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    Modi promete Índia inclusiva após vitória marcante em eleição

    Por Alasdair Pal e Mayank Bhardwaj

    NOVA DÉLHI/AYODHYA (Reuters) - O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, prometeu unir o país nesta quinta-feira após uma grande vitória eleitoral com a qual seu partido ruma para ampliar a maioria parlamentar com uma plataforma de políticas pró-mercado e uma postura dura na segurança nacional.

    Dados oficiais da Comissão Eleitoral da Índia mostraram o Partido Bharatiya Janata (BJP), legenda hindu-nacionalista de Modi, com 298 das 542 cadeiras em disputa, mais do que as 282 que conquistou em 2014 e mais do que as 272 necessárias para ter maioria na câmara baixa do Parlamento.

    O resultado lhe daria a primeira maioria consecutiva de um único partido desde 1984.

    'Hoje construiremos uma Índia forte e inclusiva', disse Modi no Twitter nesta quinta-feira. 'A Índia vence novamente!'

    O triunfo de Modi animou os mercados financeiros, já que os investidores esperam que seu governo continue a realizar reformas econômicas. Ele será pressionado a gerar empregos para as dezenas de milhões de jovens que chegarão ao mercado de trabalho nos próximos anos e a fortalecer as rendas declinantes no campo.

    'Os desafios imediatos são tratar do emprego, a questão da renda agrícola e ressuscitar o setor bancário', disse Madan Sabnavis, economista-chefe da Care Ratings de Mumbai.

    Mas cumprir a promessa de unir o país será difícil porque a campanha do BJP foi polarizadora com frequência, levando a comunidade muçulmana minoritária a expressar o temor de estar sendo tratada como cidadãos de segunda classe.

    A promessa do premiê de endurecer contra o movimento separatista na Caxemira de maioria muçulmana também aumentou a tensão com o arquirrival Paquistão, que tem armas nucleares.

    Agora membros de seu partido querem que ele adote uma postura mais dura na segurança nacional, além de construiu um templo polêmico no local de uma mesquita que foi demolida por uma multidão de hindus em Ayodhya em 1992.

    Em meio às comemorações do BJP, líderes do partido Congresso se mostravam desanimados.

    'Por que, apesar de uma economia fraca, as pessoas preferiram o BJP é algo que temos que entender', disse Salman Soz, um porta-voz partidário.

    O desempenho ruim do Congresso, que só obteve 52 cadeiras, porá em questão a liderança de Rahul Gandhi, descendente da dinastia Nehru-Gandhi cujos pai, avó e bisavô serviram como premiês.

    Os resultados finais estão previstos para a noite desta quinta-feira.

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    Europa realiza votação 'mais importante' da história da UE

    Por Alastair Macdonald

    BRUXELAS (Reuters) - Eleitores europeus começarão a escolher na quinta-feira os novos membros do Parlamento da União Europeia, em uma eleição de quatro dias que influenciará não só a formulação de políticas em Bruxelas nos próximos cinco anos, mas também o próprio futuro do projeto da UE.

    Em 2014, nacionalistas hostis à UE dobraram sua presença na assembleia e lideraram as urnas no Reino Unido, e em 2016 venceram um referendo que decidiu a saída de um dos maiores membros do bloco -- ou quase.

    Cinco anos mais tarde, as pesquisas mostram os eurocéticos vencendo novamente. Mas a separação britânica da União Europeia ainda não ocorreu e pode não ocorrer, os inimigos mais ferozes de Bruxelas ainda lutarão para passar dos 20% e a extrema-direita chega ao final de semana atingida pelo escândalo causado por um vídeo de um líder austríaco em conluio com um suposto oligarca russo ansioso para obter favores.

    Outros que querem deter ou reverter tendências federalistas, ou até descartar a UE por completo, também enfrentam ventos contrários. Alguns dos que estão no poder também terão que enfrentar apoiadores desiludidos, com destaque para a coalizão entre a Liga e o Movimento 5 Estrelas no governo italiano.

