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    Futuro ministro da Educação de Bolsonaro defende preservar valores de sociedade conservadora

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou em nota, nesta sexta-feira, que a sociedade brasileira 'é conservadora' e planeja, em sua gestão acabar com o que chama de 'instrumentalização da educação com finalidade político-partidária'.

    Rodríguez é um defensor da Escola sem Partido, e foi indicado ao presidente eleito Jair Bolsonaro pelo filósofo Olavo de Carvalho - que também emplacou Eugênio Araújo no Ministério das Relações Exteriores.

    'Pretendo colocar a gestão da Educação e a elaboração de normas no contexto da preservação de valores caros à sociedade brasileira, que, na sua essência, é conservadora e avessa a experiências que pretendem passar por cima de valores tradicionais ligados à preservação da família e da moral humanista', diz a nota distribuída por Rodríguez.

    O ministro indicado diz ainda que pretende 'cumprir a contento o ideal proposto pelo nosso presidente eleito' e responsabiliza o que chama de 'instrumentalização ideológica da educação em aras de um socialismo vácuo' pela polarização do debate no país nos últimos anos.

    No início deste mês, em seu blog, Rodríguez já anunciava que estava sendo considerado para o MEC por Bolsonaro. No texto em que se apresenta como possível ministro, criticou rivais para o cargo, sem citar nomes, e colocou a necessidade de uma 'refundação' do ministério.

    'Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das instituições republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política', escreveu.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Procurador diz que Bolsonaro não o convidou para comandar Educação, apesar de conversa 'frutífera'

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O procurador regional da República Guilherme Schelb disse nesta quinta-feira que não houve um convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para que ele assuma o Ministério da Educação do próximo governo, após se reunir com o futuro chefe do Executivo por mais de duas horas na Granja do Torto, residência oficial.

    'Não, não houve convite, foi uma conversa, porque o presidente já acompanha meu trabalho, não só como procurador, mas também como palestrante, onde é uma luta já de muitos anos, onde eu defendo o ponto zero da educação brasileira. O começo de tudo é que professores, famílias e alunos conheçam e respeitem as leis que regem os direitos e deveres recíprocos', disse.

    O procurador afirmou ter tido uma conversa 'frutífera' com Bolsonaro, na qual ele disse ter feito uma exposição ao presidente eleito sobre as 'questões centrais da educação brasileira que devem ser enfrentadas com a máxima urgência'.

    Schelb não quis se manifestar se aceitaria o cargo de ministro, caso seja convidado.

    Mais cedo, uma fonte com conhecimento do assunto disse à Reuters que o procurador é o mais cotado no momento para assumir o Ministério da Educação no governo Bolsonaro.

    A fonte disse que Schelb conta com o apoio de parlamentares e grande parte de pessoas que apoiaram a agenda de Bolsonaro durante a campanha eleitoral e é um entusiasta de propostas como a Escola Sem Partido e grande crítico da chamada ideologia de gênero no ambiente escolar. “Sem dúvida (ele chega pronto para o cargo)”, disse a fonte, ao ser questionada pela Reuters.

    O procurador tem sido um militante sobre questões como ideologia de gênero nas escolas, inclusive com palestras e livros vendidos sobre o assunto. O alinhamento com esses temas é uma das questões que será levada em conta para a indicação do ministro da Educação, disse mais cedo o próprio Bolsonaro em entrevista.

    “Não tem nada definido, mas esse é um ministério importantíssimo, tem que ser muito bem escolhido”, afirmou Bolsonaro antes do encontro com Schelb a repórteres.

    Na entrevista, Bolsonaro também havia negado que o diretor do Instituto Ayrton Senna Mozart Ramos Neves tenha sido apresentado a ele como possível ministro da Educação.

    “Acho que a intenção de colocar o nome do senhor Mozart como ministro foi tentar fazer com que a bancada evangélica se voltasse contra a minha pessoa. Nem foi cogitado o nome do senhor Mozart para ministro, não procede isso”, disse o presidente eleito.

    A fonte ouvida pela Reuters disse que o nome de Mozart — que chegou a ser anunciado por alguns órgãos de imprensa como novo ministro na véspera — não foi sequer tratado por pessoas do círculo mais próximo como o escolhido para o cargo.

    Caso se torne ministro da Educação, Schelb terá de pedir exoneração do cargo de procurador regional da República — a semelhança do que ocorreu com o então juiz federal Sérgio Moro para virar titular da Justiça.

    O procurador está na carreira do Ministério Público Federal desde 1995, atualmente lotado na Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR-1), com sede em Brasília. Ele está designado para atuar no Núcleo de Assuntos Criminais da PRR-1.

