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    'Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria”, diz Bolsonaro

    (Reuters) - O presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou neste domingo que fará uma “faxina” e que os “marginais vermelhos” serão “banidos” do país, em referência aos seus adversários.

    Em fala transmitida a manifestantes a favor de sua candidatura na avenida Paulista, em São Paulo, e 'dedicada a todo o Brasil' Bolsonaro afirmou que seus apoiadores são a maioria e que eles são “o Brasil de verdade”.

    “Não tem preço as imagens que vejo agora da Paulista e de todo o meu querido Brasil. Perderam ontem, perderam em 2016 e vão perder a semana que vem de novo. Só que a faxina agora será muito mais ampla. Essa turma, se quiser ficar aqui, vai ter que se colocar sob a lei de todos nós. Ou vão pra fora ou vão para a cadeia. Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria”, disse o candidato, em referência aos que apoiam seu adversário, Fernando Haddad (PT).

    “Essa pátria é nossa. Não é dessa gangue que tem uma bandeira vermelha e tem a cabeça lavada”, afirmou.

    A exemplo do ocorrido no primeiro turno, manifestantes a favor de Bolsonaro foram às ruas neste domingo para defender o candidato, um dia após protestos contra o líder nas pesquisas.

    Vídeos e imagens publicados em seu perfil do Twitter mostravam multidões em manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Maceió, Salvador, Belém e Brasília, entre outras cidades.

    O capitão reformado aproveitou a fala para bater mais uma vez na tecla da corrupção, acusando Haddad de estar próximo de ser preso para fazer companhia ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre pena desde abril em Curitiba após condenação por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do apartamento tríplex no litoral de São Paulo.

    “Aqui não terá mais lugar para a corrupção. E seu Lula da Silva, se você estava esperando o Haddad ser presidente para soltar o decreto de indulto, eu vou te dizer uma coisa: você vai apodrecer na cadeia. E brevemente você terá Lindbergh Farias (senador do PT) para jogar dominó no xadrez. Aguarde, o Haddad vai chegar aí também. Mas não será para visitá-lo, não, será para ficar alguns anos ao teu lado”, afirmou.

    “Já que vocês se amam tanto, vocês vão apodrecer na cadeia. Porque lugar de bandido que rouba o povo é atrás das grades.”

    O tom da fala, em clima de vitória, apesar do pedido do candidato para que seus apoiadores não se desmobilizem até a votação no próximo domingo, seguiu com Bolsonaro afirmando que irá cortar as “mordomias” de petistas.

    “Pretalhada, vai tudo vocês para a ponta da praia. Vocês não terão mais vez em nossa pátria”, avisou.

    “Vocês não terão mais ONGs para saciar a fome de mortadela de vocês. Será uma limpeza nunca vista na história do Brasil.”

    O candidato aproveitou para reafirmar que as Forças Armadas e de segurança terão papel importante em seu governo. Mais cedo, em vídeo de entrevista à Band divulgado em seu Twitter, o presidenciável afirmou que poderia utilizar militares para patrulhamento de rotina nas cidades, desde que o Congresso aprove excludentes de ilicitude.

    Também voltou a declarar que pretende tipificar como terrorismo as atividades do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

    “Vocês verão umas Forças Armadas altivas. Que estará colaborando com o futuro do Brasil. Vocês, pretalhada, verão uma Polícia Civil e Militar com retaguarda jurídica para fazer valer a lei no lombo de vocês”, ameaçou.

    “Bandidos do MST, bandidos do MTST, as ações de ações serão tipificadas como terrorismo. Vocês não levarão mais o terror ao campo ou às cidades. Ou vocês se enquadram e se submetem às leis ou vão fazer companhia ao cachaceiro lá em Curitiba.”

    O segundo turno da eleição presidencial entre Bolsonaro e Fernando Haddad (PT) ocorre no próximo dia 28. Segundo pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, Bolsonaro tem 59 por cento dos votos válidos, enquanto Haddad soma 41 por cento.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Bolsonaro diz que 'não existe isso de fechar o STF'

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse que desconhece o vídeo que viralizou nas redes sociais neste domingo em que seu filho Eduardo Bolsonaro diz que para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) basta uma soldado e um cabo e completou que quem fala isso precisa procurar um psiquiatra.

