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    PGR manda investigação criminal sobre Flávio Bolsonaro para MPF do Rio

    BRASÍLIA (Reuters) - A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu enviar uma investigação criminal sobre o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) por suspeita de aumento irregular de patrimônio para o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ), informou nesta quinta-feira a assessoria de imprensa do órgão à Reuters.

    Os detalhes dessa decisão de Dodge não estão disponíveis porque esse caso está sob sigilo, disse a PGR.

    A providência tomada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, foi a mesma que há duas semanas foi adotada ao remeter esse mesmo caso envolvendo um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro para o Ministério Público Eleitoral fluminense.

    Ou seja, pelo mesmo caso, Flávio vai enfrentar apurações na esfera criminal e eleitoral.

    Em nota divulgada nesta quinta, a assessoria de imprensa --assim como na apuração anterior-- protestou contra a apuração do caso. 'A assessoria declarou que o senador é vítima de perseguição política e repudia a tentativa de imputar irregularidades e crimes onde não há', diz a nota.

    Na decisão anterior, Dodge tinha justificado que os fatos investigados são anteriores à posse de Flávio Bolsonaro como senador e por isso o caso não estava na alçada da PGR ou do Supremo Tribunal Federal (STF).

    “No caso em exame, os fatos investigados no inquérito policial, que está em fase bastante incipiente como relatado, precedem o início de mandato de senador da República pelo representado e não têm relação com o exercício deste mandato parlamentar federal”, disse Dodge, na ocasião.

    “Por isso, não há atribuição da Procuradoria-Geral da República, tampouco do egrégio Supremo Tribunal Federal, pois não se configura a situação de foro por prerrogativa de função', completou.

    O caso, segundo noticiado pelo jornal O Globo, envolve 'negociações relâmpago de imóveis' que teriam resultado no 'aumento exponencial' do patrimônio de Flávio. As suspeitas são de lavagem de dinheiro, por meio da compra de imóveis, e a declaração à Justiça Eleitoral do valor de um imóvel abaixo do seu preço real.

    As primeiras notícias relacionadas a possíveis irregularidades citando o nome de Flávio Bolsonaro diziam respeito ao ex-assessor dele Fabrício Queiroz, que teve movimentações financeiras atípicas detectadas pelo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf).

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    PGR decide enviar investigação sobre Flávio Bolsonaro ao MP eleitoral do Rio

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu nesta quarta-feira enviar o inquérito que investiga o senador recém-empossado Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) por suspeita de aumento irregular de patrimônio ao Ministério Público Eleitoral do Rio de Janeiro.

    Na decisão, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirma que os fatos investigados são anteriores à posse de Flávio Bolsonaro como senador, na última sexta-feira, e por isso não está na alçada da PGR ou do Supremo Tribunal Federal (STF).

    'No caso em exame, os fatos investigados no inquérito policial, que está em fase bastante incipiente como relatado, precedem o início de mandato de senador da República pelo representado e não têm relação com o exercício deste mandato parlamentar federal', disse Dodge.

    'Por isso, não há atribuição da Procuradoria-Geral da República, tampouco do egrégio Supremo Tribunal Federal, pois não se configura a situação de foro por prerrogativa de função.'

    Mais cedo, a PGR informara que decidiria o destino da investigação contra Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, à luz da posição adotada pelo Supremo em maio de 2018, que decidiu restringir o alcance do foro privilegiado para crimes cometidos no exercício do mandato e em decorrência dele.

    O caso, segundo divulgou a edição do jornal O Globo desta quarta, envolve 'negociações relâmpago de imóveis' que teriam resultado no 'aumento exponencial' do patrimônio de Flávio. As suspeitas são de lavagem de dinheiro, por meio da compra de imóveis, e a declaração à Justiça Eleitoral do valor de um imóvel abaixo do seu preço real.

    A investigação corria sob sigilo no Rio desde março passado, segundo O Globo. Ele difere do caso envolvendo movimentações financeiras atípicas de Flávio e de seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio Fabrício Queiroz. Na semana passada, o STF derrubou suspensão anterior de investigação criminal dessa apuração, que volta para o Rio. Já há uma investigação cível deste caso.

    Em nota, a assessoria de imprensa do senador criticou a investigação sobre o suposto aumento patrimonial.

