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    Trump ameaça cortar ajuda a Honduras devido a caravana de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou cortar fundos de ajuda destinados a Honduras se o país da América Central não detiver uma caravana de pessoas que está seguindo para os EUA.

    'Os Estados Unidos informaram fortemente o presidente de Honduras que, se a grande caravana de pessoas que está rumando aos Estados Unidos não for detida e levada de volta a Honduras, não se dará mais dinheiro ou ajuda a Honduras, entrando em vigor imediatamente!', escreveu Trump no Twitter.

    Em meio a uma jornada rumo ao norte, mais de 3 mil imigrantes cruzaram de Honduras para a Guatemala na segunda-feira depois de um confronto com um batalhão de choque da polícia e alertas de Washington para que os imigrantes não tentem entrar nos EUA ilegalmente.

    A multidão mais do que dobrou de tamanho desde sábado, quando cerca de 1.300 pessoas partiram do norte hondurenho para o que foi apelidado de 'Marcha do Imigrante', disse um organizador. Os imigrantes planejam buscar o status de refugiados no México ou atravessar para os EUA.

    A Reuters não conseguiu verificar de forma independente o número de participantes, mas imagens mostraram um grupo carregando mochilas e enchendo estradas próximas da fronteira, alguns acenando com a bandeira de Honduras.

    Países da América Central, de onde milhares de imigrantes fugiram nos últimos anos, estão sendo cada vez mais pressionadas pelo governo Trump para fazerem mais para conter a imigração em massa.

    (Por Doina Chiacu)

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    Pompeo debate caso Khashoggi com rei saudita; Turquia investiga 'materiais tóxicos'

    Por Leah Millis e Osman Orsal

    RIAD/ISTAMBUL (Reuters) - O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, se encontrou com o rei Salman, da Arábia Saudita, nesta terça-feira, para debater o desaparecimento do jornalista saudita Jamal Khashoggi, enquanto a polícia da Turquia se preparava para fazer uma busca na residência do cônsul saudita em Istambul como parte de um inquérito cada vez mais abrangente.

    Khashoggi, que mora nos Estados Unidos e é um crítico destacado do príncipe herdeiro da coroa saudita, Mohammed bin Salman, desapareceu depois de entrar no consulado em 2 de outubro. Autoridades turcas disseram acreditar que ele foi assassinado dentro do edifício e que seu corpo foi removido, o que os sauditas negam enfaticamente.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, que enviou Pompeo a Riad em um momento de tensão nas relações com o aliado essencial, especulou que 'assassinos particulares' podem ser responsáveis pelo desaparecimento, depois de conversar com o rei Salman.

    Após conversar com o monarca, Pompeo se encontrou com o ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, e jantará com o príncipe Bin Salman. Ele ainda pode ir à Turquia.

    De madrugada investigadores criminais turcos entraram pela primeira vez no consulado saudita de Istambul, o último lugar em que Khashoggi foi visto antes de desaparecer, e inspecionaram as dependências durante mais de nove horas, disseram testemunhas da Reuters.

    Uma fonte da chancelaria turca disse que a polícia fará mais uma busca no consulado nesta terça-feira, e também na residência do cônsul, o que a televisão turca já havia dito poder ter ligação com o desaparecimento de Khashoggi.

    O presidente turco, Tayyip Erdogan, falando a repórteres no Parlamento, levantou a possibilidade de partes do consulado terem sido pintadas. 'A investigação está analisando muitas coisas, como materiais tóxicos e materiais sendo removidos sendo pintados por cima', disse.

    O caso provocou revolta internacional contra o maior exportador de petróleo do mundo, e a mídia e executivos anunciaram que vão boicotar uma conferência de investimento na semana que vem realizada no país.

    O diretor-executivo do HSBC, John Flint, desistiu do evento nesta terça-feira, assim como os CEOs da Standard Chartered e do Credit Suisse.

    Durante a busca inicial no consulado, a rede CNN noticiou na segunda-feira que a Arábia Saudita estava se preparando para admitir a morte de Khashoggi durante um interrogatório mal-sucedido depois de passar uma quinzena negando qualquer papel em seu desaparecimento.

    O New York Times, citando uma pessoa a par dos planos sauditas, noticiou que o príncipe herdeiro aprovou um interrogatório ou sequestro de Khashoggi, e que o governo do reino, que não foi possível contactar de imediato para obter comentários, blindará o príncipe culpando uma autoridade de inteligência pela operação fracassada.