    Ao ser informado que o vídeo era do filho, o presidenciável disse que a menção foi tirada de contexto. ”Não existe isso de fechar o STF e quem falou em fechar o STF tem que consultar um psiquiatra', disse ele a jornalistas na casa do empresário Paulo Marinho.

    'Desconheço (o vídeo). Duvido. Alguém tirou de contexto', acrescentou.

    No vídeo, ao ser questionado sobre a possibilidade de o Supremo impedir Bolsonaro assumir a Presidência em caso de vitória no primeiro turno, Eduardo disse que se isso ocorresse, o STF teria que 'pagar para ver'. Não ficou claro quando o vídeo foi gravado.

    Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL, afirmou em sua conta no Twitter após a divulgação das imagens que o vídeo foi gravado há quase quatro meses.

    'Se o STF quiser arguir qualquer coisa, sei lá, 'recebeu uma doação ilegal de 100 reais do José da Silva, impugna a candidatura dele', eu não acho isso improvável não, mas aí vai ter que pagar para ver', disse Eduardo no vídeo.

    'Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá, se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe, manda um soldado e um cabo... O que que é o STF? Tira o poder de caneta de um ministro do STF, o que é ele na rua?', continou. 'Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter uma manifestação popular a favor do ministro do STF?'

    Nesta tarde, após o escândalo gerado pelo vídeo, Eduardo tuitou negando que tenha defendido o fechamento do STF, afirmando que apenas repetiu uma brincadeira.

    'Eu respondi a uma hipótese esdrúxula, onde Jair Bolsonaro teria sua candidatura impugnada pelo STF sem qualquer fundamento. De fato, se algo desse tipo ocorresse, o que eu acho que jamais aconteceria, demonstraria uma situação fora da normalidade democrática. Na sequência citei uma brincadeira que ouvi de alguém na rua', disse Eduardo, que foi reeleito deputado federal por São Paulo.

    'Se fui infeliz e atingi alguém tranquilamente peço desculpas e digo que não era minha intenção', acrescentou.

    A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Rosa Weber, que também é ministra do STF, procurou minimizar o vídeo.

    'Me foi trazido pela assessoria o vídeo e também me foi trazido que o vídeo já foi desautorizado pelo candidato', disse Rosa em entrevista coletiva no TSE.

    'De qualquer sorte, o que tenho a registrar, embora não sendo presidente do Supremo Tribunal Federal e sim do Tribunal Superior Eleitoral, que no Brasil as instituições estão funcionando normalmente...juízes todos no Brasil honram a toga, não se deixam abalar por qualquer manifestação que eventualmente possa ser compreendida como de todo inadequada.'

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    “Ainda não descobrimos o milagre” para evitar fake news, diz presidente do TSE

    BRASÍLIA (Reuters) - A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, afirmou neste domingo que ainda não conseguiu uma solução para coibir a disseminação de notícias falsas, ainda que tenha negado qualquer erro de atuação por parte da Justiça Eleitoral.

    Rosa afirmou que a Justiça Eleitoral dará a resposta “adequada” às suspeitas de compra de pacotes de envio em massa de notícias falsas na campanha eleitoral, mas respeitando o prazo exigido pelo devido processo legal.

    “Se tiverem a solução para que se evitem ou se coíbam fake news, por favor, nos apresentem. Nós ainda não descobrimos o milagre”, disse a presidente do TSE, em coletiva ao lado de outras autoridades como o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), general Sérgio Etchegoyen, e a advogada-geral da União, Grace Mendonça, além do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, entre outros.

    A ministra se disse especialmente preocupada com as notícias falsas que têm como objetivo “minar” a credibilidade da Justiça Eleitoral e do sistema eletrônico de votação, defendido como seguro e hígido pelos presentes na coletiva e lembrou que o fenômeno das fake news ocorre em proporção mundial.

    Com fala mais enfática, a advogada-geral Grace Mendonça afirmou que o sistema de votação eletrônica é seguro, confiável e auditável e disse que os envolvidos têm trabalhado para garantir a regularidade do processo.

