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    Brasil dá primeiro passo para se juntar ao clube de países com submarinos nucleares

    ITAGUAÍ, Rio de Janeiro (Reuters) - O Brasil lançou nesta sexta-feira o primeiro de cinco submarinos de ataque construídos com tecnologia francesa em um programa de 35 bilhões de reais que deve terminar em 2029 com a entrega de um submarino nuclear.

    O presidente Michel Temer e o presidente eleito Jair Bolsonaro apertaram o botão que lançou no mar o submarino de 1.700 toneladas chamado Riachuelo em uma base naval no Estado do Rio de Janeiro. A mulher de Temer, Marcela, batizou a embarcação quebrando uma garrafa de champanhe contra o casco.

    Os submarinos que estão sendo construídos pela Marinha do Brasil em parceria com a empresa de defesa francesa Naval Group, anteriormente conhecida como DCNS, são uma versão modificada do submarino a diesel da classe Scorpene.

    Os quatro primeiros submarinos do acordo com a Naval Group são submarinos convencionais, mas o quinto colocará o Brasil no clube de apenas seis nações com submarinos de propulsão nuclear --Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido, China e Índia.

    O programa foi adiado por cortes orçamentários e escândalos de corrupção envolvendo empreiteiras como a Odebrecht. A data de lançamento dos últimos submarinos foi adiada para até 2029.

    O Riachuelo se junta na Marinha brasileira a outros cinco submarinos mais antigos de tecnologia alemã.

    O almirante Bento Albuquerque, que será ministro de Minas e Energia de Bolsonaro quando o presidente eleito assumir em 1º de janeiro, disse que o investimento no programa de novos submarinos totaliza 35 bilhões de reais a valores atuais.

    Os novos submarinos irão equipar a Marinha para patrulhar as águas profundas de 3,5 milhões de quilômetros quadrados do Brasil, que contêm vasta riqueza em reservas de petróleo e gás da chamada região do pré-sal.

    'País de vocação pacífica, o Brasil constrói seus submarinos não para ameaçar quem quer que seja, não para perturbar a tranquilidade das águas internacionais', disse Temer.

    'O Brasil constrói seus submarinos porque um país com mais de 7.000 quilômetros de costa não pode prescindir de instrumentos para defesa de sua soberania e suas riquezas marinhas', afirmou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Operação traz avanços a investigações sobre assassinato de Marielle, diz polícia

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou a realização da operação desta quinta-feira para avançar nas investigações em torno do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes.

    Os mandados de prisão, condução coercitiva, intimações e busca e apreensão foram cumpridos no Rio e em Minas Gerais

    'Esse foi muito bem... estamos trabalhando muito para dar uma resposta e para que o crime seja esclarecido para toda sociedade', disse o chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, a jornalistas.

    Segundo ele, a investigação é sigilosa e a revelação de detalhes poderia atrapalhar a condição das apurações.

    Fontes ouvidas pela Reuters revelaram que as peças e personagens envolvidos na morte de Marielle e Anderson já foram identificadas, mas ainda faltam as provas necessárias para fechar inquérito e oferecimento de denúncia à Justica.

    'Os alvos hoje têm um monte de crimes nas costas e alguns ligação direta e indireta com o crime da Marielle. O que se quer com a operação é arrancar deles mais elementos para fundamentar a investigação', disse uma fonte, sob a condição de anonimato, ressaltando que a quadrilha de hoje tinha ligação com clonagem de carro e teria clonado o veículo usado no assassinato da vereadora e do motorista.

    “Uma investigação tem que levar provas robustas e concretas para a condenação e isso que estamos fazendo', acrescentou o chefe da Polícia Civil.

    O crime duplo completa nove meses nessa sexta-feira. Marielle, de 38 anos, foi alvejada em março com tiros na cabeça dentro do carro em que estava com outras duas pessoas por um atirador que disparou nove vezes de um outro carro. O motorista do veículo da parlamentar também morreu, e uma assessora da vereadora ficou ferida.

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    Revista Time escolhe jornalistas, incluindo repórteres presos da Reuters, como 'Pessoa do Ano'

    Por Gina Cherelus

    NOVA YORK (Reuters) - A revista Time dedicou sua homenagem 'Pessoa do Ano' nesta terça-feira a um grupo de jornalistas, incluindo um colunista saudita assassinato e uma dupla de repórteres da Reuters aprisionados pelo governo de Mianmar, alertando que o ideal da verdade, crucial para democracias, está sob ataque.

