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    Morre estilista Karl Lagerfeld

    PARIS (Reuters) - O estilista alemão de alta costura Karl Lagerfeld, diretor de criação da Chanel e ícone da indústria global da moda durante mais de meio século, morreu, disse uma fonte da casa francesa nesta terça-feira. Ele tinha 85 anos de idade.

    Lagerfeld, inconfundível por seus ternos escuros, seu rabo de cavalo de cabelos brancos e óculos escuros, ficou mais conhecido por sua associação com a Chanel, mas também criou coleções para a Fendi, do grupo LVMH, e para a marca que levava seu nome.

    Rumores sobre a saúde frágil do estilista circularam depois que ele se ausentou do desfile da Chanel em Paris em janeiro.

    'Perdemos um gênio criativo que ajudou a fazer de Paris a capital mundial da moda e a Fendi uma das casas italianas mais inovadoras', disse Bernard Arnault, presidente e executivo-chefe da LVMH, em um comunicado.

    'Devemos muito a ele: seu gosto e talento foram os mais excepcionais que conhecemos.'

    Verdadeiro artesão, que combinava instinto artístico, tino para os negócios e um ego proporcional, Lagerfeld era famoso por seus desfiles visualmente impactantes e seus trajes extravagantes.

    Nascido em Hamburgo em 1933, Lagerfeld estreou como aprendiz do estilista Pierre Balmain e depois trabalhou para Patou, Chloé e a então italiana Fendi. Ele passou a ter o status de um astro do rock quando se uniu à Chanel em 1983.

    Ele recebeu os apelidos 'Kaiser Karl' e 'Mestre da Moda'.

    'Estamos profundamente entristecidos com a notícia do falecimento de Karl Lagerfeld hoje. Sua contribuição inigualável à indústria da moda mudou a maneira como as mulheres se vestem e percebem a moda', disse Caroline Rush, executiva-chefe do Conselho de Moda Britânico, em um comunicado.

    A revista de celebridades francesa online Purepeople disse que Lagerfeld morreu na manhã desta terça-feira depois de ser hospitalizado em Neuilly-sur-Seine, nos arredores de Paris, na noite anterior.

    O porta-voz da Chanel não estava disponível de imediato para comentar.

    (Por Sudip Kar-Gupta e Pascale Denis em Paris e Marie-Louise Gumuchian em Milão)

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    Nobel da Paz Óscar Arias é acusado de assédio sexual por 5 mulheres

    SAN JOSÉ (Reuters) - O vencedor do prêmio Nobel da Paz e ex-presidente costarriquenho Óscar Arias foi acusado por cinco mulheres de assédio ou agressão, aumentando as alegações contra ele e servindo como exemplo de grande repercussão do movimento #MeToo na América Latina.

    As denúncias das mulheres ameaçam a reputação do ex-presidente, que é um dos estadistas latino-americanos mais respeitados e ganhador do Nobel da Paz em 1987 por seu papel na negociação do final de guerras civis na região.

    A ativista antinuclear Alexandra Arce foi a primeira mulher a se pronunciar no que logo se tornou um dos exemplos mais destacados do movimento #MeToo na América Latina, onde até agora o ativismo vem se concentrando mais na repressão à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

    Arias negou as alegações de Alexandra por meio de seu advogado, Erick Ramos, que na quinta-feira disse à Reuters que seu cliente não quer comentar as alegações subsequentes.

    A decisão de Alexandra inspirou mais mulheres a se manifestarem, entre elas Emma Daly, diretora de Comunicação do grupo internacional de direitos humanos Human Rights Watch. Emma disse que trabalhava como jornalista na América Central em 1990 quando Arias a abordou junto a um grupo de repórteres no saguão de um hotel de Manágua, capital da Nicarágua. Foi quando ela lhe fez uma pergunta.

