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    Dólar termina no maior nível em mais de um mês com preocupações com Turquia

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou com alta firme e terminou no maior nível em mais de um mês, perto dos 3,90 reais, com a situação da Turquia mantendo a aversão ao risco nos mercados globais, em especial nos de países emergentes.

    O dólar avançou 0,86 por cento, a 3,8973 reais na venda, maior preço desde os 3,9344 reais de 5 de julho. Na sexta-feira, a moeda já havia subido 1,59 por cento.

    Na máxima desta segunda-feira, foi a 3,9297 reais e, na mínima, a 3,8782 reais. O dólar futuro avançava cerca de 1,1 por cento.

    'A preocupação se refere à exposição de bancos da zona do euro aos títulos turcos. Isso mesmo com o banco central turco estabelecendo medidas emergenciais', afirmou, em relatório, o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

    A lira turca registrou novamente forte baixa frente ao dólar neste pregão, já tendo recuado mais de 40 por cento neste ano, devido às preocupações com a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a economia, suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas e o agravamento dos laços com os Estados Unidos.

    Nesta segunda-feira, o banco central turco diminuiu as taxas de depósitos compulsórios para os bancos, além de se comprometer em fornecer liquidez necessária para os bancos e tomar todas as medidas necessárias para manter a estabilidade financeira, mas o mercado seguia nervoso.

    'Os investidores se preocupam com o eventual risco sistêmico, que pode deflagrar o contágio e uma consequente crise financeira', escreveu o Banco Confidence em relatório.

    O temor de que a crise turca pudesse se espalhar pelos países emergentes fez com que o dólar subisse frente às moedas desses países, com destaque para o rand sul-africano e o peso mexicano.

    O peso argentino também despencou ante o dólar, influenciado não só pela situação da Turquia como também denúncias de corrupção envolvendo políticos e empresários, o que obrigou o Banco Central do país a elevar os juros a 45 por cento nesta sessão, de 40 por cento antes.

    'Não esperamos que a alta dos juros da Argentina seja o começo de uma série de aumentos de taxas dos bancos centrais de emergentes. A Argentina é um dos poucos emergentes que compartilham vulnerabilidades semelhantes à Turquia', escreveu o economista para mercados emergentes da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics, Edward Glossop, em relatório.

    Em relação ao real, houve ajuste de posições depois que a moeda norte-americana bateu a máxima do dia, com alguns investidores vendendo e levando a divisa para a mínima, mas o movimento foi curto e logo ganhou tração novamente com a notícia da alta dos juros na Argentina.

    Fonte do Ministério da Fazenda informou à Reuters nesta segunda-feira que o Brasil está pronto para atuar nos mercados financeiros em caso de excesso de volatilidade em razão da situação turca.

    Com a agenda doméstica esvaziada, os investidores mantiveram o foco na cena eleitoral doméstica, nesta semana em que os candidatos à Presidência têm de registrar suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 2,16 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    'Não acredito que o Banco Central vá intervir no câmbio por meio de novos leilões de swap. Trata-se de um movimento global, não uma ação isolada e sem volume', justificou o diretor de operações da Mirae, Pablo Spyer ao comentar a alta do dólar de 3,75 reais no começo de agosto para 3,91 reais nesta sessão.

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    Lula fala em eleição de cartas marcadas e líderes do PT negam ideia de plano B

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi aclamado candidato do PT à Presidência da República e afirmou que tentam fazer uma eleição de cartas marcadas, em uma mensagem lida na convenção nacional do partido, onde líderes rejeitaram a ideia de um plano B para a disputa presidencial.

    Na mensagem, Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto para presidente e que pela primeira vez não participou de uma convenção nacional do PT, por estar preso em Curitiba, acusou seus adversários de buscarem uma democracia sem povo.

    'Hoje a nossa democracia está ameaçada. Há dois anos deram um golpe parlamentar para destituir a presidenta Dilma Rousseff, rasgando a Constituição. Agora querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas', disse o petista na mensagem, lida pelo ator Sergio Mambert.

