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    Eletrosul diz que recorrerá após Aneel sugerir revogação de projeto de transmissão

    (Reuters) - A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras, disse em nota que vai recorrer após a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recomendar ao governo a revogação da concessão de um projeto de transmissão atribuído à companhia, em meio ao fracasso de negociações da estatal para transferir o controle do empreendimento à chinesa Shanghai Electric.

    A estatal havia vencido uma licitação pelo projeto em 2014, mas começou a buscar parceiros ainda em 2016 devido à falta de recursos para tocar as obras, que envolveriam a construção de linhas de transmissão e subestações no Rio Grande do Sul orçadas em 4,1 bilhões de reais.

    A Aneel chegou a dar aval às negociações entre Eletrosul e Shanghai no ano passado, mas depois de pedidos de mais tempo pelas empresas estabeleceu um prazo limite para a assinatura de um contrato definitivo vencido na última sexta-feira, quando os chineses oficializaram a desistência do negócio.

    O regulador também determinou nesta terça-feira a abertura de um processo administrativo para executar garantias aportadas pela Eletrosul referentes ao projeto, conhecido como 'Lote A'.

    'A Eletrosul esclarece que, em razão da importância estratégica do Lote A, a empresa ainda está estudando alternativas para a viabilização dos empreendimentos no Rio Grande do Sul. Adicionalmente, informa que apresentará recurso ao processo administrativo da Aneel', disse a Eletrosul em nota após questionamentos da Reuters.

    A estatal não quis comentar os motivos que levaram a Shanghai a desistir da parceria e nem os motivos dos consecutivos atrasos nas tratativas com a empresa.

    A recomendação da Aneel para que a concessão da Eletrosul seja revogada foi enviada ao Ministério de Minas e Energia. A intenção da agência é incluir o empreendimento em um próximo leilão de novos projetos de transmissão previsto para 20 de dezembro.

    'Hoje, a Aneel está recomendando isso ao ministério mediante uma argumentação sólida e mediante também todo um processo, eu diria, de negociação e tolerância da agência. Se teve um caso em que a agência teve boa vontade, foi nesse caso, tudo que estava no nosso alcance para salvar o projeto, a gente exerceu', disse o diretor-geral da agência, André Pepitone.

    Ele destacou que a prioridade do regulador agora é apressar o processo de busca por novos interessados em viabilizar a construção dos empreendimentos, vistos como importantes para escoar a produção de usinas eólicas no Sul e para o atendimento à demanda na região metropolitana de Porto Alegre.

    Não foi possível contato com representantes da Shanghai Electric para comentar.

    (Por Luciano Costa, em São Paulo)

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    Petroleiras preparam ofertas para leilão de pré-sal do Brasil temendo eleições

    Por Alexandra Alper

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Exxon Mobil, a Shell e outras empresas vão participar na próxima sexta-feira de um leilão de cobiçadas áreas de petróleo e gás do pré-sal, antes de eleições que criam temores sobre barreiras para o investimento estrangeiro e até sobre a continuidade das licitações.

    O leilão no Rio de Janeiro de quatro blocos nas bacias de Santos e Campos acontece apenas uma semana antes da eleição presidencial mais imprevisível em uma geração, que inclui candidatos que podem procurar diminuir o ritmo dos leilões de petróleo, revisar a legislação favorável ao mercado ou até mesmo reclamar campos de óleo já leiloados.

    'Eles podem tentar revisar o processo todo de abertura (da indústria petrolífera) para as companhias internacionais de petróleo', disse um executivo do setor de serviços petroleiros, que recusou ser identificado.

    Atraídas pela geologia de classe mundial, pela diminuição de reservas em outros lugares e a alta dos preços da commodity, as companhias deixaram muito dinheiro no Brasil, o maior produtor da América Latina, para garantir participação na camada de pré-sal do país, onde bilhões de barris de petróleo estão presos sob uma camada grossa de sal no oceano.

    A chinesa CNOOC, a Chevron, a BP, a norueguesa Equinor e a francesa Total também estão todas registradas para participar no leilão.

    O seu interesse foi incentivado por políticas favoráveis ??à indústria sob o presidente Michel Temer, incluindo o afrouxamento de regras que favoreciam fornecedores locais e a suspensão da obrigação de a Petrobras ser o único operador nos blocos de pré-sal.

