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    Senado elege demais integrantes da mesa diretora e Anastasia para vice-presidente

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O Senado elegeu nesta quarta-feira os demais integrantes de sua mesa diretora, tendo o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) como primeiro vice-presidente, em clima bem mais ameno do que o visto durante a eleição para a presidência da Casa.

    No sábado, senadores elegeram para presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP) em uma tumultuada sessão, que já havia sido tensa até ser suspensa na sexta-feira.

    A chapa única aprovada nesta quarta-feira por 72 votos a 2, e 3 abstenções, também trazia Lasier Martins (Pode-RS) na segunda vice-presidência e Sérgio Petecão (PSD-AC) para a primeira secretaria.

    Coube ao MDB, maior bancada da Casa, indicar Eduardo Gomes (MDB-TO) para a segunda secretaria, assim como o PSL indicou Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, para a terceira secretaria. A quarta secretaria ficou a cargo do PP, que indicou Luis Carlos Heinze (PP-RS).

    A indicação de Flávio pelo PSL levantou polêmica já no início da sessão, e foi objeto de uma questão de ordem do líder da Rede, Randolfe Rodrigues (AP). O senador pedia que pudesse haver votos em separado apenas em relação à indicação de Flávio, por conta de seu parentesco com o presidente da República.

    “Não há vedação legal alguma, não há nada vedando no regimento interno, não há nada vedando em nenhuma lei, não há nada vedando na Constituição, mas, no meu entender, há uma vedação no que diz respeito ao bom senso, ao que a gente costuma chamar de valores republicanos”, argumentou Randolfe, na sessão.

    “Não me parece ser de bom senso que, na ordem hierárquica, na mesa do Senado Federal e, por conseguinte, na mesa do Congresso Nacional, haja alguém que tenha relação consanguínea direta, vertical, com o chefe do Poder Executivo”, afirmou, em tom respeitoso e sustentando que apresentava a questão de ordem apesar das “qualidades sua Excelência para o cargo”.

    Flávio, por sua vez, referiu-se a Randolfe como uma “pessoa sempre zelosa com a questão ética” e disse não ver problema em sua indicação. Lembrou que mesmo Randolfe reconhece que não há impedimento legal. Alcolumbre (DEM-AP) não atendeu o pedido do líder da Rede.

    Outra frente que gerava expectativa era a indicação do MDB para a mesa. O partido, pela tradição da proporcionalidade, teria a preferência para indicar um nome para a presidência da Casa.

    A legenda chegou a indicar Renan Calheiros (AL), nome que enfrentava alguma resistência, que desistiu da candidatura no sábado, enquanto Alcolumbre conseguiu reunir em torno de si um grande número de parlamentares, obtendo 42 votos, um a mais do que o necessário para vencer a disputa no primeiro turno.

    Derrotado na disputa pela presidência, o MDB não indicou um nome para a primeira-vice, que ficou com o PSDB, mas deve advogar para obter a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comissão mais importante da Casa e por onde passam praticamente todas as propostas. A reforma da Previdência, principal prioridade do governo Bolsonaro, passará pelo colegiado.

    O líder do MDB, Eduardo Braga (AM), cumprimentou o presidente da Casa por “construir essa pacificação” e afirmou que o partido está “disposto ao diálogo” para discutir as comissões.

    “O embate político é isso mesmo. Disputamos nas regras, dentro do Estado Democrático de Direito. Reconhecemos o resultado, sentamos e construímos uma forma de governança para que o Senado possa avançar”, disse Braga.

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    Reforma da Previdência deve ser apresentada após eleição das mesas do Congresso, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - A proposta do governo de Jair Bolsonaro para a reforma da Previdência só deve ser apresentada após a eleição das presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, afirmou nesta segunda-feira o vice-presidente Hamilton Mourão, que exerce interinamente a presidência da República.

    “Acho que apresentada só depois da eleição para a presidência da Câmara e do Senado”, disse o vice-presidente, questionado sobre a reforma por jornalistas. Mourão ocupa a Presidência interinamente pois Bolsonaro está em Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial.

