alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE eleicao

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia 'Foi uma honra', diz Merkel ao se despedir da liderança de partido

    'Foi uma honra', diz Merkel ao se despedir da liderança de partido

    Por Paul Carrel

    HAMBURGO (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, se despediu nesta sexta-feira do cargo de líder da União Democrata-Cristã (CDU) com um discurso emotivo, à medida que o partido conservador se reúne para escolher um sucessor que terá grandes chances de também substituí-la na liderança do país.

    Os principais candidatos são Annegret Kramp-Karrenbauer, aliada de Merkel e vista como a opção da continuidade, e Friedrich Merz, adversário da chanceler que tem questionado a garantia de asilo concedida pela chanceler e que acredita que a Alemanha, maior economia da Europa, deveria contribuir mais para a União Europeia.

    Em outubro, Merkel anunciou que renunciaria como líder do partido, mas permaneceria no cargo de chanceler, em um esforço para administrar sua saída após uma série de crises desde 2015, quando tomou a polêmica decisão de manter as fronteiras da Alemanha abertas para refugiados fugindo de guerras no Oriente Médio.

    Nesta sexta-feira, durante congresso da CDU em Hamburgo, Merkel expressão gratidão pela oportunidade de liderar o partido por 18 anos, 13 deles como chanceler, durante os quais dominou a política europeia e se consolidou como a principal gestora de crises da região.

    'Foi um grande prazer para mim, foi uma honra', disse, sendo ovacionada por quase 10 minutos e lutando para segurar as lágrimas.

    Descrevendo os múltiplos desafios que a Alemanha tem pela frente, da mudança rápida da tecnologia às mudanças climáticas e à tendência global de abandonar o multilateralismo para defender os interesses nacionais, Merkel disse: 'Em tempos como estes, vamos defender nossas visões progressistas, nosso modo de vida, tanto em casa como no exterior'.

    'A CDU em 2018 não deve olhar para trás, mas olhar para frente, com novas pessoas... mas com os mesmos valores', acrescentou a chanceler, que tem dito que permanecerá neutra na escolha de seu sucessor na liderança do partido.

    O novo líder da CDU será escolhido por 1.001 delegados que votarão durante congresso do partido em Hamburgo. O vencedor provavelmente representará a legenda na próxima eleição federal, marcada para outubro de 2021.

    Levantamento feito pelo instituto Infratest dimap para a emissora ARD mostrou, na quinta-feira, que 47 por cento dos membros da CDU preferem Kramp-Karrenbauer como nova líder, contra 37 por cento que são a favor da escolha de Merz, e 12 por cento do ministro da Saúde, Jens Spahn.

    Merz, de 63 anos, que perdeu uma disputa política para Merkel em 2002 e está voltando para a política após uma década no setor empresarial, é apoiado por membros da CDU que estão insatisfeitos com Merkel. Nesta semana, Merz ganhou apoio do veterano do partido e ex-ministro de Finanças Wolfgang Schaeuble.

    1

    0

    20

    6 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Eleições dão largada na corrida pela Casa Branca em 2020

    Eleições dão largada na corrida pela Casa Branca em 2020

    Por John Whitesides

    WASHINGTON (Reuters) - Que comece a corrida pela Casa Branca em 2020. As eleições parlamentares e para diversos Estados na terça-feira deram o tiro de largada para uma disputa longa, cara e sem dúvida dramática pela Presidência dos Estados Unidos.

    Os democratas, surfando a onda da conquista da maioria na Câmara dos Deputados, entram no ciclo presidencial sem um favorito claro para ser o nomeado do partido pela primeira vez desde o início da campanha de 2004.

    Mais de duas dúzias de candidatos em potencial, incluindo o ex-vice-presidente Joe Biden e uma leva de senadores, governadores, prefeitos e líderes empresariais, vêm se movimentando há meses para angariar doadores e avaliar suas chances de uma indicação do partido.

    Quem certamente estará esperando o vencedor é o presidente Donald Trump, republicano cujos índices de aprovação vêm se mantendo abaixo de 50 por cento desde que tomou posse, mas cuja popularidade dentro de sua legenda tornará qualquer possível desafio de um correligionário altamente improvável.