    Temores de um retrocesso dessas políticas devem encorajar grandes apostas na sexta-feira, de acordo com Edmar Almeida, professor do departamento energia na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    'Será um leilão muito disputado', ele disse.

    O candidato de direita, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas, falou pouco sobre o setor petroleiro, apesar de, como deputado, ter uma vez votado contra diminuir o monopólio da Petrobras. Ele tem comentado ideias de privatizações e indicou que irá adotar uma abordagem favorável ao mercado, se for eleito.

    Entretanto, as pesquisas de intenção de voto indicam que o provável segundo turno no dia 28 de outubro teria uma disputa apertada. Fernando Haddad, um acadêmico de esquerda que subiu para o segundo lugar nas pesquisas depois de ser apoiado pelo ex-presidente Lula, que está preso atualmente, tem uma visão muito mais nacionalista da indústria.

    Prometendo 'recuperar o pré-sal para servir ao futuro da população brasileira, não aos interesses das empresas internacionais', de acordo com a sua plataforma, ele restauraria os requerimentos mais restritos para usar fornecedores locais.

    É incerto se Haddad adotaria também a promessa de Lula de retomar o monopólio da Petrobras como única operadora de campos de pré-sal e diminuiria o ritmo dos leilões.

    Ciro Gomes, ex-governador de esquerda que está em terceiro lugar, ameaçou congelar os leilões e expropriar os blocos que já foram vendidos.

    Se Haddad ou Ciro ganhar, 'nós podemos dar adeus para os leilões', disse outro executivo do setor, que pediu para não ser nomeado. 'Eles querem nacionalizar tudo de novo. Será o inferno', disse.

    As melhores ofertas desta semana devem ser pelos blocos de Titã e Saturno, na Bacia de Santos, que foram retirados pela Justiça de um leilão anterior em março, decepcionando a Exxon.

    Tanto Pau Brasil, na Bacia de Santos, e o sudoeste do campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, não receberam ofertas em uma rodada no ano passado. Porém dessa vez a Petrobras exerceu seu direito de preferência na licitação do bloco de Tartaruga Verde, adjacente a uma área que a estatal já possui.

    Sob as leis brasileiras, a Petrobras pode expressar interesse prévio em operar um bloco onde poderia operar com pelo menos 30 por cento de participação. A estatal também pode fazer ofertas por outros blocos no dia do leilão em que não exerceu preferência.

    As empresas competirão ofertando a maior quantidade de petróleo --subtraindo custos indiretos-- ao governo, com os lances mínimos indo de 9,5 por cento a 35 por cento.

    (Por Alexandra Alper)

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    Petróleo Brent tem máxima em 4 anos após resposta de sauditas e Rússia sobre produção

    NOVA YORK (Reuters) - Os preços da referência global do petróleo, do tipo Brent, saltaram mais de 3 por cento nesta segunda-feira, para uma máxima em quatro anos acima dos 80 dólares por barril, depois que a Arábia Saudita e a Rússia barraram qualquer aumento imediato na produção, apesar dos pedidos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que agissem para aumentar a oferta global.

    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados, incluindo a Rússia, maior produtor do mundo, encontraram-se na Argélia no domingo para uma reunião que terminou sem uma recomendação formal de qualquer aumento adicional da oferta para compensar o declínio do fornecimento do Irã.

    'O mercado ainda está sendo guiado pelos receios sobre a oferta iraniana e venezuelana', disse Gene McGillian, diretor de pesquisa de mercado na Tradition Energy.

    'O fracasso dos produtores de abordar isso adequadamente neste fim de semana está criando oportunidade de compra.'

    Os futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 2,40 dólares, ou 3,1 por cento, a 81,20 dólares por barril, depois de uma máxima intradiária de 81,39 dólares, a máxima desde novembro de 2014.

    O petróleo dos EUA (WTI) teve alta de 1,30 dólar, ou 1,8 por cento, a 72,08 dólares o barril.

    A Arábia Saudita, líder de produção da Opep, e seu maior aliado não pertencente ao grupo, a Rússia, recusaram efetivamente a demanda de Trump por mudanças que esfriem o mercado.

