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    Eleitores do Zimbábue votam em primeira eleição pós-Mugabe; presidente diz que pleito será justo

    Por MacDonald Dzirutwe e Joe Brock

    HARARE (Reuters) - Os zimbabuanos votaram nesta segunda-feira na primeira eleição após a deposição do ex-presidente Robert Mugabe, um divisor de águas que esperam livrar o país de seu status de pária e fomentar a recuperação da enfraquecida economia.

    Na votação se enfrentam o presidente Emmerson Mnangagwa, de 75 anos e aliado de longa data de Mugabe, e Nelson Chamisa, advogado e pastor de 40 anos que almeja se tornar o chefe de Estado mais jovem do Zimbábue.

    Na véspera da eleição, Mugabe emergiu de oito meses de obscuridade desde que os militares o depuseram em um golpe sem violência para anunciar que votará na oposição, surpreendendo o ex-aliado Mnangagwa, que o acusou de fazer um acordo com Chamisa.

    Depois de votar na cidade central de Kwekwe, Mnangagwa foi indagado a respeito da afirmação de Mugabe de que o pleito não será livre por estar sendo organizado por um 'governo militar'.

    'Garanto a vocês que este país está desfrutando de um espaço democrático que nunca experimentou antes', disse Mnangagwa à televisão pública do lado de fora da cabine de votação.

    'Em qualquer espaço e país democrático, as pessoas têm liberdade para expressa sua opinião, negativa ou positiva'.

    As pesquisas de opinião dão ao ex-chefe de inteligência, que assumiu como presidente depois que o Exército afastou Mugabe, uma pequena vantagem sobre Chamisa. Haverá um segundo turno em 8 de setembro se nenhum candidato conquistar mais de metade dos votos.

    Apelidado de 'Crocodilo', um animal identificado pelo folclore da nação como sorrateiro e impiedoso, Mnangagwa, do partido União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (Zanu-PF), prometeu ressuscitar a economia moribunda, atrair investimento estrangeiro e solucionar as divisões raciais e tribais.

    Para o Zimbábue se reintegrar à arena internacional, livrar-se de sanções prejudiciais e garantir a doação dos fundos que precisa para resolver a falta de dinheiro crônica, observadores têm que confirmar a credibilidade da eleição.

    Na era Mugabe as eleições muitas vezes eram ofuscadas por intimidações, fraudes e violência generalizada, mas o consenso é que os preparativos da atual votação foram melhores do que antes – embora Chamisa tenha acusado a Comissão Eleitoral do Zimbábue de ser tendenciosa.

    Mugabe ainda tem grande influência sobre a sociedade zimbabuana, e seu apoio à oposição pode afetar a primeira eleição sem seu nome nas cédulas desde a independência do Reino Unido em 1980.

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    Blocão decide caminhar junto, mas ainda está indeciso entre Alckmin e Ciro

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O grupo dos chamados partidos de centro formado por PP, DEM, PR, SD e PRB, conhecido como blocão, decidiu na noite de quarta-feira que irá junto para a disputa presidencial e oferecerá o nome do empresário Josué Gomes, filiado ao PR, como candidato a vice, mas ainda está dividido entre apoiar o pedetista Ciro Gomes ou o tucano Geraldo Alckmin.

    'Vai ser uma decisão colegiada, seja por consenso, seja por maioria, mas ainda está dividido, alguns pró-Ciro, outros pró-Alckmin', disse à Reuters o líder do PR na Câmara, José Rocha (BA), nesta quinta-feira.

    Os partidos do blocão ainda discutem para que lado ir na disputa presidencial de outubro. DEM, Solidariedade e PP, apesar das divergências ideológicas, estão mais inclinados a apoiar Ciro, mas outros partidos, como PRB e o próprio PR, têm dificuldades de se aliar ao pedetista e preferem Alckmin.

    A decisão final dever ser tomada na próxima quarta-feira. 'É o deadline', disse Rocha.

