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    Ex-advogado de Trump é condenado a 3 anos de prisão por infração de campanha

    Por Brendan Pierson e Nathan Layne

    NOVA YORK (Reuters) - Michael Cohen, ex-advogado pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado a três anos de prisão nesta quarta-feira devido ao seu papel nos pagamentos ilegais feitos a duas mulheres pelo seu silêncio para ajudar a campanha de Trump na eleição de 2016 e por mentir ao Congresso sobre o projeto de uma Trump Tower na Rússia.

    O juiz William Pauley, de Manhattan, condenou Cohen a 36 meses pelos pagamentos, que violaram a legislação de financiamento de campanha, e a dois meses pelas declarações falsas ao Congresso. As duas penas serão cumpridas simultaneamente. O juiz estabeleceu a data de 6 de março para uma a apresentação voluntária de Cohen para cumprir a pena.

    Cohen se declarou culpado da infração de financiamento da campanha em agosto e de fazer declarações falsas em novembro. Como parte de sua sentença, o juiz ordenou que ele pague uma multa de 500 mil dólares e uma penalidade de quase 1,4 milhão de dólares pelas violações da legislação de financiamento de campanha.

    O advogado de 52 anos entrou no tribunal nesta quarta-feira com a esposa, o filho e a filha em meio a uma multidão de fotógrafos e repórteres.

    A condenação foi o ponto final da reviravolta surpreendente de um advogado que disse certa vez que 'levaria um tiro' por Trump, mas que agora implicou o presidente diretamente em uma conduta criminosa. A pena de três anos foi uma redução modesta dos quatro a cinco anos recomendados por diretrizes federais, mas ainda assim sublinhou a gravidade das acusações.

    'Embora o senhor Cohen se comprometa a ajudar em investigações adicionais, isto não é algo que o tribunal possa considerar agora', disse o juiz Pauley.

    Procuradores federais de Nova York acusaram Cohen de pagar 130 mil dólares à atriz pornô Stormy Daniels e ajudar a conseguir um pagamento de 150 mil dólares para a ex-coelhinha da Playboy Karen McDougal antes da eleição de 2016 para que elas silenciassem sobre seus relacionamentos passados com Trump, que é casado e nega os casos.

    Os procuradores disseram que os pagamentos violam a legislação de financiamento de campanha. Cohen disse aos procuradores que os pagamentos foram feitos por ordem de Trump, implicando-o em uma possível violação de finanças de campanha.

    A lei federal estipula que contribuições de 'qualquer coisa de valor' a uma campanha devem ser informadas e limitadas a 2.700 dólares por pessoa.

    'Foi minha própria fraqueza e lealdade cega a este homem que me levaram a escolher um caminho de trevas ao invés de luz', disse Cohen ao juiz durante a leitura da sentença. 'Senti que era meu dever acobertar suas próprias sujeiras', acrescentou, referindo-se a Trump.

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    EXCLUSIVO - Trump mantém apoio a príncipe herdeiro saudita apesar de apelos do Senado

    Por Steve Holland e Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira que continua apoiando o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, apesar da avaliação da CIA de que ele ordenou o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi e de apelos de senadores para que o presidente repreenda o governante de fato do reino.

    Trump se recusou a comentar se o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman foi cúmplice do assassinato, mas deu talvez sua demonstração mais explícita de apoio ao príncipe desde a morte de Khashoggi, quase dois meses atrás.

    'Ele é o líder da Arábia Saudita. Eles têm sido ótimos aliados', disse Trump em entrevista no Salão Oval da Casa Branca.

    Questionado pela Reuters se apoiar o reino significa apoiar o príncipe, conhecido como MbS, Trump respondeu: 'Bem, neste momento, certamente sim'.

    Alguns membros da família governante saudita estão se mobilizando para impedir que MbS se torne rei, disseram à Reuters fontes próximas à corte real, e acreditam que os Estados Unidos e Trump podem desempenhar um papel decisivo nesta questão.

    'Eu simplesmente não ouvi nada sobre isso', disse Trump. 'Honestamente, não posso comentar porque não ouvi nada sobre isso. Na verdade, se ouvi algo é que ele está muito estável no poder'.

