia do Norte e os Estados Unidos discutiram neste sábado a respeito do acordo estabelecido em junho para que o país asiático encerre seu programa nuclear, conforme Washington pediu para manter a pressão de sanções contra Pyongyang, que por sua vez disse estar preocupada com as intenções norte-americanas.

    A discórdia em um fórum regional em Cingapura foi a mais recente lembrança das dificuldades que há muito prejudicam os esforços para negociar o fim dos programas nucleares e de mísseis da Coreia do Norte, apesar dos compromissos assumidos em uma cúpula sem precedentes entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano Kim Jong Un há menos de dois meses na cidade.

    'A República Democrática Popular da Coreia continua firme em sua determinação e comprometimento para implementar o acordo conjunto entre EUA e Coreia do Norte de uma maneira responsável e em boa fé', disse Ri Yong Ho, o ministro de Relações Exteriores norte-coreano, se referindo a seu país por seu nome oficial.

    'O que é preocupante, entretanto, são as medidas insistentes tomadas nos Estados Unidos para voltar ao antigo, ao velho, longe da intenção de seu líder.'

    Ri fez a declaração após o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, deixar o centro de conferências da Indonésia, onde pressionou as nações do Sudeste Asiático a manterem as sanções contra a Coreia do Norte até que o país desista de um programa de armas nucleares que ameaça os Estados Unidos.

    Na cúpula de 12 de junho, Kim, que busca alívio das duras sanções, se comprometeu a trabalhar para a desnuclearização, mas a Coreia do Norte não ofereceu detalhes sobre como isso poderia acontecer.

    Pompeo sugeriu na sexta-feira que o trabalho continuado em programas de armas pela Coreia do Norte foi inconsistente com o comprometimento de Kim. Neste sábado, no entanto, ele afirmou estar otimista com a desnuclearização norte-coreana, embora 'demorasse algum tempo' para acontecer.

    De acordo com Ri, a Coreia do Norte tem feito gestos de boa vontade, incluindo uma moratória em testes nucleares e lançamentos de foguetes, além do desmantelamento de um campo de testes nucleares.

    'No entanto, os Estados Unidos, em vez de responder a essas medidas, estão elevando o tom para manter as sanções contra a RDPC e demonstrando que devem recuar até mesmo na declaração de fim da guerra, um passo básico e fundamental para a paz na península coreana', disse.

    AVISO PARA MOSCOU

    'Quero lembrar a todas as nações que apoiaram essas resoluções, que esta é uma questão séria e algo que discutiremos com Moscou', disse ele. 'Esperamos que os russos e todos os países respeitem as resoluções do Conselho de Segurança da ONU e apliquem sanções à Coreia do Norte.'

    A Rússia negou reportagem do Wall Street Journal que acusa Moscou permitir a entrada de milhares de novos trabalhadores norte-coreanos no país e concedendo-lhes permissões de trabalho em uma potencial violação das sanções da ONU.

    O embaixador da Rússia na Coreia do Norte também negou que Moscou esteja desrespeitando as restrições da ONU ao fornecimento de petróleo à Coreia do Norte.

    De acordo com um relatório confidencial da ONU, ao qual a Reuters teve acesso na sexta-feira, a Coreia do Norte não impediu que programas nucleares e de mísseis viessem a violar as sanções das Nações Unidas.

    Embora Pompeo tenha liderado os esforços de negociação dos EUA com a Coreia do Norte, ele não teve nenhum encontro formal com Ri em Cingapura. No entanto, em uma sessão de fotos neste sábado, ele caminhou até o norte-coreano e apertou as mãos e trocou palavras e sorrisos.

    (Por Jack Kim e David Brunnstrom, com reportagem adicional de John Geddie)

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    Trump agradece líder da Coreia do Norte por devolver restos mortais e diz que espera vê-lo 'em breve'

    Por Josh Smith e Soyoung Kim

    SEUL (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que espera se encontrar com Kim Jong Un em breve, e agradeceu o líder da Coreia do Norte por devolver aos EUA os supostos restos mortais de soldados norte-americanos mortos na Guerra da Coreia (1950-1953).

    'Obrigado, presidente Kim Jong Un, por manter sua palavra e iniciar o processo de mandar para casa os restos de nossos grandes e queridos desaparecidos e tombados! Não estou nada surpreso que você tenha realizado esta ação gentil', escreveu Trump no Twitter.

    'E obrigado também por sua carta simpática -- espero vê-lo em breve!', disse Trump, sem entrar em detalhes.

    A promessa de devolver os restos mortais de soldados dos EUA foi feita durante uma cúpula histórica entre Trump e Kim em junho em Cingapura, na qual Pyongyang se comprometeu a trabalhar pela desnuclearização total da península coreana.

