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    PSL apresentará PEC para cobrar mensalidade de universitário que tiver condições, diz Bivar

    Por Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - Em meio às manifestações país afora contra o bloqueio de verbas na educação, os deputados do PSL decidiram nesta quarta-feira apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que estudantes com condições financeiras paguem mensalidade nas universidades públicas, disse à Reuters o presidente do partido, deputado Luciano Bivar (PE).

    'A gente está pretendendo que uma parte da universidade seja custeada, paga por alunos que têm condições. Por exemplo, se cortou 30%, vamos colocar 30% dos estudante que pagam', disse.

    Bivar afirmou que não é possível que um estudante se forme no ensino médio em uma escola privada, pagando mensalidade, e ingressa numa universidade pública, que é gratuita.

    'Tem aqueles que entram numa cota de graça e outros que é numa cota pagando, mas tudo isso vai precisar de uma regulamentação', disse ele, ao destacar já ter pedido à assessoria legislativa para formatar a PEC. Ele não precisou quando ela será protocolada.

    Bivar disse que vai pedir apoio ao presidente Jair Bolsonaro para a aprovação proposta, mas não pretende falar nesta quarta-feira com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre a matéria. Durante audiência na Câmara dos Deputados, Weintraub disse que é contra a cobrança de mensalidade em universidades federais.

    O presidente do PSL falou com a Reuters em seu gabinete na Segunda-Vice Presidência da Câmara, a poucos metros de onde o titular da pasta falava sobre o contingenciamento de recursos para as universidades públicas.

    O dirigente partidário disse que, se uma pessoa vai à Universidade de Brasília, 'vê os carros bonitos' que tem lá e há casos em que um estudante vai a uma universidade privada de ônibus.

    ENDOSSO

    Bivar defendeu as declarações dadas mais cedo por Bolsonaro, em viagem aos Estados Unidos. Ele chamou de “idiotas úteis”, “imbecis” e usados como 'massa de manobra' os estudantes que participam nesta quarta dos protestos em todo o país contra o bloqueio de verbas no Ministério da Educação.

    'O presidente tem suas convicções, e dentro de suas convicções, ele entende que todo o sistema universitário tem um viés ideológico muito marcante. As pessoas que têm vindo à rua, muitas vezes, não são nem universitários. Isso é uma das razões para dizer que são massa de manobra', disse ele, para quem a universidade, 'como um todo, precisa ser revista'.

    Para Bivar, a convocação do ministro para falar nesta quarta na Câmara é 'inoportuna'. 'Nós parlamentares deveríamos fazer coisas mais construtivas', avaliou.

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    Milhares protestam contra bloqueios na Educação, Bolsonaro chama manifestantes de 'idiotas úteis'

    Por Eduardo Simões e Pablo Garcia

    SÃO PAULO (Reuters) - Dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de cidades de todos os Estados do país e do Distrito Federal nesta quinta-feira em protesto contra o bloqueio de verbas do Ministério da Educação enquanto, em Dallas, nos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro classificou os manifestantes de 'idiotas úteis', usados como 'massa de manobra'.

    Professores, estudantes, sindicalistas e integrantes de movimentos sociais protestaram em cidades como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Belém e Curitiba em manifestações convocadas pela União Nacional dos Estudantes (UNE) contra o que afirmam ser cortes nas verbas para a educação.

    O governo nega ter havido cortes e alega se tratar de um contingenciamento, apontando que os recursos podem ser liberados futuramente.

    Em Dallas, nos Estados Unidos, onde será homenageado na quinta-feira, Bolsonaro se irritou e foi duro ao criticar as manifestações desta quarta-feira, a primeira grande mobilização popular contra seu governo, que tem quatro meses e meio.

    'São uns idiotas úteis, uns imbecis, que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil', disse Bolsonaro a jornalistas em Dallas.

    A dura reação de Bolsonaro, em vez de intimidar os manifestantes, pode ter incentivado, e a UNE anunciou um novo protesto contra os bloqueios no Ministério da Educação no dia 30 de maio.

    'Estamos fazendo bonito neste #15M! E vai ter mais! No dia 30 de maio, vamos novamente às ruas em defesa da educação. Estamos convocando o Brasil inteiro para entrar nessa luta!', escreveu a entidade em sua conta no Twitter.

