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    Grande júri dos EUA indicia 12 espiões russos por invasões cibernéticas em eleição de 2016

    Por David Shepardson e Warren Strobel

    WASHINGTON (Reuters) - Um grande júri federal dos Estados Unidos indiciou nesta sexta-feira 12 agentes de inteligência militar russos acusados de invadir as redes de computadores da candidata presidencial democrata Hillary Clinton e do Partido Democrata em 2016, informou o Departamento de Justiça.

    O indiciamento, decorrente da investigação ainda em curso do procurador especial Robert Mueller sobre o envolvimento da Rússia na eleição de 2016 vencida pelo presidente Donald Trump, foi emitido três dias antes de Trump, que atualmente visita o Reino Unido, se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin, para uma cúpula em Helsinque.

        Foi a mais detalhada acusação já feita pelos EUA de que a Rússia se intrometeu na eleição com o objetivo de tentar impulsionar a campanha do republicano Trump. A Rússia nega ter interferido na votação.

    O indiciamento acusa 12 militares russos pelo nome de conspirarem para interferir com a eleição presidencial de 2016 , disse o vice-secretário de Justiça, Rod Rosenstein, em uma coletiva de imprensa.

        Rosenstein disse não haver nenhuma alegação de envolvimento de cidadãos dos EUA nos supostos crimes descritos no indiciamento e que deu a Trump informações a respeito deste no início da semana.

    Um boletim de notícias do Departamento de Justiça informou que membros da agência de inteligência militar russa, GRU, no exercício de seus cargos se dedicaram a um esforço contínuo para invadir as redes de computadores do Comitê Congressional de Campanha Democrata, do Comitê Nacional Democrata e da campanha presidencial de Hillary Clinton e liberaram essa informação na internet com os nomes DCLeaks e Gufficer 2.0.

    Mueller, indicado pelo Departamento de Justiça em maio de 2017 para assumir um inquérito antes a cargo do FBI, está investigando se a campanha de Trump se mancomunou com a Rússia e se o presidente procurou obstruir essa investigação de forma ilegal.

    Mueller apresentou indiciamentos contra vários ex-funcionários da campanha de Trump, entre eles o gerente de campanha Paul Manafort e o ex-conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca Michael Flynn.

        Em fevereiro Mueller acusou 13 russos e três empresas russas por uma conspiração elaborada para interferir na eleição. O indiciamento informa que os russos assumiram identidades virtuais falsas para disseminar mensagens polarizadoras, viajaram aos EUA para coletar inteligência e realizaram comícios políticos se passando por norte-americanos.

    Mas o indiciamento desta sexta-feira foi o primeiro de Mueller que acusa diretamente o governo da Rússia.

        Agências de inteligência dos EUA concluíram que a Rússia usou propaganda e invasões cibernéticas para interferir na votação na tentativa de prejudicar Hillary e mais adiante ajudar Trump.

    (Reportagem adicional de Jonathan Landay)

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    Espiões britânicos realizaram ações 'indesculpáveis' após o 11 de Setembro, diz relatório

    LONDRES (Reuters) - Espiões britânicos sabiam dos maus tratos cometidos por agentes dos Estados Unidos contra centenas de supostos militantes, e se envolveram na captura de pessoas que foram transferidas sem o devido processo legal a terceiros países, de acordo com um relatório do Parlamento.

    O relatório analisou as ações das agências de segurança e inteligência do Reino Unido em relação ao tratamento e à transferência de detidos no exterior no período que se seguiu aos ataques de 11 de setembro de 2001 nos EUA.

    O documento divulgado nesta quinta-feira é o mais recente desdobramento de uma crise prolongada causada por alegações de tortura, maus tratos e transferências ilegais que prejudicaram a posição internacional do Reino Unido e desencadearam um debate global sobre os métodos e a responsabilização dos serviços de inteligência.

    Em nossa opinião o Reino Unido tolerou ações, e realizou outras, que vemos como indesculpáveis , disse o Comitê de Segurança e Inteligência do Parlamento britânico.

    Dito isso, não encontramos provas concretas que indiquem que as agências negligenciaram deliberadamente relatórios sobre maus tratos e transferências dos EUA como uma questão de política institucional .

    O relatório foi divulgado após um inquérito de 2013 que revelou que espiões britânicos se envolveram na prática norte-americana de cessão , por meio da qual militantes capturados eram transferidos sem o devido processo legal a terceiros países.

    A investigação anterior afirmou que Londres sabia dos maus tratos de supostos militantes, mas não interveio por medo de seus aliados norte-americanos.

    Nesta quinta-feira o comitê parlamentar britânico disse ter descoberto 232 casos em que funcionários britânicos continuaram a oferecer perguntas ou coletar informações de inteligência depois de tomarem conhecimento de possíveis maus tratos.

    O relatório também descobriu 28 casos em que agências de inteligência sugeriram, planejaram ou concordaram com operações de cessão e três casos em que ofereceram fazer uma contribuição financeira para realizar uma operação de cessão.

    Em resposta ao relatório, uma autoridade de segurança do Reino Unido disse à Reuters que as agências de inteligência britânicas aprenderam lições duras desde os ataques do dia 11 de Setembro, e afirmou que hoje trabalham de maneira diferente.

    Hoje nós fazemos as coisas de maneira diferente , disse a autoridade, que falou sob condição de anonimato. Nós aprendemos as lições daqueles difíceis anos após o 11/09 e as estruturas amadureceram, tanto no Serviço Secreto de Inteligência como por todo o governo .

    Mas a autoridade também admitiu que espiões estavam sobre intensa pressão de seus comandantes políticos na época.

    Nossa equipe estava sob pressão para entregar dados de inteligência sobre a ameaça , disse a autoridade. A demanda imediata, de entregar inteligência para nos defender contra a ameaça terrorista, se tornou a prioridade dominante .

    (Reportagem de Andrew MacAskill e Guy Faulconbridge)

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