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    Trump envia Pompeo a Riad por conta de jornalista desaparecido; sauditas podem culpar oficial de inteligência

    Por Tulay Karadeniz e Roberta Rampton

    ANCARA/WASHINGTON (Reuters) - A Arábia Saudita está preparando reconhecer a morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi após um interrogatório mal conduzido, informaram a CNN e o jornal New York Times nesta segunda-feira, após o presidente norte-americano Donald Trump especular que 'assassinos particulares' podem ser os responsáveis.

    Trump destacou o secretário de Estado, Mike Pompeo, para se encontrar com o Rei Salman sobre o caso que afetou a relação dos norte-americanos com os sauditas, que são cuidadosamente estimados pelo presidente norte-americano.

    Khashoggi, que era residente norte-americano, colunista do jornal Washington Post e um dos principais críticos ao poderoso príncipe da coroa saudita, Mohammed bin Salman, desapareceu após entrar no consulado saudita em Istambul há duas semanas, quando buscava documentos matrimoniais. Autoridades turcas acreditam que ele foi assassinado e seu corpo removido.

    Citando duas fontes anônimas, a CNN reportou na segunda-feira que a Arábia Saudita está preparando um relatório que reconheceria que Khashoggi foi morto como resultado de uma sessão de interrogação que deu errado. O governo saudita não foi encontrado imediatamente para comentar a reportagem da CNN.

    'Eu ouvi essa informação, mas ninguém sabe se é uma informação oficial', disse Trump a jornalistas, sem se explicar.

    O The New York Times, citando uma pessoa familiarizada com os planos dos sauditas, reportou que o príncipe havia aprovado interrogatório ou a rendição de Khashoggi de volta para a Arábia Saudita. O governo saudita, disse o jornal, protegeria o príncipe ao culpar um oficial de inteligência pela operação frustrada.

    O caso provocou um clamor internacional contra a Arábia Saudita, maior exportador de petróleo do mundo, com executivos de mídia e de negócios se retirando de uma conferência de investimentos que será promovida no país no próximo mês.

    Embora os organizadores tenham dito nesta segunda-feira que a conferência acontecerá normalmente, os sauditas cancelaram uma recepção diplomática anual em Washington que aconteceria nesta semana.

    Muitos membros do Congresso dos Estados Unidos, que há muito têm uma relação complicada com a Arábia Saudita, emitiram fortes críticas ao país do Oriente Médio diante do caso.

    Autoridades turcas possuem uma gravação sonora que indica que Khashoggi foi morto no consulado, disseram uma autoridade turca e uma fonte de segurança à Reuters, e também existem evidências compartilhadas com países incluindo a Arábia Saudita e os Estados Unidos. Não foram disponibilizados mais detalhes.

    A Arábia Saudita nega veementemente o assassinato de Khashoggi e denunciou as acusações como 'mentiras' dizendo que ele deixou o edifício pouco após ter entrado.

    'O rei nega firmemente qualquer conhecimento disso', afirmou Trump a jornalistas depois de conversar com o rei Salman. 'Ele realmente não sabia, talvez - eu não quero entrar na cabeça dele, mas pareceu para mim - que talvez tenham sido assassinos particulares. Quem sabe?'.

    O presidente norte-americano não deu evidências para apoiar a teoria. Parlamentares democratas criticaram Trump por ter utilizado o termo 'assassinos particulares'.

    'Ouvindo a teoria ridícula dos 'assassinos particulares' e queria saber onde os sauditas vão chegar com isso', disse o senador democrata Chris Murphy no Twitter.

    REI ORDENA INVESTIGAÇÃO

    Trump chamou Pompeo na noite de domingo e pediu que ele se encontrasse pessoalmente com líderes sauditas, afirmou a porta-voz do Departamento de Estado Heather Nauert.

    Trump disse que Pompeo pode ir à Turquia depois da Arábia Saudita.

    Investigadores policiais turcos entraram no consulado em Istambul na segunda-feira. Uma fonte diplomática turca disse anteriormente que uma equipe conjunta turca-saudita faria buscas no prédio, o último local onde Khashoggi foi visto antes de ter desaparecido no dia 2 de outubro.

    'Faz treze dias desde o incidente, então com certeza conseguir algumas evidências pode ser difícil', disse o oficial turco.

    Uma autoridade saudita, não autorizada a falar publicamente, disse à Reuters que o rei havia ordenado uma investigação interna baseada nas informações obtidas pela equipe multinacional em Istambul.