    'Já derrubaram uma presidenta eleita; agora querem vetar o direito do povo escolher livremente o próximo presidente. Querem inventar uma democracia sem povo.'

    Lideranças petistas que discursaram no evento rejeitaram a hipótese de discutir um nome alternativo a Lula, e defenderam a insistência em seu nome, mesmo com a provável impugnação com base na Lei da Ficha Limpa. O ex-presidente foi condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).

    'Hoje, nesta data histórica da convenção do PT, nós dizemos ao Brasil que Lula é nosso candidato e vamos registrá-lo nos braços do povo no dia 15 de agosto em Brasília', disse a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann.

    'Essa é a ação mais confrontadora que já fizemos contra esse sistema podre', acrescentou ela. 'É com povo brasileiro que nós vamos seguir nesta caminhada, vamos tirar Lula da prisão, vamos voltar a governar o país.'

    Entre um discurso e outro, militantes petistas na plateia batucavam e gritavam que não havia plano B à candidatura de Lula.

    A ex-presidente Dilma Rousseff, cassada por meio de um impeachment em 2016 e que será candidata ao Senado por Minas Gerais, se juntou ao coro dos que defenderam a insistência no nome de Lula.

    'Nós vamos até o fim, nós queremos o Lula candidato à Presidência', afirmou.

    O líder do PT no Senado, o senador Lindbergh Farias (RJ), foi além.

    'Se eles impugnarem a candidatura de Lula, por mim a gente vai até o fim', defendeu o parlamentar. 'Se nós elegermos o Lula, eu quero ver eles impedirem a posse do Lula, porque esse povo se levantará.'

    Líder petista na Câmara dos Deputados, o deputado Paulo Pimenta (RS), adotou tom parecido.

    'Não tem plano B, não tem plano C, é Lula candidato, é Lula presidente', disse.

    ANTAGONISMO COM PSDB

    Além da defesa de Lula, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, coordenador do programa de governo do PT e muitas vezes especulado justamente como plano B caso se confirme a impugnação da candidatura de Lula, adotou retórica de oposição ao PSDB e ao candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin.

    Haddad rotulou Alckmin e seu partido como uma continuidade do governo do presidente Michel Temer, extremamente impopular.

    'Tenho a convicção que estamos rumo ao pentacampeonato petista', disse Haddad ao manifestar confiança na quinta vitória seguida do PT em disputas presidenciais em outubro.

    O ex-prefeito disse que o cenário desta eleição está 'configurado', com o PT de um lado e o PSDB de outro, como ocorreu nas últimas sete eleições presidenciais.

    'Quem organizou o governo Temer foi o PSDB, foram os tucanos', disse Haddad.

    AINDA SEM VICE

    A formalização da candidatura de Lula aconteceu sem que o PT tenha definido ainda o companheiro de chapa do ex-presidente na disputa. Na sexta-feira, Gleisi e Haddad deixaram a reunião do Diretório Nacional petista e foram a Curitiba conversar com Lula. Na ocasião, a ideia era fechar com ele a indicação da candidata do PCdoB à Presidência, Manuela D'Ávila, como candidata a vice de Lula, segundo disse uma fonte à Reuters.

    Após o encontro, no entanto, Gleisi disse que Lula orientou o partido a seguir negociando com possíveis aliados e a decidir sobre a vice somente perto do prazo para registro da candidatura em 15 de agosto. Há dúvidas jurídicas, no entanto, se isso será possível, pois há um entendimento de que a chapa teria de ser formalizada até a próxima segunda-feira.

    Diante disso, ainda existe a possibilidade de o PT decidir o candidato de a vice até segunda-feira. Além de Manuela e da possibilidade de uma chapa puro-sangue para a disputa deste ano, Gleisi ainda busca manter conversas com o PDT, do candidato ao Planalto Ciro Gomes, de acordo com uma fonte com conhecimento do assunto.

    Ela chegou a oferecer a vaga de vice a Ciro durante conversa na última semana com o presidente do PDT, Carlos Lupi, mas posteriormente o presidenciável pedetista classificou a oferta como uma 'aberração'. Neste sábado, em Belo Horizonte, Ciro disse que Gleisi já sabe que ele não será candidato a vice na chapa petista.