    O projeto europeu está enfrentando uma série de desafios, entre eles o desprezo inédito de um presidente norte-americano que festeja os populistas europeus, disputas fronteiriças causadas por imigrantes e uma economia abalada pela dívida pública e posta em xeque pela ascensão da China.

    Mas os partidos que buscam uma ação coletiva continental em temas comuns como comércio, segurança, imigração ou mudança climática ainda devem dominar a câmara, embora com uma maioria menor.

    Os europeus também se preparam para lembrar acontecimentos que forjaram a UE: os 75 anos passados desde que os norte-americanos chegaram à França para derrotar a Alemanha nazista e desde que forças russas deixaram os alemães esmagarem um levante pela liberdade na Polônia, e 30 anos desde que os alemães derrubaram o Muro de Berlim para reaproximar o leste e o oeste da Europa.

    Mas as lembranças das guerras não bastaram para criar fé em um futuro de união. Jean-Claude Juncker, que será substituído no executivo da UE após a eleição, alertou para uma onda crescente de nacionalismo, e não só nas periferias.

    Já o presidente francês, Emmanuel Macron, disse se tratar 'indubitavelmente da eleição mais importante' desde a primeira, de 1979, e pediu a cooperação de conservadores, socialistas e verdes para enfrentar uma congregação de forças anti-UE.

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    Biden larga com força, mas terá armadilhas na corrida presidencial dos EUA

    Por James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden mostrou uma força surpreendente nas três primeiras semanas da campanha pela indicação democrata para disputar a Presidência em 2020, provocando a pergunta: alguém pode detê-lo?

    Biden tem uma vantagem considerável sobre os outros 23 pré-candidatos do partido nas pesquisas de opinião. O presidente Donald Trump, um republicano, o trata como sua maior ameaça.

    Antes do início formal da campanha no sábado, em um comício a céu aberto na Filadélfia, Biden, de 76 anos, pareceu calar os questionamentos sobre sua idade, sua capacidade de arrecadar fundos e de estar em descompasso com o Partido Democrata.

    'Agora o resto da corrida gira em torno de Joe Biden', disse Joe Trippi, uma autoridade democrata de longa data que não integra a campanha.

    Mas pode haver armadilhas à frente. A primeira grande oportunidade dos concorrentes de Biden para minar sua dianteira vem no mês que vem, no primeiro de uma série de debates presidenciais democratas.

    Biden pode se tornar o principal alvo dos ataques, particularmente dos progressistas. Ele também tem um histórico de gafes, algo que pode ser problemático na arena nacional.

    Só na última semana, ele foi questionado por sua postura em relação ao combate à mudança climática e seu apoio a um projeto de lei anticrime dos anos 1990 que, segundo críticos, levou ao encarceramento em massa de negros.

    'Estou dizendo há tempos que os melhores dias de Joe Biden serão o início de sua campanha', afirmou Charles Chamberlain, diretor-executivo do grupo de ativismo progressista Democracy for America.

    Segundo a Real Clear Politics, Biden tem o apoio de cerca de 40% do eleitorado democrata na média das pesquisas de opinião, o que lhe dá uma vantagem de mais de 20 pontos percentuais sobre seu concorrente mais próximo, o senador Bernie Sanders, do Vermont.

    Estrategistas presidenciais experientes disseram à Reuters que, embora acreditem que alguns outros democratas se tornarão concorrentes sérios eventualmente, a força de Biden provavelmente é sustentável.

    Eles citaram dois fatores principais: o grande número de postulantes democratas torna difícil qualquer um deles se destacar, e os eleitores tendem a evitar riscos quando procuram um candidato que vença o presidente de turno.

    Em eleições recentes, favoritos de primeira hora como o democrata Al Gore, ele mesmo um ex-vice-presidente, em 2000 e o republicano Mitt Romney em 2012 tinham a indicação praticamente garantida, apesar de alguns tropeços pelo caminho.

