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    China está pronta para mais negociações comerciais com os EUA, diz embaixador

    Por David Lawder e Michael Martina

    WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - Pequim está pronta para retomar as negociações comerciais com Washington, disse o embaixador da China nos Estados Unidos, Cui Tiankai, no momento em que um lobby norte-americano afirmou que quase metade de seus membros vê retaliação com barreiras não tarifárias na China devido à guerra comercial.

    Nenhuma outra negociação comercial entre representantes chineses e norte-americanos foi marcada desde que a última rodada terminou em 10 de maio, mesmo dia em que o presidente dos EUA, Donald Trump, aumentou as tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses e adotou medidas para taxar todas as importações remanescentes.

    As negociações azedaram com força desde o início de maio, quando autoridades chinesas buscaram importantes mudanças ao texto de um acordo proposto que o governo dos EUA diz ter sido finalizado.

    Mas falando ao Fox News Channel, o embaixador chinês em Washington disse que Pequim ainda está aberta a negociações.

    'A China permanece pronta para continuar as negociações com nossos colegas norte-americanos para chegar a uma conclusão. Nossa porta ainda está aberta', disse Cui na terça-feira.

    Ele culpou o lado norte-americano por frequentemente 'mudar de ideia'.

    Cui virou o jogo e disse que foram negociadores dos EUA que recuaram abruptamente de alguns acordos anteriores que haviam sido definidos ao longo do último ano.

    'Ficou bastante claro que é o lado dos EUA que mais de uma vez mudou de ideia do dia pra noite e quebrou o acordo preliminar já alcançado', disse Cui. 'Então ainda estamos comprometidos com o que quer que concordemos fazer, mas é o lado dos EUA que mudou de ideia muitas vezes.'

    As empresas dos EUA começam a enfrentar retaliação na China pela guerra comercial.

    A Câmara Americana de Comércio da China e a entidade em Xangai, citando uma pesquisa recente de membros sobre o impacto das tarifas, afirmou nesta quarta-feira que eles disseram que enfrentam obstáculos cada vez maiores como inspeções do governo, lentidão na alfândega e aprovações mais lentas para licenciamento e outros pedidos.

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    China rejeita afirmação de Trump de que tarifas dos EUA fazem empresas saírem do país

    PEQUIM (Reuters) - Os investidores estrangeiros continuam entusiasmados com a China, afirmou o Ministério das Relações Exteriores nesta terça-feira, depois da afirmação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que suas tarifas estão fazendo as empresas transferirem a produção da segunda maior economia do mundo.

    Trump afirmou em entrevista divulgada no domingo que suas tarifas sobre os produtos chineses estão levando as empresas a transferirem sua produção da China para o Vietnã e outros países asiáticos, e acrescentou que qualquer acordo para encerrar a guerra comercial com a China não pode ser igualitário.

    Nenhuma nova negociação comercial entre autoridades chinesas e norte-americanas foi marcada desde que a última rodada terminou em 10 de maio --mesmo dia em que Trump elevou de 10% para 25% as tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses.

    Trump adotou a medida depois que a China buscou mudanças em um acordo que autoridades dos EUA dizem que já tinha sido fechado.

    Desde então, a China adotou um tom mais duro em sua retórica, sugerindo que uma retomada das negociações para acabar com 10 meses de guerra comercial não deve acontecer em breve.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, respondendo a uma pergunta sobre a afirmação de Trump, disse que os investidores estrangeiros 'ainda estão otimistas' quanto à China.

    'Embora ao longo do último ano ou mais os EUA tenham continuado a ameaçar os produtos chineses com tarifas adicionais, todos podem ver que o entusiasmo de investidores estrangeiros na China permanece alto', disse Lu.

    Lu listou empresas, incluindo Tesla, BASF e BMW, dizendo que todas aumentaram seu investimento na China. Ele acrescentou que o país continuará a melhorar as condições de negócios e investimento para empresas estrangeiras.

    Mas empresas estrangeiras estão cada vez mais cautelosas com o que dizem ser reformas econômicas fragmentadas na China.

    A comunidade empresarial dos EUA na China defende nos últimos anos uma linha mais dura em relação ao que vê como políticas comerciais chinesas discriminatórias.

