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    Modi promete Índia inclusiva após vitória marcante em eleição

    Por Alasdair Pal e Mayank Bhardwaj

    NOVA DÉLHI/AYODHYA (Reuters) - O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, prometeu unir o país nesta quinta-feira após uma grande vitória eleitoral com a qual seu partido ruma para ampliar a maioria parlamentar com uma plataforma de políticas pró-mercado e uma postura dura na segurança nacional.

    Dados oficiais da Comissão Eleitoral da Índia mostraram o Partido Bharatiya Janata (BJP), legenda hindu-nacionalista de Modi, com 298 das 542 cadeiras em disputa, mais do que as 282 que conquistou em 2014 e mais do que as 272 necessárias para ter maioria na câmara baixa do Parlamento.

    O resultado lhe daria a primeira maioria consecutiva de um único partido desde 1984.

    'Hoje construiremos uma Índia forte e inclusiva', disse Modi no Twitter nesta quinta-feira. 'A Índia vence novamente!'

    O triunfo de Modi animou os mercados financeiros, já que os investidores esperam que seu governo continue a realizar reformas econômicas. Ele será pressionado a gerar empregos para as dezenas de milhões de jovens que chegarão ao mercado de trabalho nos próximos anos e a fortalecer as rendas declinantes no campo.

    'Os desafios imediatos são tratar do emprego, a questão da renda agrícola e ressuscitar o setor bancário', disse Madan Sabnavis, economista-chefe da Care Ratings de Mumbai.

    Mas cumprir a promessa de unir o país será difícil porque a campanha do BJP foi polarizadora com frequência, levando a comunidade muçulmana minoritária a expressar o temor de estar sendo tratada como cidadãos de segunda classe.

    A promessa do premiê de endurecer contra o movimento separatista na Caxemira de maioria muçulmana também aumentou a tensão com o arquirrival Paquistão, que tem armas nucleares.

    Agora membros de seu partido querem que ele adote uma postura mais dura na segurança nacional, além de construiu um templo polêmico no local de uma mesquita que foi demolida por uma multidão de hindus em Ayodhya em 1992.

    Em meio às comemorações do BJP, líderes do partido Congresso se mostravam desanimados.

    'Por que, apesar de uma economia fraca, as pessoas preferiram o BJP é algo que temos que entender', disse Salman Soz, um porta-voz partidário.

    O desempenho ruim do Congresso, que só obteve 52 cadeiras, porá em questão a liderança de Rahul Gandhi, descendente da dinastia Nehru-Gandhi cujos pai, avó e bisavô serviram como premiês.

    Os resultados finais estão previstos para a noite desta quinta-feira.

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    Premiê indiano Modi deve vencer eleição com ampla margem, mostra boca de urna

    Por Aftab Ahmed e Devjyot Ghoshal

    NOVA DÉLHI (Reuters) - A aliança do atual primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, deve assegurar uma ampla maioria no Parlamento após uma eleição geral encerrada neste domingo, mostrou a maioria das pesquisas boca de urna, um resultado muito melhor do que o esperado nas últimas semanas.

    Modi enfrentou críticas no início da campanha por ter falhado em criar mais empregos e pelos baixos preços agrícolas, e tanto analistas quanto políticos disseram que a disputa eleitoral estava ficando acirrada, com o principal partido de oposição, Congresso, ganhando território.

    Mas ele fez campanha entre sua base nacionalista Hindu e transformou a disputa em uma briga por segurança nacional após uma escalada nas tensões com o Paquistão e atacou seu principal adversário por ser frouxo com relação ao arquinimigo do país.

    A Aliança Democrática Nacional de Modi (NDA, na sigla em inglês) deve conquistar entre 339 e 365 cadeiras da câmara baixa do Parlamento, composta por 545 membros, seguido por 77 a 108 cadeiras para a aliança de oposição liderada pelo partido Congresso, mostrou a pesquisa boca de urna India Today Axis.

    Para governar, um partido precisa conquistar 272 cadeiras.

    A contagem de votos registrados em centenas de milhares de máquinas computadorizadas começará no início da quinta-feira e os resultados são esperados até o meio do dia.