    Trump foi o grande assunto das eleições de meio de mandato de terça-feira, atiçando o comparecimento dos democratas ansiosos para rejeitá-lo e levando muitos candidatos republicanos a jurar apoio a ele ou correr o risco de uma reação negativa de sua base conservadora.

    Os democratas já estão se questionando sobre qual candidato, estratégia e abordagem têm mais chances de derrotar Trump em 3 de novembro de 2020, e muitos deles devem se antecipar e entrar na disputa já nos próximos meses.

    Quem quer que se consagre no exaustivo processo de indicação democrata Estado a Estado, que começa em Iowa no início de 2020, terá que enfrentar o combativo Trump e ao mesmo tempo elaborar uma agenda alternativa cativante e unir o establishment e a ala progressista do partido, que às vezes se chocam.

    'Haverá muita coisa para os democratas resolverem desta vez', disse Jennifer Palmieri, diretora de comunicações da campanha de Hillary Clinton em 2016. 'Não se trata só de encontrar a pessoa que pode derrotar Trump, mas também a pessoa que tenha uma visão para unir o país'.

    Mesmo as campanhas derrotadas de liberais assumidos como Andrew Gillum, que tentou em vão se tornar o primeiro governador negro do Estado pêndulo da Flórida, e Beto O'Rourke, que empolgou como exemplo de político de raiz mas não conseguiu se eleger senador do conservador Texas, ofereceram lições de como organizar disputas acirradas em territórios pró-Trump, disseram democratas.

    0

    0

    23

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia ANÁLISE–Perda da maioria na Câmara deixa republicanos ainda mais dependentes de Trump

    ANÁLISE–Perda da maioria na Câmara deixa republicanos ainda mais dependentes de Trump

    Por James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - A perda do controle da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos deixará o Partido Republicano com uma bancada parlamentar ainda mais conservadora, mais ligada ao presidente Donald Trump e mais unida em torno da retórica provocadora e da agenda radical do mandatário.

    Embora os republicanos moderados que permanecerão na Câmara possam ver o resultado como um veredicto sobre a estratégia de Trump de se dedicar incansavelmente ao tema da imigração ilegal na reta final da campanha, eles serão uma pequena minoria.

    Segundo projeções das grandes redes de televisão dos EUA, os democratas assumirão o controle da Câmara e os republicanos preservarão sua maioria no Senado.

    Muitos republicanos que perderam a vaga na Câmara são moderados de distritos majoritariamente suburbanos que tentaram manter alguma distância de Trump e sua retórica, mas perderam mesmo assim -- o que deixa um centro reduzido dominado por conservadores de áreas rurais cujo eleitorado é essencialmente pró-Trump.

    Em resumo, Trump continuará sendo Trump. Ainda que alguns republicanos possam culpá-lo pelas derrotas de terça-feira, é improvável que se rebelem, especialmente levando em conta que o partido manteve o comando do Senado.

    Nos últimos dois anos o presidente se mostrou pouco inclinado a mudar seu estilo agressivo ou se tornar conciliador. Ele sabe que continua sendo, sem sombra de dúvida, a figura mais popular de seu partido.

    Agora Trump começa para valer sua campanha de reeleição, durante a qual fará todos os esforços para congregar sua base de apoiadores firmes.

    Isso significa que, mesmo diante de uma oposição democrata mais intensa, Trump deve postular sua agenda 'A América Primeiro', que prioriza questões delicadas como a imigração ilegal e o protecionismo comercial. Isso, por sua vez, aprofundará sua reformulação dramática de um partido que foi definido pelo conservadorismo fiscal, social e nacional durante décadas.

    Saber que os democratas da Câmara não liberarão fundos para um muro na fronteira com o México, por exemplo, não impedirá Trump de continuar voltando ao assunto -- ele pode até achar politicamente mais eficaz transformar seus opositores na Casa em vilões.

    Os republicanos que continuarem na Câmara também terão pouco interesse em cooperar com a nova maioria democrata, o que concentrará o poder republicano no Congresso no Senado e deixará o governo praticamente travado.

