alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE democratas

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Democratas tiram governos estaduais de republicanos, mas perdem disputas na Flórida e em Ohio

    Democratas tiram governos estaduais de republicanos, mas perdem disputas na Flórida e em Ohio

    Por Letitia Stein

    TALLAHASSEE, Estados Unidos (Reuters) - Os democratas dos Estados Unidos conquistaram na terça-feira vários governos de Estados que apoiaram o presidente republicano Donald Trump nas eleições de 2016, mas perderam disputas importantes na Flórida e em Ohio.

    A corrida apertada na Geórgia, onde a democrata Stacey Abrams tenta se tornar a primeira governadora negra de um Estado norte-americano, continuava indefinida demais para o anúncio de um resultado nesta quarta-feira.

    Na Flórida, o democrata Andrew Gillum fracassou em sua tentativa de se tornar o primeiro governador negro do Estado, perdendo por uma pequena diferença para o republicano Ron DeSantis em uma disputa marcada pela questão racial que atraiu atenção nacional.

    'Ainda planejo estar na linha de frente com cada um de vocês quando se trata de tomar posição e lutar pelo que acreditamos', disse Gillum, prefeito de 39 anos de Tallahassee, aos apoiadores na noite após a votação, em evento no qual pequenos grupos de pessoas se abraçaram em prantos.

    Os republicanos também obtiveram uma grande vitória na disputa pelo governo de Ohio, onde o procurador-geral Mike DeWine derrotou o democrata Richard Cordray, que atuou como o primeiro diretor do Escritório de Proteção Financeira do Consumidor dos EUA.

    Mas no Wisconsin o democrata Tony Evers conseguiu uma vitória apertada sobre o atual governador republicano Scott Walker, de acordo com a empresa de dados DDHQ. Walker, que cumpriu dois mandatos e que sobreviveu a um recall eleitoral convocado pelos democratas em 2012, pleiteou brevemente a candidatura presidencial em 2016.

    Além do Wisconsin os democratas também venceram em três outros Estados que votaram em Trump in 2016, Michigan, Pensilvânia e Kansas, aumentando as esperanças do partido de conquistá-los na eleição presidencial de 2020.

    No Michigan, a democrata Gretchen Whitmer derrotou o republicano Bill Schuette na batalha pelo lugar do também republicano Rick Snyder, e a democrata Laura Kelly derrotou Kris Kobach, aliado firme de Trump, no Kansas, onde o governador republicano Sam Brownback tem índices baixos de aprovação.

    Candidatos democratas também triunfaram em Illinois, Maine, Novo México e Nevada, todos até então governados por republicanos. Até a manhã desta quarta-feira os democratas haviam conquistado ao menos sete Estados nas mãos de republicanos sem sofrerem nenhuma perda em Estados que controlavam.

    (Reportagem e redação adicional de Joseph Ax)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Democratas conquistam maioria na Câmara dos EUA, em revés para Trump

    Democratas conquistam maioria na Câmara dos EUA, em revés para Trump

    Por John Whitesides

    WASHINGTON (Reuters) - Democratas aproveitaram uma onda de insatisfação com o presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, para conquistar o controle da Câmara dos Deputados, obtendo a oportunidade de bloquear a agenda de Trump e de colocar o governo norte-americano sob intensa fiscalização.

    Nas eleições parlamentares de terça-feira, dois anos depois de chegar à Casa Branca, Trump e seus colegas republicanos ampliaram a maioria no Senado, após uma campanha divisória marcada por fortes embates sobre raça, imigração e outras questões culturais.

    Entretanto, a perda da maioria na Câmara dos Deputados representou um amargo revés para o presidente, após uma campanha que se tornou uma espécie de referendo sobre sua liderança.

    Com algumas disputas ainda não decididas, os democratas parecem a caminho de ampliar sua bancada em mais de 30 assentos, muito além dos 23 que precisavam para estabelecer sua primeira maioria na Casa de 435 membros em oito anos.

    A nova Câmara dos Deputados terá a habilidade de investigar as declarações fiscais de Trump, possíveis conflitos empresariais de interesse e alegações envolvendo a campanha do presidente em 2016 e a Rússia.

    Os deputados também poderão forçar Trump a reduzir suas ambições legislativas, possivelmente condenando ao fracasso as promessas do presidente de construir um muro na fronteira com o México, de aprovar um segundo grande pacote de cortes fiscais e de aplicar mudanças nas políticas comerciais.

    Uma maioria simples na Câmara seria suficiente para abrir um processo de impeachment contra Trump se surgirem evidências de que ele obstruiu a Justiça ou de que sua campanha de 2016 conspirou com a Rússia. Entretanto, o Congresso não pode removê-lo do cargo sem a aprovação de dois terços do Senado, que é controlado pelos republicanos.

