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    Vice de venezuelano Guaidó é preso e levado em caminhão guincho

    Por Angus Berwick e Mayela Armas

    CARACAS (Reuters) - Agentes de inteligência da Venezuela detiveram o vice do líder da oposição Juan Guaidó no Congresso, na quarta-feira, usando um caminhão guincho para levá-lo dentro de seu veículo, o que levou o governo dos Estados Unidos a alertar para 'consequências' se ele não for libertado.

    A agência de inteligência Sebin deteve Edgar Zambrano, vice-presidente da Assembleia Nacional presidida por Guaidó, na primeira prisão de um parlamentar desde que Guaidó tentou provocar um levante militar para derrubar o governo do presidente Nicolás Maduro na semana passada.

    Na terça-feira, a Assembleia Constituinte, que é pró-Maduro, concordou em privar Zambrano e seis outros parlamentares de sua imunidade parlamentar para que eles possam ser processados. A oposição não reconhece as decisões da Constituinte.

    Anteriormente a Suprema Corte acusou os parlamentares de conspiração, rebelião e traição, e na quarta-feira acusou outros três parlamentares opositores dos mesmos crimes.

    A oposição diz que Maduro aparelhou o Supremo com seus apoiadores, e nesta semana Washington ameaçou punir todos os seus membros.

    A embaixada dos EUA na Venezuela, hoje sediada em Washington, disse que a 'detenção arbitrária' de Zambrano foi 'ilegal e indesculpável'.

    'Maduro e seus cúmplices são os responsáveis diretos pela segurança de Zambrano. Se ele não for libertado imediatamente, haverá consequências', disse a embaixada no Twitter.

    Na semana passada, uma tentativa de levante de Guaidó, reconhecido pelos EUA e outros países ocidentais como o chefe de Estado legítimo do país, foi incapaz de afastar Maduro, assim como uma série de sanções norte-americanas contra o governo. Maduro denuncia tais ações como uma tentativa de golpe.

    'Um dos principais conspiradores do golpe acaba de ser preso', disse Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Constituinte, em comentários transmitidos pela televisão estatal.

    'Eles terão que pagar diante dos tribunais pelo golpe fracassado que tentaram'.

    Zambrano disse no Twitter que, perto das 18h40 (horário local), agentes do Sebin cercaram seu veículo diante da sede do partido Ação Democrática, no bairro La Florida, em Caracas.

    Guaidó disse no Twitter: 'O regime sequestrou o primeiro vice-presidente'.

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    Parlamentares governistas da Venezuela abrem caminho para julgamento de Guaidó

    Por Angus Berwick e Vivian Sequera

    CARACAS (Reuters) - A Assembleia Constituinte da Venezuela, legislatura todo-poderosa controlada pelo governista Partido Socialista, aprovou na noite de terça-feira uma medida que permite julgamento do líder opositor Juan Guaidó, o que parece ser mais um passo para prendê-lo.

    Guaidó, líder da Assembleia Nacional de oposição, invocou a Constituição para se declarar presidente interino em janeiro, argumentando que a reeleição do presidente Nicolás Maduro em 2018 foi uma fraude.

    Ele foi reconhecido pelos Estados Unidos e a maioria das outras nações ocidentais como líder legítimo da Venezuela, e disse não reconhecer as decisões tomadas pelo governo Maduro.

    O decreto da Assembleia Constituinte é necessário para a Suprema Corte levar adiante um julgamento de Guaidó porque, como parlamentar, ele tem imunidade -- o que torna mais difícil julgá-lo do que a um cidadão comum.

    'Isto autoriza formalmente a continuação do julgamento (de Guaidó)', disse o chefe da Assembleia Constituinte, Diosdado Cabello, que também é o vice-presidente do Partido Socialista.

    Na segunda-feira, a Suprema Corte reiterou uma medida anterior que proibiu Guaidó de sair do país, uma ordem que ele desacatou abertamente em fevereiro ao embarcar em uma turnê por países latino-americanos para fortalecer o apoio à sua campanha para depor Maduro.

    A Procuradoria-Geral da Venezuela iniciou uma investigação sobre Guaidó e seus supostos laços com 'incidentes de violência' em janeiro, mas não ordenou sua detenção, nem o acusou oficialmente de nenhum crime.

    'Não nos esquivaremos à nossa responsabilidade', disse Guaidó a repórteres no leste de Caracas após o anúncio. 'Eles pensaram que isso seria fácil. Mas não será. Se eles querem ir em frente, terão que assumir as consequências'.