    Embora Trump tenha repudiado o assassinato de Khashoggi, morador dos Estados Unidos e colunista do jornal Washington Post que muitas vezes criticava MbS, o presidente norte-americano deu o benefício da dúvida ao príncipe, com quem tem cultivado um relacionamento próximo.

    Na terça-feira Trump voltou a reiterar que o 'príncipe herdeiro nega veementemente' ter envolvimento com o crime que provocou revolta em todo o mundo.

    Trump tem sido fortemente criticado por colegas republicanos no Senado, especialmente depois que Gina Haspel, diretora da CIA, se reuniu com eles. No mês passado a CIA avaliou que MbS ordenou o assassinato, em uma conclusão que Trump classificou como 'muito prematura'.

    'Você tem que estar intencionalmente cego para não chegar à conclusão de que isto foi orquestrado e organizado por pessoas sob o comando de MbS', afirmou o senador republicano Lindsey Graham, aliado de Trump, na semana passada.

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    EUA detêm líderes religiosos e ativistas durante protesto na fronteira com México

    Por Marty Graham

    SAN DIEGO (Reuters) - Ajoelhados diante de um batalhão de choque, 32 líderes religiosos e ativistas foram detidos em uma cerca na fronteira dos Estados Unidos com o México, na segunda-feira, durante um protesto em apoio a uma caravana de imigrantes centro-americanos.

    Mais de 400 manifestantes, muitos deles líderes de igrejas, mesquitas, sinagogas e comunidades indígenas, tentavam impedir a detenção e deportação de imigrantes e para que os EUA recebem a caravana que chegou a Tijuana, no México, em novembro.

    Cantando e orando, os líderes religiosos seguiam em frente em filas de quatro a seis pessoas, alguns com camisetas dizendo 'O Amor Não Conhece Fronteiras'. Eles foram algemados e levados por agentes federais ao entrarem em uma área restrita diante da cerca.

    'Como fiel que acredita em nossa humanidade em comum... estamos pedindo aos EUA que respeitem o direito dos imigrantes', disse Joyce Ajlouny, secretária-geral do Comitê de Serviço dos Amigos Americanos, que organizou uma semana de ações de apoio aos imigrantes.

    O porta-voz da Patrulha de Fronteira dos EUA, Theron Francisco, disse que 31 pessoas foram detidas pelos Serviços Federais de Proteção por invasão e que uma foi presa pela Patrulha de Fronteira por agredir um agente.

    As detenções marcaram o segundo confronto com as autoridades norte-americanas desde que a caravana chegou a Tijuana. Agentes da Patrulha de Fronteira dispararam gás lacrimogêneo contra os imigrantes em 25 de novembro porque disseram ter sido agredidos com pedradas.

    Milhares de imigrantes estão vivendo em abrigos e acampamentos lotados em Tijuana depois de partirem da América Central em fuga da pobreza e da violência. Eles podem ter que esperar semanas ou meses para pedirem asilo na fronteira dos EUA.

    Dados divulgados na segunda-feira pela Alfândega e Proteção de Fronteira (CBP) mostraram que os pedidos de asilo na divisa EUA-México aumentaram 67 por cento no ano fiscal de 2018 em relação ao ano anterior.

    Autoridades imigratórias dos EUA dizem que estes pedidos, a maioria dos quais é aceita, exploram uma brecha legal que permite que imigrantes entrem no país enquanto aguardam uma audiência a respeito de sua solicitação de asilo em um tribunal.

    'Como a maioria destes pedidos não terá sucesso quando forem adjudicados em um tribunal de imigração, precisamos que o Congresso trate destas vulnerabilidades', disse o comissário da CBP, Kevin McAleenan, em um comunicado.

    Os líderes do protesto disseram que o presidente norte-americano, Donald Trump, retratou a caravana como uma ameaça de segurança para impulsionar sua agenda 'anti-imigrante' e restringir ainda mais a capacidade de pedirem asilo.

