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    EXCLUSIVO-Erdogan diz que Judiciário decidirá destino de pastor dos EUA preso na Turquia

    Por Stephen Adler e Parisa Hafezi

    NOVA YORK (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse que um tribunal de seu país, e não políticos, decidirá o destino de um pastor norte-americano cuja detenção por acusações de terrorismo abalou as relações entre Ancara e Washington.

    Na segunda-feira, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse ter esperança de que a Turquia liberte o pastor evangélico Andrew Brunson neste mês. Ele passou a cumprir prisão domiciliar em julho depois de ficar detido durante 21 meses.

    Em uma entrevista concedida na terça-feira, quando estava em Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Erdogan disse que qualquer decisão a respeito de Brunson será tomada pela corte.

    'Esta é uma questão jurídica. Brunson foi detido por acusações de terrorismo... em 12 de outubro haverá outra audiência e não sabemos o que o tribunal decidirá, e políticos não opinarão no veredicto', disse Erdogan.

    Se for considerado culpado, Brunson pode ser preso por até 35 anos. Ele nega as acusações.

    'Como presidente, não tenho o direito de ordenar sua libertação. Nosso Judiciário é independente. Vamos esperar para ver o que o tribunal decide'.

    Enfurecido com a detenção do pastor, o presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou a duplicação das tarifas ao alumínio e ao aço importados da Turquia. Ancara retaliou aumentando as tarifas sobre importações de carros, álcool e tabaco dos EUA.

    A lira perdeu quase 40 por cento do valor diante do dólar neste ano devido aos temores do controle de Erdogan sobre a política monetária e da crise diplomática entre Ancara e Washington.

    'O caso Brunson não é nem de longe relacionado à economia da Turquia. Os desafios econômicos atuais foram exagerados mais do que o necessário, e a Turquia superará estes desafios com seus próprios recursos', disse Erdogan.

    O Banco Central turco elevou sua taxa básica de juros em 6,25 pontos percentuais neste mês, o que fortaleceu a lira e possivelmente apaziguou os temores dos investidores com a influência de Erdogan sobre a política monetária.

    Erdogan disse que a decisão foi um sinal claro da independência do Banco Central, acrescentando que, como presidente, é contra a elevação dos juros.

    Ele ainda disse que a Turquia continuará comprando gás natural do Irã, apesar das sanções dos EUA a Teerã.

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    Erdogan espera que cúpula de Teerã evite ofensiva em Idlib, diz jornal

    Por Ezgi Erkoyun

    ISTAMBUL (Reuters) - A Turquia espera que uma cúpula com os líderes do Irã e da Rússia em Teerã na sexta-feira evite uma ofensiva do governo da Síria no enclave rebelde de Idlib e um novo influxo de refugiados em território turco, disse o presidente turco, Tayyip Erdogan, segundo o jornal Hurriyet.

    A Rússia, aliada do presidente sírio, Bashar al-Assad, retomou ataques aéreos contra insurgentes em Idlib na terça-feira depois de semanas de bombardeios e disparos de artilharia de forças governamentais pró-Síria, em um aparente prelúdio de uma ofensiva de larga escala contra o último grande reduto dos rebeldes.

    Os líderes de Rússia, Turquia e Irã devem se reunir na sexta-feira na capital iraniana e debater a situação no noroeste da Síria. A Turquia, que apoia os insurgentes contrários a Assad, disse que uma ofensiva em Idlib seria desastrosa. A Turquia está abrigando 3,5 milhões de refugiados sírios.

    'Levaremos a situação a um ponto positivo nesta cúpula... se Deus quiser, conseguiremos conter o extremismo do governo sírio na região', disse Erdogan, segundo o jornal Hurriyet.

    O presidente turco, que conversou com repórteres no avião que o levava de volta de uma visita ao Quirguistão, também falou do possível influxo de refugiados de Idlib para a Turquia no caso de uma ofensiva militar síria, disse o Hurriyet.

    'Em uma situação como esta, para onde irão as pessoas em fuga? Uma grande proporção delas virá para a Turquia'.

    O Ministério da Defesa da Turquia disse nesta quarta-feira que autoridades turcas e russas se encontraram em Ancara para cinco dias de reuniões a respeito dos acontecimentos na Síria, afirmando que os esforços conjuntos continuarão.

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    Erdogan diz que crise cambial na Turquia se assemelha a ataques religiosos

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta segunda-feira que um ataque à economia turca não é diferente de um ataque à sua bandeira ou o chamado islâmico à oração, respondendo à recente onda de venda da lira.

    Em discurso pré-gravado para marcar o festival de quatro dias do Eid al-Adha, que começa nesta terça-feira, Erdogan disse que o objetivo da crise monetária é 'deixar a Turquia e seu povo de joelhos'.

    A lira despencou cerca de 40 por cento neste ano frente ao dólar, afetada pelas preocupações com a influência de Erdogan sobre a política monetária e com o agravamento do conflito diplomático com os Estados Unidos. A aversão ao risco se espalhou para outras moedas de mercados emergentes e ações globais nas últimas semanas.