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    Trump diz que 'assassinos particulares' podem estar por trás de desaparecimento de jornalista saudita

    Por Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou nesta segunda-feira o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, para se encontrar com o rei Salman, da Arábia Saudita, para debater o desaparecimento misterioso do proeminente jornalista saudita Jamal Khashoggi, e aventou a possibilidade de 'assassinos particulares' serem os responsáveis.

    Trump disse ter conversado por telefone durante cerca de 20 minutos com o rei saudita a respeito de Khashoggi, que desapareceu depois de entrar no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro, e que pareceu que nem o rei Salman nem o príncipe Mohammed bin Salman tinham informações sobre o incidente.

    Fontes da Turquia disseram acreditar que Khashoggi foi assassinado dentro do edifício diplomático e que seu corpo foi removido. O governo saudita descartou as alegações, afirmando serem infundadas.

    'Para mim pareceu que talvez podem ter sido assassinos particulares. Quem sabe?', disse Trump a repórteres na Casa Branca, sem oferecer indícios que expliquem por que acredita que assassinos particulares podem estar envolvidos.

    Representantes da Casa Branca não responderam de imediato a um pedido adicional de comentário.

    Pompeo viajará a Riad, informou o Departamento de Estado.

    'O presidente pediu uma investigação imediata e aberta sobre o desaparecimento do jornalista do Washington Post Jamal Khashoggi', disse a porta-voz do departamento, Heather Nauert, em um comunicado.

    'Não deixaremos nada descoberto', disse Trump a repórteres.

    Mas a negação de Salman 'não poderia ter sido mais forte', acrescentou.

    No final de semana Trump ameaçou uma 'punição grave' a Riad caso se descobrisse que Khashoggi, crítico destacado das autoridades sauditas e morador legal dos EUA, foi morto no consulado saudita em Istambul. A Arábia Saudita, por sua vez, ameaçou retaliar.

    Mas Trump disse estar relutando em suspender as vendas militares norte-americanas a Riad por causa do incidente.

    Na manhã desta segunda-feira Salman ordenou uma investigação interna sobre o sumiço de Khashoggi, e uma equipe conjunta turco-saudita deve fazer uma busca no consulado.

    Segundo Trump, o monarca saudita lhe disse nesta segunda-feira que os dois países estão trabalhando estreitamente no caso.

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    Trump se diz 'confortável' como presidente dos EUA, apesar de batalhas políticas

    Por David Morgan

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em uma entrevista transmitida no domingo que está 'confortável' na Casa Branca depois de quase dois anos no cargo, apesar das tempestades políticas sobre imigração, tarifas e a indicação do juiz Brett Kavanaugh à Suprema Corte.

    'Era um pouco surreal dizer que sou presidente dos Estados Unidos, mas acho que isso acontece com todos', disse Trump no programa de notícias '60 Minutes', da rede CBS.

    'Mesmo meus amigos, eles não me chamam de Donald, me chamam de senhor presidente. E eu digo 'querem fazer o favor de relaxar? Aprendi durante o trabalho. De verdade''.

    'Agora realmente me sinto POTUS', acrescentou Trump, usando a sigla em inglês para presidente dos Estados Unidos.

    A entrevista, na qual Trump se mostrou disposto como sempre a batalhas verbais em uma série de questões, não deu nenhum sinal de que ele pretende abandonar seu estilo autônomo e ríspido na Presidência.

    Trump não quis dizer se pretende retomar a política polêmica de separar crianças imigrantes de suas famílias na fronteira, mas não cedeu no que vê como a necessidade de uma diretriz severa.

    'Quando você permite que os pais fiquem juntos, OK, quando você permite isso, o que acontece é que as pessoas virão aos montes ao nosso país', disse ele. 'Tem que haver consequências... para se entrar em nosso país ilegalmente'.

    As separações de familiares e a detenção de milhares de crianças, a maioria da Guatemala, Honduras e El Salvador, provocaram uma rejeição generalizada à política de Trump. Cerca de 2.500 crianças e pais foram separados antes de Trump descartar a prática em junho. Dias depois um juiz federal ordenou que as famílias sejam reagrupadas, um processo que ainda está incompleto.

    Após uma disputa política no Senado causada por alegações de má conduta sexual de Kavanaugh, Trump disse que seus comentários em um comício no Mississippi, no qual críticos disseram que ele desdenhou a acusadora Christine Blasey Ford, foram necessários para vencer a batalha pela confirmação do juiz.