    “Não estamos brincando em serviço, estamos trabalhando intensamente.”

    PRAZO

    Mais de uma vez questionada sobre o risco de realização do segundo turno sob a incerteza sobre a validade do processo, após denúncias de envolvimento de empresas em envio de mensagens em massa por WhatsApp para favorecer o candidato Jair Bolsonaro (PSL), Rosa afirmou que a Justiça eleitoral “não combate boatos com boatos”.

    “Há um tempo para a resposta responsável. A Justiça Eleitoral combate boatos com respostas fundamentadas no âmbito das ações judiciais que lhe são propostas. E as ações judiciais exigem a observância do devido processo legal nos exatos termos da Constituição”, disse a presidente da corte.

    “Direito tem o seu tempo. A nossa Constituição, que é uma Constituição democrática, uma Constituição cidadã, assegura um devido processo legal... Nós, observado o devido processo legal, daremos no momento oportuno a resposta adequada.”

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Eleitores vão decidir entre um miliciano e um professor, diz Haddad

    (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou que os brasileiros vão escolher entre um miliciano que quer armar a população e um professor no segundo turno da eleição que ele disputa contra Jair Bolsonaro (PSL).

    'O Brasil está entre dois projetos. De um lado nós temos um miliciano que quer armar a população e do outro um professor que quer educar, um professor que quer gerar emprego', disse Haddad em comício no Ceará neste sábado.

    O petista criticou seu adversário por, segundo ele, insuflar um atrito com a Venezuela. Bolsonaro tem afirmado que uma vitória de Haddad na eleição pode levar o Brasil a uma crise nos moldes dos venezuelanos.

    'Estão querendo que a gente crie uma guerra com a Venezuela, temos que encontrar a paz. Não vamos transformar o Brasil num Oriente Médio', disse à multidão de apoiadores.

    Haddad passou o sábado no Ceará, Estado em que Ciro Gomes (PDT) obteve a liderança no primeiro turno, em busca de votos do pedetista, que anunciou 'apoio crítico' ao PT no segundo turno.

    Ao comentar os elogios de Bolsonaro às políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e vídeo em que o adversário aparece batendo continência para a bandeira dos EUA, Haddad ressaltou que pretende defender os interesses nacionais.

    'Eu não bato continência para a bandeira americana. Não vou deixar instalar uma base americana aqui, não vou dar Alcântara para os americanos, não vou dar Amazônia, não vou dar o pré-sal...Quem é ele para alienar o nosso patrimônio? Nós é que descobrimos, com pesquisa, com ciência', afirmou.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

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    Manifestantes fazem novo protesto contra Bolsonaro em cidades do país

    SÃO PAULO (Reuters) - Manifestantes contrários ao candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, voltaram às ruas de várias cidades do país neste sábado para realizar protestos contra o líder das pesquisas, repetindo atos que ocorreram no final de setembro.

    O protesto foi convocado pelo grupo Mulheres Contra Bolsonaro, sob o argumento de que o candidato representa 'risco à democracia'.

    'Este ato não representa apenas a continuidade da luta das mulheres iniciada no dia 29 de setembro, mas também vem ao encontro das recentes manifestações de preocupação por parte da imprensa internacional, de diversas entidades de defesa dos direitos civis e humanos e de juristas, advogados e intelectuais com o que uma eventual vitória de Bolsonaro representa para nossa democracia', afirmou a organização do ato em nota.

    Em São Paulo, os manifestantes de reuniram na Avenida Paulista, chegando a fechar as duas pistas na altura do Masp, e depois seguiram em passeata.

    'Vamos buscar a virada, não é momento de se intimidar', disse o candidato à Presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, que participou do ato e apoia no segundo turno o petista Fernando Haddad, que está atrás de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto.

    De acordo com pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, Bolsonaro tem 59 por cento dos votos válidos, enquanto Haddad soma 41 por cento.

    No Rio de Janeiro, a concentração ocorreu na Cinelândia, reunindo representantes de diversos movimentos sociais.

