alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE eleicao

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Premiê indiano Modi deve vencer eleição com ampla margem, mostra boca de urna

    Premiê indiano Modi deve vencer eleição com ampla margem, mostra boca de urna

    Por Aftab Ahmed e Devjyot Ghoshal

    NOVA DÉLHI (Reuters) - A aliança do atual primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, deve assegurar uma ampla maioria no Parlamento após uma eleição geral encerrada neste domingo, mostrou a maioria das pesquisas boca de urna, um resultado muito melhor do que o esperado nas últimas semanas.

    Modi enfrentou críticas no início da campanha por ter falhado em criar mais empregos e pelos baixos preços agrícolas, e tanto analistas quanto políticos disseram que a disputa eleitoral estava ficando acirrada, com o principal partido de oposição, Congresso, ganhando território.

    Mas ele fez campanha entre sua base nacionalista Hindu e transformou a disputa em uma briga por segurança nacional após uma escalada nas tensões com o Paquistão e atacou seu principal adversário por ser frouxo com relação ao arquinimigo do país.

    A Aliança Democrática Nacional de Modi (NDA, na sigla em inglês) deve conquistar entre 339 e 365 cadeiras da câmara baixa do Parlamento, composta por 545 membros, seguido por 77 a 108 cadeiras para a aliança de oposição liderada pelo partido Congresso, mostrou a pesquisa boca de urna India Today Axis.

    Para governar, um partido precisa conquistar 272 cadeiras.

    A contagem de votos registrados em centenas de milhares de máquinas computadorizadas começará no início da quinta-feira e os resultados são esperados até o meio do dia.

    Segundo outra pesquisa divulgada pelo canal de televisão Times Now, a aliança de Modi deve conquistar 306 votos. Uma pesquisa da Neta Newsx, porém, prevê que o grupo de Modi ainda ficará 30 cadeiras abaixo do necessário.

    Pesquisas boca de urna, no entanto, têm um histórico controverso em um país com 900 milhões de eleitores --dos quais cerca de dois terços votaram na eleição de sete etapas. As pesquisas frequentemente erraram o número de cadeiras, mas o resultado, em geral, tem sido acertado, disseram analistas.

    Com três das quatro pesquisas indicando uma clara maioria da aliança de Modi, os mercados acionários indianos devem subir com força na segunda-feira, enquanto também se espera que a rupia indiana se fortaleça contra o dólar, de acordo com participantes do mercado.

    Uma vitória clara significaria que Modi poderá realizar as reformas que investidores esperam que tornará a Índia um lugar mais fácil para negócios, disseram eles.

    0

    0

    28

    1 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Áustria caminha para eleições em setembro após escândalo que pôs fim a coalizão

    Áustria caminha para eleições em setembro após escândalo que pôs fim a coalizão

    Por Kirsti Knolle

    VIENA (Reuters) - O presidente da Áustria recomendou neste domingo uma nova eleição a ser realizada no começo de setembro, dizendo que quer restaurar a confiança no governo depois que um escândalo em vídeo levou à renúncia do vice-premiê.

    O premiê Sebastian Kurz pôs fim à coalizão e pediu uma eleição antecipada no sábado, depois que seu vice, Heinz-Christian Strache, líder do partido de extrema direita, abandonou o cargo após um vídeo que o mostrava discutindo a possibilidade de ajustar contratos do setor público em troca de favores.

    É mais importante que os austríacos tenham a chance de um novo começo para reconstruir a confiança em seu governo, disse o presidente do país, Alexander van der Bellen, em comunicado no Palácio Imperial de Hofburg, Viena.

    'Esse novo começo deve ocorrer rapidamente, tão rapidamente quanto as provisões da Constituição Federal permitirem, por isso peço eleições... em setembro, se possível no início de setembro', disse o presidente.

    Strache descreveu o vídeo como um 'assassinato político direcionado' e disse que nunca desviou recursos. Ele insistiu que o único crime cometido foi filmar ilegalmente um jantar privado.

    Van der Bellen e Kurz disseram em coletiva de imprensa que a estabilidade era a principal prioridade para eles nos próximos meses.