    'Eu não influencio os preços', disse o ministro da Energia saudita, Khalid al-Falih, a repórteres no domingo.

    Trump disse na semana passada que a Opep 'precisa baixar os preços agora!', mas o ministro do Petróleo iraniano, Bijan Zanganeh, disse nesta segunda-feira que a Opep não respondeu positivamente às demandas de Trump.

    (Por Jessica Resnick-Ault, Christopher Johnson e Henning Gloystein)

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    Venezuela garantiu que não cortará envio de energia a Roraima, diz governadora

    (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, garantiu que a Venezuela não cortará o envio de energia elétrica para Roraima, que depende em parte de importações do país vizinho para atender à demanda, disse em nota nesta sexta-feira a governadora do Estado, Suely Campos.

    A promessa foi feita em reunião realizada na véspera em Caracas, onde a governadora foi buscar apoio após notícias de que os venezuelanos estariam ameaçando suspender o fornecimento ao Estado em meio a dificuldades da estatal Eletrobras para efetivar pagamentos ao país devido a problemas no sistema bancário da Venezuela.

    A ocorrência de blecautes em Roraima tem crescido neste ano com o acirramento da crise na Venezuela, que segundo especialistas prejudica as atividades de manutenção de uma linha de transmissão de energia que conecta os dois países.

    'Tivemos resultados muito positivos. O presidente (Maduro) garantiu que vai iniciar imediatamente a manutenção da rede elétrica. Ele também garantiu que vai melhorar a qualidade da energia para nós', afirmou a governadora de Roraima.

    Ela acrescentou que Maduro disse também que vai prorrogar o contrato de fornecimento de energia ao Estado e poderia até aumentar os envios até que o Brasil conclua um projeto que prevê a construção de uma linha de transmissão para conectar Roraima ao sistema elétrico nacional e acabar com a necessidade de importações.

    TÉRMICAS ACIONADAS

    Apesar da sinalização de Maduro à governadora, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou na noite de quinta-feira que a unidade de distribuição de energia da Eletrobras em Roraima iniciou no domingo uma operação em modo contínuo das termelétricas locais, o que evita a dependência da energia importada da Venezuela.

    'A medida é preventiva e partiu de determinação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Com o acionamento do parque térmico local, o objetivo do governo federal foi garantir a confiabilidade e a qualidade do suprimento de energia elétrica em Roraima, mesmo no caso de uma eventual interrupção prolongada no fornecimento que vem da Venezuela', explicou a agência em nota.

    Segundo a Aneel, já foram registrados 65 blecautes em Roraima neste ano, dos quais 34 apenas em setembro, 'o que demonstra a frequente descontinuidade do sistema'.

    O diesel que abastecerá as térmicas para garantir o suprimento em Roraima será custeado por um fundo que banca subsídios no setor de energia, o que deverá impactar as tarifas dos consumidores brasileiros.

    (Por Luciano Costa)

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    ANP libera mais R$706,6 mi à Petrobras em subvenção ao diesel; total vai a R$1,6 bi

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou o pagamento de 706,6 milhões de reais à Petrobras referente ao programa de subsídio ao diesel do governo federal, somando agora um total de aproximadamente 1,6 bilhão de reais em subvenções aprovadas à petroleira, informou a autarquia em nota nesta quinta-feira.

    A informação confirma reportagem da Reuters publicada mais cedo com base em fonte com conhecimento do assunto.

    Do montante total destinado à Petrobras, cerca de 871 milhões de reais aprovados na terça-feira já foram pagos, segundo a ANP.

    O diretor financeiro da Petrobras, Rafael Grisolia, disse à Reuters que a empresa espera receber de 2 bilhões a 2,5 bilhões de reais em subsídios em duas semanas, segundo entrevista publicada na segunda-feira.

    Lançado em junho, o programa de subvenção foi uma resposta à paralisação dos caminhoneiros, que protestaram em maio contra os altos preços do combustível. Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e algumas importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas pelo governo.

    Os pagamentos ocorrem após muitas críticas no mercado referentes a atrasos.

    Duas fontes próximas às tratativas disseram à Reuters que os pagamentos entraram agora em uma trajetória de normalidade, após dificuldades da ANP de processar os documentos para pagamento.