    'A denúncia desprovida de fundamentação foi feita por um advogado ligado ao PT com o único intuito de provocar desgaste político a seus adversários. No âmbito estadual ela foi arquivada e, com absoluta certeza, também terá o mesmo destino no âmbito federal', disse.

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    Flávio Bolsonaro diz que respeita decisão de Marco Aurélio: 'Não vim pedir foro'

    BRASÍLIA (Reuters) - O senador recém-empossado Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou nesta sexta-feira que respeita a decisão de mais cedo do ministro Marco Aurélio Mello, do STF, de determinar prosseguir com investigações criminais que envolvem o parlamentar por supostas movimentações financeiras atípicas e que não veio pedir foro na corte.

    O filho do presidente Jair Bolsonaro afirmou também que vai prestar 'esclarecimentos sem problema nenhum' sobre o caso.

    'Não vim pedir foro privilegiado. (O ministro Marco Aurélio) decidiu que era o Rio de Janeiro e assim vou fazer no Rio de Janeiro', disse em entrevista, ao destacar que cabe ao STF analisar caso a caso onde uma investigação deve correr.

    'A gente presta esclarecimentos sem problema nenhum. Tem que aguardar a tramitação do processo aí sem problema nenhum', afirmou.

    Em entrevista pouco após ser empossado no plenário do Senado, Flávio disse que o processo volta para o Rio e destacou que ainda há uma indefinição sobre se o caso contra ele vai correr na primeira instância ou na segunda instância.

    'Aonde eu tiver que ir eu irei. Respeito a decisão do ministro Marco Aurélio. Vamos para o Rio de Janeiro', disse.

    Em outra entrevista, Flávio disse que não vai decepcionar os eleitores do Rio e vai trabalhar 'muito' pela segurança pública e focará também sua atuação na reforma da Previdência e agenda econômica.

    O senador disse que não há prazo para ele prestar depoimento na investigação criminal do MP-RJ.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Ministro Marco Aurélio arquiva pedido da defesa de Flávio Bolsonaro e libera investigação do MPRJ

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou nesta sexta-feira pedido da defesa do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e liberou o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) a prosseguir com investigações criminais que envolvem o filho do presidente Jair Bolsonaro por supostas movimentações financeiras atípicas.

    No dia 17 de janeiro, o presidente interino da corte, Luiz Fux, tinha determinado a suspensão da apuração do MPRJ referente a um ex-assessor de Flávio Bolsonaro, tendo como principal justificativa o fato de que o Ministério Público do Rio de Janeiro teria pedido informações ao Coaf de dados bancários sigilosos sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro mesmo após ele ter sido eleito senador.

    Marco Aurélio, relator original do caso, entendeu que Flávio Bolsonaro não tem foro privilegiado para o caso.

    'Neste processo, a leitura da inicial revela que o reclamante desempenhava, à época dos fatos narrados, o cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tendo sido diplomado Senador da República no último dia 18 de dezembro. A situação jurídica não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo', disse Marco Aurélio na decisão.

    'A situação jurídica não se enquadra na Constituição Federal em termos de competência do Supremo', disse Marco Aurélio, em decisão. Frise-se que o fato de alcançar-se mandato diverso daquele no curso do qual supostamente praticado delito não enseja o chamado elevador processual, deslocando-se autos de inquérito, procedimento de investigação penal ou processo-crime em tramitação', completou o ministro.

    O ministro do STF lembrou decisão do plenário da corte de maio de 2018 na qual fez uma reinterpretação da prerrogativa de foro ao destacar que 'o instituto pressupõe delito cometido no exercício do mandato e a este, de alguma forma, ligado'.

    Na decisão, Marco Aurélio disse se tratar de uma 'excepcionalidade' o pedido usado pela defesa de Flávio e negou seguimento -juridicamente arquivou- a reclamação feita, considerando 'prejudicada a medida cautelar' concedida anteriormente.

    CASO

    Esse caso do filho do presidente tem repercutido e levado a questionamentos ao próprio Bolsonaro, que se elegeu com forte discurso anticorrupção.

    A defesa de Flávio, que toma posse como senador nesta sexta-feira, alegava que houve “usurpação” de competência do Supremo quando o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) requereu informações sigilosas dele entre abril de 2007 até o momento para instruir a investigação do MP-RJ mesmo após ele ter sido diplomado senador.

    Flávio queria que a competência da apuração fosse do STF e que todas as provas que instruíram o caso até então sejam declaradas nulas.

    Seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, ex-policial militar, passou a ser investigado após o Coaf detectar movimentações bancárias atípicas.

    Flávio já é investigado por suspeita de movimentações financeiras atípicas na esfera cível pelo MP do Rio.

    AUSÊNCIAS

    Queiroz foi convidado duas vezes para prestar esclarecimentos no MP do Rio de Janeiro, mas não compareceu alegando problemas de saúde. A família dele também foi chamada para esclarecer a movimentação atípica de mais de 1,2 milhão de reais entre 2017 e 2018, mas não apareceu na data marcada.

    Segundo o procurador-geral do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, a ausência do ex-assessor nos depoimentos não atrapalhava as investigações, uma vez que o material disponível era bastante consistente.

    Flávio Bolsonaro também não compareceu a um depoimento, mas havia prometido marcar uma nova data. Por ter prerrogativa de foro, ele podia acertar com os promotores uma data para se apresentar e dar seus esclarecimentos. O parlamentar usou sua conta em uma rede social para justificar a ausência e argumentou que não teve acesso ao processo.

    Em dezembro, Queiroz afirmou em entrevista ao SBT que entre suas atividades está a de revenda de carros. Ele disse que ganhava cerca de 10 mil reais por mês quando fazia assessoria a Flávio Bolsonaro e que seus rendimentos mensais eram de cerca de 24 mil reais, incluindo remuneração como policial.

    De acordo com o relatório do Coaf, entre a movimentação suspeita de Queiroz de 1,2 milhão de reais estavam depósitos à hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

    O presidente já justificou os depósitos afirmando que eram pagamentos de um empréstimo que havia feito a Queiroz, e disse que se tiver errado por não ter registrado a operação na declaração do Imposto de Renda, irá reparar o erro.

    Em declarações recentes sobre o caso envolvendo o filho, Bolsonaro chegou a dizer, que se ficar provado o envolvimento de Flávio, ele terá de 'pagar o preço'. 'Se por acaso Flávio errou e isso ficar provado, eu lamento como pai. Se Flávio errou, ele terá de pagar preço por essas ações que não podemos aceitar', disse. Posteriormente, ele recuou e disse que o filho estava sendo vítima de uma arbitrariedade.

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    Suspeito de liderar milícia no Rio teve familiares empregados em gabinete de Flávio Bolsonaro

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro a mãe e a mulher de um ex-policial acusado de liderar uma organização criminosa com atuação de milícia que está foragido após ter prisão decretada em uma operação policial deflagrada nesta terça-feira.

    Foram assessoras do parlamentar até o fim do ano passado a mãe e a mulher de Adriano Magalhães da Nóbrega, o 'capitão Adriano', apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) como um dos líderes de uma milícia responsável por diversos crimes e suspeita de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco.

    A informação foi revelada nesta terça-feira pelo jornal O Globo e confirmada pela assessoria do próprio senador eleito.

    Flávio Bolsonaro afirmou, em resposta, que é alvo de uma 'campanha difamatória' com o objetivo de afetar o governo do pai, o presidente Jair Bolsonaro, e que não pode ser responsabilizado por atos que disse desconhecer.

    Segundo o senador eleito, a mãe de Nóbrega foi contratada por indicação de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, que no fim do ano passado teve movimentações financeiras suspeitas apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    De acordo com o jornal O Globo, Queiroz é amigo do 'capitão Adriano', e a mãe do suposto miliciano está entre as servidoras do gabinete de Flávio Bolsonaro que fizeram repasses para a conta de Queiroz.

    Pesquisa no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro revela que as duas assessoras parlamentares do gabinete de Flávio Bolsonaro apontadas como a mãe e a mulher de Nóbrega foram exoneradas em novembro do ano passado.

    'A funcionária que aparece no relatório do Coaf foi contratada por indicação do ex-assessor Fabrício Queiroz, que era quem supervisionava seu trabalho. Não posso ser responsabilizado por atos que desconheço, só agora revelados com informações desse órgão', afirmou Flávio Bolsonaro em nota.

    'Continuo a ser vítima de uma campanha difamatória com objetivo de atingir o governo de Jair Bolsonaro', acrescentou.

    A defesa de Queiroz afirmou, em nota, que 'repudia veementemente qualquer tentativa espúria de vincular seu nome a milícia'.