    A nova Câmara dos Deputados pode estar planejando lançar uma investigação usando os resultados do inquérito do procurador especial Robert Mueller sobre alegações de interferência Rússia a favor de Trump na eleição presidencial de 2016. Moscou nega ter interferido na votação e Trump nega qualquer conspiração.

    'Graças a vocês, amanhã será um novo dia nos Estados Unidos', disse a líder democrata na Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, a uma multidão de apoiadores em uma festa de vitória em Washington.

    'Nós teremos a responsabilidade de chegar a um consenso quando conseguirmos, e de defender nosso posicionamento quando não conseguirmos', disse Pelosi.

    Apesar de perder a maioria na Câmara dos Deputados, Trump escreveu no Twitter: 'Sucesso tremendo hoje à noite'.

    No Senado, onde democratas estavam defendendo assentos em 10 Estados onde Trump venceu em 2016, os republicanos derrotaram quatro democratas em exercício: Bill Nelson (Flórida), Joe Donnelly (Indiana), Heidi Heitkamp (Dakota do Norte) e Claire McCaskill (Missouri), desta forma ampliando sua liderança na Casa.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vitória democrata em eleição de novembro nos EUA aumentará questionamentos sobre Trump

    Vitória democrata em eleição de novembro nos EUA aumentará questionamentos sobre Trump

    Por Amanda Becker e Richard Cowan e David Morgan

    WASHINGTON (Reuters) - Uma vitória dos democratas nas eleições de novembro para a Câmara dos Deputados e o Senado dos Estados Unidos colocará quase todos os aspectos do governo do presidente Donald Trump sob escrutínio dos parlamentares, de declarações de imposto de renda jamais reveladas de Trump a possíveis laços comerciais com a Rússia e conflitos de interesse, disseram fontes do Congresso.

    Embora diversos inquéritos sejam esperados se os democratas conquistarem uma maioria nas eleições de 6 de novembro, a ordem e a abrangência de tais investigações só começou a emergir em conversas recentes entre líderes partidários e possíveis presidentes de comissões parlamentares.

    Os líderes são claros sobre o que não está em pauta: o impeachment de Trump -- ao menos até a conclusão do inquérito do procurador especial Robert Mueller sobre a interferência russa nas eleições de 2016 e um possível conluio da campanha de Trump com Moscou.

    Mas assessores parlamentares dizem que os democratas agirão rápido para obter as declarações do IR de Trump para procurar laços comerciais com a Rússia e possíveis conflitos com o presidente, os negócios de sua família e os interesses do governo, além do possível exame da maneira como ele usa suas autorizações de segurança.

    Trump se recusou a divulgar suas declarações de imposto, ao contrário de presidentes norte-americanos recentes.

    Pesquisas mostram que os republicanos provavelmente perderão o comando da Câmara, mas podem aumentar sua maioria no Senado. Poucos assessores parlamentares e líderes falam abertamente sobre a agenda investigativa dos democratas.

    Maiorias democratas na Câmara ou no Senado renderiam mais dinheiro e mão de obra para investigações que podem minar a agenda de Trump, mas assessores disseram que mesmo assim os democratas buscarão alguma cooperação bipartidária, a menos que sua iniciativa pareça política demais antes das eleições presidenciais de 2020.

    O líder republicano no Senado, Mitch McConnell, disse em uma entrevista à Reuters que existe o risco de os inquéritos dos democratas 'lembrarem o final dos anos 1990, quando achávamos que o impeachment de Bill Clinton era uma boa ideia politicamente e o público ficou furioso conosco e sentiu pena dele'.

    'Pode acabar não funcionado nada bem para eles', acrescentou.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Primária democrata de Nova York opõe governador Cuomo a atriz Cynthia Nixon

    Primária democrata de Nova York opõe governador Cuomo a atriz Cynthia Nixon

    Por Jonathan Allen

    NOVA YORK (Reuters) - Os eleitores democratas de Nova York decidirão nesta quinta-feira se o governador Andrew Cuomo merece um terceiro mandato ou deveria ser substituído na chapa do partido pela atriz e ativista Cynthia Nixon, candidata estreante de esquerda.

    A disputa pela indicação democrata é o teste mais recente para os candidatos da esquerda energizada do partido no momento em que os democratas almejam retomar o controle do Congresso norte-americano e engrossar suas fileiras em governos estaduais do país nas eleições de 6 de novembro.

    No início da atual campanha, Alexandria Ocasio-Cortez e Ayanna Pressley derrotaram democratas servindo há tempos no Congresso nas primárias de Nova York e Massachusetts ressaltando sua oposição ao presidente republicano Donald Trump.

