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    Avaliação positiva de governo Bolsonaro cai 15 pontos desde janeiro e soma 34%, diz Ibope

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - A avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro sofreu uma queda de 15 pontos percentuais em relação a janeiro e agora soma 34 por cento, apontou pesquisa Ibope divulgada pelo instituto nesta quarta-feira, que também mostrou que a aprovação pessoal do presidente caiu 16 pontos no período, para 51 por cento.

    De acordo com o levantamento, a avaliação regular do governo Bolsonaro é de 34 por cento, ao passo que 24 por cento avaliam o governo como ruim ou péssimo.

    Em fevereiro, a avaliação positiva do governo era de 39 por cento, enquanto em janeiro esse número era de 49 por cento. No mês passado, 30 por cento consideravam o governo regular, contra 26 por cento em janeiro. Já o percentual dos que viam o governo de forma negativa era de 19 por cento em fevereiro e de 11 por cento em janeiro.

    De acordo com o Ibope, 8 por cento não souberam responder quando indagados sobre a avaliação do governo, percentual que era de 12 por cento em fevereiro e de 14 por cento em janeiro.

    Ainda de acordo com a sondagem, 51 por cento dos entrevistados aprovam o desempenho pessoal de Bolsonaro na Presidência, ante 57 por cento em fevereiro e 67 por cento em janeiro. O percentual dos que desaprovam é de 38 por cento agora, contra os 31 por cento registrados em fevereiro e 21 por cento em janeiro.

    Dez por cento não souberam responder sobre o desempenho pessoal de Bolsonaro, ante 12 por cento em fevereiro e janeiro.

    O Ibope também pesquisou a confiança em Bolsonaro, e 49 por cento afirmaram confiar no presidente, contra 55 por cento em fevereiro e 62 por cento em janeiro. Ao mesmo tempo, 44 por cento afirmaram não confiar em Bolsonaro, ante 38 por cento em fevereiro e 30 por cento em janeiro.

    O Ibope ouviu 2.002 pessoas entre sábado e terça-feira. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

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    Para 75%, futuro governo Bolsonaro está no caminho certo¸ diz pesquisa CNI/Ibope

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - Os brasileiros estão otimistas em relação ao futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro e alimentam expectativas positivas sobre a sua gestão, informou pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira.

    Segundo a sondagem do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, 75 por cento dos brasileiros acreditam que o presidente eleito e sua equipe estão “no caminho certo”, enquanto apenas 14 por cento acham que ele e seus indicados estão no “caminho errado”.

    A pesquisa também identificou que cerca de dois terços dos brasileiros --64 por cento-- têm a expectativa de que o próximo governo será “ótimo” ou “bom”. Outros 18 por cento afirmam que o governo Bolsonaro será regular, 14 por cento acreditam que será “ruim” ou “péssimo”, e 4 por cento não responderam.

    Segundo o gerente-executivo de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, é comum que um presidente eleito conte com um “voto de confiança” no início de seu governo, mesmo entre eleitores que votaram em outros candidatos.

    “Após a eleição de um novo presidente, você tem uma onda de expectativa maior. Mesmo entre aqueles que não votaram no presidente, mas que também não são totalmente contra”, avaliou Fonseca.

    “A gente percebe, até pelos números, que pessoas que não votaram no presidente Bolsonaro estão otimistas ou relativamente otimistas em relação ao futuro”, disse o gerente-executivo, acrescentando que a população dará seu “veredito” ao longo do próximo governo.

    A pesquisa divulgada nesta quinta-feira mostrou ainda que dentre os 80 por cento dos entrevistados que se disseram pelo menos um pouco informados sobre as indicações de Bolsonaro para o primeiro escalão, 55 por cento as consideraram adequadas ou muito adequadas.

    EXPECTATIVA

    Para a maioria dos entrevistados, saúde e desemprego são os principais problemas do país: os temas foram citados por 46 por cento e 45 por cento respectivamente. A corrupção foi mencionada por 40 por cento, enquanto a segurança pública foi lembrada por 38 por cento.

