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    Trump faz apelo para que militares da Venezuela abandonem Maduro ou “perderão tudo”

    Por Steve Holland

    MIAMI (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump advertiu os militares da Venezuela que permanecem fiéis ao presidente socialista Nicolás Maduro de que eles estão arriscando seu futuro e suas vidas, fazendo um apelo para que autorizem a entrada de auxílio humanitário no país.

    Falando a uma multidão animada composta majoritariamente por imigrantes venezuelanos e cubanos em Miami, Trump disse que se os militares venezuelanos continuarem apoiando Maduro, “vocês não encontrarão nenhum porto seguro, nenhuma saída fácil e nenhuma forma de sair. Vocês perderão tudo”.

    Trump ofereceu forte apoio ao líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, que Estados Unidos, Brasil e muitos outros países ocidentais têm reconhecido como presidente interino do país.

    Mas Maduro, reeleito no ano passado em uma eleição considerada uma farsa por críticos, têm o apoio da Rússia e da China e o controle das instituições estatais venezuelanas, incluindo os serviços de segurança.

    Trump advertiu as Forças Armadas da Venezuela a não ferir Guaidó ou outros políticos da oposição, pediu que elas aceitem a oferta de anistia do líder da Assembleia Nacional e exigiu que permitam a entrada de alimentos, medicamentos e outros auxílios no país.

    Os Estados Unidos enviaram toneladas de auxílio humanitário que está sendo armazenado na fronteira da Colômbia com a Venezuela, mas Maduro tem se recusado a permitir a entrada dos suprimentos.

    Guaidó, que invocou artigos da Constituição no mês passado para se autodeclarar presidente, tem dito que o auxílio entrará na Venezuela no sábado. Ele não forneceu detalhes sobre como isso acontecerá.

    Maduro chama o auxílio de um show orquestrado pelos Estados Unidos e nega a existência de uma crise, apesar do escasso acesso a alimentos e medicamentos sofrido por muitos venezuelanos.

    “Nós buscamos uma transição pacífica de poder, mas todas as opções estão em aberto”, disse Trump. O comentário é uma nova referência à repetida insistência de Trump de que opções militares permanecem sobre a mesa, embora a maior parte dos especialistas latino-americanos acredite que tal ação é improvável.

    Os Estados Unidos têm tido comunicações diretas com militares venezuelanos, pedindo que eles abandonem Maduro, disse à Reuters uma graduada autoridade da Casa Branca neste mês, e assessores de Trump têm abertamente previsto maiores deserções.

    Entretanto, até agora, poucos militares têm se voltado contra Maduro.

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    Trump declara emergência na fronteira EUA-México; democratas protestam

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou uma emergência nacional nesta sexta-feira com a meta de obter financiamento para o muro que prometeu erguer na fronteira com o México sem aprovação do Congresso, uma ação que os democratas prometeram contestar por verem como uma violação da Constituição dos EUA.

    A medida do presidente republicano para contornar o Congresso representou uma nova abordagem a uma promessa da campanha presidencial de 2016 para deter o fluxo de imigrantes para o país, aos quais Trump insiste em atribuir a disseminação de crime e drogas.

    Também se espera que ele assine ainda nesta sexta-feira um projeto de lei orçamentária bipartidária que o Congresso aprovou na quinta-feira que evitaria mais uma paralisação parcial do governo financiando várias agências que de outra forma teriam que fechar no sábado.

    Nos comentários que fez no Jardim Rosa, Trump não mencionou diretamente o projeto de lei de financiamento, que representa uma derrota legislativa para ele por não conter nenhum dinheiro para seu muro proposto --o foco de semanas de conflito entre ele e os democratas do Congresso.

    A exigência de Trump de que o Congresso lhe disponibilize 5,7 bilhões de dólares para o muro como parte da legislação de financiamento das agências desencadeou uma paralisação do governo recorde de 35 dias entre dezembro e janeiro, que prejudicou a economia dos EUA e sua aprovação nas pesquisas de opinião pública.

    Ao redirecionar sua reivindicação do custeio do muro para uma estratégia legalmente incerta, baseada na declaração de uma emergência nacional, Trump agora corre o risco de se envolver em uma batalha prolongada com os democratas e de dividir seus colegas republicanos.