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    Bolsonaro diz que conversará com Guilherme Schelb sobre Ministério da Educação

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta quinta-feira que o procurador Guilherme Schelb, defensor do projeto Escola sem Partido e crítico da chamada ideologia de gênero, está cotado para assumir o Ministério da Educação.

    Ao sair de um encontro com os oficiais indicados para assumir o comando das Forças Armadas em seu governo, Bolsonaro disse que terá um encontro com Schelb ainda nesta quinta-feira para discutir a possível indicação para o ministério.

    O procurador tem sido um militante sobre questões como ideologia de gênero nas escolas, inclusive com palestras e livros vendidos sobre o assunto. O alinhamento com esses temas, confirmou o presidente eleito, é uma das questões que serão levadas em conta para a indicação do ministro da Educação.

    'Não tem nada definido, mas esse é um ministério importantíssimo, tem que ser muito bem escolhido', disse Bolsonaro a repórteres.

    Schelb, conhecido por defender o projeto Escola sem Partido e criticar o tratamento de temas como sexualidade nas escolas, chegou a publicar em redes sociais um material em que orienta pais e responsáveis a notificar extrajudicialmente colégios dos filhos com o objetivo de proibir a discussão sobre questões de gênero e orientação sexual no ambiente escolar. A ação foi criticada pelo próprio Ministério Público Federal, que emitiu um parecer contrário a sua ação.

    Bolsonaro também negou na entrevista que o diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Ramos Neves, tenha sido apresentado a ele como possível ministro da Educação.

    'Acho que a intenção de colocar o nome do senhor Mozart como ministro foi tentar fazer com que a bancada evangélica se voltasse contra a minha pessoa. Nem foi cogitado o nome do senhor Mozart para ministro, não procede isso', disse o presidente eleito.

    Na quarta-feira, informação divulgada pela imprensa de que Mozart teria sido convidado por Bolsonaro para o Ministério da Educação teve uma reação negativa da bancada evangélica do Congresso, que apoiou Bolsonaro na eleição. O motivo da resistência seria um eventual não alinhamento de Mozart com demandas da bancada.

    No início da tarde, o ministro da Transição, Onyx Lorenzoni, afirmou que o nome de Mozart não estava descartado como ministro e defendeu o diretor e a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, que foram atacados por parlamentares e nas mídias sociais quando o nome surgiu como possível ministro.

    'Houve coisas desmedidas nos jornais, nas mídias sociais, com pessoas como Mozart e Viviane Senna, que vieram conversar a nosso convite', disse Onyx.

    'Houve um conjunto de episódios, na imprensa, em redes sociais, de coisas desmedidas com pessoas como é o caso da Viviane Senna que atendeu um convite nosso para dialogar, assim como o professor Mozart, que tem uma carreira admirável e é respeitado por educadores em todo Brasil', disse Onyx. 'Eles receberam ataques sem nenhum fundamento. É uma obrigação ética minha vir aqui e defender essa relação'.

    CONGRESSO

    O presidente eleito minimizou ainda a ideia de que possa vir a ter problemas com o Congresso por não estar negociando cargos do primeiro escalão com os partidos. Ele lembrou que foi eleito apenas com o apoio de seu partido, o PSL, e o de seu vice, general Hamilton Mourão (PRTB).

    'Alguns dizem que não vou ter apoio do Parlamento. Isso pode acontecer, mas eu fiz minha campanha sem partido. Se continuarmos com política de 'toma lá, dá cá' vamos continuar com Estado corrupto e ineficiente', afirmou.

    Onyx acrescentou, mais tarde, que está conversando com partidos e já recebeu pelo menos seis presidentes, mas que a relação não será apenas com partidos.

    'Já dialogamos com seis partidos nas últimas semanas para mostrar como será interlocução com congresso. Vai ser feito por bancadas por frentes, por regiões', afirmou.

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    Bolsonaro diz que conversará com Guilherme Schelb sobre Ministério da Educação

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta quinta-feira que o procurador Guilherme Schelb, defensor do projeto Escola sem Partido e crítico da chamada ideologia de gênero, está cotado para assumir o Ministério da Educação.

    Ao sair de um encontro com os oficiais indicados para assumir o comando das Forças Armadas em seu governo, Bolsonaro disse que terá um encontro com Schelb ainda nesta quinta-feira para discutir a possível indicação para o ministério.

    O procurador tem sido um militante sobre questões como ideologia de gênero nas escolas, inclusive com palestras e livros vendidos sobre o assunto. O alinhamento com esses temas, confirmou o presidente eleito, é uma das questões que serão levadas em conta para a indicação do ministro da Educação.

    'Não tem nada definido, mas esse é um ministério importantíssimo, tem que ser muito bem escolhido', disse Bolsonaro a repórteres.