    Câmara e Senado reúnem-se do dia 1º de fevereiro para escolher os presidentes e a composição das mesas diretoras das duas Casas.

    Mais cedo, o presidente em exercício defendeu a tributação das pensões de viúvas de militares na reforma da Previdência, bem como um aumento do tempo de contribuição dos militares para 35 anos dentre as mudanças a serem propostas pelo governo.

    Sobre o caso das movimentações financeiras atípicas do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, e do ex-assessor dele Fabrício Queiroz, Mourão reforçou a tese de que o assunto não diz respeito ao governo e negou que o tema tenha influência nas negociações sobre a reforma da Previdência.

    “Vou responder pela enésima vez... esse problema é um problema do senador Flávio Bolsonaro e do assessor dele”, disse o presidente em exercício, aproveitando para negar que o assunto preocupe o governo.

    “Não, o governo, não. Pode preocupar o presidente, como pai, em relação ao filho, né. Todos nós nos preocupamos com os nossos filhos. Acho que talvez isso aí. Apesar dele não ter me dito nada a respeito.”

    Segundo o vice-presidente, o discurso de Bolsonaro em Davos deve focar nas reformas da área econômica que o governo pretende promover, principalmente a reforma da Previdência.

    “E também mostrar que ele não é o Átila, o huno, que ele é mais um brasileiro que nem nós”, disse Mourão, em referência ao conquistador que avançou pela Europa no Século 5.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Governo Bolsonaro tem 40% de avaliação positiva e 20% de negativa, diz pesquisa XP Ipespe

    (Reuters) - O governo do presidente Jair Bolsonaro tem 40 por cento de avaliação ótima ou boa e 20 por cento de ruim ou péssima no início do mandato, de acordo com pesquisa XP Ipespe divulgada nesta quinta-feira.

    Outros 29 por cento consideram o início da gestão regular, enquanto 11 por cento não souberam opinar ou não responderam, no primeiro levantamento XP Ipespe sobre a popularidade do governo desde a posse de Bolsonaro em 1º de janeiro.

    Segundo o levantamento, realizado pelo telefone com 1.000 pessoas entre os dias 9 e 11 de janeiro, a expectativa para o restante do governo é ainda mais positiva. Para 63 por cento, Bolsonaro fará um mandato ótimo ou bom, enquanto 15 por cento consideram que será negativo.

    A pesquisa apontou que 62 por cento aprovam a montagem do governo e as primeiras medidas anunciadas, contra 29 por cento que desaprovam, e mostrou que a maioria da população (58 por cento) defende que as primeiras medidas enviadas ao Congresso tratem sobre segurança pública.

    O levantamento apontou, ainda, que 37 por cento tem uma avaliação negativa do novo Congresso Nacional, que tomará posse em 1º de fevereiro, enquanto 34 por cento o consideram regular e 17 por cento disseram considerar ótimo ou bom.

    A pesquisa foi preparada pela XP Investimentos em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), e tem margem de erro de 3,2 pontos percentuais.

    (Reportagem de Ricardo Brito, em Brasília, e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Democrata Julian Castro lança candidatura à Presidência dos EUA em 2020

    Por Jim Forsyth e Ginger Gibson

    SAN ANTONIO, Texas/WASHINGTON (Reuters) - Democrata do Texas, Julian Castro, um ex-prefeito de San Antonio que se tornou o principal nome de Habitação nos EUA, anunciou neste sábado sua candidatura à Casa Branca, tornando-se o primeiro hispânico no que deve ser uma disputa cheia de candidatos que desafiarão o presidente Donald Trump na eleição de novembro de 2020.

    Castro, de 44 anos, neto de uma imigrante mexicana que seria o primeiro hispânico eleito presidente, foi secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano durante o governo do ex-presidente Barack Obama e é visto como uma estrela ascendente dentro do partido. Ele tentará se posicionar como um 'outsider' da política com credenciais liberais.