    (Reportagem de Ben Blanchard)

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    Irã pede a Trump que trate país com respeito e sem ameaças de guerra

    LONDRES (Reuters) - O Irã cobrou os Estados Unidos, nesta segunda-feira, a se dirigirem à República Islâmica com respeito, e não com ameaças de guerra, um dia depois de o presidente Donald Trump despertar o temor de um possível conflito entre EUA e Irã.

    Como sinal de um confronto em ebulição um ano depois de Washington se desligar de um acordo nuclear firmado em 2015 com o Irã e readotar sanções, Teerã anunciou um aumento de quatro vezes no ritmo de produção do enriquecimento de urânio de baixo grau.

    As tensões entre Washington e seus aliados sunitas no Golfo Pérsico, de um lado, e de Teerã e seus representantes xiitas na região do outro, ardem há semanas.

    No domingo, Trump tuitou: 'Se o Irã quiser lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!'.

    O ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, respondeu em sua conta de Twitter: 'Nunca ameace um iraniano. Tente o respeito – funciona!'.

    Zarif, que foi educado nos EUA, na verdade elogiou Trump por comentários anteriores vistos como alertas à linha-dura do governo norte-americano que estimula um conflito.

    O presidente 'deplora com razão o complexo militar-industrial pressionar os EUA a Guerras Infinitas', tuitou Zarif.

    Mas ele disse que Trump permitiu que um 'time B' de assessores liderados pelo conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, 'jogasse fora a diplomacia', e os acusou de 'ordenhar carniceiros despóticos através da venda maciça de armas' -- uma referência aparente ao maior rival regional do Irã, a Arábia Saudita, maior compradora de armas de Washington.

    Trump endureceu as sanções econômicas contra o Irã, e seu governo diz que reforçou a presença militar norte-americana na região.

    Os EUA acusam Teerã de representar uma ameaça a seus soldados e interesses, o que o regime nega, descrevendo as medidas dos EUA como 'guerra psicológica' e um 'jogo político'.

    Também nesta segunda-feira, o Reino Unido aconselhou o Irã a não subestimar a determinação dos EUA, alertando que se os interesses norte-americanos forem atacados o governo Trump retaliará.

    O chanceler de Omã, Estado do Golfo Pérsico que ajudou a encaminhar conversas entre Irã e EUA no passado, visitou Teerã nesta segunda-feira. Yousuf bin Alawi bin abordou questões regionais e internacionais com Zarif, relatou a agência de notícias estatal iraniana Irna sem dar detalhes.

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    Embaixador dos EUA na China visitará Tibete em meio a aumento da tensão comercial

    PEQUIM (Reuters) - O embaixador dos Estados Unidos na China, Terry Branstad, tem uma visita marcada ao Tibete nesta semana, disse uma porta-voz da embaixada dos EUA, no que será a primeira visita de um embaixador norte-americano à região desde 2015 e que ocorrerá em meio a uma tensão comercial crescente entre os dois países.

    A visita vem na esteira da sanção de uma lei, em dezembro, que exige que os EUA neguem vistos de entrada a autoridades chinesas encarregadas de implantar diretrizes que restringem o acesso de estrangeiros ao Tibete, uma legislação que foi criticada pela China.

    'Esta visita é uma chance para o embaixador se engajar com líderes locais para tratar de preocupações de longa data sobre as restrições à liberdade religiosa e a preservação da cultura e da língua tibetanas', disse a porta-voz em um comunicado enviado por e-mail.

    Branstad viajará à província de Qinghai e ao vizinho Tibete entre 19 e 25 de maio, uma excursão que incluirá encontros oficiais e visitas a santuários religiosos e culturais, segundo a porta-voz.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, disse que o governo saúda a visita de Branstad e que ele poderá ver por si mesmo as grandes mudanças ocorridas desde que o Tibete foi 'libertado pacificamente' mais de seis décadas atrás.

    A China espera que Branstad não leve nenhum 'preconceito' consigo na viagem e que vá com uma atitude objetiva para poder tirar suas próprias conclusões, disse Lu em um informe diário à imprensa.