    Ao listarem as prioridades, os entrevistados citaram novamente os mesmos assuntos. Para 41 por cento, a prioridade do governo deve ser melhorar os serviços de saúde. A geração de empregos vem em seguida, citada como prioridade por 40 por cento. Logo após vem o combate à corrupção e o combate à violência e à criminalidade, ambos citados por 36 por cento.

    Questionados sobre as principais medidas já anunciadas por Bolsonaro e sua equipe de transição, 40 por cento dos entrevistados disseram não lembrar de nenhuma proposta.

    A reforma da Previdência, no entanto, foi a medida mais citada espontaneamente, por 12 por cento dos entrevistados. A flexibilização das regras para posse de armas foi lembrada por 9 por cento, assim como o combate à corrupção.

    A redução da maioridade penal foi mencionada por 7 por cento, mesma parcela que destacou o combate à violência de forma genérica, à criminalidade, à pedofilia ou à violência contra mulheres.

    Questionados sobre as expectativas para 2019, 66 por cento dos entrevistados afirmou que a situação econômica do país irá melhorar ou melhorar muito. Para 19 por cento ela continuará igual, enquanto 8 por cento avaliam que ela irá piorar e 3 por cento acreditam que irá piorar muito. Outros 5 por cento não responderam.

    “Você tem um quadro bastante positivo em termos de expectativa da população com o que vai acontecer daqui para frente. Obviamente grande parte dessa expectativa está relacionada ao novo governo, isso é normal”, disse Fonseca.

    Realizada entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro, a pesquisa não captou eventuais flutuações nos índices de Bolsonaro relacionadas às informações sobre movimentações atípicas em mais de 1 milhão de reais em conta de ex-assessor de filho Flávio, reveladas depois disso.

    O Ibope entrevistou 2 mil pessoas em 127 municípios e a margem de erro da sondagem é de 2 pontos percentuais.

    GOVERNO TEMER

    A pesquisa também abordou a avaliação do governo de Michel Temer, que apesar de pequena melhora em seus índices, encerra sua gestão com um dos mais baixos índices de popularidade.

    Segundo a CNI/Ibope, 74 por cento avaliam o governo como ruim ou péssimo, ante 82 por cento em setembro. A avaliação positiva –ótimo ou bom-- do atual governo passou de 4 por cento, em setembro, para 5 por cento em dezembro.

    A desaprovação da maneira de governar caiu de 92 por cento, em setembro, para 85 por cento em dezembro, enquanto a aprovação subiu de 6 por cento para 9 por cento.

    A confiança em Temer oscilou de 5 por cento para 7 por cento. Os que responderam não confiar no presidente passaram de 92 por cento para 90 por cento.

    (Edição de Alexandre Caverni)

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    Bolsonaro tem 57% dos votos válidos e Haddad aparece com 43%, diz Ibope

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem 57 por cento dos votos válidos, de acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira, que apontou o petista Fernando Haddad com 43 por cento.

    Pesquisa do instituto divulgada na semana passada mostrou Bolsonaro com 59 por cento dos votos válidos, enquanto Haddad aparecia com 41 por cento. Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, Bolsonaro oscilou para baixo dentro da margem, enquanto Haddad variou para cima, também dentro da margem.

    Pelo critério dos votos totais, Bolsonaro aparece com 50 por cento, ante 52 por cento na pesquisa anterior, enquanto Haddad soma 37 por cento, mesmo patamar da sondagem da semana passada.

    Brancos e nulos somam 10 por cento, ante 9 por cento na semana passada, e o percentual dos que não sabem ou não responderam é de 3 por cento, ante 2 por cento na sondagem anterior.

    O Ibope também indagou sobre o potencial de voto dos dois candidatos e, segundo o levantamento, a rejeição a Bolsonaro cresceu, enquanto a de Haddad caiu.

    De acordo com o instituto, 37 por cento disseram que votarão com certeza em Bolsonaro, eram 41 por cento na semana passada; enquanto 40 por cento disseram que não votarão de jeito nenhum no candidato do PSL, ante 35 por cento na pesquisa anterior.

