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    Premiê espanhol convoca eleições antecipadas para 28 de abril

    Por Belén Carreño e Blanca Rodríguez

    MADRI (Reuters) - O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, convocou uma eleição antecipada para 28 de abril nesta sexta-feira depois que o Parlamento rejeitou sua proposta de orçamento em uma votação, criando alguns meses de incerteza em um país cujo cenário político está cada vez mais fragmentado.

    A Espanha se recuperou de uma recessão econômica profunda em 2013, mas vem sendo assolada desde então pela volatilidade política, resultante das grandes divisões provocadas por uma iniciativa separatista na Catalunha e pelo surgimento de novos partidos populistas.

    Sánchez, que tomou posse em junho no comando de um governo de minoria com menos de um quarto dos assentos parlamentares, convocou a eleição depois que seus antigos aliados nacionalistas catalães se recusaram a endossar seu orçamento.

    'Não se pode governar sem um orçamento', disse Sánchez em um pronunciamento televisionado com as marcas de um discurso de campanha, delineando as conquistas de sua gestão e dizendo que busca uma maioria mais ampla para adotar uma agenda de reformas sociais.

    'Entre não fazer nada e continuar sem o orçamento e convocar os espanhóis a se manifestarem, escolho o segundo. A Espanha precisa continuar avançando, progredindo com tolerância.'

    O Partido Socialista de Sánchez lidera as pesquisas de opinião, que também mostram que nenhuma sigla deve obter votos suficientes para governar sozinha.

    Uma gama de coalizões possíveis sugere negociações prolongadas entre três partidos ou mais, podendo incluir a legenda de extrema-direita Vox --algo inédito na Espanha pós-Franco-- e ecoando um debate polarizador e de grande repercussão sobre o separatismo catalão.

    O anti-imigração Vox, um de vários partidos emergentes que romperam o establishment de dois partidos que se alternaram no poder desde a redemocratização do país, na esteira da morte de Francisco Franco em 1975, teve sua primeira vitória eleitoral em dezembro.

    Doze de seus parlamentares foram eleitos para o Parlamento estadual da Andaluzia, onde apoiam o atual governo, e a sigla parece a caminho de ingressar no Parlamento nacional em abril e possivelmente no governo.

    Agora que líderes separatistas catalães estão sendo julgados em Madri devido a uma tentativa de independência fracassada em 2017 que revoltou muitos eleitores no resto do país, o relacionamento instável da região com o governo central também terá destaque na pauta eleitoral.

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    Derrota do governo em votação do orçamento abre caminho para eleição antecipada na Espanha

    Por Belén Carreño e Paul Day

    MADRI (Reuters) - O Parlamento da Espanha rejeitou o esboço de orçamento do governo para 2019 nesta quarta-feira, abrindo caminho para uma eleição nacional.

    Na terça-feira, fontes do governo e do partido socialista do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disseram à Reuters que ele convocaria uma eleição antecipada se o esboço fosse rejeitado, e que 14 e 28 de abril seriam as datas mais prováveis.

    Os socialistas têm menos de um quarto dos assentos no Parlamento e precisavam do apoio de partidos regionais menores, inclusive os catalães, para aprovarem a proposta de orçamento.

    Mas os partidos catalães, insatisfeitos com a recusa de Madri de cogitar ou debater, entre outras questões, um referendo de independência para a região do nordeste do país, votaram contra a proposta, assim como a centro-direita e os conservadores.

    'Isto mostra que a ala direita deste país está determinada a impedir o progresso social', disse a ministra do Orçamento, Maria Jesús Montero, aos repórteres, a primeira reação do governo à votação.

    Ao todo, 191 parlamentares votaram contra o orçamento e 158 a favor, e houve uma abstenção.

    O líder do conservador Partido Popular, Pablo Casado, classificou o resultado como 'uma moção de desconfiança de fato contra Pedro Sánchez'.

    Após o voto, as ações espanholas recuaram e o spread dos títulos do governo aumentou na comparação com os papéis alemães, mais seguros.

    As fontes políticas disseram nesta quarta-feira que ainda não está claro quando a eleição será anunciada, mas também que Sánchez quer um pleito o mais cedo possível para mobilizar os eleitores simpatizantes da esquerda na esteira de um comício de três partidos de direita em Madri no domingo, inclusive a sigla de extrema-direita Vox, que cresceu nas pesquisas de opinião graças ao aumento do sentimento anti-catalão em toda a Espanha.