    Os protestos aconteciam simultaneamente a uma audiência do ministro da Educação, Abraham Weintraub, no plenário da Câmara dos Deputados para explicar o bloqueio de recursos na pasta. No início, o debate foi marcado por um duro embate entre o ministro e deputados da oposição.

    O clima esquentou especialmente quando Weintraub afirmou que já trabalhou como bancário com carteira assinada e questionou se os parlamentares sabiam o que é uma carteira de trabalho.

    Em Brasília, em frente ao Congresso Nacional onde Weintraub debatia com deputados, cerca de 7 mil manifestantes, de acordo com a Polícia Militar, protestavam contra a restrição de recursos no ministério.

    'A mensagem ao Bolsonaro é que a sociedade não aceita esses cortes de 30% no orçamento das universidades públicas brasileiras. A educação é uma questão estratégica para o desenvolvimento do país, sem educação não se faz ciência, não se desenvolve uma nação', disse Luis Antonio Pasquetti, presidente da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (UnB).

    Em São Paulo, milhares aderiram ao protesto em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, região central da cidade. A Polícia Militar não estimou o número de participantes.

    'Tendo em vista esse contexto brasileiro de estarem cortando as verbas para as universidades federais, precisamos fazer barulho, precisamos mostrar a importância da ciência e da educação', disse Vânia Cristina, de 23 anos. 'Vamos lutar, vamos brigar, educação em primeiro lugar.'

    No Rio de Janeiro, uma multidão também se reunia na Candelária, no centro da cidade. Imagens da TV mostraram ainda grandes aglomerações em Recife, Belo Horizonte e em outras cidades ao redor do país.

    (Reportagem adicional de Anthony Boadle, em Brasília; Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro, e Leonardo Benassatto, em São Paulo)

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    Estudantes que protestam nesta 4ª-feira são 'idiotas úteis' e 'imbecis', diz Bolsonaro

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro chamou de 'idiotas úteis' e 'imbecis' os estudantes que participam nesta quarta-feira dos protestos em diversas cidades do país contra o bloqueio de verbas no Ministério da Educação, que tem afetado o funcionamento de instituições federais de ensino.

    'São uns idiotas úteis, uns imbecis, que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil', disse Bolsonaro a jornalistas em Dallas, no Texas, para onde viajou para receber um prêmio da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.

    Ao comentar os protestos desta quarta, o presidente também disse que os manifestantes 'não sabem nada' e que, se forem questionados sobre a fórmula da água, não saberão a resposta correta.

    As declarações de Bolsonaro foram feitas pouco antes de o ministro da Educação, Abraham Weintraub, comparecer ao plenário da Câmara dos Deputados para explicar aos parlamentares o bloqueio de recursos da pasta, que o governo chama de contingenciamento e que os manifestantes classificam de corte.

    'Não existe corte. Hoje nós temos um problema que eu peguei um Brasil destruído economicamente também, então as arrecadações não eram aquelas previstas por quem fez o Orçamento para o corrente ano, e se não houver contingenciamento eu simplesmente encontro à Lei de Responsabilidade Fiscal', disse Bolsonaro a jornalistas ao chegar no hotel em que ficará hospedado em Dallas, onde também se encontrará com o ex-presidente dos EUA George W. Bush.

    A União Nacional dos Estudantes (UNE) convocou protestos em todo o país contra o que afirma serem cortes no orçamento do Ministério da Educação, e atividades em algumas instituições de ensino públicas e privadas foram paralisadas nesta quarta em apoio ao movimento.

    Ao anunciar o bloqueio de recursos, inicialmente, Weintraub disse que o alvo seriam algumas universidades federais que fariam 'balbúrdia'. Posteriormente, e diante de críticas, decidiu que todas as instituições seriam igualmente afetadas.

    Ao comentar os protestos a jornalistas em Brasília, o vice-presidente Hamilton Mourão negou que os recursos da pasta estejam sendo cortados e garantiu tratar-se de um contingenciamento.

    Ele também afirmou que o governo tem falhado na comunicação sobre o assunto e disse que a ida de Weintraub à Câmara na tarde desta quarta pode ajudar a esclarecer.

    'O que existe não é corte, é contingenciamento que ocorreu ao longo de todos os governos. Aliás, a única exceção foi ano passado, que o presidente Temer liberou o Orçamento em fevereiro', disse o vice a jornalistas.