    Kurz repetiu que vê as eleições antecipadas como a única maneira de resolver a crise. 'As novas eleições foram uma necessidade, não um desejo', disse.

    A composição de um governo interino ficou incerta um dia depois que a coalizão entre conservadores e a extrema direita --que durou 18 meses-- entrou em colapso.

    1

    0

    8

    1 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Prefeito de Nova York anuncia pré-candidatura presidencial democrata para 2020

    Prefeito de Nova York anuncia pré-candidatura presidencial democrata para 2020

    Por Joseph Ax

    NOVA YORK (Reuters) - O prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, um democrata progressista que critica com frequência o governo Trump, decidiu pleitear o emprego do presidente.

    De Blasio, de 57 anos, anunciou sua pré-candidatura à presidência nesta quinta-feira, depois de meses de especulações de que ele entraria em uma lista crescente de democratas dispostos a desafiar o presidente Donald Trump em 2020.

    O prefeito, que não pode concorrer a um terceiro mandato de quatro anos em 2021, emergiu em 2013 como uma voz de destaque de uma ala de esquerda florescente que reformulou seu partido -- mas desde então teve dificuldade em construir um perfil nacional, e seu índice de aprovação encolheu depois de vários contratempos políticos.

    De Blasio publicou um vídeo anunciando sua pré-candidatura antes de participar do programa 'Good Morning America', da rede ABC. Ele deve viajar a Iowa e Carolina do Sul, Estados que votam cedo, neste final de semana para começar sua campanha.

    O prefeito planeja enfatizar seu histórico de conquistas progressistas, como as escolas pré-jardim de infância universais, um salário mínimo de 15 dólares e licença médica remunerada -- tudo em uma cidade de 8 milhões de habitantes, mais do que muitos Estados norte-americanos.

    Mas De Blasio enfrentará uma batalha dura para se destacar entre quase duas dúzias de concorrentes democratas, entre eles o ex-vice-presidente Joe Biden e ícones liberais como os senadores Elizabeth Warren, de Massachusetts, e Bernie Sanders, do Vermont.

    A maioria dos nova-iorquinos não parece entusiasmada com as aspirações presidenciais de De Blasio. Uma pesquisa de abril da Universidade Quinnipiac mostrou que mais de três quartos deles não acham que ele deveria cobiçar a Casa Branca.

    Sua popularidade foi abalada quando uma investigação federal revelou que ele sondou agências municipais em nome de doadores, mas ele foi absolvido da acusação de irregularidade criminal. De Blasio negou qualquer má conduta, dizendo que sempre agiu de forma apropriada.

    De Blasio criticou Trump duramente em temas como a mudança climática, a imigração e o policiamento. Na segunda-feira, ele fez uma coletiva de imprensa dentro da Trump Tower para pedir à Organização Trump que obedeça os padrões de emissões recém-aprovados em seus arranha-céus ou pagará multas significativas.

    0

    0

    9

    4 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Principais partidos do Reino Unido sofrem em eleições locais por frustração com Brexit

    Principais partidos do Reino Unido sofrem em eleições locais por frustração com Brexit

    Por Guy Faulconbridge e Elizabeth Piper

    LONDRES (Reuters) - Eleitores ingleses frustrados com o impasse na desfiliação do Reino Unido da União Europeia puniram o Partido Conservador, da primeira-ministra britânica, Theresa May, e a principal sigla de oposição, o Partido Trabalhista, em eleições locais, de acordo com os resultados iniciais desta sexta-feira.

    Os resultados das eleições de quinta-feira são mais um sinal de como a votação britânica de 2016 para romper com a UE dividiu o eleitorado para além do partidarismo tradicional, mas também são um primeiro indício do estrago que o Brexit fez nos dois grandes partidos.

    Com quase metade dos resultados das votações para conselhos locais ingleses, o Partido Conservador perdeu 443 conselheiros e os trabalhistas 78, segundo a contagem da rede BBC.