    Já no caso de Haddad, 31 por cento afirmaram que votarão com certeza nele, ante 28 por cento na sondagem anterior; enquanto 41 por cento declararam que de jeito algum votarão no presidenciável petista, eram 47 por cento na semana passada.

    O Ibope perguntou ainda aos eleitores quem eles acreditam que vencerá a eleição, independentemente de sua intenção de voto, e 69 por cento apostaram em vitória de Bolsonaro, enquanto 21 por cento previram a eleição de Haddad.

    O Ibope ouviu 3.010 pessoas entre domingo e esta terça-feira. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S.Paulo e foi divulgada pelo Jornal Nacional.

    O segundo turno da eleição presidencial está marcado para o próximo domingo.

    (Por Eduardo Simões)

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    Ibope mostra Bolsonaro com 41% dos votos válidos, Haddad tem 25%

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem 41% da preferência do eleitorado pelo critério dos votos válidos, de acordo com pesquisa Ibope divulgada neste sábado, véspera do primeiro turno da eleição, enquanto o petista Fernando Haddad soma 25 por cento.

    No levantamento anterior do instituto, divulgado na quarta-feira, Bolsonaro tinha 38 por cento dos votos válidos, contra 28 por cento de Haddad.

    O critério de votos válidos exclui os brancos e nulos e é usado pela Justiça Eleitoral para a contabilização oficial dos votos. Para vencer a eleição já no domingo e evitar um segundo turno um candidato precisa obter metade mais um dos votos válidos.

    Nos votos totais, Bolsonaro aparece agora com 36 por cento, ante 32 por cento na quarta-feira, enquanto Haddad soma 22 por cento, tinha 23 por cento na quarta-feira.

    Ciro Gomes (PDT) aparece com 11 por cento das intenções de voto, ante os 10 por cento de quarta-feira, e Geraldo Alckmin (PSDB) registra os mesmos 7 por cento da pesquisa anterior.

    Em uma simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, o ex-capitão do Exército aparece com 45 por cento, contra 41 por cento do petista. Ambos estão empatados no limite da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais. Na sondagem anterior, Haddad aparecia com 43 por cento, contra 41 por cento de Bolsonaro.

    A pesquisa Ibope, encomendada pela jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo e divulgada no Jornal Nacional, ouviu 3.010 pessoas entre sexta-feira e este sábado. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

    (Por Eduardo Simões)

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    Bolsonaro tem 32% e mantém liderança da corrida presidencial, Haddad soma 23%, diz Ibope

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, se mantém à frente da corrida presidencial e agora soma 32 por cento das intenções de voto, de acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira, que apontou o candidato do PT, Fernando Haddad, com 23 por cento.

    No levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira, Bolsonaro aparecia com 31 por cento, enquanto Haddad somava 21 por cento.

    O levantamento desta quarta, divulgado a quatro dias do primeiro turno da eleição, mostrou ainda Ciro Gomes (PDT) com 10 por cento --eram 11 por cento na segunda--, Geraldo Alckmin (PSDB) soma 7 por cento --8 por cento na anterior-- e Marina Silva aparece com os mesmos 4 por cento anteriores.

    João Amoêdo (Novo) soma 2 por cento --3 por cento na anterior--, Henrique Meirelles (MDB) manteve os mesmos 2 por cento da pesquisa de segunda. Alvaro Dias (Podemos) soma 1 por cento --2 por cento na segunda-- e Cabo Daciolo (Patriota) manteve 1 por cento.

    Brancos e nulos somam 11 por cento, contra 12 por cento na segunda-feira, e o percentual dos que não sabem ou não responderam soma 6 por cento, ante 5 por cento.

    Nos votos válidos, Bolsonaro manteve os mesmos 38 por cento da pesquisa anterior e Haddad somou 28 por cento --ante 25 por cento.