    As divisões profundas entre espanhóis pró-união e secessionistas da Catalunha foram sublinhadas na terça-feira, início do julgamento de 12 separatistas acusados de rebelião após uma tentativa de separação em outubro de 2017.

    (Reportagem adicional de Jesus Aguado)

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Julgamento de separatistas catalães expõe divisões na Espanha

    Por Jose Elías Rodríguez

    MADRI (Reuters) - Doze líderes separatistas catalães foram a julgamento em Madri nesta terça-feira por causa de uma tentativa fracassada de independência da região que explicitou divisões históricas e desencadeou a maior crise política em décadas na Espanha.

    Flanqueados por centenas de policiais, manifestantes pró e anti-separatistas se reuniram diante da Suprema Corte, onde os réus enfrentam acusações de rebelião, sedição e mau uso de fundos públicos.

    Seus apoiadores portavam cartazes dizendo 'Liberdade para prisioneiros políticos', enquanto um pequeno grupo rival gritava 'Golpistas', retratando a declaração de independência de outubro de 2017 como uma tentativa de desmantelar o Estado espanhol.

    Em suas declarações iniciais no julgamento, que está sendo transmitido ao vivo na televisão, um advogado de dois dos acusados disse que eles têm direito de pedir a independência de sua região. 'Sua (autodeterminação) é sinônimo de paz, não de guerra', afirmou Andreu Van den Eyndehe à corte.

    O julgamento de conotação política, que deve durar ao menos três meses, ocorre em um momento crucial para o governo espanhol.

    Uma eleição nacional antecipada é provável a menos que parlamentares nacionalistas catalães mudem de posição deixando de se opor ao Orçamento de 2019 em uma votação na quarta-feira.

    DEMOCRACIA SOB OS HOLOFOTES

    O caso também expõe as engrenagens da democracia espanhola --relativamente jovem pelos padrões da Europa Ocidental-- ao maior escrutínio desde o golpe fracassado de 1981.

    A tentativa, encerrada por uma intervenção do rei Juan Carlos, ocorreu três anos após a atual Constituição ser aprovada para finalizar a transição democrática que se seguiu à morte do ditador Francisco Franco em 1975.

    A Constituição proíbe a secessão de qualquer região do país.

    Apoiadores dos réus, que podem passar 25 anos na prisão se condenados, dizem que eles são prisioneiros políticos. O governo diz que eles estão sendo julgados estritamente de acordo com o Estado de Direito.

    Nenhum dos 12 deve falar no primeiro dia do julgamento.

    Enquanto isso, sete outros políticos envolvidos com a declaração de independência --incluindo o ex-líder Carles Puigdemont-- estão em exílio voluntário no exterior.

    Nesta terça-feira, em Berlim, Puigdemont disse que o julgamento representa um teste de estresse para a democracia espanhola e reiterou um apelo por outro referendo de independência.

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    Cristiano Ronaldo aceita multa milionária por sonegação fiscal e evita prisão

    Por Isla Binnie

    MADRI (Reuters) - O jogador português Cristiano Ronaldo foi condenado nesta terça-feira a pagar multa de quase 19 milhões de euros (21,6 milhões de dólares) por fraude fiscal, mas não precisará cumprir pena de prisão após firmar um acordo.

    Ronaldo deixou o tribunal de mãos dadas com sua noiva espanhola, Georgina Rodríguez, sorrindo e parando para dar autógrafos antes de entrar em um veículo preto.

    O atacante da Juventus, que jogou pelo Real Madrid de 2009 a 2018, concordou em resolver o caso pagando uma multa de 18,8 milhões de euros e aceitando uma pena suspensa de prisão de 23 meses.

    De acordo com a lei espanhola, um infrator sem antecedentes pode cumprir qualquer pena inferior a dois anos de prisão em liberdade condicional, e Ronaldo não precisará ir para a cadeia.

    Aparição do jogador de 33 anos no tribunal durou cerca de 15 minutos, uma vez que o jogador cinco vezes melhor do mundo só precisava assinar o acordo anteriormente firmado.

    Cristiano Ronaldo precisou entrar no tribunal pela porta da frente, depois que seu pedido por medidas especiais de segurança para evitar os holofotes foi negado na segunda-feira.

    Em 2017, Cristiano Ronaldo negou a acusação de que conscientemente usou uma estrutura comercial criada para supostamente esconder rendas geradas por seus direitos de imagem na Espanha entre 2011 e 2014.

    Após chegar a um acordo, o jogador pagou uma multa de 5,7 milhões de euros, mais juros de 1 milhão de euros, em julho de 2018, disse a Procuradoria na semana passada.