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    Partido de May despenca para 5º lugar em pesquisa britânica para eleição europeia

    Por Guy Faulconbridge

    LONDRES (Reuters) - O Partido Conservador, da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, caiu para o quinto lugar em uma pesquisa de intenção de voto para a eleição do Parlamento Europeu em 23 de maio, aumentando a pressão para que a premiê anuncie a data de sua renúncia.

    O Partido do Brexit, de Nigel Farage, subiu quatro pontos percentuais e está na liderança com 34%, enquanto os conservadores têm só 10%, mostrou a pesquisa YouGov para o jornal Times. O Partido Trabalhista, principal sigla de oposição a May, caiu cinco pontos e aparece com 16%.

    Os liberais-democratas e os verdes, dois partidos que apoiam a permanência na União Europeia, apareceram com 15% e 11%, respectivamente.

    A queda acentuada do apoio aos conservadores aumenta a pressão para May marcar uma data para sua saída. Veteranos do partido querem que ela apresente um cronograma nesta semana.

    Quase três anos depois de o Reino Unido decidir sua saída da UE por 52% a 48% dos votos, ainda não existe consenso entre os políticos britânicos no tocante a quando, como ou mesmo se a separação deveria ocorrer.

    'A razão de eu estar de volta hoje fazendo o que estou fazendo é que, francamente, fomos traídos por nossa classe política de carreira', disse Farage, principal líder da campanha pelo Brexit, à TalkRadio.

    'Se o Partido do Brexit sair na frente daqui a uma quinzena, precisamos ter um lugar na mesa de negociação com o governo para ajudar a montar nossa estratégia', acrescentou.

    O Reino Unido deveria ter se separado do bloco em 29 de março, mas May foi incapaz de conseguir que o Parlamento aprovasse seu acordo, e por isso tentou cortejar o apoio dos trabalhistas, liderados pelo socialista Jeremy Corbyn.

    O encarregado do Brexit dos trabalhistas, Keir Starmer, disse ao jornal Guardian que qualquer pacto bipartidário sem um referendo de confirmação não passará pelo Legislativo, já que cerca de 150 parlamentares trabalhistas o rejeitariam.

    May prometeu renunciar se os parlamentares endossarem o acordo que ela fechou com Bruxelas para deixar a UE, mas este foi rejeitado pelo Parlamento britânico três vezes.

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    Oposição turca diz que mandato de Erdogan tem que ser revogado se eleição de Istambul for anulada

    ANCARA (Reuters) - O maior partido de oposição da Turquia disse, nesta quarta-feira, que pediu formalmente a revogação do mandato do presidente Tayyip Erdogan porque as mesmas falhas que o partido governista AKP alegou terem ocorrido na eleição municipal de Istambul em março também ocorreram nas eleições nacionais do ano passado.

    O Partido Republicano do Povo (CHP) também disse que os votos para autoridades e conselhos de Istambul, entregues nos mesmos envelopes da eleição municipal, também deveriam ser cancelados se a cidade tiver uma nova votação. O partido de Erdogan conquistou a maioria dos conselhos.

    Após semanas de apelos do AKP, a Alta Comissão Eleitoral da Turquia (YSK) decidiu na segunda-feira por uma nova eleição municipal em Istambul.

    A votação de março foi vencida por Ekrem Imamoglu, do CHP, com uma margem estreita. Foi a primeira vez em 25 anos que o AKP ou seus antecessores islâmicos perderam o comando de Istambul, que é a maior cidade turca e tem um orçamento de quase 4 bilhões de dólares. O próprio Erdogan iniciou sua carreira política como prefeito de Istambul.

    Em seu veredicto, a YSK citou irregularidades na indicação de autoridades para as zonas eleitorais. O AKP disse que o fato de indivíduos que não são servidores públicos terem sido indicados para as zonas eleitorais equivale a crime organizado.