    Na sexta-feira, o Pros aprovou, em convenção, uma aliança com o PT na disputa presidencial.

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    DEM formaliza apoio a Alckmin e delega para Executiva definição de candidato a vice

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O Democratas selou, em convenção partidária na manhã desta quinta-feira, o apoio formal ao pré-candidato do PSDB na disputa presidencial, Geraldo Alckmin, e decidiu delegar para a Executiva Nacional da legenda as tratativas em torno da escolha do vice na chapa do tucano.

    Antes da convenção, em rápida entrevista coletiva, o presidente do DEM e destacado por Alckmin para negociar a escolha do vice entre o grupo de partidos que o apoiam, Antonio Carlos Magalhães Neto, disse que é possível que a definição do nome possa ocorrer nas “próximas horas”.

    “Temos um processo muito maduro”, disse ACM Neto, ao defender que o perfil do candidato seja complementar ao do candidato e “agregue eleitoralmente”.

    O presidente do DEM afirmou ainda que o nome sairá do blocão --grupo de partidos formados por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade--, que decidiu apoiar o tucano há duas semanas.

    Último a falar na convenção, Alckmin destacou a coerência ideológica e a coragem do DEM e citou a fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que gostaria de extirpar a legenda. “O Democratas foi coerente durante os 13 anos na oposição”, disse.

    “O Democratas é um partido com quadros. Tão importante quanto as bandeiras é a mão que empunha as bandeiras. Vocês são um time”, afirmou.

    O pré-candidato tucano frisou também a grande capacidade de articulação política do  DEM. “Como isso vai ser importante, necessário, o Brasil tem pressa, precisamos sair do marasmo”, disse, repetindo uma frase que tem usado comumente --“o Brasil tem pressa”.

    Ao elogiar o que considera grande “competência gerencial” do partido aliado, Alckmin fez um aceno público ao presidente do DEM e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, que, mesmo durante a profunda crise econômica por que o país passou nos últimos anos, conseguiu se reeleger em 2016 com 70 por cento das intenções de voto.

    O pré-candidato do PSDB elogiou também o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), por ter desistido de sua candidatura ao Palácio do Planalto em prol do apoio a ele.

    Para o tucano, o DEM é um partido necessário para as transformações do país.

    “Minha palavra é de duplo agradecimento pela honra do apoio de todos vocês e pela confiança, não vou decepcioná-los. Vamos trabalhar juntos em benefício da nossa população”, disse.

    'MAIS DO QUE PREPARADO'

    O presidente do DEM exaltou a resistência do partido que foi para a oposição após as eleições de 2002, quando começaram as gestões petistas em nível federal. Ele citou que, naquela eleição, o DEM elegeu 84 deputados e em 2014, apenas 21.

    “Valeu a pena sim as decisões que nós tomamos, os riscos, cada enfrentamento que foi realizado”, disse.

    O presidente do DEM disse que Rodrigo Maia ajudou a costurar o arco de apoios partidários em favor da eleição de Alckmin.

    “Sabemos que seremos decisivos para a sua vitória e, mais ainda, seremos decisivos para transformar o Brasil”, disse ACM Neto, que frisou que o DEM vai dar uma contribuição importantíssima para a campanha do tucano.

    O presidente do DEM afirmou que medidas duras terão de ser tomadas, caso contrário não vai se “arrumar a casa”. Para ele, governos populistas não resolvem.

    Para ACM Neto, Alckmin está “mais do que preparado” para ser o nosso presidente da República.

    O presidente da Câmara disse que a estrutura do DEM será muito importante para que, em conjunto com outros partidos, garanta a chegada de Alckmin ao segundo turno.

    Rodrigo Maia afirmou que não há ninguém mais preparado que o tucano para fazer as mudanças necessárias no país.

    “É aquele dentre todos colocados o que reúne as melhores condições. No meu Estado, no Rio de Janeiro, Vossa Excelência pode ter certeza que sairá com uma boa vitória para ajudar na sua vitória no primeiro turno e, com certeza, no segundo turno” reforçou.