    Quinze democratas do Senado controlado pelos republicanos apresentaram uma legislação na quinta-feira para evitar a transferência de fundos de contas que Trump provavelmente visaria para pagar o muro.

    Nancy Pelosi, a presidente democrata da Câmara dos Deputados, e Chuck Schumer, o democrata mais graduado do Senado, reagiram rapidamente à declaração de Trump.

    'As ações do presidente violam claramente o poder exclusivo do Congresso sobre o erário, que nossos fundadores consagraram na Constituição', disseram em um comunicado. 'O Congresso defenderá nossa autoridade constitucional no Congresso, nos tribunais e em público, usando todos os recursos disponíveis.'

    A procuradora-geral do Estado de Nova York, Letitia James, disse que seu escritório também contestará Trump na Justiça.

    'Não vamos tolerar esse abuso de poder e reagiremos com todas as ferramentas legais à nossa disposição', escreveu James no Twitter.

    O presidente reconheceu que seu pedido enfrentará uma longa batalha legal. 'Nós vamos vencer na Suprema Corte', previu Trump.

    Se o Congresso não rejeitar a declaração de emergência de Trump, os tribunais relutarão em substituir seu julgamento sobre a segurança nacional por aqueles do Congresso e do presidente, disseram os professores de Direito Jonathan Turley, da Universidade Georgetown, e William Banks, da Universidade Syracuse.

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    Trump diz que irá declarar emergência na fronteira dos EUA com México

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que irá declarar uma emergência nacional na fronteira com o México, uma manobra que deve colocá-lo numa briga com democratas pelo que chamam de tentativa inconstitucional de financiar um muro sem aprovação do Congresso.

    Trump havia exigido ao Congresso que incluísse dinheiro para o muro, uma de suas maiores promessas de campanha de 2016, em uma lei de financiamento que deverá sancionar ainda nesta sexta-feira ou sábado. Ela foi aprovada pelo Congresso no fim da quinta-feira sem a verba para o muro, uma derrota legislativa para ele.

    Uma emergência nacional, se não for impedida por tribunais ou pelo Congresso, permitirá a Trump utilizar fundos que parlamentares tinham aprovado para outros propósitos, que não um muro na fronteira.

    O governo identificou 8 bilhões de dólares em fundos que o presidente Trump poderá destinar para o pagamento do muro na fronteira com o México sob uma emergência nacional, disse uma importante autoridade da Casa Branca nesta sexta-feira.

    Além dos 1,38 bilhão de dólares da lei de financiamento bipartidária, o governo usará fundos de outras partes do governo, incluindo o Departamento do Tesouro e da Defesa, disse o chefe de gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney, a repórteres.

    A expectativa é que democratas se oponham à declaração de emergência nacional de Trump como uma tentativa inconstitucional de pagar pelo muro sem passar por aprovação do Congresso.

    (Por Roberta Rampton e Steve Holland)

    (Tradução Redação São Paulo 55 11 56447732))

    REUTERS LM ES

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    Negociações comerciais entre EUA e China serão retomadas na próxima semana em Washington

    Por Michael Martina

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - As negociações entre China e Estados Unidos para resolver a guerra comercial serão retomadas em Washington na próxima semana, com ambos os lados dizendo que houve progresso nas conversas desta semana em Pequim.

    A Casa Branca se manteve firme no prazo de 1º de março para alcançar um acordo ou elevar tarifas sobre alguns produtos chineses, apesar do presidente dos EUA, Donald Trump, ter dito que estaria disposto a prorrogar o prazo, com certa relutância.

    A secretária de Imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, disse em comunicado nesta sexta-feira que as duas potências econômicas 'vão continuar trabalhando em todas as questões pendentes tendo em vista o prazo de 1º de março de 2019'.

    'Essas detalhadas e intensivas discussões levaram a progresso entre as duas partes. Muito trabalho permanece, no entanto', disse Sanders sobre a rodada de negociações em Pequim.