    MARIELLE

    O 'capitão Adriano' teve mandado de prisão expedido pela Justiça, a pedido do MPRJ, no âmbito de operação deflagrada nesta terça-feira com apoio da Polícia Civil para prender no total 13 suspeitos de envolvimento em atividades criminosas.

    De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a mesma organização criminosa é suspeita do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) em março do ano passado.

    A ação desta terça-feira investiga crimes como grilagem de terras, mortes e exploração de serviços como transporte, TV e venda de gás na zona oeste da capital fluminense, uma das áreas de atuação da vereadora.

    Marielle lutava contra a grilagem de terras e em defesa de minorias e quilombolas que lutavam contra a especulação imobiliária na região.

    A promotora do MPRJ Simone Sibílio disse nesta terça-feira, ao falar sobre a prisão de ao menos cinco milicianos ligados ao grupo de Nóbrega, que Flávio Bolsonaro não é investigado no caso. Segundo ela, o fato de familiares de Nóbrega terem trabalhado para o senador eleito na Alerj 'não tem relevância nesse momento“ para as investigações.

    DEPÓSITOS

    A suspeita de ligação de ex-assessoras de Flávio Bolsonaro com a milícia se soma à abertura de investigação na esfera cível contra ele pela Justiça do Rio por suspeita de movimentação atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    Segundo reportagens do Jornal Nacional, da TV Globo, o Coaf identificou 48 depósitos de 2 mil reais entre junho e julho de 2017 e um pagamento de pouco mais de 1 milhão de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual.

    Em resposta, o senador eleito afirmou em entrevistas no fim de semana que os depósitos e o pagamento foram referentes a compra e venda de um imóvel no Rio de Janeiro. [nL1N1ZL05Z]

    Além da movimentação na conta do próprio senador, o jornal O Globo destacou no fim de semana que o ex-assessor dele Fabrício Queiroz chegou a movimentar em sua conta, além de 1,2 milhão de reais divulgados anteriormente, outros 5,8 milhões de reais, totalizando 7 milhões de reais em três anos.

    Procurado pela Reuters para comentar as denúncias envolvendo o filho do presidente da República, o presidente em exercício, general da reserva Hamilton Mourão, afirmou nesta terça-feira que o melhor é “aguardar a conclusão das investigações“. Mourão participou de um evento militar no Rio e não fez discurso nem conversou com a imprensa.

    No domingo, Mourão disse à Reuters que o caso de Flávio 'não tem nada a ver com o governo'.

    (Reportagem adicional de Pedro Fonseca)

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    MPRJ chama Flávio Bolsonaro a prestar esclarecimentos sobre movimentação de ex-assessor

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, foi chamado para prestar esclarecimentos ao Ministério Público do Rio de Janeiro sobre movimentação financeira atípica de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, que não compareceu nesta sexta-feira pela segunda vez a depoimento marcado pelo MPRJ, informou o órgão.

    O MPRJ sugeriu que a oitiva de Flávio Bolsonaro seja realizada em 10 de janeiro de 2019, quando seu pai já terá tomado posse como presidente da República, mas informou que o parlamentar tem a prerrogativa de escolher a melhor data para comparecer.

    'O MPRJ esclarece que dando prosseguimento às investigações será enviado oficio ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) sugerindo o comparecimento do deputado estadual Flávio Nantes Bolsonaro, no dia 10/01, para que preste esclarecimentos acerca dos fatos”, disse o Ministério Público em nota.

    A decisão de chamar o filho do futuro presidente para prestar esclarecimentos ocorreu após Queiroz ter alegado problemas de saúde pela segunda vez para não comparecer a depoimento para explicar movimentação atípica de mais de 1,2 milhão de reais entre 2016 e 2017 identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    O depoimento do ex-motorista de Flávio Bolsonaro estava marcado originalmente para quarta-feira, quando ele não compareceu pela primeira vez. De acordo com o MPRJ, o advogado de Queiroz compareceu à sede do MPRJ nesta sexta-feira para informar que seu cliente “precisou ser internado, na data de hoje, para realização de um procedimento invasivo com anestesia, o que será devidamente comprovado, posteriormente, através dos respectivos laudos médicos”.

    O Ministério Público também informou que decidiu chamar parentes de Queiroz para prestar esclarecimentos no âmbito da investigação.