    O maior beneficiário da oscilação entre os dois principais partidos --que estão conversando para tentar romper o impasse do Brexit no Parlamento britânico-- foi o Partido Liberal- Democrata, que até agora conseguiu 304 conselheiros e disse que espera novos ganhos nas eleições do Parlamento Europeu no dia 23 de maio.

    Ativistas disseram que a mensagem clara dos liberal-democratas, de que o Reino Unido precisa de um segundo referendo para superar o impasse parlamentar sobre os termos da saída britânica do bloco, ajudou a virar a maré.

    'Parece os eleitores, ponto final, dizendo: 'uma praga sobre as casas de ambos'', disse John Curtice, principal especialista em pesquisas do Reino Unido.

    'Sabíamos que os eleitores estavam insatisfeitos com a maneira como os conservadores vêm lidando com o Brexit, mas parece que também estão insatisfeitos com a reação dos trabalhistas à posição do governo quanto ao Brexit', disse ele à BBC.

    Partidos menores também avançaram nas eleições locais, que tradicionalmente são usadas como um voto de protesto contra o partido governista. Os Verdes, que também apoiam um segundo referendo sobre o Brexit, ganharam 42 assentos em conselhos, mostraram os resultados parciais, e candidatos independentes conseguiram 215 assentos.

    Fontes trabalhistas disseram que a sigla tem pouco a temer dos resultados por enquanto, dizendo que já se esperava uma batalha 'dura' em conselhos que normalmente favorecem os conservadores.

    'Duras' também foi a palavra usada pelos conservadores para descrever as eleições locais, e alguns atribuíram o mau desempenho do partido ao impasse no Parlamento, que rejeitou o acordo do Brexit de May três vezes.

    (Reportagem adicional de James Davey)

    0

    0

    17

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Espanha começa a votar em eleição geral após campanha tensa

    Espanha começa a votar em eleição geral após campanha tensa

    Por Sam Edwards e Andrés González

    MADRI(Reuters) - Começou neste domingo a votação na eleição mais disputada da Espanha em décadas, que deve resultar em um parlamento fragmentado, no qual a extrema direita terá uma presença considerável pela primeira vez desde o retorno do país para a democracia.

    Após uma tensa campanha dominada por questões como identidade nacional e igualdade de gênero, a probabilidade de que qualquer acordo de coalizão leve semanas ou meses para ser intermediado irá alimentar um clima mais amplo de incerteza política em toda a Europa.

    Pelo menos cinco partidos de todo o espectro político têm uma chance de estar no governo e podem ter dificuldade em chegar a um acordo entre eles, o que significa que repetir a eleição é um dos vários resultados possíveis.

    Algumas coisas são claras, no entanto, baseadas em pesquisas de opinião e conversas com pessoas de dentro do partido. Nenhuma das partes obterá a maioria; o partido socialista do primeiro-ministro de saída, Pedro Sanchez, lidera a corrida; e haverá parlamentares do partido Vox de extrema-direita.

    Além disso, o resultado está apertado demais para alguma previsão.

    A votação começou às 9h (horário local) e termina às 20h na Espanha continental para aquela que será a terceira eleição nacional do país em quatro anos.

    'Depois de muitos anos de instabilidade e incerteza, é importante que hoje enviemos uma mensagem clara e definida sobre a Espanha que queremos. E a partir daí uma ampla maioria parlamentar deve ser construída para apoiar um governo estável', disse Sanchez a repórteres após votar em um local de votação perto de Madri.

    É incerto se Sanchez conseguirá permanecer no cargo e quantos aliados ele precisaria reunir para fazer isso.

    Se, além do partido de extrema-esquerda anti-austeridade Podemos e outros pequenos partidos, Sanchez também precisar do apoio dos parlamentares separatistas catalães, as negociações serão longas e seu resultado pouco claro.

    Pesquisas de opinião, que terminaram na segunda-feira, sugeriram que será mais difícil dividir a ala direita entre três partidos - o centro-direita Ciudadanos, o conservador Partido do Povo (PP) e o Vox - para conquistar a maioria, mas esse cenário está dentro da margem de erro e não pode ser descartada.