    'Ele parou, me olhou e, ao invés de responder minha pergunta, esticou a mão, tocou meu peito e depois colocou a mão entre meus seios e disse 'você não está usando sutiã', ou palavras semelhantes, e depois seguiu em frente', contou Emma à Reuters na quinta-feira. 'Fiquei completamente chocada, e a única coisa que consegui dizer foi 'sim, estou''.

    À época ela trabalhava como freelancer para a Reuters e o Tico Times, um jornal da Costa Rica, disse.

    'O fato de que ele tem um currículo profissional incrivelmente impressionante não lhe dá o direito de tratar as pessoas deste jeito'.

    Ramos disse que a Procuradoria-Geral da Costa Rica lhe informou que só um caso foi relatado. A Procuradoria-Geral confirmou ter recebido uma queixa contra Arias.

    'Respeitamos as declarações destas pessoas na mídia e nas redes sociais', afirmou Ramos.

    (Por Alvaro Murillo e Hector Guzman, em San José, e Christine Murray, na Cidade do México)

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    Lady Gaga não trabalha mais com R. Kelly

    LOS ANGELES (Reuters) - A cantora Lady Gaga se comprometeu a remover de todas as plataformas de streaming um dueto que gravou com o cantor de R&B R.Kelly e a nunca mais colaborar com ele.

    Os comentários de Gaga, divulgados em uma longa publicação no Instagram na noite de quarta-feira, surgem depois que diversas mulheres acusaram Kelly de assédio sexual, algumas vezes contra menores de idade, em um novo documentário.

    Kelly, cantor e produtor de 52 anos, mais conhecido pelo sucesso “I Believe I Can Fly”, tem repetidamente negado as acusações de abuso, incluindo as presentes no novo documentário.

    Em 2008, o cantor vencedor do Grammy foi julgado e absolvido em um caso por pornografia infantil em Chicago.

    O advogado de Kelly não respondeu a pedidos da Reuters por comentários sobre o documentário de seis horas “Surviving R.Kelly”, transmitido na semana passada pelo canal Lifetime.

    O filme mostra entrevistas com diversas mulheres acusando o cantor de abuso sexual, psicológico e físico, assim como entrevistas com alguns de seus ex-empresários e produtores.

    A Reuters não foi capaz de verificar as acusações de maneira independente.

    Gaga disse acreditar nas mulheres e ter achado o documentário “absolutamente horripilante”.

    “Eu apoio essas mulheres 1000 por cento, acredito nelas, e sei que elas estão sofrendo e com dor, e sinto fortemente que as vozes delas precisam ser ouvidas e levadas a sério”, escreveu em publicação no Instagram.

    Em 2013, Gaga lançou o dueto “Do What U Want (With My Body)' com Kelly.

    “Eu pretendo remover a música do iTunes e de outras plataformas de streaming e não trabalharei mais com ele”, escreveu. “Eu peço desculpas, tanto pelo meu mau julgamento quando mais nova e por não ter me pronunciado mais cedo”.

    Na terça-feira, uma procuradora de Chicago pediu que todos que alegam terem sofrido abuso de Kelly se apresentem para que as acusações possam ser investigadas.

    “Não há nada que possa ser feito para investigar essas alegações sem a cooperação tanto das vítimas como de testemunhas. Nós não podemos buscar a justiça sem vocês”, afirmou a procuradora do condado de Cook, Kim Foxx, em coletiva de imprensa.

    (Reportagem de Jill Serjeant)

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    Bernardo Bertolucci, de 'Último Tango em Paris', morre em Roma aos 77 anos

    Por Crispian Balmer e Philip Pullella

    ROMA (Reuters) - O diretor italiano Bernardo Bertolucci, de 'Último Tango em Paris', filme de 1972 que chocou as plateias com uma famosa cena de sexo que o assombrou no final da vida, morreu nesta segunda-feira, aos 77 anos.