    A YSK não mudou os resultados de administradores de distritos, conselhos municipais e autoridades locais, uma decisão que o CHP disse não fazer sentido porque os quatro votos foram depositados nos mesmos envelopes e contados pelos mesmos fiscais eleitorais.

    'Se vocês estão revogando o mandato de Ekrem Imamoglu... então também têm que anular o mandato do presidente Erdogan porque as mesmas leis, os mesmos regulamentos, as mesmas inscrições, as mesmas zonas eleitorais e condições estiveram presentes em ambas as eleições', disse o vice-presidente do CHP, Muharrem Erkek, a repórteres.Na terça-feira, Erdogan disse que as eleições foram maculadas pela 'irregularidade organizada' e acrescentou que a decisão foi um passo importante para fortalecer a democracia.

    A YSK ainda não publicou sua decisão detalhada com um argumento, o que tem obrigação legal de fazer.(Por Tuvan Gumrukcu)

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    Candidatura de ex-vice dos EUA Joe Biden deve reformular corrida pela Casa Branca

    Por John Whitesides e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden entrou nesta quinta-feira na disputa pela candidatura democrata para a Casa Branca em 2020 como um favorito instantâneo, deixando para trás os outros candidatos e aumentando a pressão para que os postulantes com desempenho mais modesto encontrem maneiras de sobreviver.

    Biden, de 76 anos e senador de longa data que serviu por dois mandatos como vice do presidente Barack Obama, anunciou sua candidatura em um vídeo no qual exaltou a importância de derrotar o atual presidente, o republicano Donald Trump, nas eleições do ano que vem.

    “Estamos numa batalha pela alma desta nação”, disse Biden. “Eu acredito que a história vai olhar para trás, sobre os quatro anos deste presidente e tudo que ele representa, como sendo um período bizarro. Mas se dermos a Donald Trump oito anos na Casa Branca, ele vai para sempre e essencialmente alterar o caráter desta nação, quem nós somos, e eu não posso ficar de lado e esperar que isso aconteça.”

    Trump respondeu com uma postagem no Twitter em que disse “bem-vindo à corrida Joe Preguiçoso” e questionou a inteligência de Biden.

    Na lista que já soma 20 nomes na corrida pela candidatura democrata, Biden se junta ao senador Bernie Sanders, do Vermont, que se descreve como “socialista democrata”. A disputa entre os dois, tidos como os principais postulantes, pode expor o conflito entre as alas moderada e progressista do partido democrata.

    Embora Biden ainda precise apresentar as propostas políticas de sua candidatura, ele apoia muitas das pautas valorizadas pelos progressistas, entre elas o salário mínimo, o combate às mudanças climáticas, a proibição de armamentos mais pesados e a universidade pública gratuita.

    Ele ainda não se manifestou favorável, porém, a um plano para universalizar o acesso à saúde que é defendido por Sanders e outros candidatos.

    Para Kyle Kondik, analista político na Universidade da Virgínia, ainda não está claro se Biden conseguirá capitalizar sobre sua base de apoio leal. Caso isso ocorra, isso pode custar caro a Sanders.

    Dado seu apoio de longa data aos afro-americanos e sua parceria com Obama, Biden pode também abalar a candidatura da senadora Kamala Harris, da Califórnia, amplamente considerada uma das principais postulantes à candidatura democrata.

    A entrada de Biden na disputa também ameaça Pete Buttigieg, prefeito de South Bend, em Indiana, que nas últimas semanas tem se beneficiado com uma cobertura favorável da imprensa. Ela aumenta a pressão também sobre a ex-secretária de Habitação Julian Castro, do Texas, o senador Kirsten Gillibrand, de Nova York, e o ex-governador do Colorado, John Hickenlooper, que até agora fracassaram em crescer nas pesquisas.

    “De muitas maneiras, isso ameniza a disputa em vez de acirrá-la”, disse Jeff Link, um estrategista democrata do Iowa que trabalhou na campanha presidencial de Obama em 2008.