    'Quando minha avó chegou aqui cem anos atrás, tenho certeza que ela nunca imaginou que, duas gerações depois, um dos seus netos serviria como membro do Congresso dos Estados Unidos, e outro estaria aqui com vocês dizendo estas palavras: eu sou candidato à Presidência dos Estados Unidos', afirmou Castro, em um pronunciamento anunciando sua campanha.

    Uma das primeiras paradas de Castro como candidato será na segunda-feira, em Porto Rico, onde ele participará de um evento sediado pelo liberal Fundo Latino da Vitória.

    Castro apoiou a proposta de atendimento médico para todos, que na prática criaria um plano de saúde nacional, permitindo que todos utilizassem o sistema público de saúde. Essa questão deve dividir os democratas nas primárias, com candidatos mais moderados favorecendo uma abordagem menos drástica.

    Castro, cuja avó nasceu no México, procurou usar a história da sua família para criticar as políticas de Trump na fronteira.

    Ele é o segundo candidato a formalizar a sua campanha. O ex-deputado John Delaney concorre há mais de um ano, e a senadora Elizabeth Warren, de Massachusetts, formou um comitê exploratório e começou a realizar eventos de campanha em Iowa e New Hampshire, os Estados com as primeiras disputas.

    (Reportagem de Ginger Gibson)

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    Toffoli derruba liminar e determina eleição secreta para presidente do Senado

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, derrubou na noite de quarta-feira liminar do ministro da corte Marco Aurélio que determinava votação aberta na eleição para a presidência do Senado, mantendo eleição secreta para a escolha do futuro presidente da Casa.

    Toffoli acatou pedido apresentado pela Mesa do Senado contra a liminar de Marco Aurélio afirmando que a votação aberta representaria uma 'modificação repentina da forma como a eleição da mesa diretiva regimentalmente vem se realizando ao longo dos anos', e lembrando que ele próprio havia decido mais cedo pela realização de votação aberta para a eleição do presidente da Câmara.

    'Neguei a liminar postulada, mantendo a norma regimental de eleição da Mesa Diretiva da Câmara (que igualmente prevê o escrutínio secreto), pelo que, também em face da necessária harmonia, e muitas vezes simetria, que deve reger as atividades das Casas que compõem o Congresso Nacional, mostra-se relevante a concessão da medida liminar pleiteada, até apreciação pelo plenário desta Suprema Corte', disse o ministro em sua decisão.

    A liminar do ministro Marco Aurélio que determinava a votação aberta para o comando do Senado fora concedida em dezembro em atendimento a pedido apresentado à corte pelo senador Lasier Martins (PSD-RS), que tem intenção de concorrer ao posto.

    As eleições para as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado estão marcadas para o início de fevereiro.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Toffoli mantém votação secreta para eleição de presidente da Câmara

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, negou nesta quarta-feira pedido liminar feito pelo deputado federal eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) para que a eleição para presidente da Câmara dos Deputados fosse realizada em votação aberta.

    Dessa forma, Toffoli mantém a eleição para presidente da Câmara em votação secreta, quando os deputados federais não precisam explicitar publicamente em quem votou para a disputa.

    Kataguiri é um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL) e foi eleito pela primeira vez em outubro. Ele se coloca como candidato a presidir a Câmara. O deputado eleito defendia o direito à publicidade do voto de seus pares na eleição para a Mesa Diretora da Casa. Ele argumentava que o segredo do voto afrontava princípios constitucionais.

    Na decisão de 13 páginas, o presidente do STF disse haver expressa previsão no regimento da Câmara de que a votação seja secreta e que a Constituição não se pronunciou especificamente sobre esse tipo de eleição. Ele destacou ainda que o sigilo para esse tipo de votação resguarda a Câmara de pressão externa de outros Poderes e que a manutenção da atual regra garante segurança jurídica.

    'Noto que a modificação para a eleição vindoura, por meio de decisão monocrática, sem a possibilidade de análise pelo plenário da corte (tendo em vista o recesso judiciário), implicaria em modificação repentina da forma como a eleição da mesa diretiva regimentalmente vem se realizando ao longo dos anos naquela Casa', disse Toffoli.

    'Ao passo em que a manutenção da regra regimental permite a continuidade dos trabalhos diretivos da Casa Legislativa nos moldes definidos por aquele Poder', completou.