    Bertolucci morreu em sua casa em Roma após uma longa doença, disse seu empresário. Ele estava doente há anos e confinado a uma cadeira de rodas desde o início dos anos 2000 devido a uma operação na coluna.

    Estrelado por Marlon Brando, 'O Último Tango em Paris' foi censurado em vários países, inclusive a Itália, onde só foi liberado para exibição no início de 1987.

    O filme rendeu uma indicação ao Oscar a Bertolucci e poliu suas credenciais internacionais, mas o filme seguinte, '1900', um épico histórico de cinco horas estrelado por Robert De Niro, Gerard Depardieu, Donald Sutherland e Burt Lancaster, marcou o início de um longo período de fracassos comerciais.

    Em 1987 ele se recuperou com 'O Último Imperador', lindamente filmado com seu diretor de fotografia de longa data Vittorio Storaro, que levou os nove Oscar aos quais foi indicado e reafirmou a posição de Bertolucci como um cineasta com um olhar diferenciado.

    Nascido em Parma, no centro da Itália, Bertolucci era filho do poeta e crítico de cinema Attilio Bertolucci.

    Ele começou a escrever poesias na infância e publicou seu trabalho em revistas antes da adolescência, conquistando um prêmio nacional de poesia quando estudava em Roma.

    Aos 15 anos ele conseguiu uma câmera emprestada para fazer seus primeiros filmes, curtas mudos de 16 milímetros, e em 1961 abandonou a faculdade para se tornar diretor assistente do jovem Pier Paolo Pasolini na filmagem de 'Accattone – Desajuste Social'.

    Os primeiro trabalhos de Bertolucci estavam longe do sensacional, mas são notáveis por seus retratos apaixonados dos males sociais, refletindo suas opiniões contundentes de esquerda.

    'O Último Tango' causou polêmica por causa do sexo explícito --em particular uma cena de estupro anal-- e foi repudiado pelos tribunais italianos por ser 'obsceno, indecente e incitar os instintos mais baixos da libido'.

    A cena de estupro, lembrada principalmente pelo uso de manteiga por Brando como lubrificante, também traumatizou a atriz principal do filme, Maria Schneider, à época uma desconhecida de apenas 19 anos.

    'Me senti humilhada e, para ser honesta, me senti um pouco estuprada, tanto por Marlon quanto por Bertolucci. Depois da cena, Marlon não me consolou nem pediu desculpas. Felizmente, houve apenas uma tomada', disse ela ao jornal britânico Daily Mail antes de sua morte em 2011.

    A controvérsia ressurgiu em 2016, quando foi divulgado um vídeo de Bertolucci contando em uma aula de mestrado em Paris: 'Eu fui, de certo modo, horrível com Maria porque não contei a ela o que estava acontecendo'.

    Respondendo a uma onda de indignação, o diretor disse que Schneider sabia tudo sobre a cena com antecedência, exceto o uso de manteiga, que era uma ideia que ele havia discutido com Marlon antes de filmar.

    O período subsequente a 'Último Tango' foi de fracassos para o diretor, que se voltou ao Oriente em busca do tema de 'O Último Imperador', que trata da vida de Pu Yi, o derradeiro regente imperial da China.

    Bertolucci continuou fazendo filmes até 2012, mas nunca com tanto sucesso crítico e comercial. Ele foi homenageado com prêmios pelo conjunto de sua obra nos festivais de cinema de Cannes e Veneza.

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    Criador de Homem-Aranha e outros heróis da Marvel, Stan Lee morre aos 95 anos

    Por Alex Dobuzinskis

    LOS ANGELES (Reuters) - Stan Lee, que concebeu o Homem-Aranha, Homem de Ferro, o Hulk e uma legião de outros super-heróis da Marvel Comics que se tornaram figuras míticas da cultura pop de sucesso estrondoso nas bilheterias, morreu aos 95 anos, disse sua filha nesta segunda-feira.