    O deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE), ex-ministro da Educação e pré-candidato ao Senado, disse que o debate interno que teve sobre a escolha do apoio a Alckmin foi “democrático e verdadeiro” e foi o melhor para o Brasil.

    “Na minha vida pública, eu nunca escolhi o caminho mais fácil e acho que quando você escolhe o mais fácil, nem sempre é o melhor par o povo”, disse. “A escolha em torno do nome do Geraldo foi a melhor para o Brasil. Passará pelo primeiro turno, irá para o segundo turno e vai ganhar as eleições para o bem do Brasil”, completou.

    O deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), pré-candidato ao governo de Brasília, disse que Alckmin é o homem “mais preparado” para dirigir o Brasil.

    “São Paulo, com tanta violência, foi o Estado que mais diminuiu o número de homicídios no Brasil”, disse ele, referindo-se à gestão do ex-governador paulista.

    Fraga é o coordenador da chamada bancada da bala na Câmara dos Deputados e se inclinava a apoiar o candidato do PSL à Presidência, deputado Jair Bolsonaro (RJ).

    (Edição de Alexandre Caverni)

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    Dólar acumula queda de 3,16% sobre o real em julho e interrompe 5 meses seguidos de alta

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em alta ante o real nesta terça-feira, pelo segundo pregão consecutivo, mas conseguiu garantir em julho sua primeira queda mensal desde janeiro graças a um ambiente um pouco mais tranquilo tanto no exterior e quanto na cena eleitoral no Brasil.

    O dólar avançou 0,66 por cento, a 3,7548 reais na venda, encerrando julho em queda de 3,16 por cento, a primeira baixa mensal desde janeiro, quando a desvalorização acumulada foi de 4,05 por cento. No acumulado de 2018, no entanto, o dólar tem forte alta de 13,29 por cento sobre o real.

    O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,60 por cento no final da tarde.

    Para agosto, entretanto, com a definição dos candidatos à Presidência, coligações e a campanha ganhando tração, a expectativa é de que a cautela volte a ganhar força e a volatilidade retome mais intensamente ao mercado.

    '(De) Agosto a outubro, sugere não um desalento, mas cautelarmente postura defensiva evidenciando sensatez ao longo de um período de extrema relevância para o país', escreveu o economista e sócio da NGO Corretora Sidnei Nehme.

    Termina no próximo domingo o prazo para as convenções partidárias que definirão os candidatos para a corrida presidencial e seus respectivos vices. Dia 15 de agosto é a data limite para o registro das candidaturas, com a campanha começando oficialmente no dia 16 e o horário eleitoral gratuito na TV e no rádio, no dia 31.

    A opção preferida do mercado é o pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, por considerá-lo com perfil mais reformista. O apoio recebido dos partidos do blocão acabou trazendo algum alívio aos investidores, que enxergaram a possibilidade de a candidatura do tucano ganhar tração, já que ele ainda não tem aparecido com muita intenção de votos nas pesquisas.

    'Não dá para prever o dólar no próximo mês, mas não vejo a moeda acima de 4 reais. O Banco Central tem armas para conter alta, temos fluxo, reservas, não tem sentido subir tanto', afirmou o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues.

    Na noite passada, o BC indicou que pretende rolar todo o volume de swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, que vence no início de setembro, mantendo a estratégia adotada nos últimos meses.

    Fará na quarta-feira leilão de até 4,8 mil contratos e, se mantiver essa mesma oferta e vendê-la até o final do mês, terá rolado o equivalente a 5,255 bilhões de dólares.

    A alta do dólar nesta sessão sofreu principalmente influência externa, em meio à expectativa pelo desfecho do encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, no dia seguinte.

    O Fed deve manter as taxas de juros agora, mas o sólido crescimento econômico combinado com inflação em elevação devem mantê-lo no caminho de dois novos aumentos neste ano. O banco central dos EUA elevou as taxas em março e junho, e investidores esperam elevações adicionais em setembro e dezembro.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também sobre boa parte das divisas de países emergentes, como a lira turca e o peso mexicano.