    'Se o ministro souber explicar direitinho. Acho que vocês entenderam o que eu quis transmitir aqui, as coisas que estão acontecendo. Então, nós temos falhado na nossa comunicação, e agora é uma oportunidade dentro do Congresso que o ministro vai ter para explicar isso tudo', acrescentou.

    Weintraub, o segundo titular da Educação em pouco mais de cinco meses de governo Bolsonaro, foi convocado para dar esclarecimentos por ampla maioria dos deputados, que aprovaram requerimento para que ele compareça à Casa para falar no plenário, numa demonstração da fragilidade da articulação política do governo no Congresso.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Em dia de protestos, Bolsonaro nega cortes na educação e Mourão vê falha em comunicação

    (Reuters) - Em dia de protestos marcados em todo o país nesta quarta-feira contra o que manifestantes chamam de cortes no orçamento da educação, o presidente Jair Bolsonaro negou que verbas tenham sido cortadas, afirmando que foram contingenciadas, enquanto o vice-presidente Hamilton Mourão apontou falhas na comunicação do governo sobre os recursos da área.

    'Não existe corte. Hoje nós temos um problema que eu peguei um Brasil destruído economicamente também, então as arrecadações não eram aquelas previstas por quem fez o Orçamento para o corrente ano, e se não houver contingenciamento eu simplesmente encontro a Lei de Responsabilidade Fiscal', disse Bolsonaro a jornalistas ao chegar em Dallas, nos Estados Unidos.

    O presidente se reunirá na cidade com o ex-presidente norte-americano George W. Bush e, na quinta-feira, receberá o prêmio de Pessoa do Ano numa cerimônia que, inicialmente, seria feita em Nova York, mas Bolsonaro cancelou a ida àquela cidade depois de críticas públicas feitas a ele pelo prefeito nova-iorquino, Bill de Blasio.

    'Vou ter um encontro com o Bush. Amanhã tem um evento nosso que seria em Nova York, mas lamentavelmente o prefeito não me quis lá e estamos sendo muito bem recebidos aqui. O objetivo nosso de viagem será alcançado: aprofundar cada vez mais os laços de amizade e também cooperação comercial com esse país que eu sempre amei desde a minha infância', explicou o presidente.

    Indagado em Brasília sobre as manifestações marcadas em todo o país a favor da educação, Mourão também negou tratar-se de cortes no orçamento do ministério e afirmou que o governo tem falhado em comunicar à sociedade que se trata de um contingenciamento, o que significa, segundo ele, que os recursos podem ser liberados futuramente.

    'O que existe não é corte, é contingenciamento que ocorreu ao longo de todos os governos. Aliás, a única exceção foi ano passado, que o presidente Temer liberou o Orçamento em fevereiro', disse o vice a jornalistas, afirmando esperar que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, explique a situação em audiência no plenário da Câmara nesta quarta-feira.

    Weintraub foi convocado para dar esclarecimentos por ampla maioria dos deputados, que aprovaram requerimento para que ele compareça à Casa para falar no plenário.

    'Se o ministro souber explicar direitinho. Acho que vocês entenderam o que eu quis transmitir aqui, as coisas que estão acontecendo. Então, nós temos falhado na nossa comunicação, e agora é uma oportunidade dentro do Congresso que o ministro vai ter para explicar isso tudo', acrescentou.

    A União Nacional dos Estudantes (UNE) convocou protestos em todo o país contra o que afirma serem cortes no orçamento do Ministério da Educação e atividades em algumas instituições de ensino públicas e privadas foram paralisadas nesta quarta em apoio ao movimento.

    O contingenciamento --nas palavras do governo-- tem afetado o financiamento de pesquisas e de custeio das instituições públicas de ensino. Inicialmente, Weintraub havia dito que o alvo seriam universidades federais que fariam 'balbúrdia'. Posteriormente, e diante de críticas, decidiu que todas as instituições seriam igualmente afetadas.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Câmara convoca ministro da Educação para audiência no plenário sobre cortes orçamentários

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira a convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para explicar, em audiência no plenário da Casa, os cortes orçamentários na área, principalmente os realizados nas universidades federais.

    A expectativa é que o ministro compareça ao Congresso já na quarta-feira, dia em que estão previstas manifestações contra os cortes da pasta.

    De autoria do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), o requerimento foi aprovado com folga, por 307 votos a 82, em um momento em que o governo do presidente Jair Bolsonaro precisa organizar sua base se quiser ver aprovadas matérias de seu interesse como a medida provisória da reestruturação dos ministérios e a polêmica reforma da Previdência.