    Além do montante para a Petrobras, a autarquia também aprovou cerca de 16 milhões de reais para a companhia Flamma.

    Na terça-feira, além do montante aprovado para a Petrobras, a ANP também aprovou o pagamento de 6,2 milhões de reais para a Petro Energia e 191,6 mil reais para a Dax Oil.

    Anteriormente, o programa havia feito pagamentos de menos de 200 mil reais, segundo dados anteriormente publicados pela ANP.

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    Eletrobras fará leilão de distribuidora no Amazonas em 25/10; vê contrato assinado em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - O leilão de privatização da distribuidora de energia da Eletrobras no Amazonas foi adiado para 25 de outubro, ante previsão anterior para 26 de setembro, o que deve empurrar a assinatura do contrato de venda da empresa para 2019 mesmo em caso de sucesso na licitação, informou a estatal nesta quinta-feira em comunicado ao mercado.

    O leilão foi postergado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que assessora o processo de privatização, devido à perspectiva de que não será possível aprovar a tempo no Senado um projeto de lei que reduz incertezas em torno da distribuidora do Norte do país, conforme antecipado pela Reuters com informação de uma fonte.

    A Eletrobras disse que, se houver vencedor no leilão, a assinatura do contrato de compra e venda de ações e do acordo de acionistas deverá ocorrer até 14 de janeiro de 2019.

    O novo prazo obrigará a estatal a pedir autorização a seus acionistas, uma vez que ela havia se comprometido a concluir a venda de todas suas distribuidoras de energia até o final de 2018.

    Além da mudança no cronograma da venda da unidade no Amazonas, a Eletrobras ainda não conseguiu avançar com a tentativa de licitação de sua distribuidora no Alagoas, a Ceal, cujo processo de privatização foi suspenso por uma decisão judicial.

    'A Eletrobras deverá realizar uma assembleia geral de acionistas, até 28 de dezembro de 2018, a fim de prorrogar o prazo... de 31 de dezembro de 2018, como data limite para transferência do referido controle acionário', disse a companhia.

    Segundo o BNDES, eventuais interessados na elétrica da Eletrobras no Amazonas deverão apresentar documentos incluindo suas propostas financeiras pela empresa em 22 de outubro na sede da bolsa paulista B3.

    POLÍTICOS RESISTEM

    Senadores da base aliada do governo têm falado em avaliar o projeto de lei que pode ajudar na privatização de distribuidoras da Eletrobras logo após as eleições, quando há expectativa do governo também de derrubar a ação judicial movida pelo governo do Alagoas que hoje trava a venda da Ceal.

    Mas a negociação da elétrica do Amazonas tem sofrido oposição do senador Eduardo Braga (MDB-AM), que concorre à reeleição no Estado e já apresentou uma proposta para cancelar a venda da companhia.

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL), pai do atual líder nas pesquisas sobre a disputa pelo governo de Alagoas, Renan Filho, também já se posicionou publicamente contra a privatização de distribuidoras da Eletrobras.

    A Eletrobras já conseguiu vender com sucesso suas distribuidoras no Acre, Piauí, Rondônia e Roraima.

    (Por Raquel Stenzel e Luciano Costa)

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    ANP deve aprovar R$700 mi à Petrobras em subsídios nesta quinta-feira, diz fonte

    Por Rodrigo Viga Gaier e Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deve aprovar nesta quinta-feira a liberação de cerca de 700 milhões de reais à Petrobras em subsídios ao diesel, afirmou uma fonte próxima às tratativas, que garantiu que os pagamentos entraram agora em uma trajetória de normalidade.

    Uma segunda fonte, também próxima as discussões, afirmou ainda que os pagamentos referentes ao programa serão feitos em um ritmo mais veloz, após diversas críticas do setor, referentes a atrasos de pelo menos mais de um mês, e confirmou que 'em breve sairá outra leva', sem informar valores.

    Lançado em junho, o programa de subvenção foi uma resposta à paralisação dos caminhoneiros, que protestaram em maio contra os altos preços do combustível. Por meio dele, Petrobras, pequenas refinarias e algumas importadoras reduziram preços com a promessa de serem ressarcidas pelo governo.