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    Dólar recua ante real com exterior e eleições; fecha 4ª semana seguida de queda

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar caiu frente ao real nesta sexta-feira, acompanhando o movimento no mercado externo após os dados econômicos dos Estados Unidos consolidarem a perspectiva de aumento gradual dos juros na maior economia do mundo, e também com os investidores mais otimistas com a cena eleitoral brasileira.

    O dólar recuou 0,77 por cento, a 3,7179 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,7067 reais no dia. O dólar futuro caía cerca de 0,80 por cento no final da tarde.

    Nesta semana, acumulou desvalorização de 1,48 por cento, marcando o quarto período seguido de perdas, que somaram 4,11 por cento. Assim, a moeda norte-americana caminha para fechar julho com queda acumulada, a primeira desde janeiro passado.

    'Ajudada pelo massivo estímulo fiscal, a economia (dos EUA) desfrutou de forte primeiro semestre deste ano, mas à medida que o estímulo se esvai e a política monetária se torna progressivamente mais apertada, esperamos que o crescimento do PIB desacelere acentuadamente a partir de meados de 2019', escreveu o economista-chefe da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics, Paul Ashworth.

    O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 4,1 por cento no segundo trimestre, em taxa anualizada e ao ritmo mais rápido em quase quatro anos. Os números vieram em linha com as projeções de economistas consultados pela Reuters.

    Com isso, o mercado mantinha as expectativas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, vai continuar elevando os juros de maneira gradual, ou seja, mais duas vezes neste ano. Juros elevados têm potencial de atrair aos Estados Unidos recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira.

    O dólar recuava frente a uma cesta de moedas, com avaliações de que a economia norte-americana vai desacelerar devido à guerra comercial, sobretudo com a China. O dólar também recuava ante as divisas de países emergentes, como o peso chileno.

    Em depoimento recente no Congresso, o chair do Fed, Jerome Powell, disse que a guerra comercial poderia afetar o crescimento do país e manteve a indicação de gradualismo na política monetária do país.

    Internamente, o mercado seguia mais otimista com o noticiário político e negociações para coligações para as eleições de outubro.

    O principal evento foi o apoio formal dos partidos do blocão ao pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, visto pelos investidores como um político mais comprometido com ajustes fiscais.

    Nesta manhã, pesquisa de intenção de votos da XP Investimentos mostrou que Alckmin cresceu levemente, dentro da margem de erro. No cenário sem candidato do PT, o tucano apareceu com 10 por cento dos votos, sobre 9 por cento no levantamento anterior, junto com Ciro Gomes (PDT) e atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com 23 por cento e Marina Silva (Rede), com 12 por cento.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 13,3 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Dólar sobe mais de 1% com correção e exterior e se reaproxima de R$3,75

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 1 por cento nesta quinta-feira, voltando a se aproximar do patamar de 3,75 reais, num movimento de correção e acompanhando o mercado externo, mas com os investidores sem tirar o foco da cena política local, na reta final para os partidos fecharem suas coligações para as eleições de outubro.

    O dólar avançou 1,20 por cento, a 3,7468 reais na venda, depois de acumular perdas de 2,14 por cento nos dois pregões passados. Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,7473 reais.

    O dólar futuro tinha valorização de cerca de 1,60 por cento no final da tarde.

    'O dólar caiu muito nos últimos dias, era natural uma correção, até pelos níveis de preços: 3,70 reais chama comprador', comentou o gestor de derivativos de uma corretora nacional ao citar o noticiário político doméstico recente.

    Nesta manhã, os partidos do blocão, grupo formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, anunciaram formalmente o apoio ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin.

    O mercado já havia reagido bem a essa notícia, conhecida no final da semana passada, quando trouxe mais ânimo aos investidores, que consideram o tucano mais comprometido com as reformas econômicas, sobretudo de cunho fiscal.

