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    Síria promete recuperar Golã depois de Trump apoiar ocupação de Israel

    BEIRUTE (Reuters) - O governo da Síria prometeu nesta sexta-feira recuperar as Colinas de Golã ocupadas por Israel, enquanto aliados e inimigos criticaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por indicar que reconhece a soberania israelense sobre o território tomado durante uma guerra.

    O comentário feito por Trump na quinta-feira marcou uma mudança dramática na diretriz norte-americana sobre a condição legal de uma área disputada que Israel capturou da Síria na Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexou em 1981, em uma manobra sem reconhecimento internacional.

    Rússia e Irã, aliados militares de Damasco, repudiaram o reconhecimento, que o governo sírio disse revelar o viés pró-israelense 'cego' de Washington.

    'A nação síria está mais determinada a libertar esta parte preciosa da terra nacional síria através de todos os meios disponíveis', disse uma fonte oficial, segundo a agência estatal de notícias síria.

    As Colinas de Golã continuarão 'sírias, árabes', disse, afirmando que a declaração de Trump mostrou desprezo pela lei internacional.

    A Turquia, aliada dos EUA e adversária do governo de Damasco, também criticou o gesto, dizendo que colocou o Oriente Médio à beira de uma nova crise e que não se pode permitir a legitimação da ocupação das Colinas de Golã.

    'O comunicado infeliz do presidente Trump dos EUA ontem colocou a região à beira de uma nova crise', disse o presidente turco, Tayyip Erdogan.

    O Irã disse que a posição norte-americana é ilegal e inaceitável, e a Rússia disse que uma mudança no status das Colinas de Golã seria uma violação direta de resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU).

    O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que faz uma turnê pela região, segue nesta sexta-feira para Beirute, onde se encontrará com aliados políticos do Hezbollah, grupo poderoso e aliado do Irã, incluindo o presidente Michel Aoun.

    Tanto a Rússia quanto o Irã enviaram forças à Síria para apoiar o presidente Bashar al-Assad durante o conflito sírio – Teerã despachou suas próprias forças e também apoia milícias xiitas regionais, como o libanês Hezbollah, que vêm auxiliando Damasco.

    'Este reconhecimento ilegal e inaceitável não muda o fato de que elas (Colinas de Golã) pertencem à Síria', disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano na televisão estatal.

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pressionou os EUA para que reconhecessem sua reivindicação e aventou essa possibilidade em sua primeira reunião com Trump na Casa Branca em fevereiro de 2017. O comentário de Trump ajudou Netanyahu em sua atual campanha de reeleição.

    (Reportagem de Ali Abdelaty, no Cairo; Tom Perry, em Beirute; Maria Kiselyova, em Moscou; Parisa Hafezi, em Dubai; Yousef Saba, no Cairo; Ezgi Erkoyun e Ali Kucukgocmen, em Istambul)

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    Assad está prestes a recuperar fronteira de Golã após rendição de rebeldes

    BEIRUTE/AMÃ (Reuters) - O presidente da Síria, Bashar al-Assad, está prestes a retomar o controle da fronteira com as Colinas de Golã ocupadas por Israel agora que combatentes rebeldes da área concordaram com os termos de uma rendição, disseram fontes dos dois lados nesta quinta-feira.

    Os rebeldes da província de Al-Quneitra, na divisa com o território de controle israelense, concordaram em aceitar uma passagem livre para a província rebelada de Idlib, no noroeste, ou permanecer na área nos termos do Estado, segundo detalhes divulgados por um veículo de notícias do Hezbollah e uma fonte dos insurgentes.

    O grupo libanês Hezbollah luta na Síria em defesa de Assad.

    A manobra marcaria outra grande vitória para Assad, que recuperou porções do sudoeste sírio no último mês graças a uma ofensiva apoiada pela Rússia que já obrigou muitos rebeldes a se renderem.

    A reportagem do veículo de notícias militar do Hezbollah disse que o acordo estipulou 'a volta do Exército sírio, representado pelas 90a e 61a brigadas, às posições em que estava antes de 2011'.

    Uma cópia do acordo enviada à Reuters por uma fonte rebelde inclui uma cláusula segundo a qual a polícia militar russa acompanhará as duas mesmas brigadas do Exército 'para a linha de cessar-fogo e a zona desmilitarizada, de acordo com o acordo de 1974'.

    A zona desmilitarizada das Colinas de Golã foi estabelecida em 1974, depois da Guerra do Yom Kippur do ano anterior.

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