    A China e os EUA alcançaram um consenso preliminar sobre alguns pontos cruciais das negociações, reportou a agência estatal chinesa Xinhua, acrescentando que tiveram uma discussão detalhada sobre um memorando de entendimento envolvendo questões econômicas e comerciais. A Xinhua não deu mais detalhes.

    Os países focaram nesta semana em tecnologia, direitos de propriedade intelectual, agricultura, serviços, barreiras não tarifárias e câmbio, e discutiram possíveis compras chinesas de bens dos EUA e serviços para reduzir um 'enorme e persistente déficit comercial bilateral', disse Sanders.

    Xi se encontrou com o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, após uma semana de negociações comerciais em nível sênior e entre representantes em Pequim, e pediu por um acordo que ambos os lados aceitariam, disse a imprensa estatal.

    Tarifas norte-americanas sobre 200 bilhões de dólares em importações da China subirão de 10 para 25 por cento se nenhum acordo for alcançado até 1º de março para lidar com demandas dos EUA para a China reduzir transferências forçadas de tecnologia e cumpra melhor os direitos de propriedade intelectual.

    Após a conclusão das negociações, que incluíram um banquete na quinta-feira, Mnuchin disse no Twitter que ele e Lighthizer tinham realizado 'reuniões produtivas' com o principal assessor econômico de Xi, o vice-premiê Liu He.

    'As consultas entre as equipes dos dois lados alcançaram importante progresso', disse Xi, segundo a televisão estatal.

    'Na próxima semana, os dois lados se reunirão novamente em Washington. Eu espero que continuem os esforços para alcançar um acordo mutuamente benéfico, em que os dois lados ganhem', disse Xi durante uma reunião no Grande Salão do Povo, em Pequim.

    Ele acrescentou que a China está disposta a adotar uma 'abordagem cooperativa' para resolver atritos comerciais bilaterais.

    Lighthizer disse a Xi que as autoridades sêniores tiveram 'dois dias muito bons' de conversas.

    'Sentimos que demos início a questões muito, muito importantes e muito difíceis. Temos trabalho adicional a fazer, mas estamos esperançosos', disse Lighthizer, segundo um vídeo a veículos da imprensa estrangeira.

    Nenhum dos dois países deu novos detalhes até o momento sobre como poderão encerrar a guerra tarifária que abalou mercados financeiros e afetou cadeias de produção.

    (Reportagem adicional de Lusha Zhang, Min Zhang, Philip Wen, Ben Blanchard, Lisa Lambert e Susan Heavey)

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    Trump promete declarar emergência para erguer muro e evita nova paralisação

    Por Richard Cowan e Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu na quinta-feira declarar uma emergência nacional para financiar um muro na fronteira com o México sem aprovação do Congresso, uma medida que deve envolvê-lo em uma batalha com o Parlamento sobre seus poderes constitucionais.

    Admitindo a derrota em sua exigência inicial de que o Congresso lhe disponibilizasse 5,7 bilhões de dólares para o muro, Trump concordou em sancionar um projeto de lei de financiamento que não custeia a obra, mas evita outra paralisação governamental.

    O projeto de lei, aprovado por maioria no Senado e na Câmara dos Deputados também na quinta-feira, contém fundos para cercas e outras formas de segurança de fronteira – mas ignora o muro, que em sua campanha de 2016 Trump prometeu que o México pagaria, argumentando que ele é necessário para conter a imigração ilegal e as drogas.

    A expectativa era que a proposta fosse encaminhada à Casa Branca nesta sexta-feira para receber a sanção do presidente antes de ele partir para seu clube de golfe particular de Mar-a-Lago, na Flórida, para um final de semana de descanso.

    'O presidente Trump sancionará o projeto de lei de financiamento do governo e, como afirmou antes, também adotará outras ações executivas – inclusive uma emergência nacional', disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

    A democrata mais graduada do Congresso repudiou a medida presidencial. Indagada se contestaria legalmente uma declaração de emergência, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, respondeu: 'Posso fazê-lo, é uma opção'.

    Chuck Schumer, principal democrata do Senado, acusou Trump de 'abuso grave do poder da Presidência'.

    O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, disse que apoiará a emergência de Trump. No início deste mês ele alertou Trump dizendo que declarar uma emergência poderia dividir os republicanos do Senado, noticiou o Washington Post.