    O advogado constitucionalista José Vicente Haro classificou a decisão como uma 'fraude constitucional' que privou Guaidó da imunidade parlamentar sem aprovação da legislatura, que pela Constituição precisa aprovar tal decisão.

    'Ela também violou o devido processo legal, porque ele deveria ter tido uma audiência para se defender', explicou Haro em uma entrevista por telefone.

    Maduro disse que Guaidó deveria 'encarar a justiça' e o qualifica como um fantoche golpista dos EUA – mas não chegou a pedir sua prisão.

    Os apoiadores internacionais de Guaidó, sobretudo o governo Trump, alertaram as autoridades venezuelanas a não tocá-lo e ameaçaram sanções ainda mais rígidas contra o governo Maduro para privá-lo ainda mais de fontes externas de financiamento.

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    Guaidó é proibido de exercer cargos públicos na Venezuela por 15 anos

    CARACAS (Reuters) - O governo da Venezuela disse nesta quinta-feira que o líder da oposição Juan Guaidó, apoiado pelos Estados Unidos, não poderá exercer cargos públicos durante 15 anos, conforme tenta reprimir o rival do presidente Nicolás Maduro.

    Guaidó pediu novos protestos contra Maduro no sábado, na esteira de um blecaute que deixou o país sem energia durante dias nesta semana.

    Cidades de toda a Venezuela voltaram a ter eletricidade nesta quinta-feira depois do segundo grande blecaute em menos de um mês. Na noite de quarta-feira, Maduro atribuiu a pane a um 'ataque terrorista' na hidrelétrica de Guri, que fornece eletricidade para a maior parte do país.

    Guaidó, líder da Assembleia Nacional controlada pela oposição, quer tomar o poder de Maduro e de seu Partido Socialista. Ele invocou a Constituição para se autoproclamou presidente interino do país, argumentando que a reeleição de Maduro em 2018 foi fraudulenta.

    A maioria das nações sul-americanas e ocidentais reconheceram Guaidó como o líder legítimo da Venezuela, enquanto Maduro o classifica como uma marionete dos EUA que tenta afastá-lo com um golpe.

    Em fevereiro, o controlador-geral da Venezuela, Elvis Amoroso, iniciou uma auditoria sobre Guaidó porque ele supostamente mentiu a respeito de suas finanças pessoais e recebeu recursos de fontes não autorizadas.

    Em um pronunciamento feito na televisão estatal nesta quinta-feira, Amoroso disse que Guaidó não explicou a origem de recursos que usou para pagar viagens ao exterior que fez desde que entrou na Assembleia.

    Amoroso disse que seu escritório decidiu banir Guaidó da vida pública por até 15 anos, o máximo para servidores públicos que cometem irregularidades.

    Em um comício, Guaidó questionou a validade do papel de Amoroso.

    'O único organismo que pode indicar um controlador é o Parlamento legítimo', disse.

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    Guaidó retorna à Venezuela em afronta a Maduro

    CARACAS (Reuters) - O líder da oposição na Venezuela, Juan Guaidó, voltou ao seu país nesta segunda-feira, depois de desrespeitar uma proibição de viajar imposta pela Justiça para visitar países latino-americanos a fim de reunir apoio em sua campanha para tirar o presidente Nicolás Maduro do poder.

    Uma multidão de apoiadores recebeu Guaidó e sua esposa na chegada à área de desembarque do Aeroporto Internacional Maiquetía e depois partiram para uma manifestação da oposição no leste de Caracas, onde milhares de pessoas se reuniram para recebê-lo.

    O retorno de Guaidó, reconhecido por várias nações ocidentais como legítimo chefe de Estado da Venezuela, indica que os adversários de Maduro, pelo menos temporariamente, evitaram a prisão de um líder que uniu a oposição tradicionalmente fragmentada.

    Mas também aumentará a pressão sobre Maduro para agir contra Guaidó enquanto sua autoridade continua a diminuir e o colapso econômico do país alimenta a desnutrição e a fome.

    'A esperança nasceu e não vai morrer - as coisas estão indo bem', disse Guaidó à multidão em uma praça no distrito de Las Mercedes. 'Vamos celebrar essa pequena vitória hoje.'

    Ele anunciou planos de se reunir na terça-feira com funcionários públicos, que foram historicamente pressionados pelo Partido Socialista no poder para participar de comícios pró-governo, bem como para uma grande marcha no sábado.

    Guaidó deixou a Venezuela secretamente pela Colômbia, em violação de uma ordem da Suprema Corte, para coordenar esforços no país vizinho em 23 de fevereiro para enviar ajuda humanitária para a Venezuela para aliviar a escassez de comida e remédios.