    'Especialmente no tocante à proteção e ao desenvolvimento da cultura, religião, herança e história tibetanas, espero que ele consiga respeitar os fatos e tirar suas próprias conclusões, ao invés de ficar confuso e perturbado com falatórios e certos rumores e calúnias de longa data'.

    Em dezembro, a China criticou os EUA por sancionarem a Lei de Acesso Recíproco ao Tibete, que busca promover o acesso de diplomatas e outras autoridades dos EUA, jornalistas e outros cidadãos ao Tibete negando a entrada de autoridades chinesas consideradas responsáveis por limitar o acesso ao Tibete em solo norte-americano.

    O governo dos EUA tem obrigação de começar a negar vistos até o final deste ano.

    (Por Tony Munroe e Ben Blanchard, em Pequim, e Nandita Bose e David Brunnstrom, em Washington)

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    Funcionários do Deutsche Bank alertaram para transações de Trump e genro, diz NYT

    WASHINGTON (Reuters) - Especialistas em lavagem de dinheiro do Deutsche Bank recomendaram em 2016 e 2017 que diversas transações envolvendo entidades controladas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu genro, Jared Kushner, fossem relatadas a uma agência federal de combate a crimes financeiros, afirmou o jornal The New York Times no domingo.

    Citando cinco funcionários atuais e cinco ex-funcionários do Deutsche Bank, o jornal disse que executivos do banco alemão, que emprestou bilhões de dólares a empresas de Trump e Kushner, rejeitaram os conselhos de seus empregados e que os relatórios jamais foram apresentados ao governo.

    O Deutsche Bank negou a reportagem, mas as ações do maior banco alemão tiveram um novo recuo nesta segunda-feira, ficando abaixo de uma mínima estabelecida em dezembro. As ações caíram 2,8% e ficaram em 6,65 euros.

    Trump rejeitou a reportagem em uma sequência de tuítes no início da manhã desta segunda-feira, dizendo que precisa pouco dos bancos por ter muito dinheiro em mãos e negando que o dinheiro tenha vindo da Rússia.

    As alegações de desconformidade são as mais recentes de uma onda de problemas que vem abalando o banco, que prestará contas aos seus investidores em sua reunião anual na quinta-feira.

    O NYT noticiou que as transações, algumas das quais envolveram a hoje extinta fundação de Trump, desencadearam alertas em um sistema de computador criado para detectar atividades ilegais, segundo os ex-funcionários do banco.

    Membros da equipe de conformidade que analisaram as transações prepararam os chamados relatórios de atividade suspeita, que acreditavam dever ser encaminhados a uma unidade do Departamento do Tesouro que policia crimes financeiros, de acordo com o jornal.

    O Deutsche Bank respondeu com uma refutação da reportagem.

    'Em nenhum momento um investigador foi impedido de denunciar atividades identificadas como potencialmente suspeitas', disse o banco em um comunicado.

    'Além disso, a insinuação de que qualquer pessoa tenha sido transferida ou demitida na tentativa de silenciar preocupações referentes a qualquer cliente é categoricamente falsa'.

    (Por David Morgan)

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    EUA e China se desentendem por 'expectativas extravagantes' em acordo comercial

    Por Ben Blanchard e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - A China acusou os Estados Unidos nesta segunda-feira de manterem 'expectativas extravagantes' para um acordo comercial, destacando o abismo entre os dois lados no momento em que a ação dos EUA contra a gigante de tecnologia chinesa Huawei começa a afetar o setor de tecnologia global.

    Adicionando ainda mais tensão à relação entre os dois países, militares dos EUA disseram que um de seus navios de guerra navegou próximo ao disputado Scarborough Shoal reivindicado pela China no Mar do Sul da China no domingo, o mais recente de uma série de 'liberdade de operações de navegação' para enfurecer Pequim.

    O Google, da Alphabet Inc, também suspendeu os negócios com a Huawei Technologies Co Ltd que exigem a transferência de hardware, software e serviços técnicos, exceto aqueles disponíveis ao público através de licenças de código aberto, disse à Reuters uma fonte familiarizada com o assunto no domingo, em um golpe contra a empresa de tecnologia chinesa que foi colocada em uma lista negra pelo governo norte-americano de Donald Trump.