    O clima no Congresso já não estava tranquilo para o governo desde a semana passada, quando deputados e senadores aprovaram na comissão mista um texto para a MP da reestruturação dos ministérios que impunha algumas derrotas ao Executivo --como a devolução do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Economia, e não sob a alçada do Ministério da Justiça.

    Os reveses sofridos pelo governo na MP já davam uma prova do clima no Congresso, principalmente por parte dos integrantes do chamado centrão, que aproveitam a ocasião para demonstrar sua força política ao Palácio do Planalto.

    De quebra, deputados de outros partidos, que se proclamam independentes, também se organizaram para mandar seu recado e foram os responsáveis pela questão de ordem que obrigou o plenário da Câmara a seguir a ordem de edição das medidas provisórias para colocá-las em votação, atrasando a tramitação da MP dos ministérios.

    O presidente Jair Bolsonaro chegou a mencionar, na semana passada, que o governo vem enfrentando alguns problemas e que poderia até ter de encarar “um tsunami” nesta semana, sem, no entanto, detalhar ao que se referia.

    Para a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), a convocação do ministro não é “agradável”, mas faz parte do jogo democrático.

    “Vejam, o ministro da Educação é bastante preparado para falar do assunto, eu acho que não vai haver problema algum. Claro que não é agradável você ter um ministro convocado ao invés de convidado, seria uma ingenuidade, eu estaria mentindo para vocês.”

    Joice também relatou que a Câmara não irá votar nenhuma medida provisória nesta semana, e admitiu que o governo terá de fazer um esforço para votar as MPs de maneira maciça na próxima semana, inclusive a dos ministérios.

    Segundo ela, havia um acordo em construção para a votação da MP nesta semana da forma como saiu da comissão mista, que teria sido atrapalhado por declarações de parlamentares do PSL, e até mesmo do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

    O deputado afirmou que o governo lutaria para manter o Coaf na Justiça e declarou ainda que trabalharia para reverter a decisão do governo de criar mais um ministério a partir do desmembramento do Desenvolvimento Regional entre Integração Nacional e Cidades.

    “Não me surpreende, porque realmente houve aí algumas declarações que acabaram desgastando no meio do caminho uma relação que a gente estava construindo”, disse Joice, afirmando que iria ao Planalto para defender o caminho do diálogo.

    Segundo ela, não haverá uma solução se os parlamentares quiserem exercer seus mandatos pensando nos “discursos em plenários” ou em “lives na internet”.

    Deputados devem aproveitar uma sessão extraordinária nesta terça-feira para discutir projeto da Lei de Licitações, mas não votarão o mérito da proposta.

    Também podem votar requerimentos de urgência para matéria que trata dos super salários de servidores, e ainda a urgência para projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do decreto de Bolsonaro sobre armas de fogo e munições, além de colecionadores de armas, atiradores esportivos e caçadores.

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    Em cenário de cortes, Bolsonaro diz que educação é meio de melhorar a vida das pessoas

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta segunda-feira a educação como um meio de melhorar a vida das pessoas, apesar do cenário de cortes no orçamento de escolas e universidades federais pelo país.

    Bolsonaro repetiu promessa de campanha e destacou que seu governo pretende criar uma escola militar em cada capital brasileira. Segundo ele, essas instituições são exemplo de disciplina, boa educação e sucesso.

    “O que tira um homem ou uma mulher da situação difícil que se encontra é o conhecimento, e os colégios militares são exemplo de ensino de excelência para educação brasileira“, disse Bolsonaro em breve discurso em cerimônia para celebrar os 130 anos do colégio militar do Rio de Janeiro.

    Os cortes recentes na área da educação fazem parte do contingenciamento geral no Orçamento da União anunciado pelo governo no final de março. Educação foi o setor mais afetado.

    Do lado de fora do evento com presença do presidente, dezenas de alunos de escolas federais e universidades do Rio fizeram um protesto contra o corte de verbas. Eles carregavam faixas e cartazes e protestavam contra a medida.

    Outros militares do governo estiveram no evento, como o vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

    Com seguidas notícias indicando que a relação entre o presidente e o vice enfrentaria dificuldades, Bolsonaro aproveitou a oportunidade para fazer um afago público a Mourão.