    Tropas, porém, bloquearam os caminhões com ajuda enviados da Colômbia e do Brasil, levando a conflitos que mataram pelo menos seis pessoas na fronteira com o Brasil, disseram grupos de direitos humanos.

    Da Colômbia, ele viajou para Argentina, Brasil, Equador e Paraguai para reunir apoio latino-americano para um governo de transição que precedesse eleições livres e justas.

    No domingo, ele partiu de avião da cidade equatoriana de Salinas, mas não apareceu em público desde então. A imprensa venezuelana publicou que ele viajou da Cidade do Panamá para Caracas.

    Ele manteve detalhes de sua viagem sob sigilo e chegou sem aviso prévio, encontrando-se com embaixadores de países europeus no aeroporto.

    Guaidó chama Maduro de usurpador e diz que sua presidência é ilegítima depois que ele conseguiu a reeleição no ano passado em uma votação amplamente considerada uma farsa. Maduro mantém o controle de instituições estatais e a aparente lealdade de figuras importantes das forças armadas.

    Perguntado por um repórter como foi recebido no aeroporto pelas autoridades de imigração, que poderiam ter impedido sua entrada por violar a proibição de viagens, Guaidó disse que se dirigiram a ele como presidente - um golpe em Maduro, que o chama de fantoche dos EUA.

    'Aqui está meu passaporte, são e salvo', disse Guaidó, mostrando para a multidão.

    O Ministério da Informação não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

    'ENCARAR A JUSTIÇA'

    Maduro, que nega que haja uma crise humanitária na Venezuela, afirmou que a prisão de seu opositor depende do sistema judiciário.

    'Ele não pode entrar e sair como quiser. Ele tem que encarar a Justiça, e a Justiça o proibiu de deixar o país', disse, à ABC News, semana passada.

    Manifestantes em Caracas, muitos usando branco e carregando bandeiras da Venezuela, disseram que a prisão de Guaidó levaria a novos protestos.

    'Se o regime tem pelo menos um pouco de consciência, não deveria prender Guaidó porque as pessoas realmente não tolerariam isso', disse Franklin López, um administrador de 60 anos.

    O governo prendeu dúzias de líderes opositores e ativistas que tentaram derrubar Maduro por meio de manifestações violentas entre 2014 e 2017, incluindo o mentor de Guaidó, Leopoldo López, que segue em prisão domiciliar.

    ((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447753)) REUTERS PAL

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    Guaidó enfrentará risco de prisão ao voltar à Venezuela para desafiar Maduro

    Por Angus Berwick

    CARACAS (Reuters) - O líder opositor venezuelano Juan Guaidó pretende correr o risco de ser preso ao voltar para casa nesta segunda-feira, já que ignorou uma proibição de viagem de um tribunal e visitou aliados latino-americanos para angariar mais apoio à sua campanha para depor o presidente Nicolás Maduro.

    O retorno de Guaidó, cujos detalhes sua equipe tem mantido sob sigilo, pode se tornar a próxima conflagração de seu duelo com Maduro enquanto ele tenta manter o apoio e convencer apoiadores internacionais a isolarem ainda mais o governo venezuelano.

    A prisão de Guaidó poderia permitir à oposição ressaltar como a gestão Maduro reprime seus adversários políticos e levar os Estados Unidos a imporem sanções ainda mais rígidas – mas também pode privar o país de uma liderança pública que trouxe unidade depois de anos de conflitos internos.

    No domingo, Guaidó, que foi reconhecido como o chefe de Estado legítimo da Venezuela por muitas nações ocidentais, disse que enfrentará o 'desafio histórico' de voltar a tempo para comandar protestos na segunda e terça-feiras, em pleno feriado de Carnaval – época incomum para manifestações.

    'Se o regime ousar, claro, nos sequestrar, será o último erro que cometerá', disse Guaidó durante uma transmissão pelo Twitter, sem revelar sua localização. Ele disse que ele e sua equipe prepararam 'os passos a seguir' caso ele seja detido.

    Guaidó partiu para a Colômbia em segredo, violando uma ordem da Suprema Corte, para coordenar no dia 23 de fevereiro, no país vizinho, os esforços para enviar ajuda humanitária à Venezuela para aliviar a escassez generalizada de alimentos e remédios.

    Mas soldados leais a Maduro impediram a entrada de comboios de caminhões de ajuda enviados da Colômbia e do Brasil, o que provocou confrontos que mataram ao menos seis pessoas ao longo da fronteira brasileira, segundo grupos de direitos humanos.

