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    Novo comandante do Exército defende que reforma da Previdência não atinja militares

    BRASÍLIA (Reuters) - O novo comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, afirmou nesta sexta-feira que os militares têm peculiaridades, não fazem parte do sistema de Previdência e defendeu, assim como outros altos integrantes das Forças Armadas, que fiquem de fora da reforma nas regras de aposentadoria estudada pelo governo.

    Pujol, que assumiu o posto nesta sexta-feira no lugar do general Eduardo Villas Bôas, reconheceu que pontos como o aumento do tempo de contribuição dos militares e a cobrança de contribuição de pensão das viúvas estão “em estudo” e acrescentou que as Forças Armadas têm disciplina e irão cumprir a decisão que for tomada pela sociedade sobre a reforma.

    “A nossa intenção, minha, como comandante do Exército, sem me perguntarem, claro, não devemos modificar o nosso sistema, se perguntarem a minha opinião como comandante do Exército”, disse.

    “Nós militares, primeiro, nós somos disciplinados. Obedecemos às leis e à Constituição. Então, se houver uma decisão do Estado brasileiro, da sociedade brasileira de mudança, nós teremos que cumprir.”

    O comandante argumentou que o serviço dos militares difere do de funcionários públicos e privados, e citou a ausência de hora extra ou adicional noturno, além da proibição de organização sindical, como peculiaridades da área.

    Pujol não é a primeira liderança ligada às Forças Armadas a se posicionar contra a inclusão dos militares na reforma da Previdência. Na quarta-feira, o ministro da Defesa, general da reserva Fernando Azevedo e Silva, defendeu que a carreira militar precisa de um 'regime diferenciado' e tem peculiaridades, enquanto o novo comandante da Marinha, Ilques Barbosa Júnior, afirmou que a discussão sobre mudança da idade mínima precisa ser analisada com cuidado.

    Segundo o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a participação dos militares na reforma está sendo “estudada” pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

    “Eu ainda não posso adiantar nada sobre isso. Isso está tudo sob estudo, que não está definido por quem define, que é o presidente”, afirmou o chefe da Casa Civil.

    Onyx disse ainda que deve haver uma discussão preparatória na segunda-feira para que durante a próxima semana possa ser levada uma proposta ao presidente Jair Bolsonaro.

    Ainda de acordo com o ministro da Casa Civil, a “tendência” é ter uma “única proposta consertando o atual sistema e preparando o sistema para o futuro”.

    Onyx e Guedes devem apresentar na próxima semana um projeto completo de reforma da Previdência que inclui um novo regime de capitalização para as futuras gerações.

    O governo prepara ainda uma medida provisória com cerca de 18 ações de combate a fraudes no sistema previdenciário que também trará dispositivos que endurecem a concessão de determinados benefícios.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Exército da Síria reage a alerta de curdos sobre avanço turco no noroeste

    BEIRUTE (Reuters) - O Exército da Síria disse ter enviado forças a Manbij, no noroeste do país, nesta sexta-feira depois que a milícia curda YPG pediu para Damasco proteger a cidade da ameaça de ataques da Turquia.

    Um morador disse que as forças não entraram na cidade, onde tropas norte-americanas operam e têm uma base militar. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, um grupo de monitoramento sediado no Reino Unido, disse que as unidades do governo estão nos arredores, entre a cidade e territórios sob influência turca.

    A decisão abrupta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar soldados da Síria alarmou os combatentes liderados pelos curdos, que enfrentam o Estado Islâmico ao seu lado há anos.

    Líderes curdos estão correndo para encontrar uma estratégia para proteger sua região, que se estende pelo norte e o leste e onde a presença de cerca de dois mil soldados dos EUA vêm contendo uma incursão da Turquia, que vê a YPG como uma ameaça ao seu próprio território e prometeu dizimá-la.

    Uma mobilização de forças do governo auxiliada pela Rússia provavelmente terá um efeito semelhante.

    Encabeçadas pela YPG, as Forças Democráticas Sírias (SDF) tomaram Manbij do Estado Islâmico em 2016, um marco na batalha liderada pelos EUA contra os jihadistas.

    A cidade é controlada pelo Conselho Militar de Manbij, um grupo de combatentes aliados às SDF, e faz divisa com territórios comandados por rebeldes sírios apoiados por Ancara que vêm se preparando para um ataque.

    O apoio militar norte-americano aos combatentes curdos enfureceu a Turquia, sua aliada na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que vê a YPG como uma extensão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que vem mantendo uma insurgência dentro da Turquia há décadas.

    Uma autoridade rebelde apoiada pela Turquia disse que o plano de atacar territórios da SDF está mantido. 'Não existe nenhum soldado sírio das forças do regime dentro da cidade de Manbij', disse o major Youssef Hamoud, porta-voz da força rebelde Exército Nacional.

    Ele disse que suas forças estão esperando Washington e Ancara acertarem como as forças dos EUA deixarão Manbij.

    O comunicado dos militares sírios disse que tropas hastearam a bandeira nacional em Manbij nesta sexta-feira e que garantirão a segurança 'para todos os cidadãos sírios e outros presentes'.

    O morador da localidade disse que nada mudou e que não viu tais bandeiras.

    A YPG afirma que seus combatentes já se retiraram anteriormente de Manbij para enfrentar o Estado Islâmico no leste da Síria.

    (Por Ellen Francis)

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    Exército da Síria avança para o sudoeste apesar de alertas dos EUA

    BEIRUTE (Reuters) - O Exército da Síria capturou uma porção de território dos rebeldes no sudoeste do país, disseram a mídia estatal síria e um grupo de monitoramento da guerra nesta terça-feira, no primeiro grande avanço do governo em uma ofensiva perto da fronteira jordaniana que deslocou dezenas de milhares de pessoas.

    Enquanto isso, dois mísseis israelenses caíram perto do aeroporto de Damasco de madrugada, relataram a agência estatal de notícias Sana e o grupo de monitoramento Observatório Sírio de Direitos Humanos. Um porta-voz dos militares de Israel não quis comentar os relatos.

    A região sudoeste da Síria é estrategicamente delicada por causa de sua proximidade da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã ocupadas por Israel. No ano passado, os Estados Unidos e a Rússia, a aliada mais poderosa do presidente sírio, Bashar al-Assad, concordaram com a criação de uma zona de não violência na área que ajudou a conter o conflito no local.

    A Sana e veículos de notícias controlados pelo grupo Hezbollah, aliado de Damasco, disseram que o Exército da Síria assumiu o controle da cidade de Busra al-Harir, da área vizinha de Laja e que agora está avançando mais ao sul.

    A captura da área se deu em uma porção de território comandada pela oposição em Deraa, província do nordeste onde Assad vem levando adiante seus ataques apesar dos alertas dos EUA.

    Os EUA disseram às facções rebeldes sírias que elas não devem esperar apoio militar para resistirem à ofensiva, de acordo com uma cópia de uma mensagem enviada por Washington aos comandantes de grupos do Exército Livre da Síria na área.

    Os grupos rebeldes não se pronunciaram sobre os avanços do governo.

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