    Os votos válidos descartam os votos brancos e nulos e são usados pela Justiça Eleitoral na contabilização oficial. Para um candidato vencer a eleição já no primeiro turno ele precisa ter a metade mais um dos votos válidos.

    SEGUNDO TURNO E REJEIÇÃO

    Na simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, o petista teria 43 por cento dos votos, contra 41 por cento do candidato do PSL. Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, os dois estão em empate técnico.

    No levantamento anterior, os dois estavam empatados em 42 por cento.

    Em outras simulações de segundo turno, Bolsonaro é derrotado por Ciro --46 a 39 por cento--, perde numericamente para Alckmin, mas em empate técnico dentro da margem de erro --41 a 40 por cento-- e vence Marina numericamente, mas em empate técnico no limite da margem de erro --43 a 39 por cento.

    De acordo com o Ibope, Bolsonaro ainda é o candidato com maior rejeição, 42 por cento, ante 44 por cento na pesquisa de segunda-feira. Haddad vem logo atrás, com uma rejeição de 37 por cento, era 38 por cento há dois dias.

    Marina é rejeitada por 23 por cento agora, eram 25 por cento na segunda, enquanto Alckmin tem rejeição de 17 por cento, ante 19 por cento, e Ciro é rejeitado por 16 por cento, eram 18 por cento na pesquisa anterior.

    O Ibope ouviu 3.010 pessoas em 209 municípios entre segunda e terça-feira.

    (Por Eduardo Simões)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro amplia vantagem e lidera com 31%, Haddad mantém 21%, diz Ibope

    Bolsonaro amplia vantagem e lidera com 31%, Haddad mantém 21%, diz Ibope

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, ampliou sua vantagem na liderança da corrida presidencial, passando a 31 por cento das intenções de voto, seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad, que aparece com 21 por cento, mostrou pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira.

    No levantamento anterior do Ibope, feito para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgado na última quarta-feira, Bolsonaro tinha 27 por cento, enquanto Haddad aparecia com os mesmos 21 por cento.

    A pesquisa desta segunda mostrou ainda Ciro Gomes (PDT) com 11 por cento (ante 12 por cento na última quarta), Geraldo Alckmin (PSDB) com 8 por cento (ante 8 por cento) e Marina Silva (Rede) com 4 por cento (6 por cento antes).

    Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, Ciro e Alckmin estão empatados tecnicamente no terceiro lugar, assim como o tucano e Marina estão no limite do empate técnico no quarto lugar.

    O levantamento mostra ainda João Amoêdo (Novo) com os mesmos 3 por cento da última pesquisa, seguido por Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos), que também repetiram a taxa anterior, de 2 por cento.

    Os votos nulos e brancos somaram 12 por cento, ante 11 por cento na última pesquisa, enquanto os entrevistados que disseram não saber em quem irão votar passaram a 5 por cento, ante 7 por cento.

    SEGUNDO TURNO

    Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perde para Ciro por 45 a 39 por cento (ante 44 a 35 por cento), fica atrás numericamente de Alckmin, por 42 a 39 por cento (ante 40 a 36 por cento), empata com Haddad em 42 por cento (ante 42 por cento para o petista a 38 por cento), e derrota Marina, por 43 a 38 por cento (ante 40 a 38 por cento).

    O Ibope também pesquisou a rejeição dos candidatos.

    Bolsonaro segue o mais rejeitado pelos eleitores, segundo o Ibope, com 44 por cento, mesma taxa da pesquisa anterior. A rejeição a Haddad saltou para 38 por cento, ante 27 por cento.

    Marina tem rejeição de 25 por cento, ante 27 por cento, enquanto Alckmin é rejeitado pelos mesmos 19 por cento da pesquisa anterior, e Ciro tem rejeição de 18 por cento, ante 16 por cento.

    A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, ouviu 3.010 eleitores entre sábado e domingo, em 208 municípios.

    (Por Alexandre Caverni)

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    CNI/Ibope aponta tendência de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad

    BRASÍLIA (Reuters) - Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira aponta para a tendência de segundo turno na disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), os candidatos com eleitores mais convictos, e reforça o contexto de polarização eleitoral.