    Da Colômbia ele viajou para Argentina, Brasil, Equador e Paraguai para angariar apoio latino-americano para um governo de transição que antecederia a realização de eleições livres e justas.

    Ainda no domingo ele partiu de avião da cidade equatoriana litorânea de Salinas, mas não falou publicamente desde então, com exceção da transmissão pelo Twitter. Para chegar a Caracas na manhã desta segunda-feira ele poderá pegar voos comerciais de Bogotá ou da Cidade do Panamá.

    Maduro, que rotula Guaidó de fantoche golpista dos EUA, disse que sua prisão depende do sistema de justiça.

    (Reportagem adicional de Matt Spetalnick em Washington)

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    Guaidó diz que voltará à Venezuela até 2ª, não descarta oferecer garantias para Maduro deixar poder

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, disse nesta quinta-feira, em Brasília, que apesar das ameaças planeja voltar para a Venezuela até a próxima segunda-feira e que não tem medo de manter a resistência em seu país, mas deixou aberta em sua fala a possibilidade de uma saída para que Nicolás Maduro deixe o poder, como tem defendido o governo brasileiro.

    'O objetivo central de qualquer transição é a governabilidade que permita atender o cidadão. Temos plena consciência de que para gerar governabilidade, gerar garantias para alguns setores é parte do processo', disse Guaidó em entrevista no Palácio do Planalto.

    'A perseguição deixa cicatrizes. Mas o que não podemos fazer nesse momento é nós venezuelanos vivermos com ressentimento, porque isso nos mataria.'

    Ainda assim, ressaltou, qualquer diálogo com o governo de Maduro só pode existir se for para incluir um caminho para eleições transparentes e livres na Venezuela.

    O autodenominado presidente encarregado da Venezuela chegou a Brasília na madrugada desta quinta-feira, vindo da Colômbia, em busca de apoio mais explícito dos países da região, depois do fracasso da operação de ajuda humanitária.

    Foi recebido no Palácio do Planalto com a pompa reservada a presidentes eleitos ou autoridades como vice-presidentes: tapete vermelho e guarda presidencial, mas sem a cerimônia de uma visita oficial. Ainda assim, além do que desejavam setores do governo.

    Na noite anterior, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rego Barros, anunciara o encontro como uma visita 'pessoal' e que Guaidó seria recebido oficialmente no Itamaraty, onde daria entrevista.

    A versão atendia os receios dos militares do governo, que preferem não correr o risco de um rompimento definitivo com a governo de Nicolás Maduro e as implicações que isso possa ter para o Brasil, como o fim da venda de energia da Venezuela para o Estado de Roraima.

    Na manhã desta quinta, no entanto, Bolsonaro decidiu atender os apelos dos venezuelanos, que esperavam uma demonstração mais forte de apoio por parte do Brasil, como receberam na Colômbia.

    Em uma declaração à imprensa ao lado de Guaidó, um momento normalmente reservado a visitas de chefe de Estado ou presidentes eleitos, Bolsonaro afirmou que interessa ao Brasil uma Venezuela 'próspera e democrática' e que era necessário fazer um 'mea-culpa' pelo papel de ex-presidentes brasileiros na situação atual daquele país, em aparente referência aos petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

    'O Brasil estava em um caminho semelhante. Aqui o povo resolveu dar um ponto final ao populismo, à demagogia barata', disse Bolsonaro, acrescentando que os governos de esquerda 'gostavam tanto de pobres que os multiplicaram'.

    Em um movimento raro, o governo brasileiro ainda abriu espaço para que Guaidó desse uma entrevista no Palácio do Planalto, no salão reservado a pronunciamentos presidenciais e entrevistas oficiais.

    Guaidó agradeceu a recepção que teve no Brasil e afirmou que o encontro 'é um marco para resgatar um relacionamento positivo que beneficie nossa gente não a um grupo político'.

    Perguntado se voltaria a Venezuela, já que foi ameaçado pelo governo de Nicolás Maduro, Guaidó afirmou que irá na sexta-feira a Assunção e retornará a Caracas até segunda-feira.

    'Como sabem, recebi ameaças pessoais e familiares e também de prisão por parte do regime. Mas isso não vai evitar nosso retorno a Venezuela. Esse final de semana no mais tardar segunda-feira. A resposta do regime não pode continuar sendo perseguição, repressão. Nos próximos dias voltarei a Caracas, apesar das ameaças', declarou.

    Insistentemente questionado se a possibilidade de uma intervenção militar ainda estava sendo considerada, apesar de o Grupo de Lima ter afastado essa opção, o autodeclarado presidente interino venezuelano desconversou.