    Também nesta terça-feira, o ex-colega de Ronaldo no Real Madrid Xabi Alonso enfrentou seu próprio caso de fraude fiscal, chegando ao tribunal com as mãos dentro dos bolsos de seu terno.

    'Sim, está tudo bem”, foi sua única resposta às perguntas dos repórteres.

    Pouco depois, um magistrado informou que o caso contra Alonso estava suspenso. A procuradoria havia pedido pena de prisão de 5 anos e multa de 4 milhões de euros para o jogador.

    (Reportagem de Isla Binnie)

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    Polícia espanhola prende manifestantes catalães durante visita de premiê

    Por Sam Edwards

    BARCELONA (Reuters) - A polícia espanhola retirou à força separatistas catalães que bloqueavam estradas e prendeu 11 manifestantes durante protestos nesta sexta-feira, quando o governo da Espanha levou uma reunião de gabinete à capital da região, Barcelona, tanto em uma demonstração de poder central como em uma tentativa de negociação.

    Defensores da secessão usaram pneus e entulhos para formar barricadas em estradas antes do amanhecer e encheram as ruas de Barcelona com milhares de manifestantes balançando bandeiras da Catalunha.

    Alguns acenderam chamas e queimaram uma imagem do rei espanhol Felipe 6º, enquanto a polícia se chocava com jovens mascarados em cenas caóticas que, segundo serviços de emergência, deixaram 32 pessoas levemente feridas.

    O manifestante Joan Toll lamentou a falta de progresso após um referendo ilegal e a autodeclaração de independência da Catalunha em 2017.

    'Se você pensa sobre o que aconteceu no ano passado, nós não alcançamos nada. Nós só estamos sendo mais reprimidos', disse Toll, um químico de 44 anos.

    'Ninguém quer ver violência, mas as pessoas estão ficando cansadas.'

    A decisão do primeiro-ministro Pedro Sánchez de reunir seu gabinete em Barcelona pela primeira vez desde o início da crise enfatizou a oposição de Madri à independência completa da próspera região de 7,5 milhões de habitantes.

    Mas também pode ajudá-lo a garantir a sobrevivência de seu governo minoritário com o apoio de partidos pró-independência em troca de mais autonomia.

    Seu partido socialista controla apenas um quarto dos assentos do Parlamento e precisará de todo apoio que conseguir para aprovar o orçamento do próximo ano, que será apresentado em janeiro.

    Na quinta-feira, Sánchez se reuniu com o líder regional do governo pró-independência da Catalunha, Quim Torra. Os dois concordaram em manter um diálogo mais profundo apesar de suas 'notáveis diferenças'.

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    Premiê da Espanha promete laços mais estreitos com Cuba durante visita histórica

    Por Sabela Ojea e Sarah Marsh

    MADRI/HAVANA (Reuters) - O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, concordou com o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, em aprofundar seus laços políticos bilaterais, durante a primeira visita oficial de um líder espanhol ao país comunista em três décadas.

    Os dois líderes assinaram na quinta-feira um acordo instituindo reuniões anuais de diálogo político de alto nível entre Espanha e Cuba que abordarão uma série de tópicos, incluindo os direitos humanos.

    As relações entre Cuba e a União Europeia têm melhorando constantemente desde que foram retomadas formalmente em 2016, após um esfriamento de duas décadas, mesmo com o desgaste do relacionamento entre a ilha e os Estados Unidos.

    Entretanto, antes mesmo de pousar em Havana, Sánchez foi alvo de críticas de ativistas da oposição.

    Sánchez está em Cuba 'para entreter ditadores, em vez de pedir liberdade e democracia', escreveu o líder do oposicionista Partido Popular, Pablo Casado, no Twitter.

    Durante a visita, Sánchez conversará com representantes de alguns dos intelectuais dissidentes cubanos, inclusive os diretores de uma revista digital independente e de um centro de estudos, além de proponentes do jovem setor privado da ilha, segundo uma autoridade do governo espanhol.

    Uma sucessão de líderes mundiais passou pela maior ilha-nação do Caribe nos últimos anos, à medida que Cuba tenta melhorar suas relações com o Ocidente, modernizar sua economia planificada e atrair mais investimento estrangeiro.

    Mas, esta é a primeira visita oficial de um premiê espanhol desde 1986, quando o também social-democrata Felipe González passou pela ilha. A Espanha é a terceira maior parceira comercial de Cuba e mantém laços culturais fortes com sua ex-colônia.