    Kim enviou uma carta a Trump em meados de julho na qual disse esperar haver uma segunda reunião entre os dois, mas não ficou claro se esta foi a 'carta simpática' à qual Trump se referiu nesta quinta-feira.

    Trump também recorreu ao Twitter mais cedo para elogiar a 'cerimônia incrivelmente bonita' no Havaí, na qual o vice-presidente Mike Pence ajudou a receber os restos mortais dos soldados.

    Durante a cerimônia solene de quarta-feira, os EUA disseram que entre os restos pode haver norte-americanos mortos na Guerra da Coreia e agradeceram a Coreia do Norte por cumprir sua promessa de devolvê-los.

    A promessa de transferir os despojos da guerra foi vista como um gesto de boa vontade de Kim na cúpula de Cingapura e foi o acordo mais concreto firmado pelas duas partes até agora.

    'Sei que o presidente Trump é agradecido por o presidente Kim ter mantido sua palavra, e hoje vemos este progresso tangível em nossos esforços para obter a paz na península coreana', disse Pence, cujo pai lutou na Guerra da Coreia.

    Mais de 7.700 soldados dos EUA que lutaram na Guerra da Coreia continuam desaparecidos, cerca de 5.300 deles no que hoje é a Coreia do Norte.

    Outros países sob o comando da Organização das Nações Unidas (ONU) também perderam tropas que ainda não foram localizadas, entre eles Reino Unido, Austrália e Canadá.

    Especialistas dizem que identificar positivamente os restos de décadas pode levar entre dias e décadas.

    Mas John Byrd, diretor de análises da Agência de Verificação POW/MIA da Defesa dos EUA, disse aos repórteres na base aérea de Osan, na Coreia do Sul, que uma análise forense de campo inicial indicou que os 'restos mortais são o que a Coreia do Norte disse que eles são' antes de os restos mortais serem levados de avião ao Havaí.

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    EUA dizem que restos mortais devolvidos pela Coreia do Norte provavelmente são de norte-americanos

    Por Josh Smith

    BASE AÉREA DE OSAN, Coreia do Sul (Reuters) - As mais de 50 caixas entregues pela Coreia do Norte aos Estados Unidos parecem conter restos mortais da Guerra da Coreia de 1950-1953 e provavelmente são de norte-americanos, de acordo com uma análise forense inicial, disse uma autoridade dos EUA nesta quarta-feira.

    Na sexta-feira, uma aeronave militar de transporte dos EUA retirou os restos da cidade norte-coreana de Wonsan, um primeiro passo para a implantação de um acordo firmado em uma cúpula histórica entre o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, e o presidente norte-americano, Donald Trump, em junho.

    'Não há motivo para duvidar que elas se relacionam a perdas da Guerra da Coreia', disse John Byrd, diretor de análises da Agência de Verificação POW/MIA da Defesa dos EUA, aos repórteres na base aérea de Osan, na Coreia do Sul, pouco antes de os restos mortais serem levados de avião ao Havaí para mais análises e identificações.

    Mais de 7.700 soldados dos EUA que lutaram na Guerra da Coreia continuam desaparecidos, cerca de 5.300 deles no que hoje é a Coreia do Norte.

    Byrd disse que uma única plaqueta de identificação também foi entregue pelos norte-coreanos. A família do soldado foi notificada, mas não ficou claro se seus restos estão entre os encontrados, explicou Byrd.

    Especialistas dizem que identificar positivamente os restos de décadas pode levar entre dias e décadas.

    Além disso, a 'análise forense de campo' indica que os 'restos mortais são o que a Coreia do Norte disse que eles são', segundo Byrd.

    Os norte-coreanos forneceram detalhes suficientes sobre onde cada suposto corpo foi encontrado para as autoridades dos EUA os compararem com batalhas específicas ocorridas entre 1950 e 1951, mas não necessariamente indivíduos, disse.

    Dezenas de norte-americanos, sul-coreanos e outros soldados e autoridades de países da Organização das Nações Unidas (ONU) que lutaram na Guerra da Coreia realizaram uma cerimônia com honras militares antes de os restos serem embarcados em aeronaves militares de transporte para o voo ao Havaí nesta quarta-feira.

    Os restos haviam sido transferidos das caixas pequenas nas quais chegaram na sexta-feira para caixões de tamanho normal decorados com bandeiras da ONU.