    Uma declaração de emergência poderia infringir a autoridade congressual de tomar decisões importantes sobre fundos dos contribuintes, um sistema de contrapesos fundamental presente na Constituição.

    Durante semanas, ao longo das quais a exigência de custeio do muro de Trump ao Congresso não avançou, apesar de uma paralisação governamental recorde de 35 dias, a Casa Branca investigou se uma declaração de emergência poderia ser invocada para redirecionar fundos dos contribuintes destinados pelo Congresso a outros fins para o muro – mas a estratégia divide seus correligionários.

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    Trump sancionará projeto sobre fronteira e vai declarar emergência em busca de recursos para muro

    Por Richard Cowan e Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai sancionar um projeto de lei sobre segurança de fronteira para evitar uma nova paralisação do governo norte-americano, mas também vai declarar uma emergência nacional para tentar obter recursos para seu prometido muro entre o país e o México, disse a porta-voz da Casa Branca nesta quinta-feira.

    Em uma tentativa de contornar o Congresso para conseguir o financiamento que parlamentares têm, até agora, se recusado a fornecer para seu muro de fronteira, Trump parece a caminho de desencadear contestações legais pelos democratas com base na Constituição.

    A principal democrata do Congresso imediatamente criticou a decisão do presidente. Questionada por repórteres se iria recorrer legalmente à declaração de emergência, a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, disse, 'Eu posso, essa é uma opção.'

    “O presidente Trump vai sancionar o projeto de lei que financia o governo e, como ele já declarou antes, também tomará outras ações executivas --incluindo uma emergência nacional-- para garantir que acabemos com a crise humanitária e de segurança na fronteira”, disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

    “O presidente está, mais uma vez, cumprindo sua promessa de construir o muro, proteger a fronteira e garantir a segurança do nosso grande país”, disse a porta-voz.

    A legislação orçamentária bipartidária que deve chegar em breve à mesa de Trump após passar por votações no Senado, controlado por republicanos, e na Câmara dos Deputados, controlada por democratas, prevê mais de 300 bilhões de dólares para financiar o Departamento de Segurança Interna e uma gama de outras agências até 30 de setembro, quando termina o atual ano fiscal.

    O financiamento dessas agências deve expirar na sexta-feira, o que desencadearia uma nova paralisação parcial do governo federal na manhã de sábado, se Trump e o Congresso não agirem rápido.

    Uma fonte com conhecimento da situação disse que a Casa Branca identificou 2,7 bilhões de dólares anteriormente fornecidos pelo Congresso que poderiam ser redirecionados para financiar o muro de fronteira como parte da emergência nacional.

    A fonte disse que advogados da Casa Branca examinaram os números e acreditam que eles sobreviveriam a recursos legais. De acordo com a Constituição norte-americana, o Congresso toma as grandes decisões sobre como gastar o dinheiro dos contribuintes.

    O governo Trump tem sugerido que pode usar os poderes da emergência nacional para redirecionar recursos já destinados pelo Congresso a outros fins para pagar pelo muro.

    Pelosi acusou Trump de contornar o Congresso e a separação de poderes prevista na Constituição que dá ao Congresso, e não ao presidente, a autoridade de definir os gastos federais e de declarar guerras.

    “Não é uma emergência, o que está acontecendo na fronteira. É um desafio humanitário para nós”, disse Pelosi.

    “Se o presidente pode declarar uma emergência com base em algo que criou como uma emergência --uma ilusão que quer transmitir-- apenas pensem no que um presidente com valores diferentes pode apresentar ao povo norte-americano”, acrescentou, se referindo à violência armada nos Estados Unidos como uma emergência nacional.

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    Congresso dos EUA propõe legislação para segurança de fronteira sem muro de Trump

    Por Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - O Congresso dos Estados Unidos tentou encerrar uma disputa sobre a segurança de fronteira nesta quinta-feira com uma legislação que ignora o pedido de 5,7 bilhões de dólares feito pelo presidente Donald Trump para ajudar a erguer um muro na fronteira com o México, mas evita uma nova paralisação parcial do governo.