    'Uma Câmara democrata significa que, se o presidente quiser que as coisas andem, terá que trabalhar com o outro lado', disse Jason McGrath, pesquisador eleitoral democrata de Chicago.

    'Ele não mostrou nenhuma inclinação para isso, mas será interessante ver se este é um momento em que irá querer governar, ao invés de só marcar pontos'.

    A mudança tem implicações de longo prazo para os republicanos em distritos que se tornaram democratas na terça-feira, e dá aos democratas uma oportunidade para capitalizar avanços em subúrbios antes convictamente republicanos nos quais o nível de escolaridade e a renda estão acima da média nacional – e onde o ceticismo em relação a Trump é profundo.

    O partido já enfrentou dificuldades tentando ampliar a base de apoiadores de classe média, brancos e evangélicos de Trump, perdendo terreno entre mulheres, eleitores suburbanos e com diploma universitário e mostrando pouca habilidade para conquistar eleitores jovens e de minorias.

    Isso quase certamente continuará se uma representação parlamentar em declínio abrir caminho para uma fidelidade ainda maior a Trump.

    No Senado, democratas de centro de Estados em que Trump venceu em 2016, como Joe Donnelly em Indiana e Heidi Heitkamp na Dakota do Norte, foram substituídos por republicanos conservadores que podem atribuir suas vitórias ao presidente.

    Além disso, os republicanos do Senado que eram mais críticos de Trump, Bob Corker e Jeff Flake, estão se aposentando. O mesmo vale para Paul Ryan, presidente republicano da Câmara que em certas ocasiões divergiu do tom do presidente, quando não de suas políticas.

    Tudo isso faz de Trump uma força ainda mais dominante no partido do que era dois anos atrás. E Trump, que fez muita campanha em Estados rurais, pode apontar para as vitórias no Senado como provas de que ainda consegue levar seus eleitores às urnas.

    0

    0

    18

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Eleição parlamentar dos EUA coloca em jogo controle do Congresso e veredicto sobre Trump

    Eleição parlamentar dos EUA coloca em jogo controle do Congresso e veredicto sobre Trump

    Por John Whitesides

    WASHINGTON (Reuters) - Depois de uma campanha polarizada marcada por embates sobre raça, imigração e outros tópicos culturais, os eleitores norte-americanos votam nesta terça-feira para determinar o equilíbrio de poder do Congresso e o futuro da Presidência de Donald Trump.

    As primeiras eleições parlamentares desde que Trump surpreendeu conquistando a Casa Branca em 2016 serão um referendo do presidente republicano polarizador e um teste que mostrará se os democratas conseguem transformar a energia da resistência liberal anti-Trump em vitórias nas urnas.

    'Tudo que conquistamos está em jogo amanhã', disse Trump a apoiadores na noite de segunda-feira em Fort Wayne, no Estado de Indiana, durante um dos três comícios que realizou para incentivar o comparecimento no último dia antes da votação.

    Todas as 435 cadeiras da Câmara dos Deputados e 35 dos 100 assentos do Senado estão em disputa nesta terça-feira nas eleições, concentradas em dezenas de corridas apertadas de costa a costa que, segundo as pesquisas, podem pender para qualquer lado. Também serão decididos 36 governos estaduais.

    Segundo os institutos de pesquisa, os democratas devem conquistar o mínimo de 23 vagas que precisam para ter a maioria na Câmara, o que lhes permitiria frear a agenda legislativa de Trump e investigar seu governo.

    Os republicanos devem manter sua pequena maioria no Senado, que atualmente é de duas cadeiras, preservando assim o poder para aprovar indicações à Suprema Corte e outras instâncias jurídicas.

    Mas ao menos 64 disputas na Câmara continuam competitivas, de acordo com uma análise de três institutos de pesquisa apartidários feita pela Reuters, e o controle do Senado deve ser decidido em meia dúzia de corridas apertadas no Arizona, Nevada, Missouri, Dakota do Norte, Indiana e Flórida.

    Os democratas também têm chance de reconquistar os governos de vários Estados disputados como Michigan, Wisconsin e Ohio, uma ajuda em potencial para o partido nestes locais na eleição presidencial de 2020.