    SENADO

    Durante o recesso do Judiciário, Toffoli deverá avaliar ainda se mantém ou cassa a decisão do ministro Marco Aurélio Mello, que em dezembro determinou em liminar que a votação para a escolha do presidente do Senado seja aberta. Essa decisão pode ter impacto na decisão do ex-presidente da Casa e senador Renan Calheiros (MDB-AL) de concorrer novamente ao cargo. Renan é visto com reservas por pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro.

    As eleições para as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado estão marcadas para o início de fevereiro. Na Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) é favorito para se reeleger ao posto, após conquistar o apoio de uma série de partidos, entre eles o PSL, de Bolsonaro.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Soldados do Congo atiram no ar para dispersar manifestantes; centro de Ebola é invadido

    Por Stanis Bujakera e Fiston Mahamba

    KINSHASA (Reuters) - Forças de segurança do leste da República Democrática do Congo usaram gás lacrimogêneo e munição real para dispersar manifestantes que queimaram pneus e atacaram centros de Ebola nesta quinta-feira para protestar contra a decisão de excluir suas cidades de participar da eleição presidencial do país.

    Na quarta-feira, a comissão eleitoral (Ceni) anunciou que irá cancelar a votação da eleição presidencial de domingo nas cidades de Beni, Butembo e áreas próximas devido a um contínuo surto de Ebola e a violência de milícias.

    Essas áreas são redutos da oposição ao atual presidente Joseph Kabila e políticos locais denunciaram a medida como um esforço para influenciar a votação a favor do candidato do governo, Emmanuel Ramazani Shadary.

    'Havia um grupo de manifestantes que queriam entrar no escritório da Ceni... para exigir a suspensão da decisão', disse Giscard Yere, morador de Beni. 'Mas, os policiais e soldados que estavam lá atiraram para dispersar os manifestantes'.

    Manifestantes saquearam um centro de isolamento de Ebola em Beni e é possível que pacientes tenham fugido do local, disse à Reuters Aruna Abedi, vice-diretor da agência de resposta à doença.

    Os manifestantes também atacaram o escritório da agência responsável por coordenar a resposta à Ebola em Beni, antes de serem contidos por agentes pacificadores da ONU, disse Abedi.

    'Manifestantes tentaram forçar a porta do centro', disse Abedi à Reuters. 'Eles estavam entoando canções hostis ao governo e exigindo eleições. Eles lançaram projéteis'.

    A eleição para substituir Kabila, que tem governado a República Democrática do Congo desde que assumiu o lugar de seu pai em 2001, deveria ter acontecido em 2016, mas tem sido repetidamente adiada.

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    'Foi uma honra', diz Merkel ao se despedir da liderança de partido

    Por Paul Carrel

    HAMBURGO (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, se despediu nesta sexta-feira do cargo de líder da União Democrata-Cristã (CDU) com um discurso emotivo, à medida que o partido conservador se reúne para escolher um sucessor que terá grandes chances de também substituí-la na liderança do país.

    Os principais candidatos são Annegret Kramp-Karrenbauer, aliada de Merkel e vista como a opção da continuidade, e Friedrich Merz, adversário da chanceler que tem questionado a garantia de asilo concedida pela chanceler e que acredita que a Alemanha, maior economia da Europa, deveria contribuir mais para a União Europeia.

    Em outubro, Merkel anunciou que renunciaria como líder do partido, mas permaneceria no cargo de chanceler, em um esforço para administrar sua saída após uma série de crises desde 2015, quando tomou a polêmica decisão de manter as fronteiras da Alemanha abertas para refugiados fugindo de guerras no Oriente Médio.

    Nesta sexta-feira, durante congresso da CDU em Hamburgo, Merkel expressão gratidão pela oportunidade de liderar o partido por 18 anos, 13 deles como chanceler, durante os quais dominou a política europeia e se consolidou como a principal gestora de crises da região.

    'Foi um grande prazer para mim, foi uma honra', disse, sendo ovacionada por quase 10 minutos e lutando para segurar as lágrimas.