    De acordo com o relatório do Coaf, entre a movimentação suspeita de Queiroz de 1,2 milhão de reais estão depósitos à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente eleito já justificou os depósitos afirmando que eram pagamentos de um empréstimo que havia feito a Queiroz, e disse que se tiver errado por não ter registrado a operação na declaração do Imposto de Renda irá reparar o erro.

    O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou à Reuters que não está preocupado com o impacto que o caso possa ter sobre a imagem e o início de governo de Jair Bolsonaro.

    “Isso não preocupa...Aguardo o desenrolar do caso (Queiroz)', declarou ele.

    Na terça-feira, ao ser questionado por jornalistas, Flávio Bolsonaro disse ter conversado recentemente com Queiroz e ouvido do ex-assessor como justificativa para a movimentação financeira que ele tinha gerido recursos da família no período apontado pelo Coaf.

    Assessores do parlamentar não estavam disponíveis de imediato nesta sexta-feira para comentar a decisão do MPRJ.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    Ex-assessor de Flávio Bolsonaro não comparece a depoimento sobre movimentações financeiras

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ex-policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), não compareceu a depoimento marcado para esta quarta-feira no Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) para prestar explicações sobre movimentação atípica identificada em sua conta bancária pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), informou o MPRJ.

    Segundo o Ministério Público, advogados de Queiroz disseram que o cliente apresentou um problema súbito de saúde que o impediu de comparecer, e a defesa do ex-assessor parlamentar do filho do presidente eleito Jair Bolsonaro também alegou que não teve tempo hábil para analisar o processo.

    “Os advogados de defesa de Fabrício comunicaram... que não tiveram tempo hábil para analisar os autos da investigação e relataram que seu cliente teve inesperada crise de saúde e estaria em atendimento para a realização de exames médicos de urgência, acompanhado de sua família”, disse o MPRJ em nota.

    “Em razão disso, o advogado solicitou o adiamento das oitivas e requereu cópia dos autos da investigação”, acrescentou o Ministério Público, informando que o depoimento foi remarcado para sexta-feira.

    De acordo com relatório do Coaf, Queiroz movimentou de forma suspeita 1,2 milhão de reais entre 2016 e 2017, incluindo depósitos à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, mulher do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    O presidente eleito justificou os depósitos afirmando que eram pagamentos de um empréstimo que havia feito a Queiroz, e disse que se tiver errado por não ter registrado a operação na declaração do Imposto de Renda irá reparar o erro.

    Na terça-feira, Flávio Bolsonaro sugeriu que o vazamento das informações sobre as movimentações financeiras suspeitas do ex-assessor seria uma tentativa de atingir e desestabilizar o futuro governo de seu pai.

    Flávio Bolsonaro disse ainda ter conversado recentemente com Queiroz e ouvido do ex-assessor como justificativa para a movimentação financeira que ele tinha gerido recursos da família no período apontado pelo Coaf.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Flávio Bolsonaro diz que ex-assessor deu explicação plausível sobre movimentação de R$1,2 mi

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que conversou com o ex-assessor Fabrício Queiroz nesta sexta-feira e que recebeu uma explicação plausível sobre a movimentação de 1,2 milhão de reais identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    Flávio, senador eleito e filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, indicou que ficou incomodado e surpreso com o tema, mas que o ex-assessor ainda goza de sua confiança. O parlamentar disse que Queiroz está pronto para dar as explicações às autoridades e provar a legalidade da movimentação financeira.

    “Hoje ele conversou comigo e fui cobrar esclarecimentos do que está acontecendo; não temos nada a esconder de ninguém e ele me relatou uma história bastante plausível“, disse Flávio a jornalistas na porta da casa do pai, na Barra da Tijuca.

    “Ele me garantiu que não há nenhuma ilegalidade nas suas movimentações e assim que ele for chamado no Ministério Público vai dar os devidos esclarecimentos. É ele que tem que convencer o MP”, acrescentou.

    Segundo uma fonte próxima ao caso, a movimentação considerada atípica pelo Coaf pode resultar em uma investigação.

    'Não se exclui ou descarta uma investigação, mas não dá para cravar que há uma ilegalidade na movimentação. Pode ser doação, uma herança', disse a fonte, que pediu anonimato.

    Flávio disse que não tem nada a esconder de ninguém e que o grupo que elegeu Bolsonaro como presidente se mantém intolerante com a corrupção.