    (Reportagem adicional de Andrew Hay, no Novo México)

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    China e EUA discutem próxima etapa de negociações comerciais

    PEQUIM (Reuters) - A China e os Estados Unidos discutiram na terça-feira o roteiro para o próximo estágio de suas negociações comerciais, durante uma ligação telefônica entre o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, e o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, e o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer.

    Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping concordaram em uma reunião em 1º de dezembro na Argentina com uma trégua que adiou o aumento planejado para 1º de janeiro das tarifas dos EUA de 10 por cento para 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses.

    Lighthizer afirmou no domingo que, a menos que as negociações entre EUA e China se encerrem com êxito até 1º de março, novas tarifas serão adotadas.

    Em um breve comunicado, o Ministério do Comércio da China afirmou que Liu conversou com Mnuchin e Lighthizer nesta terça-feira no horário de Pequim, em uma ligação pré-arranjada.

    'Ambos os lados trocaram opiniões sobre colocar em vigor o consenso alcançado pelos líderes dos dois países na reunião, e sobre avançar com o cronograma e roteiro para a próxima etapa do trabalho de consultas econômicas e comerciais', disse o ministério, sem dar detalhes.

    Um porta-voz do Tesouro dos EUA confirmou a ligação com Liu, mas não deu mais detalhes. O gabinete do representante de Comércio dos EUA não respondeu imediatamente.

    O Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com a questão, disse que Liu planeja ir a Washington no início do ano.

    Liu, principal assessor econômico de Xi, está liderando as negociações pelo lado chinês.

    Em declarações divulgadas separadamente pelo Ministério das Relações Exteriores da China, o principal diplomata do governo, o conselheiro de Estado Wang Yi, disse que se a China e os EUA cooperarem, vai beneficiar o mundo todo.

    'Se a China e os EUA forem antagonistas, não haverá vencedores, e afetará o mundo todo', disse Wang a um fórum.

    (Reportagem de Ben Blanchard e Lusha Zhang; reportagem adicional de David Lawder em Washington)

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    Criação de vagas de trabalho nos EUA desacelera em novembro; salários sobem menos que o esperado

    Por Lucia Mutikani

    WASHINGTON (Reuters) - A criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos desacelerou em novembro e os salários subiram menos que o esperado, sugerindo alguma moderação na atividade econômica que pode dar sustentação às expectativas de menos aumentos da taxa de juros pelo Federal Reserve em 2019.

    O relatório mensal de emprego foi divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira diante de um pano de fundo de intensas vendas generalizadas em Wall Street e parcial inversão da curva de rendimentos dos títulos dos EUA, o que provocou temores de uma recessão.

    As ações foram afetadas pela incerteza sobre se a trégua de 90 dias acertada pelos presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, vai se manter e se levará a um alívio nas tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

    Foram criados 155 mil vagas de trabalho no mês passado, com as empresas de construção contratando o menor número de funcionários em oito meses, provavelmente por causa de temperaturas frias atípicas.

    A moderação no ritmo de contratação em novembro pode ser resultado em parte de uma escassez de trabalhadores qualificados. Mas o resultado também se encaixa com outros dados que mostraram um aumento nas demissões nas últimas semanas e um declínio em uma medida de emprego no setor de serviços em novembro.

    Os dados de setembro e outubro foram revisados ??e mostraram 12 mil vagas a menos do que o informado anteriormente.

    Economistas consultados pela Reuters previam abertura de 200 mil postos de trabalho em novembro. A taxa de desemprego permaneceu inalterada perto da mínima de 49 anos de 3,7 por cento.

    A renda média por hora aumentou seis centavos, ou 0,2 por cento em novembro, depois de subir 0,1 por cento em outubro. Isso deixou o aumento anual dos salários em 3,1 por cento, igualando o salto de outubro, que foi o maior ganho desde abril de 2009.

    As empresas também reduziram as horas de trabalho dos funcionários. A semana média de trabalho caiu para 34,4 horas, de 34,5 horas em outubro. O relatório de emprego pode aumentar os temores sobre a saúde da economia e diminuir a probabilidade de o Fed aumentar a taxa de juros mais de uma vez no próximo ano.