    A candidatura de Biden enfrentará vários questionamentos, entre os quais se ele é velho demais e muito ao centro para um partido ansioso por novos rostos e cada vez mais impulsionado por sua ala liberal.

    Em candidaturas anteriores, Biden fracassou em angariar um apoio mais amplo dos eleitores. À medida que a especulação sobre sua candidatura crescia, Biden voltou a ser questionado sobre sua propensão já antiga a tocar e beijar estranhos em eventos políticos, e várias mulheres vieram a público dizer que ele as constrangeu.

    Biden mostrou dificuldade para lidar com a questão, às vezes fazendo piada a respeito de seu comportamento, mas acabou pedindo desculpas e disse admitir que os padrões de conduta pessoal mudaram na esteira do movimento #MeToo.

    Em um comunicado, Obama disse que a escolha de Biden como seu vice em 2008 foi uma das melhores decisões que já tomou.

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    Candidatura de ex-vice dos EUA Joe Biden deve reformular corrida pela Casa Branca

    Por John Whitesides e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden entrou nesta quinta-feira na disputa pela candidatura democrata para a Casa Branca em 2020 como um favorito instantâneo, deixando para trás os outros candidatos e aumentando a pressão para que os postulantes com desempenho mais modesto encontrem maneiras de sobreviver.

    Biden, de 76 anos e senador de longa data que serviu por dois mandatos como vice do presidente Barack Obama, anunciou sua candidatura em um vídeo no qual exaltou a importância de derrotar o atual presidente, o republicano Donald Trump, nas eleições do ano que vem.

    “Estamos numa batalha pela alma desta nação”, disse Biden. “Eu acredito que a história vai olhar para trás, sobre os quatro anos deste presidente e tudo que ele representa, como sendo um período bizarro. Mas se dermos a Donald Trump oito anos na Casa Branca, ele vai para sempre e essencialmente alterar o caráter desta nação, quem nós somos, e eu não posso ficar de lado e esperar que isso aconteça.”

    Trump respondeu com uma postagem no Twitter em que disse “bem-vindo à corrida Joe Preguiçoso” e questionou a inteligência de Biden.

    Na lista que já soma 20 nomes na corrida pela candidatura democrata, Biden se junta ao senador Bernie Sanders, do Vermont, que se descreve como “socialista democrata”. A disputa entre os dois, tidos como os principais postulantes, pode expor o conflito entre as alas moderada e progressista do partido democrata.

    Embora Biden ainda precise apresentar as propostas políticas de sua candidatura, ele apoia muitas das pautas valorizadas pelos progressistas, entre elas o salário mínimo, o combate às mudanças climáticas, a proibição de armamentos mais pesados e a universidade pública gratuita.

    Ele ainda não se manifestou favorável, porém, a um plano para universalizar o acesso à saúde que é defendido por Sanders e outros candidatos.

    Para Kyle Kondik, analista político na Universidade da Virgínia, ainda não está claro se Biden conseguirá capitalizar sobre sua base de apoio leal. Caso isso ocorra, isso pode custar caro a Sanders.

    Dado seu apoio de longa data aos afro-americanos e sua parceria com Obama, Biden pode também abalar a candidatura da senadora Kamala Harris, da Califórnia, amplamente considerada uma das principais postulantes à candidatura democrata.

    A entrada de Biden na disputa também ameaça Pete Buttigieg, prefeito de South Bend, em Indiana, que nas últimas semanas tem se beneficiado com uma cobertura favorável da imprensa. Ela aumenta a pressão também sobre a ex-secretária de Habitação Julian Castro, do Texas, o senador Kirsten Gillibrand, de Nova York, e o ex-governador do Colorado, John Hickenlooper, que até agora fracassaram em crescer nas pesquisas.

    “De muitas maneiras, isso ameniza a disputa em vez de acirrá-la”, disse Jeff Link, um estrategista democrata do Iowa que trabalhou na campanha presidencial de Obama em 2008.