    “Concordo que é muito dinheiro... a versão que ele me colocou é bastante plausível', disse o senador eleito.

    'Corrupção é uma palavra que a gente não tolera, fomos votados para combater a corrupção e é assim que a gente vai continuar fazendo“, disse Flávio. “Até que provem o contrário eu confio nele... nunca ouvi falar que ele tenha feito algo de ilegal”, adicionou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Flávio Bolsonaro defende evitar Renan na presidência do Senado e vê sensibilidade para Previdência em 2019

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do futuro presidente Jair Bolsonaro, defendeu nesta quarta-feira que se evite a eleição de Renan Calheiros (MDB-AL), ou de um integrante do grupo dele, para a presidência do Senado no próximo ano e disse haver sensibilidade na nova legislatura para aprovar a reforma da Previdência no Congresso.

    O senador eleito adiantou que nessa proposta haverá 'muita coisa' que não precisa mudar a Constituição, o que exigiria, na prática, um apoio menor para sua votação pelos parlamentares.

    'O Renan é uma pessoa que está há bastante tempo ali. Foi reeleito. Então tem que ter o diálogo. Mas certamente para a Presidência da Casa não é o que a população espera', disse.

    'A gente tem que dar um norte para o Senado que tenha sintonia com o que o brasileiro disse nessas eleições, então certamente nosso apoio não será ao Renan', afirmou Flávio, em entrevista coletiva na chegada ao gabinete do governo de transição.

    O senador eleito disse que há 'alguns nomes' que estão sendo colocados para essa disputa, citando nominalmente os senadores Davi Alcolumbre (DEM-AP), Lasier Martins (PSD-RS), Alvaro Dias (Podemos-PR) e Espiridião Amin (PP-SC) --este último eleito em outubro.

    'Então acho que é importante nesse momento haver as discussões sobre os nomes e no passo seguinte uma convergência de forças para evitar que o grupo do Renan tenha sucesso na presidência do Senado', destacou.

    Flávio indicou que o fato de o PSDB ter passado por um processo de desgaste perante a opinião pública dificulta um apoio ao senador tucano Tasso Jereissati (CE) para comandar o Senado.

    Questionado se a escolha de um nome que não seja o MDB -- maior partido da base geralmente indica o presidente do Senado -- não desrespeitaria a tradição, Flávio destacou que ainda vai haver a composição de blocos partidários. Mas fez questão de ressaltar o perfil ideal do novo presidente do Senado.

    'Nada impede que partidos formem blocos e possam respeitar essa tradição, mas acho que é importante, mais uma vez, um nome ficha limpa, que tenha essa simbologia de uma sincronia com as mudanças que o Brasil manifestou querer nestas eleições', destacou.

    PREVIDÊNCIA

    O senador eleito, atualmente deputado estadual, afirmou que a proposta da Previdência a ser encaminhada pelo futuro governo ao Congresso tem 'muita coisa de legislação infraconstitucional'.

    Segundo ele, há mudanças que serão feitas por projeto de lei. Ele minimizou as declarações em reunião fechada com investidores nos Estados Unidos do seu irmão, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), de que, conforme reportagem do jornal O Estado de São Paulo, 'talvez' não se aprove a reforma no próximo ano.

    'Eu acredito que o novo Congresso, até em um início de governo, vai estar mais sensível a aprovar esse tipo de matéria, que está madura, até perante a opinião pública, da necessidade dela ser feita. A dificuldade que ele deve estar se referindo é desse ano. No ano que vem, também é um tema complicada, mas certamente menos difícil', disse.

    Para Flávio, nada impede que uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência tramite em conjunto com projetos de lei do mesmo assunto.

    'Agora até onde avança até onde não avança quem vai dar o tom é o presidente na hora de enviar os projetos para o Congresso Nacional, mas eu acho que a dificuldade maior seria hoje do que será num próximo parlamento', disse.

    SENADOR COMUM

    Flávio disse que o papel dos filhos de Bolsonaro é ajudar o país a dar certo e frisou que não será líder do governo no Senado, ao destacar que é melhor uma pessoa que conheça a Casa e seja experiente.

    'Então independentemente de eu não querer ser o líder do governo, mas naturalmente por ser filho do presidente, não sou um senador comum, não serei um senador comum', disse.

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