    Na noite de quarta-feira, negociadores deram os últimos retoques na legislação para financiar o Departamento de Segurança Interna (DHS) até 30 de setembro, o encerramento do ano fiscal, e de várias agências federais.

    Correndo para cumprir o prazo da meia-noite de sexta-feira, quando acabam os fundos operacionais das agências que empregam cerca de 800 mil funcionários do DHS e dos departamentos de Agricultura, Comércio e Justiça, entre outros, o Senado e a Câmara dos Deputados pretendem aprovar a legislação até o final desta quinta-feira.

    Isso daria tempo para Trump analisar a medida e sancioná-la antes do vencimento do financiamento temporário de cerca de um quarto do governo.

    Não fazê-lo forçaria a interrupção de muitos programas governamentais, da manutenção de parques nacionais a programas de treinamento de controladores de tráfego aéreo e à coleta e publicação de dados importantes para os mercados financeiros, pela segunda vez neste ano.

    'Este acordo nega financiamento para o muro de fronteira do presidente Trump e inclui várias medidas cruciais para tornar nosso sistema imigratório mais benevolente', disse a presidente democrata do Comitê de Verbas da Câmara, Nita Lowey, em um comunicado.

    Segundo assessores parlamentares, a versão final do projeto de lei daria ao governo 1,3 bilhão em dinheiro novo para ajudar a construir 88,5 quilômetros de novas barreiras físicas na fronteira sul, muito menos do que Trump vinha exigindo.

    É o mesmo nível de financiamento que o Congresso destinou para medidas de segurança de fronteira em 2018, incluindo barreiras, mas não muros de concreto.

    Desde sua campanha de 2016, Trump vem exigindo bilhões de dólares para erguer um muro na fronteira sul, dizendo que condições de 'crise' pedem uma reação rápida para interromper o fluxo de drogas ilegais e de imigrantes sem documentos, a maioria da América Central.

    Inicialmente ele disse que o México pagaria pelo muro de concreto de 3.200 quilômetros de extensão – ideia que o país vizinho descartou.

    Trump ainda não disse se sancionará a proposta caso a Câmara, de maioria democrata, e o Senado, majoritariamente republicano, a aprovem, embora muitos de seus correligionários do Congresso o estejam fazendo um apelo para que ele sancione a medida.

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    Negociações comerciais entre China e EUA avançam para nível mais alto e prazo final se aproxima

    Por Michael Martina

    PEQUIM (Reuters) - O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse esperar ansiosamente pelas negociações comerciais com a China nesta quinta-feira, quando as discussões em Pequim avançam para um nível mais alto em uma tentativa de encerrar a guerra tarifária antes do prazo de 1º de março para um acordo.

    As negociações, que devem ser realizadas até sexta-feira, seguem-se a três dias de reuniões entre representantes para elaborar detalhes técnicos, incluindo um mecanismo para impor qualquer acordo comercial.

    'Aguardamos com expectativa as discussões de hoje', disse Mnuchin a repórteres sem dar mais detalhes ao sair do hotel.

    Ele e o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, iniciaram as reuniões pouco depois, na casa de hóspedes do Estado de Diaoyutai, juntamente com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, o principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

    As tarifas dos EUA sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas devem subir de 10 para 25 por cento caso os dois lados não cheguem a um acordo dentro do prazo, aumentando a pressão e os custos em setores de produtos eletrônicos para a agricultura.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres na quarta-feira que as negociações estão progredindo 'muito bem'.

    Os conselheiros de Trump descreveram a data de 1º de março como um 'prazo rígido', e o presidente disse que um adiamento é possível, embora ele prefira não colocá-lo em prática.

    Uma matéria da Bloomberg citou fontes segundo as quais que Trump está considerando prorrogar o prazo por mais 60 dias para dar mais tempo aos negociadores.

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    Trump diz que não decidiu sobre acordo para evitar outra paralisação do governo dos EUA

    Por Susan Cornwell e Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que ainda não decidiu se apoiará um acordo alcançado pelos negociadores do Congresso para evitar outra paralisação parcial do governo que não inclua fundos para o prometido muro da fronteira EUA-México.