    As ações das fabricantes de chips europeias Technologies, AMS e STMicroelectronics recuavam com força nesta segunda-feira, em meio a preocupações de que os fornecedores da Huawei Technologies possam suspender os embarques para a empresa chinesa devido à ação dos EUA na semana passada.

    A adição pelo governo norte-americano da Huawei a uma lista negra de comércio na quinta-feira permitiu imediatamente restrições que tornarão extremamente difícil fazer negócios com empresas dos EUA.

    Em uma entrevista com o Fox News Channel gravada na semana passada e divulgada no domingo à noite, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os EUA e a China 'tinham um acordo bastante forte, tínhamos um bom acordo, e eles o mudaram. E eu disse 'está bem, vamos tarifar os produtos deles''.

    Em Pequim o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, disse não saber do que Trump estava falando.

    'Não sabemos que acordo é esse que os EUA estão falando. Talvez os EUA tinham um acordo para o qual havia expectativas extravagantes, mas com certeza não é o chamado acordo com o qual a China concordou', disse ele em entrevista à imprensa.

    O motivo pelo qual a última rodada de negociações não chegou a um acordo foi porque os EUA tentaram 'alcançar interesses injustificados através de pressão extrema', disse Lu.

    'Desde o começo isso não funcionaria.'

    A China entrou na última rodada de negociações com uma atitude sincera e construtiva, disse ele.

    'Eu gostaria de reiterar mais uma vez que as consultas econômica e comercial entre a China e os EUA só podem seguir o caminho correto de respeito mútuo, igualdade e benefício mútuo para que haja esperança de sucesso.'

    Nenhuma negociação entre os principais negociadores chineses e norte-americanos foi marcada desde a última rodada, que terminou em 10 de maio - mesmo dia em que Trump elevou a tarifa sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses de 10% para 25%.

    Trump tomou a decisão depois que os Estados Unidos disseram que a China voltou atrás em compromissos estabelecidos em um acordo preliminar que foi amplamente aceito.

    Desde então, a China adotou um tom mais severo, sugerindo que a retomada das negociações destinadas a encerrar a guerra comercial, que já dura 10 meses entre as duas maiores economias do mundo, provavelmente não acontecerá em breve.

    Pequim disse que vai tomar 'medidas necessárias' para defender os direitos das empresas chinesas, mas não disse se ou como vai retaliar as ações dos EUA contra a Huawei.

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    EUA adiam decisão sobre tarifas a carros importados

    Por David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - A Casa Branca anunciou nesta sexta-feira que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adiou a decisão de impor tarifas sobre carros e peças de automóveis importadas por até seis meses com o objetivo de obter mais tempo nas negociações comerciais com a União Europeia e o Japão.

    A Casa Branca disse, no entanto, que Trump concordou com o relatório apontando que veículos e peças importados podem ameaçar a segurança nacional dos EUA.

    Trump tinha até sábado para tomar uma decisão sobre as recomendações do Departamento de Comércio para proteger a indústria automobilística dos EUA das importações por motivos de segurança nacional.

    Trump orientou o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, para prosseguir com as negociações e apresentar um relatório dentro de 180 dias e disse que, se nenhum acordo for alcançado, decidirá então 'se ações adicionais precisam ser tomadas e quais'.

    Em uma declaração divulgada nesta sexta-feira, Trump disse concordar com um estudo do Departamento de Comércio que descobriu que alguns carros e caminhões importados estão 'enfraquecendo nossa economia interna' e ameaçam prejudicar a segurança nacional.

    As tarifas de automóveis enfrentam forte oposição no Congresso, inclusive de muitos republicanos.

    A Reuters e outras empresas informaram no começo da semana que Trump deveria adiar a decisão. Montadoras se opuseram fortemente às tarifas, dizendo que elas aumentarão os preços e ameaçam milhares de empregos nos Estados Unidos.

    A declaração de Trump disse que 'as condições domésticas de concorrência têm que ser melhoradas pela redução das importações' e disse que um forte setor automotivo dos EUA é vital para a superioridade militar norte-americana.