    A candidatura de Biden enfrentará vários questionamentos, entre os quais se ele é velho demais e muito ao centro para um partido ansioso por novos rostos e cada vez mais impulsionado por sua ala liberal.

    Em candidaturas anteriores, Biden fracassou em angariar um apoio mais amplo dos eleitores. À medida que a especulação sobre sua candidatura crescia, Biden voltou a ser questionado sobre sua propensão já antiga a tocar e beijar estranhos em eventos políticos, e várias mulheres vieram a público dizer que ele as constrangeu.

    Biden mostrou dificuldade para lidar com a questão, às vezes fazendo piada a respeito de seu comportamento, mas acabou pedindo desculpas e disse admitir que os padrões de conduta pessoal mudaram na esteira do movimento #MeToo.

    Em um comunicado, Obama disse que a escolha de Biden como seu vice em 2008 foi uma das melhores decisões que já tomou.

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    Ex-vice-presidente Joe Biden lança pré-candidatura para Casa Branca como favorito democrata

    Por John Whitesides e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente norte-americano Joe Biden, um moderado que fez do apelo aos eleitores da classe trabalhadora que abandonaram os democratas em 2016 uma parte essencial de sua identidade política, anunciou pré-candidatura à Casa Branca nesta quinta-feira, largando como o favorito do partido.

    Biden anunciou a terceira corrida presidencial de sua carreira em um vídeo no YouTube e em outras redes sociais. Ele deve realizar seu primeiro evento público como pré-candidato na segunda-feira em uma cerimônia com membros de um sindicato de Pittsburgh, um distrito eleitoral crucial.

    Biden, de 76 anos, passou meses se questionando se deveria concorrer. Sua candidatura enfrentará vários questionamentos, entre os quais se ele é velho demais e muito ao centro para um Partido Democrata ansioso por novos rostos e cada vez mais impulsionado por sua ala liberal.

    Mas ele larga como líder nas pesquisas de opinião sobre postulantes democratas, que já conta com 20 nomes dispostos a enfrentar o presidente Donald Trump, o indicado republicano provável, em novembro de 2020.

    Críticos dizem que sua posição nas pesquisas se deve principalmente ao reconhecimento do nome do ex-senador do Delaware, cujas mais de quatro décadas no serviço público incluem oito anos como o número dois do presidente Barack Obama na Casa Branca.

    À medida que a especulação sobre sua candidatura crescia, Biden voltou a ser questionado sobre sua propensão já antiga a tocar e beijar estranhos em eventos políticos, e várias mulheres vieram a público dizer que ele as constrangeu.

    Biden mostrou dificuldade para lidar com a questão, às vezes fazendo piada a respeito de seu comportamento, mas acabou pedindo desculpas e disse admitir que os padrões de conduta pessoal mudaram na esteira do movimento #MeToo.

    A candidatura de Biden logo mostrará se os democratas estão mais interessados em encontrar um político de centro que consiga conquistar os eleitores da classe trabalhadora que escolheram Trump em 2016 ou alguém que estimule a ala progressista diversificada do partido, como os senadores Kamala Harris, da Califórnia, Bernie Sanders, de Vermont, ou Elizabeth Warren, de Massachusetts.

    Biden tem sido um dos críticos mais agressivos contra Trump. No ano passado, ele disse que 'acabaria com a raça' do republicano se os dois estivessem na escola devido à maneira como o presidente falou das mulheres, lamentando a frase mais tarde.

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    Premiê Netanyahu assegura reeleição em Israel com maioria parlamentar

    Por Jeffrey Heller e Maayan Lubell

    JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, garantiu nesta quarta-feira um caminho aberta para a reeleição, com partidos religiosos de direita certamente garantindo-lhe uma maioria parlamentar, apesar de uma disputa acirrada com um ex-general de centro, mostraram os resultados oficiais da eleição.