    A publicação também homenageou a fundadora de um site de notícias das Filipinas que é crítico do governo autoritário do país e um jornal do Estado norte-americano de Maryland que foi alvo de um massacre a tiros, a primeira ocasião nos 95 anos de história da Time em que a revista concedeu a distinção aos profissionais de sua área.

    Uma reportagem de capa ressaltou o papel dos jornalistas, inclusive Wa Lone e Kyaw Soe Oo, da Reuters, presos pelo governo de Mianmar por violarem a Lei de Segredos Oficiais, e Jamal Khashoggi, colunista saudita crítico do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, que foi assassinado em um consulado saudita na Turquia dois meses atrás.

    'Espero que isto seja recebido pelo grande público muito, muito além dos Estados Unidos como um lembrete da importância de se defender a liberdade de expressão e a busca da verdade e dos fatos', disse Ben Goldberger, editor-executivo assistente da Time, em uma entrevista. 'Esta é a base de todas as sociedades livres. A democracia certamente não consegue funcionar sem uma compreensão compartilhada dos fatos'.

    A distinção anual pretende reconhecer a pessoa, grupo, coisa ou ideia que teve mais influência nos eventos mundiais no ano em questão. Ela já foi concedida a uma ampla gama de personalidades, do ativista de direitos civis norte-americano Martin Luther King Jr. e da rainha Elizabeth 2ª a Adolf Hitler, líder da Alemanha nazista, que foi homenageado antes da Segunda Guerra Mundial.

    Na quarta-feira, completa-se um ano que Wa Lone, de 32 anos, e Kyaw Soe Oo, de 28, foram presos por investigarem o assassinato de moradores de um vilarejo pertencentes à minoria muçulmana rohingya, cometido pelas forças de segurança e por turbas de civis de Mianmar.

    No dia 3 de setembro eles foram condenados de acordo com a Lei de Segredos Oficiais dos tempos coloniais, um caso visto como um teste das liberdades democráticas de Mianmar.

    Khashoggi foi morto em 2 de outubro no consulado saudita em Istambul quando foi ao local para obter documentos para seu casamento. Ele foi a primeira pessoa escolhida como 'Pessoa do Ano' da Time postumamente.

    A Time também honrou Maria Ressa, fundadora do site de notícias filipino Rappler que tem criticado com frequência o presidente Rodrigo Duterte, e a redação da Capital Gazette de Anápolis, em Maryland, onde um atirador matou cinco pessoas a tiros em junho.

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    Bachelet, da ONU, diz ser contrária à liberação de armas sem controle e que órgão monitora Brasil de perto

    GENEBRA (Reuters) - A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, afirmou nesta quarta-feira ser contrária à liberação de armas sem controle para a população e disse que armas são muito perigosas 'nas mãos de pessoas que não sabem usá-las corretamente'.

    Bachelet, que também é ex-presidente do Chile, respondeu ao ser questionada sobre como o órgão que chefia dentro da Organização das Nações Unidas (ONU) vê as propostas do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    'Até agora não vimos nada ainda, foi só um anúncio, veremos o que acontece depois', disse Bachelet em Genebra, acrescentando que o órgão está monitorando o Brasil de perto, assim como todos demais países.

    O presidente eleito defendeu publicamente ao longo da campanha a flexibilização do porte de armas para permitir que o cidadão se defenda.

    Bachelet também se posicionou contra um envolvimento maior de militares em ações de combate à violência. 'Eu não concordo com isso, quero dizer, não acredito que essa seja a maneira como devemos fazer isso'.

    DITADURAS

    A ex-presidente do Chile, que assumiu o cargo na ONU em setembro deste ano, também comentou as declarações de Bolsonaro de que não houve ditaduras no Chile e no Brasil.

    'Eu realmente acredito que na América Latina tivemos uma época em que tínhamos muitas ditaduras em vários países. E eu acredito que no Brasil houve uma ditadura e que tiveram vítimas dessa ditadura e tortura', disse a maior autoridade em Direitos Humanos da ONU, acrescentando a existência de comissões de verdade para investigar o período.