    Em uma polêmica de última hora, NBC, Fox News e Facebook retiraram do ar na segunda-feira um anúncio da campanha de Trump que críticos qualificaram como racista. Na propaganda de 30 segundos, um vídeo de um tribunal que mostra um imigrante mexicano ilegal condenado em 2014 pelo assassinato de dois policiais é justaposto a cenas de imigrantes percorrendo o México.

    O comparecimento do eleitorado pode ser o mais alto para eleições de meio de mandato em 50 anos, preveem especialistas.

    0

    0

    14

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Apoiadores de Trump veem eleição parlamentar como batalha para defender presidente

    Apoiadores de Trump veem eleição parlamentar como batalha para defender presidente

    Por Maria Caspani e Julia Harte e Ned Parker

    MACON, Estados Unidos (Reuters) - Para muitos norte-americano, as eleições parlamentares de meio de mandato desta semana são um referendo sobre as diretrizes radicais, a política combativa e a postura polarizadora do presidente Donald Trump.

    Mas em um comício de Trump realizado no sábado em um hangar lotado em Macon, na Geórgia, e em outros eventos do tipo, as eleições tratam de algo muito diferente: um voto para proteger um líder que os apoiadores veem sob cerco e cuja retórica incendiária é o preço a ser pago por romper com as normas.

    'Ele está devolvendo o emprego das pessoas', disse Barbara Peacock, funcionária aposentada dos correios de 58 anos de Macon enquanto olhava o material de campanha de Trump para 2020. 'Ele está mostrando a realidade'.

    Em comícios repletos de apoiadores majoritariamente brancos em bolsões conservadores do país, ela e muitos defensores de Trump creditam a ele uma melhora no país e em suas vidas.

    Vestindo camisetas de Trump e acenando com cartazes 'Torne a América Grande Novamente' e 'Terminem o Muro', eles esperam fazer das ideias do presidente a força dominante da vida política da nação durante décadas.

    Mas eles enfrentam grandes obstáculos. Nacionalmente cerca de 52 por cento dos EUA desaprovam a atuação de Trump, e mais pessoas dizem que votarão em um candidato democrata do que em um republicano na votação de terça-feira, segunda uma pesquisa Reuters/Ipsos.

    Republicanos pró-Trump estão determinados a desafiar as expectativas, como seu líder fez ao vencer em 2016.

    Em Grand Rapids, no Michigan, o ativista pró-Trump Ben Hirschmann, de 23 anos, acredita que a votação será decisiva para a visão de Trump para os EUA.

    'Trump não está na cédula, mas está na cédula', disse ele em um evento de angariação de eleitores por telefone na sede republicana local. 'Tudo por que votamos em 2016 está em jogo em 2018'.

    Trump tem uma estratégia clara: incentivar o comparecimento republicano se concentrando na imigração ilegal, como uma caravana de imigrantes que atravessa o México rumo aos EUA, e ao mesmo tempo enfatizando os avanços na economia e rotulando seus oponentes democratas como uma 'multidão' raivosa, liberal e perigosa.

    'A escolha é clara', disse ele em um comício em Missoula, em Montana. 'Os democratas produzem multidões, os republicanos produzem empregos'.

    (Reportagem adicional de Steve Holland, em Washington)

    0

    0

    14

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro se reúne com Temer na 4ª-feira para ato simbólico de início da transição, diz Onyx

    Bolsonaro se reúne com Temer na 4ª-feira para ato simbólico de início da transição, diz Onyx

    BRASÍLIA (Reuters) - O indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para comandar a Casa Civil em seu governo, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou nesta quinta-feira que o futuro chefe do Executivo vai se reunir na próxima quarta-feira com o presidente Michel Temer para um 'ato simbólico' do início do processo de transição.

    A equipe de transição de Bolsonaro vai começar a trabalhar a partir da próxima segunda-feira.

    Em rápida entrevista na Câmara dos Deputados, Onyx disse que Bolsonaro vai estar em Brasília na terça e na quarta, e acrescentou que caberá ao presidente eleito definir a estrutura final do governo, ao ser questionado sobre a eventual fusão dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

    O futuro ministro da Casa Civil afirmou, ainda, que a equipe de governo e a sociedade brasileira como um todo estão 'muito felizes' de poder ter como ministro da Justiça o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba (PR).