    Votando em Barcelona, ??o líder dos Ciudadanos, Albert Rivera, renovou os pedidos para tirar Sanchez, cujo tom mais conciliatório em relação aos separatistas catalães enfureceu a direita, que chamou Sanchez de 'traidor' durante uma campanha muitas vezes dominada pela crise secessionista.

    'Estas não são eleições normais. O que está em jogo é se queremos permanecer unidos, se queremos continuar sendo cidadãos livres e iguais, se queremos uma Espanha que olha para o passado ou para o futuro, um país de extremos ou de moderação ', disse Rivera aos repórteres depois de votar.

    A participação na eleição nacional da Espanha estava em 41,4 por cento às 14h no domingo, de acordo com dados do Ministério do Interior, em comparação com 36,9 por cento registrados no mesmo período em que as eleições anteriores ocorreram em junho de 2016.

    (Reportagem adicional de Ingrid Melander e Belen Carreno)

    0

    0

    33

    3 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ucrânia inaugura era de incerteza com vitória de comediante em eleição presidencial

    Ucrânia inaugura era de incerteza com vitória de comediante em eleição presidencial

    Por Andrew Osborn e Matthias Williams

    KIEV (Reuters) - A Ucrânia começou a navegar em águas políticas desconhecidas nesta segunda-feira, quando resultados quase definitivos mostraram que um comediante sem experiência política e com propostas pouco detalhadas virou de ponta-cabeça o status quo ao vencer a eleição presidencial do país com uma grande vantagem.

    A vitória enfática de Volodymyr Zelenskiy, de 41 anos, é um golpe duro no atual presidente, Petro Poroshenko, que tentou congregar os ucranianos se apresentando como um protetor contra a agressão russa e um defensor da identidade nacional.

    Com 95 por cento das urnas apuradas, Zelenskiy tinha 73 por cento dos votos e Poroshenko pouco menos de 25 por cento, disse a comissão eleitoral central.

    Zelenskiy, que interpreta um presidente fictício em uma série de televisão popular, está prestes a assumir a liderança de uma nação na linha de frente de um impasse ocidental com a Rússia, instaurado quando Moscou anexou a península da Crimeia e passou a apoiar uma insurgência pró-russa no leste da Ucrânia.

    Declarando vitória na sede de sua campanha diante de apoiadores comovidos na noite de domingo, Zelenskiy prometeu não decepcionar o povo ucraniano.

    'Ainda não sou o presidente oficialmente, mas como cidadão da Ucrânia, posso dizer a todos os países da antiga União Soviética: olhem para nós. Tudo é possível!'

    Zelenskiy, cujo triunfo se encaixa no padrão de figuras anti-establishment destronando presidentes, prometeu encerrar a guerra na região de Donbass, no leste, e extirpar a corrupção em meio à consternação com os preços em ascensão e a decadência da qualidade de vida.

    Mas ele falou pouco sobre como planeja conseguir tudo isso, e investidores querem garantias de que ele intensificará reformas necessárias para atrair investimentos estrangeiros e manter o país em um programa do Fundo Monetário Internacional (FMI).

    'Como existe uma incerteza completa sobre a política econômica da pessoa que se tornará presidente, simplesmente não sabemos o que acontecerá, e isso preocupa a comunidade financeira', disse Serhiy Fursa, banqueiro de investimentos da Dragon Capital de Kiev.

    Os Estados Unidos, a União Europeia e a Rússia acompanharão atentamente os pronunciamentos de Zelenskiy sobre sua política externa para ver se e como ele pode tentar acabar com a guerra contra separatistas pró-Moscou, que já matou cerca de 13 mil pessoas.

    (Reportagem adicional de Pavel Polityuk, Natalia Zinets, Andrei Makhovsky e Polina Ivanova em Kiev, Steve Holland em Washington e Foo Yun Chee em Bruxelas)

    0

    0

    28

    4 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Widodo caminha para reeleição na Indonésia, mas desafiante reivindica vitória

    Widodo caminha para reeleição na Indonésia, mas desafiante reivindica vitória

    Por Tabita Diela e Gayatri Suroyo

    JACARTA (Reuters) - O presidente da Indonésia, Joko Widodo, parecia a caminho de conquistar a reeleição nesta quarta-feira, quando resultados de uma 'contagem rápida' foram publicados, mas seu desafiante disse ter vencido a votação popular e fez um apelo aos apoiadores para que não deixem a vitória ser retirada das suas mãos.