    Segundo outra pesquisa divulgada pelo canal de televisão Times Now, a aliança de Modi deve conquistar 306 votos. Uma pesquisa da Neta Newsx, porém, prevê que o grupo de Modi ainda ficará 30 cadeiras abaixo do necessário.

    Pesquisas boca de urna, no entanto, têm um histórico controverso em um país com 900 milhões de eleitores --dos quais cerca de dois terços votaram na eleição de sete etapas. As pesquisas frequentemente erraram o número de cadeiras, mas o resultado, em geral, tem sido acertado, disseram analistas.

    Com três das quatro pesquisas indicando uma clara maioria da aliança de Modi, os mercados acionários indianos devem subir com força na segunda-feira, enquanto também se espera que a rupia indiana se fortaleça contra o dólar, de acordo com participantes do mercado.

    Uma vitória clara significaria que Modi poderá realizar as reformas que investidores esperam que tornará a Índia um lugar mais fácil para negócios, disseram eles.

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    Ciclone atinge cidade turística da Índia; mais de 1 milhão de pessoas fogem do litoral

    Por Jatindra Dash

    BHUBANESWAR, Índia (Reuters) - Um ciclone atingiu o leste da Índia nesta sexta-feira, derrubando árvores e linhas de energia e danificando a cidade turística de Puri, mas inicialmente não havia relatos de vítimas, já que 1 milhão de pessoas se retiraram do litoral antes da chegada da tempestade.

    O ciclone tropical Fani, o mais intenso a atingir a Índia em cinco anos, passou dias ganhando força nas extremidades do norte do Golfo de Bengala até atingir o litoral do Estado de Odisha, disse a estatal Departamento Meteorológico da Índia (IMD).

    Ventos de até 200 km/h varreram árvores, arrancando dezenas, e a chuva forte prejudicou a visibilidade, esvaziando as ruas da capital estadual Bhubaneswar e de Puri.

    'Os danos em Puri são amplos, o fornecimento de energia, linhas telefônicas sem funcionar', disse o comissário especial de socorro de Odisha, Bishnupada Sethi, à Reuters, referindo-se à cidade litorânea que é popular entre peregrinos graças ao seu templo e estava diretamente no trajeto da tempestade. 'Nenhuma baixa foi relatada até agora'.

    O monitor de ciclones Tropical Storm Risk estimou o Fani como uma tempestade intensa de categoria 4 em um escala de 1 a 5, mas o IMD disse que a tempestade agora está enfraquecendo.

    Quase 60 quilômetros terra adentro, ventos derrubaram postes de energia em Bhubaneswar, onde as autoridades ordenaram que o aeroporto permaneça fechado. Escolas e faculdades de Odisha tampouco abriram. Um grande hospital da cidade sofreu danos estruturais grandes, mas todos os pacientes e funcionários estão seguros, disseram as autoridades.

    'Foi um ciclone enorme, como muitas outras nossa casa está alagada. Paredes divisórias de casas ao nosso redor desmoronaram, árvores foram arrancadas. É uma situação de pânico', disse Anuradha Mohanty, que mora em Bhubaneswar, à Reuters.

    Pessoas se amontoaram em abrigos, estendendo esteiras para aguardar a passagem da tempestade, mostraram televisões e redes sociais.

    Mais de 600 gestantes foram transferidas para locais seguros, e quase 500 ambulâncias estão de prontidão. Cerca de 242 instituições médicas receberam geradores de energia, disseram autoridades governamentais.

    Na vizinha Bangladesh, ao norte, autoridades começaram a retirar 500 mil pessoas de sete distritos costeiros, informou um ministro – o país deve ser atingido pela tempestade no sábado.

    (Reportagem adicional de Serajul Quadir em Daca)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

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    Índia planeja remover 800 mil pessoas de casa por aproximação de ciclone

    Por Jatindra Dash e Neha Dasgupta

    BHUBANESWAR, Índia/NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia vai usar botes, ônibus e trens para retirar 800 mil pessoas ao longo da costa leste do país, nesta quinta-feira, em decorrência da aproximação de um ciclone que está previsto para atingir o país em 24 horas, disseram autoridades.