    'É claro que no Chile também tivemos uma ditadura por 17 anos e Pinochet não foi eleito pelas pessoas, ele deu um golpe de Estado', afirmou sobre Augusto Pinochet, que já foi elogiado publicamente por Bolsonaro. 'Houve muitas pessoas que desapareceram, que foram mortas, torturadas', acrescentou.

    'Eu espero que tenhamos aprendido uma lição na América Latina, de que, embora democracias não sejam perfeitas, a democracia é a melhor maneira para as pessoas poderem se desenvolver e ter os direitos e oportunidades que merecem', disse a alta-comissária.

    (Reportagem de Stephanie Nebehay; texto de Laís Martins, em São Paulo)

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    Sonda da Nasa pousa em Marte para missão sísmica inédita

    Por Steve Gorman

    LOS ANGELES (Reuters) - A sonda InSight, da Nasa, pousou com segurança na superfície de Marte nesta segunda-feira para iniciar sua missão de dois anos como a primeira espaçonave desenvolvida para explorar as profundezas de outro planeta.

    Engenheiros do Jet Propulsion Laboratory (JPL) perto de Los Angeles comemoraram e aplaudiram no momento em que receberam sinais confirmando a chegada da InSight ao solo marciano --um vasto descampado perto do equador do planeta-- pouco antes das 18h (horário de Brasília).

    Minutos depois, controladores do JPL receberam uma nebulosa 'selfie' dos novos arredores da sonda no planeta vermelho, mostrando parte de uma perna de pouso ao lado de uma pedra.

    Os dados de pouso e a primeira imagem foram enviados à Terra através de um dos dois satélites em miniatura que foram lançados junto com a InSight.

    Carregando instrumentos que detectam calor planetário e movimentações sísmicas nunca medidas em outro lugar que não a Terra, a sonda adentrou a fina atmosfera de Marte a 19.795 quilômetros por hora.

    Assim que pousou, a sonda estacionária teve uma pausa programada de 16 minutos para a poeira assentar, literalmente, no local de pouso, antes de painéis solares em forma de disco serem abertos como asas para captar energia.

    Pesando 360 quilos, a InSight --abreviação de Exploração Interior Usando Investigações Sísmicas, Geodesia e Transporte de Calor-- é a 21ª missão marciana dos EUA, que começou com os sobrevoos Mariner nos anos 1960. Quase duas dezenas de outras missões marcianas foram enviadas por outras nações.

    (Por Steve Gorman; reportagem adicional de Pavithra George)

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    Sonda da Nasa pousa em Marte para missão sísmica inédita

    Por Steve Gorman

    LOS ANGELES (Reuters) - A sonda InSight, da Nasa, pousou com segurança na superfície de Marte nesta segunda-feira para iniciar sua missão de dois anos como a primeira espaçonave desenvolvida para explorar as profundezas de outro planeta.

    Engenheiros do Jet Propulsion Laboratory (JPL) perto de Los Angeles comemoraram e aplaudiram no momento em que receberam sinais confirmando a chegada da InSight ao solo marciano --um vasto descampado perto do equador do planeta-- pouco antes das 18h (horário de Brasília).

    Minutos depois, controladores do JPL receberam uma nebulosa 'selfie' dos novos arredores da sonda no planeta vermelho, mostrando parte de uma perna de pouso ao lado de uma pedra.

    Os dados de pouso e a primeira imagem foram enviados à Terra através de um dos dois satélites em miniatura que foram lançados junto com a InSight.

    Carregando instrumentos que detectam calor planetário e movimentações sísmicas nunca medidas em outro lugar que não a Terra, a sonda adentrou a fina atmosfera de Marte a 19.795 quilômetros por hora.

    Assim que pousou, a sonda estacionária teve uma pausa programada de 16 minutos para a poeira assentar, literalmente, no local de pouso, antes de painéis solares em forma de disco serem abertos como asas para captar energia.

    Pesando 360 quilos, a InSight --abreviação de Exploração Interior Usando Investigações Sísmicas, Geodesia e Transporte de Calor-- é a 21ª missão marciana dos EUA, que começou com os sobrevoos Mariner nos anos 1960. Quase duas dezenas de outras missões marcianas foram enviadas por outras nações.