    Em meio à tensão, vários tiros foram disparados mais cedo de um veículo na embaixada dos EUA na capital turca. Ninguém ficou ferido.

    'O ataque à nossa economia não tem absolutamente nenhuma diferença em relação aos ataques à nossa oração e à nossa bandeira. O objetivo é o mesmo. O objetivo é colocar a Turquia e o povo turco de joelhos, para torná-la prisioneira', disse Erdogan.

    'Aqueles que pensam que podem fazer a Turquia ceder com a taxa de câmbio logo perceberão que estão enganados'.

    Erdogan não chegou a nomear diretamente nenhum país ou instituição mas, no passado, culpou o 'lobby da taxa de juros', as agências de classificação de risco do Ocidente e os financistas.

    Grande parte da tensão recente tem se concentrado em torno de um pastor norte-americano cristão evangélico, Andrew Brunson, detido na Turquia por acusações de terrorismo, o que ele nega.

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    Erdogan diz que Turquia boicotará eletrônicos dos EUA; lira se estabiliza

    Por Daren Butler e Behiye Selin Taner

    ISTAMBUL (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta terça-feira que o país boicotará produtos eletrônicos dos Estados Unidos como retaliação em uma disputa com Washington que contribuiu para provocar quedas recordes da moeda turca, a lira.

    A lira perdeu mais de 40 por cento de seu valor neste ano e atingiu uma baixa histórica de 7,24 em relação ao dólar na manhã de segunda-feira, abalada pelos receios com os clamores de Erdogan por taxas de juros mais baixas e pela deterioração dos laços com os EUA.

    A fraqueza da lira repercutiu nos mercados globais. Sua desvalorização de até 18 por cento na sexta-feira afetou as ações norte-americanas e europeias, já que os investidores se preocuparam com a exposição dos bancos à Turquia.

    Nesta terça-feira a lira recuperou algum terreno, sendo negociada a 6,53 em relação ao dólar às 9h18 (horário de Greenwich), um aumento de cerca de 5 por cento no dia.

    A reação foi auxiliada pelo anúncio de uma teleconferência na qual o ministro das Finanças tentará tranquilizar os investidores preocupados com o controle de Erdogan sobre a economia e sua resistência a aumentos nas taxas de juros para lidar com uma inflação de dois dígitos.

    Erdogan diz que a Turquia é alvo de uma guerra econômica e fez vários apelos para que os turcos vendam seus dólares e euros para blindar a moeda nacional.

    'Junto com nosso povo, nós nos oporemos decisivamente contra o dólar, os preços em forex, a inflação e as taxas de juros. Protegeremos nossa independência econômica nos unindo estreitamente', disse ele a membros de seu partido AK em um discurso.

    'Imporemos um boicote a produtos eletrônicos dos EUA. Se eles têm iPhones, existe a Samsung do outro lado, e temos nosso próprio Vestel aqui', disse, referindo-se à empresa de eletrônicos turca, cujas ações subiram cinco por cento.

    Washington impôs sanções contra dois ministros de Erdogan devido ao julgamento de um pastor evangélico norte-americano na Turquia por acusações de terrorismo, e na semana passada aumentou tarifas a exportações de metais turcos.

    Erdogan disse que seu governo oferecerá incentivos adicionais a empresas que planejam investir em seu país e que estas não devem se intimidar pela incerteza econômica.

    (Reportagem adicional de Ece Toksabay e Ezgi Erkoyun)

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    Erdogan promete tomar medidas contra 'terroristas econômicos' envolvidos com queda da lira

    Por Tuvan Gumrukcu

    ANCARA (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, acusou, nesta segunda-feira, 'terroristas econômicos' de conspirar para prejudicar o país ao divulgar informações falsas, e disse que os responsáveis irão enfrentar a plena força da lei, à medida que autoridades começaram a investigar suspeitos de envolvimento.

    A lira turca, que perdeu mais de 40 por cento em relação ao dólar neste ano, se recuperou de uma mínima recorde de 7,24 liras por dólar no início desta segunda-feira, depois que o banco central turco se comprometeu a fornecer liquidez, mas permaneceu sob pressão de venda e sua queda continuou a abalar os mercados globais.

    'Há terroristas econômicos nas redes sociais', disse Erdogan a um grupo de embaixadores turcos no palácio presidencial em Ancara, acrescentando que o Judiciário e autoridades financeiras estão tomando atitudes em resposta.

    'Eles são verdadeiramente uma rede de traição', acrescentou. 'Nós não vamos dar atenção a eles. Nós faremos aqueles que estão espalhando especulações pagar o preço necessário.'

    Erdogan, que ganhou novos amplos poderes após sua reeleição, disse que têm sido divulgados rumores de que autoridades podem impor controles de capitais em resposta à queda da moeda, que chegou a cair 18 por cento somente na sexta-feira.

    O Ministério do Interior disse ter identificado até agora 346 perfis em redes sociais que estão divulgando publicações sobre o câmbio que, segundo a pasta, criam uma percepção negativa da economia.

    O ministério disse que irá tomar medidas legais contra essas pessoas, sem dizer quais seriam as ações.