    Até agora, no entanto, a decisão é que, não havendo consenso, quem for derrotado irá seguir a escolha da maioria -- uma medida tomada pelos caciques dos partidos, mas que ainda pode enfrentar resistência nas bases.

    O acordo foi fechado na noite de quarta-feira em uma reunião na casa do senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, mas as conversas continuaram nesta quinta-feira em um café da manhã na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Mais tarde, os cinco partidos divulgaram nota conjunta informando que farão 'consultas internas' nos próximos dias.

    'Progressistas, PR, PRB, Democratas e Solidariedade reafirmam a união e o compromisso de construir um projeto comum para as eleições deste ano', disse o grupo. 'Cada partido vai realizar consultas internas nos próximos dias com o propósito de anunciar publicamente uma decisão comum na semana que vem.'

    INFLUÊNCIA FUTURA

    A decisão de caminharem unidos tem uma razão única: garantir que o blocão chegue com força em um eventual próximo governo para ditar as normas no Congresso e influenciar no governo.

    Juntos, os cinco partidos falam em eleger cerca de 200 deputados, o que permitiria a eles, e ao novo governo, trabalhar sem o MDB pela primeira vez desde a redemocratização do país.

    O blocão também elevaria consideravelmente o tempo de televisão e os palanques regionais dos candidatos. O grupo já se reuniu com Ciro e com Alckmin para ouvir propostas e promessas.

    Com o tucano há maior afinidade ideológica, mas no blocão há ceticismo sobre a capacidade de Alckmin decolar na preferência dos eleitores, o que traria o risco de o blocão ficar fora do governo.

    Ciro tem mais potencial de crescimento, segundo a avaliação dos caciques das legendas, mas as posições do candidato pedetista, especialmente nas questões econômicas, incomodam os partidos, mesmo que Ciro tenha admitido suavizar suas postura sobre algumas questões.

    O presidente do PR, Marcos Pereira, disse que em conversa no sábado, em São Paulo, Ciro se comprometeu a aceitar sugestões na área econômica e a não interferir na pauta legislativa em questões de costumes importantes para o partido, como aborto ou questões homoafetivas. “Mas aí vem essa bomba que está em toda imprensa hoje, essa carta para a Embraer...”, disse Pereira.

    Na quarta-feira, Ciro divulgou carta enviada aos presidentes da Boeing e da Embraer em que sugere a dissolução do acordo fechado entre as duas companhias por meio do qual a norte-americana assumirá o controle da divisão de aviação comercial da Embraer através da criação de uma joint venture de 4,75 bilhões de dólares.

    (Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello)

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    Ataque suicida em comício no Paquistão deixa 128 mortos

    QUETTA, Paquistão (Reuters) - Um atentado suicida deixou 128 mortos em um comício no sudoeste do Paquistão no segundo ataque relacionado à eleição nesta sexta-feira, disseram autoridades, em meio a crescentes tensões sobre o retorno do primeiro-ministro destituído Nawaz Sharif ao país antes da votação do dia 25 de julho.

    O ataque foi o mais letal realizado no Paquistão em mais de um ano e é o terceiro incidente de violência relacionada à eleição apenas nesta semana.

    O ato acontece no momento em que o governo provisório do Paquistão lança uma ofensiva contra aglomerações políticas com Sharif, que foi deposto pela Suprema Corte no ano passado e condenado por corrupção na última semana, retornando ao país para apoiar seu partido antes das eleições.

    O ministro da Saúde interino do Baluchistão, Faiz Kakar, disse à Reuters que o número de mortos no ataque subiu para 128, com mais de 150 feridos.

    Qaim Lashari, importante autoridade da polícia, havia dito que mais de mil pessoas estavam participando do comício na cidade de Mastung, na província de Baluchistão.

    Militantes islâmicos ligados ao Taliban, à Al Qaeda e ao Estado Islâmico estão operando na província, que faz fronteira com o Irã e com o Afeganistão.

