alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE investe

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Produção de níquel da Vale pode atingir 310 mil t em 2020, alta de 30% ante 2018

    Produção de níquel da Vale pode atingir 310 mil t em 2020, alta de 30% ante 2018

    Por Marta Nogueira e Alexandra Alper

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A Vale, uma das líderes globais na produção de níquel, vê possibilidade de aumentar a produção do metal em 2020 em cerca de 30 por cento na comparação com os níveis projetados para este ano, indicou o diretor de Metais Básicos, Eduardo Bartolomeu, nesta quinta-feira.

    Mas uma produção de 310 mil toneladas projetada para 2020 também dependerá das condições de mercado, acrescentou o executivo da Vale, que aposta nesta commodity para ampliar seus ganhos, no embalo de uma maior demanda para a produção de baterias para carros elétricos.

    Enquanto isso, a companhia vem realizando uma reestruturação dos negócios de níquel e simplificando processos para reduzir custos, após cortar a projeção de produção neste ano para 240 mil toneladas, diante de paradas para manutenção nas unidades do Canadá em meio a preços baixos.

    'A direção é 310. Ela vai ser alcançada, uma vez que os mercados evoluam...', disse Bartolomeu, que assumiu a diretoria após o início da gestão do presidente Fabio Schvartsman, no começo do ano passado, com a missão de trazer mais valor ao negócio.

    Aquele volume de produção apontado, disse Bartolomeu durante teleconferência sobre os resultados da empresa, seria alcançado a partir de ativos que a empresa já tem.

    Segundo ele, em uma base de custos completamente diferenciada projetada pela empresa, e com uma oportunidade de crescer a produção e o preço saindo de 12/13 mil dólares/tonelada para 18/20 mil dólares, é possível entender a 'oportunidade do negócio'.

    Na semana passada, o CEO da companhia já havia citado uma expectativa de 20 mil dólares por tonelada para o preço do níquel para voltar a investir no negócio.

    Schvartsman, também na teleconferência nesta quinta-feira, afirmou que a Vale hoje já tem uma 'visão mais clara' sobre o negócio de níquel.

    O níquel será fator chave para área de metais básicos ganhar mais participação nos resultados da empresa, a maior produtora global de minério de ferro.

    'Nossa expectativa é que em 2020 a área de metais básicos tenha um salto expressivo de resultados pela combinação de provável recuperação de preços, provável importante redução de custos e salto de volume que a companhia terá...', disse Schvartsman.

    Enquanto isso, em meio a uma reestruturação, a Vale tem cortado projeções de produção do metal.

    Tais cortes vêm ocorrendo desde que o CEO assumiu a empresa enquanto os preços estão fracos.

    E a redução na produção deve se manter em 2019, antes de registrar um forte aumento em 2020, segundo Schvartsman.

    No início do ano, dentro de sua estratégia de diversificação, o presidente da empresa previa elevar a participação da divisão de metais básicos nos resultados da companhia a 30 por cento até o fim de 2019.

    Schvartsman disse ainda que a Vale terá notícias sobre a mina de níquel da Nova Caledônia 'proximamente', mas não entrou em detalhes sobre o projeto para o qual a empresa chegou a procurar um parceiro.

    FOCO NO ACIONISTA

    Com foco em ganhos para seus acionistas, a Vale vai investir em projetos que tragam retornos expressivos para a mineradora e que exijam aportes modestos, reiterou Schvartsman, durante teleconferência.

    O comentário vem um dia depois de a Vale ter anunciado a aprovação de investimentos de 1,1 bilhão de dólares para a expansão da mina de cobre Salobo, no Pará, em movimento que busca ampliar a produção do metal em meio a expectativas de maior demanda com o desenvolvimento das baterias.

    'Minério de ferro apresentará resultados crescentes ao longo dos próximos trimestres enquanto metais básicos está se preparando para o horizonte de 2020', destacou o CEO.

    As previsões ocorrem em meio a um aumento do fluxo de caixa livre da empresa, que deverá atingir 10 bilhões de dólares em 2018, quase o triplo do registrado no ano passado, muito em função dos ganhos que a Vale vem obtendo com seu minério de ferro de alta qualidade e a forte demanda da China.

    O executivo reafirmou nesta quinta-feira que o foco da empresa no horizonte de curto prazo é o pagamento de dividendos, eventualmente recompra de ações, além de possíveis investimentos orgânicos e aquisições, que gerem rentabilidade.

    'Nós só faremos investimentos que tenham expectativa de retorno muito significativo, obviamente isso reduz a quantidade de investimentos que nós faremos, o que tende a fazer com que a gente possa perenizar pagamento de dividendos mais encorpado', disse o executivo.