    Com mais de 97 por cento dos votos apurados, o partido conservador Likud, de Netanyahu, estava a caminho de obter apoio suficiente para controlar 65 dos 120 assentos do Knesset e ser nomeado para dirigir o próximo governo de coalizão, que representaria um quinto mandato recorde para Netanyahu como primeiro-ministro.

    A acirrada disputa eleitoral foi amplamente vista em Israel como um referendo sobre o caráter e o governo de Netanyahu, que enfrenta alegações de corrupção. Ele enfrenta uma possível acusação em três casos de propina, e nega ter cometido irregularidades em todos eles.

    Apesar disso, Netanyahu ganhou quatro assentos em relação ao atual governo de coalizão, de acordo com uma planilha publicada pelo Comitê Eleitoral Central com os partidos que conquistaram votos suficientes para entrar no próximo parlamento.

    'É uma noite de vitória colossal', disse Netanyahu, de 69 anos, em um discurso tarde da noite na sede do Likud após a votação de terça-feira, sob gritos da multidão de apoiadores e o barulho de fogos de artifício.

    Os principais índices da bolsa de valores de Tel Aviv abriram em alta de 0,5 por cento nesta quarta-feira, mostrando confiança em um primeiro-ministro cujo governo fez a economia funcionar e enfrentou os desafios de segurança.

    O principal desafiante, o ex-general Benny Gantz, do recém-criado partido Azul e Branco, conseguiu empatar com o Likud com 35 cadeiras. No entanto, a menos que consiga reverter promessas de campanha de outros partidos que declararam apoio a Netanyahu, Gantz parece destinado a liderar uma oposição parlamentar de centro-esquerda.

    'Os céus podem parecer nublados... mas eles não podem esconder o sol de esperança que trouxemos ao povo e à sociedade de Israel', escreveu Gantz, de 59 anos, em uma carta aberta a seus partidários.

    Caso Netanyahu de fato retenha o poder, ele se tornará o primeiro-ministro israelense mais longevo em julho, ultrapassando o fundador do país, David Ben-Gurion. No entanto, isso pode não ocorrer se acusações criminais forem apresentadas, forçando sua remoção.

    (Reportagem adicional de Rami Ayyub, em Rosh Ha'ayin; Ron Bousso e Rawan Sheikh Ahmad, em Haifa; Rahaf Ruby, Stephen Farrell, Dan Williams e Maayan Lubell, em Jerusalém)

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    Israelenses vão às urnas decidir se Netanyahu terá permanência recorde no governo

    Por Jeffrey Heller e Dan Williams

    JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez um apelo para que apoiadores fossem votar e conquistassem votos na eleição parlamentar de Israel desta terça-feira, enfatizando a possibilidade de seu principal rival, um ex-general que prometeu um governo ético, privá-lo de alcançar um quinto mandato.

    Netanyahu, que ocupa o cargo continuamente desde 2009, após uma primeira passagem como premiê entre 1996 e 1999, luta por sua sobrevivência política, uma vez que pode ser indiciado em três casos de corrupção nos quais negou qualquer irregularidade.

    As últimas pesquisas de intenção de voto, publicadas na sexta-feira, mostraram Netanyahu, que lidera o partido Likud, atrás de seu maior adversário, o ex-comandante militar Benny Gantz, da facção Azul e Branco, mas com mais chance de compor um governo de coalizão.

    Cerca de duas horas e meia antes do fechamento das urnas, Netanyahu tuitou que 'os dados que nos chegam agora' mostram o Azul e Branco com uma vantagem de quatro cadeiras no Parlamento de 120 membros.

    'Muitos apoiadores do Likud ainda não votaram. Já está tarde, mas não tarde demais', escreveu. 'Peço a todos vocês que se mobilizem e levem suas famílias e amigos às urnas'.

    Se vencer, o líder de direita, de 69 anos, cumprirá um quinto mandato recorde e se tornará o premiê mais longevo de Israel, depois de uma disputa que determinará se o homem que alguns israelenses saúdam como o 'Rei Bibi' sucumbirá à 'fadiga Bibi'.

