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    Dólar sobe 1% e se reaproxima de R$3,80, com correção e à espera de BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar viveu um pregão de extremos nesta quarta-feira, ao fechar com alta de 1 por cento e se reaproximar do patamar de 3,80 reais com os investidores à espera de mais intervenções do Banco Central e depois de ter recuado 1 por cento mais cedo com alívio diante do exterior e cena política local.

    O dólar avançou 1,03 por cento, a 3,7827 reais na venda, depois de ir a 3,7064 reais na mínima do dia e a 3,7880 reais na máxima. O dólar futuro subia cerca de 1 por cento no final da tarde.

    O mercado fez algumas compras, mas esperava que o Banco Central atuasse novamente. Ele colocou pouco swap hoje , disse o gerente de câmbio do grupo Ourominas, Mauriciano Cavalcante.

    No começo da tarde, quando a queda do dólar já havia perdido força após investidores comprarem diante do baixo preço, o BC voltou a atuar no mercado, depois de ter ficado de fora na véspera, ao anunciar e vender integralmente a oferta de até 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares.

    Esse foi o segundo leilão dessa semana com novos contratos, período em que o BC informou que injetaria o equivalente a 10 bilhões de dólares em swaps. Até agora, foram 2 bilhões de dólares.

    A autoridade também já havia vendido a oferta integral de até 8.800 swaps para rolar os contratos que vencem em julho. Já rolou 6,160 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares e, se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, fará rolagem integral.

    Passado o leilão, no entanto, o dólar voltou a ganhar tração para acabar o dia em alta.

    Mais cedo, o dólar foi negociada em queda diante de algum alívio com a cena política local. Levantamento do Instituto Paraná feito apenas no estado de São Paulo mostrou que o pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) seguia liderando, com 21,4 e 21,6 por cento das intenções de votos em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), com 18,4 e 19,1 por cento nos mesmos cenários sem o petista.

    Em pesquisa realizada em fevereiro passado pelo mesmo instituto, também ouvindo apenas eleitores paulistas, Bolsonaro tinha 23,4 e 23,5 por cento nesses cenários, com Alckmin com 22,1 e 23,2 por cento.

    O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que os investidores consideram como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

    Também pesou a greve dos caminhoneiros, em maio, que alimentou as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo.

    O recuo do dólar ante o real pela manhã também foi influenciado pelo cenário externo, onde os mercados cambiais davam um respiro depois que a China sinalizou tolerância a uma moeda mais forte ao fixar um ponto médio diário mais forte do que o esperado. O dólar operava estável ante uma cesta de moedas e recuava frente a algumas divisas de países emergentes.

    Na véspera, o mercado internacional viveu movimento de aversão ao risco diante do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim.

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    Dólar salta mais de 2,5%, maior alta em 13 meses, e vai a R$3,81 com exterior

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 2,5 por cento e fechou esta quinta-feira acima do patamar de 3,80 reais influenciado pelos mercados externos, após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar que vai acabar com seu programa de compras de títulos no fim deste ano, mas que isso não significava juros maiores no curto prazo.

    O mercado local também foi pressionado pela perspectiva de que está chegando ao fim o plano anunciado pelo Banco Central de intervir mais pesado até o fim dessa semana.

    O dólar avançou 2,64 por cento, a 3,8119 reais na venda, maior alta desde 18 de maio do ano passado, quando disparou 8,15 por cento após delações de executivos da J&F acertarem em cheio o presidente Michel Temer.

    Na máxima da sessão, a moeda norte-americana foi a 3,8160 reais, com valorização de 2,75 por cento. O dólar futuro tinha alta de cerca de 2,45 por cento no final da tarde.

    O euro despencou e fortaleceu o dólar no mundo todo. Lá fora as moedas emergentes pioraram muito, tínhamos que acompanhar , comentou um operador de câmbio de uma corretora local.

    O euro caía mais de 1,5 por cento ante o dólar nesta sessão, após o BCE decidir manter as taxas de juros em baixas recordes até o verão de 2019 no hemisfério Norte e estender seu enorme programa de compra de títulos até o final deste ano, embora vá reduzir o volume de compras a partir de outubro.