    A candidata a vice na chapa de Haddad, Manuela D´Ávila, participou da manifestação em Porto Alegre, sob os gritos de 'Manu no Jaburu', em referência à residência oficial do vice-presidente.

    Algumas cidades do exterior também tiveram protestos contra Bolsonaro, incluindo Buenos Aires.

    Numa onda semelhante ao “#MeToo”, em que mulheres cobram punições a autores de assédio e direitos iguais aos dos homens, grupos em redes sociais com milhões de seguidores começaram a pregar o “#EleNão”, voto contra Bolsonaro nas eleições, e no final do mês passado convocaram atos que tiveram grande participação de manifestantes pelo país.

    O segundo turno da eleição presidencial entre Bolsonaro e Haddad ocorre no próximo dia 28.

    (Por Tatiana Ramil)

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    PF abre inquérito para investigar disparo de mensagens sobre presidenciáveis

    (Reuters) - A Polícia Federal (PF) confirmou neste sábado a abertura de inquérito, requerido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para investigar disparo de mensagens via WhatsApp sobre os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    Na véspera, a procuradora-geral havia requisitado à PF a instauração de inquérito para apurar se empresas de tecnologia da informação têm disseminado, de forma estruturada, mensagens em redes sociais referentes aos dois candidatos.

    De acordo com nota da PGR, 'o objetivo é verificar a existência de eventual utilização de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar notícias falsas'.

    No documento enviado ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, Raquel Dodge informa que os fatos mencionados em reportagens jornalísticas já motivaram a abertura de procedimento apuratório pela Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE).

    Segundo reportagem publicada na quinta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Na sexta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou a abertura de uma investigação requerida pela chapa de Haddad sobre o suposto envio de mensagens em massa por WhatsApp bancado por empresários contra petistas.

    O WhatsApp, controlado pelo Facebook, informou na sexta que estava “tomando medida legal imediata” contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

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    Haddad lamenta que TSE não tenha permitido busca e apreensão em investigação de mensagens

    (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, lamentou neste sábado que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenha rejeitado os pedidos requeridos pela coligação petista para fazer busca e apreensão em empresas supostamente envolvidas no envio de mensagens em massa por WhatsApp para favorecer o candidato Jair Bolsonaro (PSL).

    O ministro Jorge Mussi, do TSE, autorizou na sexta-feira a abertura de uma investigação sobre mensagens supostamente bancadas por empresários contra petistas, mas barrou pedidos para conceder liminares para fazer busca e apreensão e quebrar sigilos bancário, telefônico e telemático de empresários.

    'Esse esquema de corrupção que foi montado para ajudá-lo (Bolsonaro) precisa ser desbaratado e eu lamento que a Justiça Eleitoral não tenha permitido a busca e apreensão, porque busca e apreensão dos computadores das empresas criminosas e eventual prisão de um dos empresários que fez contribuição ilegal poderia resolver esse problema agora, e ele saindo do primeiro turno para a entrada do (terceiro colocado) Ciro (Gomes)', disse Haddad a jornalistas em Fortaleza.

    'O WhatsApp já baniu 100 mil perfis falsos ligados a Bolsonaro. Ele tinha 100 mil robôs trabalhando para ele a peso de ouro, mentindo sobre mim e minha família. Ele é um sujeito desqualificado, por isso que ele não me enfrenta', completou.

    Segundo Haddad, o TSE precisa agir para barrar esse tipo de comportamento nas próximas eleições também.

    'É uma quadrilha que tem de ser desbaratada porque pode atuar em outras eleições. Já atuou no primeiro turno, elegendo parlamentares que ninguém conhece. São parlamentares de WhatsApp, e pode eleger governador que nunca ninguém viu, que não tem currículo. É muito grave para a democracia', afirmou.

    Em campanha no Nordeste, Haddad destacou a importância de dar continuidade ao Programa de Aceleração do Crescimento na região, local onde obteve grande votação no primeiro turno, e que, segundo ele, será decisiva para tentar reverter a vantagem de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto.