    Tempestades fortes decorrentes do ciclone Fani estavam concentradas no oeste da Baía de Bengala, informou o Serviço Meteorológico da Índia. A costa sul do estado de Orissa também deve ser atingida por fortes chuvas nesta quinta-feira, de acordo com um boletim meteorológico.

    O serviço estatal de meteorologia também previu ventos de cerca de 200 km/h. O rastreador de ciclones Tropical Storm Risk avaliou as tempestades do Fani como de categoria 3.

    Cerca de 800 mil pessoas devem ser transferidas de áreas mais baixas de 14 distritos em Orissa para abrigos, escolas seguras e prédios universitários, informou um comunicado do governo.

    'Estamos maximizando esforços em todos os níveis para a retirada pelo tempo necessário', disse o comissário especial de ajuda de Orissa, Bishnupada Sethi, à Reuters.

    Turistas também foram advertidos para deixar cidades costeiras em Bengala Ocidental e Orissa, disseram autoridades estatais.

    As condições marítimas também eram suscetíveis a fortes ondulações na costa sudeste das regiões de Tâmil Nadu e Andra Pradexe, bem como no território de Puducherry, informou o serviço meteorológico.

    A temporada de ciclones na Índia geralmente ocorre de abril a dezembro, com severas tempestades que costumam levar à retirada de milhares de pessoas, mortes generalizadas e danos a plantações e propriedades na Índia e em Bangladesh.

    Um super-ciclone devastou a costa de Orissa durante 30 horas, matando 10 mil pessoas, há duas décadas. Um plano de retirada em massa de quase um milhão de pessoas em 2013 possivelmente salvou milhares de vidas.

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    Índia derruba satélite com míssil; premiê exalta país como 'potência espacial'

    Por Sanjeev Miglani e Krishna N. Das

    NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia derrubou um de seus próprios satélites com um míssil antissatélite nesta quarta-feira, disse o primeiro-ministro, Narendra Modi, apontando o primeiro teste indiano desta tecnologia como um grande avanço que estabelece o país como uma potência espacial.

    A Índia seria somente o quarto país a ter usado tal arma antissatélite, depois de Estados Unidos, Rússia e China, disse Modi em um discurso televisionado à nação.

    Tais recursos despertaram temores de instalação de armamentos no espaço e do desencadeamento de uma corrida entre rivais.

    O Ministério das Relações Exteriores chinês disse esperar que todos os países 'possam proteger seriamente a paz duradoura e a tranquilidade no espaço'. Os EUA e a Rússia não quiseram comentar de imediato. O Paquistão, antigo rival indiano, tampouco o fez.

    Armas antissatélite permitem ataques a satélites inimigos, cegando-os ou dificultando comunicações, além de criar uma base tecnológica para a interceptação de mísseis balísticos.

    'Nossos cientistas abateram um satélite ativo a 300 quilômetros de distância, na órbita baixa da terra', disse Modi no discurso

    'A Índia realizou um avanço inédito hoje', afirmou, falando em hindi. 'A Índia registrou seu nome como potência espacial'.

    Modi enfrentará uma eleição geral no mês que vem, e usou o Twitter mais cedo para anunciar seu plano para uma transmissão nacional, dizendo ter um anúncio importante a fazer.

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    Paquistão diz que devolverá piloto indiano capturado; potências pedem moderação

    Por Alasdair Pal e James Mackenzie

    NOVA DÉLHI/ISLAMABAD (Reuters) - O Paquistão devolverá um piloto capturado à Índia 'como gesto de paz', disse o primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, nesta quinta-feira em meio a esforços dos Estados Unidos para desarmar a crise entre as duas potências nucleares um dia depois de ambas abaterem caças inimigos.

    O piloto, identificado por Islamabad como Abhi Nandan, se tornou o rosto do conflito mais recente após a divulgação de vídeos que o mostram sendo capturado e mais tarde colocado sob custódia.

    Khan disse que o piloto será libertado na sexta-feira, apesar de seus militares terem relatado que quatro cidadãos paquistaneses foram mortos por disparos da Índia na fronteira disputada da Caxemira.

    'Como gesto de paz, nós o libertaremos amanhã', disse Khan ao Parlamento.