    'Se eu não tivesse feito aquele discurso, não teríamos vencido. Eu só estava dizendo que ela parecia não saber nada', afirmou Trump.

    Ele disse à CBS que descobriu que a cena política de Washington é ainda mais dura do que o mundo empresarial, mas que 'à minha maneira, me sinto muito à vontade aqui'.

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    Número de mortos por furacão Michael sobe a 16 nos EUA enquanto buscas prosseguem

    Por Rod Nickel

    PORT ST. JOE, Estados Unidos (Reuters) - O número de mortos nos Estados Unidos pelo furacão Michael subiu para 16 nesta sexta-feira, disseram policiais, enquanto equipes de resgate trabalhavam nas cidades na região de Florida Panhandle, mais duramente atingidas pela tempestade.

    Três mortes adicionais foram registradas em Marianna, no condado de Jackson, na Flórida, disse o xerife Lou Roberts em entrevista coletiva.

    O número de fatalidades deve aumentar ainda mais, já que ainda não foram registradas mortes em comunidades à beira-mar, como a de Mexico Beach, Port St. Joe e Panama City, que sofreram o impacto da ira da tempestade. Os socorristas até agora não conseguiram realizar buscas completas nesses locais.

    'Eu acho que você vai ver isso subir', disse Brock Long, administrador da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA, na sigla em inglês), sobre a contagem de mortes. 'Ainda não entramos em algumas das áreas mais atingidas.'

    As equipes da FEMA usaram equipamentos pesados, cães farejadores, drones e satélites de posicionamento global em suas buscas.

    O Michael atingiu o solo perto da pequena cidade de Miami Beach, na Florida Panhandle, como uma das tempestades mais poderosas da história dos EUA, com ventos de até 250 km por hora. Ele empurrou uma parede de água do mar para o interior, causando inundações generalizadas.

    A tempestade, uma categoria 4 na escala Saffir-Simpson de cinco níveis, destruiu bairros inteiros na região e muitas casas em Mexico Beach foram reduzidas a fundações de concreto descobertas ou pilhas de escombros.

    O serviço de telefone para as áreas mais danificadas caiu, deixando os sobreviventes sem contato com parentes preocupados. Um repórter da CNN leu, no ar, vários nomes de moradores com quem conversou, para permitir que as partes interessadas soubessem que estavam em segurança.

    Cerca de 40 oficiais do Exército foram enviados para limpar estradas perto da pequena cidade de praia de Alligator Point.

    Apesar de mais fraca à medida que avançava sobre o sudeste dos Estados Unidos, a tempestade ainda tinha fortes ventos e provocou chuvas torrenciais na Geórgia, nas Carolinas e na Virgínia.

    Cerca de 1,5 milhão de residências e empresas estavam sem energia da Flórida para a Virgínia na sexta-feira, de acordo com empresas de serviços públicos.

    Pode levar semanas até que a energia seja restaurada nas partes mais danificadas da Flórida.

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    Furacão Michael deixa 7 mortos nos EUA; casas são devastadas na Flórida

    Por Rod Nickel

    PANAMA CITY, Estados Unidos (Reuters) - A violência do furacão Michael ficou visível nesta quinta-feira em cidades costeiras devastadas na Flórida, onde fileiras de casas foram arrancadas de suas fundações, telhados arrancados de escolas pela força quase recorde da tempestade que deixou sete mortos nos Estados Unidos.

    Panes de comunicação e ruas bloqueadas por árvores caídas, linhas de transmissão espalhadas e destroços tornavam difícil fazer uma avaliação completa dos estragos causados pelo Michael nesta quinta-feira, mas o quadro inicial é desolador.

    O Michael se abateu sobre o litoral noroeste da Flórida perto da pequena cidade de Mexico Beach na quarta-feira com ventos de 250 quilômetros por hora, empurrando uma parede de água do mar sobre o continente. O céu clareou nesta quinta-feira, um contraste com a chuva torrencial do dia anterior.

    Vídeos feitos pela rede CNN a partir de um helicóptero mostraram que as casas de Mexico Beach próximas ao mar perderam tudo, menos as fundações. Algumas quadras mais adentro do continente, cerca de metade dos lares foram reduzidos a pilhas de madeira e paredes laterais, e aqueles ainda de pé sofreram danos graves.

    A tempestade, o terceiro furacão mais intenso a atingir o território continental dos Estados Unidos, enfraqueceu de madrugada e se tornou uma tempestade tropical, seguindo para o nordeste nesta quinta-feira e provocando chuvas fortes na Geórgia e nas Carolinas, Estados que ainda estão se recuperando da passagem do furacão Florence um mês atrás.