    'Prezado Hamilton Mourão, meu contemporâneo da Academia Militar das Agulhas Negras e ex-aluno de colégio militar... vice-presidente amigo dos momentos difíceis, e juntos cumpriremos essa missão.“

    Heleno também foi alvo de elogios de Bolsonaro, que classificou o ministro do GSI como um 'grande conselheiro para momentos difíceis'.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Bolsonaro diz que novo ministro da Educação tem 'carta branca' para montar equipe

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem carta branca para escolher sua equipe após tomar posse à frente de uma pasta marcada por uma série de polêmicas desde o início do governo.

    Weintraub foi anunciado na segunda-feira como substituto de Ricardo Vélez, que foi demitido na esteira de diversas críticas em razão de sua gestão à frente do ministério. O ex-ministro não compareceu à cerimônia de posse do novo ocupante do cargo.

    Após dar posse a Weintraub, Bolsonaro disse esperar que os estudantes comecem não a se interessar por política nas escolas, como disse que atualmente estaria acontecendo, mas sim que possam 'ir ao espaço' -- em referência ao ministro da Ciência e Tecnologia, o ex-astronauta Marcos Pontes.

    'O que a gente quer do ministro Abraham é que faça os nosso jovens melhores que nosso pais e avós', disse Bolsonaro, acrescentando ter certeza de que não vai faltar empenho, dedicação e patriotismo ao novo ministro para entregar esse objetivo.

    Pouco antes, o novo ministro disse que está no cargo para servir o povo, não apenas os que elegeram Bolsonaro, e que é preciso respeitar a todos. Ele fez questão de exaltar o fato de não ser filiado a partido político e elencou sua experiência como gestor.

    'Na função de ministro da Educação, meu papel é entregar o que está no plano de governo, mais com o mesmo que a gente gasta', disse. Ele afirmou que o objetivo é acalmar os ânimos, colocar a bola no chão e respeitar as opiniões. Ele chegou a dizer que o educador brasileiro Paulo Freire é uma unanimidade.

    (Por Ricardo Brito)

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    Futuro ministro da Educação de Bolsonaro defende preservar valores de sociedade conservadora

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou em nota, nesta sexta-feira, que a sociedade brasileira 'é conservadora' e planeja, em sua gestão acabar com o que chama de 'instrumentalização da educação com finalidade político-partidária'.

    Rodríguez é um defensor da Escola sem Partido, e foi indicado ao presidente eleito Jair Bolsonaro pelo filósofo Olavo de Carvalho - que também emplacou Eugênio Araújo no Ministério das Relações Exteriores.

    'Pretendo colocar a gestão da Educação e a elaboração de normas no contexto da preservação de valores caros à sociedade brasileira, que, na sua essência, é conservadora e avessa a experiências que pretendem passar por cima de valores tradicionais ligados à preservação da família e da moral humanista', diz a nota distribuída por Rodríguez.

    O ministro indicado diz ainda que pretende 'cumprir a contento o ideal proposto pelo nosso presidente eleito' e responsabiliza o que chama de 'instrumentalização ideológica da educação em aras de um socialismo vácuo' pela polarização do debate no país nos últimos anos.

    No início deste mês, em seu blog, Rodríguez já anunciava que estava sendo considerado para o MEC por Bolsonaro. No texto em que se apresenta como possível ministro, criticou rivais para o cargo, sem citar nomes, e colocou a necessidade de uma 'refundação' do ministério.

    'Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das instituições republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política', escreveu.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Procurador diz que Bolsonaro não o convidou para comandar Educação, apesar de conversa 'frutífera'

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O procurador regional da República Guilherme Schelb disse nesta quinta-feira que não houve um convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para que ele assuma o Ministério da Educação do próximo governo, após se reunir com o futuro chefe do Executivo por mais de duas horas na Granja do Torto, residência oficial.

    'Não, não houve convite, foi uma conversa, porque o presidente já acompanha meu trabalho, não só como procurador, mas também como palestrante, onde é uma luta já de muitos anos, onde eu defendo o ponto zero da educação brasileira. O começo de tudo é que professores, famílias e alunos conheçam e respeitem as leis que regem os direitos e deveres recíprocos', disse.

    O procurador afirmou ter tido uma conversa 'frutífera' com Bolsonaro, na qual ele disse ter feito uma exposição ao presidente eleito sobre as 'questões centrais da educação brasileira que devem ser enfrentadas com a máxima urgência'.