    A decisão do premiê veio depois que vários outros países ofereceram assistência diplomática para refrear o confronto entre dois países que quase entraram em guerra em 2002 pela quarta vez desde sua independência do controle colonial britânico em 1947.

    O ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Shah Mahmood Qureshi, disse que sua contraparte da Arábia Saudita deve visitar seu país com uma mensagem especial do príncipe herdeiro, Mohammed Bin Salman, que esteve no Paquistão e na Índia no início deste mês.

    Khan já pediu conversas com a Índia para evitar o risco de um 'erro de cálculo' entre os militares dos dois países, que têm armas nucleares.

    Mais cedo o presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar 'notícias razoavelmente decentes' sobre o conflito entre a Índia e o Paquistão, acrescentando que os Estados Unidos estão tentando mediar o conflito.

    'Eles estão tratando disso, e estamos envolvidos em tentar fazê-los parar', disse Trump em Hanói, onde participou de uma cúpula com o líder da Coreia do Norte. 'Estamos no meio tentando ajudar ambos a saírem.'

    O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, também se ofereceu para facilitar as conversas entre os dois lados.

    EUA, China, União Europeia e outras potências mundiais pediram moderação das duas nações, já que as tensões aumentaram na esteira de ataques aéreos recíprocos provocados por um ataque suicida com carro-bomba que matou ao menos 40 policiais paramilitares indianos na Caxemira, que é controlada pela Índia, no dia 14 de fevereiro.

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    Brasil e Austrália formalizam consulta na OMC sobre subsídio ao açúcar da Índia

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - Os governos de Brasil e Austrália apresentaram formalmente nesta quarta-feira um pedido de consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC) para questionar os subsídios ao setor de açúcar na Índia, e a expectativa, inclusive na indústria, é de que uma solução possa ser alcançada sem a necessidade de abertura de painel.

    Em nota conjunta, os Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores do Brasil disseram que o questionamento foi aberto no Sistema de Solução de Controvérsias da OMC. No entendimento do governo brasileiro, 'a recente ampliação dos subsídios indianos tem causado impactos significativos no mercado mundial de açúcar'.

    'O pedido de consultas é a primeira etapa formal de um contencioso na OMC. O governo brasileiro tem expectativa de que as consultas com o governo indiano contribuam para o equacionamento da questão', destacou o comunicado.

    Mesma esperança tem a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), que no ano passado apresentou estudo em que se calcula potencial perda de mais de 1 bilhão de dólares em receita para o setor sucroenergético do Brasil, o maior exportador global de açúcar, devido ao excedente indiano no mercado gerado via subsídios.

    'Estamos seguros de que as atuais práticas indianas violam as regras de comércio e que o desfecho de um painel será favorável para o Brasil. Mas temos esperança de que esse anúncio permita uma reavaliação do regime açucareiro por parte do governo daquele país e que possa considerar formas menos distorcivas de apoio ao setor, como a diversificação do uso da cana', disse o diretor-executivo da Unica, Eduardo Leão, também em nota.

    De acordo com a Unica, na atual safra 2018/19 a participação do Brasil nas exportações globais de açúcar caiu para perto de 30 por cento, após oscilar acima de 40 por cento nas últimas temporadas.

    A exportação menor de açúcar do Brasil em 2018/19 ocorre após o país ter produzido menos, ao destinar mais cana para a produção de etanol, mais rentável.

    A queda na produção brasileira do adoçante deve superar 15 por cento na safra atual, ao menor volume em cerca de dez anos, segundo dados do governo.

    A Índia, ao contrário, registrou um salto na produção do adoçante nos últimos anos, com expectativa de tirar do Brasil o posto de maior produtor global da commodity.

    Em outubro, a Reuters revelou que os indianos devem embarcar açúcar pela primeira vez em três anos graças ao excedente de oferta.

    Até 15 de fevereiro, a produção de açúcar na Índia apresentava alta de 8 por cento no acumulado da temporada 2018/19.

    HISTÓRICO

    A Câmara de Comércio Exterior (Camex) autorizou o Brasil a abrir consulta na OMC para questionar a política indiana de apoio ao açúcar em dezembro, após a Austrália dizer que a Índia havia superado em até dez vezes os limites permitidos para subsídios.