    Na terça-feira, depois de uma longa demora que gerou desconforto nos agentes do mercado, a ANP liberou cerca de 878 milhões de reais referentes ao período entre 8 de junho e o fim de julho. Grande parte do montante, de 871,5 milhões de reais, foram aprovados para a Petrobras.

    Antes disso, a ANP havia aprovado apenas cerca de 200 mil reais a serem pagos, referentes a primeira fase do programa, nos primeiros sete dias de junho.

    'Deve-se aprovar hoje mais 700 milhões de reais... Agora entramos no ritmo normal de pagamento e em ritmo acelerado', disse a primeira fonte, na condição de anonimato.

    Com a liberação dos novos recursos, o passivo da ANP com as empresas cairá em 92 por cento do previsto para a segunda fase do programa, segundo essa fonte.

    Em entrevista à Reuters publicada na segunda-feira, o diretor da Petrobras da área financeira, Rafael Grisolia, afirmou que a estatal esperava receber do programa de 2 bilhões a 2,5 bilhões de reais em duas semanas, montante considerado 'exagerado' pela primeira fonte.

    'Pelas notas que foram apresentadas, não identificaram até agora esse valor falado, não', frisou.

    A solução encontrada para acabar com a greve dos caminhoneiros foi emergencial segundo ambas as fontes, o que retardou o processo de ressarcimento devido o seu ineditismo.

    As falhas nos pagamentos geraram aflição no mercado, de que poderia haver desabastecimento de diesel, caso as companhias não fossem ressarcidas e a Petrobras fosse forçada a arcar com prejuízos nas importações, uma vez que a produção interna não é suficiente para suprir o mercado.

    Outras duas fontes, que atuam no setor de combustíveis, afirmaram à Reuters que a Petrobras chegou a informar distribuidoras que não atenderia toda a demanda por diesel em novembro, cujos contratos estão sendo fechados agora. No entanto, após a ANP aprovar os recursos na última terça-feira, a Petrobras voltou atrás e garantiu o suprimento do próximo mês.

    Procurada para comentar os contratos de suprimentos, a Petrobras não respondeu imediatamente.

    Já a ANP não comentou a informação. Relatou que haverá nesta quinta-feira uma reunião extraordinária de diretoria, mas não detalhou a pauta.

    NORMALIZAÇÃO

    A primeira fonte explicou que funcionários da ANP precisaram ser treinados e deslocados para a equipe de análise e liberação de notas fiscais da venda de diesel e houve ainda dentro da autarquia uma exigência de que as verbas só fossem liberadas mediante garantias de que não haveria contestação no futuro, quanto aos valores pagos e notas apresentadas pelas empresas que venderam o diesel.

    'O processo realmente demorou porque as equipes só aceitam pagar se houver garantia da completude e integridade', disse a primeira fonte.

    A segunda fonte revelou que, para que o processo de ressarcimento pudesse andar, foram necessários aprovações e acordos com Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários de Fazenda dos Estados, devido ao recolhimento do ICMS, e com a Receita Federal, além de contar com informações do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

    Também foi necessária uma realocação de recursos para viabilizar um sistema de processamento de dados dentro da ANP.

    'Acho que agora entramos em velocidade de cruzeiro', disse a segunda fonte, ao negar que o governo tenha segurado o repasse por conta de problemas fiscais.

    'Foi criado um sistema de processamento de dados na ANP com milhares de informações e isso não é trivial', adicionou a segunda fonte.

    Essa fonte lembrou que a verba do programa de subvenção, de 9,5 bilhões de reais, é carimbada e as regras do programa já apontam todas as fontes de receita e cortes de despesa que foram feitos para viabilizar os recursos.

    'Não há menor necessidade de segurar recurso e o dinheiro está reservado no Tesouro à espera da ordem de pagamento da ANP', destacou a segunda fonte.

    Ambas as fontes próximas as tratativas de pagamentos preveem que quase toda a verba será consumida até o fim do programa, em 31 de dezembro deste ano, segundo dados atualizados.

    'Foi feita previsão com base no consumo de diesel do ano passado e com crescimento, e o valor do programa vai ficar muito próximo dos 9,5 bilhões, e trabalhamos dentro desse orçamento sem preocupação... estamos tranquilos', ressaltou a segunda fonte.