    'Todos os mecanismos que nos levem a eleições livres podem ser implementados', disse, acrescentando que todos os cenários de ajuda internacional são possíveis se levarem a eleições livres.

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    Guaidó diz que não tem medo de ameaças e que voltará a Venezuela até segunda-feira

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, disse nesta quinta-feira, em Brasília, que apesar das ameaças planeja voltar para a Venezuela até a próxima segunda-feira e que não tem medo de manter a resistência em seu país.

    Em uma entrevista no Palácio do Planalto, Guaidó afirmou ainda saber que qualquer processo de transição precisa dar garantias a setores do governo de Nicolás Maduro para garantir a estabilidade.

    'Não podemos viver com ressentimentos', afirmou, acrescentando, no entanto, que a perseguição promovida pelo atual regime a opositores 'deixa cicatrizes'.

    Maduro ameaçou Guaidó de prisão caso o líder da oposição retorne à Venezuela. Ainda assim, Guaidó afirmou em Brasília que irá na sexta-feira a Assunção e retornará a Caracas até segunda-feira.

    'Recebi ameaças pessoais e familiares e também de prisão. Mas isso não vai evitar minha volta à Venezuela', garantiu.

    Guaidó foi recebido no Planalto pelo presidente Jair Bolsonaro com o mesmo tratamento reservado a presidentes eleitos, com direito a tapete vermelho e guarda presidencial, mas sem entrada pela rampa principal do palácio.

    O encontro durou cerca de 40 minutos e Bolsonaro ainda acompanhou Guaidó em uma declaração à imprensa que não estava prevista inicialmente, em um gesto de apoio maior do que o previsto. Na quarta-feira, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou que haveria apenas um 'visita pessoal', e a recepção oficial a Guaidó seria no Itamaraty.

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    Guaidó vai se reunir com Bolsonaro em esforço anti-Maduro

    Por Anthony Boadle

    BRASÍLIA (Reuters) - O líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, se reuniu com embaixadores da União Europeia no Brasil, na quinta-feira, antes de uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro, em um esforço para pressionar o presidente Nicolás Maduro a renunciar.

    Embora o governo Bolsonaro tenha sido um dos primeiros a reconhecer Guaidó como o líder legítimo da vizinha Venezuela, o autoproclamado presidente interino será recebido sem as honras militares que normalmente são concedidas a dignitários estrangeiros e que recebeu na Colômbia na semana passada.

    O gabinete de Guaidó disse que o encontro com Bolsonaro será de caráter privado, mas a reunião do líder da oposição venezuelana com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, será oficial.

    Araújo liderou a contribuição do Brasil para o plano de ajuda humanitária liderado pelos EUA que, até agora, ainda não conseguiu levar alimentos e medicamentos à Venezuela --o país está sofrendo de uma profunda crise econômica marcada pela escassez generalizada de elementos básicos.

    Após se reunir com Bolsonaro às 14h, no Palácio do Planalto, Guaidó dará uma coletiva de imprensa às 14h30.

    Os militares brasileiros, que têm ex-oficiais ocupando um terço do ministério de Bolsonaro, vêm tendo o cuidado de evitar o rompimento de relações com Maduro, um socialista no poder desde 2013, mesmo porque o Estado de Roraima depende do fornecimento de eletricidade da Venezuela.

    Em janeiro, Guaidó invocou a Constituição para assumir a Presidência interinamente, argumentando que a reeleição de Maduro em 2018 foi fraudulenta. Desde então, ele foi reconhecido pela maioria das nações ocidentais como o líder legítimo da nação produtora de petróleo.

    Após uma visita à Colômbia para o lançamento de um plano liderado pelos EUA para obter ajuda humanitária na Venezuela, o Brasil é a primeira parada de Guaidó em uma excursão a várias nações para exercer pressão diplomática contra Maduro.

    O Brasil está sendo um dos pontos de coleta de ajuda da oposição venezuelana e, junto com os Estados Unidos, financiou as 200 toneladas de alimentos e remédios armazenados em Boa Vista.

    A oposição da Venezuela não conseguiu levar essa ajuda para além da fronteira, como planejado no último final de semana, depois que Maduro a fechou. Vinte e cinco venezuelanos que feridos em protestos na fronteira foram tratados em um hospital brasileiro, um dos quais morreu na quarta-feira.

    O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington ainda está trabalhando em planos para levar a ajuda humanitária à Venezuela.

    'Estamos esperançosos de que nas próximas semanas possamos realmente começar a reduzir o problema. É um grande problema', disse Pompeo a repórteres durante voo do Vietnã às Filipinas.

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