    Na ocasião, o governo do Brasil disse que a Índia implementa desde a década de 1960 política de preço mínimo para a cana que visa a proteger os agricultores das oscilações do preço internacional do produto. Adicionalmente, implementa medidas de subsídios à exportação, com o objetivo de escoar a superprodução nacional decorrente da política de preço mínimo para cana.

    Os Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores disseram nesta quarta-feira que 'a data e o local das consultas deverão ser acordados... nas próximas semanas'.

    (Por José Roberto Gomes, em São Paulo; reportagem adicional de Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Paquistão diz que abateu dois jatos indianos e realizou ataques aéreos em Caxemira

    Por James Mackenzie e Alasdair Pal

    ISLAMABAD/NOVA DÉLHI (Reuters) - O Paquistão realizou ataques aéreos e abateu dois jatos indianos nesta quarta-feira, disseram autoridades paquistanesas, um dia após aviões de guerra indianos atacarem o Paquistão pela primeira vez desde 1971, levando várias potências mundiais a fazerem apelos para que os dois lados mostrem moderação.

    Ambos países ordenaram ataques aéreos nos últimos dois dias, a primeira vez na história que duas potências nucleares fizeram isso, enquanto forças terrestres dos dois países trocaram fogo em mais de uma dúzia de locais.

    A tensão aumentou desde que um carro-bomba com militantes suicidas, na área de Caxemira controlada pela Índia, matou pelo menos 40 policiais paramilitares indianos em 14 de fevereiro, mas o risco de conflito aumentou drasticamente na terça-feira, quando a Índia realizou um ataque aéreo contra o que disse ser uma base de treinamento de militantes.

    O primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, pediu nesta quarta-feira negociações com a Índia e disse esperar que o 'bom senso' prevaleça para que os dois países possam diminuir as tensões.

    'A história nos mostra que as guerras estão cheias de erros de cálculo. Minha pergunta é: dadas as armas que temos, podemos permitir ter um erro de cálculo?', disse Khan durante uma breve transmissão televisiva à nação. 'Devemos nos sentar e dialogar.'

    O ataque da Índia na terça-feira teve como alvo o Jaish-e-Mohammed (JeM), grupo que reivindicou o ataque suicida. A Índia disse que um grande número de combatentes do JeM foi morto, mas autoridades paquistanesas afirmaram que a investida foi um fracasso e não deixou vítimas.

    Paquistão e Índia lutaram três guerras desde sua independência do Reino Unido em 1947 e estiveram prestes a ir a combate uma quarta vez, em 2002, após um ataque de militantes paquistaneses ao Parlamento indiano.

    A escalada mais recente marca uma reviravolta repentina nas relações entre os dois países, que reivindicam a região montanhosa no Himalaia da Caxemira, mas governam parcialmente. Recentemente, Khan mencionou 'consertar os laços' com a Índia.

    O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, falou separadamente com os ministros das Relações Exteriores da Índia e do Paquistão e pediu que evitassem 'outras atividades militares' após o ataque aéreo de terça-feira.

    'Expressei para ambos ministros que encorajamos cautela entre os países e que evitem outras atividades militares', disse ele.

    A China e a UE também pediram cautela.

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    Índia realiza ataque aéreo a suposto campo de militantes no Paquistão

    Por Drazen Jorgic e Sanjeev Miglani

    ISLAMABAD/NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia disse que seus aviões de guerra atacaram um campo de treinamento de militantes dentro do Paquistão nesta terça-feira, matando 'um número muito grande' de combatentes e elevando o risco de um conflito entre os vizinhos com armas nucleares, mas autoridades paquistanesas negaram ter havido baixas.

    O ataque aéreo perto da cidade de Balakot, situada a cerca de 50 quilômetros da fronteira, foi a incursão mais profunda da Índia através da divisa desde a última de suas três guerras com o Paquistão, em 1971.

    Islamabad repudiou a ação indiana e disse que reagirá em um momento e um local de sua escolha.