    O levantamento demonstrou ainda que quase um terço do eleitorado tem alta probabilidade de mudar seu voto para evitar a vitória candidato que não gosta, mas aparentemente Bolsonaro, primeiro colocado na pesquisa com 27 por cento das intenções de voto, e Haddad, com 21 por cento, seriam os menos prejudicados com eventuais mudanças de decisão do eleitor.

    'Claramente são os dois candidatos que têm um percentual elevado de intenção de votos, que a gente pode chamar de fiéis', explicou o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca.

    'Eles (os eleitores) estão mostrando que não vão mudar de voto, claramente mostrando a polarização que está ocorrendo neste momento.'

    Pela sondagem, cerca de três em cada 10 eleitores poderiam mudar seu voto -- 28 por cento responderam que a probabilidade de deixar de votar no candidato de preferência é alta ou muito alta.

    Mas 55 por cento dos entrevistados que declararam voto em Bolsonaro classificam sua decisão como definitiva, sem chance de mudança, enquanto entre os que declaram voto em Haddad, a parcela dos que não mudarão 'de jeito nenhum' seu voto é de 49 por cento.

    Segundo Fonseca, os eleitores mais propensos a mudar sua posição são justamente os que responderam que votariam em Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB).

    'É um cenário que está levando a crer que a gente vai ter uma disputa final entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro', disse o gerente da CNI.

    Na pesquisa divulgada nesta quarta, Ciro Gomes registrou 12 por cento, seguido por Alckmin, com 8 por cento, e Marina Silva (Rede), com 6 por cento.

    Nas simulações de segundo turno, o candidato do PSL aparece numericamente à frente apenas contra Marina (40 a 38 por cento), mas fica atrás de Haddad (42 a 38 por cento), Alckmin (40 a 36 por cento) e Ciro (44 a 35 por cento), este último, o único caso de vantagem além da margem de erro.

    A última sondagem CNI/Ibope tinha sido divulgada no final de junho, antes do registro dos candidatos e de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sua candidatura rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sendo formalmente substituído por Haddad.

    Na ocasião, no cenário sem Lula, Bolsonaro liderava com 17 por cento, no limite do empate técnico com Marina, que tinha 13 por cento. Em seguida apareciam Ciro, com 8 por cento, e Alckmin, com 6 por cento. Haddad tinha 2 por cento.

    No levantamento mais recente do Ibope, encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S.Paulo e divulgado na última segunda-feira, Bolsonaro tinha 28 por cento, seguido por Haddad (22 por cento), Ciro (11 por cento), Alckmin (8 por cento) e Marina (5 por cento). Essa sondagem foi realizada entre os dias 22 e 23.

    Para a pesquisa encomendada pela CNI, o Ibope ouviu 2.000 pessoas entre os dias 22 e 24, em 126 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

    O Ibope também mediu a popularidade do governo do presidente Michel Temer, que sem mantém baixa. O percentual dos que classificam o governo como 'ótimo' ou 'bom' permanece em 4 por cento, comparado a levantamento de junho, enquanto o percentual dos que o consideram 'ruim' ou 'péssimo' passou de 79 por cento para 82 por cento.

    A pesquisa identificou ainda que avaliação negativa do governo Temer cresceu nas regiões Sul e Centro-Oeste.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Bolsonaro mantém 28% e segue na liderança; Haddad vai a 22%, diz Ibope

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, deputado Jair Bolsonaro, segue na liderança da corrida presidencial deste ano, mantendo 28 por cento das intenções de voto, seguido pelo petista Fernando Haddad, que chegou a 22 por cento, de acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira, que mostrou uma piora no desempenho de Bolsonaro nas simulações de segundo turno.

    A pesquisa anterior do instituto, divulgada no dia 18, havia mostrado Bolsonaro com os mesmos 28 por cento das intenções de voto de agora, enquanto Haddad tinha 19 por cento.