    No mercado internacional, o dólar avançava ante uma cesta de moedas, também em movimento de recuperação após bater a mínima de duas semanas mais cedo nesta sessão, e subia frente a divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e a lira turca.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 12,6 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Dólar cai 1% e volta a R$3,70, menor nível em 2 meses, com cena externa

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuou 1 por cento nesta quarta-feira, pelo segundo pregão seguido, e voltou ao patamar de 3,70 reais sob influência do exterior, onde o ambiente era de maior alívio após sinalizações dos Estados Unidos e da Europa de tirar pressão sobre a guerra comercial global.

    O dólar recuou 1,09 por cento, a 3,7022 reais na venda, menor valor desde 25 de maio (3,6683 reais), depois de bater 3,6982 reais na mínima do dia.

    O dólar futuro tinha desvalorização de cerca de 1,20 por cento no final da tarde.

    'O recuo da moeda norte-americana no exterior se somou ao desmonte de posições compradas (aposta na alta do dólar)', afirmou o operador de câmbio de uma corretora.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o chefe da União Europeia (UE), Jean-Claude Juncker, reuniram-se nesta tarde e expressaram nesta o desejo de reduzir as tarifas e aliviar as tensões no comércio internacional durante encontro na Casa Branca.

    O dólar recuava ante uma cesta de moedas e caía mais forte frente divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

    Internamente, o mercado continuava de olho no noticiário político, sobretudo os passos do pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, considerado pelos mercados financeiros como mais favorável a reformas, sobretudo de perfil fiscal.

    'O próximo suporte do dólar estaria em 3,67 reais e acho possível a moeda ficar rondando 3,65 reais', afirmou diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos, José Faria Júnior.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 11,9 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Dólar cai 1% e vai abaixo de R$3,75 com cena externa

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar recuou 1 por cento e fechou esta terça-feira abaixo do patamar de 3,75 reais, o menor em mais de um mês, acompanhando a cena externa e com os investidores mantendo suas atenções para a cena política local a poucos meses das eleições presidenciais.

    O dólar recuou 1,06 por cento, a 3,7431 reais na venda, menor patamar desde 18 de junho (3,7400 reais). Na mínima do dia, marcou 3,7321 reais.

    O dólar futuro tinha desvalorização de cerca de 1 por cento no final da tarde.

    'A China é a principal razão do alívio externo, após o governo anunciar medidas de incentivo fiscal', afirmou o gestor de derivativos de uma corretora local.

    Promessas de Pequim de mais estímulo empurraram os mercados acionários chineses para a máxima de um mês e impulsionavam os mercados emergentes nesta sessão.

    A China informou que buscará uma política fiscal mais 'vigorosa', intensificando seus esforços para apoiar o crescimento frente à guerra comercial cada vez mais acirrada com os Estados Unidos e que poderia causar duro golpe na economia.

    O dólar recuava ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano. Sobre a lira turca, no entanto, o dólar saltava cerca de 3 por cento após o banco central do país manter a taxa de juros em 17,75 por cento.

    Internamente, o cenário político local seguiu no foco dos agentes, que recentemente festejaram o apoio dos partidos do blocão ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin. O tucano é visto pelo mercado como um político que daria andamento às reformas, sobretudo fiscais.

    'Aos poucos, o mercado está querendo melhorar, mas está indo com calma', ponderou outro profissional da mesa de câmbio de uma corretora nacional. 'Vimos algum desmonte de posições compradas (com apostas na alta do dólar)', acrescentou.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 11,2 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Dólar despenca e tem maior queda semanal em 5 meses, abaixo de R$3,80

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar despencou e foi abaixo de 3,80 reais nesta sexta-feira, com os investidores respirando mais aliviados diante da cena eleitoral doméstica e sob influência do exterior.

    O dólar recuou 1,84 por cento, a 3,7739 reais na venda, acumulando retração de 2 por cento na semana, a maior desde meados de fevereiro passado (-2,45 por cento).

    Foi ainda a terceira semana consecutiva de baixa, período no qual acumulou perda de 2,67 por cento. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 1,50 por cento no final da tarde.

    Na mínima desta sessão, o dólar bateu em 3,7586 reais, com mais de 2 por cento de baixa, após notícias de que líderes dos partidos do blocão, grupo formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade, decidiram fechar apoio ao pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, mas a formalização do apoio depende ainda do 'dever de casa' a ser feito pelas partes. Se concretizado, o apoio garante ao tucano bom espaço nas propagandas na TV.