    Sánchez e Díaz-Canel, que sucedeu Raúl Castro como presidente em abril, também concordaram na quinta-feira em ampliar sua cooperação cultural, depois de se reunirem na Praça da Revolução de Havana.

    'A nova geração de líderes cubanos precisa desta reaproximação, que mostra que as relações exteriores de Cuba não precisam ser limitadas ao conflito EUA-Cuba ou a alianças com países como Rússia e China', disse o diplomata cubano aposentado Carlos Alzugaray.

    'É oxigênio em um momento difícil'.

    Na manhã desta sexta-feira, Sánchez inaugurará um fórum empresarial hispano-cubano em um hotel que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acrescentou recentemente a uma lista de locais proibidos para viajantes norte-americanos.

    (Reportagem adicional de Sam Edwards e Marc Frank)

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    Premiê da Espanha promete apoiar diálogo na Venezuela

    LIMA (Reuters) - O prêmie da Espanha, Pedro Sánchez, durante sua primeira visita à América Latina desde que assumiu o cargo em junho, prometeu apoiar todos os esforços por um diálogo para encerrar a crise política e econômica na Venezuela.

    Sánchez iniciou sua viagem na segunda-feira pelo Chile, um dos muitos países da região que têm recebido venezuelanos fugindo da hiperinflação e da escassez de recursos básicos que abalam a Venezuela do presidente socialista Nicolás Maduro.

    'É uma crise que tem crescido por algum tempo na Venezuela e que nós, com certeza, vemos com grande preocupação', disse Sánchez em coletiva de imprensa em Santiago, ao lado do presidente chileno, Sebastián Piñera, um grande crítico de Maduro.

    Mas Sánchez reforçou que a Espanha, que já colonizou grande parte da América Latina, não tem nenhuma intenção de interferir em assuntos internos da região.

    'A Venezuela precisa começar um diálogo com si mesma... para encontrar uma solução para essa crise política. E, com certeza, a comunidade internacional precisa acompanhar esse diálogo', disse Sánchez. 'Eu garanto que a Espanha será muito ativa nisso'.

    Diversos países da América Latina, incluindo Chile, Peru, México, Argentina e Brasil, têm pedido que Maduro realize reformas democráticas e aceite auxílios humanitários para deter um crescente êxodo de venezuelanos pela região.

    Nesta terça-feira, Sánchez viajará à Bolívia, antes de visitar Colômbia e Costa Rica.

    (Reportagem de Antonio de la Jara)

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    Polícia espanhola trata tentativa de ataque com faca como ato terrorista

    MADRI (Reuters) - Um homem armado com uma faca se lançou contra um policial gritando 'Alá é grande' em uma delegacia perto de Barcelona nesta segunda-feira, no que a polícia espanhola descreveu como um ato terrorista, e foi morto a tiros.

    Segundo a polícia, o homem entrou na delegacia de Cornellà, na região da Catalunha, pouco antes das 4h da manhã, pedindo informações.

    Em seguida, ele teria se lançado contra um policial segurando uma faca. O agressor, identificado apenas como morador de Cornellà, foi morto a tiros.

    'De qualquer maneira que você veja isso, foi um ataque com faca contra um policial (por um homem que) gritou 'Alá é grande' e outras coisas que foram impossíveis de compreender', disse o chefe da polícia investigativa regional, Rafel Comas, em coletiva de imprensa.

    'Por enquanto, estamos tratando isso como um ataque terrorista', acrescentou.

    O agressor 'queria se matar', disse a polícia em publicação no Twitter. Comas não confirmou reportagens da mídia espanhola que alegaram que o agressor seria um argelino de 29 anos, dizendo apenas que ele estava no país 'há anos'.

    Não há evidências que liguem o ataque a qualquer célula terrorista, disse Comas, acrescentando que a Espanha manterá seu alerta de segurança no nível 4, um abaixo do nível máximo, que indica que um ataque é iminente.

    Também nesta segunda-feira, três pessoas ficaram feridas quando um carro subiu em uma calçada na cidade de Casetas, no que uma porta-voz do governo disse posteriormente estar sendo tratado como um acidente.

    As duas pessoas que estavam dentro do carro fugiram do local, mas foram detidas em seguida.

    (Reportagem de Isla Binnie; Reportagem adicional de Rodrigo de Miguel e Carlos Ruano)

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    Barcelona relembra ataques islâmicos em meio a tensões políticas

    BARCELONA (Reuters) - Barcelona prestou homenagem nesta sexta-feira às vítimas de uma série de ataques de militantes jihadistas no ano passado que deixou 16 pessoas mortas, tendo como pano de fundo um ressentimento persistente com o tratamento dado pelo governo espanhol a uma iniciativa separatista da região circundante da Catalunha.

