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    Kremlin rejeita novos relatórios dos EUA que apontam interferência russa em eleição

    MOSCOU (Reuters) - O Kremlin rejeitou nesta terça-feira dois novos relatórios dos Estados Unidos alegando interferência russa na eleição presidencial norte-americana de 2016, dizendo que os documentos carecem de detalhes e não explicam como o governo da Rússia esteve supostamente envolvido.

    Os relatórios de especialistas particulares divulgados na segunda-feira por senadores democratas e republicanos dos EUA alegam que a interferência eleitoral de Moscou nas redes sociais foi mais ampla do que se acreditava e incluiu tentativas de dividir os norte-americanos por raça e extremismo ideológico.

    A Internet Research Agency do governo russo, sediada em São Petersburgo, na Rússia, tentou manipular a política dos EUA, disseram os relatórios, um elaborado pelos analistas de redes sociais New Knowledge e o outro por uma equipe da Universidade Oxford que trabalhou com a empresa de análise Graphika.

    Em grande medida os dois relatórios verificaram descobertas anteriores de agências de inteligência dos EUA, mas detalharam muito mais a atividade russa, iniciada anos atrás e ainda em curso, disseram os relatórios e parlamentares destacados.

    Trolls russos, por exemplo, tentaram incentivar 'movimentos secessionistas' na Califórnia e no Texas, informou o relatório da New Knowledge.

    'Estes dados recém-divulgados demonstram o quão agressivamente a Rússia tentou dividir os americanos por raça, religião e ideologia', disse Richard Burr, republicano que preside o Comitê de Inteligência do Senado, em um comunicado.

    A agência russa trabalhou para erodir a confiança nas instituições democráticas dos EUA, e suas atividades não pararam, alertou. O comitê coletou dados das empresas de redes sociais que foram usados pelos especialistas particulares em sua análise.

    O senador Mark Warner, democrata mais graduado do comitê, disse: 'Estes relatórios demonstram até que ponto os russos exploraram as fragilidades da nossa sociedade para dividir os americanos na tentativa de minar e manipular nossa democracia.

    'Estes ataques... foram muito mais abrangentes, calculistas e disseminados do que se revelou anteriormente'.

    A Oxford/Graphika disse que os russos disseminaram 'notícias políticas distorcidas e informações falsas sensacionalistas, conspiratórias e de outras formas a eleitores de todo o espectro político'.

    O grupo afirmou que trolls russos exortaram afro-norte-americanos a boicotarem a eleição ou seguir procedimentos de votação errados e ao mesmo tempo estimularam eleitores de direita a serem mais combativos.

    O Kremlin tem negado reiteradamente qualquer interferência na política dos EUA, e descreve as alegações como parte de uma campanha anti-Rússia politicamente motivada.

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    Bolton diz que advertiu Rússia contra interferência nas eleições deste ano nos EUA

    GENEBRA (Reuters) - John Bolton, conselheiro de segurança nacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que advertiu Moscou contra qualquer interferência nas eleições norte-americanas de novembro, durante conversas com o chefe do Conselho de Segurança Nacional da Rússia, Nikolai Patrushev.

    Bolton disse que também discutiu com Patrushev a possibilidade de reforçar as sanções econômicas contra o Irã e a retirada da presença iraniana da Síria.

    'Eu deixei claro que não iremos tolerar interferência (eleitoral) em 2018 e que estamos preparados para tomar os passos necessários para impedir que isso aconteça', disse Bolton em coletiva de imprensa, após mais de cinco horas de conversas com Patrushev em Genebra.

    Os Estados Unidos já impuseram sanções econômicas contra a Rússia por sua suposta interferência na eleição presidencial de 2016. Moscou nega as alegações.

    Bolton disse que a questão sobre a interferência eleitoral impediu que os dois lados emitissem um comunicado final conjunto.

    Em relação ao Irã, Bolton disse que após a decisão dos Estados Unidos de se retirar do acordo internacional de 2015 que visava reduzir o programa nuclear de Teerã, o objetivo do governo Trump é 'colocar pressão máxima sobre o regime' ao tornar as sanções mais extensivas e efetivas.

    Falando sobre o papel do Irã no conflito da Síria, Bolton disse: 'Nosso objetivo é que todas as forças iranianas retornem ao Irã... E falamos sobre uma variedade de maneiras de como isso pode ser alcançado em uma série de etapas.'

    (Reportagem de Stephanie Nebehay e Babak Dehghanpisheh)

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