    Conhecido por defender o projeto Escola sem Partido e criticar o tratamento de temas como sexualidade nas escolas, o procurador chegou a publicar em redes sociais um material em que orienta pais e responsáveis a notificar extrajudicialmente as escolas dos filhos com o objetivo de proibir a discussão sobre questões de gênero e orientação sexual no ambiente escolar. A ação foi criticada pelo próprio Ministério Público Federal, que emitiu um parecer contrário a sua ação.

    Bolsonaro também negou na entrevista que o diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Ramos Neves, tenha sido apresentado a ele como possível ministro da Educação.

    'Acho que a intenção de colocar o nome do senhor Mozart como ministro foi tentar fazer com que a bancada evangélica se voltasse contra a minha pessoa. Nem foi cogitado o nome do senhor Mozart para ministro, não procede isso', disse o presidente eleito.

    Na quarta-feira, informação divulgada pela imprensa de que Mozart teria sido convidado por Bolsonaro para o Ministério da Educação teve uma reação negativa da bancada evangélica do Congresso, que apoiou Bolsonaro na eleição.

    O presidente eleito minimizou ainda a ideia de que possa vir a ter problemas com o Congresso por não estar negociando cargos do primeiro escalão com os partidos. Ele lembrou que foi eleito apenas com o apoio de seu partido, o PSL, e o de seu vice, general Hamilton Mourão (PRTB).

    'Alguns dizem que não vou ter apoio do Parlamento. Isso pode acontecer, mas eu fiz minha campanha sem partido. Se continuarmos com política de 'toma lá, dá cá' vamos continuar com Estado corrupto e ineficiente', afirmou.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    Kroton lucra quase 17% menos no 3º tri com queda em receita, maiores despesas e depreciação

    SÃO PAULO (Reuters) - A Kroton Educacional registrou uma queda de 16,9 por cento no lucro líquido ajustado do terceiro trimestre ante igual período de 2017, para 440,4 milhões de reais, pressionada pelo aumento dos níveis de depreciação derivado dos investimentos maiores, bem como por queda na receita e despesas mais altas.

    Sem considerar itens não recorrentes, a amortização do intangível e efeito líquido da emissão de debêntures, o lucro líquido caiu 22,9 por cento, para 347,8 milhões de reais no terceiro trimestre na comparação anual, de acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira.

    O desempenho operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou 7,2 por cento, para 535,4 milhões de reais. Sem ajustes, o Ebitda caiu 13,4 por cento, para 471,2 milhões de reais.

    'A redução de rentabilidade verificada neste ano é consequência das pressões oriundas da mudança no perfil dos alunos na base, com um maior nível de provisionamento para suportar os produtos de parcelamento, além da manutenção de um ambiente econômico desafiador e do aumento de custos e despesas referentes às novas unidades', informou a Kroton no balanço.

    Mesmo assim, o maior grupo de ensino superior do país reforçou a expectativa de que o resultado do ano ficará em linha com as previsões (guidance).

    As despesas operacionais cresceram 4,4 por cento, para 145,3 milhões de reais, com movimento puxado pelo aumento de 9,7 por cento nas despesas com pessoal.

    Entre julho e setembro, a empresa conseguiu reduzir os gastos para provisão de créditos de liquidação duvidosa, que tinha afetado negativamente o resultado do segundo trimestre, em 6,3 por cento ano a ano e em 15,2 por cento na comparação trimestral.

    A receita líquida somou 1,25 bilhão de reais, queda de 5,5 por cento em relação ao terceiro trimestre do ano passado e de 18 por cento sobre o segundo trimestre, refletindo venda de ativos, redução no número de alunos e maior pressão do tíquete de entrada.

    A empresa destacou que, 'apesar das dificuldades econômicas e o cenário concorrencial bastante desafiador', conseguiu um resultado 'bastante sólido' na captação do segundo semestre de 2018, tanto no segmento presencial quanto no ensino à distância (EAD).

    Conforme adiantado em meados de outubro, a Kroton adicionou 183,3 mil novos alunos de graduação presencial e EAD, um avanço de 2,6 por cento na comparação anual. Apesar disso, a base total de alunos encolheu 2,8 por cento ao fim de setembro ante igual período de 2017, para 871.243, após queda de 4,2 por cento nas rematrículas, alta de 8,3 por cento nas formaturas do primeiro semestre e evasão maior no EAD.

    A Kroton elevou em 9,7 por cento os investimentos no terceiro trimestre, para 121 milhões de reais, dos quais 35 por cento foram destinados a obras e benfeitorias e 39 por cento ao desenvolvimento de conteúdo, sistemas e licenças de software.