    O Ibope, divulgado nos sites do jornal O Estado de S. Paulo e G1, apontou Ciro Gomes com 11 por cento, repetindo a taxa da sondagem anterior, e Geraldo Alckmin (PSDB) com 8 por cento, ante 7 por cento. Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, os dois estão em empate técnico.

    Marina Silva (Rede) aparece com 5 por cento, ante 6 por cento há uma semana. João Amoêdo (Novo) oscilou para 3 por cento, ante 2 por cento, enquanto Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) mantiveram os mesmos 2 por cento da sondagem anterior.

    De acordo com o Ibope, 12 por cento declararam voto branco ou nulo, ante 14 por cento na pesquisa anterior, enquanto 6 por cento disseram não saber em que votarão, ante 7 por cento.

    SEGUNDO TURNO E REJEIÇÃO

    Nas simulações de segundo turno Bolsonaro só não perde para Marina, com quem empata em 39 por cento --na semana passada ele vencia por 41 a 36 por cento.

    Agora Haddad vence o candidato do PSL por 43 a 37 por cento --na pesquisa anterior havia um empate em 40 por cento.

    Ciro tem a vitória mais folgada sobre Bolsonaro, 46 a 35 por cento, enquanto na semana passada os dois estavam em empate técnico, com uma vantagem numérica apertada para o pedetista, por 40 a 39 por cento.

    Já Alckmin derrota o presidenciável do PSL por 41 a 36 por cento, depois de os dois empatarem em 38 por cento no levantamento anterior.

    O Ibope também pesquisou a rejeição dos candidatos. Bolsonaro segue o mais rejeitado pelos eleitores, segundo o Ibope, com 46 por cento, ante 42 por cento na pesquisa anterior. A rejeição a Haddad foi a 30 por cento, ante 29 por cento.

    Marina tem rejeição de 25 por cento, ante os 26 por cento anteriores, enquanto Alckmin é rejeitado pelos mesmos 20 por cento da pesquisa anterior, e Ciro tem rejeição de 18 por cento, ante 19 por cento.

    O Ibope ouviu 2.506 pessoas entre sábado e domingo.

    (Por Alexandre Caverni)

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    Bolsonaro lidera com 28%, Haddad cresce 11 pontos e se isola em 2º lugar com 19%, diz Ibope

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, segue na liderança da corrida presidencial deste ano, agora com 28 por cento das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira, que mostrou o candidato do PT, Fernando Haddad, isolado em segundo lugar após crescer 11 pontos em relação à pesquisa anterior, chegando a 19 por cento.

    A pesquisa anterior do instituto, divulgada há uma semana, havia mostrado Bolsonaro com 26 por cento das intenções de voto, enquanto Haddad tinha 8 por cento.

    O Ibope divulgado no Jornal Nacional, da TV Globo, apontou Ciro Gomes com 11 por cento, mesmo patamar da sondagem anterior, Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 7 por cento, ante 9 por cento, e Marina Silva (Rede) com 6 por cento, ante 9 por cento há uma semana.

    A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

    Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo) somam 2 por cento cada, contra os 3 por cento que cada um deles tinha na sondagem anterior.

    De acordo com o Ibope, 14 por cento declararam voto branco ou nulo, ante 19 por cento na pesquisa anterior, enquanto 7 por cento disseram não saber em que votarão, mesmo patamar da semana passada.

    O Ibope também pesquisou a rejeição dos candidatos. Bolsonaro segue o mais rejeitado pelos eleitores, segundo o Ibope, com 42 por cento, ante 41 por cento na pesquisa anterior. A rejeição a Haddad cresceu 6 pontos, para 29 por cento.

    Marina tem rejeição de 26 por cento, em comparação aos 24 por cento anteriores, enquanto Alckmin é rejeitado por 20 por cento, ante 19 por cento, e Ciro tem rejeição de 19 por cento, ante 17 por cento.

    SEGUNDO TURNO

    Na simulação de um eventual segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, os dois empatariam em 40 por cento. Na pesquisa anterior, os dois já tinham empate técnico, mas o petista aparecia numericamente atrás, com 36 por cento, enquanto Bolsonaro tinha os mesmos 40 por cento.