    O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelo ataque, informou a agência de notícias Amaq, do grupo, que não forneceu mais detalhes ou evidências para sua alegação.

    Entre os mortos está o candidato à Assembleia da Província do Baluchistão Siraj Raisani, cujo irmão Nawab Aslam Raisani foi ministro-chefe da província de 2008 a 2013.

    Raisani é o segundo candidato a ser morto no Paquistão em casos de violência pré-eleitoral nesta semana.

    Mais cedo nesta sexta-feira, uma explosão matou quatro pessoas na cidade de Bannu, atingindo o comboio de campanha de Akram Khan Durrani, um aliado do partido de Sharif.

    (Reportagem de Gul Yousafzai em Quetta)

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    Ataque em comício no Paquistão deixa ao menos 70 mortos, diz ministro

    QUETTA, Paquistão (Reuters) - Um atentado suicida deixou 70 mortos em um comício no sudoeste do Paquistão no segundo ataque relacionado à eleição nesta sexta-feira, disseram autoridades, em meio a crescentes tensões sobre o retorno do primeiro-ministro destituído Nawaz Sharif ao país antes da votação do dia 25 de julho.

    O ataque foi o mais letal realizado no Paquistão em mais de um ano e é o terceiro incidente de violência relacionada à eleição apenas nesta semana.

    O ato acontece no momento em que o governo provisório do Paquistão lança uma ofensiva contra aglomerações políticas com Sharif, que foi deposto pela Suprema Corte no ano passado e condenado por corrupção na última semana, retornando ao país nesta sexta-feira para apoiar seu partido antes das eleições.

    O ministro da Saúde provisório do Baluchistão, Faiz Kakar, disse à Reuters que 70 pessoas morreram no ataque, com mais de 120 feridos.

    Qaim Lashari, importante autoridade da polícia, havia dito que mais de mil pessoas estavam participando do comício na cidade de Mastung, na província de Baluchistão.

    Entre os mortos está o candidato à Assembleia da Província do Baluchistão Siraj Raisani, cujo irmão Nawab Aslam Raisani foi ministro-chefe da província de 2008 a 2013.

    Raisani é o segundo candidato a ser morto no Paquistão em casos de violência pré-eleitoral nesta semana.

    Mais cedo nesta sexta-feira, uma explosão matou quatro pessoas na cidade de Bannu, atingindo o comboio de campanha de Akram Khan Durrani, um aliado do partido de Sharif.

    (Reportagem de Gul Yousafzai in Quetta)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Rejeição e desconfiança da política trazem riscos à legitimidade do próximo presidente

    Rejeição e desconfiança da política trazem riscos à legitimidade do próximo presidente

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O crescente clima de desconfiança e descrédito na política tende a elevar a parcela de eleitores disposta a votar em branco, nulo, ou simplesmente se abster, o que aumenta as incertezas sobre o cenário eleitoral e levanta dúvidas sobre a legitimidade e a estabilidade do próximo presidente, avaliam especialistas.

        Se em eleições passadas prevalecia a percepção que um candidato com altos índices de rejeição seria pouco competitivo na disputa eleitoral, em tempos de apatia e até mesmo de indignação com a política, os níveis de repulsa do eleitorado tornaram-se um denominador comum aos nomes colocados.

        O cofundador do Instituto Update Caio Tendolini pondera que o cenário ainda é muito nebuloso para previsões mais certeiras, mas avalia que a tendência de elevação de brancos, nulos e abstenções não deve ser revertida diante da desconfiança da população e da agudização da crise de representatividade.

        Essa sensação acumulada durante muito tempo gerou essa crise de confiança enorme que vai se manifestando e resulta no voto nulo, no voto branco, ou até mesmo no voto de protesto , disse à Reuters.

         É natural que essa crise de confiança se manifeste em um voto que ou não escolhe ninguém, ou quando escolhe, é para se vingar desse sistema, quase protestar contra esse sistema, de alguma forma.