    Dados de institutos de pesquisa privados, baseados em contagens parciais de amostras de votos, mostraram vitória de Widodo, ex-fabricante de móveis que cresceu em uma favela à beira de um rio e primeiro líder nacional de fora da elite política e militar.

    Os melhores números para o presidente vieram do instituto CSIS, sediado em Jacarta, que colocam Widodo com 55,7 por cento contra 44,3 por cento dos votos de seu adversário, o ex-general Prabowo Subianto, depois da contagem de três quartos de sua amostragem.

    'Entraram dados suficientes para retratarem um quadro claro', disse Kevin O’Rourke, analista político e autor da newsletter Reformasi Weekly, focada na Indonésia.

    'A vitória de Widodo não é retumbante, já que ele não obteve o nível psicológico de 60 por cento que parecia ao alcance. Prabowo se saiu melhor do que o esperado, o que pode estimulá-lo a concorrer novamente em 2024, se estiver suficientemente em forma', disse O'Rourke.

    Prabowo, no entanto, disse em uma coletiva de imprensa que, com base em pesquisas internas e números da 'contagem rápida', sua campanha acredita que seu resultado na votação estava na faixa entre em 52 e 54 por cento dos votos.

    'Nós notamos vários incidentes que prejudicaram os apoiadores desta chapa', disse ele, sem dar detalhes. 'Nossos voluntários devem se concentrar na salvaguarda das urnas, porque eles são fundamentais para a nossa vitória.'

    O presidente conhecido popularmente como Jokowi tem uma imagem de homem comum que ecoou no eleitorado cansado da velha guarda em 2014. A eleição de então também foi uma disputa com Prabowo, ex-genro do líder militar Suharto, deposto em 1998.

    A diferença de votos foi de cerca de 6 pontos percentuais cinco anos atrás.

    A votação desta quarta-feira, que decide a Presidência e vagas na legislatura de um país de mais de 5 mil quilômetros de extensão entre seus extremos oeste e leste, foi um feito logístico hercúleo e um testemunho da resistência da democracia duas décadas após a derrota do autoritarismo.

    A eleição veio na esteira de uma campanha dominada por temas econômicos, mas também foi marcada pela influência crescente do islamismo conservador na maior nação de maioria muçulmana do mundo.

    Os resultados oficiais só serão publicados em maio. Qualquer disputa pode ser levada ao Tribunal Constitucional, onde um painel de nove juízes terá 14 dias para se pronunciar a respeito.

    (Reportagem adicional de Agustinus Beo da Costa, Maikel Jefriando, Tabita Diela, Kanupriya Kapoor, Jessica Damiana e Cindy Silviana, em Jacarta; Tommy Ardiansyah, em Bogor; e Mas Alina Arifin, em Bandar Lampung)

    0

    0

    15

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Liberal de extrema-direita defensor da maconha pode ser fiel da balança em eleição de Israel

    Liberal de extrema-direita defensor da maconha pode ser fiel da balança em eleição de Israel

    Por Maayan Lubell

    JERUSALÉM (Reuters) - A plataforma política de Moshe Feiglin pode ser apenas uma ilusão --uma mistura inebriante de legalização da maconha e reconstrução de um templo bíblico--, mas o candidato de extrema-direita pode ser o fiel da balança na eleição de terça-feira em Israel.

    Atraindo votos de eleitores jovens, o novo partido Zehut, de Feiglin, disparou nas pesquisas, que estimam que a legenda obterá até 6 das 120 cadeiras do Parlamento e poderá alterar o equilíbrio da montagem de uma coalizão que se seguirá à votação.

    Nenhum partido isolado jamais teve maioria no governo de Israel. Nem o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, da sigla Likud, de direita, nem Benny Gantz, do partido de centro Azul e Branco, recebeu promessas públicas do Zehut de que este ficará ao seu lado quando tentar compor um governo.