    O furacão matou ao menos sete pessoas na Flórida, na Geórgia e na Carolina do Norte com queda de árvores e outros incidentes relacionados ao furacão, disseram autoridades.

    Os feridos na Flórida foram levados a hospitais em Tallahassee, com alguns machucados após a tempestade com queda de galhos de árvores, disse Allison Castillo, diretora de serviços de emergência no Capital Regional Medical Center.

    (Por Rod Nickel; reportagem adicional de Devika Krishna Kumar, Gina Cherelus, Scott DiSavino, Dan Whitcomb, Brendan O'Brien, Gary McWilliams, Liz Hampton, Andrew Hay, Alex Dobuzinskis e Humeyra Pamuk)

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    Furacão Michael segue para nordeste dos EUA depois de provocar estragos na Flórida

    Por Rod Nickel

    PANAMA CITY BEACH, Estados Unidos (Reuters) - O furacão Michael, a terceira tempestade mais forte a atingir o território continental dos Estados Unidos, seguiu para o nordeste do país nesta quinta-feira, enfraquecido mas ainda ameaçando provocar danos na Geórgia e nas Carolinas depois de danificar cidades da Flórida.

    Um homem morreu quando uma árvore caiu sobre sua casa na Flórida, e uma menina foi morta por destroços que atingiram uma casa na Geórgia, disseram autoridades e a mídia local.

    O furacão de categoria 4 foi o mais violento a atingir a Flórida em 80 anos quando chegou ao Estado na quarta-feira, mas perdeu força ao rumar para a Geórgia. Na manhã desta quinta-feira ele foi rebaixado para tempestade tropical, com ventos contínuos máximos reduzidos a 96 km/h.

    Mais de 700 mil casas e negócios estavam sem energia na Flórida, no Alabama e na Geórgia na manhã desta quinta-feira. Milhares de pessoas foram para abrigos de madrugada para fugir da tempestade, que se aproximava rapidamente.

    A tempestade, que chegou a ter ventos de 248 km/h, atingiu comunidades da Flórida derrubando edificações, árvores e linhas de transmissão e transformando ruas em rios que alcançaram tetos de casos, como mostraram imagens de televisão.

    'O vento que passou por aqui foi surreal. Destruiu tudo', disse Jason Gunderson, membro do Cajun Navy, um grupo de agentes de resgate, à rede CNN na manhã desta quinta-feira de Callaway, um subúrbio de Panama City Beach, na Flórida. 'Está inabitável. É de partir o coração'.

    O Michael ganhou força rapidamente ao seguir pelo norte pelo Golfo do México e pegou muitos de surpresa. A tempestade chegou à terra na tarde de quarta-feira perto de Mexico Beach, cerca de 32 quilômetros a sudeste de Panama City Beach.

    Os governadores da Carolina do Norte e do Sul instruíram os moradores a se prepararem para chuvas pesadas e ventos dignos de uma tempestade enquanto o Michael rumava para o norte pelo litoral do Atlântico. As Carolinas ainda estão se recuperando do furacão Florence, que as assolou menos de um mês atrás.

    O Centro Nacional de Furacões (NHC) disse que o Michael provocará até 20 centímetros de chuva em algumas áreas, e até 30 centímetros de chuva estão previstos para a Flórida.

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    Furacão Michael aterroriza norte-americanos que não saíram de áreas de risco

    Por Rod Nickel

    PANAMA CITY BEACH, Estados Unidos (Reuters) - Andrew Lamonica, aposentado de 64 anos e morador de longa data de Panama City Beach, ignorou as ordens de retirada emitidas pelas autoridades antes de um dos furacões mais intensos que já atingiram os Estados Unidos e aguardou o fim da tempestade em seu bangalô alugado.

    Um pinheiro grande caiu sobre sua casa após um estalo assustador, inundando o interior do local enquanto a chuva entrava pelo teto destroçado. Duas outras árvores dentro da propriedade caíram, mas seu Cadillac 2011 --'minha preciosidade'-- não sofreu nem um arranhão.

    'Moro aqui a vida inteira, e a tempestade trouxe coisas que nunca vi', disse Lamonica. 'Houve vários momentos em que pensei que talvez devesse ter partido'.

    Lamonica teve sorte. A primeira morte nos Estados Unidos causada pela chegada do furacão Michael na quarta-feira, segundo as autoridades locais, foi de uma 'pessoa do sexo masculino' atingida pela queda de uma árvore em sua casa na área de Tallahassee.