    A decisão do BCE de prolongar o estímulo monetário veio em meio a preocupações com a desaceleração do crescimento na zona do euro, a turbulência política na Itália e as tensões comerciais globais, disseram analistas.

    A decisão do banco europeu vem um dia depois de o Federal Reserve, banco central norte-americano, ter anunciado que pretende elevar os juros quatro vezes neste ano, ambas decisões com implicações sobre o fluxo global de recursos e impacto sobre países emergentes, como o Brasil.

    Com a fraqueza do euro, o dólar subia mais de 1 por cento ante uma cesta de moedas e avançava ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano, devolvendo as quedas de mais cedo.

    Os profissionais das mesas de operações no Brasil citaram que contribuiu para reforçar o salto do dólar ante o real a proximidade do fim do lote de 20 bilhões de dólares em swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares-- que o BC sinalizou que injetaria no mercado até esta semana.

    O estoque do BC está acabando. Voltou a especulação, o mercado está chamando o BC, quer saber o que ele vai fazer , comentou o gerente de câmbio da corretora Ourominas, Mauriciano Cavalcante.

    Nesta sessão, a autoridade fez três leilões de swaps, somando desde a sexta-feira passada até agora 18 bilhões de dólares. O último leilão do dia, de 20 mil contratos, foi realizado no meio da tarde, quando o dólar disparava ao redor do mundo.

    Na véspera, especialistas consultados pela Reuters avaliaram que a atuação mais firme do BC deveria cumprir o prazo dado pelo presidente da instituição, Ilan Goldfajn, e terminar nesta sexta-feira, o que não queria dizer que a autoridade deixará o mercado à deriva.

    Ilan também disse na semana passada que, se fosse necessário, o BC continuaria atuando no mercado, inclusive com outros instrumentos.

    O BC vendeu ainda nesta sessão a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem, já somando 4,4 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    (Por Claudia Violante)

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    BC atua e limita alta do dólar ante real após Fed sinalizar mais juros neste ano

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou a quarta-feira com pequena elevação ante o real, com a atuação intensa do Banco Central brasileiro no mercado aliviando a pressão após o Federal Reserve, banco central norte-americano, indicar que elevará os juros mais vezes neste ano, movimento que tende a afetar o fluxo de capital global.

    O dólar avançou 0,17 por cento, a 3,7137 reais na venda, depois de bater 3,7391 reais na máxima do dia. O dólar futuro tinha leve queda de cerca de 0,15 por cento no final da tarde.

    As projeções em onde as taxas (dos EUA) terminarão em 2020 não mudaram. Assim, as previsões indicam ritmo mais forte de aperto , escreveu o analista da gestora CIBC Capital Markets, Royce Mendes.

    Como amplamente esperado, Fed elevou a taxa de juros pela segunda vez neste ano, para o intervalo entre 1,75 e 2 por cento ao ano, e indicou que vê outras duas altas ainda neste ano.

    Antes, o mercado estava dividido entre três ou quatro altas de juros pelo Fed neste ano ao todo, em meio a sinais de melhor desempenho econômico que os Estados Unidos têm dado. Taxas mais altas têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados em outras praças financeiras.

    A ação do BC brasileiro ajudou a segurar altas mais agressivas no câmbio. Logo após o Fed, a autoridade anunciou seu terceiro leilão do dia de swap cambial tradicional --equivalente à venda futura de dólares-- injetando apenas nesta sessão 4,5 bilhões de dólares.

    Essa atuação, somada à perda de força do dólar ante outras divisas no exterior, foi fundamental para conter a valorização da moeda no mercado doméstico.

    Na semana passada, o BC informou que injetaria 20 bilhões de dólares até o final desta semana por meio de novos swaps cambiais para dar liquidez ao mercado. Desses total, já colocou 13 bilhões no sistema.

    Especialistas consultados pela Reuters avaliaram que o BC deve concluir essa forte atuação no mercado de câmbio na sexta-feira e manter apenas a rolagem dos swaps, mas com a advertência de que manterá uma atuação discricionária. O efeito surpresa, acreditam, pode ajudar a conter o ímpeto de alta da moeda norte-americana.

    O BC vendeu ainda a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem, já somando 3,960 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

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