    (Por Steve Gorman; reportagem adicional de Pavithra George)

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    Desmatamento da Amazônia atinge recorde em uma década

    Por Marcelo Teixeira

    SÃO PAULO (Reuters) - O desmatamento da Amazônia atingiu seu maior nível em uma década neste ano, impulsionado pela exploração ilegal de madeira e pelo avanço da agricultura sobre a floresta, mostraram dados do governo nesta sexta-feira.

    Imagens de satélite nos 12 meses até o final de julho deste ano mostraram que 7.900 quilômetros quadrados de floresta amazônica foram destruídos, equivalente a mais da metade do território da Jamaica. O valor representa ainda um crescimento de 13,7 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.

    O desmatamento é um fator-chave por trás do aquecimento global e responde por cerca de 15 por cento das emissões anuais de gases do efeito estufa, patamar similar ao do setor de transporte.

    Nesta sexta-feira, um relatório do governo dos Estados Unidos apontou que a mudança climática custará aos EUA centenas de bilhões de dólares até o final do século.

    O ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, disse em comunicado que a exploração ilegal de madeira é o principal fator por trás do aumento do desmatamento da Amazônia. Ele pediu que o governo aumente a fiscalização na floresta.

    Pará e Mato Grosso foram os Estados que mais contribuíram para o crescimento do desmatamento. Mato Grosso é principal produtor de grãos do Brasil e lidera a elevação na produção de soja.

    O Observatório do Clima, uma rede de organizações não-governamentais, disse em outro comunicado que o aumento do desmatamento não foi uma surpresa. Além da exploração ilegal de madeira, a entidade disse que o setor de commodities do país, que está em expansão, contribuiu para a destruição da floresta, uma vez que produtores buscam expandir a área plantada.

    Marcio Astrini, do Greenpeace, disse que o governo brasileiro não faz o bastante para combater o desmatamento e políticas adotadas recentemente, como a redução de áreas protegidas, incentivaram a destruição florestal.

    Os dois grupos demonstram preocupação com a possibilidade de o desmatamento aumentar ainda mais durante o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, que assumirá em janeiro. Ele é um crítico do Ibama e tem no setor agrícola um de seus principais grupos de apoio.

    Apesar da elevação recente, o desmatamento ainda está bem abaixo dos níveis recordes do início dos anos 2000, antes de o governo brasileiro lançar uma estratégia para combater a destruição florestal. Em 2004, por exemplo, mais de 27 mil quilômetros quadrados foram desmatados, uma área do tamanho do Haiti.

    Cientistas consideram a Amazônia como uma das principais proteções naturais contra o aquecimento global, já que a floresta atua como gigantesca absorvedora de carbono. A floresta também é rica em biodiversidade e abriga bilhões de espécies ainda não estudadas.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Não há garantia que morte de Marielle será esclarecida durante intervenção, diz Jungmann

    Não há garantia que morte de Marielle será esclarecida durante intervenção, diz Jungmann

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Não há garantias de que os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes serão esclarecidos até o fim deste ano, quando termina a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, disse nesta sexta-feira o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que apontou que a prioridade é desvendar um complô montado por autoridades do Estado para atrapalhar as investigações.

    Jungmann disse ainda que milicianos estariam envolvidos no crime e que por trás da morte há muitos interesses que precisam ser revelados.

    'Há testemunhos de duas pessoas em que são feitas gravíssimas acusações contra agentes públicos do Rio de Janeiro e que existiria um complô entre agentes públicos, milicianos e políticos muito poderosos que não teriam interesse na elucidação do caso Marielle', disse Jungmann a jornalistas em evento da FGV Energia sobre combate à corrupção.

    'Não posso dizer isso (que o assassinato de Marielle será esclarecido neste ano). Os poderosos (envolvidos), eu gostaria que estivessem todos presos e ficarei muitíssimo feliz no dia que estiverem todos na cadeia', adicionou Jungmann.

    Até agora, o ex-policial militar Orlando de Curicica foi o principal suspeito de envolvimento na morte da vereadora e do motorista preso. Nesta semana, dois supostos milicianos que seriam do mesmo grupo de Curicica também foram detidos pela polícia.

    Fontes apontaram à Reuters dois caminhos sobre as motivações para o assassinato de Marielle. Um delas seria uma disputa fundiária na zona oeste, em que a parlamentar estaria atrapalhando os planos de um político com atuação na região que defendia a especulação imobiliária numa área defendida pela vereadora. A outra possibilidade seria o envolvimento de políticos da Assembleia Legislativa do Estado insatisfeitos com o trabalho do deputado estadual Marcelo Freixo, com quem Marielle trabalhou no passado.

