alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE fretes

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Nova tabela sobe frete em 5% e desagrada caminhoneiros e setor produtivo

    Nova tabela sobe frete em 5% e desagrada caminhoneiros e setor produtivo

    SÃO PAULO (Reuters) - A nova tabela de fretes rodoviários publicada nesta quarta-feira pela reguladora ANTT, com aumento médio de 5 por cento, a depender da carga, desagradou tanto caminhoneiros, que ainda demandam outros ajustes, quanto o setor de grãos, um dos mais afetados pela medida e que já prevê custos consideravelmente maiores.

    O reajuste na tabela do frete mínimo, instituída na esteira dos protestos dos caminhoneiros, ocorreu após uma elevação de mais de 10 por cento nos preços do diesel dentro do programa de subsídios ao combustível, na semana passada.

    A Lei 13.703/2018, a qual empresas contratantes das cargas consideram inconstitucional, determina que o tabelamento seja reajustado sempre que preço do diesel tenha oscilação superior a 10 por cento, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres.

    O reajuste nos valores da tabela ocorreu em meio a preocupações de que caminhoneiros poderiam organizar novas paralisações em estradas.

    Em nota, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) disse que não encara os novos valores como uma tabela, apenas como uma atualização de preços para o serviço de frete rodoviário.

    Para a entidade, um tabelamento efetivo incluiria a correção dos valores entre os tipos de cargas, os caminhões de todos os eixos e índices regionais, que permitem atender as peculiaridades de cada Estado.

    'A Abcam ainda analisa a repercussão deste reajuste perante os caminhoneiros autônomos, entretanto, antecipa que há uma grande preocupação com a forma como a tabela está sendo conduzida', afirmou a associação no comunicado.

    Conforme a Abcam, 'a demora na publicação de uma tabela condizente com a realidade do transportador autônomo de cargas pode trazer uma estagnação na contratação dos serviços prestados pela categoria, já que a atual tabela beneficia apenas as empresas de transporte'.

    A associação ressaltou que não há qualquer movimentação de paralisação nas estradas, mas que enviará à Casa Civil um novo pedido de audiência para 'explanar suas preocupações'.

    CUSTO ELEVADO

    O setor de grãos, que depende fortemente do transporte rodoviário para escoar a produção, já calcula um impacto bilionário com a nova tabela. O Brasil é o maior exportador global de soja e o segundo de milho.

    De acordo com o diretor-geral da Associação dos Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes, a alta média de 5 por cento no frete representa um aumento adicional de cerca de 3,4 bilhões de reais nos custos, para um total de 19,4 bilhões de reais, já considerando o tabelamento anterior.

    O cálculo leva em conta a área plantada com soja e milho no Brasil e a rota de Rio Verde (GO) até o Porto de Santos (SP), considerada uma das mais tradicionais para o escoamento desses produtos pelo país.

    'É um passivo que as empresas nem sabem como fazer. Dentre os compromissos que tem, principalmente com soja, com o comércio internacional. Tem a China, que está comprando mais do Brasil por causa da disputa com os Estados Unidos. O Brasil não tem como deixar de fornecer', afirmou Mendes.

    'Se antes a tabela já era super pesada, impossível de se imaginar, agora fica pior ainda... A tabela anterior, ou qualquer tabela, para o setor, onde as margens são extremamente estreitas, qualquer coisa que você insere aí não tem como repassar. Você tem de deglutir esse custo adicional.'

    Do lado produtor, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja MT) disse repudiar a nova tabela.

    'A decisão, tomada de forma ilegal pela ANTT, só reforça a inconstitucionalidade da Lei 13.703/2018, ferindo a livre iniciativa e a livre concorrência', afirmou a associação, em nota.

    A constitucionalidade da lei está sendo avaliada pelo Supremo Tribunal Federal, que informou anteriormente que poderia tomar uma decisão o mais rápido possível.

    A resolução com os novos preços da tabela de fretes mínimos passa a vigorar a partir desta quarta-feira, data da publicação no Diário Oficial da União.

    Veja a tabela completa clicando no link: http://portal.imprensanacional.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/39732181/do1-2018-09-05-resolucao-n-5-827-de-4-de-setembro-de-2018-39732071

    (Por Roberto Samora, José Roberto Gomes e Luciano Costa)

    0

    0

    24

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Temer sanciona lei que institui tabela de fretes, mas veta anistia a multas por greve

    Temer sanciona lei que institui tabela de fretes, mas veta anistia a multas por greve

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer sancionou a lei que institui valores mínimos de fretes rodoviários praticados no Brasil, mas vetou o artigo da lei que concedia anistia às multas aplicadas em decorrência da paralisação dos caminhoneiros no fim de maio, de acordo com publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

    O tabelamento de fretes foi uma das medidas adotadas pelo governo após a greve dos caminhoneiros, que afetou diversos setores da economia nacional e provocou desabastecimento país afora.

    'A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas tem a finalidade de promover condições mínimas para a realização de fretes no território nacional, de forma a proporcionar adequada retribuição ao serviço prestado', traz o texto no Diário Oficial.