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    EUA detectam nova atividade em instalação norte-coreana de míssil balístico

    Por David Brunnstrom

    WASHINGTON (Reuters) - Satélites de espionagem dos Estados Unidos detectaram a retomada de atividades em uma fábrica da Coreia do Norte que produziu o primeiro míssil balístico intercontinental (ICBM) do país capaz de atingir o território norte-americano, disse uma autoridade de alto escalão dos EUA, em meio a conversas para persuadir Pyongyang a abdicar de suas armas nucleares.

    Fotos e imagens de infravermelho indicam veículos entrando e saindo da instalação de Sanumdong, mas não mostram o quão avançada pode estar uma possível construção de mísseis, disse o funcionário à Reuters na noite de segunda-feira sob condição de anonimato porque a informação é confidencial.

    Também na segunda-feira o jornal Washington Post noticiou que a Coreia do Norte parece estar fabricando um ou dois novos mísseis balísticos intercontinentais de combustível líquido na grande instalação de pesquisa situada nos arredores de Pyongyang, citando fontes não identificadas a par de relatórios de inteligência.

    De acordo com a autoridade norte-americana que conversou com a Reuters, uma foto mostrou um caminhão e um trailer coberto semelhantes aos que os norte-coreanos usaram para transportar seus ICBMs. Como o trailer estava coberto não foi possível saber se transportava algo e o que seria.

    A Casa Branca disse que não fala sobre inteligência. Uma autoridade graduada do escritório presidencial da Coreia do Sul disse que agências de inteligência sul-coreanas e dos EUA estão analisando atentamente várias movimentações norte-coreanas, mas não fez nenhum comentário específico.

    Os indícios obtidos neste mês são os mais recentes a indicarem atividades em andamento nas instalações nucleares e de mísseis da Coreia do Norte, apesar das conversas com Washington e uma cúpula entre o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente norte-americano, Donald Trump, em junho.

    Pouco depois dela Trump declarou que a Coreia do Norte não representa mais uma ameaça nuclear. Kim se comprometeu, em um comunicado abrangente emitido após a cúpula, a trabalhar para a desnuclearização, mas Pyongyang não detalhou como pode realizá-la e as conversas subsequentes não correram bem.

    Não foi a primeira vez que a inteligência dos EUA se chocou com o otimismo do presidente. No final de junho autoridades norte-americanas disseram à mídia de seu país que agências de inteligência acreditam que a Coreia do Norte intensificou a produção de combustível para armas nucleares e que não pretende abrir mão de seu arsenal nuclear.

    (Reportagem adicional de David Alexander e Joyce Lee)

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    Líder sul-coreano diz que conversas entre Coreia do Norte e EUA estão 'no rumo certo'

    Por Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse nesta quinta-feira que as críticas da Coreia do Norte aos Estados Unidos depois de conversas recentes sobre a desnuclearização são parte de sua estratégia, e que as negociações entre os dois países estão no rumo certo .

    No sábado, Pyongyang acusou os EUA de fazerem exigências dignas de gângsteres nas conversas realizadas na Coreia do Norte no final da semana passada, contradizendo o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, segundo o qual os antigos inimigos fizeram progresso nas negociações.

    Moon, que falou em Cingapura durante viagem oficial, disse que as conversas entre Pyongyang e Washington sobre a desnuclearização da península coreana podem enfrentar obstáculos e exigir tempo, informou seu escritório.

    Ninguém pode ficar otimista com os resultados, mas minha perspectiva cautelosa é que as negociações poderão ter sucesso se o Norte realizar uma desnuclearização completa e a comunidade internacional reunir esforços para proporcionar garantias de segurança ao Norte , disse Moon.

    As críticas da Coreia do Norte são uma estratégia concebida para mostrar sua frustração com o que vê como uma falta de ação dos EUA em reação às medidas que adotou recentemente, disse Moon.

    A Coreia do Norte convidou jornalistas estrangeiros – mas não especialistas, como prometido – para assistirem à desativação de uma instalação nuclear, e prometeu fechar um local de testes de motores de mísseis.

    Os EUA e a Coreia do Sul suspenderam exercícios militares conjuntos aos quais a Coreia do Norte objetava há anos.

    Pompeo também disse que os dois lados concordaram em conversar nesta quinta-feira no vilarejo intercoreano fronteiriço de Panmunjom a respeito da repatriação dos restos mortais de norte-americanos mortos na Guerra da Coreia de 1950-53.

    Mas nenhum norte-coreano apareceu, relatou a agência de notícias sul-coreana Yonhap, citando uma autoridade do governo.

    Moon disse que a Coreia do Norte quer que os EUA adotem ações para acabar com as relações hostis e criar confiança.

    Ele afirmou ver uma grande diferença nas atitudes dos vizinhos do norte em relação às conversas – no passado o regime exigiu a suspensão de sanções e concessões econômicas primeiro, argumentou.

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