    'Toda a equipe que vai fazer parte do governo, creio que toda a sociedade brasileira está muito feliz de poder ter uma pessoa da qualidade do doutor Sérgio Moro tratando não apenas da área da Justiça, da Segurança Pública e principalmente o combate à corrupção que sempre foi o grande câncer da relação do poder publico brasileiro', disse.

    Onyx afirmou ter conversado brevemente com Moro nesta quinta-feira, dando os parabéns a ele, e disse que vinha conversando com o juiz desde a semana passada. Questionado, o deputado negou que tenha havido conversa com Moro durante a eleição. 'Não, não, só depois da eleição que surgiu o nome dele', disse.

    O futuro chefe da Casa Civil disse ser amigo de Moro desde 2005, e afirmou que o juiz é uma pessoa que admira pelo 'trabalho extraordinário' na Lava Jato.

    Onyx avaliou que Moro vai indicar pessoas da confiança para a equipe de transição. 'Nós vamos conversar sobre a estrutura que vai estar debaixo do comando dele, e ele vai claramente receber do governo todo respaldo, todo apoio para que ele faca um combate implacável à corrupção', disse.

    (Por Ricardo Brito)

    0

    0

    11

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Democratas lideram disputas para Congresso e governo estadual na Flórida, aponta pesquisa

    Democratas lideram disputas para Congresso e governo estadual na Flórida, aponta pesquisa

    Por Letitia Stein

    TAMPA, Flórida (Reuters) - Os democratas estão liderando as disputas para o Senado dos Estados Unidos e o governo estadual na Flórida, mostrou uma nova pesquisa de intenção da voto da Reuters nesta quarta-feira, dia em que o presidente Donald Trump deve voltar ao Estado para tentar socorrer os candidatos republicanos.

    O senador democrata Bill Nelson tem 5 pontos de vantagem sobre o governador republicano da Flórida, Rick Scott, na disputa por uma vaga no Senado, entre os eleitores prováveis, segundo a pesquisa do Reuters/Ipsos/Centro de Políticas UVA.

    O democrata Andrew Gillum, prefeito de Tallahassee, está mantendo o ímpeto que pode torná-lo o primeiro governador negro da Flórida.

    Ele tem o apoio de 50 por cento dos eleitores prováveis, número inalterado desde a última sondagem da Reuters um mês atrás, enquanto o ex-deputado republicanos Ron DeSantis tem 44 por cento de apoio.

    A candidatura histórica de Gillum pode estar fortalecendo uma disputa democrata que inclui Nelson, que conquistou uma vantagem considerável em uma corrida para o Senado que aparecia empatada em outra pesquisa Reuters/Ipsos do mês passado.

    No levantamento mais recente, 49 por cento dos eleitores prováveis disseram que darão um quarto mandato para Nelson no Senado em Washington, e 44 por cento mostraram desejo de substituí-lo por Scott.

    Uma vitória de Nelson seria crucial para a esperança democrata de conseguir uma maioria no Senado, o que exige conquistar duas cadeiras atualmente ocupadas por republicanos nas eleições de 6 de novembro. A maioria das pesquisas de opinião e de analistas veem uma chance pequena de os democratas assumirem o controle do Senado por terem que defender 10 assentos em Estados nos quais Trump venceu em 2016, incluindo a Flórida.

    Mas a força democrata pode afetar até meia dúzia de disputas acirradas na Flórida para a Câmara dos Deputados. Acredita-se que os democratas têm uma grande chance de obter pelo menos as 23 das cadeiras necessárias para comandar a Câmara, e com ela o poder de frustrar a agenda de Trump.

    Envolvido em uma verdadeira blitz de final de campanha, Trump pretende resgatar seu partido na Flórida, o maior dos Estados que oscilam entre os partidos nas eleições presidenciais.

    Trump agendou comícios nesta quarta-feira em Fort Myers, no litoral sudoeste, e em Pensacola, no norte, no sábado.