    Como escritor e editor, Lee foi fundamental para a ascensão da Marvel, a titã das histórias em quadrinhos na década de 1960, quando, em colaboração com outras pessoas, ele criou super-heróis que encantariam gerações de jovens leitores.

    'Ele sentia uma obrigação com seus fãs para continuar criando', disse sua filha J.C. Lee em uma nota à Reuters. 'Ele amava sua vida e amava o seu trabalho. Sua família o amava e seus fãs o amavam. Ele é insubstituível'.

    Ela não mencionou a causa da morte de Lee mas o site de entretenimento TMZ disse que uma ambulância foi chamada à residência de Lee em Hollywood Hills no início da segunda-feira, e que ele havia morrido no Hospital Cedars-Sinai.

    Norte-americanos já estavam familiarizados com os super-heróis antes de Lee, em parte graças ao lançamento em 1938 de 'Superman' pela Detective Comics, empresa que viria a se tornar a DC Comics, arquirrival da Marvel.

    Lee era amplamente creditado por ter acrescentado uma nova camada de complexidade e humanidade aos super-heróis. Seus personagens não eram feitos de pedra - mesmo quando pareciam ter sido esculpidos em granito. Eles tinham preocupações amorosas e financeiras, defeitos trágicos e sentimentos de insegurança.

    'Eu achava que seria divertido conhecer um pouco sobre suas vidas privadas, suas personalidades e mostrar que eles eram humanos além de super-heróis', disse Lee à NPR News em 2010.

    Ele teve ajudar para desenvolver seus personagens, mas carregava para si o dever de promovê-los.

    Suas criações incluíram o adolescente atirador de teias Homem Aranha, o musculoso Hulk, os mutantes do X-Men, o Quarteto Fantástico e o inventor e playboy Tony Stark, mais conhecido como Homem de Ferro.

    'Os personagens de Stan eram sempre super-heróis que tinham um tanto de humanidade neles ou um defeito', disse Shirrel Rhoades, um ex-vice presidente da Marvel e publisher da empresa em meados dos anos 1990.

    'Por mais icônico que seja o Superman, ele é considerado um escoteiro. Ele não tem defeitos reais', explica Rhoades. 'E aí você tem o Homem Aranha, as crianças se identificam com ele por que ele tem problemas como elas tinham. Ele sofria com grandes angústias'.

    Lee envolvia seus artistas no processo de criação de histórias e de personagens, no que ficaria conhecido como o 'método Marvel'. Isso levou críticos a apontarem que Lee levava crédito por ideias que as vezes não eram suas.

    Ele descreveu seu processo criativo à Reuters ressaltando como chegou ao seu personagem Thor, o deus do trovão emprestado da mitologia nórdica.

    'Eu estava tentando pensar em algo que fosse completamente diferente', disse. 'O que poderia ser maior e mais poderoso que o Hulk? E pensei então: por que não um deus legendário?'.

    Para garantir a Thor um discurso mais convincente, Lee deu a ele falas estilizadas como na Bíblia e em textos de Shakespeare.

    Em entrevistas, Lee também disse ter baseado Tony Stark e Homem de Ferro no industrial Howard Hughes.

    Dezenas de filmes da Marvel Comics, com quase todos os principais personagens criados por Lee, foram produzidos nas primeiras décadas do século 21, arrecadando cerca de 20 bilhões de dólares em bilheterias mundiais, de acordo com dados do setor.

    Lee, como um contratado da Marvel, recebia pagamentos limitados sobre os lucros inesperados vindos de seus personagens.

    Em um contrato de 1998, ele lutou contra uma cláusula que lhe dava 10 por cento dos lucros de filmes e programas de televisão com seus personagens da Marvel. Em 2002, processou para reivindicar sua participação, meses após 'Homem Aranha' chegar aos cinemas. Em um acordo judicial três anos depois, recebeu 10 milhões em um pagamento único.