    O relatório citou estatísticas de que a participação de empresas norte-americanas no mercado automobilístico dos EUA declinou de 67%, ou 10,5 milhões de unidades produzidas e vendidas nos Estados Unidos, em 1985 para 22%, 3,7 milhões de unidades produzidas e vendidas nos Estados Unidos, em 2017.

    Ao mesmo tempo, os relatórios disseram que as importações quase dobraram, de 4,6 milhões de unidades para 8,3 milhões de unidades.

    O secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, disse a Trump que 'negociações bem sucedidas podem permitir que fabricantes norte-americanos de automóveis alcancem a viabilidade econômica de longo prazo e aumentem os gastos em pesquisa e desenvolvimento para criação de tecnologias de ponta, que são cruciais para a indústria de defesa'.

    Trump ameaçou impor tarifas de até 25% em carros e caminhões importados.

    As montadoras alertaram que as tarifas custam centenas de milhares de empregos no setor, aumentam drasticamente os preços dos veículos e ameaçam os gastos com carros autônomos.

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    Biden larga com força, mas terá armadilhas na corrida presidencial dos EUA

    Por James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden mostrou uma força surpreendente nas três primeiras semanas da campanha pela indicação democrata para disputar a Presidência em 2020, provocando a pergunta: alguém pode detê-lo?

    Biden tem uma vantagem considerável sobre os outros 23 pré-candidatos do partido nas pesquisas de opinião. O presidente Donald Trump, um republicano, o trata como sua maior ameaça.

    Antes do início formal da campanha no sábado, em um comício a céu aberto na Filadélfia, Biden, de 76 anos, pareceu calar os questionamentos sobre sua idade, sua capacidade de arrecadar fundos e de estar em descompasso com o Partido Democrata.

    'Agora o resto da corrida gira em torno de Joe Biden', disse Joe Trippi, uma autoridade democrata de longa data que não integra a campanha.

    Mas pode haver armadilhas à frente. A primeira grande oportunidade dos concorrentes de Biden para minar sua dianteira vem no mês que vem, no primeiro de uma série de debates presidenciais democratas.

    Biden pode se tornar o principal alvo dos ataques, particularmente dos progressistas. Ele também tem um histórico de gafes, algo que pode ser problemático na arena nacional.

    Só na última semana, ele foi questionado por sua postura em relação ao combate à mudança climática e seu apoio a um projeto de lei anticrime dos anos 1990 que, segundo críticos, levou ao encarceramento em massa de negros.

    'Estou dizendo há tempos que os melhores dias de Joe Biden serão o início de sua campanha', afirmou Charles Chamberlain, diretor-executivo do grupo de ativismo progressista Democracy for America.

    Segundo a Real Clear Politics, Biden tem o apoio de cerca de 40% do eleitorado democrata na média das pesquisas de opinião, o que lhe dá uma vantagem de mais de 20 pontos percentuais sobre seu concorrente mais próximo, o senador Bernie Sanders, do Vermont.

    Estrategistas presidenciais experientes disseram à Reuters que, embora acreditem que alguns outros democratas se tornarão concorrentes sérios eventualmente, a força de Biden provavelmente é sustentável.

    Eles citaram dois fatores principais: o grande número de postulantes democratas torna difícil qualquer um deles se destacar, e os eleitores tendem a evitar riscos quando procuram um candidato que vença o presidente de turno.

    Em eleições recentes, favoritos de primeira hora como o democrata Al Gore, ele mesmo um ex-vice-presidente, em 2000 e o republicano Mitt Romney em 2012 tinham a indicação praticamente garantida, apesar de alguns tropeços pelo caminho.

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    Governadora republicana do Alabama sanciona lei antiaborto mais rígida dos EUA

    Por Steve Gorman e Daniel Trotta

    (Reuters) - A governadora do Alabama, Kay Ivey, sancionou na quarta-feira uma lei que proíbe qualquer aborto em todo o Estado, até em casos de estupro ou incesto, na tentativa mais recente dos conservadores para induzir a Suprema Corte a reconsiderar o direito constitucional das mulheres ao aborto.