    Os mercados financeiros estão precificados em um aumento de taxa do Fed em 2019, em comparação com as expectativas de possíveis dois aumentos de juros no mês anterior, de acordo com o programa FedWatch do CME Group. O banco central dos EUA deve aumentar os custos dos empréstimos entre 18 e 19 de dezembro pela quarta vez este ano.

    O chairman do Fed, Jerome Powell, pareceu sinalizar no mês passado que o ciclo de três anos de elevação de juros do banco central estava chegando ao fim, dizendo que os juros estão agora 'logo abaixo' das estimativas de um nível que não resfria nem estimula uma economia saudável.

    A ata da reunião de política monetária de novembro do Fed, divulgada na semana passada, mostrou que quase todas as autoridades concordaram que outro aumento de juros 'provavelmente será garantido em breve', mas também abriu um debate sobre quando fazer mais elevações.

    Os ganhos salariais foram moderados, apesar da Amazon.com ter aumentado o salário mínimo de seus funcionários dos EUA para 15 dólares por hora no mês passado.

    As previsões de crescimento para o quarto trimestre estão em torno de uma taxa anualizada de 2,7 por cento. A economia cresceu a um ritmo de 3,5 por cento no terceiro trimestre.

    A criação de vagas de empregos tem crescido em 170 mil em média nos últimos três meses. A economia precisa criar cerca de 100 mil vagas por mês para acompanhar o crescimento da população em idade ativa. A criação de novas vagas de emprego pode desacelerar ainda mais nos próximos meses. O número de norte-americanos que pediram auxílio-desemprego está próximo de seu maior nível em oito meses.

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    Trump indicará porta-voz do Departamento de Estado como nova embaixadora na ONU, dizem fontes

    Por Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicará a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, como embaixadora na Organização das Nações Unidas (ONU), disseram duas fontes da Casa Branca na quinta-feira, escolhendo uma pessoa sem experiência política para lidar com alguns dos temas mais espinhosos do mundo.

    O anúncio da decisão é esperado para esta sexta-feira, disseram os funcionários, pedindo anonimato.

    Heather, cuja nomeação exigiria a confirmação do Senado, é ex-correspondente e âncora do canal Fox News. Ela se tornou porta-voz do Departamento de Estado em abril de 2017 e no início deste ano foi escolhida como subsecretária interina para diplomacia pública e assuntos públicos.

    Se confirmada, Heather, de 48 anos, sucederá Nikki Haley, que em outubro comunicou que deixaria o cargo na ONU no final do ano.

    O Departamento de Estado não quis comentar, e Heather não respondeu de imediato a pedidos de comentário.

    Heather, que no início deste ano foi considerada uma possível sucessora da porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, ganhou experiência na diplomacia trabalhando no Departamento de Estado, mas carece das credenciais políticas de Nikki, que é ex-governadora da Carolina do Sul.

    No entanto, contar com o apoio direto do presidente e do secretário de Estado, Mike Pompeo, pode fortalecer sua imagem entre os diplomatas globais na ONU, que repudiaram a política externa 'América Primeiro' de Trump.

    Ela enfrentará uma variedade de desafios se assumir o posto, entre eles defender os esforços dos EUA para conter a influência do Irã no Oriente Médio e fazer com que a entidade global mantenha a Coreia do Norte sujeita a sanções rígidas enquanto Washington tenta negociar o fim dos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

    Trump já expressou ressalvas à ONU, queixando-se de seu custo para Washington e criticando-a por se concentrar na burocracia e em processos, ao invés de resultados.

    Ele retirou os EUA do organismo de direitos humanos da entidade em setembro, citando um preconceito contra Israel. Seu governo cortou o financiamento da agência de refugiados da ONU, e no ano passado propôs cortes de fundos norte-americanos na assistência e na diplomacia que poderiam limitar o trabalho da entidade global.

    (Reportagem adicional de Makini Brice, David Alexander e Arshad Mohammed)

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    Trump diz que Arizona receberá enorme onda de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira, sem apresentar provas, que o Estado do Arizona 'está se preparando para um aumento enorme' de imigrantes ao longo da fronteira que não tem cerca de proteção, reiterando seu apelo para que os democratas apoiem o financiamento do muro que propôs erguer na divisa.