    'Vamos chegar nessas pessoas, seja quem for. Governo tem distanciamento para fazer esse processo de faxina do Rio de Janeiro. Temos mais que certeza (do envolvimento de políticos poderosos)', finalizou Jungmann.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Lava Jato prende 20 por esquema de propina de R$68 mi em obra da Petrobras na Bahia

    Por Pedro Fonseca

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira 20 pessoas e cumpriu diversas ordens de busca e apreensão como parte de uma nova fase da operação Lava Jato que investiga suspeita de pagamento de propina de 68 milhões de reais de empreiteiras a agentes públicos e intermediários na construção de um prédio da Petrobras na Bahia, informaram autoridades.

    A investigação se concentra na construção da sede da Petrobras em Salvador, a Torre Pituba, que foi alvo de esquema de superfaturamento e contratações fraudulentas que se estendeu de 2009 a 2016, de acordo com os procuradores da Lava Jato. A obra foi realizada pelas empreiteiras OAS e Odebrecht, que montaram esquemas simultâneos de pagamentos de propinas, acrescentaram.

    Foram expedidos no total 22 mandados de prisão, sendo 8 de prisão preventiva e 14 de prisão temporária, contra executivos de empresas envolvidas na construção do empreendimento, intermediários, funcionários da Petrobras e do fundo de pensão da estatal, o Petros, além de pessoas ligadas ao PT.

    Um dos presos foi Valdemir Garreta, que trabalhou como marqueteiro do PT, enquanto o ex-presidente da Petros e dos Correios Wagner Pinheiro Oliveira teve mandados de busca e apreensão cumpridos contra ele, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF).

    Segundo a PF, dois alvos não puderam ser presos porque se encontram fora do país.

    O prédio no centro das investigações foi concebido por dirigentes da Petrobras e do fundo de pensão Petros para abrigar a sede da estatal em Salvador. O acordo previa que o Petros seria responsável por realizar a obra, e a Petrobras alugaria o edifício por 30 anos.

    Segundo os investigadores, aditivos contratuais voltados a aumentar o volume das vantagens indevidas pagas no âmbito da obra levaram o valor total do empreendimento da Torre Pituba a mais de 1,3 bilhão de reais.

    'De acordo com as investigações, no esquema ilícito montado desde o início, Petrobras e Petros formaram grupos de trabalho nos quais seus integrantes, em conluio com outros dirigentes da estatal e do fundo de pensão, em troca de vantagens indevidas, inclusive para o Partido dos Trabalhadores (PT), passaram a fraudar os procedimentos seletivos para a contratação da empresa gerenciadora da obra, da responsável pelo projeto executivo e das empreiteiras que ficaram responsáveis pela obra', disse o MPF em comunicado.

    Segundo os procuradores, foram obtidas evidências por meio de quebra de sigilo de dados bancários, fiscais, telemáticos e telefônicos que comprovaram afirmações de colaboradores que fecharam acordos de delação premiada, além de documentos oriundos de cooperação jurídica internacional.

    PAGAMENTOS EM ESPÉCIE

    Pagamentos de propina a agentes públicos da Petrobras e a dirigentes da Petros ocorriam em diferentes endereços, inclusive em hotéis de São Paulo, enquanto os pagamentos ao PT eram feitos por pessoa interposta ao então tesoureiro do partido, João Vaccari, que está preso pela Lava Jato, ou diretamente ao PT por meio de doações partidárias ao Diretório Nacional, de acordo com os procuradores. Também foram realizados repasses por meios de empresas offshore, acrescentaram.

    Em nota, o PT disse que a Lava Jato faz acusações sem provas ao partido e tenta criminalizar doações eleitorais feitas dentro da lei. 'O combate à corrupção exige seriedade de investigadores e juízes. Não pode continuar funcionando como espetáculo de mídia e perseguição política', afirmou.

    A Petrobras disse, também em nota, que a operação teve início a partir de uma investigação que a própria empresa realizou internamente e cujos relatórios com os resultados foram enviados ao MPF. A empresa afirmou, ainda, que vem colaborando com as investigações desde 2014 e que é reconhecida pelas autoridades no Brasil e no exterior como vítima dos atos desvendados pela Lava Jato.