    Ao mesmo tempo, as procuradorias de Istambul e Ancara lançaram investigações sobre indivíduos suspeitos de estarem envolvidos em ações que ameaçam a segurança econômica da Turquia, relataram a emissora CNN Turk e a agência de notícias estatal Anadolu.

    (Reportagem adicional de Ali Kucukgocmen)

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    Erdogan diz aos turcos para comprarem lira enquanto Trump anuncia duplicação de tarifas

    Por Behiye Selin Taner e Lisa Lambert

    ISTAMBUL/WASHINGTON (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse aos turcos nesta sexta-feira para venderem ouro e dólares para sustentar a lira, com a moeda em queda livre em meio à disputa travada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que dobrou as tarifas sobre as importações de metais do país.

    A lira vem caindo há muito tempo diante de preocupações com a influência de Erdogan sobre a política monetária turca e o agravamento das relações com os Estados Unidos. O movimento foi intensificado nesta sexta-feira, quando a moeda chegou a recuar 18 por cento, a maior queda num único dia desde a crise financeira de 2001 na Turquia.

    Reflexos da crise se espalharam pelos mercados globais, impactando especialmente os mercados acionários europeus, com os investidores preocupados com a exposição dos bancos à Turquia. As ações dos EUA também foram abaladas.

    A lira, que perdeu mais de 40 por cento este ano, bateu um novo recorde de baixa depois que Trump anunciou que iria punir Ancara em uma ampla disputa. Ele disse que autorizou tarifas mais altas sobre as importações da Turquia, que é sua aliada na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), impondo tarifas de 20 por cento sobre o alumínio e 50 por cento sobre o aço.

    Trump escreveu no Twitter que a lira 'cai rapidamente contra o nosso dólar muito forte!'

    'Nossas relações com a Turquia não são boas neste momento!' disse ele em uma publicação pela manhã.

    Um importante mercado emergente, a Turquia faz fronteira com o Irã, Iraque e Síria e tem sido predominantemente pró-ocidente há décadas. Turbulências financeiras aumentam os riscos de desestabilizar ainda mais uma região já volátil.

    Sem nomear países, Erdogan disse que os partidários de um golpe militar fracassado há dois anos, que Ancara diz ter sido organizado por um clérigo muçulmano baseado nos EUA, estavam atacando a Turquia de novas maneiras desde sua reeleição há dois meses.

    Embora Erdogan tenha adotado um tom desafiador e alertado sobre a 'guerra econômica', seu Ministério de Relações Exteriores pediu diplomacia e diálogo para resolver problemas com Washington.

    'Imploramos ao presidente Trump que retorne à mesa de negociações', afirmou, por sua vez, o ministro do Comércio, Ruhsar Pekcan.

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    Erdogan diz que nova lei de Israel é fascista e espírito de Hitler está ressurgindo

    ANCARA (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta terça-feira que uma lei israelense que determina que só os judeus têm direito de autodeterminação legitima a opressão e mostra que Israel é um país fascista e racista onde o espírito de Adolf Hitler ressurgiu.

    Na semana passada o Knesset israelense aprovou uma lei de 'Estado-nação', revoltando membros da minoria árabe do país e levando a Turquia a acusar Israel de tentar formar 'um Estado de apartheid'.

    Falando a membros de seu partido governista AK no Parlamento, Erdogan disse que a lei prova que Israel é 'o país mais sionista, fascista e racista do mundo', e pediu que a comunidade internacional se mobilize contra Israel.

    'A lei do Estado-nação judeu aprovada pelo Parlamento israelense mostra as verdadeiras intenções deste país. Ela legitima todas as ações ilegais e a opressão', afirmou Erdogan.

    'Não existe diferença entre a obsessão de Hitler com a raça ariana e a mentalidade de Israel. O espírito de Hitler ressurgiu entre os governantes de Israel'.

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, respondeu dizendo que, sob Erdogan, a Turquia está se tornando uma 'ditadura sombria' e acusando o líder turco de 'massacrar sírios e curdos'.

    Erdogan disse que Israel revelou ser um 'Estado de terror' atacando palestinos com tanques e artilharia, e acrescentou que a medida 'afogará a região e o mundo em sangue e sofrimento'.

    A lei, apoiada pelo governo israelense de direita, foi aprovada pela legislatura depois de meses de debate político.

    'Este é um momento determinante nos anais do sionismo e da história do Estado de Israel', disse Netanyahu ao Knesset.

    A chefe de política externa da União Europeia, Federica Mogherini, também expressou preocupação na semana passada, dizendo que a lei dificultará uma solução de dois Estados para o conflito entre israelenses e palestinos.

    Ex-aliados, Turquia e Israel expulsaram seus principais diplomatas respectivos em maio devido a uma desavença a respeito de confrontos nos quais dezenas de palestinos foram mortos por forças de Israel na fronteira com Gaza – mas os dois lados mantêm relações comerciais.

    Os dois países estão em atrito há tempos por causa da política israelense em relação aos palestinos e ao status de Jerusalém. Erdogan convocou uma cúpula de líderes muçulmanos duas vezes nos últimos seis meses depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

    (Por Gulsen Solaker e Tuvan Gumrukcu)

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