    Schelb não quis se manifestar se aceitaria o cargo de ministro, caso seja convidado.

    Mais cedo, uma fonte com conhecimento do assunto disse à Reuters que o procurador é o mais cotado no momento para assumir o Ministério da Educação no governo Bolsonaro.

    A fonte disse que Schelb conta com o apoio de parlamentares e grande parte de pessoas que apoiaram a agenda de Bolsonaro durante a campanha eleitoral e é um entusiasta de propostas como a Escola Sem Partido e grande crítico da chamada ideologia de gênero no ambiente escolar. “Sem dúvida (ele chega pronto para o cargo)”, disse a fonte, ao ser questionada pela Reuters.

    O procurador tem sido um militante sobre questões como ideologia de gênero nas escolas, inclusive com palestras e livros vendidos sobre o assunto. O alinhamento com esses temas é uma das questões que será levada em conta para a indicação do ministro da Educação, disse mais cedo o próprio Bolsonaro em entrevista.

    “Não tem nada definido, mas esse é um ministério importantíssimo, tem que ser muito bem escolhido”, afirmou Bolsonaro antes do encontro com Schelb a repórteres.

    Na entrevista, Bolsonaro também havia negado que o diretor do Instituto Ayrton Senna Mozart Ramos Neves tenha sido apresentado a ele como possível ministro da Educação.

    “Acho que a intenção de colocar o nome do senhor Mozart como ministro foi tentar fazer com que a bancada evangélica se voltasse contra a minha pessoa. Nem foi cogitado o nome do senhor Mozart para ministro, não procede isso”, disse o presidente eleito.

    A fonte ouvida pela Reuters disse que o nome de Mozart — que chegou a ser anunciado por alguns órgãos de imprensa como novo ministro na véspera — não foi sequer tratado por pessoas do círculo mais próximo como o escolhido para o cargo.

    Caso se torne ministro da Educação, Schelb terá de pedir exoneração do cargo de procurador regional da República — a semelhança do que ocorreu com o então juiz federal Sérgio Moro para virar titular da Justiça.

    O procurador está na carreira do Ministério Público Federal desde 1995, atualmente lotado na Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR-1), com sede em Brasília. Ele está designado para atuar no Núcleo de Assuntos Criminais da PRR-1.

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    Bolsonaro diz que conversará com Guilherme Schelb sobre Ministério da Educação

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta quinta-feira que o procurador Guilherme Schelb, defensor do projeto Escola sem Partido e crítico da chamada ideologia de gênero, está cotado para assumir o Ministério da Educação.

    Ao sair de um encontro com os oficiais indicados para assumir o comando das Forças Armadas em seu governo, Bolsonaro disse que terá um encontro com Schelb ainda nesta quinta-feira para discutir a possível indicação para o ministério.

    O procurador tem sido um militante sobre questões como ideologia de gênero nas escolas, inclusive com palestras e livros vendidos sobre o assunto. O alinhamento com esses temas, confirmou o presidente eleito, é uma das questões que serão levadas em conta para a indicação do ministro da Educação.

    'Não tem nada definido, mas esse é um ministério importantíssimo, tem que ser muito bem escolhido', disse Bolsonaro a repórteres.

    Schelb, conhecido por defender o projeto Escola sem Partido e criticar o tratamento de temas como sexualidade nas escolas, chegou a publicar em redes sociais um material em que orienta pais e responsáveis a notificar extrajudicialmente colégios dos filhos com o objetivo de proibir a discussão sobre questões de gênero e orientação sexual no ambiente escolar. A ação foi criticada pelo próprio Ministério Público Federal, que emitiu um parecer contrário a sua ação.

    Bolsonaro também negou na entrevista que o diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Ramos Neves, tenha sido apresentado a ele como possível ministro da Educação.

    'Acho que a intenção de colocar o nome do senhor Mozart como ministro foi tentar fazer com que a bancada evangélica se voltasse contra a minha pessoa. Nem foi cogitado o nome do senhor Mozart para ministro, não procede isso', disse o presidente eleito.

    Na quarta-feira, informação divulgada pela imprensa de que Mozart teria sido convidado por Bolsonaro para o Ministério da Educação teve uma reação negativa da bancada evangélica do Congresso, que apoiou Bolsonaro na eleição. O motivo da resistência seria um eventual não alinhamento de Mozart com demandas da bancada.