    (Por Rodrigo Viga Gaier e Marta Nogueira)

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    Governo inicia conversas sobre futuro da usina de Itaipu; tratado vence em 2023

    Por Luciano Costa

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo brasileiro começou a se preparar para discutir junto ao Paraguai o futuro da hidrelétrica binacional de Itaipu, maior usina do mundo em geração de energia, tendo em vista o vencimento em 2023 de um tratado assinado entre os países para viabilizar o empreendimento, informou nesta quarta-feira o Ministério de Minas e Energia.

    A antecipação das discussões no Brasil tem como objetivo permitir negociações detalhadas com o Paraguai sobre como será dividida e comercializada a produção de Itaipu após 2023-- as regras atuais definem que a estatal Eletrobras é responsável por comercializar os 50 por cento da energia da usina que cabem ao Brasil e mais excedentes não utilizados pelos paraguaios.

    Mas o Paraguai prevê usar uma fatia cada vez maior da energia a que tem direito na usina e espera vender os excedentes ao Brasil com novas regras no futuro, enquanto a própria Eletrobras avalia que é preciso estudar se caberiam novas formas de distribuir a energia da hidrelétrica no Brasil-- a produção é hoje direcionada a distribuidoras do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

    A preparação para as negociações foi assunto de uma ampla reunião no Ministério de Minas e Energia nesta quarta-feira, com presença de membros do Ministério de Relações Exteriores, da Defesa e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, além do presidente Eletrobras, que representa o governo brasileiro na operação e gestão da usina.

    'O ministro (de Minas e Energia, Moreira Franco) reforçou a importância da usina, a importância de se ter um grupo de trabalho que enderece todas questões estratégicas, negociais, para que a gente possa enfim montar um grupo de negociadores e começar a interagir com o Paraguai', disse a jornalistas o CEO da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., após o encontro.

    'Essa usina está há 50 anos funcionando do mesmo jeito. Óbvio que o mundo mudou ao longo do tempo... a gente tem que buscar conseguir explorar ao máximo possível esse patrimônio', disse Ferreira, adicionando que o grupo de negociadores do governo brasileiro deve ser anunciado 'nos próximos dias'.

    'Há uma preocupação legítima, paraguaia e brasileira, de começar a raciocinar... e há uma demanda crescente paraguaia pela energia de Itaipu. Há vários estudos, cenários', afirmou a jornalistas o embaixador do Brasil em Assunção, Carlos Alberto Simas Magalhães.

    Ele disse que, de acordo com algumas simulações, o Paraguai poderia alcançar uma demanda suficiente para utilizar toda sua fatia na energia de Itaipu até 2050.

    'Só de cogitar que não teremos eventualmente, em algum momento, a energia excedente de Itaipu significa que teremos que encontrar essa energia em algum lugar. E também tem um interesse estratégico nisso sobre como nos relacionamos com nosso vizinho. Bem ou mal, Itaipu para eles representa um terço do PIB', adicionou o embaixador.

    Entre outras questões que poderão ser envolvidas nas negociações está a própria precificação da energia da usina, hoje feita em dólares devido a seu caráter binacional.

    O presidente da Eletrobras, no entanto, disse que as discussões não envolvem no momento uma possível cisão da usina para separá-la dos ativos da estatal, uma ideia que chegou a ser cogitada devido a planos do governo brasileiro de privatizar a elétrica.

    Ferreira disse que a hipótese não foi considerada porque o governo 'hibernou' por enquanto um projeto de lei sobre a privatização da Eletrobras.

    Também não há uma expectativa de decisões finais sobre o tema ainda neste ano, segundo o ministério de Minas e Energia, que prevê apenas o início das discussões.

    (Por Luciano Costa)

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    Petrobras eleva em 5% preço do GLP industrial e comercial, 5ª alta desde março

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras elevará em 5 por cento o preço médio do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), para uso industrial e comercial, embalado em botijões de acima de 13 kg, a partir de 20 de setembro, segundo informações publicadas no site da petroleira nesta quarta-feira.

    Desde março, este é o quinto aumento seguido do preço do GLP industrial e comercial feito pela Petrobras, acompanhando uma escalada dos preços internacionais do petróleo, que se acentuou a partir daquele mês.