    Michael causou danos em Panama City de diversas formas --placas de sinalização invadiram alguns pontos comerciais, enquanto outros locais escaparam ilesos. Sem eletricidade e com as ruas repletas de linhas de transmissão caídas, árvores derrubadas e destroços, a cidade foi submetida a um toque de recolher à noite.

    Joey Morrison, vidraceiro de 30 anos, disse que os ventos de 250 km/h do Michael atingiram a porta de sua casa em Panama City Beach com tanta força que ele teve que reforçá-la com parafusos -- e mesmo assim teve que se sentar de encontro a ela para mantê-la fechada.

    'Fiquei tão assustado que pensei 'devia ter partido'. Porque não foi parecido com nada que já aconteceu aqui', contou.

    Alguns dos que saíram de Panama City Beach não ficaram menos aterrorizados.

    'Meu Deus, é assustador. Não esperava tudo isso', disse Bill Manning, funcionário de 63 anos de uma mercearia que deixou seu trailer em Panama City e se hospedou em um hotel.

    Ele viu árvores e postes oscilando através de uma janela.

    'Panama City, não sei se sobrará muita coisa', disse.

    Michael atingiu o continente norte-americano em Mexico Beach, cerca de 30 quilômetros a leste de Panama City, como uma tempestade de categoria 4 e depois seguiu terra adentro rumo ao sudeste.

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    Embaixadora dos EUA na ONU deixa cargo e nega ambições para 2020

    Por Roberta Rampton e Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - Nikki Haley anunciou nesta terça-feira que está renunciando ao cargo de embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), mas a estrela republicana em ascensão negou imediatamente que está se preparando para desafiar o presidente Donald Trump na eleição presidencial de 2020.

    Sentada ao lado de Trump no Salão Oval, Nikki disse que seus 18 meses na ONU foram 'o orgulho de toda uma vida' e que continuará até o final do ano.

    Ex-governadora da Carolina do Sul e filha de imigrantes indianos, ela é a mulher mais proeminente do gabinete de Trump e muitas vezes é vista como uma possível candidata presidencial.

    Mas ela disse em sua carta de demissão a Trump que 'com certeza não será candidata a nenhum cargo em 2020' e que apoiará sua reeleição. Ela disse aos repórteres no Salão Oval nesta terça-feira: 'Não, não concorrerei em 2020'.

    Nikki declarou não ter planos para o futuro e não apresentou uma razão para renunciar, mas Trump disse que seis meses atrás ela lhe disse que estava pensando em sair no final do ano 'para tirar algum tempo de folga'.

    A ascensão rápida de Nikki, do legislativo de um Estado do sul norte-americano para a arena mundial, leva a crer que a republicana de 46 anos tem ambições políticas maiores.

    Descrevendo seu período na ONU como 'fantástico' e 'incrível', Trump a elogiou efusivamente. Ele aceitou sua renúncia e disse que escolherá seu sucessor dentro de duas a três semanas.

    Nikki foi a garota-propaganda da política 'A América Primeiro' de Trump na ONU, liderando o rompimento dos EUA com vários programas da entidade e defendendo ardorosamente suas diretrizes linha-dura contra o Irã e a Coreia do Norte em reação aos programas nucleares de ambos.

    Mas algumas vezes ela também se distanciou de seu chefe.

    Nikki foi cogitada como uma possível colega de chapa republicana nas duas últimas eleições presidenciais, e ela também pode se tornar senadora se Lindsey Graham, seu correligionário da Carolina do Sul, ocupar um posto no governo Trump, como se especulou muitas vezes.

    Convertida ao cristianismo quando tinha cerca de 20 anos depois de se criada como sikh, Nikki é popular entre conservadores religiosos no sul do país.

    Seu status de candidata em potencial para um cargo nacional ganhou força em 2015, quando ela ordenou que a bandeira dos Confederados fosse retirada das dependências da legislatura estadual da Carolina do Sul depois que um supremacista branco matou nove fiéis negros a tiros em uma igreja.

    Nikki também aplaudiu as mulheres que vieram a público denunciar casos de abuso ou má conduta sexual de homens e disse que deveriam ser ouvidas, mesmo que estivessem acusando Trump.

    (Reportagem adicional de Doina Chiacu, Makini Brice, Susan Heavey, Patricia Zengerle e Lisa Lambert em Washington e Michelle Nichols nas Nações Unidas)

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