    Estúdios de Hollywood fizeram dos super-heróis uma pedra fundamental em sua estratégia de produção de menos filmes ao contar com os grandes lucros vindo de Blockbusters. Alguns assumem que, como resultado, a riqueza de Lee teria disparado. Ele contestava isso.

    'Eu não tenho 200 milhões de dólares. Eu não tenho 150, não tenho 100 milhões ou nada perto disso', disse Lee à revista Playboy em 2014. Tendo crescido durante a Grande Depressão, Lee acrescentou que estava 'feliz em receber um bom pagamento e em ser bem tratado'.

    Em 2008, Lee recebeu a Medalha Nacional das Artes, o maior prêmio governamental concedido a artistas.

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    Avião de príncipe Harry e Meghan aborta pouso em Sydney sem incidentes

    Por Tom Westbrook e Swati Pandey

    SYDNEY (Reuters) - O príncipe britânico Harry e sua mulher, Meghan, chegaram à Austrália nesta sexta-feira, voltando de viagem por ilhas do Pacífico, depois que seu avião foi obrigado a abortar um primeiro pouso porque outra aeronave estava no caminho.

    O voo fretado QF6031 da companhia Qantas se aproximava de Sydney e havia baixado para 38 metros, mas precisou desistir do pouso e contornar a área, antes de fazer outra tentativa, de acordo com o site FlightRadar24.

    Segundo a Autoridade de Segurança da Aviação Civil, a manobra é 'uma prática comum e muito segura'.

    Uma testemunha da Reuters a bordo do avião disse que o episódio foi calmo.

    O piloto explicou que um avião demorou mais do que o previsto para sair da pista, por isso eles iriam dar uma volta e todos teriam mais uma chance de admirar o maravilhoso cenário do Porto de Sydney.

    'O capitão alertou os que estavam a bordo que eles dariam uma volta por haver outra aeronave na pista que demorou mais do que o esperado para decolar', disse uma porta-voz da companhia aérea Qantas por email à Reuters.

    Eles pousaram em segurança por volta das 18h locais, acrescentou.

    Na Austrália, mais de 800 manobras do tipo são realizadas em um ano comum.

    No sábado o casal real comparecerá ao encerramento dos Jogos Invictus, que estão acontecendo em Sydney. Os jogos fundados por Harry são um evento internacional de estilo paralímpico para militares feridos em combate.

    Em seguida, eles visitarão a Nova Zelândia, como parte de sua viagem de 16 dias por países da Commonwealth.

    Na manhã desta sexta-feira, o par usou guirlandas de flores vermelhas e saias artesanais conhecidas como ta'ovala, que são dados como sinal tradicional de respeito, ao visitarem a ilha-nação de Tonga.

    Eles se encontraram com o primeiro-ministro do país, 'Akilisi P?hiva, em um prédio do governo na capital Nuku'alofa.

    No caminho, Harry parou para abraçar um menino pequeno que segurava um cartaz dizendo 'Abraços gratuitos!'

    Tonga, país composto por cerca de 170 ilhas tropicais cercadas de recifes que tem 108 mil habitantes, é uma ex-colônia britânica.

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    Austrália festeja casal real após anúncio de gravidez de Meghan

    Por Paulina Duran

    SYDNEY (Reuters) - Multidões lotaram a Ópera de Sydney e o porto da capital australiana, nesta terça-feira, para tenta ver de perto o príncipe Harry e a mulher, Meghan, na primeira aparição dos dois na Austrália desde o anúncio do casal real britânico de que estão esperando um filho.

    O casal começou sua viagem oficial pela Austrália com um passeio de carruagem pelo porto para saudar multidões que lotaram a Ópera de Sydney, inaugurada pela avó de Harry, a rainha Elizabeth, há 45 anos.

    'Estamos ambos absolutamente encantados em estar aqui. Nós genuinamente não podemos pensar em um lugar melhor para anunciar o bebê, seja um menino ou menina', disse Harry durante recepção na residência oficial do governador-geral da Austrália.