    Segundo o governo indiano, os ataques aéreos atingiram um campo de treinamento do Jaish-e-Mohammed (JeM), que assumiu a autoria de um ataque suicida com carro-bomba que matou ao menos 40 policiais paramilitares indianos na Caxemira no dia 14 de fevereiro. A ação foi ordenada, disse a Índia, porque sua inteligência mostrou que o Jaish estava planejando mais ataques.

    'Diante do perigo iminente, um ataque preventivo se tornou absolutamente necessário', disse o secretário das Relações Exteriores, Vijay Gokhale, aos repórteres.

    'A existência de tais instalações de treinamento, capazes de treinar centenas de jihadistas, não poderia ter funcionado sem o conhecimento das autoridades paquistanesas', afirmou Gokhale.

    O Paquistão nega abrigar o JeM, grupo originalmente anti-Índia que forjou laços com a Al Qaeda e está em uma lista de terroristas da Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2001. Em dezembro de 2001, combatentes do Jaish, além de membros de outro grupo militante radicado no Paquistão, o Lashkar-e-Taiba, realizou um ataque contra o Parlamento indiano que quase provocou uma quarta guerra.

    Gokhale disse que 'um número muito grande' de militantes morreu nos ataques com caças franceses Mirage 2000 contra um campo de treinamento do Jaish próximo de Balakot, cidade da província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa.

    Segundo Gokhale, o comandante do campo era Maulana Yusuf Azhar, cunhado do líder do JeM, Masood Azhar.

    Uma fonte de alto escalão de Nova Délhi disse que 300 militantes morreram nos ataques e que os aviões de guerra penetraram até 80 quilômetros no Paquistão – mas não surgiram indícios imediatos para sustentar as afirmações sobre baixas de militantes.

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    Paquistão pede diálogo sobre explosão na Caxemira e alerta Índia sobre ataque

    Por Asif Shahzad e Fayaz Bukhari

    ISLAMABAD/SRINAGAR, Índia (Reuters) - O primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, disse nesta terça-feira que o país está disposto a cooperar com a Índia em sua investigação de um ataque a bomba na disputada região da Caxemira na semana passada, que a Índia atribui ao Paquistão, mas alertou para uma retaliação caso seu país seja atacado.

    A tensão entre os vizinhos, ambos detentores de armas nucleares, aumentou consideravelmente depois que um ataque a bomba suicida reivindicado pelo grupo militante Jaish-e-Mohammad (JeM), radicado no Paquistão, que matou 40 policiais paramilitares indianos na quinta-feira.

    O Paquistão negou qualquer envolvimento e pediu uma intervenção da Organização das Nações Unidas (ONU). Já o premiê indiano, Narendra Modi, que enfrenta uma eleição em maio, está sendo pressionado para buscar vingança e disse que deu carta branca para uma 'reação forte' de suas forças de segurança.

    O principal comandante militar indiano na Caxemira disse às mães de filhos militantes que ou eles se rendem ou serão mortos, e as forças de segurança intensificaram a repressão em reação ao ataque mais mortífero contra forças de segurança em três décadas de insurgência na região de maioria muçulmana.

    Em um pronunciamento televisionado, Khan disse que o Paquistão está pronto para agir contra qualquer um que se descubra estar por trás do ataque.

    'Se vocês tiverem qualquer inteligência acionável de que paquistaneses estão envolvidos, entreguem-na a nós, garanto que agiremos', disse Khan no discurso à nação.

    Os militares do Paquistão têm um longo histórico de uso de militantes para atingir objetivos de política externa, e há anos a Índia acusa o país de apoiar militantes separatistas envolvidos em uma revolta de quase 30 anos em seu único Estado de maioria muçulmana.

    País muçulmano, o Paquistão vem dizendo há tempos que só oferece apoio moral e diplomático à população da Caxemira em sua busca por autodeterminação, mas jamais dissipou a convicção indiana de que auxilia os militantes.

    Khan disse que seu país mudou.

    'Estou lhes dizendo claramente que este é um novo Paquistão. Esta é uma nova mentalidade, esta é uma nova maneira de pensar'.

    'Queremos estabilidade'.

    O tenente K.J.S. Dhillon, comandante indiano na Caxemira, acusou a principal agência de espionagem paquistanesa de 'controlar' aqueles por trás do ataque de quinta-feira e alertou para uma retaliação.

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