    A Odebrecht informou que continua colaborando com a Justiça e que reafirma o seu compromisso de atuar com ética, integridade e transparência. O Petros também disse que vem colaborando de forma irrestrita com as autoridades e que não se pronuncia sobre os investimentos em investigação.

    A OAS informou que ?os atuais gestores da companhia têm prestado? às autoridades todos os esclarecimentos a respeito de atividades e contratos sobre os quais haja questionamentos.

    Os mandados judiciais foram expedidos pela Justiça Federal do Paraná no âmbito da 56ª fase da Lava Jato, a primeira desde que o juiz Sérgio Moro, que era o responsável pelos processos da operação em 1ª instância, pediu exoneração na semana passada para assumir o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública no futuro governo de Jair Bolsonaro.

    Os mandados de prisão e de busca e apreensão estão divididos entre os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, de acordo com a Polícia Federal.

    A operação foi nomeada de 'Sem Fundos', segundo a PF em referência às perdas do fundo de pensão da Petrobras, assim como ao fato de os crimes investigados parecerem revelar um “saco sem fundos”.

    (Reportagem adicional de Maria Clara Pestre)

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    Cuba decide retirar profissionais do Mais Médicos; Bolsonaro diz que dará asilo a cubanos

    Por Nelson Acosta e Mateus Maia

    HAVANA/BRASÍLIA (Reuters) - Cuba anunciou nesta quarta-feira que vai se retirar do programa Mais Médicos, que durante cinco anos tem enviado especialistas de saúde da ilha ao Brasil, depois que o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que iria modificar os termos de colaboração da iniciativa e estabeleceu condições ao governo cubano.

    Bolsonaro comparou a atuação dos médicos cubanos no programa Mais Médicos a trabalho escravo e garantiu que, quando assumir o governo, 'o cubano que quiser pedir asilo aqui vai ter'.

    'Eu jamais faria um acordo com Cuba nesses termos. Isso é trabalho escravo, não é nem análogo à escravidão, é trabalho escravo, não poderia compactuar com isso daí', disse Bolsonaro em entrevista coletiva em Brasília.

    O presidente eleito também questionou a capacidade dos médicos cubanos, afirmando aos jornalistas 'duvidar' que alguém quisesse ser atendido por um dos profissionais de saúde da ilha e afirmando ter relatos de 'barbaridades' cometidos por médicos cubanos no país.

    A televisão estatal cubana informou, ao ler comunicado do Ministério de Saúde de Cuba, que Bolsonaro, 'com referências diretas, depreciativas e ameaçadoras à presença de nossos médicos, tem declarado e reiterado que modificará os termos e condições do programa Mais Médicos, com desrespeito à Organização Pan-Americana da Saúde e ao que foi acordado por esta com Cuba'.

    Logo após o anúncio de Havana, Bolsonaro foi ao Twitter para afirmar que o governo cubano não aceitou as condições de seu governo para a manutenção da ilha no Mais Médicos, entre elas o pagamento integral dos salários aos profissionais cubanos que atuam no país.

    De acordo com o presidente eleito, a maior parte dos vencimentos tem como destino a 'ditadura' da ilha caribenha, e a decisão cubana de abandonar o Mais Médicos não leva em conta os impactos na saúde dos brasileiros e na integridade dos médicos cubanos.

    'Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou', escreveu Bolsonaro na rede social.

    'Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos', acrescentou.

    Cuba participa desde agosto de 2013 do Mais Médicos, programa criado durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff com o objetivo de ampliar o atendimento médico no país a cidadãos de baixa renda.

    O Ministério da Saúde cubano disse que comunicou sua decisão à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e aos políticos brasileiros que 'fundaram e defenderam essa iniciativa'.

    Em nota, o Ministério da Saúde do Brasil informou que vai convocar 'nos próximos dias um edital para médicos que queiram ocupar as vagas que serão deixadas pelos profissionais cubanos' e que desde 2016 vem trabalhando para diminuir os médicos cubanos no programa.

    'Até aquela data, cerca de 11.400 profissionais de Cuba trabalhavam no Mais Médicos. Neste momento, 8.332 das 18.240 vagas do programa estão ocupadas por eles', acrescentou.