    O Palácio de Kensington anunciou na segunda-feira que o duque e a duquesa de Sussex estão esperando seu primeiro filho. A criança será a sétima na linha sucessória do trono britânico, e o oitavo neto da rainha Elizabeth.

    Milhares de pessoas se reuniram no porto e na Ópera de Sydney, onde o casal apertou mãos e abraçou membros do público.

    'Eu quero ver o casal real. Eles são jovens, um sopro de ar fresco para a família real e os australianos os amam', disse Marvin Lester, que compareceu a todas as visitas reais à Austrália desde 1954.

    'Há muito sentimento por uma república aqui na Austrália mas eu admiro ter uma família real', disse.

    A Austrália, uma monarquia constitucional cujo chefe de Estado é a monarca britânica, votou em 1999 contra se tornar uma República.

    A parcela da população que defende a implementação de uma República é de cerca de 50 por cento, segundo pesquisa divulgada em janeiro, um nível que tem permanecido em grande parte inalterado nos últimos anos, e há pouca movimentação para colocar a questão de volta em pauta durante o reino da rainha Elizabeth.

    O governador-geral da Austrália, Sir Peter Cosgrove, representante da rainha no país, deu ao casal os primeiros presentes de seu bebê: um canguru de pelúcia e um par de botas da marca Ugg.

    (Reportagem Adicional de Tom Westbrook)

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    Charles Aznavour, adorado cantor francês, morre aos 94 anos

    Por Julie Carriat

    PARIS (Reuters) - O cantor francês Charles Aznavour, que alcançou a fama apadrinhado pela cantora Edith Piaf e acabou roubando os corações de milhões com décadas de canções de amor, morreu aos 94 anos, informou sua porta-voz nesta segunda-feira.

    O cantor morreu durante a madrugada em uma de suas casas no sudeste da França.

    Aznavour, conhecido como Frank Sinatra francês, tinha pais armênios e nasceu em Paris com o nome de Shahnour Varinag Aznavouria.

    O cantor vendeu mais de 100 milhões de álbuns em 80 países, entre eles 'She' e 'Formidable'.

    Aznavour começou sua carreira vendendo músicas para famosos artistas franceses dos anos 1940 e 1950, como Edith Piaf, Maurice Chevalier e Charles Trenet.

    Ele descobriu seu talento de compositor cantando em cabarés com o colega Pierre Roché no piano.

    Mas, foi depois da Segunda Guerra Mundial que Piaf notou a dupla e os levou consigo em uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá, com Aznavour compondo alguns dos sucessos mais populares da cantora.

    O jovem Aznavour cresceu na margem esquerda do Rio Sena, em Paris. Seu pai era cantor, mas também trabalhava como cozinheiro e gerente de restaurante, e sua mãe atriz.

    Em sua autobiografia, 'Aznavour by Aznavour', o cantor relembra a noite em que, após tentar assumir o papel de valentão com seus amigos adolescentes, foi desafiado a subir em um palco e cantar.

    'Ali tive uma revelação. Vi que as garotas olhavam muito mais para mim, com os olhos úmidos e os lábios entreabertos, do que quando fazia horrores... eu só tinha 15 ou 16 anos, mas entendi', escreveu.

    Mais tarde, fãs o elogiariam por sua maneira madura de contar histórias e por sua voz, que podia não ser considerada bela, mas era rica em sensibilidade e alcance.

    'Tenho um tipo de voz que combina com o tipo de canções que componho', escreveu em sua autobiografia.

    Sua capacidade de cantar em francês, espanhol, inglês, italiano e alemão também ajudava.

    O presidente da França, Emmanuel Macron, é um grande fã de Aznavour e cantava muitas de suas músicas em noites de karaokê com amigos quando era estudante, de acordo com ex-colegas de classe.

    (Reportagem de Sudip Kar-Gupta e Brian Love)

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