    Os israelenses votam em listas partidárias de candidatos parlamentares. Nenhum partido isolado jamais teve maioria no Parlamento de Israel, o que significa que a composição de uma coalizão, um processo que pode demorar semanas, determinará o vencedor.

    A votação termina às 22h locais. Redes de televisão publicarão imediatamente as pesquisas de boca de urna, dando uma indicação preliminar do número de cadeiras que os partidos obtiveram no Knesset e de qual líder tem mais chance de montar um governo.

    Durante a campanha, os partidos rivais se acusaram de corrupção, de fomento ao preconceito e de frouxidão na segurança.

    Netanyahu ressaltou sua proximidade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que encantou ou israelenses e revoltou os palestinos reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel em 2017 e transferindo a embaixada norte-americana para a cidade sagrada em maio.

    Netanyahu alarmou ainda mais os palestinos prometendo anexar assentamentos judeus na Cisjordânia ocupada se for reeleito.

    (Reportagem adicional de Rami Ayyub, em Rosh Ha'ayin; Ron Bousso e Rawan Sheikh Ahmad, em Haifa; Rahaf Ruby e Stephen Farrell, em Jerusalém)

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    Israelenses vão às urnas para decidir possível recorde de mandatos para Netanyahu

    Por Dan Williams e Ari Rabinovitch

    JERUSALÉM (Reuters) - Os eleitores israelenses começaram a votar, nesta terça-feira, em uma eleição que pode garantir ao primeiro-ministro conservador Benjamin Netanyahu o recorde de um quinto mandato ou destroná-lo diante de um ex-general que prometeu um governo limpo e coesão social.

    Os locais de votação foram abertos às 7h (horário local) em todo o país e serão fechados às 22h. Entretanto, o vencedor não deve ser decidido imediatamente, uma vez que nenhum partido jamais conseguiu maioria absoluta no Parlamento de 120 lugares, o que significa que dias ou mesmo semanas de negociações devem estar por vir.

    Apelidado de 'Rei Bibi', Netanyahu, de 69 anos, reuniu uma direita fortalecida contra os palestinos e fez campanha defendendo um política externa israelense firme, que é fruto de seus laços com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Mas a esperança do líder do partido Likud de ultrapassar o fundador de Israel, David Ben-Gurion, como primeiro-ministro com mais tempo no cargo, em julho, foi prejudicada por uma acusação de corrupção. Netanyahu nega qualquer irregularidade.

    Críticos alertam sobre 'a fadiga de Bibi' e argumentam que a eleição parlamentar deve trazer novos rostos para o alto escalão.

    Logo abaixo de Netanyahu nas pesquisas de opinião está Benny Gantz, ex-chefe das Forças Armadas e novo rosto político do centro. Apoiado por outros dois ex-generais no topo de seu partido, o Azul e o Branco, Gantz, de 59 anos, tentou questionar a autoproclamada imagem de Netanyahu como inigualável no que diz respeito à segurança nacional.

    Antes de votar, Netanyahu postou um link no Twitter e no Facebook e pediu que os eleitores entrassem em contato.

    'Nesta manhã, estou pedindo para falar com você, pessoalmente, através do ‘messenger’. Basta um clique no link. Estou esperando', disse ele.

    Gantz, adotando uma abordagem diferente, compartilhou um vídeo de si mesmo no local de votação ao som de uma música, sem nenhum comentário direto. O líder de seu partido, Yair Lapid, postou um vídeo praticando “kickboxing”, com uma nota dizendo que estava 'lutando por cada voto'.

    Após a eleição, o presidente de Israel, Reuven Rivlin, irá consultar os líderes de cada partido representado no Knesset, o Parlamento israelense, e escolher a pessoa que julga ter a melhor chance de constituir um governo.

    (Reportagem adicional de Rami Ayyub, em Rosh HaAyin, e Rahaf Ruby e Stephen Farrell, em Jerusalém)

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