    Em 17 de agosto de 2017 um jovem lançou uma van alugada sobre uma multidão na região central da cidade, matando 14 pessoas e ferindo mais de cem no pior ataque na Espanha em mais de uma década. Outro homem morreu durante a fuga do agressor, e uma mulher foi morta em um ataque no dia seguinte na cidade turística litorânea de Cambrils.

    Multidões lotaram a praça central. O rei espanhol Felipe, a rainha Letizia e o primeiro-ministro Pedro Sánchez participaram da cerimônia. Um coral cantou e pessoas leram poesias em várias línguas.

    Na manhã desta sexta-feira parentes das vítimas, muitos em prantos, depositaram flores em um mosaico na famosa avenida Las Ramblas, cenário do ataque com a van.

    Familiares dos mortos pediram uma trégua nas tensões políticas causadas pela declaração de independência de outubro, que levou o governo espanhol a impor um controle direto sobre a região.

    A sociedade catalã está profundamente dividida na questão da independência –uma pesquisa de julho do Centro d'Estudis d'Opinio acompanhada atentamente mostrou que a proporção de catalães que querem um Estado independente é de 46,7 por cento.

    Sánchez vem trabalhando para desfazer a tensão com as autoridades da Catalunha desde que tomou posse em junho no lugar de Mariano Rajoy, cujo governo ordenou que a polícia reprimisse um referendo realizado em 1º de outubro.

    Mas o rei Felipe, que fez uma intervenção política incomum ao criticar a iniciativa separatista, foi recebido com salvas e vaias ao chegar, e um cartaz dizendo 'o rei espanhol não é bem-vindo nos países catalães' pendia de um edifício.

    Algumas das pessoas que compareceram aos eventos desta sexta-feira disseram não estar felizes com a presença do monarca.

    'Discordo totalmente', disse a funcionário administrativa Nati Puigbarraca. 'Todos nós sabemos o que aconteceu na Catalunha, existe uma situação política, mas vai além disso. Alguns de nós jamais perdoaremos o que aconteceu em 1º de outubro.'

    (Por Miguel Pereira)

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    Nunca aprovei as atividades do Wikileaks, diz presidente do Equador

    Por Sonya Dowsett

    MADRI (Reuters) - O presidente do Equador, Lenín Moreno, disse nesta sexta-feira que nunca apoiou as atividades de vazamento lideradas pelo fundador do Wikileaks, Julian Assange, indicando o desejo de seu governo de acabar com a longa estadia de Assange em sua embaixada de Londres.

    Moreno confirmou uma reportagem de 15 de julho do jornal londrino Sunday Times segundo a qual o Equador e o Reino Unido estão conversando para tentar encerrar a estadia de Assange na embaixada, onde o ativista conseguiu se asilar em 2012.

    O presidente do Equador disse que uma eventual retirada de Assange da representação diplomática teria que ser feita corretamente e por meio de um diálogo, mas não mostrou simpatia pela agenda política de Assange como vazador de documentos confidenciais.

    'Jamais fui a favor da atividade do senhor Assange', disse Moreno durante um evento em Madrid.

    O australiano Assange buscou refúgio na embaixada equatoriana para evitar uma extradição à Suécia, onde seria interrogado a respeito de alegações de crimes sexuais que sempre negou.

    As alegações foram descartadas desde então, mas Assange seria preso pela polícia britânica se deixasse a embaixada por violar os termos de sua condicional.

    Assange acredita que isso abriria caminho para uma extradição aos Estados Unidos, onde é buscado pela publicação de uma grande quantidade de segredos diplomáticos e militares dos EUA no site WikiLeaks.

    Moreno se pronunciou em Madri, onde se encontrou com o rei Felipe e o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, após uma visita de três dias ao Reino Unido.

    Quando indagado se conversou com o governo britânico sobre Assange em sua visita recente, Moreno respondeu que os dois países mantêm contato permanente a respeito do assunto.

    'A única pessoa com a qual nunca conversei é o senhor Assange', acrescentou.

    O impasse diplomático sobre a permanência de Assange na representação equatoriana está chegando ao fim, disse uma fonte próxima do criador do Wikileaks na segunda-feira.

    Mas fontes dos governos britânico e equatoriano minimizaram as insinuações de qualquer ação iminente para romper o impasse.

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