    Neste ano, o reajuste aplicado a partir de quinta-feira só perde para uma alta de 7,1 por cento realizada em 8 de maio. Em julho a estatal havia subido 4,4 por cento; em 16 de maio, outros 3,6 por cento; e em 27 de março, 4,7 por cento.

    O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) afirmou em nota que, com o aumento, o ágio praticado pela Petrobras está em cerca de 15 por cento em relação ao preço no mercado internacional.

    Além disso, o sindicato afirmou que o preço do granel na Petrobras está 65,38 por cento acima do valor do botijão de até 13 kg, para uso residencial, o chamado gás de cozinha.

    'Na avaliação do Sindigás, esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP', afirmou o Sindigás.

    A Petrobras afirma que a política de preços para o GLP de uso industrial e comercial vendido nas refinarias às distribuidoras tem como base a cotação de paridade de importação, formado por valores internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas, por exemplo.

    GÁS NATURAL CANALIZADO

    O anúncio do aumento do preço do GLP industrial e comercial vem após a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) ter anunciado nesta quarta-feira que o consumo de gás natural pela indústria no Brasil atingiu o maior volume em mais de três anos em julho.

    No total, o consumo de gás em julho somou 73,4 milhões de metros cúbicos/dia, alta de 6,4 por cento ante o mesmo período de 2017.

    O volume consumido em julho pela indústria --setor responsável pela maior demanda de gás do Brasil-- foi o maior registrado pela Abegás desde junho de 2015, somando 29,3 milhões de metros cúbicos/dia, alta de 6,29 por cento ante o mesmo mês do ano passado.

    (Por Marta Nogueira)

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    Eletrobras espera ofertas por todos ativos à venda em leilão neste mês, diz CEO

    Por Luciano Costa

    BRASÍLIA (Reuters) - A Eletrobras está otimista com um leilão agendado para 27 de setembro, no qual oferecerá a investidores participações em parques eólicos e linhas de transmissão de energia em operação, e a expectativa é de ofertas por todos os 18 lotes de ativos colocados à venda, disse nesta quarta-feira o presidente da estatal, Wilson Ferreira Jr.

    Ele afirmou que algumas empresas que já são sócias da Eletrobras nesses ativos deverão fazer propostas pela fatia da estatal, enquanto em outros dos empreendimentos alguns parceiros da empresa, notadamente minoritários, poderão também escolher vender suas parcelas no negócio junto com a companhia.

    'Controladores têm manifestado positivamente sobre o interesse de ampliar (suas participações nos ativos)... e em alguns ativos nós somos o controlador e tem um sócio minoritário que pode ou não ter interesse em vender. Alguns deles têm', afirmou Ferreira a jornalistas, após participar de reunião no Ministério de Minas e Energia, sem citar nomes de companhias.

    A Eletrobras colocou um preço mínimo de 3,1 bilhões de reais pelos ativos, mas Ferreira não quis comentar se a companhia espera um ágio no leilão, embora, ao ser questionado, tenha dito que espera ofertas por todos eles.

    'Sim, claro (haverá lances por todos). O ágio não tenho como falar... os preços já são bons, porque são acima do valor contábil (dos ativos)', afirmou.

    Ele disse que eventual decisão dos sócios sobre venda conjunta ou compra da fatia da Eletrobras nos empreendimentos será divulgada no dia do leilão.

    Os parceiros com interesse em deixar os negócios terão a oportunidade de negociar a venda de suas participações nos ativos ao mesmo preço oferecido pelos investidores à Eletrobras.

    Já os sócios que quiserem comprar a fatia da Eletrobras terão direito de preferência se oferecerem o mesmo valor de eventuais competidores no leilão.

    Segundo Ferreira, a recente desvalorização do real frente ao dólar pode tornar o leilão mais atraente para investidores estrangeiros.

    Ele disse, no entanto, que o perfil dos possíveis participantes da licitação é amplo. 'Tem de tudo. Tem fundos, tem (sócios da estatal) controladores, tem investidores estratégicos (elétricas).'

    O leilão terá oito lotes (A a H) de empreendimentos de geração eólica e 10 lotes (I a R) com participações em linhas de transmissão.