    'Eu tenho que estudá-lo. Eu não estou feliz com isso', disse Trump a jornalistas na Casa Branca sobre o acordo de financiamento que precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados, controlada por democratas, e pelo Senado, controlado pelos republicanos, e assinado por ele.

    Ele disse que outra paralisação parcial do governo parecia improvável.

    Parlamentares democratas e republicanos elaboraram na noite de segunda-feira um acordo sobre provisões de segurança de fronteira e dinheiro para manter várias agências governamentais, incluindo o Departamento de Segurança Interna e o Departamento de Justiça , financiadas até 30 de setembro, o final do atual ano fiscal federal . O financiamento temporário de cerca de um quarto do governo deve expirar na sexta-feira.

    Os republicanos do Congresso mostraram pouco apetite para uma nova paralisação depois de receber críticas pesadas sobre a anterior. Os comentários do líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, no plenário sobre a tentativa de acordo alcançada na noite de segunda-feira deixaram pouca dúvida de que o principal republicano no Congresso quer que Trump o apoie.

    O mais importante democrata do Senado, Chuck Schumer, foi mais direto, dizendo: 'peço insistentemente ao presidente que assine isso'.

    O presidente republicano provocou a paralisação parcial de 35 dias do governo - a mais longa da história dos EUA - com sua demanda, em dezembro, para que o Congresso lhe desse 5,7 bilhões de dólares para ajudar a construir o muro fronteiriço, ao qual os democratas se opõem.

    (Reportagem adicional de Doina Chiacu e Steve Holland em Washington e Roberta Rampton em El Paso, Texas)

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    Chefe do Pentágono visita Bagdá para apoiar Iraque e debater saída da Síria

    Por Idrees Ali

    BAGDÁ (Reuters) - O secretário de Defesa interino dos Estados Unidos, Patrick Shanahan, chegou a Bagdá nesta terça-feira para uma visita não anunciada durante a qual disse que enfatizará a importância da soberania iraquiana e abordará o futuro dos soldados dos EUA no país.

    O presidente Donald Trump disse neste mês que a presença norte-americana é necessária para observar o Irã, o que extrapola a missão declarada da coalizão liderada pelos EUA no Iraque e na Síria – derrotar o Estado Islâmico.

    'Estamos no Iraque a convite do governo, e nossos interesses são criar recursos de segurança iraquianos', disse Shanahan aos repórteres que o acompanham em sua primeira visita ao Iraque.

    'Quero ouvir em primeira mão deles sobre as preocupações, a dinâmica política que estão enfrentando e depois, com base nisso, obviamente incluiremos isso em nosso planejamento.'

    Shanahan deve se encontrar com líderes como o primeiro-ministro, Adel Abdul Mahdi, e também debaterá com comandantes norte-americanos a retirada de tropas dos EUA da Síria.

    Trump causou revolta em Bagdá neste mês ao dizer que é importante manter uma presença militar norte-americana no Iraque para que Washington possa ficar de olho no Irã 'porque o Irã é o verdadeiro problema'.

    O Iraque está em uma posição difícil agora que as tensões entre seus dois maiores aliados, Washington e Teerã, aumentam.

    Os comentários de Trump provocaram críticas generalizadas dos líderes iraquianos, inclusive Abdul Mahdi, e provocaram dúvidas sobre a permanência de longo prazo dos cerca de 5.200 soldados norte-americanos no país 16 anos após a invasão liderada pelos EUA que depôs Saddam Hussein.

    As tropas, parte de um acordo com Bagdá, têm a missão específica de combater o terrorismo e deveriam se ater a isso, disse o presidente iraquiano, Barham Salih, depois dos comentários de Trump.

    Políticos do Parlamento iraquiano alinhados a Teerã aproveitaram a indignação para reiterar sua exigência de que a missão dos EUA no Iraque seja restringida e que o número de tropas diminua.

    Indagado se soldados dos EUA na Síria podem ser enviados ao Iraque, Shanahan respondeu que terá conversas a este respeito durante a visita.

    O general do Exército dos EUA Joseph Votel, chefe do Comando Central norte-americano, disse na segunda-feira que não acredita que Washington aumentará consideravelmente o número das tropas no Iraque.

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