    De acordo com o governo cubano, cerca de 20.000 médicos atenderam 113 milhões de pacientes brasileiros em mais de 3.000 municípios do país. Os profissionais ficam com 25 por cento dos mais de 3.000 dólares pagos pelo Brasil à ilha por cada médico por mês, com 75 por cento ficando com o governo de Havana.

    Os serviços de saúde de Cuba, que estão presentes em 67 países, se tornaram uma das principais fontes de receita em dólares para Havana, assim como o turismo.

    Por meio da Opas, os médicos cubanos colaboraram na luta contra o Ebola na África e os problemas de visão na América Central e no Caribe, além de estarem presentes em países como Equador, Peru, Chile, México e Venezuela, entre outros.

    O fim da parceria com Cuba foi lamentado pelo governador eleito do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), que participava de encontro de governadores eleitos com Bolsonaro em Brasília no momento do anúncio da ilha.

    “É mais um problema para gestores estaduais e mais ainda para municípios, que estão quebrados. Município não tem capacidade de pagar os médicos para ficar nas comunidades”, disse Casagrande a jornalistas.

    (Reportagem adicional de Eduardo Simões, em São Paulo, e Lisandra Paraguassu e Mateus Maia, em Brasília)

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    WIDER IMAGE - Mães de bebês afetados por Zika ainda lutam contra dificuldades financeiras e desamparo

    (Veja versão multimídia em https://reut.rs/2RRMEWN)

    Por Ueslei Marcelino

    RECIFE (Reuters) - Quase três anos depois que um surto de Zika no Brasil provocou milhares de casos de microcefalia e outras deficiências congênitas em recém-nascidos, a Reuters reencontrou mães e filhos afetados pelo vírus.

    Desde então, o primeiro vírus transmitido por mosquito de que se tem conhecimento que afeta fetos em desenvolvimento, desapareceu das manchetes, mas autoridades de saúde global temem que o vírus possa atingir novas populações.

    Em Angola, dezenas de casos de bebês nascidos com microcefalia desde 2017 parecem estar ligados ao mesmo tipo de Zika que atingiu a América Latina.

    No Nordeste, conversamos com cerca de 30 mães que contraíram o vírus da Zika durante a gravidez. A maioria foi abandonada pelos maridos e hoje precisa cuidar das crianças sozinha.

    Muitas se adaptaram em grande parte ao choque inicial de descobrir a deficiência dos filhos, trocando sonhos de suas próprias carreiras pela realidade de cuidar 24 horas por dia de uma criança que pode nunca andar ou falar.

    Muitas lutam para sobreviver com um auxílio mensal de apenas 954 reais, que deve cobrir gastos com moradia, alimentação, medicamentos e transporte para as frequentes consultas médicas.

    Algumas encontram apoio entre mães cujos filhos passam as mesmas dificuldades. Outras expressaram gratidão por familiares ou amigos que ajudam na luta diária. Muitas confessaram passar por momentos de desespero e depressão, e algumas chegaram a considerar suicídio. Mas, todas compartilham um forte amor por seus filhos e a esperança de uma vida melhor.

    Quatro delas nos revelaram um pouco de sua rotina em casas simples nas redondezas de Recife e Olinda.

    APOIO MORAL

    Gabriela Alves de Azevedo, de 22 anos, vive nas redondezas de Olinda com sua filha, Ana Sophia, agora com 3 anos de idade.

    Ana Sophia tem microcefalia, uma rara deficiência congênita marcada pelo tamanho reduzido da cabeça devido a uma má-formação do cérebro durante a gestação. Antes da Zika, deficiências congênitas do tipo nunca haviam sido ligadas a doenças transmitidas por mosquito. Além dos problemas de desenvolvimento, Ana Sophia tem dificuldades para ver, ouvir e engolir.

    Gabriela planejava terminar o ensino médio e estudar fisioterapia. Agora, passa os dias cuidando da filha. Seu marido a deixou pouco depois do nascimento de Ana Sophia. Ele não conseguiu aceitar a condição da criança, disse Gabriela, e não paga a pensão alimentícia.

    'Graças a Deus minha família me consolou, porque eu já estava entrando em depressão', disse. 'Se não fosse minha família eu já estaria louca.'

    Hoje, alguns parentes ajudam com apoio moral, e a avó paterna de Ana Sophia ajuda com seu cuidado diário.