    'Isto é um referendo sobre Donald Trump', disse Aubrey Jewett, professor de ciência política da Universidade da Flórida Central, observando que a reputação do presidente depende de uma disputa estadual na qual seu apoio levou à indicação de DeSantis.

    'Se DeSantis perder, isso se refletirá diretamente em Donald Trump na Flórida e no poder e na influência que Trump tem sobre os eleitores da Flórida atualmente'.

    0

    0

    14

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Guedes admite usar reservas internacionais em caso de dólar em torno de R$5

    Guedes admite usar reservas internacionais em caso de dólar em torno de R$5

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O economista Paulo Guedes, indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para ser ministro da Fazenda, negou nesta terça-feira que planeje usar as reservas internacionais do país, a não ser no caso de um 'ataque especulativo' que fizesse o dólar se aproximar de 5 reais, situação em que poderia usar 100 bilhões de dólares.

    Questionado sobre o uso das reservas, Guedes explicou que o tema foi abordado durante um 'overshooting' da moeda norte-americana, que chegou a superar o patamar de 4,20 reais antes do primeiro turno da eleição presidencial.

    'O que existe hoje sobre venda de 100 bilhões de dólares é que, se houver uma crise especulativa, não tem problema nenhum e vai acelerar nosso ajuste fiscal. Se o dólar vier para 4,50 ou 5 reais, vamos vender 100 bilhões dentro da política de esterilização', disse o economista a jornalistas ao chegar para encontro do núcleo do futuro governo com o presidente eleito.

    O jornal Valor Econômico publicou nesta terça-feira que Guedes propôs a redução das reservas internacionais durante discussões internas da equipe do governo eleito, alegando que não faz sentido o Brasil manter nível tão elevado de reservas cambiais, principalmente porque o custo de carregamento é muito alto.

    De acordo com os dados mais recentes do Banco Central, o estoque das reservas atual é de 381,7 bilhões de dólares.

    Guedes, no entanto, destacou que a conversa ocorreu há mais de um mês e não se aplica ao momento atual.

    'Isso (vender reservas) não vai se fazer... se houver crise especulativa nós não temos medo e pode vir. Se tiver crise especulativa e botarem o dólar a mais de 4 e perto de 5 reais, vamos reduzir dívida interna. Agora, vender reservas sem crise, para quê?”, acrescentou.

    O futuro ministro da Fazenda disse ainda que o governo de Bolsonaro vai trabalhar para aprovar no Congresso projeto para dar independência ao Banco Central, com diretores e presidente do BC com mandatos definidos e não coincidentes com o período do mandato do presidente da República.

    “Os mandantes são não coincidentes e essa é a essência da independência“, afirmou.

    O economista também defendeu a permanência de Ilan Goldfajn como presidente do BC, dizendo que seria algo natural, mas acrescentou que essa possibilidade ainda não está definida.

    PREVIDÊNCIA

    Paulo Guedes aproveitou, ainda, para esclarecer declarações do futuro ministro da Casa Civil de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, que disse não ver necessidade de pressa para aprovar uma reforma da Previdência.

    “Vocês estão assustados porque é político falando de economia, é o mesmo que eu sair falando de política. Não vai dar certo“, disse.

    O indicado para liderar a economia no próximo governo reiterou que realizar a reforma da Previdência é uma prioridade, lembrando que controlar os gastos públicos é uma necessidade para o país. Segundo ele, será proposta a criação de um novo regime previdenciário no modelo da capitalização, mas também é necessário corrigir erros do regime atual.

    “Temos que controlar os gastos públicos, e o déficit está galopante... eu digo: aprovem a reforma da Previdência“, afirmou. “Nós vamos criar uma nova Previdência com regime de capitalização, mas tem um Previdência antiga que está aí e é preciso consertar e corrigir os problemas da atual. Nossa Previdência é um avião com cinco bombas a bordo a explodir a qualquer momento.“

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    0

    0

    25

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Lula pede calma ao PT e reafirma Haddad como liderança pós-eleição

    Lula pede calma ao PT e reafirma Haddad como liderança pós-eleição

    Por Lisandra Paraguassu

    SÃO PAULO (Reuters) - Em seu primeiro recado ao PT depois do final das eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao partido para ter calma, esperar a poeira baixar e não se precipitar na avaliação do cenário pós-eleição, e reafirmou a posição de liderança no partido que o presidenciável da sigla, Fernando Haddad, conquistou depois do segundo turno.