    Alckmin é visto pelo mercado financeiro como um político mais comprometido com os ajustes fiscais. Até então, as notícias indicavam que o blocão estava pendendo para Ciro Gomes, pré-candidato do PDT nas eleições de outubro.

    'O apoio não significa vitória de Alckmin, nem muda de imediato seu desempenho, mas traz uma perspectiva mais animadora ao investidor e aos mercados', afirmou o operador de câmbio da Advanced Corretora Alessandro Faganello.

    A notícia do apoio a Alckmin acabou levando muitos investidores que estavam comprados em dólar (apostas na valorização da moeda norte-americana) a zerarem posições, o que fez a moeda bater a mínima do dia ainda pela manhã. Mas a cautela não foi totalmente deixada de lado.

    'Entre a eleição e a Presidência tem um cara que é o eleitor', afirmou o gestor de uma corretora estrangeira. 'Se o acordo tiver efeito prático (resultar em intenção de votos), o mercado pode melhorar muito', acrescentou.

    O recuo do dólar ante outras moedas no mercado internacional foi outro fator que contribuiu para a trajetória doméstica. A divisa norte-americana tinha forte baixa ante uma cesta de moedas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressar preocupação com uma moeda mais forte.

    O dólar também caía ante moedas de países emergentes, como o peso chileno.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 9,8 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    França vence Bélgica com gol de Umtiti e vai à final da Copa do Mundo

    Por Simon Evans

    SÃO PETERSBURGO (Reuters) - A França derrotou a Bélgica por 1 x 0 nesta terça-feira e garantiu vaga na final da Copa do Mundo contra Inglaterra ou Croácia, graças a um gol do zagueiro Samuel Umtiti, de cabeça, aos 6 minutos do segundo tempo.

    Numa semifinal emocionante e altamente tática, Umtiti subiu alto na primeira trave para cabecear um escanteio cobrado por Antoine Griezmann, superando o goleiro Thibaut Courtois. Foi o suficiente para levar a França à final na busca por seu segundo troféu após o título em casa em 1998.

    A Bélgica, que disputou sua segunda semifinal de Copa do Mundo depois de jogar em 1986, pressionou e chegou perto de marcar em um cabeceio de Marouane Fellaini aos 20 do segundo tempo e em uma série de outras chances.

    Mas eles não conseguiram chegar ao empate, apesar de terem marcado 14 vezes em seus cinco jogos anteriores no Mundial, incluindo dois gols no duelo de quartas de final contra o Brasil.

    Depois de abrir o placar, a França mostrou seu lado defensivo para anular a ameaça dos belgas Eden Hazard e Kevin de Bruyne, assegurando uma vitória que a levou à sua segunda grande final consecutiva, após a derrota para Portugal na Eurocopa de 2016.

    Havia expectativa de que os franceses precisassem aumentar seu nível de qualidade para passar pelos belgas e eles fizeram exatamente isso.

    Mas o fator preocupante para qualquer que seja o adversário da final é que a França ainda tem o que mostrar.

    Deschamps, treinador da Euro 2016 e capitão da seleção campeã mundial de 1998, sugeriu isso.

    Mostramos caráter e a mentalidade certa, foi muito difícil para nós hoje. Trabalhamos duro defensivamente. Tivemos de tirar um pouco mais de vantagem nos contra-ataques, mas parabéns aos meus jogadores e à minha comissão. Me sinto muito orgulhoso do meu grupo , disse Deschamps.

    O técnico da seleção belga, Roberto Martínez, ficou frustrado por sua equipe ter tomado um gol de bola parada, um resultado familiar neste torneio.

    Infelizmente para nós a diferença foi uma situação de bola parada. O jogo estava muito próximo, muito equilibrado e seria decidido por um pouco de sorte na frente do gol , afirmou ele.

    CONTROLE BELGA NO INÍCIO

    A Bélgica assumiu o controle do meio-campo no início do confronto, com a França satisfeita em ficar na defesa e sem a ameaça dos contra-ataques de Hazard e De Bruyne.