        Pesquisa Datafolha divulgada no domingo mostra que 28 por cento dos eleitores pretendem votar em branco, anular o voto ou não votar em nenhum candidato nos cenários que não têm o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa, quase 10 pontos a mais que o líder das preferências nesses casos, o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que soma 19 por cento.

    Com Lula no páreo, o petista tem 30 por cento das intenções de voto e a soma de votos nulos e brancos com os que não votarão em nenhum candidato cai a 17 por cento.

    Os dados obtidos até o momento e os sintomas do clima eleitoral dão indícios que um novo presidente da República, se eleito com altos índices de abstenção e rejeição, não terá vida fácil à frente do país

         Do ponto e vista de conjuntura, é o pior clima de todas as eleições desde a restauração da democracia , avaliou a socióloga e especialista em pesquisas de opinião Fátima Pacheco Jordão, acrescentando que a pulverização de candidatos e a divisão entre os partidos tornam o momento pouco animador e há o risco de a atual instabilidade se agravar.

         A minha convicção é que se esse clima perdurar, realmente vamos ter uma eleição que não dará legitimidade aos futuros eleitos , argumentou.

        Na mesma linha, Tendolini, do Update, prevê dificuldades práticas a um candidato eleito com altos níveis de rejeição para tocar seus projetos, negociar com o Congresso e cumprir eventuais promessas de campanha.

        Isso é muito complexo. Para a estabilidade política, para o tipo de reformas que o candidato quiser propor, para as políticas públicas que vai querer propor, os acordos que vai fazer, o olhar que quer dar, a história que quer contar, para a sua gestão... é um desafio que me parece um pouco novo , disse.

    Lula, que lidera com folga a disputa no cenário que aparece como candidato, é o postulante com a segunda maior rejeição, com 36 por cento, atrás do também ex-presidente Fernando Collor de Mello (39 por cento) e à frente de Bolsonaro (32 por cento).

        O pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, é rejeitado por 27 por cento, aponta a pesquisa, e Marina Silva, da Rede, por 24 por cento. Outros 23 por cento não votariam de jeito nenhum em Ciro Gomes (PDT).

        DE VOLTA PARA O FUTURO

        Para Daniel Falcão, especialista em direito eleitoral do escritório Boaventura Turbay Advogados e professor da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), as características do contexto atual remetem à conjuntura das eleições presidenciais de 1989, quando Collor foi eleito.

         É possível que um candidato com uma baixa votação consiga chegar ao segundo turno , disse o especialista, diante do quadro de pulverização de candidaturas, da rejeição aos candidatos, e aos índices de brancos e nulos.

        Na ocasião, com mais de 20 candidatos a presidente, Lula chegou ao segundo turno contra Collor obtendo 17,2 por cento dos votos válidos na primeira rodada.

        Segundo ele, ainda é cedo para se falar em aumento expressivo de brancos e nulos -- pode haver crescimento, mas não tão grande assim . É possível dizer, no entanto, que no segundo turno os níveis de rejeição podem se traduzir na nulidade do voto.

    Para Falcão, que também é especialista em marketing político, no entanto, o jogo ainda não começou e só deve produzir efeitos palpáveis na segunda quinzena de agosto, com as candidaturas já registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a campanha eleitoral propriamente dita em andamento.

         E ainda tem toda a questão do Lula. Todos sabem que essa é uma carta que vai embaralhar o jogo , avaliou.

    O ex-presidente está preso há mais de dois meses, cumprindo pena pela condenação por lavagem de dinheiro e corrupção no caso de tríplex do Guarujá (SP).

    O petista, que alega inocência e diz ser alvo de perseguição política, deve ser impedido de concorrer devido à Lei da Ficha Limpa, mas o PT vem insistindo que ele é o candidato do partido.

    (Reportagem adicional de Eduardo Simões)

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