    'O Arizona, juntamente com nossos militares e a patrulha de fronteira, está se preparando para um surto enorme em uma área sem muro. Não os deixaremos passar', escreveu Trump no Twitter, parecendo manter a pressão para os parlamentares aprovarem uma legislação para manter o governo em funcionamento até 30 de setembro do ano que vem.

    Representantes da Casa Branca, do Departamento de Segurança Interna e do Pentágono não responderam de imediato a pedidos de comentário. Não ficou claro se Trump tinha um grupo específico de imigrantes em mente.

    Na quarta-feira a agência de Alfândega e Proteção de Fronteira dos EUA disse que os agentes de fronteira do Arizona apreenderam dois grupos de famílias de Honduras e da Guatemala, um total de 124 imigrantes que havia cruzado para o território norte-americano.

    O Congresso aprovou um projeto de lei de gastos provisórios de uma quinzena na quinta-feira, mas os parlamentares ainda precisam acertar uma medida de financiamento de longo prazo para subsidiar agências do governo até o final do ano fiscal, em setembro.

    Trump, que fez da construção do muro um fundamento de sua presidência, exigiu 5 bilhões de dólares do Congresso neste ano para a divisa e ameaçou paralisar o governo se os parlamentares não consentirem.

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    Executiva da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Por Julie Gordon e Christian Shepherd

    VANCOUVER/PEQUIM (Reuters) - A filha do fundador da Huawei e uma das principais executivas da gigante chinesa de tecnologia foi detida no Canadá e pode ser extraditada para os Estados Unidos, provocando temores de retomada da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo e abalando os mercados acionários globais.

    A chocante prisão de Meng Wanzhou, de 46 anos, que é vice-presidente financeira da Huawei Technologies [HWT.UL], lança novas dúvidas sobre a trégua de 90 dias firmada entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping no sábado --o dia em que ela foi detida.

    Sua prisão, revelada na noite de quarta-feira por autoridades canadenses, está relacionada à violação de sanções norte-americanas, disse uma pessoa com conhecimento do assunto. A Reuters não foi capaz de determinar a natureza precisa das violações.

    Fontes familiarizadas com o assunto disseram à Reuters em abril que autoridades norte-americanas estavam investigando a Huawei, a maior fabricante de equipamentos de telecomunicação do mundo, desde pelo menos 2016 por supostamente enviar produtos de origem norte-americana ao Irã e outros países, em violação a leis de exportação e sanções dos EUA.

    A prisão e qualquer possível sanção contra a segunda maior fabricante de smartphones do mundo pode ter grandes repercussões na cadeia global de fornecimento de tecnologia.

    O ações dos Estados Unidos e asiáticas caíram com a notícia, por temores elevados de que um conflito entre as duas maiores potenciais econômicas do mundo não apenas sobre tarifas, mas também sobre hegemonia tecnológica.

    A Huawei não é listada, mas a segunda maior fabricante de equipamentos de telecomunicações da China, a ZTE, recuou quase 6 por cento em Hong Kong, enquanto a maioria das bolsas nacionais na região perderam ao menos 2 por cento.

    As ações dos EUA também operam em queda, com o Dow Jones Industrial Average caía cerca de 1,8 por cento por volta das 15h45 (horário de Brasília), enquanto o S&P 500 recuava 1,35% e o Nasdaq Composite tinha variação negativa de 0,48 por cento.

    A Huawei já está sob intenso escrutínio dos EUA e de outros governos ocidentais por sua relação com o governo chinês, em razão de preocupações de que a empresa pode estar sendo usada para espionagem. Ela foi proibida de vender equipamentos de telecomunicações nos EUA e em alguns outros mercados. A empresa tem insistido repetidamente que Pequim não tem influência alguma.

    Meng, uma das vice-presidentes do conselho da companhia e filha do fundador da empresa, Ren Zhengfei, foi presa no dia 1º de dezembro a pedido de autoridades norte-americanas e deve comparecer a uma audiência na sexta-feira, afirmou porta-voz do Departamento de Justiça canadense.

    Também no dia 1º de dezembro, Trump e Xi jantaram na Argentina durante cúpula do G20.