    'Nós temos que retomar as obras do PAC. Sem o PAC, o Nordeste vai parar. Retomar as obras é gerar emprego e aumentar a produtividade da economia local', defendeu.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

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    Bolsonaro admite chance de manter Ilan Goldfajn no BC e defende fim da reeleição

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou neste sábado que nem tudo do governo de Michel Temer é ruim e não descartou a possibilidade de manter o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, caso seja eleito, além de defender o fim da reeleição presidencial.

    ”Não sei se ele vai ser mantido, mas o que está dando certo você tem que continuar e não vou dizer que tudo está errado no governo Temer“, disse Bolsonaro a jornalistas, acrescentando que a escolha para o BC será feita junto com o economista Paulo Guedes, seu escolhido para ser ministro da Fazenda.

    De acordo com reportagem da Bloomberg desta semana, Goldfajn vem se preparando para deixar o cargo no fim deste ano. O BC informou que não comentaria a notícia.

    Em entrevista no Rio de Janeiro, onde gravou programas para o horário eleitoral, Bolsonaro prometeu trabalhar por uma reforma política que promove o fim da reeleição e uma redução no quadro de parlamentares.

    “O que eu pretendo é fazer uma excelente reforma política, acabando com o instituto da reeleição, que começa comigo caso seja eleito, e reduzindo um pouco, em 15 ou 20 por cento, a quantidade de parlamentares“, disse ele.

    O candidato do PSL afirmou ainda que está quase definido que o astronauta Marcos Pontes será o ministro da Ciência e Tecnologia e que se for eleito vai tirar a pasta da Comunicação da Ciência e Tecnologia.

    Ao ser perguntado se a Comunicação poderia se fundir com a Educação, ele disse que essa poderia ser uma boa ideia.

    Sobre a denúncia de que empresários teriam se mobilizado para uma onda de mensagens em redes sociais em seu favor e contra o petista Fernando Haddad, Bolsonaro afirmou que “não tem nada a ver com isso“.

    “Eu não preciso de fake news”, disse.

    O presidenciável reiterou sua admiração pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Ele quer a América grande e nós também queremos o Brasil. Ele reduziu carga de impostos e muitos criticaram mas isso gerou emprego”, afirmou Bolsonaro.

    “Eu gosto muito dele e nunca neguei, ou querem que eu admire o (presidente venezuelano, Nicolás) Maduro ou governo cubano“, questionou o candidato do PSL.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    Inquérito indica participação do PCC no atentado a Bolsonaro, diz presidente do PSL

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse nesta sexta-feira que teve acesso ao relatório sobre o atentado ao presidenciável do partido, Jair Bolsonaro, e que ele mostra ligação do crime com a facção criminosa PCC.

    “No primeiro inquérito, a PF diz que ele (Adélio Bispo de Oliveira) cometeu o crime sozinho, mas o que ela quis dizer foi que a facada foi dada sozinho“, afirmou Bebiano em entrevista coletiva. 'No segundo inquérito tem fortes indícios de participação do PCC, e curiosamente um homem foi morto na pensão onde morava o Adélio.”

    Bebianno disse que, assim como teve acesso ao inquérito, a imprensa também deveria ter.

    'Tive acesso e logo logo isso virá à tona, mas é muito grave o que está acontecendo e há também fortes indícios de lavagem de dinheiro em torno do Adélio”, ressaltou.

    Ao ser questionado qual seria o interesse do PCC no ataque a Bolsonaro, Bebianno disse que o interesse “é que o Brasil não se organize, que a polícia não se fortifique e que o Brasil continue com políticas frouxas de segurança publica“.

    Bolsonaro foi esfaqueado no dia 6 de setembro durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG) e passou por duas cirurgias.

    O presidente do PSL acredita que há riscos de Bolsonaro sofrer novos atentados, por isso a decisão de não permitir que o candidato participe de eventos de campanha.

    ACUSAÇÃO FRÁGIL

    O presidente do PSL disse ainda que a acusação contra Bolsonaro sobre 'fake news' é frágil e espera que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seja rápido em esclarecer o assunto.

    “Todo processo judicial merece celeridade e nós acreditamos que esse processo especificamente terá celeridade porque não tem fundamento algum”, disse Bebianno a jornalistas. “Foi feita uma petição vazia baseada numa matéria de jornal igualmente vazia.'