    Ativistas norte-americanos pró-aborto já haviam se comprometido a ir à Justiça para impedir a aplicação da medida no Alabama, a mais severa lei antiaborto promulgada com a intenção de reverter uma decisão judicial de 1973.

    A situação fez com que o emotivo debate sobre o aborto voltasse à pauta política nacional no período que antecede as eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2020.

    A decisão ocorreu um dia após o Senado de maioria republicana do Alabama aprovar o projeto de lei e rejeitar uma emenda democrata que teria permitido abortos legais para mulheres que engravidassem em casos de estupro ou incesto.

    'Aos muitos defensores do projeto de lei, esta legislação é um testemunho poderoso da crença profundamente enraizada dos alabamienses de que cada vida é preciosa e que toda vida é um dom sagrado de Deus', disse Ivey em um comunicado.

    Defensores do aborto nos EUA condenaram o projeto, julgando-o como parte de um ataque apoiado por republicanos aos direitos de as mulheres controlarem seus corpos.

    'Essa é a guerra contra mulheres', disse o governador democrata da Califórnia, Gavin Newsom. 'Está a pleno vapor e há anos em construção'.

    A lei do Alabama entrará em vigor dentro de seis meses.

    A legislação para restringir o direito ao aborto foi apresentada neste ano em 16 Estados, quatro deles comandados por governadores que sancionaram projetos de lei proibindo a prática se um batimento cardíaco embrionário puder se detectado.

    O projeto de lei do Alabama vai mais longe, proibindo abortos em qualquer estágio. Aqueles que os realizam estariam cometendo um crime grave, sujeito a penas de 10 a 99 anos de prisão, mas uma mulher que fizer um aborto não seria responsabilizada criminalmente.

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    Prefeito de Nova York anuncia pré-candidatura presidencial democrata para 2020

    Por Joseph Ax

    NOVA YORK (Reuters) - O prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, um democrata progressista que critica com frequência o governo Trump, decidiu pleitear o emprego do presidente.

    De Blasio, de 57 anos, anunciou sua pré-candidatura à presidência nesta quinta-feira, depois de meses de especulações de que ele entraria em uma lista crescente de democratas dispostos a desafiar o presidente Donald Trump em 2020.

    O prefeito, que não pode concorrer a um terceiro mandato de quatro anos em 2021, emergiu em 2013 como uma voz de destaque de uma ala de esquerda florescente que reformulou seu partido -- mas desde então teve dificuldade em construir um perfil nacional, e seu índice de aprovação encolheu depois de vários contratempos políticos.

    De Blasio publicou um vídeo anunciando sua pré-candidatura antes de participar do programa 'Good Morning America', da rede ABC. Ele deve viajar a Iowa e Carolina do Sul, Estados que votam cedo, neste final de semana para começar sua campanha.

    O prefeito planeja enfatizar seu histórico de conquistas progressistas, como as escolas pré-jardim de infância universais, um salário mínimo de 15 dólares e licença médica remunerada -- tudo em uma cidade de 8 milhões de habitantes, mais do que muitos Estados norte-americanos.

    Mas De Blasio enfrentará uma batalha dura para se destacar entre quase duas dúzias de concorrentes democratas, entre eles o ex-vice-presidente Joe Biden e ícones liberais como os senadores Elizabeth Warren, de Massachusetts, e Bernie Sanders, do Vermont.

    A maioria dos nova-iorquinos não parece entusiasmada com as aspirações presidenciais de De Blasio. Uma pesquisa de abril da Universidade Quinnipiac mostrou que mais de três quartos deles não acham que ele deveria cobiçar a Casa Branca.

    Sua popularidade foi abalada quando uma investigação federal revelou que ele sondou agências municipais em nome de doadores, mas ele foi absolvido da acusação de irregularidade criminal. De Blasio negou qualquer má conduta, dizendo que sempre agiu de forma apropriada.

    De Blasio criticou Trump duramente em temas como a mudança climática, a imigração e o policiamento. Na segunda-feira, ele fez uma coletiva de imprensa dentro da Trump Tower para pedir à Organização Trump que obedeça os padrões de emissões recém-aprovados em seus arranha-céus ou pagará multas significativas.

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