    Descrevendo os múltiplos desafios que a Alemanha tem pela frente, da mudança rápida da tecnologia às mudanças climáticas e à tendência global de abandonar o multilateralismo para defender os interesses nacionais, Merkel disse: 'Em tempos como estes, vamos defender nossas visões progressistas, nosso modo de vida, tanto em casa como no exterior'.

    'A CDU em 2018 não deve olhar para trás, mas olhar para frente, com novas pessoas... mas com os mesmos valores', acrescentou a chanceler, que tem dito que permanecerá neutra na escolha de seu sucessor na liderança do partido.

    O novo líder da CDU será escolhido por 1.001 delegados que votarão durante congresso do partido em Hamburgo. O vencedor provavelmente representará a legenda na próxima eleição federal, marcada para outubro de 2021.

    Levantamento feito pelo instituto Infratest dimap para a emissora ARD mostrou, na quinta-feira, que 47 por cento dos membros da CDU preferem Kramp-Karrenbauer como nova líder, contra 37 por cento que são a favor da escolha de Merz, e 12 por cento do ministro da Saúde, Jens Spahn.

    Merz, de 63 anos, que perdeu uma disputa política para Merkel em 2002 e está voltando para a política após uma década no setor empresarial, é apoiado por membros da CDU que estão insatisfeitos com Merkel. Nesta semana, Merz ganhou apoio do veterano do partido e ex-ministro de Finanças Wolfgang Schaeuble.

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    Eleições dão largada na corrida pela Casa Branca em 2020

    Por John Whitesides

    WASHINGTON (Reuters) - Que comece a corrida pela Casa Branca em 2020. As eleições parlamentares e para diversos Estados na terça-feira deram o tiro de largada para uma disputa longa, cara e sem dúvida dramática pela Presidência dos Estados Unidos.

    Os democratas, surfando a onda da conquista da maioria na Câmara dos Deputados, entram no ciclo presidencial sem um favorito claro para ser o nomeado do partido pela primeira vez desde o início da campanha de 2004.

    Mais de duas dúzias de candidatos em potencial, incluindo o ex-vice-presidente Joe Biden e uma leva de senadores, governadores, prefeitos e líderes empresariais, vêm se movimentando há meses para angariar doadores e avaliar suas chances de uma indicação do partido.

    Quem certamente estará esperando o vencedor é o presidente Donald Trump, republicano cujos índices de aprovação vêm se mantendo abaixo de 50 por cento desde que tomou posse, mas cuja popularidade dentro de sua legenda tornará qualquer possível desafio de um correligionário altamente improvável.

    Trump foi o grande assunto das eleições de meio de mandato de terça-feira, atiçando o comparecimento dos democratas ansiosos para rejeitá-lo e levando muitos candidatos republicanos a jurar apoio a ele ou correr o risco de uma reação negativa de sua base conservadora.

    Os democratas já estão se questionando sobre qual candidato, estratégia e abordagem têm mais chances de derrotar Trump em 3 de novembro de 2020, e muitos deles devem se antecipar e entrar na disputa já nos próximos meses.

    Quem quer que se consagre no exaustivo processo de indicação democrata Estado a Estado, que começa em Iowa no início de 2020, terá que enfrentar o combativo Trump e ao mesmo tempo elaborar uma agenda alternativa cativante e unir o establishment e a ala progressista do partido, que às vezes se chocam.

    'Haverá muita coisa para os democratas resolverem desta vez', disse Jennifer Palmieri, diretora de comunicações da campanha de Hillary Clinton em 2016. 'Não se trata só de encontrar a pessoa que pode derrotar Trump, mas também a pessoa que tenha uma visão para unir o país'.

    Mesmo as campanhas derrotadas de liberais assumidos como Andrew Gillum, que tentou em vão se tornar o primeiro governador negro do Estado pêndulo da Flórida, e Beto O'Rourke, que empolgou como exemplo de político de raiz mas não conseguiu se eleger senador do conservador Texas, ofereceram lições de como organizar disputas acirradas em territórios pró-Trump, disseram democratas.

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