    Gabriela faz exercícios de fisioterapia com a filha em casa e acredita que a saúde dela melhorou.

    'Hoje em dia eu a trato como uma criança normal. Eu vejo que ela tem a deficiência dela... mas finjo que ela não tem nada na verdade', disse.

    'NUNCA DESISTAM'

    Gleyse Kelly da Silva, de 28 anos, conta com a ajuda de seu marido e mãe para cuidar de Maria Giovanna, a 'Gigi', de 3 anos. Mas, o peso ainda é grande, e ela foi obrigada a deixar seu emprego para se dedicar à filha.

    Depois que Gigi nasceu, houve muitas consultas com equipes médicas para tentar entender as implicações da Zika. Hoje, essas consultas são menos frequentes, mas os desafios médicos de Gigi ainda são significativos.

    'Ela não senta sozinha, não rola, não faz nada só', disse Gleyse.

    Gigi precisa de um ortopedista, mas não há médicos suficientes e ela está há muito tempo em listas de espera.

    Gleyse sofre levando a cadeira de rodas de sua filha no transporte público. Poucos ônibus têm elevadores que funcionam, e mesmo assim alguns motoristas já se recusaram a ajudá-la.

    'As pessoas não respeitam os direitos da minha filha', disse. Outras mães já compartilharam com Gleyse histórias semelhantes, incluindo quando um passageiro se recusou entrar no ônibus com 'aquele demônio', em referência a um bebê com microcefalia.

    Dificuldades como essa fizeram com que Gleyse criasse a União de Mães de Anjos (UMA), que fornece ajuda e apoio logístico a mães de crianças com microcefalia. O grupo agora ajuda mais de 250 famílias em Pernambuco.

    Gleyse disse que algumas mães abandonaram seus filhos devido às muitas dificuldades, enviando-os para morar com avós ou outros parentes. Ela está determinada a criar um espaço no mundo para crianças como Gigi. Seu conselho para outras mães é: 'Não desistam dos seus filhos nunca.'

    MILAGRE

    Alguns anos atrás, Jackeline Vieira de Souza, de 28 anos, lutou para superar uma rara complicação de uma gravidez anterior e sobreviveu a um câncer.

    'O meu sonho era ser mãe de novo', disse.

    Em 2015, seu sonho virou realidade. Mas, durante a gravidez, Jackeline descobriu que o filho, Daniel Vieira de Oliveira, tinha microcefalia.

    'Quando eu vi rosto, o jeitinho dele, eu me apaixonei de cara. Eu sabia que esse menino iria ser algo muito bom na minha vida. Eu sabia que as dificuldades iriam vir, mas também a alegria.'

    O pai de Daniel se separou de Jackeline pouco depois de descobrir que o filho tinha microcefalia. Ele paga uma pequena pensão alimentícia todos os meses, que é somada ao auxílio mensal que Jackeline ganha do governo.

    A viagem de ônibus entre a casa de Jackeline, em Olinda, e onde Daniel faz tratamentos, em Recife, demora horas. Ultimamente, essas viagens têm sido menos frequentes, e Jackeline acredita que a saúde de Daniel é mais estável.

    Ela sabe que seu filho nunca irá andar, comer sozinho ou ter uma vida normal. Mesmo assim, Jackeline é grata por seu 'milagre', que diz a fazer se sentir 'feliz e mais realizada'.

    ESPERANÇA E DESESPERO

    Rosana Vieira Alves, de 28 anos, tem três filhas, mas quase toda sua atenção é dedicada à mais nova, Luana Vieira da Silva, de 3 anos.

    'A relação entre elas é de ciúmes uma com a outra. Eu gosto de todas, é que Luana precisa de mais cuidados... Com o tempo elas vão entender isso', disse.

    Rosana não tem nenhuma ajuda da família e sofre para pagar gastos com moradia e os remédios de Luana. Ela afirma ter sido uma vitória conseguir uma cadeira de rodas para a filha, e se preocupa com as quatro cirurgias que Luana precisa para corrigir problemas com seus olhos, estômago e a posição de seu quadril e pés.

    As exigências já levaram Rosana a momentos difíceis, e ela confessa ter considerado cometer suicídio. Mas ela ainda sonha com um futuro melhor e espera estudar contabilidade ou engenharia civil.

    'Tenho certeza que um dia ainda vou chegar lá', disse.

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