    No início da tarde, o ministro da Transição, Onyx Lorenzoni, afirmou que o nome de Mozart não estava descartado como ministro e defendeu o diretor e a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, que foram atacados por parlamentares e nas mídias sociais quando o nome surgiu como possível ministro.

    'Houve coisas desmedidas nos jornais, nas mídias sociais, com pessoas como Mozart e Viviane Senna, que vieram conversar a nosso convite', disse Onyx.

    'Houve um conjunto de episódios, na imprensa, em redes sociais, de coisas desmedidas com pessoas como é o caso da Viviane Senna que atendeu um convite nosso para dialogar, assim como o professor Mozart, que tem uma carreira admirável e é respeitado por educadores em todo Brasil', disse Onyx. 'Eles receberam ataques sem nenhum fundamento. É uma obrigação ética minha vir aqui e defender essa relação'.

    CONGRESSO

    O presidente eleito minimizou ainda a ideia de que possa vir a ter problemas com o Congresso por não estar negociando cargos do primeiro escalão com os partidos. Ele lembrou que foi eleito apenas com o apoio de seu partido, o PSL, e o de seu vice, general Hamilton Mourão (PRTB).

    'Alguns dizem que não vou ter apoio do Parlamento. Isso pode acontecer, mas eu fiz minha campanha sem partido. Se continuarmos com política de 'toma lá, dá cá' vamos continuar com Estado corrupto e ineficiente', afirmou.

    Onyx acrescentou, mais tarde, que está conversando com partidos e já recebeu pelo menos seis presidentes, mas que a relação não será apenas com partidos.

    'Já dialogamos com seis partidos nas últimas semanas para mostrar como será interlocução com congresso. Vai ser feito por bancadas por frentes, por regiões', afirmou.

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    Bolsonaro diz que conversará com Guilherme Schelb sobre Ministério da Educação

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta quinta-feira que o procurador Guilherme Schelb, defensor do projeto Escola sem Partido e crítico da chamada ideologia de gênero, está cotado para assumir o Ministério da Educação.

    Ao sair de um encontro com os oficiais indicados para assumir o comando das Forças Armadas em seu governo, Bolsonaro disse que terá um encontro com Schelb ainda nesta quinta-feira para discutir a possível indicação para o ministério.

    O procurador tem sido um militante sobre questões como ideologia de gênero nas escolas, inclusive com palestras e livros vendidos sobre o assunto. O alinhamento com esses temas, confirmou o presidente eleito, é uma das questões que serão levadas em conta para a indicação do ministro da Educação.

    'Não tem nada definido, mas esse é um ministério importantíssimo, tem que ser muito bem escolhido', disse Bolsonaro a repórteres.

    Conhecido por defender o projeto Escola sem Partido e criticar o tratamento de temas como sexualidade nas escolas, o procurador chegou a publicar em redes sociais um material em que orienta pais e responsáveis a notificar extrajudicialmente as escolas dos filhos com o objetivo de proibir a discussão sobre questões de gênero e orientação sexual no ambiente escolar. A ação foi criticada pelo próprio Ministério Público Federal, que emitiu um parecer contrário a sua ação.

    Bolsonaro também negou na entrevista que o diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Ramos Neves, tenha sido apresentado a ele como possível ministro da Educação.

    'Acho que a intenção de colocar o nome do senhor Mozart como ministro foi tentar fazer com que a bancada evangélica se voltasse contra a minha pessoa. Nem foi cogitado o nome do senhor Mozart para ministro, não procede isso', disse o presidente eleito.

    Na quarta-feira, informação divulgada pela imprensa de que Mozart teria sido convidado por Bolsonaro para o Ministério da Educação teve uma reação negativa da bancada evangélica do Congresso, que apoiou Bolsonaro na eleição.

    O presidente eleito minimizou ainda a ideia de que possa vir a ter problemas com o Congresso por não estar negociando cargos do primeiro escalão com os partidos. Ele lembrou que foi eleito apenas com o apoio de seu partido, o PSL, e o de seu vice, general Hamilton Mourão (PRTB).

    'Alguns dizem que não vou ter apoio do Parlamento. Isso pode acontecer, mas eu fiz minha campanha sem partido. Se continuarmos com política de 'toma lá, dá cá' vamos continuar com Estado corrupto e ineficiente', afirmou.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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