    Cynthia espera repetir esse sucesso no que descreve como sua campanha insurgente a governadora.

    Embora os contornos da corrida democrata de Nova York pareçam semelhantes aos das surpresas nas disputas pelo Congresso, Cynthia, mais conhecida por seu papel premiado com o Emmy na série da HBO 'Sex and the City', vem aparecendo com frequência nas pesquisas de opinião 30 pontos ou mais atrás de Cuomo.

    Se Cuomo vencer terá grande vantagem contra o republicano Marc Molinaro, executivo do condado de Dutchess, na eleição geral de novembro.

    'Estas foram grandes exceções à regra, e para derrotar o ocupante do cargo em uma primária você precisa tirar muitas cartas boas no baralho', disse Patrick Egan, professor de política da Universidade de Nova York, em uma entrevista.

    A disputa em Nova York vem se tornando cada vez mais agressiva e cara -- Cuomo já gastou 18 milhões de dólares, e Cynthia 1,6 milhão, de acordo com cifras estaduais. A atriz, que nunca exerceu um cargo público, disse que a experiência de Cuomo não se traduziu em boa governança, e o governador disse que ela é inexperiente e ingênua a respeito da política de Nova York na prática.

    Em um debate acalorado do mês passado, Cuomo pediu que Cynthia parasse de interrompê-lo, ao que ela respondeu: 'Você pode parar de mentir?'

    Cuomo, de 60 anos, tem a política no DNA por ser filho de Mario Cuomo, figura pública de carreira longa que também governou Nova York. Ex-funcionário do governo Clinton, ele controla a máquina partidária estadual e obteve o apoio de membros do establishment da sigla.

    Cynthia, de 52 anos, se apresenta como uma socialista democrata e defensora de causas como o acesso ao aborto, mais financiamento às escolas e direitos iguais para gays e lésbicas. Descrevendo-se como uma mulher 'queer', ela disse refletir melhor a diversidade das fileiras partidárias do que seu oponente homem, heterossexual e branco.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Democratas prometem ser implacáveis com indicado de Trump à Suprema Corte

    Democratas prometem ser implacáveis com indicado de Trump à Suprema Corte

    Por Lawrence Hurley

    WASHINGTON (Reuters) - Senadores democratas dos Estados Unidos planejam pressionar duramente o indicado do presidente Donald Trump para a Suprema Corte, Brett Kavanaugh, devido às opiniões dele a respeito do aborto e do poder presidencial em sabatinas que começam nesta terça-feira, mas a confirmação do juiz conservador parece provável.

    Os colegas republicanos de Trump detêm uma pequena maioria no Senado, por isso podem aprovar Kavanaugh se permanecerem unidos. Até agora não há sinais de deserção, e a Casa deve aprovar o nome do novo integrante da Suprema Corte até o final do mês.

    As sabatinas, que devem durar quatro dias, dão aos democratas uma chance de confrontar Kavanaugh antes das eleições parlamentares de novembro.

    'Vai sair faíscas nessa audiência. Faíscas voarão, e o ambiente irá esquentar', disse o senador democrata Richard Blumenthal, membro do comitê judiciário que se reunirá para as audiências.

    Trump indicou Kavanaugh, de 53 anos, para o lugar de Anthony Kennedy, que anunciou sua aposentadoria em 27 de junho aos 81 anos. Ele é o segundo indicado de Trump a um posto vitalício na maior instância do Judiciário do país. No ano passado o presidente indiciou o juiz Neil Gorsuch, parte de seu empenho em tornar os tribunais mais conservadores.

    Os liberais temem que Kavanaugh proporcione um quinto voto decisivo na corte de nove juízes para reverter ou enfraquecer o histórico caso Roe x Wade de 1973, que legalizou o aborto em toda a nação.

    Sem Kennedy, a corte está dividida entre conservadores e liberais. Kennedy era um conservador convicto, mas que se alinhou aos liberais em alguns temas, como o aborto e os direitos dos gays.

    Além das questões sociais, Kavanaugh também deve ser questionado sobre como vê a investigação de presidentes no cargo e o inquérito em curso do procurador especial Robert Mueller a respeito da interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016 e de um possível conluio entre Moscou e a campanha de Trump.

    Kavanaugh trabalhou durante quatro anos com Kenneth Starr, procurador independente que investigou o ex-presidente democrata Bill Clinton nos anos 1990. Kavanaugh também passou mais de cinco anos trabalhando para o presidente republicano George W. Bush.

    Como juiz, ele estabeleceu uma reputação sólida como conservador a partir de 2006 no influente Tribunal de Apelações do Circuito de Columbia.

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. democratas

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.