    Feiglin disse que suas condições aos dois rivais são a legalização da maconha e o controle do Ministério das Finanças, por meio do qual quer cortar os impostos corporativos e eliminar as taxas alfandegárias.

    Ex-membro do Likud que tentou sem sucesso assumir a liderança de Netanyahu, o libertário Feiglin, de 56 anos, postula mercado livre e a legalização da maconha, enquanto seu plano para os palestinos está em segundo plano.

    Suas políticas de extrema-direita pedem a anexação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, incentivos monetários para os palestinos emigrarem e a eventual construção de um terceiro templo judeu no local sagrado de Jerusalém que já foi o cenário de dois templos bíblicos.

    O complexo, reverenciado pelos judeus como Monte do Templo e pelos muçulmanos como Santuário Nobre, abriga as mesquitas de Al-Aqsa e do Domo da Rocha, e é um dos locais mais polêmicos do conflito israelo-palestino.

    'Minha solução é justiça, porque esta é a terra de Israel, não a terra de Ismael – é a terra do povo judeu', disse ele à Reuters.

    Mas é sua defesa da legalização da maconha para fins recreativos que parece ter empolgado eleitores jovens de Israel, onde a erva é popular.

    'Uma de suas pautas principais é a legalização, um mercado livre e a liberalização em geral. Não posso dizer que olhei cada linha de sua plataforma, deixei isso para o meu pai', disse Ofir Avisar, de 22 anos, que trabalha em um quiosque de cigarros de um shopping center de Jerusalém.

    Outros são atraídos pela defesa de Feiglin de um governo pequeno.

    'A maconha é uma parte pequena do seu charme', disse Uriya Peled, professor de 27 anos que foi ouvir Feiglin falar em um bar de Rishon Lezion, cidade próxima de Tel Aviv. 'Não me considero de direita, esquerda ou centro, só quero liberdade'.

    (Por Maayan Lubell, Rami Amichai e Ron Bousso)

    0

    0

    25

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Erdogan diz que diferença é pequena demais para oposição declarar vitória em eleição de Istambul

    Erdogan diz que diferença é pequena demais para oposição declarar vitória em eleição de Istambul

    ANCARA (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta segunda-feira que a diferença de votos entre os dois principais candidatos à Prefeitura de Istambul foi pequena demais para a oposição declarar vitória, e que seu partido quer uma recontagem total para lidar com o que classificou como 'crime organizado'.

    Os resultados iniciais da eleição da semana passada mostraram uma vitória apertado de Ekrem Imamoglu, candidato da principal sigla opositora turca, o Partido Republicano do Povo (CHP), nas eleições municipais de 31 de março.

    O partido AKP, de Erdogan, recorreu dos números iniciais em todos os 39 distritos de Istambul, provocando recontagens parciais ou totais na maior cidade do país, que tem cerca de 10 milhões de eleitores. No domingo, o AKP disse ter solicitado uma recontagem total.

    'Os cidadãos estão nos pedindo para proteger seus direitos, estão se queixando de crimes organizados. E nós, como partidos políticos, determinamos tais crimes organizados', disse Erdogan em uma coletiva de imprensa em Istambul.

    O AKP está abalado com sua derrota aparente de Istambul e da capital Ancara, ambas cidades que o partido e seus antecessores islâmicos dominaram durante um quarto de século. O próprio Erdogan se destacou como prefeito de Istambul nos anos 1990 antes de emergir como um líder nacional.

    Ele disse que só aceitará o desfecho depois que a Alta Comissão Eleitoral (YSK) tiver processado todas as apelações.

    'Ninguém tem direito de entrar em clima de vitória eleitoral em uma cidade de 10 milhões de eleitores com uma diferença de 13 mil-14 mil', disse. 'Quando as apelações tiverem sido finalizadas, aceitaremos o resultado'.

    (Por Ece Toksabay; Reportagem adicional de Ali Kucukgocmen)

    0

    0

    25

    1 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. eleicao

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.