    Convocada pela presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann, a Executiva da sigla, acrescida de parlamentares e outros petistas graúdos, se reúne nesta terça-feira em São Paulo para fazer uma primeira avaliação de cenário. No entanto, embalada pelo recado de Lula, a tendência Construindo um Novo Brasil (CNB) --da qual o ex-presidente e Haddad fazem parte-- ecoa a posição lulista.

    'A maioria (da CNB) avaliou que a reunião de amanhã é precipitada. Vamos recomendar que não se tenha nenhuma avaliação. Precisamos ter calma', defendeu o presidente do PT do Rio, Washington Quaquá. 'Todo mundo que ganha uma eleição tem legitimidade democrática. Precisamos fazer oposição a coisas concretas.'

    Um dos coordenadores da campanha de Haddad, o deputado Emídio de Souza esteve nesta segunda-feira com Lula em Curitiba e fez um relato aos membros da CNB em uma reunião nesta tarde. O recado do ex-presidente foi entendido.

    Sua avaliação foi de que o resultado eleitoral não foi bom, obviamente, pela derrota, mas permitiu ao PT liderar um processo que reuniu gente para além dos partidos, em uma frente que envolveu a sociedade, e ir além do que se esperava em uma eleição em que Lula foi impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa.

    Antes de definir um discurso de atuação, o partido tem que decidir como trabalhar para manter isso, contou uma fonte.

    Haddad foi derrotado no segundo turno da eleição presidencial para Jair Bolsonaro (PSL), que teve 55,1 por cento dos votos válidos, contra 44,9 por cento do petista. Apesar da derrota, foram 47 milhões de votos.

    O ex-presidente coloca Haddad, que foi seu substituto na chapa, no centro das discussões daqui para frente. Recomendou que o ex-prefeito de São Paulo seja consultado sobre seus planos e como planeja liderar essa frente de oposição ao governo Bolsonaro.

    Alinhada com os desejos do ex-presidente, a CNB --e outros petistas aliados diretamente a Haddad-- avaliam que o ex-candidato conquistou um espaço que precisa ser usado para que o PT possa continuar liderando essa frente de oposição.

    'Haddad saiu como uma grande liderança, saiu com estatura para ser uma liderança nacional. Antes só tinha Lula', disse Quaquá. 'Haddad passa a ser um grande interlocutor com a sociedade e se credenciou para liderar uma frente democrática. Essa é a posição do Lula também.'

    O tamanho e o papel que Haddad irá desempenhar nesse futuro PT está no centro das preocupações de Lula e do próprio partido. Seus defensores crêem que o tempo de resistências ao ex-prefeito acabou e reconhecem que foi a capacidade dele de conversar com diferentes setores que levou o partido a conseguir ampliar seu leque de apoios --além, claro, da rejeição a Bolsonaro.

    Ainda assim, reconhecem fontes petistas, há setores no partido que temem a perda de liderança e de holofotes para um 'novato'.

    'A discussão é mais complexa que uma avaliação de cenário. Que papel Haddad terá? Isso terá que ser discutido mais profundamente. Que espaço tem? Para cumprir esse papel virá para a estrutura do partido?', disse uma das fontes. 'Precisa pensar o que vai ser feito... as coisas precisam ter um compasso.'

    Em seu discurso depois do anúncio da eleição de Bolsonaro, Haddad se colocou à disposição para liderar uma oposição mas, lembra a fonte, não foi conversado com ele ainda até que ponto pretende colocar seu envolvimento.

    Nesta segunda, o ex-prefeito não foi à reunião da CNB. Pela manhã, saiu de casa apenas para ir até o Insper, onde dá aulas, e perguntado sobre o que faria daqui para frente, disse que voltaria a trabalhar porque tinha apenas tirado uma licença de 90 dias para a campanha.

    0

    0

    53

    1 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. eleicao

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.