    DEMANDA EM DÚVIDA

    Apesar do otimismo da Eletrobras e de preços vistos como atrativos fixados para muitos dos ativos no leilão, a competição poderá ficar abaixo do esperado porque alguns empreendedores queriam mais tempo para analisar as oportunidades, alertou a consultoria Thymos Energia.

    O edital do leilão foi publicado em 21 de agosto, pouco mais de um mês antes da licitação.

    'Para estimar quais são os lotes mais atrativos, é necessário olhar com atenção para as performances operacionais dos projetos, analisar quais são os melhores contratos de venda e os menores passivos. O prazo para fazer esse diagnóstico ficou curto', apontou Thais Prandini, diretora da Thymos.

    Ainda assim, ela avalia que a licitação deve atrair elétricas de grande porte, incluindo empresas do setor que não atuam em geração ou querem ampliar a presença no segmento para novas fontes.

    'As grandes companhias geradoras ou distribuidoras que querem verticalizar suas atividades podem identificar no leilão uma boa oportunidade de entrar em um novo negócio, sem ter os riscos que a construção de um novo projeto envolve', apontou.

    Já alguns grandes investidores estrangeiros do setor de transmissão podem ter menor interesse nos ativos porque preferem projetos novos, até como forma de viabilizar a venda de equipamentos e serviços por outras empresas de seus grupos ou países.

    (Por Luciano Costa)

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    Holanda diz que processo de acionistas contra Petrobras pode prosseguir

    AMSTERDÃ/SÃO PAULO (Reuters) - Um processo movido na Holanda por acionistas contra a Petrobras, por supostas perdas relacionadas aos casos de corrupção revelados pela operação Lava Jato, pode prosseguir, decidiu um tribunal holandês nesta quarta-feira.

    O tribunal distrital de Roterdã disse que uma audiência preliminar do caso será realizada em 18 de dezembro.

    A corte vai avaliar o pedido de indenização de acionistas da Petrobras devido a perdas em função do escândalo de corrupção que envolveu a petrolífera brasileira, que possui subsidiárias com sede na Holanda.

    Os acionistas, reunidos na Stichting Petrobras Compensation Foundation (SPCF), alegam ter sido induzidos ao erro pela Petrobras, já que a empresa supostamente encobriu fraudes generalizadas durante anos, enquanto teria emitido títulos com base em informações falsas.

    Em comunicado nesta quarta-feira, a Petrobras ressaltou que 'não houve análise de mérito, uma vez que o tribunal se manifestou apenas sobre questões processuais e a ação seguirá para as etapas subsequentes'.

    'A Petrobras nega todas as alegações apresentadas pela Fundação e continua adotando as medidas necessárias para defesa dos seus interesses', disse a companhia.

    O processo da fundação na Holanda acontece depois que a Petrobras, a petroleira mais endividada do mundo, chegou a um acordo de cerca de 3 bilhões de dólares com investidores nos EUA sobre a corrupção na empresa.

    Esse acordo foi visto como um marco na medida em que a Petrobras busca virar a página após ter sido atingida nos últimos anos por investigações da Operação Lava Jato.

    O valor de mercado da Petrobras despencou conforme a investigação revelou o envolvimento de políticos, empreiteiras e diretores da companhia em um esquema de corrupção.

    Ao assinar o acordo nos EUA, a Petrobras não admitiu culpa.

    A Petrobras destacou que autoridades brasileiras, inclusive o Supremo Tribunal Federal, reconhecem que a empresa foi vítima dos casos de corrupção revelados pela Lava Jato.

    A empresa ressaltou em nota que já recuperou cerca de 2,5 bilhões de reais do dinheiro perdido com corrupção e 'continuará buscando todas as medidas cabíveis contra as empresas e indivíduos que lhe causaram prejuízos'.

    Na semana passada, a estatal disse que foi notificada de demanda arbitral na Argentina, movida por Consumidores Financieros Asociación Civil, que alega suposta perda de valor de mercado das ações da Petrobras na Argentina, em razão dos processos relacionados à Lava Jato.

    A empresa afirmou que o pedido de arbitragem na Argentina é improcedente e que apresentará defesa solicitando o indeferimento total da reclamação.

    (Reportagem de Bart Meijer, em Amsterdã e Roberto Samora, em São Paulo)

    ((Tradução Redação São Paulo 55 11 56447751))REUTERS RS RBS

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