    Mas não foi uma abordagem puramente negativa da França, pois os franceses ofereceram perigo ao rival, perfeitamente ilustrado quando Paul Pogba passou para Kylian Mbappé correr na direção do gol e o goleiro Courtois mostrou que estava alerta.

    A primeira grande chance aconteceu aos 16 minutos, quando De Bruyne tocou para Hazard, cujo chute passou perto do gol de Hugo Lloris.

    Hazard foi perigoso novamente momentos depois, quando ele cortou da esquerda e teve o chute desviado por Raphaël Varane.

    Foi um primeiro tempo eletrizante e tudo o que faltava era um gol, que acabou saindo logo após o intervalo.

    Em escanteio de Griezmann, Umtiti superou Marouane Fellaini no alto e mandou para o gol de cabeça para colocar a França na decisão da Copa do Mundo da Rússia.

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    Dólar sobe 1% e se reaproxima de R$3,80, com correção e à espera de BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar viveu um pregão de extremos nesta quarta-feira, ao fechar com alta de 1 por cento e se reaproximar do patamar de 3,80 reais com os investidores à espera de mais intervenções do Banco Central e depois de ter recuado 1 por cento mais cedo com alívio diante do exterior e cena política local.

    O dólar avançou 1,03 por cento, a 3,7827 reais na venda, depois de ir a 3,7064 reais na mínima do dia e a 3,7880 reais na máxima. O dólar futuro subia cerca de 1 por cento no final da tarde.

    O mercado fez algumas compras, mas esperava que o Banco Central atuasse novamente. Ele colocou pouco swap hoje , disse o gerente de câmbio do grupo Ourominas, Mauriciano Cavalcante.

    No começo da tarde, quando a queda do dólar já havia perdido força após investidores comprarem diante do baixo preço, o BC voltou a atuar no mercado, depois de ter ficado de fora na véspera, ao anunciar e vender integralmente a oferta de até 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares.

    Esse foi o segundo leilão dessa semana com novos contratos, período em que o BC informou que injetaria o equivalente a 10 bilhões de dólares em swaps. Até agora, foram 2 bilhões de dólares.

    A autoridade também já havia vendido a oferta integral de até 8.800 swaps para rolar os contratos que vencem em julho. Já rolou 6,160 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares e, se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, fará rolagem integral.

    Passado o leilão, no entanto, o dólar voltou a ganhar tração para acabar o dia em alta.

    Mais cedo, o dólar foi negociada em queda diante de algum alívio com a cena política local. Levantamento do Instituto Paraná feito apenas no estado de São Paulo mostrou que o pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) seguia liderando, com 21,4 e 21,6 por cento das intenções de votos em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), com 18,4 e 19,1 por cento nos mesmos cenários sem o petista.

    Em pesquisa realizada em fevereiro passado pelo mesmo instituto, também ouvindo apenas eleitores paulistas, Bolsonaro tinha 23,4 e 23,5 por cento nesses cenários, com Alckmin com 22,1 e 23,2 por cento.

    O mercado doméstico piorou nas últimas semanas após pesquisas eleitorais mostraram dificuldade dos candidatos que os investidores consideram como mais comprometidos com ajustes fiscais de ganhar tração na corrida presidencial.

    Também pesou a greve dos caminhoneiros, em maio, que alimentou as preocupações com a deterioração do quadro fiscal do Brasil, com a redução do preço do diesel gerando impacto bilionário sobre as contas do governo.

    O recuo do dólar ante o real pela manhã também foi influenciado pelo cenário externo, onde os mercados cambiais davam um respiro depois que a China sinalizou tolerância a uma moeda mais forte ao fixar um ponto médio diário mais forte do que o esperado. O dólar operava estável ante uma cesta de moedas e recuava frente a algumas divisas de países emergentes.

    Na véspera, o mercado internacional viveu movimento de aversão ao risco diante do recrudescimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China após nova ameaça de mais tarifas comerciais pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e retaliação de Pequim.

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