    A lei instituída ressalta que os fretes praticados devem ser iguais ou superiores aos estabelecidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), 'com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios', e venda acordos em paralelo à tabela.

    Os pisos mínimos de fretes serão publicados até 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano. Sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 10 por cento em relação ao preço considerado na planilha de cálculos, para mais ou para menos, uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela ANTT, diz o texto.

    'O processo de fixação dos pisos mínimos deverá ser técnico, ter ampla publicidade e contar com a participação dos representantes dos embarcadores, dos contratantes dos fretes, das cooperativas de transporte de cargas, dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas', destaca a publicação.

    Ao justificar o veto à anistia das multas, o governo afirma que tomou essa decisão por ver 'inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público'.

    'A aplicação das multas e sanções previstas no Código de Trânsito Brasileiro foram impostas por decisão judicial cautelar em tutela provisória e em função do poder de polícia do Estado'.

    A lei do frete tem gerado críticas no setor produtivo, que reclama de custos mais altos. Uma reunião foi agendada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), para 27 de agosto para discutir o assunto entre as partes.

    O ministro Fux já intermediou algumas reuniões entre representantes dos caminhoneiros e dos setores que transportam suas mercadorias por meio das estradas, como a indústria e o agronegócio, mas até agora não houve acordo.

    O setor produtivo tem dito que prefere uma tabela de referência a uma que tenha caráter obrigatório.

    Confira a íntegra do texto no Diário Oficial da União: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&pagina=1&data=09/08/2018&totalArquivos=81.

    (Por José Roberto Gomes e Leonardo Goy)

    0

    0

    27

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Temer sanciona lei que institui tabela de fretes, mas veta anistia a multas por greve

    Temer sanciona lei que institui tabela de fretes, mas veta anistia a multas por greve

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer sancionou a lei que institui valores mínimos de fretes rodoviários praticados no Brasil, mas vetou o artigo da lei que concedia anistia às multas aplicadas em decorrênca da paralisação dos caminhoneiros no fim de maio, de acordo com publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

    O tabelamento de fretes foi uma das medidas adotadas pelo governo após a greve dos caminhoneiros, que afetou diversos setores da economia nacional e provocou desabastecimento país afora.

    'A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas tem a finalidade de promover condições mínimas para a realização de fretes no território nacional, de forma a proporcionar adequada retribuição ao serviço prestado', traz o texto no Diário Oficial.

    A lei instituída ressalta que os fretes praticados devem ser iguais ou superiores aos estabelecidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), 'com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios', e venda acordos em paralelo à tabela.

    Os pisos mínimos de fretes serão publicados até 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano. Sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 10 por cento em relação ao preço considerado na planilha de cálculos, para mais ou para menos, uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela ANTT, diz o texto.

    'O processo de fixação dos pisos mínimos deverá ser técnico, ter ampla publicidade e contar com a participação dos representantes dos embarcadores, dos contratantes dos fretes, das cooperativas de transporte de cargas, dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas', destaca a publicação.

    Ao justificar o veto à anistia das multas, o governo afirma que tomou essa decisão por ver 'inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público'.

    'A aplicação das multas e sanções previstas no Código de Trânsito Brasileiro foram impostas por decisão judicial cautelar em tutela provisória e em função do poder de polícia do Estado'.

    A lei do frete tem gerado críticas no setor produtivo, que reclama de custos mais altos. Uma reunião foi agendada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), para 27 de agosto para discutir o assunto entre as partes.

    O ministro Fux já intermediou algumas reuniões entre representantes dos caminhoneiros e dos setores que transportam suas mercadorias por meio das estradas, como a indústria e o agronegócio, mas até agora não houve acordo.

    O setor produtivo tem dito que prefere uma tabela de referência a uma que tenha caráter obrigatório.

    Confira a íntegra do texto no Diário Oficial da União: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&pagina=1&data=09/08/2018&totalArquivos=81.

    (Por José Roberto Gomes e Leonardo Goy)

    0

    0

    10

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Frete para grãos deve subir com demanda represada, há necessidade de liberar silos

    Frete para grãos deve subir com demanda represada, há necessidade de liberar silos

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - Os custos para o escoamento da segunda safra de milho do Brasil, em fase inicial de colheita, tendem a subir no momento em que agricultores e tradings ficarem mais ativos nas contratações, uma vez que a demanda por transporte represada deve superar a oferta de caminhões, disseram especialistas à Reuters nesta quinta-feira.

    Neste momento, as vendas de produtos agrícolas como soja e milho estão praticamente paralisadas, no aguardo de uma solução para o impasse decorrente do tabelamento do frete, que enfrenta resistência no agronegócio e outros setores da indústria.

    Mas especialistas avaliam que em algum momento o transporte de grãos precisará ser retomado, com tabela ou não, caso contrário não haverá espaço nos silos para guardar a produção de milho.

    A expectativa é de que o Brasil produza cerca de 58 milhões de toneladas de milho na atual safrinha, queda de 13,6 por cento na comparação anual. Mas o menor volume não deve se refletir em fretes mais baixos, uma vez que ainda há soja da safra recorde para ser enviada aos portos e indústrias processadoras.