    A Vale registrou lucro líquido atribuído ao acionista de 5,75 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 19,5 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado, sob impacto do câmbio, apesar do forte resultado operacional guiado pela demanda da China por seu minério de ferro de melhor qualidade.

    (Por Marta Nogueira, Alexandra Alper e Roberto Samora)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vale prevê investimentos modestos e lucrativos; vê salto em metais básicos em 2020

    Vale prevê investimentos modestos e lucrativos; vê salto em metais básicos em 2020

    Por Marta Nogueira e Alexandra Alper

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Com foco em ganhos para seus acionistas, a Vale vai investir em projetos que tragam retornos expressivos para a mineradora e que exijam aportes modestos, disse o presidente-executivo da empresa, Fabio Schvartsman, durante teleconferência com analistas nesta quinta-feira.

    As estratégias ocorrem em meio a um aumento do fluxo de caixa livre da empresa, que deverá atingir 10 bilhões de dólares em 2018, quase o triplo do registrado no ano passado, segundo informou a empresa anteriormente, prevendo grande repasse aos acionistas.

    O executivo reiterou nesta quinta-feira que o foco da empresa no horizonte de curto prazo é o pagamento de dividendos, eventualmente recompra de ações, além de possíveis investimentos orgânicos e aquisições, que gerem rentabilidade.

    'Nós só faremos investimentos que tenham expectativa de retorno muito significativo, obviamente isso reduz a quantidade de investimentos que nós faremos, o que tende a fazer com que a gente possa perenizar pagamento de dividendos mais encorpado', disse o executivo, em conferência sobre os resultados no terceiro trimestre.

    A Vale registrou lucro líquido atribuído ao acionista de 5,75 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 19,5 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado, sob impacto do câmbio, apesar do forte resultado operacional guiado pela demanda da China por seu minério de ferro de melhor qualidade.

    O lucro líquido recorrente, que desconsidera efeitos como de flutuações cambiais, subiu cerca de 25 por cento, para 8,3 bilhões de reais, em um período em que a empresa bateu recordes de produção e vendas de minério de ferro e pelotas, com altos prêmios.

    Os bons resultados da empresa ocorrem em meio ao desenvolvimento da operação da mina gigante S11D, no Pará, que segundo Schvartsman é 'melhoria de qualidade na veia, vai substituir produtos de menor qualidade'.

    O executivo reiterou estimativa de atingir produção de 50 milhões de toneladas de minério de ferro ou mais no S11D, neste ano, e explicou que os volumes adicionais da commodity serão 'blendados' e não farão pressão de oferta no mercado.

    O S11D, no Pará, foi o maior investimento da história da Vale, com cerca de 14 bilhões de dólares.

    METAIS BÁSICOS

    Enquanto a empresa vem registrando fortes resultados com a área de ferrosos, colhendo frutos do S11D em meio a uma demanda maior da China por seu minério de melhor qualidade em relação a de seus principais concorrentes, Schvartsman vem trabalhando para agregar mais valor para a área de metais básicos.

    O executivo disse que a Vale já tem visão mais clara sobre a divisão e previu um salto expressivo para a área em 2020, especialmente em níquel, com melhora de preços e a unidade da empresa mais bem estruturada.

    'Minério de ferro apresentará resultados crescentes ao longo dos próximos trimestres enquanto metais básicos está se preparando para o horizonte de 2020', afirmou.

    Desde que assumiu a empresa, no início de 2017, o executivo vem cortando produção, enquanto os preços do níquel estão baixos.

    Durante esse tempo, também vem realizando uma reestruturação da área, em busca de maiores retornos no futuro.

    'Nossa expectativa é que em 2020 a área de metais básicos tenha um salto expressivo de resultados pela combinação de provável recuperação de preços, provável importante redução de custos e salto de volume que a companhia terá em 2020', disse ele.

    A previsão apresenta uma mudança em relação a previsões anteriores. No início do ano, o presidente falava em uma estratégia de diversificação e previu elevar a participação da divisão de metais básicos em seus resultados a 30 por cento até o fim de 2019, em uma expectativa conservadora, com a consequente redução da exposição aos ferrosos.

    O comentário vem um dia depois de a Vale ter aprovado investimentos de 1,1 bilhão de dólares para a expansão da mina de cobre Salobo, no Pará, em movimento que busca ampliar a produção do metal em meio a expectativas de maior demanda com o desenvolvimento de baterias para carros elétricos no futuro.

    Schvartsman disse que a Vale terá notícias sobre a mina de níquel da Nova Caledônia 'proximamente', mas não entrou em detalhes. A empresa tem procurado encontrar um parceiro para o ativo. Além disso, disse que a empresa permanece avaliando medidas para trazer mais valor para VNC.

    (Por Marta Nogueira e Alexandra Alper)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. investe

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.