    Quando a disputa simulada é com Ciro, Bolsonaro mantém uma derrota numérica, mas em empate técnico. Ciro aparece à frente por 40 por cento a 39 por cento. Na pesquisa anterior, o placar era 40 a 37 por cento a favor do pedetista.

    Bolsonaro também tem empate numérico numa simulação de segundo turno com Alckmin, em 38 por cento. Na pesquisa anterior, o candidato do PSL tinha 37 por cento e o tucano o mesmo patamar da pesquisa desta terça.

    Já quando a adversário é Marina, o presidenciável do PSL vence por 41 a 36 por cento. Na pesquisa anterior eles estavam empatados em 38 por cento.

    O Ibope ouviu 2.506 pessoas entre domingo e esta terça.

    (Por Eduardo Simões)

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    Bolsonaro lidera com 26% e mostra competitividade em simulações do 2º turno, mostra Ibope

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, lidera a disputa pelo Palácio do Planalto com 26 por cento das intenções de voto para o primeiro turno, ante 22 por cento da pesquisa anterior, poucos dias depois de ter sido esfaqueado durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG), mostrou sondagem do Ibope divulgada nesta terça-feira no site do jornal O Estado de S. Paulo.

    O levantamento mostrou também o presidenciável do PSL mais competitivo nas simulações de segundo turno.

    A nova sondagem mostrou na sequência Ciro Gomes (PDT), com 11 por cento, ante 12 por cento da pesquisa anterior, divulgada na semana passada, Marina Silva (Rede) com 9 por cento (12 por cento), Geraldo Alckmin (PSDB) com 9 por cento (9 por cento) e Fernando Haddad (PT) com 8 por cento (6 por cento).

    Como a margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, Ciro, Marina, Alckmin e Haddad têm empate técnico na segunda posição.

    Haddad foi oficializado candidato presidencial nesta terça-feira em substituição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que liderava as pesquisas de intenção de voto, mas teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido à Lei da Ficha Limpa.

    Depois de Haddad, a pesquisa mostrou o senador Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB), todos com 3 por cento. Os candidatos do Podemos e Novo repetiram a taxa da semana passada, enquanto o ex-ministro da Fazenda oscilou para cima 1 ponto percentual.

    Os votos brancos e nulos somaram 19 por cento, ante 21 por cento, e os que não souberam ou não quiseram responder foram 7 por cento, mesmo nível da pesquisa anterior.

    SEGUNDO TURNO

    As quatro simulações de segundo turno da pesquisa trouxeram empate técnico como resultado.

    Ciro ficou numericamente à frente de Bolsonaro (40 a 37 por cento), assim como Alckmin, mas com margem menor (38 a 37 por cento). No embate entre Marina e o deputado do PSL, o placar ficou empatado em 38 por cento. E contra Haddad o capitão da reserva tinha 40 por cento contra 36 por cento.

    Na pesquisa da semana passada, Bolsonaro perdia para Ciro (44 a 33 por cento), Marina (43 a 33 por cento) e Alckmin (41 a 32 por cento) e tinha empate técnico, com uma vantagem numérica menor, contra Haddad (37 a 36 por cento).

    O candidato do PSL também reduziu numericamente sua rejeição, para 41 por cento, ante 44 por cento.

    Bolsonaro, no entanto, não fui o único candidato a ver diminuição na rejeição, ainda que dentro da margem de erro. Marina apareceu com 24 por cento (ante 26 por cento), Haddad com 23 por cento (23 por cento), Alckmin 19 por cento (22 por cento) e Ciro 17 por cento (20 por cento).

    A pesquisa foi realizada entre sábado e segunda-feira com 2.002 pessoas.

    Embora tenha sido divulgada depois do levantamento mais recente do Datafolha, publicado na segunda-feira, parte da sondagem feita pelo Ibope foi realizada antes, já que o Datafolha fez suas entrevistas somente na segunda-feira.

    (Por Alexandre Caverni)

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