    O resultado financeiro foi positivo em 5,4 milhões de reais entre julho e setembro, queda de 77,8 por cento ante o mesmo trimestre do ano anterior.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Marina anuncia plano nas áreas de saúde, educação e de atenção à mulher

    (Reuters) - A candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, anunciou nesta terça-feira o plano 'Vida Digna', que atuará, caso eleita, nas áreas de saúde, educação e de igualdade de gênero.

    Em visita ao Centro de Parto Humanizado Casa Angela, na zona sul de São Paulo, acompanhada do vice em sua chapa, Eduardo Jorge (PV), Marina lançou o programa que pretende reformar o Sistema Único de Saúde (SUS), ampliar a oferta de creches e a proposição de ampliar o prazo da licença paternidade --algo que serviria de transição para um modelo em que o período da licença possa ser compartilhado entre pais e mães.

    A reformulação do SUS prevê a criação de 400 regiões de saúde e uma autoridade nacional sanitária.

    No caso das creches, a promessa é de criar 2,5 milhões de vagas e centrar as ações na educação infantil.

    A ideia é que os três eixos envolvam o trabalho simultâneo de vários ministérios.

    'Quando tem uma boa escola, uma boa creche, um bom atendimento de saúde, as mulheres já estão sendo favorecidas. Mas elas precisam também de políticas que combatam o preconceito, a discriminação que lhe dê possibilidade de ter uma formação profissionalizante, e que elas possam ter acesso aos meios para fazer seus investimentos', disse Marina.

    No eixo voltado às mulheres, um dos principais alvos da campanha de Marina e grupo que mais tem oferecido resistência ao líder das pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro (PSL), o plano de Marina prevê políticas de prevenção da violência, combate ao feminicídio e punição da diferença de salários entre homens e mulheres.

    A candidata voltou a criticar fala na véspera do vice de Bolsonaro, general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), segundo quem famílias desestruturadas --onde não há pai ou avô-- levam ao surgimento de 'elementos desajustados', que 'tendem a ingressar em narco-quadrilhas'.

    Marina citou sua avó, que a criou, e repudiou o discurso do vice na chapa adversária.

    'Não sei de onde ele constatou isso e de onde tira tanta insensibilidade e desrespeito.'

    (Por Maria Carolina Marcello)

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    Estácio lucra 42,5% mais no 2º tri com receita maior após aumento em base de alunos e ticket médio

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A Estácio Participações teve lucro líquido de 236,9 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 42,5 por cento na comparação anual, refletindo ganhos de eficiência e faturamento maior em meio à expansão da base de alunos e do ticket médio.

    Em balanço divulgado na noite de terça-feira, o segundo maior grupo de ensino superior do país informou que a receita líquida operacional cresceu 5,5 por cento em relação ao segundo trimestre de 2017, para 963,7 milhões de reais.

    Ao fim de junho, a base total de alunos da Estácio somava 558,2 mil, um número 3,4 por cento maior que o apurado um ano antes devido principalmente à forte expansão das matrículas em ensino à distância (EAD), além de melhores taxas de retenção em todas as modalidades.

    Ao mesmo tempo, a companhia elevou em 14,4 por cento o ticket médio no segmento EAD entre abril e junho, para 273,7 reais, e em 6,4 por cento no presencial, para 799,8 reais, em reajuste alinhado 'com a inflação dos custos'.

    As despesas comerciais no segundo trimestre aumentaram 34,5 por cento ano a ano, para 155,5 milhões de reais, enquanto os gastos com publicidade foram reduzidos em 29,8 por cento na mesma base, para 35,1 milhões de reais.

    Enquanto isso, a provisão de perdas com inadimplência de estudantes cresceu 83,9 por cento no período, para 120,1 milhões de reais, puxada pelo programa de parcelamento da companhia, o PAR.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de 274,1 milhões de reais entre abril e junho, aumento de 7,9 por cento na comparação anual. A margem Ebitda subiu 0,6 ponto percentual, para 28,4 por cento.

    A Estácio ainda reduziu a dívida líquida a 99,9 milhões de reais no segundo trimestre, ante 615,5 milhões de reais devidos um ano atrás. Com isso, a alavancagem medida pela relação dívida líquida sobre Ebitda caiu a 0,1 vez, de 0,7 vez em junho de 2017.

    A empresa investiu 38,5 milhões de reais entre abril e junho, 13,6 por cento mais em relação ao mesmo intervalo um ano antes, elevando o total desembolsado desde janeiro a 75,9 milhões de reais.

    Em 2018, as ações da Estácio acumulam queda de pouco mais de 22 por cento, enquanto a rival Kroton Educacional já perdeu cerca de 40 por cento desde o início do ano.

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