    Tanto a comercialização quanto o escoamento rodoviário da safra estão praticamente travados há quase um mês em razão dos protestos de caminhoneiros e, agora, das indefinições quanto à tabela de fretes.

    Com a proximidade da safrinha, estamos chegando a um período em que não tem para onde escapar. Vai ter procura maior por transporte... , disse o pesquisador da Esalq-Log, da Universidade de São Paulo (USP), Samuel da Silva Neto.

    Segundo ele, com uma maior concentração do escoamento do milho, a tendência é de que os caminhões também tenham que esperar mais para descarregar nos portos, gerando custo de estadia e impactando no valor do frete rodoviário.

    Mesmo desconsiderando-se a tabela de preços mínimos, já prevíamos uma mudança no patamar de fretes até o final do ano , acrescentou ele.

    Pelos dados mais recentes da Esalq-Log, o frete médio para transportar milho da região de Primavera do Leste (MT) ao Porto de Santos já estava em maio, quando ocorreram os protestos, 17,4 por cento maior na comparação com igual mês de 2017, em torno de 247 reais por tonelada. A instituição ainda não tem os números fechados de junho.

    ARMAZENAGEM

    Na avaliação do diretor técnico da Informa Economics FNP, José Vicente Ferraz, o setor aguenta no máximo mais um mês o ritmo quase parando de comercialização e escoamento de grãos --o Brasil é o maior exportador global de soja e um dos principais fornecedores de milho.

    Se não escoar, vem a safrinha e os problemas vão se avolumando , disse Ferraz, lembrando que a soja armazenada precisa dar lugar ao milho, evitando-se um problema maior de estocagem e eventuais perdas de produção.

    Nos portos do país, o total de navios aguardando para carregar produtos do complexo soja está 60 por cento maior neste ano frente igual momento de 2017 justamente por causa dos reflexos dos protestos.

    Pela Ferraz, não há soluções de curtíssimo prazo que não a negociação dos termos da tabela de fretes, dado que o transporte da safra agrícola brasileira se dá, basicamente, por modal rodoviário.

    Associações do setor têm afirmado que consideram a tabela inconstitucional e que não estão negociando os termos. As entidades têm ingressado na Justiça contra o chamado frete mínimo, argumentando que isso fere o livre mercado.

    O fato é que eventuais fretes mais altos devem encarecer os custos para compradores e consumidores, na avaliação de outra consultoria.

    Vai ter custo maior, repasse para o consumidor final. De uma forma ou de outra, vai continuar escoando, embora possa ser afetado negativamente o volume, porque essa situação prejudica a competitividade e a logística (do país) , disse a analista de mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi.

    Consultorias e entidades projetam que o Brasil embarques neste ano mais de 30 milhões de toneladas de milho e mais de 70 milhões de soja.

    0

    0

    42

    5 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Governo vai defender tabela de frete na Justiça, diz Marun

    Governo vai defender tabela de frete na Justiça, diz Marun

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo vai defender na Justiça a existência da tabela de frete para transporte rodoviário como parte do acordo com os caminhoneiros, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

    Os compromissos que o governo assumiu com o setor dos caminhoneiros estão sendo e serão todos cumpridos, inclusive a defesa judicial da tabela do frete , disse Marun.

    O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, deu 48 horas para o governo se manifestar no âmbito de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade impetrada pela Associação do Transporte Rodoviário de Cargas do Brasil (ATR Brasil) contra a medida provisória que criou a tabela. A alegação é que a tabela acaba com o princípio da livre concorrência.

    A tabela de frete é parte do acordo entre o governo e as associações que reúnem os caminhoneiros autônomos para encerrar uma greve de 11 dias que causou grave desabastecimento no país. No entanto, diversas entidades questionam a decisão do governo e alegam que irá encarecer o preço dos produtos.

    A Confederação Nacional da Indústria anunciou nesta quinta que vai entrar com uma outra ação no STF para também tentar derrubar a tabela.

    VOTAÇÕES

    Em entrevista no Palácio do Planalto, Marun disse ainda que o governo estabeleceu como prioridade até o recesso parlamentar a aprovação da privatização das distribuidoras de energia e a possibilidade de cessão onerosa.

    São as pautas que o governo gostaria e pretende contribuir para que sejam aprovadas antes do recesso. Está andando bem a produção legislativa, está positiva. Isso nos anima a ser otimista e esperar a aprovação nas duas Casas desses dois temas , disse Marun.

    Na noite de quarta-feira, a Câmara aprovou a urgência ao projeto que autoriza a Petrobras a vender até 70 por cento dos campos da chamada cessão onerosa.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por seu lado, também já manifestou a intenção de levar adiante o projeto sobre a privatização das distribuidoras de energia.

    O recesso parlamentar começa em 17 de julho. No entanto, o mês de junho já costuma ser mais lento no Congresso devido às festas juninas no Nordeste, ainda mais em um ano eleitoral, quando os deputados querem estar com em contato mais permanente com suas bases. Este ano, além disso, a Copa do Mundo, que começou nesta quinta, promete desacelerar ainda mais as próximas semanas.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    0

    0

    37

    5 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. fretes

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.