    A Huawei, que faturou 93 bilhões de dólares no ano passado, confirmou a prisão em um comunicado. 'A empresa recebeu pouca informação sobre as acusações e não tem conhecimento de qualquer irregularidade da Sra. Meng', disse.

    Ela foi detida enquanto pegava uma conexão no Canadá, acrescentou.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, disse durante um briefing diário nesta quinta-feira que a China havia pedido ao Canadá e aos EUA explicações sobre a prisão de Meng, mas eles não 'deram nenhum esclarecimento'.

    O consulado chinês em Vancouver tem dado assistência a Meng, acrescentou ele, sem mais comentários. Na quarta-feira, a embaixada chinesa no Canadá disse que se opõe firmemente à prisão e pediu por sua soltura imediata.

    Fontes disseram à Reuters em abril que a investigação do Departamento de Justiça dos EUA estava sendo manejada pelo gabinete do advogado-geral dos EUA no Brooklyn.

    O Departamento de Justiça dos EUA não quis comentar na quarta-feira. Um porta-voz do gabinete do advogado-geral no Brooklyn também não quis comentar.

    (Reportagem de Makini Brice e Karen Freifeld; reportagem adicional de Julie Gordon e David Ljunggren em Ottawa, Diane Bartz em Washington, Tony Munroe e Christian Shepherd em Pequim, Josh Horwitz e John Ruwitch em Xangai e Jessie Pang em Hong Kong)

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    China exalta encontro Trump-Xi e diz estar 'muito confiante' em acordo comercial

    Por Yawen Chen e Se Young Lee

    PEQUIM (Reuters) - A China expressou nesta quinta-feira confiança em alcançar um acordo comercial com os Estados Unidos dentro do período de 90 dias de trégua acertado entre as partes, e considerou o encontro recente entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, um grande sucesso.

    Trump e Xi acertaram na semana passada, durante cúpula do G20 na Argentina, um cessar-fogo que adiou um aumento nas tarifas impostas a 200 bilhões de dólares de bens chineses de 10 para 25 por cento, planejado para 1º de janeiro, enquanto negociam um pacto comercial.

    'Estamos muito confiantes de chegar a um acordo (com os EUA) dentro dos próximos 90 dias', disse o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, em um boletim semanal, acrescentando que os dois lados têm se comunicado e cooperado 'tranquilamente' desde que os líderes se encontraram em Buenos Aires.

    O grande objetivo da China durante os três meses de negociações comerciais é cancelar todas as tarifas impostas pelos EUA aos seus bens, disse Gao.

    Seus comentários coincidiram com a prisão de uma importante executiva da gigante tecnológica chinesa Huawei por parte de autoridades canadenses a pedido de Washington, o que ameaça aumentar novamente as tensões entre as duas maiores potências econômicas do mundo.

    EUA e China adotaram tarifas sobre bens de centenas de bilhões de dólares em setores como o de automóveis, agrícola e energético, travando o comércio e reformulando as cadeias de suprimento globais.

    Pela primeira vez desde o encontro, Gao confirmou que Pequim concordou em adotar o consenso alcançado pelos dois lados nestes três setores, mas não deu detalhes de nenhuma medida específica.

    'Começaremos com produtos agrícolas, energia, automóveis para implementar imediatamente as questões sobre as quais os dois lados chegaram a um consenso', disse Gao quando indagado sobre o que está na pauta das negociações.

    'Depois, nos próximos 90 dias, seguiremos um cronograma e um itinerário claros para negociar questões como a proteção do direito de propriedade intelectual, cooperação tecnológica, acesso ao mercado e equilíbrio comercial', afirmou, enfatizando que as consultas devem ter como base atender os interesses das duas partes.

    A Casa Branca disse que a China se comprometeu a comprar mais produtos norte-americanos e a remover barreiras tarifárias e não-tarifárias de imediato, ao mesmo tempo iniciando conversas sobre mudanças estruturais ligadas a transferências forçadas de tecnologia e proteção da propriedade intelectual.

    (Por Ben Blanchard, Se Young Lee e Yawen Chen; Reportagem adicional de Adam Jourdan e Ryan Woo)

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