    O PT entrou na quinta-feira no TSE com pedido de investigação judicial contra a candidatura de Bolsonaro por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social, com base na suspeita de que a campanha esteja sendo beneficiada pelo disparo em massa de mensagens contra o PT, pagas por empresários simpatizantes do candidato.

    Nesta sexta-feira, o WhatsApp informou que está 'tomando medida legal imediata' contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

    Pouco depois da coletiva de Bebianno, o TSE informou que autorizou a abertura da investigação requerida pela chapa de Fernando Haddad (PT).

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    TSE autoriza investigação pedida pela chapa de Haddad sobre suposto envio de mensagens anti-PT por empresários

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou nesta sexta-feira a abertura de uma investigação requerida pela chapa presidencial de Fernando Haddad sobre o suposto envio de mensagens em massa por WhatsApp bancado por empresários contra petistas, conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo.

    A coligação de Haddad tinha requerido na quinta-feira a apuração com o objetivo de cassar a chapa do adversário e líder das pesquisas na corrida ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (PSL), apontado pela chapa petista como beneficiário da ação que teria sido feita por empresários.

    Embora tenha autorizado a investigação, o ministro do TSE rejeitou os pedidos de liminar requeridos pela coligação petista para conceder liminares para fazer busca e apreensão e quebrar sigilos bancário, telefônico e telemático de empresários e empresas supostamente envolvidos no caso.

    '(...) Observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio, no exame aprofundado que a regular instrução assegurará (LC nº 64/90, art. 22, V a VIII), razão pela qual, à míngua dos pressupostos autorizadores, indefiro as postulações cautelares', decidiu o magistrado.

    Ao autorizar a instauração da Ação de Investigação Judicial Eleitoral, o ministro do TSE determinou a citação dos envolvidos para, no prazo de cindo dias, oferecerem defesa.

    Nesta sexta-feira, o WhatsApp informou que está 'tomando medida legal imediata' contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    PDT pede anulação da eleição presidencial por abuso de poder econômico

    BRASÍLIA (Reuters) - O PDT apresentou nesta sexta-feira uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a anulação da eleição presidencial pela prática de abuso de poder econômico com base principalmente em reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada na véspera que aponta que empresários teriam bancado gastos com a divulgação de mensagens por meio de WhatsApp contra o candidato do PT, Fernando Haddad, o que beneficiaria Jair Bolsonaro (PSL).

    O partido alega que esse tipo de despesa é proibido por lei e manipula, de certa forma, o resultado das urnas. Na peça, com mais de 30 páginas, o PDT requer ainda que sejam investigadas pessoas, físicas e jurídicas, para comprovar a utilização de recursos não contabilizados pela campanha de Bolsonaro, pedindo a quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático deles.

    “O Código Eleitoral é muito claro quando diz que, caso seja comprovado o abuso de poder econômico por parte de um dos concorrente, automaticamente o pleito se torna viciado, gerando assim um desequilíbrio entre os concorrentes e comprometendo todo o processo eleitoral. Entendemos que a disseminação das chamadas “fake news” via redes sociais, principalmente contra o candidato do PT, criou uma desigualdade que alterou o resultado das urnas”, afirmou Carlos Lupi, presidente do PDT, em nota divulgada pelo partido.

    O PDT alega que a prática de disseminação de notícias falsas prejudicou o candidato do partido na corrida presidencial, Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar e que, por isso, não passou para o segundo turno. A legenda diz que a prática já tinha ocorrido no primeiro turno.

    'Assim, foram prejudicados todos os concorrentes do pleito eleitoral, já que o aporte financeiro das pessoas jurídicas trouxe um flagrante desequilíbrio entre a paridade das armas dos concorrentes. Todavia, o mais prejudica foi o candidato Ciro Gomes, haja vista que era quem mais detinha condições de ganhar no segundo turno, inclusive, com ampla margem de votos contra o candidato Jair Bolsonaro', argumenta.

    O PDT quer que a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) seja julgada procedente após seu trâmite regular, com a anulação dos votos da chapa de Bolsonaro e a convocação de novas eleições para presidente e vice-presidente da República.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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